A Rainha Vermelha

A Rainha Vermelha V. C. Andrews
Philippa Gregory




Resenhas - A Rainha Vermelha


12 encontrados | exibindo 1 a 12


Ana Bruno 21/06/2020

Muito bom também! Mas não é o meu favorito
Mais um Philippa Gregory pra conta! Como o lido antes desse, é um livro de escrita fluida. Seguindo a série de romances históricos da autora, me desperta a mesma admiração por sua habilidade de completar lacunas de enredos nos fatos históricos, isso é apaixonante!! Mas, o livro rm si, achei um pouco mais arrastado que o anterior, talvez por não ter conseguido me conctar à personagem principal. Não posso negar que ela foi uma mulher de fibra e determinação, mas sua sanidade mental duvidosa me incomodou em vários momentos.
A verdadeira responsável pela dinastia Tudor!! Margareth Beaufort! Ou Margareth R. (A mãe do rei) como ela assinava.
Aguardando a chegada do meu próximo queridinho, A rainha branca ansiosamente!!!
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@gugugb 13/05/2020

Meu primeiro livro da Philippa Gregory!
Estou apaixonado.
Incrível descrição de época em meio a guerra dos primos
Ansioso pelos outros dessa saga.
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Isabela | @sentencaliteraria 08/05/2020

Resenha originalmente postada no IG @sentencaliteraria
📖 A Rainha Vermelha | @editorarecord

❗️ Infos: esse é o terceiro livro (em ordem cronológica) da série A Guerra dos Primos. Aqui temos a mesma história de “A Rainha Branca”, só que pelo ponto de vista de Margaret Beaufort, uma das responsáveis pelo começo da dinastia Tudor.

Quando Margaret ainda era criança, recebeu um chamado dos céus para virar santa. Porém, sendo uma lady de sangue nobre, desde cedo lhe foi dito que ela teria que casar e ter um herdeiro para a casa de Lancaster, que poderia vir a assumir o trono caso algo acontecesse ao rei Henrique VI e seu filho. Com apenas 12 anos ela se casa com Edmund Tudor e no ano seguinte fica grávida de um menino, que no futuro vem a ser Henrique VII. Só que ele não chega a conhecer o pai, que morre deixando Margaret viúva.

Mesmo tendo cumprido seu papel de gerar um herdeiro para os Lancaster, ela é obrigada a se casar novamente dois anos depois, agora com sir Henry Stafford, além de ter que deixar seu filho nas mãos do tutor Jasper Tudor, o irmão de seu falecido marido. Durante esse segundo casamento de Margaret, vemos seu amadurecimento e obsessão pela mensagem que pensa ter recebido dos céus: ela deve colocar seu filho no poder a qualquer custo.

Sendo de uma família que por sangue tem direito ao trono, é difícil assistir uma sucessão de monarcas York no poder, portanto ela trama de todas as formas pelo direito de seu filho: se alia com seus inimigos, prometendo à Elizabeth York (filha de Elizabeth Woodville e Eduardo IV, casal do livro anterior) um casamento com seu filho e futuro rei, e casa novamente com alguém de grande valia para seus objetivos, o influente lorde Stanley. No fim do livro vemos o momento que finalmente o filho dela ganha a batalha entre York X Lancaster, que é onde se inicia o reinado dos Tudors.

📜 Já li até agora três livros da série, e apesar de esse não ser meu favorito, consegui simpatizar mais com Margaret. Ela foi muito massacrada durante toda a vida, principalmente por sua própria família, mas no fim alcançou seu sonho de ver o filho como rei da Inglaterra. Estou mais animada ainda para ler sobre os Tudors agora!

site: https://www.instagram.com/sentencaliteraria/
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[email protected] 20/02/2020

Philippa, a Rainha ??
Sendo franca, pensei que essa leitura seria difícil já que a personagem central é... Um ser desagradável, mas não. Philippa Gregory não decepciona nem quando a personagem principal é uma mala.
Como dito na resenha do livro "A Rainha Branca", os livros tratam sobre a guerra das duas rosas. - Lancaster e York, vistos pela sua personagem central. Em "A Rainha Branca" se acompanha Elizabeth Wodville, que governou a Inglaterra com o Rei Eduardo (Yorkista) e agora acompanharemos Margareth Beaufort, descendente do trono Lancaster.
Devo dizer que foi uma leitura que me trouxe questões perturbadoras, principalmente por questão de gênero. A vida de uma mulher nascida na Idade Média é completamente surreal para as mulheres da nossa atualidade e isso choca, querendo ou não, porque você se sente na pele da personagem, (mesmo essa sendo um ser desprezível ) acabamos por, inacreditávelmente, sofrer simpatias.
Margareth é uma mulher muito religiosa com o desejo íntimo de virar abadessa, tendo sempre em mente que Deus a escolheu como a maior das servas. Contudo, isso nunca seria possível. Sendo uma mulher de linhagem real, sua função é apenas uma: gerar o herdeiro Lancaster.
Fazendo uma análise do perfil da Margareth, se nota que ela é: Narcisista (não é pouco), Invejosa, Mentirosa e alienada, difícil gostar dela, mas a simpatia chega quando nos deparamos com os diferentes abusos q sofre.
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Aline 03/02/2020

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Su 18/11/2018

A rainha vermelha é o segundo volume da série A guerra dos primos. Porém, ao invés de ser uma continuação do anterior, A rainha branca, é a apresentação da mesma história, contada sob o ponto de vista de Margaret Beaufort, parente de Henrique VI.
Desde pequena, Margaret possui um ardente desejo de tornar-se santa. Ela, até mesmo, segue as horas litúrgicas, ora com os joelhos diretamente no chão e faz jejuns periodicamente. Após ouvir, de um soldado voltando da batalha, sobre a forma como Joana d'Arc, sendo apenas uma menina, conduziu os franceses em sucessivas vitórias contra os ingleses e como todos acreditavam que ela, realmente, ouvia a voz dos anjos, Margaret passou a acreditar que também havia sido escolhida para fazer a vontade de Deus.
Sua mãe a conduz em uma viagem até Londres, a fim de apresentá-la ao Rei Henrique VI. Além disso, sua mãe também pretende pedir o cancelamento de seu noivado com João de la Pole. Margaret se revolta ao ser informada, que mesmo com o cancelamento do noivado, não poderia ingressar em um convento, pois seria dada em casamento a outro homem, alguém escolhido pelo Rei. De acordo com sua mãe, sua obrigação é gerar um sucessor para a Casa de Lencastre, nada mais.
Ao chegar em Londres, o cancelamento de seu noivado é tão rápido que ela apenas é autorizada a confirmar seu assentimento. O Rei Henrique VI dá a guarda de Margaret a Edmundo e Jasper Tudor, seus meio-irmãos. Como tem apenas nove anos, é necessário que se espere até que ela complete doze anos para poder se casar com Edmundo Tudor, o mais velho dos dois.
Como já havia sido provado em A rainha branca, Philippa escreve sobre acontecimentos históricos de forma primorosa. Margaret, confesso, é uma personagem difícil de se afeiçoar. Ainda assim, suas ações são justificáveis sendo ela uma peça a mais no jogo politico da época. Principalmente, por ser mulher e por sua pouca idade no inicio do livro, nada pode decidir por si mesma, tendo que sujeitar-se a decisão dos demais. No entanto, ao receber algum poder, ao longo da narrativa, vemos que é uma estrategista formidável e que fará de tudo para colocar seu filho no trono da Inglaterra.

“— Eles vão deixar-vos visitá-lo — afirma ele num tom consolador.
-—Mas sois vós quem vai ficar com ele. Suponho que o sabíeis. Suponho que vós todos haveis planejado isto em conjunto. Vós, a minha mãe, o meu padrasto e o meu futuro marido idoso.
Ele baixa os olhos para o meu rosto lavado em lágrimas.
— Ele é um Tudor - diz cautelosamente. — Filho do meu irmão. O único herdeiro do nosso apelido. Não podíeis ter escolhido ninguém melhor para cuidar dele do que eu.
— Nem sequer sois o pai dele — digo eu irritada. — Porque é que ele há-de ficar convosco e não comigo?
— Senhora minha irmã, vós própria sois pouco mais do que uma criança, e vivemos tempos perigosos.”
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Isa Soares 28/08/2017

Assista ao vídeo resenha: https://youtu.be/qY_SQT-guqQ

Em a Rainha Vermelha podemos ter uma outra visão da Guerra das Rosas, pelo olhar de uma Lancaster fervorosa, Margaret Beaufort.
Diferente do que acontece com a Rainha Branca, onde a luta entre os primos é vista apartir da vitória de York, aqui temos uma visão mais aprofundada do que foi. Temos o conhecimento do seu fim e princípio através da história de vida de Margaret.
Já afirmo o quanto sofri para me acostumar com os pensamentos e com a personalidade dela e ainda agora acho-a insuportável. Margaret é fanática católica, fã de Joana Darc e para tudo usava o nome de Deus, até para as suas ambições. Iniciamos a história com ela ainda garota tendo que se submeter a um casamento forçado com um Tudor e logo após uma gravidez difícil e uma viuvez aos treze anos. Sua maior ambição é por o filho Henrique no trono e faz de tudo para que isso aconteça.
Determinada e muito ambiciosa, Margaret tem em sua história uma versão bem mais sanguinária e violenta da guerra dos primos e também uma visão bem mais abrangente. O que é ótimo por assim podemos conhecer os vários lados dessa História.
A Rainha Vermelha segue o ritmo de sua antecessora, apesar da protagonista ser uma chata, e te prende do início ao fim. Também valendo muito a pena ler.
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Paula 18/07/2016

Fiquei um pouco decepcionada com a história contada de Margaret, parece que está incompleta. Eu li A Rainha Branca e A Filha do Fazedor de Reis antes e tive a sensação de entrar na história daquelas mulheres. A história da Rainha Vermelha não é a favorita da autora, não sei se isso teve alguma influência.
Margaret era muito devota e tudo é justificado com a vontade de Deus. No entanto, não imagino que ela fosse superficial assim. Ela passou por situações de vida muito difíceis e a autora fez ela se resignar com "a vontade de Deus". Não acredito que uma menina de 13 anos se resigne com uma gravidez e um parto em que quase morre apenas com "a vontade de Deus".
Outro exemplo, não é contado nenhum fato nos dez anos que ela serve a rainha Elizabeth. Ela apenas se refere à rainha como vaidosa e ambiciosa. Também não tem grandes relatos de quando elas planejaram o casamento dos filhos.
Margaret, na minha opinião, é a grande vencedora da Guerra das Rosas, a que conseguiu que seu objetivo de vida fosse alcançado. Ela devia ser uma mulher muito forte e determinada e eu queria ter sentido mais isso enquanto lia o romance.
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Gabriel 02/04/2015

Excelente!
A história em si é muito boa, por isso recomendo a quem gosta do gênero histórico.
Ao ler "A Rainha Branca", eu vi em Margaret Beaufort, uma pessoa falsa e aproveitadora, mas com a leitura de "A Rainha Vermelha", minha concepção sobre ela mudou um pouco. Vi que ela foi apenas uma mulher determinada a fazer tudo para cumprir seu "destino" e o de seu filho.
O livro apresenta uma senhora extremamente religiosa, característica que, muitas vezes, acaba a tornando cansativa e nos faz achá-la egocêntrica, o que ela realmente era.
No entanto, a história é cativante e consegue nos prender à leitura.

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PorEssasPáginas 21/09/2014

Eu me lembro bem de que na época que li, pela capa, achei que eu gostaria muito mais de A Rainha Vermelha do que de A Rainha Branca. Realmente gostei, mas de uma forma diferente.

Enquanto me apaixonei por Elizabeth Woodville, senti uma raiva, um incômodo, sei lá como descrever, em relação a Margaret Beaufort. Ela é meio bitolada, acha que Deus está do lado dela, que por direito o filho dela deve ser rei, e que ela sozinha conseguirá manipular a tudo e a todos para que isso aconteça.

Apesar deste incômodo, isso não me repeliu. Pelo contrário, achei a construção da personagem tão boa que eu queria saber mais e mais.

Ela é movida por 2 desejos: assinar como rainha (Margaret R., Margaret Regina) e se tornar uma outra Joana DArc. Isso enquanto ela luta para ter seu filho, Henrique Tudor, reconhecido como herdeiro real de direito.

Este é o segundo livro da trilogia e acompanha Margaret Beaufort dos 9 anos de idade à vida adulta, passando por três casamentos e com um filho, que será o próximo Rei da Inglaterra. Mas até chegar lá tem muuuuuita coisa pra acontecer.

Enquanto Elizabeth Woodville é mais manipulada pela mãe do que ambiciosa em si, Margaret é ambiciosa, amarga e vingativa. Desde pequena ela está convicta que é favorecida por Deus. Isso a torna muito irritante. Mas o engraçado é que também a tornou uma personagem daquelas que amamos odiar.

Ainda comparando-a a Elizabeth Woodville, Elizabeth era amada por seu marido e respeitada por aqueles que a cercavam, enquanto Margaret é indesejada, não é importante e não é amada. E parece que não se importa muito com isso. Acha que vai mesmo conseguir o que quer por ser uma preferida de Deus.

Acho interessante que estou aqui me lembrando das minhas impressões de quando li, e me lembro bem de diversos fatos políticos do primeiro livro, mas deste segundo me lembro muito mais de Margaret do que dos fatos. Adoro personagens detestáveis que roubam a cena!

Não notei neste livro os problemas de narrativa que notei no anterior.

Se você curte romance histórico ou quer se dar a chance de conhecer o estilo, esta é uma história bem legal. Se você é fã de história, pode apostar que vai gostar.

Bom, me desculpem se esta não foi uma resenha lá muito boa, mas como eu disse, já faz um tempinho e a memória não ajuda.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-a-rainha-branca-e-a-rainha-vermelha
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Vivi 17/03/2014

Amo os livros da Philippa Gregory e, apesar da história ser muito interessante, achei a personagem principal meio cansativa, não via a hora do livro acabar!
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