O Silmarillion

O Silmarillion J. R. R. Tolkien




Resenhas - O Silmarillion


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kvp 26/05/2018

Pra mim o melhor livro do universo O Senhor dos Anéis.
É a história mais épica, em que tudo é grandioso, o que está em jogo não é apenas o destino de um personagem mas sim de raças inteiras, a história se estende por eras e os acontecimentos se tornam lendas.
Mesmo assim há espaço para desenvolver personagens e fazer o leitor se importar com eles.
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Fabiano.Poeta 20/05/2018

Nunca Spoiler
Sem dúvida foi o livro mais denso que li em toda minha vida, mas por outro lado foi também o mais rico. Com histórias belíssimas e trágicas também. Sem dúvidas uma jóia para os amantes da fantasia em alto nível.
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ismael 31/03/2018

Senhor dos aneis
Um livro que conta a ancestralidade dos elfos e a origem de Sauron
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Alberto 13/03/2018

ESPETACULAR!!! Pelo amor de Eru Iluvatar! Quero mais desse mundo fantástico!!!
Sinceramente eu não esperava ler o que li. Curto muito O Senhor dos Anéis, principalmente O Hobbit, entretanto não conhecia mais a fundo o universo "literalmente" fantástico do Tolkien.
UAU, desde o Ainulindalë, a Música dos Ainur até o fim da 3ª Era citada em resumo de poucas palavras, a terra dos Valar, Beleriand e a Terra-Média nunca pareceu tão real.

Tinha medo de pegar O Silmarillion por conhecer a escrita HIPER descritiva do Tolkien, o qual deixa a leitura um pouco cansativa, mas após assistir uns podcasts do Silmarillion, minha curiosidade foi maior e decidi dar uma chance ao livro, e não me arrependo!
Sem dúvidas uma das melhores leituras que tive na vida!

Na minha tese do Doutorado o Tolkien novamente estará nos agradecimentos (como esteve na minha dissertação de Mestrado), agradecendo a Deus pela vida do Tolkien, o qual criou um mundo mágico tão palpável que muitas vezes a leitura do livro melhorou meu dia de uma forma única, como poucos livros conseguem.

10/10
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priscila.wenzel 22/02/2018

Muito bom!

Pra quem é fã de Senhor do Anéis, acho um livro importante, pois, conhecemos o início do mundo e o decorrer dos acontecimentos até o Hobbit.
A descrição da criação do universo é incrível e nesse livro conhecemos as histórias antigas que influenciaram a cabeça de Tolkien.

Apesar da quantidade de informações, dos poucos diálogos, é gostoso ler o livro e mergulhar na cabeça do autor. Acho o cara um gênio sensacional pelo universo, as lendas, os povos e tudo que ele foi capaz de criar.

Sofri com a perda de vários personagens, fiquei com muita raiva de Morgoth e no final do livro fiquei ainda mais encantada por esse universo mítico do Senhor dos Anéis.

Apesar da linguagem difícil e de ser fácil se perder ou se confundir na história, eu indico a leitura para quem é fã de Senhor dos Anéis e para quem não é, indico também :D
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Bruce 19/02/2018

Necessário para qualquer fã da Terra Média. Nesta obra conhecemos o início do mundo e o decorrer dos acontecimentos até o Hobbit. Um livro excelente que não cansa apesar de grande quantidade de informações apresentadas ao leitor. O Silmrillion é uma enciclopédia e ao mesmo tempo a história do universo de Tolkien.
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Fagner 18/02/2018

Perfeito
Que obra sensacional. Tolkien é sem dúvida um gênio e um dos maiores escritores de todos os tempos. Imortalizado para sempre em suas obras. Sua descrição da criação do mundo é fantástica.
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Abimael.Costa 25/01/2018

Para fãs
Leitura indispensável para entender o universo de O Hobbit e O Senhor dos Anéis. A descrição da criação do universo é incrível e histórias antigas que influenciam o universo de tolkien até o fim da 3ª era são contadas aqui, como por exemplo a "maldição dos noldor".
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Alan Martins 23/01/2018

As origens do Legendarium
Título: O Silmarillion
Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: WMF Martins Fontes
Ano: 2011 – 5ª Edição
Páginas: 480
Tradução: Waldéa Barcellos
Veja o livro no site da editora: http://www.wmfmartinsfontes.com.br/produto/96-silmarillion-o

“[…] para aquele que é impiedoso, os atos de compaixão são sempre estranhos e estão fora do alcance de sua compreensão” (TOLKIEN, J. R. R. O Silmarillion. WMF Martins Fontes, 2011, p. 319)

O universo de ‘O Senhor dos Anéis’ é muito rico, cheio de detalhes. Nesse livro, o enredo se passa na Terceira Era de Arda, como é chamada a Terra. Porém, há muita história sobre o que aconteceu em Eras passadas, e tudo isso está relatado em ‘O Silmarillion’, uma espécie de bíblia do legendarium, a mitologia criada por Tolkien.

TRABALHO DE PAI E FILHO
Em 1937, ‘O hobbit’ foi publicado, o primeiro livro que nos fala sobre a Terra-média. Entretanto, Tolkien já havia escrito esboços sobre esse universo desde 1917. O trabalho de sua vida foi criar uma mitologia nova e rica em detalhes.

Ele utilizava muitas anotações para guiar-se ao escrever seus livros, pois seria bem fácil se perder entre tantos detalhes. Foram essas anotações, manuscritos inacabados, anotações a lápis em cadernos e outros materias que Christopher, filho mais novo de Tolkien, utilizou para compor o livro ‘O Silmarillion’ como conhecemos hoje.

Trata-se de uma publicação póstuma. Christopher foi o herdeiro literário de seu pai, já que era o mais íntimo de suas obras, o que possuía maior conhecimento sobre o legendarium. Após muita pesquisa e um grande trabalho de edição, com a ajuda de Guy Gavriel Kay, Christopher publicou em 1977, quatro anos após o falecimento de seu pai, ‘O Silmarillion’, o pilar da mitologia tolkieniana.

“[…] quando os Sábios tropeçam, a ajuda costuma vir das mãos dos fracos p. 384

COMO TUDO COMEÇOU
É muito evidente que a ‘Bíblia cristã’ e o ‘Edda em prosa’ foram duas grandes influências nas obras de Tolkien. Fato que fica ainda mais claro ao se ler ‘O Silmarillion’. Características peculiares da escrita bíblica são encontradas no livro, além de muita inspiração nos deuses nórdicos, a forma do mundo e da composição de todo universo.

Tudo tem início quando Ilúvatar, a divindade suprema, cria uma espécie de seres angelicais, os Ainur, que irão dar forma ao mundo, chamado de Arda. Dentre os Ainur, os de maior poder são chamados de Valar, senhores de Arda, que residem nas Terras Imortais, o continente de Valinor, a oeste da Terra-média.

Arda é preparada para receber os filhos de Ilúvatar, primeiramente os elfos, seres de grande poder, que são imortais (não são acometidos pela idade avançada ou por doenças, só podem ser mortos de forma violenta), que se tornam amigos dos Valar. Posteriormente temos a chegada dos homens, seres mortais e menos poderosos que elfos. Também é narrada a origem dos anões e dos orcs.

Dentre os Valar, o mais poderoso é Melkor (chamado posteriormente de Morgoth), que se rebelou e decidiu habitar a Terra-média, com o desejo de subjugar homens e elfos, tornando-se o primeiro Senhor do Escuro. Dessa forma, a história da criação do mundo é contada até os dias da Terceira Era, período em que os eventos de ‘O Senhor dos Anéis’ acontecem.

“Foi longa sua labuta nas regiões de Eä, que são vastas para além do alcance de elfos e homens, até que, no momento previsto, foi criada Arda, o Reino da Terra”. p. 15

NARRATIVA DIFERENTE
Quem já leu ‘O hobbit’ ou ‘O Senhor dos Anéis’ irá notar a diferença no estilo de narrativa em ‘O Silmarillion’. Trata-se de um estilo muito mais sombrio e sério, sem o humor das histórias dos dois primeiros. Podemos dizer que a narrativa é até mesmo mais violenta, afinal são tempos violentos, com as guerras entre os filhos de Ilúvatar e Morgoth.

Antes de ler as obras de Tolkien, li o ‘Edda em prosa’, a “bíblia” da mitologia nórdica. E é incrível notar as inspirações do autor. Os Valar são muito parecidos com os deuses nórdicos, uns mais poderosos que os outros, há uma espécie de hierarquia.

Até mesmo a composição de capítulos, onde cada um narra uma história distinta, sempre de forma contínua, desenvolvendo o enredo. Praticamente a origem de tudo o que existe no universo de Tolkien é descrito. O início fala sobre a criação dos Ainur, de Arda, e o decorrer do tempo até o fim da Primeira Era. Apenas um acontecimento da Segunda Era é narrado, a queda de Númenor, um reino de homens poderosos. Também existe um capítulo sobre eventos da Terceira Era, muito breve.

Muitos podem achar a leitura de ‘O Silmarillion’ difícil, devido ao grande número de nomes e detalhes, e não vou negar isso. Ademais, é um livro muito narrativo, com poucos diálogos, outra diferença, ao compararmos com os livros citados no início do tópico. Apesar disso, o enredo empolga, mostrando-se muito interessante, sendo divertido conhecer a história da Terra-média. Algo que pode ser um ponto negativo é uma espécie de repetição. Sempre ocorre uma desgraça às personagens principais, e quase sempre da mesma forma. Depois de um tempo você até já espera isso ocorrer.

“Ele, assim, determinou que os corações dos homens sempre buscassem algo fora do mundo e que nele não encontrassem descanso; mas que tivessem capacidade de moldar sua vida, em meio aos poderes e aos acasos do mundo […]” p. 36

SOBRE A EDIÇÃO
Edição comum, brochura, capa com orelhas, páginas em papel de tonalidade amarelada (bom para leituras longas) e uma diagramação excelente, com margens bem amplas. Uma edição de qualidade muito superior às edições comuns de ‘O Senhor dos Anéis’.

Waldéa Barcellos foi a encarregada para a tradução, contando com a ajuda e revisão técnica de Ronald Eduard Kyrmse, especialista nas obras de Tolkien e membro da Tolkien Society. Não há o que reclamar dessa tradução, texto coeso e com muito menos adaptações de nomes próprios do que o que aconteceu em ‘O Senhor dos Anéis’.

Essa edição possui alguns conteúdos extras, que são as árvores genealógicas das personagens, uma explicação sobre a pronúncia dos nomes, um glossário de todos os nomes citados no enredo e mapas de Beleriand, local onde a maior parte dos acontecimentos narrados ocorrem.

“Quisera que as árvores falassem em defesa de todos os seres que têm raízes, e castigassem aqueles que lhes fizessem mal!” p. 42

CONCLUSÃO
É divertido conhecer as origens da Terra-média e obter maior compreensão do que foi lido em ‘O hobbit’ e ‘O Senhor dos Anéis’. Com uma narrativa mais sombria, ‘O Silmarillion’ conta com mais ação e um pouco mais de violência, mantendo o nível de detalhamento que as obras de Tolkien possuem. O grande número de nomes pode deixar a leitura difícil, porém não é tão complicado assim, o glossário pode ajudar bastante. Livro de poucos diálogos, mas com narrativas variadas, contendo até mesmo uma tragédia romântica, digna dos teatros gregos. Quem aprecia as obras do autor, vai gostar de conhecer mais detalhes sobre sua mitologia, mas nada impede que um leitor comece por esse livro, o que pode ser positivo, pois verá várias personagens reaparecerem nas histórias de Bilbo e Frodo.

“E assim, por meio de mentiras, rumores maldosos e conselhos falsos, Melkor atiçou os corações dos noldor para a luta; e de suas contendas, com o tempo, resultou o fim dos belos dias de Valinor e o crepúsculo de sua glória antiquíssima”. p. 76

Minha nota (de 0 a 5): 4

Alan Martins

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Lennon.Lima 11/12/2017

Lançado 4 anos após o fenecimento do meado mais frágil e mortal do criador do universo mais rico e épico que se tem notícia, O Silmarillion é um condensado de manuscritos, rascunhos e contos elaborados por J. R. R. Tolkien (antes mesmo de se empenhar em materializar a sua obra de maior destaque, a Saga do Um Anel, O Senhor dos Anéis), sobre os primórdios da vasta mitologia que viria apresentar e encantar gerações anos a frente. Segundo o seu filho, Christopher Tolkien, os primeiros registros datam de 1917, mas que não ficaram incólumes, inalterados conforme o passar das décadas e a consagração dos livros lançados posteriormente, eram tratados por seu criador como obra em andamento e em constante expansão que continuava a ser alimentada mesmo nos anos finais de sua aparência terrena.

Como dito, a proposta desses escritos é a de relatar o gênesis do universo fantástico da Terra-média elaborado por Tolkien na saga do anel, bem ao estilo narrado no cânone bíblico, ainda que nem tão volumoso e evidentemente com adaptações a mitologia desenvolvida. Não se trata de uma mera reprodução da biblioteca judaico-cristã onde se tenta espelhar a estrutura, a hierarquia das divindades, apenas substituindo papeis por cópias genéricas adaptadas aos mitos Tolkienianos. Há algumas semelhanças e o tom da narrativa é próximo, positiva e negativamente, mas segue caminhos próprios, propõe ideias novas, há espaço para a infinita capacidade criadora do deus das letras britânicas.

Conhecemos a formação do planeta que abriga a Terra-média por meio da divindade máxima, “Ilúvatar”, que se utiliza de suas primeiras criações, “os Ainur”, posteriormente “os Valar”, para a elaboração de uma obra conjunta, uma sinfonia, cujo significado é do conhecimento somente do criador máximo, que dá vida ao planeta a ser habitado por elfos, anões, homens e pelos próprios Valar, que são encarregados de administrar o orbe conforme os desígnios do pai eterno.

Mostra-se a derrocada do Ainur Melkor para o lado sombrio em razão de sua cobiça desenfreada e o ódio que vem a desenvolver de seus irmãos e de todos os habitantes da terra-média, o estimulando a praticar toda sorte de perversidades para espalhar o terror e destruir todas as boas obras dos irmãos e seus subordinados.

É nos apresentado a primeira geração élfica e as profusas divisões estabelecidas na casta, motivadas pelas inclinações díspares de cada ramo familiar quanto à preferência de terrenos a fixar residência ou estilos de vida, além por rixas, discordâncias belicosas plantadas pelas mentiras do senhor da escuridão.

Conta-se a criação imprevista dos anões, os motivos por ser um povo com as habilidades, características e temperamento que lhe são típicas; o despontar dos primeiros homens, os desentendimentos das raças uma com as outras, com os Valar; as grandes batalhas entre as tropas de Melkor e os exércitos dos Primogênitos e Sucessores que marcaram as primeiras eras da Terra-média.

Não é uma leitura “O-“, ou seja, compatível com todos os tipos de leitores aumentando a chance de estrondoso sucesso editorial, em termos de vendas, claro, embora não se esteja falando de um fracasso. Dificilmente essa obra teria conquistado popularidade e retorno financeiro se fosse lançada antes do megassucesso do Senhor dos Anéis. Não à toa, a maioria dos críticos e dos fãs da mitologia recomenda que o volume seja apreciado por último, depois de se familiarizar com o universo de Tolkien lendo as obras antecessoras como O Hobbit e a própria saga do anel. No entanto, deve-se dizer que não é impossível ser cativado pela série iniciando pela leitura do encardenado em questão, pois contém muitas das virtudes do escritor. Há momentos marcantes, há a típica originalidade de Tolkien, há situações particulares e muito bem desenvolvidas. Há pujança criativa, ideias e conceitos bem interessantes que podem, sim, ser um bom cartão de visitas e um chamariz para novos adeptos ao enorme fandom instalado em torno da saga mítica.

Leia o restante da resenha no link.

site: https://cartolacultural.wordpress.com/2017/12/11/resenha-o-silmarillion/
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Vitor Dilly 07/11/2017

Fantasia... ou não?
Em Silmarillion...

"...ocorreu um dos mais lamentáveis dos fatos dos Dias Antigos. Pois houve combate nas Mil Cavernas, e muitos elfos e anões foram mortos. E isso não foi esquecido..."

Em suas tramas de elfos, anões, humanos e hobbits, não estaria Tolkien rememoriando as guerras ancestrais e as alianças do paleolítico inferior, entre diferentes hominídeos? Homo habilis, homo erectus, homo neanderthalenses e homo sapiens, entre outros, com seus chefes e magos-feiticeiros? O texto fala em guerras por gemas, por mineração, por anéis-de-poder... No trecho em questão, cita "dias antigos", e "mil cavernas". Isso soa familiar com aquele período. A presença de dragões poderia significar a sobrevivência de um ou outro dinossauro voador. Mas isso tudo é especulação minha. Essa carga de mistério na "fantasia romanceada" de Tolkien me faz apreciá-lo como ninguém. Sendo fantasia ou não, uma ótima aventura.
Thiago 16/11/2017minha estante
Nunca parei pra pensar nas obras de Tolkien assim como você fez. Mas faz todo o sentido!


Ian 05/12/2017minha estante
Sim, é total especulação. A propósito, hominídeos e dinossauros são de épocas totalmente diferentes. Quando eles existiam, nossos ancestrais eram pequenos roedores.




Lili 02/10/2017

O Silmarillion
Este livro demonstra mais do que qualquer outro de Tolkien a sua genialidade. Percebe-se que ele tinha muito mais ainda para contar sobre elfos, homens, anões, hobbits, maiar, valar, etc., mas que uma vida não foi suficiente para tanto.

Confesso que alguns capítulos são difíceis de atravessar, como "De Beleriand e Outros Reinos", que achei (desculpe Tolkien) beira o maçante. Mas outros capítulos compensam e muito os difíceis.

Recomendo a leitura para quem já leu outros livros de Tolkien. Apesar de os acontecimentos deste livro serem anteriores aos de O Senhor dos Anéis, acho mais interessante para os "iniciados".
Cy 02/10/2017minha estante
"Percebe-se que ele tinha muito mais ainda para contar [...] mas que uma vida não foi suficiente para tanto." Azar o nosso e sorte das árvores do planeta! Hahahahahaha

Nem acredito no mergulho que demos no mundo Tolkien. Estou amando!


Natalie 02/10/2017minha estante
Eu livro favorito de Tolkien!


Natalie 02/10/2017minha estante
*meu




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