Will & Will

Will & Will David Levithan
John Green




Resenhas - Will & Will


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Lygia 04/06/2013

Objetivo primário dos autores?
Parceria entre John Green e David Levithan? Só poderia resultar em algo extraordinário, certo? Bem, não exatamente e já explicarei o motivo de não achar isso!

Do David nunca tinha lido nada, mas só via resenhas superpositivas dos seus livros individuais, inclusive a Galera Record vai lançar 'Everyday' no 2º semestre. John é muito amor, adoro a escrita e os livros dele, como vocês já viram nas resenhas aqui do blog. Acho que é o típico livro que promete muito, mas não cumpre todo o seu papel.

Will & Will, trata-se basicamente sobre os Will's Grayson. Cada capítulo é narrado por um Will e de cara dá para sacar qual Will cada um dos autores estão narrando. Não sei até onde um autor influenciou na escrita do outro, mas o ponto principal é: os dois Will´s são decididamente mal-humorados, meio depressivos (ok, um é realmente diagnosticado com depressão) e relutantes em manter contato com as pessoas. E o livro é basicamente sobre a vida adolescente deles, que em determinada situação, se cruzam (obra do destino? Acaso? Coincidência?).

Se os dois narradores chamam Will, como diferenciar qual capítulo é narrado por qual sem confundir o leitor na inserção do livro no início da narrativa? Simplesmente colocaram um dos Will (o depressivo) narrando com letra minúscula. Tudo. Tipo o quote ali em cima, que foi escrito exatamente como está no livro. Gente, pode parecer bobagem da minha parte, mas isso me incomodou muito. Não sei se existe algum motivo além da minha compreensão para terem usado esse artifício, se alguém souber me fale.

Sobre a história...O primeiro Will que é apresentado possui poucos amigos, mas não que isso o incomode de alguma forma. Seu mais novo lema de vida é 'Quanto mais calado, melhor', desde que protegeu publicamente seu melhor amigo gay, Tiny Cooper. Ele se entende por gay desde o terceiro ano, parece um armário gigante e acredita piamente que o mundo gira em torno de seu fabuloso eu. Tiny é egocêntrico, mas é engraçado e divertido. E está bem com sua opção sexual, apaixonando-se pelo menos 1 vez por semana, por garotos diferentes. Tiny é do tipo de amigo leal mas que só mete Will em enrascada. É uma bela amizade, no final das contas! =) A última peripécia de Tiny é montar uma peça de teatro, e o assunto da peça, naturalmente será Tiny Cooper. O segundo Will (o depressivo) mora só com a mãe, toma remédios e seu único contato com outras pessoas é por Maura que tenta manter uma amizade unilateral com ele e Isaac, que conheceu na internet. Will está apaixonado por Isaac e acredita que o sentimento é recíproco. Marcam de se encontrar.

Por causa do destino, acaso ou coincidência, chamem do que for, ambos os Will´s esbarram-se em um sex shop. O segundo Will encontraria com Isaac. Não vou dar mais detalhes sobre isso, porque, de certa forma, é divertido descobrir como isso aconteceu. Mas aí é que está...o livro realmente só começa a andar depois do capitulo 9, e aí sim temos ritmo. Will apresenta Tiny ao outro Will e bem, não é difícil imaginar o que acontece. Mas o porquê acontece e como acontece são os diferenciais e acompanhamos a vida desses personagens então.

Eu senti um pouco de dificuldade em entender em qual ponto os autores queriam tocar realmente. Sobre aceitação de si mesmo, sobre o relacionamento gay pura e simplesmente (diferencial o tema para YA's), ou sobre relacionamentos e laços, sejam quais forem, de amizade ou de amor romântico. Ou sobre Tiny Cooper, porque sinceramente, o livro deveria se chamar Will & Will & Tiny. Sério!
Essa resenha ficou maior do que costume, porque eu gostaria de falar tudo o que senti com a leitura. E explicar de ter esperado mais dele. Senti tão pouco, que tenho certeza que ele não foi escrito para emocionar. Não existe nada na narrativa muito complexo para se refletir, tampouco. Mas não é um livro ruim de forma alguma. Complicado, não? Acho que vou ficar com essa dúvida por um tempinho e um dia descobrirei exatamente à que 'Will & Will' veio.
Leonardo Drozino 25/06/2013minha estante
Nossa, eu concordo com você! Eu costumo dizer que "achei" que o livro era ruim, pois opiniões variam, né? Mas eu afirmo que é ruim. A qualidade do texto é horrível, parece um rascunho mal acabado.

Exceto isso, a história é irreal. Eu, como gay, afirmo isso.


Vinícius Dias 13/07/2013minha estante
Eles começaram o livro centrados nos dois Wills e, à medida que a estória avançava, Tiny se tornava o protagonista. Acredito que eles se perderam um pouco!


oisoueuohenrie 13/07/2013minha estante
Adorei o livro, e gostaria de esclarecer que na versão inglesa intitulada "Will Grayson,Will Grayson" o Tiny é a virgula entre os dois Will Grayson.


Cássia 27/08/2013minha estante
tem um motivo pra letras minúscula. Um dos motivos é que isso é uma reprodução do netspeak, linguagem da internet (o will passa muito tempo na internet). O uso de minúsculas é comum entre adolescentes não só quando estão conversando na internet, mas também quando eles escrevem contos, poemas, etc. O Levithan já usou esse recurso em um outro livro dele (The Realm os Possibilities, se não em engano), mas em menor escala.
Tem também a teoria de alguns leitores, de que ele usa letra minúscula pq ele se sente inferior, menor, por causa da depressão dele (lembrando que em inglês eu é I, em maiúscula, e que ele escreve tudo mesmo em minúscula, incluindo o eu).


Sofia 28/08/2013minha estante
Pessoalmente, acho que esses três temas que você ressaltou têm tudo que ver uns com os outros, pelo que faz sentido que os autores os tenham desenvolvido em conjunto. Sinceramente, acho que a intenção não foi deixar a homossexualidade em primeiro plano - o que torna tudo ainda melhor, já que dá um tom mais natural ao assunto.


Nino 27/12/2013minha estante
Você já leu Sarah Kane?


Lipe 19/02/2014minha estante
Concordo sobre o título do livro se chamar Will & Will & Tiny.
A forma como eles desenvolvem toda a história é muito fantástica. Como no próprio livro fala: é um X. Duas histórias diferentes se encontram em um ponto e a partir dali toma-se outro rumo.
É uma história leve sem pretensão nenhuma de ser um instrumento de ativismo gay. Mostra o que um adolescente comum vive, seus medos, sonhos, desejos... E posso falar? Me identifiquei bastante com um pouco de cada personagem.


Andrei 03/03/2014minha estante
O livro é meio cansativo embora é legal, achei confuso isso de misturar os dois will's sem explicar qual era qual, só fui entender isso na metade do livro.


Less 18/04/2014minha estante
Eu simplesmente amei o livro. Não achei confuso, consegui separar os personagens. A narrativa é super fácil e muito engraçada. Nota 10.


Nanda Lima 24/04/2014minha estante
Lygia, sua resenha ficou muito boa, completa como gosto de dizer. E concordo com tudo o que disse.


Josi 24/08/2014minha estante
Ao terminar de ler Will&Will senti o mesmo que você descreve aqui. Foi uma leitura prazerosa mas não te deixa entender a que veio realmente...


Cami 26/11/2014minha estante
Concordo! Como só havia lido títulos do John Green, posso afirmar que não se parece com nada do que ele escreveu.
Achei a linguagem chula meio deslocada também, forçada para ser engraçado. Para mim, a história ficou sem objetivo e o final ficou "sério? Só isso?". Enfim, mas ainda sim não me arrependo da leitura, porém não a indicaria.


Alice 11/12/2014minha estante
nosso amei sua resenha. parabens


Tom Pavão 27/02/2015minha estante
Estou no cap 10 e já estou confuso!!!!!


Victoria 28/08/2020minha estante
O livro Extraordinário usa esse mesmo artifício de diferenciar os personagens pela escrita (um persoagem X escreve de acordo com a norma culta e o Y não usa parágrafos). Entretanto, no início de cada capítulo é informado quem está falando.


Letras.Libras 11/11/2020minha estante
Se não fosse o seu comentário eu não saberia q estava sendo narrado pelos dois, li só os 2 primeiros capítulos e achei q era a mesma pessoa


Tami 26/05/2021minha estante
Leitura simples e divertida, perfeito para te tirar do tédio sem perder o gostinho de quero mais. Me identifiquei em diversos aspectos com os personagens, eles me fizeram refletir bastante. Mostra que a vida é muito mais que tentativa-erro-tentiva até chegar na "coisa certa", coloca em destaque que todo humano é falho, só basta não deixar ser corroido pelos erros. Ai, meu Deus! E esse final? Assim como no começo senti tantas emoções juntas que deixam o meu coração quentinho??


Alexandre.Petiz 11/02/2022minha estante
Concordo com você. O livro me decepcionou. Esperava mais. Achei a história boba e o livro é sobre o chato do Tiny. Tive vontade de largar o livro várias vezes! Ma fui até o final na esperança de que ficasse bom. Não ficou! E ainda acabou de uma forma muito boba!




Leonardo Drozino 25/06/2013

Terminei de ler Will & Will, e admito que fiquei um pouco decepcionado. Eu, como um gay florzinha foi esperando ler algo GAY, um romance bonitinho com que eu me identificasse, e no fim, cheguei a um livro com qualidade de texto ruim. Will e Will parece um rascunho mal acabado, mal trabalhado.

A história é meio inconsistente.

Como eu estava lendo a versão em epub no iPad, eu achei que fosse algum erro de programação, e por isso alguns capítulos estavam todos em letra minúscula. Só que eu, resolvi ler algumas resenhas e descobri que cada capítulo é narrado por um Will Grayson diferente. Sim, é isso mesmo.

Fora que, até o encontro deles (na metade do livro), eu não fazia a mínima ideia que o livro estava sendo narrado por dois Wills e eu tive que ler tudo novamente até esse ponto para entender a história. Por que, de fato, é muuuito confuso de entender se você não souber disso (eu não sabia).

Ok, passado os desafios de compreensão do livro (depois de 200 páginas, tempo perdido e já irritado com os recursos utilizados no texto), temos uma história morna, com narrativa inferior aos livros que o John Green já fez, e com uma sinopse um pouco enganosa.


O final do livro é bom, mas só isso. Na verdade, eu diria que esse é um livro ruim, muito ruim. Uma decepção para quem já leu romances anteriores do John Green.

Se você estava esperando alguma coisa emocionante a lá A Culpa das Estrelas, pode tirar o cavalinho da chuva, pois você não terá nada nada disso.


A capa, a primeira vista, é bem feia, mas pessoalmente (na verdade, vi fotos) ela é prateada e é bem bonitinha, para ser sincero.


Se recomendo o livro? Talvez. Acho que vale a pena ler e ver como o livro funciona para você, quem sabe você tenha mais sucesso em aproveitar a história.


Se esse livro fosse escrito por outros autores se não por nomes tão poderosos como David Levithan e John Green, com certeza ele passaria despercebido e não receberia tantas resenhas /cegas 5 estrelas.

Sinto muito aos fãs de John Green (eu, sendo um deles), mas Will e Will não é um trabalho com a qualidade de seus antecessores.
Aline Ramos 19/06/2013minha estante
Eu tb nao percebi q eram narrativas de dois wills.. achei confuso.


Nat 20/06/2013minha estante
eu também não fazia ideia dos dois Wills, mas fiquei com preguiça de voltar tudo e reler...


Shibahime 23/06/2013minha estante
Mas vocês chegaram ao menos a ler a sinopse? Porque é bem claro que narra a vida de dois garotos com o mesmo nome e sobrenome que acabam se conhecendo o_o


Carlo Alexandre 23/06/2013minha estante
Realmente Shibahime, parece que ninguém se preocupou em ler a sinopse. Qualquer um que lesse saberia que são dois Wills.


Robson 25/06/2013minha estante
Leia a sinopse, de vez em quando faz bem :D


Leonardo Drozino 25/06/2013minha estante
Eu li sim, a sinopse, mas em nenhum momento disse que os dois narrariam o livro. Fora, que, os estilos dos autores são semelhantes e você acredita mesmo que o livro é narrado por um Will só. Desnecessário da parte dos autores colocar pontos de vistas dos dois Wills, sendo que apenas o de um bastaria, afinal, o livro é sobre o Tiny Cooper.


Gaby 19/07/2013minha estante
O nome do livro é will & will.
Eles tem personalidades diferentes, e você ainda não percebeu que eram 2? Burrice sua, apenas.


Cássia 27/08/2013minha estante
Se você quer uma história de romance, o Levithan tem Boy meets boy, e alguns outros. (Mas não leia os livros dele com a Rachel Cohn. Eu gosto muito, mas não é o tipo de história que você parece estar procurando)


Sofia 28/08/2013minha estante
Não diga "romances anteriores", visto que A Culpa É das Estrelas foi escrito depois de Will & Will. E compará-los é absolutamente despropositado, são livros muito diferentes com propósitos muito diferentes.
Por mim, adorei o livro, e já é o 5º que leio da autoria do John ;)


Inês 20/09/2013minha estante
Eu não li a sinopse e mesmo assim no segundo capitulo pra mim ficou óbvio que era a narração do outro Will, se você além do livro leu também a sinopse e não conseguiu compreender isso alguma coisa está errada com vc! rs


Cézar 31/10/2013minha estante
Na minha singela opinião se você só foi perceber que eram dois Will's na página 200, tem alguma coisa muito errada na sua leitura. Confesso que também achei que tivesse algum erro prq também li no ipad e fiquei tipo, hã? As minúsculas incomodam um pouco mas acostuma-se logo.

No segundo capítulo já dá pra sacar que é outro Will, são personalidades completamente distintas, é um livro sobre 2 pessoas, por favor, não critique os autores só prq vc não consegue interpretar um texto.


Ivy 27/12/2013minha estante
Tudo bem você não ter gostado do livro, cada pessoa tem a sua opinião. Mas dizer que as 5 estrelas que muitos leitores deram a ele são infundadas é pura infantilidade. Quanto à narração, se você não conseguiu perceber que cada capítulo era narrado por um Will diferente, é porque faltou atenção e interpretação, já que são dados vários indícios, por exemplo:
1- O título é Will & Will, dando a entender que são dois, logo...
2- ...quando você lê o segundo capítulo e se depara com um Will COMPLETAMENTE diferente, principalmente na personalidade, é porque não soube interpretar;
3- A formatação sem maiúsculas dos capítulos escritos pelo Levithan, apesar de estranha em um primeiro momento, serve justamente para ajudar a diferenciar um do outro.


Art 10/04/2014minha estante
Eu também achei decepcionante o livro, eu esperava sentir mais emoção, fora que o livro só tomou um ritmo melhor quase no meio da narração, quando os Wills se conhecem, fato que pra mim tardou muito em acontecer... Eu não vi dificuldade em identificar que os capítulos alternavam na narração de cada Will Grayson, pra mim isso de início foi muito óbvio, mas não sei porque eu me incomodei com a escrita minúscula na narração do Grayson gay, não sei se o objetivo disso era diferenciar eles, só não me senti a vontade com isso. Por fim, o livro é ruim, deveria se chamar Will, Will e Tiny Cooper... Não recomendadaria a ninguém, pra mim dinheiro jogado fora...


Jana 16/07/2014minha estante
Gente, eu acho que sou uma das poucas exceções. Eu entendi desde o começo que era um capítulo narrado por cada Will, e achei as letras minúsculas fantásticas, pois mostrou desde o início ser um livro diferente.
Simplesmente amei ele. Nunca li algo tão bom e diferente. Simplesmente me deu vontade de estar na vida deles.
Sobre qual seria o tema principal simplesmente também não sei. Mas acho que talvez esse era o objetivo, narrar o cotidiano de uma forma mais real possível. As festas no final de semana, os amores, as dúvidas, as decepções, as pessoas com uma personalidade irritante porém que não vivemos sem, tudo isso acontece no nosso dia a dia e foi por isso que adorei a história. Ela é crua e não cheia de purpurina e nhenhenhe. Mas é CLARO que nem tudo ai é de todo real. Certas coisas são meio difícil de acontecerem. E ainda levando em conta o fato de realismo nada em nossas vidas se desenvolve rapidamente e a todo momento, temos nossos dias de tédio, mas mesmo assim não achei o livro chato.
Me identifiquei muito com um dos Will (o não gay) tanto pela música quanto ao jeito de ser, e achei fantástico a maneira que os autores conseguiram passar isso sem ficar forçado. E que mesmo com ideais que nós acreditamos, as vezes acabamos por fugir deles.
Enfim, em um todo achei o livro maravilhoso e que valeu a leitura.




Lucas 30/01/2016

Poderia ser mais HOT
O livro desenrola de uma forma boa, adolescente e emocionante!
Mas deixa a desejar a partir de quando os dois wills se encontram, pois creio que pela capa muitos pensam que will e will seriam um casal (pelo menos eu pensei assim) mas não;
a partir disso a história não te prende tanto, o livro começa a ser muito sentimental sem uma aventura algo que posso descrever como "dramático" se você quer ver coisas pegando fogo com altas aventuras não peguem esse livro.
Mas vamos falar da parte boa, ele se trata de tema meio lgbt e meio hetero, com a história dos dois wills destacando é claro o will homossexual quantos livros tratam deste tema? e conta as atitudes do will gay e o que se passa na vida do will gay o mais legal é que isso(a história dele, o que ele passa, o que ele sente) é a realidade de muitas pessoas no mundo acham que tudo vai dar errado, que a vida é um lixo e que ninguém liga pra ele, ninguém se importa é ai que ele se engana. Eu digo, metade recomendo metade não recomendo depende de você!
Guilherme.Henrique 11/01/2017minha estante
Poderia.


Guilherme.Henrique 11/01/2017minha estante
O Armário, é mais HOT que Will & Will.


Lucas 10/08/2017minha estante
Obrigado pela recomendação!


Lucas 10/08/2017minha estante
Meu Deus, minha resenha tá uma bosta.
Olha faltam milhões de vírgulas.




Branca de Neve 21/10/2020

Ah o amor...
Amores que vem e que vão, mas sempre deixam suas marcas de alguma maneira. Cada pessoa uma história, uma conexão (tanto em um relacionamento amoroso quanto em uma amizade).
O importante é não desistir do amor!
Gabs 21/10/2020minha estante
Amei a resenha ??


Gabs 21/10/2020minha estante
Ahhh e quero emprestado rsrs


Branca de Neve 22/10/2020minha estante
Kkkk to xonada


Gabs 22/10/2020minha estante
Q sorte hem dessa pessoa.




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Lê Golz 22/01/2017minha estante
Você tirou as palavras da minha boca. Sem sentido esse livro...


Lucianoh 25/01/2017minha estante
Vlw, Leh! ;)


Julia 16/02/2017minha estante
Se quiser conhecer o David, aconselho ler "Dois garotos se beijando", e meu livro favorito dele.
"Garoto encontra garoto" também é muito bom!


Lucianoh 16/02/2017minha estante
Do David, solo, eu li "Todo dia" e "Outro dia", ótimos, por sinal. E tb o péssimo "Invisível", escrito por ele e outra autora, tipo o que foi feito com John Green em "Will & Will".




Ari 18/04/2022

"Um nome, um destino..."
"Quando as coisas se quebram, não é o ato de quebrar em si que impede que elas se refaçam. É porque um pedacinho se perde - as duas bordas que restam não se encaixam, mesmo que queiram. A forma inteira mudou."

Confesso que foi totalmente diferente do que eu esperava.
Não é um livro ruim, por mais que seja um pouco difícil ter empatia pelos personagens.
Comecei não gostando do Tiny e acabei querendo dar o mundo para ele. (Tiny Cooper, eu te aprecio)
O que eu mais gostei no livro foram as frases marcantes.

"Se você não diz a coisa mais sincera, às vezes, essa coisa nunca se torna realidade, sabe..."
icbelly 18/04/2022minha estante
seu icon do zoro aaaaaa ??


Ari 18/04/2022minha estante
aaaaaaa ???


Wil 19/04/2022minha estante
Nossa amei a resenha já vou adicionar a minha lista ?




Andy 15/02/2020

Minhas impressões
A leitura é fluída, simples e quando você se dá conta, já leu 15 páginas sem sentir. 

A história nos é apresentada pelo ponto de vista dos personagens que dão nome ao livro. Will Grayson e... Will Grayson. Cada um com as suas questões, seus demônios e seus dramas de adolescente. 

Os capítulos são intercalados, um pra cada Will. Sendo um deles escrito todo em letras minúsculas, além de uma forma de diferenciar quem está contando a história, faz referência ao fato de ele ser depressivo e, dizendo à grosso modo, estar rodando com o farol baixo. A realidade dos dois Will's é bem diferente, mas o acaso (ou destino, se preferir) os une de uma forma que ao ler você pensa "não creiooo". Rsrsrs 

Um dos pontos que me incomoda na história é a falta de detalhes, o que não me deixa criar os personagens e cenários em minha mente. Pra uma história em que o tamanho de Tiny é sempre lembrado e reforçado, não explorar detalhes como de outros personagens e lugares, me afasta um pouco da história. Mas depois acaba sendo compreensível quando começamos a conhecer os demônios de Tiny. 

Já que falamos nele, Tiny Cooper é um personagem que participa dos dois pontos de vista e merecia mais destaque. Ele é fabuloso! Eu realmente gostaria de ter visto mais de Tiny, quem sabe até capítulos por seu ponto de vista. Outro ponto que me incomoda é a história terminar na imaginação do leitor. Não que seja ruim um livro terminar com um gostinho de quero mais, porém eu realmente senti falta de um encerramento com mais informações. Poderia ter sido feito um epílogo pelos olhos de Tiny, mostrando como as coisas aconteceram após "os aplausos". 

Recomendo a leitura? Sim! Não é porque há pontos que me incomodam que eu vou descartar toda a história. Há diálogos que te fazem pensar, outros que te remetem à sua adolescência e tem a Jane, tão fabulosa quanto Tiny. 

Boa leitura!
Juliane 15/02/2020minha estante
Amei tua resenha Anderson. Sempre divando e arrasando.


Andy 15/02/2020minha estante
Obrigado, diva minha! ?


Juliane 15/02/2020minha estante
Vc escreve muito bem. Parabéns amore ?




Matheusvarraes 05/09/2016

Comentário
John Green não me surpreendeu... bem café com leite ??
Eriko.Bruno 06/09/2016minha estante
Kkk. Normal. :D


Marcos.Medeiros 06/09/2016minha estante
Esse livro é bem meia boca mesmo. Não é ruim mas não tem nada de especial.


Matheusvarraes 06/09/2016minha estante
Concordo rsrs




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beariddle 17/10/2017minha estante
Amei essa do João verde kskskskskksks ? Eu também estou me sentindo enganada, totalmente. Sinto que perdi o meu tempo.


Mary 19/12/2017minha estante
E na verdade vc descobre que o livro não é sobre nenhum dos Wills, é sobre Tiny Cooper.




Adan 07/12/2013

Vamos falar sobre: Will & Will (Ou seria Tiny Cooper, Will e Will?)
(resenha postada em mundosnaestante.blogspot.com)

Oi, como vai?
Acabei de terminar o livro "Will & Will: Um nome, um destino" e estou muito... decepcionado, infelizmente esta é a palavra certa. Calma, vou explicar o porquê.
Will & Will conta a história de dois garotos com o mesmo nome: Will Grayson. Um deles é escrito por John Green e o outro escrito por David Levithan. É fácil perceber qual Will é escrito por cada autor, já que o estilo da escrita é um tanto diferente. O Will de John Green é um garoto que, ao meu ver, é um personagem secundário em sua própria vida. Ele é amigo do garoto mais gordo e mais gay de toda a história. Não é nenhuma piadinha descrever Tiny Cooper assim, afinal o próprio John o descreve desta maneira. Tiny (pequenino, em inglês, uma ironia ao fato de ser enorme) é agitado, adora curtir a vida e se apaixona por um garoto por semana (em média). Sua nova peripécia é montar um musical em seu colégio contando sua história. O Will de David mora com a mãe, que se separou do pai (por algum motivo que NÃO FOI EXPLICADO DURANTE TODO O LIVRO), sofre de depressão e é apaixonado por um garoto que conheceu na internet, Isaac.
A história tinha tudo para ser ótima: dois ótimos autores escrevendo, uma temática completamente diferente (a de cada Will ser escrito por um autor) e a sinopse.
Mas aí também estão escondidos os problemas. Como são dois autores escrevendo, era preciso diferenciar um do outro. E como fazem isso? Retirando todas as letras maiúsculas dos capítulos de David. Isso não é nenhum problema na tradução, a edição original também é assim. Eu li uma teoria que diz o seguinte: o personagem, como falei há pouco, sofre de depressão. I, em inglês, significa "eu" e é escrito com letra maiúscula. segundo a teoria, Will se sente tão pequeno que não consegue escrever "eu" com uma letra maiúscula, portanto todas as suas letras foram retiradas. outra teoria diz que isso é uma alusão à linguagem usada na internet, onde ele passa a maior parte do seu tempo.
de qualquer forma, isso me incomodou bastante, já que eu passava por alguns pontos finais como se fossem apenas vírgulas e perdia completamente o ritmo. além do mais, suas falas não são introduzidas por travessões, e sim pelo nome da pessoa que está falando como se fosse em um texto teatral.
Não sei se vocês perceberam, mas nos últimos parágrafos eu escrevi sem letras maiúsculas como no livro. Esse tipo de escrita me incomodou no início, até que eu passei a me acostumar com ela. Mas outras coisas dignas de muitas reclamações apareceram.
O nome do livro é Will & Will, o que remete à ideia de que os dois Wills são um casal. Em inglês o nome é "Will Grayson, Will Grayson" que não contém nada de inglês e poderia muito bem não ter sido trocado. O livro é engraçado em algumas partes, e tem umas e outras falas muito boas que me fizeram pensar, mas são raros os momentos.
Os Wills se encontram em um sex-shop. Não vou contar o porquê de estarem lá ao mesmo tempo e como chegam a se encontrar porque seria um grande spoiler de talvez a parte mais surpreendente e uma das únicas que eu realmente gostei no livro todo.
Depois disso as coisas realmente começam a acontecer, e mesmo assim não são muito animadoras. Até agora não entendo porque "um nome, um destino" foi acrescentado ao título, afinal não há destino nenhum. É importante ressaltar que o livro é na verdade um YA gay. Fui descobrir isso na metade do livro, mas sim, é um YA gay. Eu não tenho preconceito algum contra os gays mas foi ligeiramente desconfortável ler algumas cenas de beijos e etc, mas não é por isso que eu abandonaria o livro ou passaria a odiá-lo. Quando eu descobri, pensei que pelo menos podia ser alguma coisa conscientizadora, como "gays não são muito diferentes de vocês, apenas escolheram amar pessoas do mesmo sexo, portanto não devem ser julgados" ou algo do tipo, que poderia mudar a mente de muitos preconceituosos. Mas não há profundidade alguma. Não há tanto sentimento, que em certos momentos é mascarado com um humor que acaba mudando tudo de rumo.
Como coloquei no título do post, o nome do livro deveria ser "Tiny Cooper, Will e Will". O Will de John Green me incomodou por ser um personagem secundário em sua própria vida. Tudo está ligado ao Tiny, tudo o que já lhe aconteceu e o que ainda lhe acontecerá está ligado ao Tiny. E quando o Will de David se encontra com Tiny, passa a ser a mesma coisa. A história com os dois Wills apenas mascarou o fato de que o livro na verdade é sobre Tiny Cooper. O fato de terem o mesmo nome é praticamente insignificante, e eu achei que seria algo importantíssimo. Algo como os Wills se tornando melhores amigos e vivendo algumas coisas juntos. Mas não, tudo gira ao redor de Tiny. Ele é como um planeta, e os dois Wills apenas minúsculas luas que o orbitam. Nada mais que isso.
Além disso tudo, as cenas do livro seriam perfeitas para um filme, mas não para um livro. Tiny está organizando um musical, e o musical em si é descrito com uma pobreza de detalhes tão grande que não consegui imaginar muito sobre ele. Algumas vezes as letras das músicas que Tiny criou são citadas, mas nada mais que isso. Em um filme seria muito legal ver o que está acontecendo realmente e ouvir as músicas que estão sendo cantadas. A parte principal do livro, que deveria ser a melhor e a mais emocionante, não teve nada de mais.
Como se não bastasse isso, o final propriamente dito, do qual esperei muita coisa, foi o pior de tudo. Porque simplesmente não acaba. Não segue para lugar nenhum. Dá um pause eterno na história.
Não foi um tempo totalmente perdido, porque me rendeu algumas risadas. Mas no final das contas sinto que não acrescentou nada em minha vida. Não aprendi nenhuma lição com o livro, nem fiquei triste por tê-lo terminado, muito menos estou com saudades dos personagens. É tudo muito contado. As cenas que poderiam ser as melhores, as mais emocionantes, são vagas. Como em um momento em que o Will de David liga para sua mãe e tem uma conversa com ela. Poderia ter sido uma linda cena, mas não tem fala alguma. O autor apenas resume o que ele disse à mãe ao telefone, o que ficaria bem melhor sendo escrito de verdade. É como se ele quisesse terminar o livro logo e fizesse essa cena de uma maneira precária, só pra que ficasse pronta. Não teve sentimento algum, passou em branco como, aliás, todo o resto do livro.
Todos os raros conflitos que acontecem com os Wills são ofuscados por tudo o que acontece a Tiny, que é um personagem legal, mas que rouba a cena demais. Não sei se os autores queriam mesmo escrever um livro sobre Tiny ou acabaram se perdendo na construção das histórias dos Wills, mas está na cara que os protagonistas não são aqueles que dão nome ao livro. Seria o mesmo que a saga Harry Potter contar que Voldemort matou os pais de Hermione Granger e a ela fosse encarregada a missão de destruir as horcruxes e Harry fosse apenas um dos amigos que observa tudo.
Nunca li nenhuma obra de David Levithan, mas sempre ouvi muitos elogios. John Green, por sua vez, já li e amei. É difícil acreditar que da união desses escritores, que prometia ser "épica", saiu... isso. O livro podia alcançar um patamar muito mais alto, mas não consegue. A história que se propôs a contar não contou direito.

Se você gostou do livro ou não, se concorda ou discorda, coloque nos comentários (mas nada de xingamentos, ein?)!
Até a próxima ;D
Bruna 10/12/2013minha estante
Terminei de ler Will & Will, e compartilho da mesma opinião que vc, com relação a escrita dos capítulos de David e principalmente com a história dos dois Wills, que sinceramente não aconteceu nada de interessante... Também estou decepcionada!


PedroMPilati 27/12/2013minha estante
Logo se vê que você não aprendeu lição alguma com o livro, afinal continua afirmando que os gays "escolhem amar pessoas do mesmo sexo". Meu Deus, eu anseio pelo dia em qua sociedade vai finalmente entender que homossexualidade NÃO É OPÇÃO! E quanto ao fato do assunto não ter sido abordado de forma "conscientizadora", como você disse, eu discordo que isso seja um problema. Aliás, esse é um dos pontos positivos do livro: o tratamento natural e realista que os autores deram ao tema. Um romance não tem a obrigação de ser uma cartilha anti-homofobia, não é? Ainda mais se for direcionado para um público jovem adulto.

Abraço!




Bruno 22/01/2014

É apenas amor
Basta ver que um livro foi escrito pelo John Green, que eu já tenho vontade de ler. Desde quando ainda estava lendo “A Culpa é das Estrelas”, já sentia vontade de ler mais e mais histórias desse autor que passei a gostar tanto. E aqui ele divide a autoria com David Levithan (que escreveu “Todo dia”, entre outros sucessos).

“Will & Will” é, sem dúvidas, um dos livros mais divertidos que eu já li. Escrito por dois ótimos e respeitados autores, o livro apresenta a história de dois jovens bem diferentes, mas com UMA coisa em comum: o nome Will Grayson. Cada capítulo é escrito sob o ponto de vista de um dos dois.

Os capítulos ímpares são narrados pelo “Will Grayson do John Green”, heterossexual, que logo conhece Jane e se sente atraído por ela. Ele vive sua vida sem exigir demais, sem esperar nada, se define como “prático”. Filho de médicos, curte a companhia dos amigos e tudo aquilo que a maioria dos adolescentes do ensino médio curte.

Já nos capítulos pares, a narração é do “will grayson do David Levithan” – escrito assim, com letras minúsculas, numa referência à linguagem da internet, que é onde o rapaz introspectivo passa boa parte de seu tempo. Dramático, homossexual, depressivo, esse Will vive reclamando de tudo e de todos. Mora só com a mãe, estuda, trabalha numa farmácia e, quando chega em casa, conta os segundos para conversar com Isaac, sua paixão virtual.

Pela forma de escrever, e também pela diagramação e pelo conteúdo, conseguimos distinguir bem um Will do outro. E é bem interessante acompanhar os dramas desses personagens de mesmo nome. Suas questões individuais, os fatos surpreendentes (como o caso do isaac, por exemplo – quem ler vai entender), até o momento em que as duas histórias se cruzam (o esperado encontro dos Will Grayson, que mudaria a vida dos dois).

Preciso destacar aqui a incrível sincronia entre os autores. Às vezes, dá pra sentir como se o livro tivesse sido escrito por um autor só. As visões se completam naturalmente, os detalhes são lembrados, os fatos se complementam. Sem falar nas surpresas (que eu preciso me controlar, senão acabo contando, rs) e no sarcasmo super presente, o que torna a história ainda mais divertida. A gente já termina o capítulo de um dos Will ansioso pelo que acontecerá com ele dois capítulos depois, mas também curioso sobre o que irá acontecer ao outro Will no capítulo seguinte. E é assim em TODOS os capítulos. Até quando termina, a gente se pega desejando que a história continue.

Os outros personagens também são bons e bem construídos, com características bem marcantes. Jane, Maura, a mãe de cada Will, o pai de um deles, etc. Mas tem um que é SEMPRE citado. O livro já começa falando dele, Tiny Cooper, o melhor amigo do “Will do John Green” e grande destaque da história como um todo (e que me fez sentir raiva em muitos momentos, por me lembrar MUITO de algumas pessoas que conheço e suas manias que me irritam, haha. Mas isso logo passou, é um personagem bem carismático, “apesar de tudo”, rs.) Tiny é um homossexual grandalhão, extrovertido e egocêntrico, que escreve um musical sobre sua própria vida e quer apresentá-lo no colégio. Ele vive arranjando namorados e se decepcionando com todos, e depois arranjando novos. E é o amigo Will que fica ouvindo seus dramas.

Como já devem ter percebido, o romance homossexual está presente. Mas é tratado de forma natural, sem preconceitos, como realmente deve ser, e não como um tabu. O livro apresenta certas “críticas disfarçadas à sociedade”. Li em alguns lugares que a editora chegou a mandar uma cópia para Marco Feliciano, com a dedicatória: “Prezado deputado Marco Feliciano, é só amor. Talvez com esse livro o senhor consiga entender”.

Mais que tudo, podemos observar ao longo da história uma lição de amor e de amizade, fazendo-nos lembrar das coisas que realmente importam na vida. Tudo com muita originalidade e bom humor. Eu li esse livro MUITO rápido, tamanha era a ansiedade pelos fatos seguintes.

E terminei o livro já imaginando como seria se essa história fosse contada no cinema. Bom, “A Culpa é das Estrelas” já está prestes a ir para a telona. Quem sabe “Will & Will” também vá, num futuro não muito distante?

Ah, não sei mais o que falar desta obra, rs. Li a versão digital, e ainda quero comprar o livro, físico, certo de que lerei de novo. Gostei bastante, e ria o tempo todo. Surpreendente, emocionante, divertido, direto, e tem um final bonitinho também, rs. Recomendo a todos que leiam, principalmente de mente aberta.






Nota: 4.5 (de 5 estrelas)
Aline 01/02/2014minha estante
Sua resenha ficou ótima!!


Bruno 09/02/2014minha estante
obrigado, Aline! ^^




Morgana - Tristessa Reads 26/09/2013

Will & Will - um nome, um destino
Will Grayson é um jovem assustado, sempre “perto de desmoronar”. É carente, gosta de falar pouco e tem poucos amigos - não que isso seja um problema. Na verdade, ele tem Tiny Cooper como melhor (e único) amigo, “a maior pessoa do mundo que é muito, muito gay, e também a pessoa mais gay do mundo que é muito, muito grande”.

(O outro) Will Grayson é homossexual, mora com a mãe e é depressivo - e toma remédio desde quando o pai os abandonou. É apaixonado por Isaac, um jovem que conhece pela internet há um ano - sua primeira paixão. Will se sente diminuto, “vivo constantemente dividido entre me matar e matar todos à minha volta”.

Em uma noite, em um lugar mais do que improvável, Will Graysons se encontram. Ambos tendo uma noite um tanto quanto desagradável... E uma conexão ocorre entre eles.

É essa a história do livro (que, pra mim, tem uma capa tão bonita, mas uma tradução de título tão feia) escrito por John Green em parceria com David Levithan. Os capítulos são divididos para cada Will Grayson: Green fica com o primeiro Grayson (já com a conhecida e maravilhosa escrita dele) e Levithan fica com o segundo Grayson (não conhecia a sua forma de escrita, mas gostei bastante). E é fácil perceber a diferença. (Ah, li em algumas resenhas que o fato de Levithan ter escrito tudo em letras minúsculas incomodou... Particularmente, não senti esse incômodo - já que, na verdade, é a forma como o garoto se vê).
Terminei esse livro com vontade de dar um abraço enorme no John Green e no David Levithan. É algo tão, mas tão bonito. Ri muito, muito mesmo. Sabe quando você está no ônibus lendo e as pessoas olham pra você e pensam que você é louca por estar rindo sozinha? Pois é... Ri com Tiny Cooper e com a sua preparação para o Tiny Dancer, um musical sobre o que é mais importante no mundo: o próprio Tiny Cooper. Ri com o primeiro Will Grayson todo estranho e calado e sem saber se gosta ou não de Jane - gostei até demais dele, se é que alguém me entende. Ri com o outro Will Grayson às vezes, mas também tive vontade de bater nele e de abraça-lo ao mesmo tempo.

O livro é bonito por se tratar de nada mais, nada menos do que o amor. O amor, principalmente, de amigos, o amor dos pais com os filhos, o amor de um casal de namorados - “umas duzentas emoções diferentes cruzam o rosto dele quando diz o nome dela - de ansiedade extrema a felicidade absoluta”. Também o sofrimento, raiva de alguém. Os típicos questionamentos adolescentes.

Estaria mentindo se dissesse que não chorei no final - sim, eu choro por tudo mesmo. E foi inevitável, ao terminar o livro, não gritar - e chorando: também não sou Will Grayson, mas... Ah!, como te aprecio, Tiny Cooper.


“há uma conexão entre nós, entre mim e ele. a verdade, porém? todo mundo tem uma. essa é nossa maldição e nossa bênção. essa é nossa tentativa e nosso erro e nossa coisa certa” (páginas 347 e 348).
Felipe | Twitter/Ig: @felipe_fgnds 27/02/2014minha estante
1 estrela?


Morgana - Tristessa Reads 27/02/2014minha estante
Oi, Felipe. Eu não sei se vais ver esse comentário, mas... eu retirei todas as avaliações que fiz dos livros. Esses daqui da resenha que não se modificaram, não sei o porquê. :( Aí ficou como se eu tivesse dado apenas uma estrela.




Rafa 13/11/2014

Will & Will
O autor mais querido do mundo junta-se com David Levithn para contar uma história recheada de emoção, amor e muitas risadas.

O leitor vai se deparar com dois Will Grayson que por conta do destino acabam se conhecendo, o primeiro Will escrito por David Levithan é mostrado com letras minúsculas, já o Will do John Green é apresentado com letras maiúsculas.

Outros personagens vão aparecendo durante a leitura como é o caso do irreverente Tiny, um jovem de quase dois metros de altura e de um coração nobre e sua melhor amiga Jane uma jovem bem extrovertida e com isso forma o trio de amigos junto com Will Grayson.

Os dois autores se preocuparam em quebrar vários preconceitos e paradigmas quando o assunto e o homossexualismo. O livro aborda assuntos como depressões, namoros e sonhos adolescentes, super recomendo para o publico jovem porem recomendo a leitura e que ele sirva para você que talvez tenha certo tipo de preconceito e que te faça abrir a mente.
Ana 13/11/2014minha estante
Já li um David e alguns do John, mas, ainda não esse. :(


Rafa 13/11/2014minha estante
Ana, creio que você vai gostar e muito!




Lê Golz 22/01/2017

Nada demais!
O que mais me chamava atenção em Will & Will era John Green e o fato de nunca ter lido nada de David Levithan - sendo sincera, a sinopse nunca me atraiu. Bom, e apesar de ter escutado tantos elogios, o livro não funcionou para mim.

A história gira em torno de dois garotos, ambos chamados de Will Grayson. Um Will é hétero, tem um melhor amigo gay, Tiny Cooper, e está atraído por Jane. O outro Will mora em outra cidade, é gay e não tem coragem de revelar isso a ninguém, a não ser para Isaac, seu pretendente na internet. O Will hétero e Will gay irão se encontrar em uma situação totalmente improvável, selando um pedaço do destino de Will gay com Tiny e a amizade desse último com o Will hétero.

A narrativa é em primeira pessoa e os capítulos divididos entre os dois Wills. A escrita dos autores é leve e bem juvenil, porém, o início foi um tanto difícil e não estava conseguindo compreender nada. Isso pode ter acontecido pela linguagem bem adolescente ou por eu já não estar me envolvendo com a obra. O fato é que a partir da página 70, mais ou menos, me adaptei a narrativa e estava esperando gostar mais da história.

"...tem alguma coisa no entorpecimento dos meus lábios depois de tê-la beijado que quero reter comigo, alguma coisa que parece pura, que aprece a verdade singular." (p. 159)

Os personagens em sua maioria me agradaram. Gostei de acompanhar o romance que se desenrola entre Will hétero e Jane. Também curti acompanhar as reflexões de Will gay sobre seu medo de revelar a mãe sua opção sexual. Mas não posso dizer o mesmo de Tiny. O garoto se achou o livro todo e ainda desdenhou do próprio melhor amigo. Não consegui gostar desse personagem. Além disso, a história parecia muito mais girar em torno dele do que dos dois Wills. Em alguns momentos cheguei a pensar que era ele o grande protagonista. Sério! Os dois Wills mal interagiram. Quantas vezes será que eles se falaram? Umas duas? O título é uma enganação! (E isso não é spoiler!).

O livro não foi de todo ruim, pois possui algumas reflexões sobre os dramas adolescentes: preconceito, escolhas, corações partidos, traições... Sem contar a mensagem de uma amizade verdadeira, apesar dos defeitos de cada um. Mas ainda sim, a maneira com que foi escrita, as ressalvas quanto ao personagem Tiny e o desfecho estranho, não me deixaram tantas opções para gostar desse livro, como tantos leitores gostaram.

De qualquer maneira, o que seria do verde se todos gostassem do amarelo? Essa é minha opinião, e o livro pode te agradar mais do que agradou a mim. Esse livro não fez diferença nenhuma para mim. Porém, não é isso que me fará perder a vontade de ler outras obras dos autores.

site: http://livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br/2017/01/resenha-will-will.html
Julia 16/02/2017minha estante
Se quiser saber mais sobre o David, indico "Dois garotos de beijando". É o meu livro favorito dele.
"Garoto encontra garoto" também é muito bom. :)


Lê Golz 16/02/2017minha estante
É, preciso ler outros livros da autor. Obrigada pela dica :)




Robson 30/06/2013

Resenha de Will & Will| Avaliação: 5 Estrelas + Favorito. Um livro que aflora as emoções
O que acontece, quando pegamos um livro que diz tanto de nós em suas páginas? Acontece o seguinte: Nós choramos, nós rimos, nós sentimos de tudo um pouco. E é com palavras sinceras e seguras que digo que foi exatamente isso que aconteceu comigo nas poucas horas que passei com Will & Will.

Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar claro aqui que o que vou escrever a seguir é minha opinião e que entendo que cada um tem o direito de expressar sua opinião sobre algo da maneira que bem entender. Por isso estou vindo aqui dar a minha opinião sobre o livro nessa resenha e defende-lá com argumentos, sintam-se a vontade para ler e argumentar também.

“Não digo bom-dia. Acredito que essa seja uma das expressões mais imbecis já inventadas. Afinal, você não tem a opção de dizer mau-dia ou horríveldia ou não-dou-a-mínima-pro-seu-dia. Todas as manhãs, espera-se que seja o início de um bom dia. Bem, eu não acredito nisso. Acredito contra isso.”

Em Will & Will temos as histórias de dois jovens (com o mesmo nome) se desenrolando em paralelo. Um dos Wills, que vou nomeá-lo o.w.g, vive seu dia-a-dia tentando levar a vida com uma rotina de silencio. O.W.G convive com seu atual único amigo, Tiny Cooper, que acaba levando toda atenção para si e para sua associação de gays e héteros. Em contrapartida, o Will Grayson vive uma rotina depressiva e sem muitas amizades. Will é amigo de Maura, uma garota com um jeito muito parecido com o dele. O que Will não sabe é que terá uma decepção com Maura e em meio a isso, irá parar em uma sex shop de Chicago e nisso tudo ele irá conhecer um garoto com o mesmo nome que o seu.

Bom, para começar: A narrativa do livro é feita em dois povs, um de o.w.g e outra do Will Grayson amigo de Maura e etc. E é nesse ponto que me pego pensando em algumas resenhas que li, resenhas essas que diziam que até a página 200 não sabiam se tratar de dois Wills diferentes, que o livro era confuso e blábláblá. Vocês que ainda não leram o livro e porventura leram essas resenhas, não se enganem, cada um dos Wills apresenta diferenças gritantes no que se diz respeito à personalidade, ações, amigos e etc. Depois de parar para analisar isso eu fiquei pensando como as pessoas conseguiram se perder achando que era um Will só, a diferença na narrativa de John e David também é bastante clara e a formação dos capítulos de cada um é feita de maneira diferente, justamente para evitar que alguém confundisse alguma coisa.

Acho que vocês entenderam o que eu quis dizer né, by the way, a narrativa de John, já conhecida pela grande maioria, é divina e eu posso dizer que David Levithan não fica nem um pouco atrás. Pouco antes de iniciar a leitura de Will & Will eu tive a oportunidade de ler “Every Day”, de David Levithan, e olha, eu vi toda aquela qualidade de narrativa refletida e W&W, toda a reflexão do autor, toda a sua critica em relação aos preconceitos impostos pela sociedade, então não tinha como não amar. A narrativa de ambos é muito gostosa, você vai lendo sem perceber e quando vai ver, o livro acabou.

“Tenho a sensação de que minha vida está muito dispersa neste momento. Como se fosse um monte de pedacinhos de papel e alguém ligasse o ventilador. Mas falar com você me faz sentir como se o ventilado tivesse sido desligado por um tempo. Como se as coisas pudessem de fato fazer algum sentido. Você junta todos meus pedacinhos, e sou muito grato por isso.”


Eu não vou falar que o enredo do livro é impressionantemente complexo, que ele é a perfeição de deus e todas as coisas relacionadas com isso, porque ele não é. Os autores pegaram uma temática simples e que ocorre durante todos os nossos dias e em todos os lugares, o preconceito em geral, e isso é o que torna o livro tão bom. E é para isso que servem os dois Wills, um nos mostra seu dia-a-dia com seu melhor amigo que é gay e ainda por cima, gordo. O outro Will nos mostra a dificuldade de se aceitar sendo gay e como isso pode influenciar as coisas. O o.w.g, mesmo sem saber, apresenta um pouco de preconceito pelo fato de seu melhor amigo ser gay e gordo e acaba tomando algumas decisões que os afasta. E os autores tratam desse assunto no livro, de se amar e amar os outros independente de suas diferenças, eles mostram o desenvolvimento de seus personagens para aceitar isso e de maneira muito satisfatória.

É claro, os autores não poderiam desenvolver uma história dessa escala sem personagens bons e eles conseguem construir personagens ótimos. Por mais que eu tenha ficado com raiva de o.w.g, ele tem uma personalidade bem forte e que retrata bem o que os adolescentes passam hoje. O Will Grayson gay por outro lado enfrenta uma crise existencial até o momento em que ele se aceita e resolve viver a vida, o desenvolvimento dele é perfeito e mostra mais ainda sobre o cotidiano de um adolescente que sente medo de se assumir e mostrar isso para o mundo. Tiny, o que falar deste personagem único? Não sei, ele liga os dois “mundos” de ambos os Wills e ele quem acaba por dar uma solução para os problemas dos dois. E é nisso que ele esquece os seus próprios problemas e os dois o ajudam.

“Nosso milagre é diferente porque as pessoas afirmam que é impossível. Como está dito em Levítico: ‘Homem não se deitará com homem. ’” (...) “Mas ali não diz que homem não deve se apaixonar por homem, porque isso é simplesmente impossível, certo? Os gays são animais, satisfazendo seus desejos animais. É impossível para os animais se apaixonarem. No entanto...” (...) “Eu me apaixono e me apaixono e me apaixono e me apaixono e me apaixono.”


Eu posso dizer que o final foi incrível a lá Tiny Cooper, fabuloso. Não tinha mais o que colocar para deixar o livro perfeito. A diagramação da Galera está perfeita, com letras grandes e um espaçamento ideal para a leitura. Em minha opinião, a editora só cometeu um erro na hora de colocar “Um Nome, Um Destino” no titulo, pois se mal compreendido a pessoa pode ter uma decepção enorme com o livro. Por isso, eu tenho que soltar esse spoiler aqui para vocês: O romance homossexual do livro não é entre Will Grayson e Will Grayson, mas infelizmente o titulo pode sugerir isso.

Bom guys, eu espero que vocês tenha gostado da resenha quilométrica (rs) e espero também que deixem seus comentários. See YA!

site: http://www.perdidoempalavras.com/2013/06/resenha-will-will.html#_
Dana Silva 03/07/2013minha estante
eu achei que o romance homossexual seria entre Will e Will, mas mesmo assim gostei


Robson 11/07/2013minha estante
Dana Silva, a editora cometeu um erro enorme ao colocar o subtitulo, porque ele dá a impressão de que isso vá acontecer, mas é só isso mesmo.




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