A Sociedade Cinderela

A Sociedade Cinderela Kay Cassidy




Resenhas - A Sociedade Cinderela


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Vasya - A Corsária 29/01/2021

Se Empodere Enquanto Ofende Outras Mulheres
"Às vezes um ato de gentileza casual que parece não ser nada para você pode significar tudo para outra pessoa."


#28 - Primeiramente: Não recomendo esse livro, ele entrou na lista de "não recomendaria nem pro capeta" já sendo o terceiro em 2021 - esse ano promete porque estamos em janeiro ainda. Tudo nele e estupido e machista demais para o público em formação de pensamento (o famoso jovem adulto).

Segundamente: Eu queria escrever isso como aquele refrão "eu vou descer a lenha mas não vou descer do salto" mas no momento estou descalça - e com raiva - e parei pra pensar que se eu tivesse ganhando uma coxinha para cada "mas… puta que pariu que baboseira é essa" minha casa seria uma filial do ragazzo, então desculpe pelos xingamentos ao longo da resenha - não serão muitos.


Agora vamos a resenha

Quando comecei esse livro eu achei que ele seria pelo menos engraçado, queria ler ele desde 2014 então eu sabia que ele teria envelhecido mal - como qualquer livro desse anos alias - só que eu não achei que teria ficado tão podre pelo céus. Esse livro foi igual aos meteoros que caíram em cima dos dinossauros... um grande desastre. Nas primeiras páginas ele já estava me lembrando o esquadrão da moda e eu nunca gostei desse programa então vai vendo.

Enquanto eu lia aquela cena dela sendo aceita no grupo - que até agora eu não sei se era na verdade só uma seita de coach muito estúpida - eu não sabia se elas eram um grupo de fadas ou bruxas, já que elas estavam lutando contra o mal - não tem a cara de clube das wings???? - Serio, elas começaram a ser arma contra o mal e eu toda perdida... e pior, vou dizer, acho que esse livro tem continuação mas eu não vou ler já me torturei demais esse mês ou pra vida toda.

Acho que eu teria levado numa boa esse remake de como cães e gatos se não fosse tão ofensivo e machista. (falando nisso, vocês já assistiram esse filme? Ele é muito bom - na categoria dele, claro)

"Nada de conversa malvada. Você devia saber exatamente o que ele vê. Você é inteligente, engraçada e muito bonita. E tem um bom coração. Encantados sempre ficam com as garotas de bom coração. Pensei na Loura Falsa..."

Vocês querem saber quantas vezes ela chamou outra garota de loira falsa: 19 vezes
A troco de nada rapa!
Sem falar dos "peitudas" e as insinuações de que as outras eram menos inteligentes por vestirem roupa tal ou como elas eram vulgares por saírem com vários rapazes, que porra de sociedade e essa que quer da empoderamento mas deixa a líder pensar esse tipo de coisa (já vou falar desse lance da Jess ser a líder) quem deu a declaração bela, recatada e do lar fez seus mestrado encima desse livro porque puta que pariu que baboseira.

E outra coisa esse comentário aí de cima nem faz sentido, já que a própria Jess teve que fazer uma transformação para ele poder sequer ver ela, porque quando ela era só "inteligente" ninguém dava bola.
Sério, estou na duvida se o fato do Ryan se interessar nela só depois dela ser transforma faz dele um babaca ou um abutre social safado.

Eu realmente não sei quando o livro realmente começou ficar ruim, tenho os quotes do tipo "Lembre-se de como você se sentiu com elas quando for às compras, e não ceda à tentação só porque alguma coisa está ''na moda". Só está na moda para você se for adequado" isso não parece bacana? Futurista até... mas aí ela me solta umas pérolas do tipo "A conversa costuma ser artificial? Será que as garotas falavam sobre pedicures ou fofocas ou outras coisas fúteis? Essas eram as perguntas na minha cabeça." aí não dava, minha filha, a vida não é um filme estereotipado da netflix não, as mulheres conseguem ter um papo que vai além dessas coisas e se ela quiser só falar de pedicure e afins não quer dizer que são fúteis não.

E ainda reclamando do tipo de "garota ideal" - porque tem outro trecho que eu grifei pra reclamar - que coisa mais arcaica, deixa as meninas beijaram que elas quiserem sem colocar esse rótulo maldito, acho que a Jess seria mais feliz se não ficasse presa a isso, sei lá, ela e o Ryan poderia conversa sobre o relacionamento deles e conserta tudo de cara sem aquele drama do final "está com você e como esta de volta em casa’’ tu tem 17 anos menino e ainda mora na casa dos seus pais que papo é esse???????????????? e já queria dizer que sou contra essa frase desde que reli belo desastre a um ano.

Aí tem os joviais que até agora eu ainda não entendi de que caralhos eles tinham que ser salvos - elas deram uma explicação meio blé mas eu não engoli não.
"O que elas ganham mais tarde fazendo as Joviais de alvo? Eu entendo esse jogo de poder, mas é apenas uma questão de ego?" A principal só se faz essa pergunta no final do livro, passou o livro inteiro treinando pra guerra e nem sabia porque, que coisa mas nada a haver minha filha você é burra? E voltando a falar disso porque a Jess foi escolhida para ser a líder da geração delas das Cindy??? Gente não tinha ninguém mais qualificado? A outra lá estava treinando pra ser a nova chefe e pá... Jess aparece sem treinamento, sem saber o que está acontecendo e sem um fio de senso no corpo.
Achei patético… como todo o resto do livro.

Enfim, dei duas estrelas mas não recomendo… nem pro capeta!
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Josyyy 31/10/2020

Magia fofinha
A Sociedade Cinderela é um livro recomendado para o público infanto-juvenil, que mostra que nada pode destruir nossa alto estima, e reforça que o bullying o quanto o machuca independente da intenção de quem o provoca. Tem lá seus defeitos, mas vamos relevar por ser o primeiro livro da autora e pelos aprendizados super fofos. Um ponto que a Jess aprende eu gosto muito, é o aprendizado de que não precisamos gastar rios de dinheiro para se vestir bem e com originalidade.

site: https://divadavarzea.blogspot.com/2015/04/resenha-sociedade-cinderela-de-kay.html
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Jana Diglio 31/07/2020

Aquele típico livro adolescente, mas reflexivo!
Conta a história de uma sociedade secreta de meninas bonitas que ultrapassam o limite da vaidade própria e pensam no próximo. Saem do mundinho delas para se ajudarem e ajudarem o mundo a ser um lugar melhor, onde tenham equilíbrio nos poderes entre homens e mulheres (equilíbrio e não a mulher dominando). Lindo demais, adolescente mas super reflexivo!! Indico totalmente!!
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manuella.rosasilva 15/11/2019

Lindo, leve e solto
Super te indico a conhecer a Jess; ela é autêntica, divertida e sempre parece que ela está conversando com você ao vivo, te deixando a par de tudo, numa escrita leve e encantadora da Kay. Amei!
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Ca Agulhari @literario_universo 26/01/2017

Abandonei, retomei e realmente, é uma porcaria.
Pensa em um livro fútil. Aí eleva à milésima potência se for possível. Que livro cheio de NADA! Uma história totalmente sem sentido que termina sem desfecho, PERSONAGEM MUITO chata, enredo totalmente viagem! A autora escreve bem mas a história é um lixo!
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ThaisMMateus 30/07/2014

Adoro gente do bem!
O livro fala sobre uma garota(Jess Parker) que sempre muda de escola, até que chega em uma escola, em que é chamada para um grupo de meninas chamado:'A Sociedade Cinderela', elas são do tipo de pessoas do bem e que sempre fazem o bem(igual a mim!), mais também tem um grupo de meninas do mal, que querem fazer o mal a todos,mais principalmente as pessoas normais que não fazem parte de nenhum destes grupos,assim como esses grupos de meninas existe também os grupos de meninos, então até aqui chegamos a conclusão de que a escola é dividida em grupos:Os maus, os bons e os normais! Mais os normais não sabem dos grupos, para eles é igual uma escola comum! Esses grupos na verdade estão no mundo todo, em todas as escolas, em todo o lugar! Mais isso Jess vai ficar sabendo depois de um longo curso sobre essa sociedade, apesar de Jess ter que se apresar para aprender, pois precisa assumir o cargo que(ela não sabia, mais) era da avó dela!
Eu não sei se a escritora vai escrever a continuação, mais tomara que sim,tem muitas questões que me deixaram muito curiosa e eu gostaria de ler mais aventuras da Jess!
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Júlia 12/03/2014

Fim!
Admito, comprei o livro pela capa, que é linda, e titulo, entretanto li sim algo sobre ele antes de comprar e o assunto me atraiu, sabe aquele história de sociedades secretas das universidades dos EUA, pois bem, se gosta disso esse é o livro.
A personagem principal sobre por ser nova na escola (sempre, foi ai que me identifiquei com ela *.*) e sofre por que a mais popular da escola "pisa nela", aquele história que vemos nos filmes e livros americanos sobre o Ensino Médio. Mas então ela é chamada para participar dessa sociedade e as coisas começam a mudar drasticamente em sua vida, começando com sua aparecia até ser reconhecida/vista pelo cara de seus sonhos...
Li criticas de outras leitoras falando que autora foi muito detalhista e que no fim não concluiu o livro, que deixou perguntas pelo ar, sem suas respectivas respostas. 1º acho que esse detalhamento foi sim necessário para se entender a sociedade secreta e dar sustentação para um possível continuação; 2º sim o livro abriu um leque de perguntas e as mesmas não foram respondidas, dando a entender que na verdade não era/é pra ser um único livro, mas pelo menos (na minha opinião) deveria de ter mais 2 livros para se desenvolver o que se iniciou no 1º (obviamente) e concluir no 2º e 3º livro. Tanto é que a ultima frase do livro nos faz acreditar nisso, em uma continuação.
Fiquei triste e decepcionada em saber que o livro não foi concluído devidamente e que ninguém sabe se exite ou existirá uma continuação, mas garanto que seria maravilhoso se tivesse, já que é uma história diferente das que estamos acostumados a ler, como: romance (só o romance), mitologia, mundo pós apocalíptico, contos de fadas.
Fica aqui meu pedido: PRECISO LER A CONTINUAÇÃO!!!!!!
GabriellaLGarcia 25/08/2016minha estante
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manuella.rosasilva 15/11/2019minha estante
sim. realmente dei uma nota boa escorada numa possível continuação




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Leitora Viciada 16/12/2013

Um livro que atrai pela capa simples e ao mesmo tempo bonita. O sapatinho de cristal, famoso símbolo dos contos de fadas está diretamente ligado ao título do livro, A Sociedade Cinderela. Este dá ênfase à palavra Cinderela, mais enfeitada e cor de rosa. Cor se intensifica e vai além, presente de forma viva nas orelhas do livro. Nota-se claramente o público-alvo do livro: Feminino e adolescente. Ponto positivo, pois já facilita com informações básicas logo ao primeiro contato com o leitor/comprador.
A sinopse, mais longa que a divulgada na internet está nas orelhas. Atrás do livro contém um trecho sobre o convite: "Abri o cartão, com as mãos tremendo de medo e sentindo o leve vestígio do que eu costumava chamar de esperança, quando um pequeno broche de sapato de salto alto prateado caiu em minha mão". Além disso, uma citação de Becca Fitzpatrick (autora da série Hush Hush): "Girl Power, baby! Esse é o livro perfeito se quer acreditar que você pode conseguir qualquer coisa."
Analisando as informações superficiais, ponto positivo para as da capa e orelhas e ponto negativo para as detrás do livro. A capa realmente combina com a história e o texto da orelha define bem o que esperar dela. No entanto, a citação de Fitzpatrick não me convenceu totalmente, mesmo após ler a última página. O trecho extraído do livro referente ao broche é referente ao começo - uma das melhores partes.

Embora eu não seja adolescente - ou seja, não sou o público-alvo - eu adoro histórias feitas para essa faixa etária, e falou em feminismo ou Girl Power (Bons tempos das Spice Girls) eu corro para ler. ainda mais se a história for divertida, leve e com a coragem feminina, mesmo que discreta, estampada nas páginas. Personagens femininas fortes, que se superam, não desistem de suas metas e sabem a linha do quanto devem ou não depender de um rapaz.
Imaginava que A Sociedade Cinderela fosse muito engraçado, dinâmico e divertido, um contos de fadas moderno, mostrando como as mulheres dominam o mundo de modo secreto, praticando o bem e formando uma rede internacional gigante, complexa e forte. A autora acertou bem na ideia central, a base do enredo é exatamente essa, mostrar como as mulheres são subestimadas e podem utilizar dessa máscara para disfarçarem o enorme poder que detêm.
O problema do livro está na narrativa e no desenvolvimento do enredo. Creio que os ingredientes presentes são perfeitos para uma grandiosa história chick-lit, porém a autora errou na receita.

Foi um acerto a narrativa em primeira pessoa da protagonista Jess. Ela é engraçada, gostei da linguagem simples, bastante irônica e cheia de comparações e observações engraçadas. Interessante porque como ela não sabe nada sobre a Sociedade Cinderela, o leitor acompanha o seu ponto de vista, suposições e surpresas e aos poucos vai se consumindo por uma crescente curiosidade.
O erro é que, embora seja uma história fantasiosa, a autora peca quando tenta criar um ar de autenticidade, tenta convencer o leitor de que essa grande rede feminina existe. Ela poderia ter alcançado esse objetivo, se não tivesse se perdido.

Em primeiro lugar, o livro seria mais interessante se fosse mais curto. Sem cenas desnecessárias, situações que não acrescentam nada ao desenvolvimento das personagens ou da trama. Os capítulos também deveriam ser mais curtos, porque mesmo sendo um chick-lit, creio que capítulos menores e com finais com ganchos curiosos sobre os próximos causariam mais vontade de o leitor não pausar a leitura e ficar louco por prosseguir.
O começo do livro é muito interessante, verdadeiramente me senti curiosa sobre a Sociedade Cinderela e suas integrantes, as Cindys. Fiquei morrendo de vontade de descobrir como tudo funcionava e o porquê de Jess ser uma das Escolhidas. Termos básicos como Cindys, Malvadas, Encantados, Vilões e Joviais são apresentados. Realmente são classificações ao mesmo tempo infantis e primordiais para a compreensão. Depois a autora apresenta explicações críveis do motivo desses nomes bobos e faz sentido. Depois vamos descobrindo que muito mais está escondido e outras siglas e nomes surgem, principalmente ligadas às elites envolvidas no projeto, que possui uma organização oposta e rival.
As personagens são apresentadas, os núcleos aos quais pertencem. Dentre os principais temos a paixão de Jess, Ryan; a irmã do rapaz Lexy - justamente a arqui-inimiga de Jess! - uma das mais populares da escola; Heather, uma aluna que sofre bullying constante das meninas malvadas; e Sarah, a Fada-Madrinha (ou Irmã) de Jess. (Sim, outro termo bobo, mas que se enquadra perfeitamente.)
Até este ponto tudo flui, mesmo com capítulos longos.

Passado o suspense inicial sobre como as coisas funcionam, o livro mergulha na mesmice. Grupos e tribos comuns formadas por góticos, nerds, atletas, patricinhas, intelectuais, etc são mostrados, assim como a interação entre eles. Detalhe para como Jess não se enquadra em nenhum deles. Entretanto, a autora tentou deixar boa parte das explicações do meio para o final, mas até o leitor chegar nesse ponto, a leitura torna-se cansativa e os capítulos parecem ficar cada vez mais longos.
A rivalidade entre as Cindys e as Malvadas me passou a ideia de um conflito infantil, sem ação, morno e sem importância. Depois descobri que algo maior está por trás, um conflito fantástico e que de certa forma, pode mudar sociedades e até o mundo. Grandioso demais. Seria melhor se a autora tivesse explorado mais esse ponto, em vez de basicamente focar em rixas entre adolescentes que jogam bebidas umas nas outras.
A briga entre Jess e Lexy, que é muito mais que uma implicância entre garotas, poderia ter sido o auge do livro, porém suas discussões e disputadas caíram no marasmo e não inova em nada.
O romance entre Jess e Ryan demora a engatar e a princípio pareceu divertido, e até trouxe conflitos adolescentes interessantes - já que o rapaz possui um drama no recene passado. No entanto, chega a um momento em que eu senti falta de algo além.

(Por favor leia a resenha completa no blogue. Desculpe não colocá-la aqui por completo, mas tenho sofrido incontáveis plágios. Lá no blogue o script possui proteção anti-cópia.)

site: http://www.leitoraviciada.com/2013/12/a-sociedade-cinderela-livro-1-de-kay.html
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Kamila 18/10/2013

Bom e não, ao mesmo tempo.
Jess Parker é uma eterna Garota Nova que está sempre se mudando devido ao emprego de seu pai. Ela aprendeu a ser invisível e ficar longe dos problemas, evitando os populares, mas isso não significa que eles vão deixar ela em paz.

Ao chegar em seu novo colégio ela faz um teste para ser líder de torcida e acaba passando. Só que a entrada de uma garota nova na equipe significa que uma das antigas lideres vai ter que sair e isso provoca muita discórdia no grupo. Lexy, uma malvada, começa a fazer com que a vida de Jess seja insuportável e não dá oportunidade da garota fazer amizades ao espalhar um boato de que só entrou na equipe para espionar e ajudar os adversários.

Quando parece que não tem mais jeito, as coisas começam a dá certo para Jess. Ela recebe um envelope com um broche de sapatinho nele. Ao abrir ela descobre que é um convite para uma Sociedade do ensino médio, a Sociedade Cinderela. Em um primeiro momento ela acha que é uma pegadinha, no mínimo Lexy mandou isso para que ela pense que finalmente vai ter um lugar onde será aceita e depois ser motivo de piada por ter acreditado nessa hipótese.

Mas a curiosidade ganha e ela acaba indo para onde o convite indica e descobre sobre as Cindys, um grupo de poderosas mulheres. Pense em qualquer mulher famosa e conhecida do mundo e saiba que provavelmente ela faz parte dessa sociedade.

Em resumo, as Cindys tentam ajudar todas aquelas pessoas que por algum motivo são perseguidas pelas Malvadas, outra Sociedade com o objetivo de manipular as pessoas, fazendo-as se sentirem inferiores e impotentes, excluindo-as da sociedade no intuito de obter poder próprio.

Jess entra para a Sociedade e logo é vista como uma líder, mesmo estando atrasada com seus projetos e ainda não compreendendo totalmente todo aquele mundo recém descoberto e sem saber como agir.
Como em todo contos de fadas é claro que existe um príncipe Encantado. Jess se apaixona por Ryan, mas aparentemente ele não quer ser visto com ela. Tudo é uma maravilha quando estão sozinhos, mas assim que alguém aparece Ryan muda o seu jeito, tratando-a de forma distante e esquisita.

Grande parte do livro se detém nisso. E foi o que eu menos gostei no livro. A pesar de amar romances e me surpreender com a história do Ryan, achei desnecessário muitas coisas e achei um tanto obcecado.
Antes de ler esse livro via muitas resenhas com opiniões diferentes, algumas falando que o livro eram ótimo e outras falando que era um lixo, fiquei curiosa por isso e depois de ler entendi os dois pontos de vista.

O livro passa uma ideia muito boa no geral, todas essas histórias com bullying e sobre como devemos ajudar os outros, mesmo com tantas diferenças são uma bela lição. A Sociedade em si é bem pensada, a forma como todas aquelas mulheres se uniram me deixou impressionada e querendo de qualquer forma participar de algo parecido.

Por outro lado, o livro demora muito para se desenvolver, no começo eu quase desisti de ler de tão chato e superficial que foi. Eu esperava um romance bonitinho estilo conto de fadas e encontrei uma personagem que em cada parágrafo queria uma transformação para ficar bonita e que deixou de ser ela mesma para tentar agradar um garoto. Perdeu ponto comigo a partir daí.

Quando chegou na metade eu comecei a gostar do livro e no final estava amando. Então, se for para ser critica o livro é bom e só isso, mas é uma ótima distração para passar o tempo e escrito de forma leve.


site: gostoliterario.blogspot.com.br
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Ananda 21/09/2013

A sociedade secreta só de mulheres
Jess é uma adolescente de dezesseis anos que vive mudando de cidade por conta do trabalho do pai. Sua mãe fica grávida de gêmeos, volta para a cidade onde cresceu e toda a família vem junto. Jess, como muitas vezes em sua vida, é a novata do colégio. E como toda novata, ela ainda não tinha feito amigos e acaba sendo alvo das garotas más do colégio. A líder das malvadas, Lexy, faz de tudo para que a vida de Jess seja um inferno. Isso acontece pelo fato de Lexy ter machucado a perna logo no dia dos testes de líder de torcida, onde Jess acaba pegando o lugar dela. Além disso, Jess tem um paixonite por Ryan, o irmão mais velho de Lexy, que estuda no mesmo colégio que elas.

Tudo poderia ser horrível para Jess, mas algo inacreditável demais acontece em sua vida. Ela é chamada para uma sociedade secreta, onde as melhores e mais importantes garotas com grande potencial de liderança são selecionadas. A Sociedade Cinderela.
Agora, ela como uma Cindy, precisa descobrir uma forma de bloquear o poder das Malvadas, além de resolver o amor complicado com Ryan, tendo sua inimiga sempre à vista para proteger as indefesas Joviais (jovens que não são nem Cindy nem malvadas, mas se conhecerem seu potencial podem ser poderosas e não se tornarem um peão das Malvadas); descobrir seu estilo nas roupas, cabelo, maquiagem; e aprender a se tornar uma líder de verdade onde as garotas têm o poder, se quiserem, acreditarem e abraçarem o seu futuro.


A Sociedade Cinderela é um chick-lit de Kay Cassidy, e o primeiro livro da possível série de mesmo nome. Um livro mais voltado para o público adolescente, o que não é meu caso, e mesmo com esse título não tem muita coisa a ver com contos de fadas e essas coisas. Tem sim o Príncipe Encantado, a transformação de visual e fada madrinha.
Os personagens são legais, mas não me senti conectada à eles, nem com a Jess, que por sinal é bem humorada apesar dos pesares. Tem uma malvada rasa, uma fada madrinha tão calma que chega a irritar, um príncipe indeciso com síndrome de herói ("ai eu não sou herói", "não quero ser herói", "eu sou uma pessoa horrível", "você não conhece meu passado", "não se envolva"), quase um sapo e uma jovial que não conseguiu um destaque pela forma de agir depois que perde o medo, mas tentou chegar lá.

O começo é um pouco parado, mas no momento em que Jess é escolhida para a Sociedade, a história começa a engrenar. Tem bastante informação sobre as Cinderelas serem das ÍSIS, as Malvadas das ATHENAS e outros termos/teorias que se você não prestar atenção nessas partes e ler com cuidado, ou você não entende nada ou entende e esquece. Se tiver a continuação desse livro (o que é bem provável pela deixa no final), espero que não acrescente mais informações, porque senão acaba sendo um livro cheio de conteúdo teórico, sem necessidade e deixa de ser um livro para entreter e de leitura leve e rápida.
Mas enfim, o livro é bom. Nele você vai conhecer algo improvável como uma sociedade super secreta de mulheres que trabalham para a proteção dos fracos e oprimidos e que visam o bem da humanidade com trabalhos (tipo a ONU), doações, ações e incentivos para acreditar em si mesma e descobrir o que há de melhor em você.

Citações:
"Por duas horas, me serviram mais água com gás do que eu podia consumir (com minha bexiga doendo como prova), sofri mais insultos velados nas mãos de um hair stylist sádico do que com Lexy era capaz de proferir em uma semana e tive cada centímetro do meu cabelo puxado, torcido, cortado, coberto, melecado e até arrancado.
Resumindo, nunca estive mais feliz em minha vida." pág 92

"Podia não estar fazendo um grande sucesso depois da minha transformação (se tivesse, Ryan não estaria orgulhoso por me ter ao seu lado?), não estar conseguindo manter em dia minhas tarefas do MTC ou não estar conseguindo descobrir como combater o aumento no número de novos integrantes das Malvadas. Mas eu ainda era eu: a Boa Samaritana e Voluntária, defensora das causas que valiam a pena e pessoas que precisavam de ajuda." pág 230

site: http://www.cadernodeanotacoes.com.br/2013/06/a-sociedade-cinderela-kay-cassidy.html
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Camila 27/08/2013

A magia dos contos de fada falhou..
Assim que bati os olhos no livro "A Sociedade Cinderela" meus olhos brilharam, primeiro pela capa linda e simples, segundo pelo nome. Quando vi o verso e também li a critica de Becca Fitzpatrick (autora da série Hush Hush) não tive duvidas de que me apaixonaria. Pois é, eu errei. O livro, que para mim, tinha tudo para ser aquele livro gostoso de ler, foi uma completa decepção.

Depois de mudar milhares de vezes e nunca conseguir fazer amizade alguma na escola, Jess Parker finalmente se estabelece na escola Mt. Sterling Norman. No primeiro dia de férias, a garota de 16 anos, encontra em sua mochila um cartão com um broche de sapatinho e um convite e é aí que tudo muda em sua vida.

Achei o livro cansativo, a fórmula poderia ter sido um grande sucesso se tivesse se atinado em determinados focos, como o relacionamento de Jess com Ryan, irmão de sua arquiinimiga, a “malvada” Lexy. Outra coisa que me incomodou bastante é a falta de descrição de personagens e cenário, por várias vezes o livro perde o fio da meada e um assunto super importante que é abordado no livro, fica sem explicação. O foco da obra é nas discussões (pra mim sem fundamento algum) das Cindys, uma sociedade secreta nada excitante. Enfim, a autora e ex-líder de torcida Kay Cassidy me decepcionou. O encanamento dos "contos de fada" dessa vez, não deu certo comigo. =/

site: http://manualdosvinte.blogspot.com.br/2013/08/resenha-sociedade-cinderela.html
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Escuta Essa 27/08/2013

Resenha - A Sociedade Cinderela, de Kay Cassidy
Jess Parker é uma adolescente que se esforça para parecer invisível em sua nova escola, mas o que ela mas desejava era ser líder de torcida. Em apenas duas semanas que estava na escola fizeram testes para líder de torcida do ano seguinte e Jess conseguiu ser incluída, mas sua alegria veio acompanhada de um problema, a vaga que ela conquistou tirou a superpopular Lexy Steele, da torcida… Lexy não gostou nada disso e cuidará para que Jess não seja bem aceita em nenhum grupo. Lexy não dará descanso para Jess e irá importuná-la sempre que for possível, transformando a sua vida em um inferno.

Mas tudo começa a mudar quando Jess encontra um pequeno envelope cor de lavanda com a seguinte mensagem:

”Solicita-se sua presença no Moinho.
Hoje, às 19 horas.
Use o broche. A discrição é OBRIGATÓRIA.”
(pág. 23)

Junto veio também um lindo broche em forma de sapato de salto alto prateado.
Jess acaba cedendo a curiosidade e decide ir até o moinho, onde acaba conhecendo uma irmandade, ou melhor, fazendo parte dela… parte da “Sociedade Cinderela”

Jess entra para as Cindys, um grupo de mulheres bela e inteligentes formado pelas garotas mais populares da escola. Mas nesse mundo mágico e encantado, nem tudo é contos de fadas, temos as Malvadas, que são as vilãs, as garotas chatas e más do colégio (em alguns momentos me deu vontade de dar uns safanões na malvada Lexy).

A história é legal, leve e em alguns momentos divertida. Achei interessante a autora ter abordado temas interessantes, como bullying, a necessidade de fazer parte de um grupo quando se é novo em um colégio, a aceitação e tudo mais. No todo parece uma série de tv para adolescentes, só achei que ela poderia ter sido mais condensada e esperava um pouco mais da trama. Vamos ver como será a continuação.

(...)
Leia mais sobre a resenha de "A Sociedade Cinderela" em...
http://bit.ly/1cbsBHU

Te espero lá ;) Deixe seu comentário, vou adorar retribuir :)

Renata do blog Escuta Essa

site: http://escutaessa.blogspot.com.br/2013/08/resenha-sociedade-cinderela-de-kay.html
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Mariana Garcia 10/08/2013

A Sociedade Cinderela – Kay Cassidy – #Resenha | O Blog da Mari
O livro A Sociedade Cinderela foi uma agradável surpresa, esperava um conteúdo mais adolescente, como estou acostumada a ver em outros livros do gênero, mas acabei me deparando com uma história que vai muito além. O poder feminino como descrito na contracapa é realmente um ponto importante, mas a forma que a autora abordou outros temas como o bullying e a autoestima das garotas foi o que realmente me encantou na história. Assim que iniciei o livro tive um pouco de dificuldade de fazer a leitura “engrenar” e não sei dizer exatamente o porquê, pois quando me perguntavam a respeito do livro me via empolgada, querendo comentar sobre diversos momentos, principalmente em relação à forma que as garotas lidavam com o bullying.

A narrativa do livro é realizada em primeira pessoa e apesar de abordar temas atuais sempre faz referencias ao conto de fada, A Cinderela, amo esse tipo de referencia e achei incrível a forma que ela foi abordada no livro, pois a autora não se focou no trabalhado forçado da princesa e na busca por seu príncipe encantado – ainda que ele exista na história – mas na forma que ela poderia lidar com os comentários das malvadas. Os termos utilizados no livro – como cindys, malvadas, joviais, encantado – são bem adolescentes, mas como explicado durante a própria leitura, eles foram adotados pela Socidade de forma proposital para que seja fácil a assimilação das Cindys. E tenho que concordar foi muito fácil assimilar os termos, as atitudes e os personagens.

“A missão das Malvadas é dominar os Joviais e fazê-los realizar seu trabalho sujo. Nossa missão é proteger os joviais e, essencialmente, derrotar as Malvadas.”

Continue lendo a resenha no link abaixo:

site: http://bit.ly/19A1DLY
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