O Fim de Todos Nós

O Fim de Todos Nós Megan Crewe




Resenhas - O fim de todos nós


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Brubz - Fub's 08/05/2021

O livro é muito melhor do que eu esperava.
O formato do livro é interessante, em diário. Nas primeiras páginas a história se arrasta um pouco, pois as personagens são ordinárias, mas mesmo assim aparecem detalhes importantes desde o começo o que torna o enredo instigante.
A trama parece previsível mas não é. O vírus em questão chega como um resfriado mas afeta o sistema nervoso e faz a pessoa perder o controle e a noção, e por fim, a vida. Ele é extremamente mortal. Se curar desse (ou de qualquer outro) vírus é um presente, não é questão de merecimento. "Será que eu ia poder abraçar ela de novo?" Isso nos remete tanto aos dias de hoje. Não poder tocar nas pessoas que amamos, temos que nos afastar por amor e ao mesmo tempo não ter a garantia de que vamos ficar bem.
"É preciso se afastar de algumas pessoas para se proteger" e nem sempre o vírus é o motivador. Devemos nos afastar da ignorância, da maldade e também do negacionismo. "Será que o governo desistiria de nós?" "Cada vez que olho em volta alguma coisa se quebra"
Por mim a última página do livro seria excluída. É bom deixar coisas em aberto e ninguém precisa de um salvador. Algumas coisas não tem solução e outras tantas só o tempo cura.
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obcecadaleitora 28/04/2021

O vírus tem uma voz, e não é muito feliz ;/
Quando eu pensava que estávamos longe de viver uma coisas dessas que só se falam em livros - pandemia, quarentena, vírus - a vida vem e demostra que não é bem assim.. (quer fazer Deus rir? conte seus planos para ele), brincadeiras a parte.

Uma capa mega atrativa não é? E esse título? Desde a primeira vez que vi esse livro, vi que precisava ler ele urgente, fala de mais ou menos um contexto apocalíptico em que o mundo é dominado por um vírus misterioso, levando as pessoas que mais amamos, um contexto que algum tempo atrás eu denominava como improvável. Os personagens passam por muitas e muitas situações em todo enredo, amadurecem, vão em busca de novas alternativas de sobrevivência e só no final encontra-se uma solução. O livro para mim foi satisfatório, fiquei muito presa a narrativa, e só agora vim descobrir que tem uma continuação ;@

Tem uma resenha completa no meu bookstagram: @obcecadaleitora
Dá uma passadinha lá!
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João Vitor 12/04/2021

Meh...
Nesse livro conhecemos a história de Kaelyn, através de anotações em seu diário enderaçadas a um velho amigo.

É através desse diário que acompanhamos o surgimento de uma epidemia devastadora na ilha onde Kaelyn mora - um vírus com um índice de mortalidade imensa que destroi todo senso de civilização do local onde ela mora.

É uma premissa bem interessante e que tinha tudo pra dar certo - ainda mais pela proximidade com a nossa atual realidade com o Corona vírus, porém acbaou decepcionando um pouco.

No núcleo principal, além de Kaelyn, temos sua mãe, seu irmão, sua prima mais nova e seu pai, que é microbiologista e médico e atua na linha de frente ao combate dessa nova doença. Então, no início a gente realmente entende cada problemática do vírus e como isso afeta a sociedade e as relações interpessoais e isso me fez gostar muito da leitura, por se aproximar tanto do que a gente já vive com a Covid-19 - apesar de alguns pontos no livro serem tratados e resolvidos de forma super fáceis que a gente já presenciou e sabe que anda longe de ser tão fácil assim - como é o caso do desenvolvimento de uma vacina.

Porém, tudo desanda quando a autora decide colocar um par romântico na história. O mundo está literalmente acabando, as pessoas morrendo cada dia a mais e as preocupações da personagem principal se voltam quase que somente com o romance entre ela e seu par romântico. Inclusive o próprio surgimento desse romance é sem pé nem cabeça.

Enfim, é bem interessante que podemos alguns pontos de convergência e divergência com a nossa realidade, porém, uma premissa que tinha tudo para se encaminhar para algo grandioso, se perdeu por causa de um apelo de amor adolescente...
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azrielsexual 11/04/2021

"O fim de todos nós" é um livro incrível que eu vivo relendo. eu acho particularmente importante a leitura dele no período de pandemia que estamos passando afinal o livro fala sobre um vírus novo, contagioso, mortal, uso de máscaras e a ilha isolada do resto do mundo. o livro fica incrível a cada capítulo novo e o final e surpreendente a única coisa ruim é que a Intrisceca não traduziu os últimos dois livros e eu não sei o final.
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Kathrein 21/12/2020

Dolorosamente familiar
Li esse livro em uma sentada só. Tinha ele há muitos anos na estante e nunca tinha dado uma chance, de repente peguei ele pra ler no domingo e não consegui largar o dia todo.

O livro fala de uma pandemia semelhante a gripe (parece familiar?) que acontece em uma ilha próxima a um continente. E como tudo se desdobra a partir disso.

Dolorosamente familiar o livro tem um ritmo intenso e capítulos curtos de duas páginas no máximo. O que torna a leitura rápida mesmo tendo quase 300 páginas.

Recomendo a todos mas deixo aqui o alerta, pra quem está pisicologicamente instável nessa pandemia o livro possuí um milhão de gatilhos, eu por várias vezes me senti pessoalmente abalada durante a leitura.

O livro faz parte de uma série que a editora ainda não trouxe os outros volumes para o Brasil, mas pra quem quiser ler vale a pena conhecer e o final não é dos piores.
Livinha 21/12/2020minha estante
Já adicionei a minha lista!


Kathrein 21/12/2020minha estante
Bom demais viu!!




Kamila.Sampaio 17/09/2020

Interessante, ainda mais lido durante a pandemia
Talvez se eu tivesse lido em outro momento e não teria tido tanta empatia com a personagem. O livro trata de uma epidemia que se espalha em uma ilha, que precisa ficar em quarentena. Ele é narrado em primeira pessoa, sob a visão de Kaelyn, que tem 16 anos, em forma de diário. É muito próximo da realidade,e a história se desenvolve bem. Infelizmente é o primeiro livro de uma saga, e não foi traduzida para o português.
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Luara 15/05/2020

O livro conta uma história interessante de sobrevivência em meio a uma pandemia sob a perspectiva de uma adolescente. Senti que merecia um encerramento mais bem feito, com mais explicações e detalhes.
Kamila.Sampaio 17/09/2020minha estante
Eu pensei o mesmo, aí fui pesquisar e descobri que se trata de uma trilogia, mas somente esse, que é o primeiro livro da série foi traduzido para o português :(


Aletsiram 05/01/2021minha estante
Li esse livro já tem alguns anos, mas hoje fui remexer minha estante e senti nostalgia ao olhar pra ele, até pensei: nossa esse livro parece uma profecia... Enfim, ótimo livro, vi em outros comentários que faz parte de uma trilogia, uma pena não terem chegado todos ao Brasil, adoraria ler todos...




diliterando 08/05/2020

Um descrição bem próxima ao covid19
Livro: O Fim de Todos Nós ⁣
Autor: ⁣Megan Crewe⁣
Editora:⁣ ⁣@intrinseca
Pg: 267⁣
🅡🅔🅢🅔🅝🅗🅐⁣⁣
⁣Essa história narrada em diário pela Kaelyn uma adolescente de 16anos.
Um dia um estranho vírus desconhecido, mutável, contagioso e letal surge na ilha onde mora, causando milhares mortes, alastrando pelo local, chegando ao estágio de Epidemia rapidamente.⁣
O seu pai médico está na Linha de Frente no Hospital para descobrir, controlar e curar os contaminados.⁣
▪️ Kae perde amigos e familiares próximos.
Em meio a epidemia o uso de máscaras é obrigatorio, fique em casa para se prevenir, hospitais lotados, a escolha de quem vive e quem morre, comércio fechado, furtos e saques, quarentena, falta de energia e internet, isolamento social. Parece próximo não???⁣
▪️ Vamos descobrindo em uma narrativa leve, coloquial os desdobramentos de um assunto tão sério,como os efeitos da doença interfere drasticamente na vida de Kae, acompanhamos sua evolução e temos orgulho de suas atitudes. ⁣
▪️ A epidemia se torna catastrófica e a ilha é isolada pelo governo, os mantimentos são oferecidos por eles, que não é suficiente para toda a população.
Kaelyn luta para sobreviver e ajudar quem consegui, junto com Gav. Um rapaz igualmente corajoso que vai atrair sua atenção.⁣
Em meio a essa turbulência a autora Crewe cria uma personagem otimista, mais realista, cheia de defeitos, falhas, inseguranças e medo do futuro, mas inteiramente solidária, corajosa, esperançosa em meio a tantas perdas que sofre ela só quer sobreviver, é quando ela quase pensa em desistir de uma forma trágica, ela tenta novamente. Uma personagem muito bem construída que inspira o leitor. ⁣
💭 O final me deixou um gostinho de Quero +, por algumas questões em aberto queria ter lido o desfecho que ficou subentendido com uma interpretação feliz.⁣
💭 Fazer essa leitura no momento que vivemos a #pandemia mundial pelo covid19 foi surpreendente, muitos fatos é uma descrição aos acontecimentos de agora, é quase uma premonição de um livro publicado em 2013. Chega a ser assustador tamanha semelhança que a autora Megan Crewe conseguiu realizar nesse livro.
Indico para todos.
#diliterando #book #bookgram #resenhadelivro

site: https://www.instagram.com/diliterando/?hl=pt-br
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Polyana.Schulz 02/05/2020

o fim de todos nós em meio a pandemia
Depois que terminei de ler o livro, li várias resenhas sobre, e senti que essas pessoas não leram o livro na época certa e vou dizer porque: no atual momento que estamos vivendo, no meio desta pandemia, ele faz total sentido. Várias procedimentos descritos nele, várias recomendações e instruções, tudo lembra muito tudo o que estamos passando. Não sei se é por isso, mas ele foi extremamente cativante, com certeza não é algo que seja "leve" para a cabeça, mas foi uma ótima leitura. Me prendeu a cada página!
.
Única tristeza é que comecei a ler ele por acaso e não pesquisei sobre antes para saber que ele é o primeiro livro de uma TRILOGIA, e que os outros livros não tem tradução para o português!
Anderson 11/07/2020minha estante
Obrigado pelo aviso hahah




bizzu 16/02/2020

É uma boa história, mas sem grandes reviravoltas ou surpresas. Não me deu vontade de ler o restante da saga.
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Carol 26/02/2019

Leitura suave
Uma leitura tranquila com uma história intrigante e simples, mostrando a real face dos humanos diante do apocalipse
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Alana Nery 11/03/2018

Uma leitura gostosa, mas que poderia ter oferecido mais.
“O fim de todos nós” foi um livro que por mais que eu tenha achado gostoso de ler ao concluí-lo senti que faltava muita coisa.
O norte da história deveria ser os problemas causados após a “ilha” em que a personagem principal mora é assolada por um vírus desconhecido, que primeiramente causa coceiras, tosse e espirros, depois inibição e por fim leva a loucura e a morte. Mas na verdade tudo gira em torno de alguns pequenos conflitos da própria personagem.
Um dos pontos que gostei foi a narração por meio de um diário/carta que ela escreve para um amigo que não está na ilha. Mas até isso as vezes me irritou, por que parecia que a autora se esquecia que estava narrando daquela forma e ai elaborava cenas que não se encaixavam exatamente a voz que ela escolhera. Sem falar que a personagem as vezes focava em várias outras coisas e esquecia de passar uma visão limpa do que estava acontecendo.
Um ponto que me incomodou muito foi que a história era muito bem engajada para que a personagem principal narrasse. Como se todos os acontecimentos importantes roteassem em torno dela. Para mim isso fez com que a história perdesse aquele tom de “realidade”. É o tipo de coisa que faz um livro deixar claro que é apenas um livro.
Mas, por mais que tenha muitos defeitos ao meu ver, foi uma leitura muito fluida e gostosinha.
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@obibliomaniaco 28/12/2017

Interessante e original
Kaelyn depois de 5 anos morando em Toronto volta pra Ilha onde nasceu, terá que se adaptar a nova vida. Uma garota tímida e excluída, porém quer mudar isso, quer ser uma nova Kaelyn, que tenha atitude de ir conversar com as pessoas e fazer amigos.

O seu melhor amigo vai embora da Ilha, ela sente algo por ele, mas não sabe o quê exatamente e deixa ele partir sem se despedir. Através de um diário ela começa a escrever pra ele e conta tudo que está acontecendo na Ilha.

Um vírus está matando as pessoas, primeiro vem a coceira, depois a febre e o comichão na garganta. Tempo depois eles começam a contar seus segredos a qualquer um, tem alucinações e por fim morre.

A Ilha foi isolada, o número de mortes não para de crescer. Eles precisam encontrar uma cura ou todos irão morrer.

Comida está acabando, remédios também, a água não é mais tão potável, sem eletricidade, sem comunicação. Eles terão que sobreviver ou morrer tentando.

Opinião

É narrado em 1° pessoa pela Kaelyn, os capítulos são pequenos e a escrita super rápida. Já ganhou pontos por isso.

Os personagens secundários se destacam mais, não fui tanto com a cara da Kaelyn e achei um pouco desnecessário ser todo narrado por ela.

A premissa é muito boa, porém a sensação a todo momento era de que faltava algo mais. Não achei a trama tão envolvente.

É escrito em forma de diário, terá muita coisa pessoal (claro), ela falando muito do Leo (amigo), descobrindo o que sente por ele. Temos uma visão boa de tudo que tá acontecendo na Ilha, sobre o vírus, porém não o suficiente.

Tem alguns momentos que são excelentes, outros chatos que faz você se perguntar o por quê dela narrando. Ela tem baixo estima, uma hora se sente útil outra inútil, é uma análise pessoal.

Por fim apesar dos pesares eu indico, até fiquei com vontade de ler os outros, muita coisa ficou solta, não é aquelas coisas mas é legal, é uma trilogia mas a Intrínseca nunca lançou os outros.

P.S: Bem preconceituosa o povo dessa Ilha com pessoas negras ou diferente nacionalidade. Deixava era tudo morrer.

Nota: 4

#resenhabibliomaniaco
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Livros da Duda 18/12/2017

O Fim de Todos Nós
É quase como se fosse o fim do mundo só que somente na pequena ilha onde Kaelyn a adolescente de dezesseis anos volta depois de um tempo morando no continente

Se Kaelyn soubesse o que aconteceria na ilha não teria voltado com sua família. Um vírus letal e não identificado está se espalhando entre os habitantes. Ninguém sabe de onde o vírus veio ou quem trouxe. As pessoas próximas de Kaelyn estão contraindo a doença, doença essa que é como um resfriado, só que um resfriado capaz de matar as pessoas

As aulas na escola estão suspensas, as pessoas tem medo de saírem das suas casas, se saem precisam tomar o máximo de cuidado para não contraírem o vírus

A família de Kaelyn não está a salvo, o pai é biólogo e trabalha no hospital para achar um jeito de acabar com o vírus

Léo está longe o melhor amigo de Kaelyn, ainda bem, ela agradece, pois assim ele não vê a loucura ao qual a ilha se transformou, com os moradores desesperados em se salvarem. Saqueiam as casas, atiram em quem está com o vírus para que não se espalhe. Kaelyn não vê esperança. O governo não está disposto a ajudar os moradores, ninguém pode sair nem entrar na ilha, a comida está acabando, internet, iluminação, água potável já não existem mais. Seria melhor mesmo se tudo acabasse.
Larissa Antunes 26/12/2017minha estante
Você chegou a encontrar a continuação??? Estou doida pra ler e não consigo encontrar de jeito nenhum!




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