Cidades de Papel

Cidades de Papel John Green




Resenhas - Cidades de Papel


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Graciela.Doninelli 09/08/2015

Graciela
Simplesmente não é uma boa história. Faltou propósito e ligação entre os fatos e os significados...
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Letícia 29/03/2015

Esperava mais.
Um resumo perfeito sobre Cidades de Papel: Ben mija-sangue.
Edison Eduarddo 11/10/2015minha estante
Concordo.... ô, cara chato...




Lu 23/07/2015

Recomendo muito!
Pra quem vai ler cidades de papel esperando uma história tocante e com um tema forte como a culpa, realmente pode acontecer uma decepção. É uma história incrível, muito envolvente e com perspectivas diferentes de a culpa. Não devem em hipótese alguma serem comparados. À construção dos personagens e I N C R I V E L o John fez uma belíssimo trabalho e nos trouxe personagens originais e apaixonantes. Leiam de cabeça aberta, difícil não gostarem!
Rafaele 04/03/2016minha estante
oh livro chato!




Iris 02/07/2015

Divertido, porém...
Cidades de Papel é um livro que conta a história de um garoto, Quentin, que é obcecado pela sua vizinha Margo, ela some deixando algumas pistas que ele acredita ser para ele, então resolve ir descobrir o que aconteceu com ela. Achei o livro bem divertido, o Ben é hilário e, gostei demais da inteligência e sagacidade do Radar. O Quentin é um fofo, porém essa obsessão pela Margo, em momentos, acaba se tornando chata. A procura por ela, às vezes, se torna algo entediante. Pude observar que alguns pontos da história se assemelha demais com Quem é você Alasca? E gostei mais de QEVA. Achei a Alasca uma personagem fantástica e até hoje não sei se a amo ou a odeio. Já Margo achei chata. Bom é isso, apesar de todas as críticas foi uma Leitura super divertida e me arrancou boas gargalhadas. ????
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Jessica Relogi 24/08/2015

Apaixonada pelo livro!
Minhas primeiras impressões foram ótimas. Achei a história muito fofa, engraçada e envolvente. Só tive um pouco de dificuldades para entender o que eram exatamente as cidades de papel que falavam, mas tanto no meio quanto no final tinha um explicação que me sanou toda e qualquer dúvida. Por falar nisso, o livro é dividido em três partes, na primeira temos a aventura que Margo propõe ao Quentin e este a segue (como todo bobo apaixonado faria); na segunda parte, Margo se torna um mistério e então temos um Quentin triste, perdido, desesperado que só os amigos dele para o suportarem (amizade é tudo, né?); na terceira parte, Quentin vai atrás da Margo junto de seus amigos em uma viagem pra lá de divertida, uma vez que ele encontrou o local onde ela possivelmente está escondida (nem comento nada dessa parte).

Agora, o que seria desse livro sem Radar e Ben? Para quem ainda não leu, são os amigos do Quentin. A história pode até girar em torno de Q e Margo, mas são esses dois que dão a leveza necessária a obra. Eles são engraçados, divertidos e o tipo de amigos que todos deveriam ter. Já em relação a Margo, eu vou ser bem sincera, detestei ela apesar de seu papel fundamental para o enredo. Ela é insuportavelmente egocêntrica e não consegui ter qualquer simpatia pela garota e o Quentin, é um fofo. Ele é aquele garoto nerd, que sonha em apenas ter uma vida simples e feliz, que nutre um amor platônico pela vizinha que é também a garota mais popular da escola.

O restante está no blog, onde há uma comparação com o filme.

site: http://garimpeiradelivros.blogspot.com.br/2015/07/cidades-de-papel-livro-e-filme.html
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Tai 06/09/2015

O livro conta a história de Quentin Jacobsen, ou Q, e Margo Roth Spilgerman. Quentin e Margo são vizinhos e foram grandes amigos na infância, porém o tempo passou e eles cresceram, hoje são apenas conhecidos, quase nem se falam, ou melhor eles nem se falam, mas Quentin ainda tem aquela antiga paixão por Margo guardada.

"Você espera que as pessoas não sejam elas mesmas."

A vida de Quentin simplesmente muda completamente quando Margo descobre que seu namorado e amigos a traíram e então resolve se vingar de cada um deles, sendo assim, invade o quarto de Q no meio da noite para lhe pedir um favor, em troca da melhor noite de sua vida. Q sem argumentar aceita.

"O para sempre é composto de agoras."

Cidades de Papel é sem dúvidas um dos melhores livros que li, sei que sou suspeita para falar quando se trata de John Green, mas o livro nos oferece uma leitura gostosa, uma leitura que te prende do começo ao fim despertando curiosidade, com certeza é um livro que me surpreendeu e marcou muito e quando finalizei tive aquele sentimento “o que vou fazer da minha vida”.

"Nada acontece como a gente acha que vai acontecer."

Me simpatizei com todos os personagens, mas Ben, o amigo engraçado de Q é o meu preferido. A relação deles é admirável, na verdade não só a deles, mas as relações que todos os personagens estabeleceram juntos: Q, Ben, Radar, Angela e Lacey, todos dispostos a enfrentar infinitos obstáculos seja para encontrar uma amiga ou para ajudar um amigo. A lição que este livro no transmite sobre amizade é incrível.

"Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos."

John Green nos mostra nesse livro algo que já sabemos, muitas vezes escondemos das pessoas quem realmente somos só para agrada-las, e então nos transformamos em mais uma pessoa de papel em uma cidade de papel completamente rodeados de pessoas de papel.

“A gente ia ser feliz, a gente ia ser um do outro, a gente ia .. ia… ia… E não foi.”

Veja essa e outras resenhas em nosso site: Páginas & Reticências

site: Www.paginasereticencias.com.br
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R.Rosa 04/07/2015

Mais ou menos
Eu estava bastante empolgada pra ler este livro... Não me arrependi de ter lido, pois é muito legal mais, NA MINHA OPINIÃO, os livros do John Green não é tudo isso que as pessoas dizem.. Eu gosto de livros que me prendem, o que não é o caso do John Green. Mais voltando ao livro: Ele é um livro muito engraçado e eu dei várias risadas vom ele.
Conta a história de um adolescente chamado Quentin, que é apaixonado por sua vizinha e colega de infância. Mais agora ela é popular e não fala mais com ele. Até que um dia ela entra no quarto dele pela janela tudo pintada e com uma ropa esquisita e pede para que eles façam várias loucuras e aventuras...
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Lili 11/08/2015

Roteiro de cinema
Cidades de papel deve ser um ótimo filme, porque livro ele não é.
Está mas para blábláblá e...que raiva de John Green!! Quanta embromação! Eu pulei vááárias partes que não fizeram a menor falta e ainda me decepcionei com o final.
O livro tenta ser reflexivo, mas está mais para confuso.
John Green como autor é um ótimo roteirista!! E eu não vou compartilhar isso na minha página de prof-°. rsrs
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Carol Garcia 02/05/2015

Quentin, Quentin
Quentin desde sua infância tem uma paixão totalmente platônica por sua vizinha Margo Roth Spiegelman (se você ler ou leu o livro entende o porque do nome completo), E diz que ser vizinho dela é o milagre da sua vida!

Porém quando crescem, sua vizinha vira A POPULAR e ele O NERD. Triste né? Ela nem sequer nota a presença dele, e ele morre de amores pelos cantos, sonhando com o momento que o jogo vai virar.




Até que uma bela noite, assim do nada, Margo invade seu quarto e pede seu carro emprestado (que é compartilhado com a mãe #merodetalhe), pois precisa fazer algumas coisas que estavam sem ponto final digamos assim. E como besta amigo que é, Quentin aceita, achando que aquilo faria com que sua relação mudasse.

E é ai que tudo muda. Após essa noite de muita aventura e acerto de contas, Margo some. Sim, some. Assim do nada. E Quentin acredita que esse é um sinal de que ele deve ir procura-la, para que o 'felizes para sempre' aconteça.






E nesse meio todo, seus amigos de sempre, Ben e Radar, que também são os renegados da escolas, aqueles que os maiorais sempre zoam, acabam entrando na onda de Quentin e vão em busca da foragida Margo. E essa busca compromete inclusive a cerimônia de formatura deles.





A estrutura do livro: ele é dividido em três partes: Os fios, A relva e O navio. E depois que você conclui cada capitulo entende o porque dos nomes.
A capa da edição que tenho mostra um mapa com aqueles alfinetes de marcação, muito usado em buscas, que também tem todo o significado na historia.

O que eu achei: Adorei a história. De verdade. Dificil eu não gostar de um livro do John Green. Sabe aquele tipo de historia que te prende, e que chega uma hora parece que 'ahh ta manjada' e do nada RÁÁÁÁÁ o final feliz não é como todo mundo acha que é. Se eu falar mais, spoilers surgirão então fico por aqui na minha opinião.

Frases que amei:


'Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito dificil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito dificil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.'

'Alguém que - porque ninguém a enxergava como uma pessoa - não tenha ninguém com quem conversar de verdade.'


site: http://jeitodemulhereolhardemenina.blogspot.com.br/
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Mym 28/09/2015

um porre
cansativo, sem atractivos reais e muuuito chato
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TMLQA 25/04/2015

Resenha feita pela Skoob3r Camila Varella
Ontem eu terminei de ler "Cidade de Papel" do John Green e descobri que o John adora mexer comigo. Esse é o primeiro livro que leio dele, depois de ler "A Culpa é das Estrelas" e "Quem é vocé, Alasca?" que tem final feliz, mas um meio muito trágico e agoniante. Primeiramente minha opinião sobre a Margo: Ela é infantil e egoísta, mas pro outro lado fez o Quentin da sua "zona de conforto" o que é um ponto positivo. Mas o que mais me intrigou foi que no final do livro eu fiquei com um gostinho de quero mais.. Queria saber o que acontece depois.. Queria ver o romance e isso me deixou agoniada.. Mas tudo bem. John Green gosta de provocar essa sensação em mim, mas tudo bem o livro é muito bom gostei mais do que "Quem é você, Alasca?". Super recomendo.
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Danilo.Lima 10/07/2015

Dá pra ler...masss
Muitas partes desinteressantes e o mistério é fraco.
Talvez, se tivesse metade das páginas, até que seria um livro legal.
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