The Golden Dynasty

The Golden Dynasty Kristen Ashley




Resenhas - The Golden Dynasty


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Jefi 28/12/2016

Lahn e Circe
Eu simplesmente amei este livro !! Vou até ficar uns dias sem ler outro, pois realmente não quero tirá-lo da minha memória ainda...

Parece-me que a história é uma trilogia, mas não li o primeiro livro e não senti absolutamente que estivesse faltando algo, portanto creio que não exista vínculo um com o outro.

O livro é meio místico, meio fantasioso, mas acima de tudo um romance lindo e bem "caliente" rsrsrs.

Nele temos a Circe que é uma moça moderna que vive nos dias atuais e que de alguma forma foi enviada á um passado muito, muito remoto em que existiam bárbaros, reis e rainhas. E ela chegou no mundo de Lahn no dia em que o povo dele faria a tradicional caça de suas futuras esposas. Ela era a única loira e isso fez com que ela tivesse muitos deles correndo e galopando atrás dela, visto que todas as mulheres tinham cabelos pretos e eram naturalmente de pele mais escura devido á vida exposta ao sol. Lahn por vários anos participava da caçada sem se interessar por ninguém e desta vez achou sua rainha dourada.
Circe sofreu um bocado, pois os costumes, não preciso dizer que eram inimagináveis para ela...O romance me lembrou muito a Rainha dos Dragões com Khral Drogo de Game of Thrones, com o agravante de que a Circe não conhecia aquele mundo.

O livro não termina com continuação, então pode ler sem medo de ser feliz !!!!

Keila 10/01/2017minha estante
Amei esse livro!


Jefi 02/09/2018minha estante
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Jan 29/09/2020minha estante
Jefi, acho que nao eh trilogia. Isto eh uma series no genero fantasia desta autora.Li tantos livros bom dela! Mas nos ultimos anos nao saiu nada que valhesse a pena. :( Que bom que gostastes, ela tem uns mocinhos bem alpha e possessivos D+ ;-)


Jefi 29/09/2020minha estante
Vou ler aquele que tu indicou manau. Já achei ele!


Jan 29/09/2020minha estante
espero que gostes!




Alice 07/06/2021

Reli esse livro em inglês, com o intuito de melhorar meu vocabulário e já que era um livro que eu havia gostando bastante a primeira vez, pensei, pq não? E cara kkkk vi tanta coisa problemática nesse livro que fiquei até com vergonha de ler recomendado ele pra algumas amigas, mas enfim ainda não deixa de ser um bom livro, apenas não é um livro que eu recomendaria novamente.
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Camila 07/06/2019minha estante
Bem assim mesmo, adorei o discurso dela depois do tapa na cara que levou, mas ficou só no discursinho mesmo. Sendo ela de outra época, pensei que ia propor mudanças...




Caro 03/11/2018

+18, livro contém gatilhos estupro, sequestro.
.
.
Eita que livro estranho! Primeira cena é horrenda e com o passar do tempo ficava pensando 'wtf?'. Meu sentimento é de repulsa e apesar de entender a época e a tradição do povo, me senti mal. Mas li rápido e queria saber mais porque a autora escreve bem! A mulher inventou uma outra língua, um idioma completamente diferente. *Palmas por isso!
Porém, o casal não me convenceu. Nadinha! O mundo de fantasia da história é bom, mas o romance não rolou para mim!
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tábata 20/06/2020

Projeto de Khal Drogo
Esse livro é uma abominação.
Tudo de errado que existe nesta história é romantizado com uma dose de "você tem que aceitar isso, é o jeito deles". Desculpa, mas se o "jeito" deles é colocar uma monte de mulher no curral como se fossem vacas, caça-las e as estuprar, então o jeito deles está errado. Ponto final.
O "herói" da história é um estuprador, pelo amor dos deuses. A guria perdoa ele, se apaixona por ele (mesmo depois de ele bater nela), porque já que fui forçada a me casar com ele e ele é gostoso, então devo fazer o que puder para melhorar minha situação, certo!? Se a vida te der limões... Você enfia naquele lugar do cara quando ele estiver dormindo e foge, porque querida, isso não é vida.
Não consigo pensar em nenhuma, absolutamente nenhuma, característica boa sobre essa história toda.
Nunca achei que diria isso mas aqui está um livro que nunca deveria ter sido escrito.
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Dayane.Persil 24/09/2020

Acho que esse foi um dos livros mais difíceis e emocionantes que eu já li. Pra falar a verdade é bem difícil descrever o que eu senti e fiquei dividida entre amor e ódio na maior parte do tempo.

Esse livro foi brutal em vários momentos eu cheguei a pensar em largar ele, mas valeu muito a pena não fazer isso.

Nesse segundo livro (não precisa ler o primeiro para entender, mas realmente recomendo) temos Circe, uma mulher que vai dormir em sua cama e simplesmente acorda no meio de várias mulheres cercada por vários selvagens.

Como isso já não fosse assustador o bastante para nossa querida Circe, ela então descobre que está participando da "caça a noiva" (ela querendo ou não). E é aí que entra o Dax Lahn, o rei desse bando de selvagens (sério mesmo, não tenho outra palavra para descrever esse povo melhor do que selvagem).

Nesse livro não conhecemos só um novo mundo, mas uma cultura totalmente diferente de tudo aquilo que já vi. É claro que eu não gostei de muitas coisas que aconteceram.

Esse livro é assim mesmo, ele é incomodo e brutal, mas aos poucos vamos conhecendo esse povo, suas nuâncias e aquilo que para nós é bárbaro para ela é cultura.

Eu tive uma relação de amor e ódio com esse livro, mas devo confessar que no final eu realmente gostei.

Chorei, sofri, fiquei puta da vida, mas no final esse livro ganhou meu coração.
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Lua 19/02/2017

Dracarys, Arco-íris e Balas de limão

Bem, este livro eu gosto bastante. Ele é basicamente uma releitura, cheia de flores e arco-íris (literalmente), mas ainda uma releitura, da história do casal Daenerys Targaryen ♥ Khal Drogo.

A história conta sobre a Circe e o Lahn. A Circe, uma mulher comum, depois de dormir tranquilamente em sua cama, acorda, do nada, em um lugar desconhecido, sem entender a linguagem local e assustada com seus costumes completamente selvagens. Bem no início ela é forçada a se "casar" com o Dax (Rei) Lahn, e no começo o relacionamento deles vai aos trancos e barrancos. Pra quem assistiu GOT sabe bem como foi o início do casal. Mas, ao longo da história eles foram se entendendo e a mocinha se esforçou para aceitar os costumes dos Korwahks (população local).

Algo que eu não gostei foi a linguagem da autora, parecia até uma adolescente contando a história, mas apesar disso, vale a pena a leitura.

No livro tem muito amor envolvido, carinho, proteção e até mesmo possessividade. Para aqueles românticos de plantão que adoraram o casal Daenerys e Drogo e sentem saudade, está valendo. Mas não espere as Crônicas de Gelo e Fogo!

Leia a resenha completa no meu blogg. :)

site: http://rabisco-essencialmenteliterario.blogspot.com.br/2017/01/dracarys-arco-iris-e-balas-de-limao.html
Debora.Motta 09/02/2018minha estante
Oi..
Qual o livro do casal Daenerys Targaryen RSS
Obrigada bjs


Lua 09/02/2018minha estante
Olá!
Foi esse mesmo: The Golden Dynasty.
Mas já aviso que é uma releitura bem idealista. Hahaha
Beijos.


P@ty 21/06/2018minha estante
Débora e o primeiro livro das crônicas de gelo e fogo do George R Martin


P@ty 21/06/2018minha estante
Debora é o Guerra dos tronos o primeiro livro da Crônicas de gelo e fogo do George R Martin


P@ty 21/06/2018minha estante
Debora e o livro Guerra dos tronos primeiro livro das crônicas de gelo e fogo do George R Martin


Debora.Motta 21/06/2018minha estante
Obrigada


Lua 06/06/2019minha estante
Haaa agr que eu entendi a pergunta kkkk




Simara 14/03/2017

O melhor de todos
Para tudoooo!!!! E leiam esse livro.
Sabe uma série que não para de te surpreender? É essa série!!! Estou apaixonada e curtindo uma mega ressaca literária.
Esse livro é uma fantasia maravilhosa, uma superação de tradição, cultura, mundos e linguagem. Provando mais uma vez que o amor, paciência superam tudo.
Livro cheio de surpresas, aonde Guerreiros tem um coração imenso, mas são guerreiros.
Quero ler todos, quero ler na minha estante.
E quero registrar que esse é o melhor livro de Fantasia após HP para mim.
Confiram essa escrita, não quero falar da história pq não sei falar sem soltar spoiller.
Mas posso dizer que você não irá se arrepender.
Debora.Motta 09/02/2018minha estante
Oi..
Que livro é Hp? Rss


Simara 14/02/2018minha estante
Olá Débora, HP é Harry Potter.


Debora.Motta 15/02/2018minha estante
Obrigada


Debora.Motta 15/02/2018minha estante
Obrigada..
O melhor nunca mais achei um livro assim..




Day 19/03/2017

OK kah Lahn, OK kah Lahnahsahna!
Aaaaaaaaaah meu Deus, que livro é esse???
Perfeição define!
Desde o começo já imaginei que o romance seria de uma intensidade, perfeito, cheio de obstáculos, quais o primeiro era a comunicação entre eles, toda a natureza dele, seu modo de vida, de criação, a maneira que era com o seu povo, o que era natural pra ele, o que era certo, pra ela era de uma monstruosidade, que achei difícil ela se adaptar a vida dele.
Mas nossa Circe, Rainha Dourada, Tigresa, aprendeu a tudo, a linguagem, a impor seus sentimentos, a entender os dele quando era preciso, passou a amar aquele homem, Dax(Rei), guerreiro fodão lá fora, mas pra ela, ele era Doce!
Claro que ele errou, feio em alguns momentos, mas isso só ajudou ele a respeitá-la, a ver como ela era preciosa pra ele, e se tornou o mais lindo de todos, amante e marido maravilhoso!
Eu amei demais essa história, foi de uma riqueza, tudo pelo o que ela passou, tudo o que ela conquistou, todo amor do seu povo, respeito, e como o amor dos dois superou tudo!
Realmente fiquei estragada, ressaca literária terrível aqui!
Super recomendo!!!

PS: MDS eu meu apaixonei pela Tigresa, quero uma tb!
PPS: Como faço pra ir pro outro mundo e trocar de lugar com a minha "gêmea"?
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flaflozano 15/07/2019

A little taste
Fiquei sem fôlego, mas não estava derrotada.
Isso, era isso mesmo, era por isso que precisávamos deixar as coisas bem claras.
Arqueei as costas, empurrando os ombros dele e gritei: — Sério, grandalhão, precisamos ... deixar... algumas coisas... claras!
Sua mão passou pelo meu lado então deslizou entre os nossos corpos.
Eu perdi.
Com um grito frustrado e furioso, lutei.
Isto surpreendentemente funcionou. Consegui empurrá-lo para trás, sair de baixo dele e quase chegar ao lado da cama antes de ser pega pela cintura e puxada de volta.
Me virei e lutei.
Consegui usar as unhas para marcar sua pele, abrindo duas finas e curtas linhas que se preencheram instantaneamente com sangue logo abaixo dos ombros dele, ombros que recuaram enquanto eu congelava, em choque, por ter conseguido feri-lo. Então ele me forçou todo o seu peso, inclinou a cabeça para baixo para olhar as linhas e, caralho, quando olhou para mim havia algo nos seus olhos que não gostei e o que quer que tenha sido o fez sorrir como se estivesse supremamente satisfeito.
Merda!
Descongelei e novamente me esforcei, assim como naquela noite hedionda, grunhindo com o esforço.
O problema era, mesmo o bastardo sabendo que era maior do que eu, mais forte do que eu, deu o seu melhor e deixou claro que, se eu não fosse esperta e rápida, ele quebraria os meus ossos se tivesse que fazer isso.
Deus, eu o odiava.
E quando me colocou de joelhos, de costas para ele, meus pulsos seguros por um dos seus punhos, presos, imóveis, contra o meu peito e soube o que estava por vir, levantei a cabeça e gritei.
—Deus, eu te odeio!
A mão livre deslizou ao longo da seda sobre a minha barriga e sua boca encostou no meu pescoço.
—Kah Lahnahsahna — murmurou.
Me debati (sem sucesso) nos seus braços e gritei: — Pare de me chamar assim!
Seus dedos se curvaram, enrolando o tecido na minha barriga, juntando-o e quando estava todo levantado sua mão se moveu para baixo.
Congelei.
—Kah Dahksahna — sussurrou contra o meu pescoço.
—Foda-se! Não sou sua rainha! — Rebati, meus quadris finalmente se movendo para evitar o caminho da sua mão.
—Kah rahna Dahksahna — murmurou e sua mão deslizou para a minha calcinha.
Meus quadris pararam de se mover.
—Deus — sussurrei puxando meus braços, o que não serviu de nada para afrouxar seu aperto. — Eu odeio você pra caralho.
Seus dedos deslizaram entre as minhas pernas.
Foi quando me dei conta que seu toque não era frio. Não era distante. Ele não estava me empurrando com a cara na cama e me tomando por trás como se eu não passasse de um receptáculo quente para receber a sua semente.
Seu toque era gentil, leve, suave. Oh, merda.
Seu dedo deslizava levemente, como um sussurro, sobre o meu clitóris.
Oh, merda!
—Lahn — sussurrei.
—Lahn — ele repetiu, empurrando os quadris contra as minhas costas enquanto seu dedo começava a fazer círculos, no que era claramente uma carícia. E, meu Deus, não podia acreditar, mas era agradável. Era gentil. E meu corpo, maldição, a reconheceu como tal.
O que, diabos, estava acontecendo?
—Por favor. — Continuei sussurrando.
—Por favor — ele repetiu de novo, ainda fazendo círculos com o dedo, em um toque suave.
—Não — implorei.
—Não — ele repetiu e meus olhos se fecharam lentamente.
Deus, isto estava acontecendo comigo? Depois de tudo o que ele fez, isso realmente estava acontecendo comigo?
O dedo dele aplicou um pouco mais de pressão.
Minha cabeça automaticamente se inclinou para trás até o ombro dele quando uma pequena espiral de prazer atravessou a minha barriga.
Sim, isso estava acontecendo comigo.
Movi as mãos novamente, sussurrando: — Não vou gozar.
—Não vou gozar — sussurrou em resposta e seu profundo e retumbante sussurro espiralou através de mim também.
O dedo dele começou a circular mais rápido, um pouco mais forte, muito melhor.
Deus.
Virei a cabeça, a dele levantou, pressionei minha testa contra o seu pescoço e lutei contra a espiral de prazer que estava desabrochando. Mas não ganhei. Ela se espalhou, então cresceu, em seguida, se alastrou.
—Lahn — murmurei enquanto o contínuo trabalho dos seus dedos afastava os últimos resquícios de tensão do meu corpo.
—Lahn — ele murmurou e moveu o dedo em círculos mais rápido.
Oh, isso era bom.
—Circe — sussurrei.
Sua mão segurou os meus pulsos com mais força, puxando- os para perto de mim enquanto seu dedo pressionava com mais força.
—Circe — ele sussurrou e meus quadris se moveram.
Sim. Eu gostei disso.
—Circe — sussurrei de novo e ele pressionou sua dureza contra as minhas costas e movimentou os dedos ainda mais rápido.
—Circe — ele repetiu baixinho e eu gemi enquanto aquela espiral na minha barriga ficava fora de controle.
—Sim — murmurei.
Senti seus lábios tocarem levemente os meus.
—Sim — ele murmurou. Oh, Deus.
Meus quadris se mexiam com sua mão, esfregando contra ela, querendo mais do seu dedo e ele não recusou. Concedeu o que eu queria e aceitei, ansiava por isso e comecei a gozar.
Meus olhos se abriram e quando o fizeram, os dele, escuros, não pareciam distantes, não estavam em branco, não pareciam impassíveis, mas calorosos, interessados e, Deus, seria possível? Incrivelmente sexys.
Seu dedo pressionou com mais força e circulou mais rápido. Oh, sim.
Engoli em seco. — Lahn!
—Circe — sussurrou contra meus lábios, inspirei irregularmente e gemi contra ele quando gozei. Intensamente.
E enquanto eu estava gozando, ele me soltou e me empurrou para baixo, sobre a cama, de bunda para cima. Puxou o tecido da minha camisola, arrancou minha calcinha, separou minhas pernas com os joelhos e me penetrou.
Minha cabeça voou para trás. Oh, sim. Inferno, sim.
—Sim — suspirei sem pensar, meu corpo pensando por mim, retribuindo suas investidas.
Ele se inclinou para frente, se aproximou e segurou meu seio com uma mão áspera enquanto bombeava em mim, puxando meus quadris para trás com a outra mão.
—Kah Lahnahsahna — ele grunhiu.
—Oh, sim — gemi.
Seus dedos encontraram meu mamilo e o puxaram, um puxão forte que me atravessou como uma faca quente, deixando um rastro de fogo. — Kah Lahnahsahna.
—Kah Lahnahsahna — Eu gemia, empurrando para trás, retribuindo impulso com impulso.
A mão dele soltou meu seio e ambas seguraram meus quadris, me puxando para trás, me dando tudo dele e o levei, o convidei, me estendi por ele.
Incrível.
Tão incrível, que minha cabeça voou para trás novamente e meus braços se estenderam em linha reta.
Ele viu, se inclinou para a frente, sua mão circulou minha garganta, me puxou até ficar sobre as minhas mãos e continuou bombeando dentro de mim, a mão deslizando até o meu queixo. A carícia foi gentil, até mesmo suave. E era possessiva, reivindicando.
O rei Lahn estava fodendo sua rainha.
Oh merda, foda-se, mas gostei disso também. Tudo isso, cada centímetro dele batendo em mim, sua mão no meu queixo, eu de quatro na frente dele.
Gostei tanto que minhas costas arquearam, minha cabeça inclinou para trás mais ainda e gozei novamente. Mais forte. Gritando bem alto, o que foi bom pra caralho.
Eu o ouvi grunhir, em seguida, suas mãos foram até as minhas costelas, me puxando para trás, me penetrando violentamente agora, me segurando, continuando com as estocadas profundas até que o seu grunhido ao gozar foi quase tão alto quanto o meu.
Merda. Puta merda.
Merda!
Ele se moveu lentamente, para dentro e para fora, enquanto sua mão deslizava ao redor das minhas costelas. Continuou se movendo, se inclinou para frente, as mãos deslizando para cima, envolvendo meus seios. Em seguida, com cuidado, levantou meu torso até que eu estivesse em linha reta, empalada pelo seu pênis; ele era tão grande que meus joelhos não alcançavam a cama apenas o seu pau e suas mãos me apoiavam.
Meu Deus.
Uma mão deslizou até o outro seio e o segurou enquanto a outra mão ia até onde nossos corpos se conectavam e seus dedos deslizaram para dentro, sua palma cobrindo meu sexo.
Então, sua boca estava junto à minha orelha.
—Circe, kah rahna Dahksahna. Circe, kah Lahnahsahna — ele grunhiu no meu ouvido, sua voz um estrondo feroz, suas palavras uma declaração.
—Humm ... — sussurrei. — Tudo bem. Merda! O que mais eu podia fazer?
Ele emitiu outro grunhido que deslizou pela minha pele como seda, em seguida, senti sua língua se movendo da parte de trás da minha orelha para o meu pescoço, até o meu ombro.
Diante disso, meu corpo inteiro estremeceu.
Então, me levantou para fora dele, me virou bruscamente, me colocou de costas sobre a cama e, em seguida, desceu em cima de mim.
Mal tive tempo de me ajustar à nova posição antes dele se virar, estender a mão, puxar o lençol até as nossas cinturas, em seguida, se virar para mim. Me arrastou quase totalmente para debaixo dele, emaranhando as pernas pesadas nas minhas, seu braço envolvendo quase todo o meu corpo, o rosto ao lado da minha cabeça, sua boca na minha testa.
Senti seu peso relaxar contra mim e fiquei imóvel, esperando.
Humm. Não tinha certeza. Será que estávamos acertando as coisas?
Quando ele não disse nada e sua respiração acalmou, falei:
—Lahn?
Seu braço me deu um aperto poderoso. — Trahyoo — ordenou com firmeza, mas suavemente.
Definitivamente uma ordem, embora não tivesse a mínima ideia do que ele disse.
—Uh ... ok — sussurrei e obtive outro aperto do braço que tirou meu fôlego.
Hora de ficar quieta.
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