Cinder

Cinder Marissa Meyer




Resenhas - Cinder


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Lanny 20/05/2018

Cinderela Mecânica
O fato da história ter elementos da história da Cinderela, torna alguns fatos previsíveis. No entanto, as diferenças são muito grandes entre Cinder e sua inspiração no conto infantil. Kai é o típico personagem masculino que encanta as leitoras por, mesmo na hora da maior confusão, ainda agir de forma honrada. Passando pro segundo pra ver onde essa história vai dar.
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Gabyh 10/05/2018

"A maioria dos seus clientes não conseguia entender como uma adolescente podia ser o melhor mecânico da cidade, e ela nunca divulgava a razão de seu talento."

Para quem ainda não sabe disso, vou contar uma coisa, o livro Cinder se trata de uma releitura da conhecida história da Cinderela, isso, aquela mesma que perde o sapatinho – no caso desse livro – ela perder o pé mesmo. A autora teve uma sensibilidade enorme e conseguiu criar um mundo completamente novo, mesmo que em alguns momentos o livro te faça ter a sensação que já conhece aquela história.

Na história vemos três tipos de personagens que possuem grande destaque: humanos, simples mortais como todos já sabemos mesmo; ciborgues, mortais que sofreram de alguma forma e tiveram partes de seu corpo substituídas por partes mecânicas, o que faz deles uma abominação aos olhos da maioria dos humanos; e – infelizmente não menos importante - os lunares, seres que vivem na lua e possuem a habilidade de controlar a mente das pessoas, fazendo com que elas vejam o que eles desejam. Também temos os androides, mas eles não são personagens principais dessa história, basicamente as pessoas possuem androides para serem seus empregados.

A protagonista da história é Cinder, uma ciborque que foi adotada e trabalha para conseguir dinheiro para sua guardiã legal. Cinder é uma mecânica bem jovem e não se incomoda com o fato das pessoas as vezes a olharem torto, mas ela é surpreendida com uma visita inesperada em seu estande, quando ninguém menos que o príncipe se aproxima dela e pede que ela conserte um androide em particular.

A madrasta de Cinder – Adri – faz questão de deixar bem claro para todos o quanto só tolera a presença da garota, pouco se importando com o seu bem estar. Ela ainda vive com as duas filhas – meias-irmãs de Cinder – sendo que as garotas são uma detestável – Pearl – e uma adorável – Peony. Mas como desgraça pouca é bobagem, não é de se estranhar que a estranha doença que assola o país tenha que atingir uma das moradoras da casa, e claro a única que é legal com a protagonista.

Desde o início do livro podemos ver que Cinder não é aquela personagem tonta que aceita tudo sem questionar ou procurar saber um pouco mais a fundo a respeito de algo. Claro que a história da protagonista tem várias partes em branco o que deixa uma margem enorme para especulações e acredite, essas especulações muitas vezes são sustentadas por pontos contados dentro do livro.

A autora soube introduzir os personagens lunares de uma forma intrigante, que cada vez mais desperta a atenção sobre eles e seus segredos escondidos, assim como muita coisa envolvida na forma como a Rainha Levana controla os outros.

Se tem uma coisa que é possível saber com esse livro é que você estará cada vez mais envolvido nessa história e ira se envolver de uma forma surpreendente, aguardando o desfecho dessa trama.
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Mariáh 29/04/2018

Novo conto da Cinder(ela)
Não julgue um livro pela capa. Olhei para esse livro e pensei "Conto de fadas na certa", como eu estava enganada. É um livro que se vê uma visão futurista (coisa que amo em livros, adoro imaginar como pode ser o futuro), Cinder que tem uma história semelhante e ao mesmo tempo totalmente diferente de Cinderela. Quando comecei a lê imaginei que Cinder era a antiga Cinderela de sempre, deixada ser mandada pela madrasta e ser maltratada pelas meias-irmãos, trabalhando para viver na casa que era dela por direito e tudo... Mas nossa Cinder tem atitudes bem diferente que estamos acostumado a vê.
Não pegue esse livro achando que vai ter um lindo conta de fadas moderno, porque ele está bem fora desse conta de fadas. Recomendo a todos que tem interesse no livro realmente a ler, não se arrependeram.
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Amanda Campelo 21/04/2018

Resenha no ig @booksdaamanda
"O príncipe mandou que as escadas fossem cobertas por piche, e quando Cinderela as desceu correndo, sua sapatilha esquerda ficou presa ali."

Então eu li, Cinder. O primeiro livro da série Crônicas Lunares, conta a história de Cinder, uma ciborgue. Cinder vive com sua Madrasta e suas meia-irmãs, Peony e Pearl. Pearl é para Cinder, além de irmã, sua melhor amiga. Cinder é conhecida como a melhor mecânica de Nova Pequim, por isso é procurada pelo príncipe Kai, para consertar seu androide e pede que o conserto seja feito antes do baile anual. Porém, Cinder é impedida de trabalhar no conserto do androide, pois Peony foi infectada por uma peste fatal e contagiosa que há anos assola a cidade, a Letumose (febre azul). Adri, madrasta de Cinder, culpa Cinder pela doença de sua filha, e pôr ter a guarda legal de Cinder a obriga à fazer parte das pesquisas dessa doença. E logo que Cinder chega ao laboratório, o Dr. Earl descobre algo incomum e que pode ser muito valioso. E temos muito mais no desenrolar dessa história.

Adorei o livro, assim que terminei já queria ler o próximo, mas não o fiz. No início a história se arrasta um pouco, mas chegando na página 200 em diante torna-se uma história eletrizante. Recomendo que leiam!!!
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Jaqueline 01/04/2018

Ficção Maravilhosa
Cinder é uma ciborgue de 16 anos que vive com madrasta, suas duas meias-irmãs e Iko um androide com uma personalidade bem peculiar (ok até a parte do androide a história se parece bem familiar). Pois bem Cinder mora em Nova Pequim uma comunidade criada após a quarta guerra mundial que reúne várias etnias além das pessoas também tem os androides (robôs com inteligência artificial), ciborgues (pessoas com partes robóticas e partes humanas) e aerodeslizadores (carros flutuantes). A vida de Cinder ia bem (na medida do possível) ela tinha conseguido um pé novo, seu novo cliente e ninguém mais que o príncipe Kai. Mas tudo muda quando sua irmã Peony é diagnosticada com Letumose uma doença sem cura que está se alastrando pelo mundo. Depois que Peony é levada para quarentena, Cinder é forçada a ser voluntária na pesquisa para encontrar a cura da Letumose. Lá ela se torna a principal cobaia do Dr. Erland que descobre que ela possa ser a chave para a descoberta da cura. Encontra partida ela se aproxima ainda mais do príncipe Kai (ou somente Kai para os íntimos) sentimentos surgem a partir dessa aproximação tanto que Cinder é convidada pelo príncipe a ir ao Baile. O que eles não imaginavam era que tantos segredos seriam revelados nesse dia.
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priscila.saatmam 13/03/2018

Cinder: a mais humana entre todos os humanos
"Pane no sistema, alguém me desconfigurou (...) eu não sabia eu não tinha percebido, eu sempre achei que era vivo. Parafuso e fluido em lugar de articulação, até achava que aqui batia um coração nada era orgânico é tudo programado e eu achando que tinha me libertado. Mas lá vêm eles eu já sei o que vou fazer reinstalar o sistema." - Trecho da música Admirável chip novo da Pitty.

Marissa consegue construir de forma sutil um enredo que trata de coisas muito importantes.
A personagem principal lida com questões como preconceito, xenofobia, doenças e o ponto mais alto do livro, "o que nos torna humanos?" Cinder é constantemente humilhada por ser quem é, ela é rebaixada inúmeras vezes ao nível de coisa, de posse. Nada mais, nada menos.

É de se esperar que a personagem fosse uma pessoa cabisbaixa, e tal. Mais é aí que a gente leva um tapa na cara e fica sorrindo, Cinder é a pessoa mais forte que eu já li em um YA distópico.
Ela sabe que é um ciborgue, ela sabe que não é igual aos outros, mas ela sabe que isso não a desumaniza, muito pelo contrário, ela é a mais humana entre todos, Cinder sabe quem é... Se bem que ela descobre umas outras coisas da vida dela que me deixou UOU! Descobertas essa que leva Cinder a repensar tudo o que tinha crescido acreditando ser a verdade, sobre ela e todo o resto.

E, mesmo sob todo ódio e a pouca idade, a protagonista consegue manter-se humana em sua essência e caráter, desistindo das próprias escolhas para libertar os outros da tirania iminente da rainha Levana.

Cinder demonstra a força, sororidade e coragem faltante em tantos personagens e em tantas pessoas reais. Seria tão bom que as escolas colocasse um livro como este para meninas e meninos lerem, isso faria uma enorme diferença.
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Aline Marques 10/03/2018

Das cinzas a lua! [IG @ousejalivros]
Cinder está longe de fazer parte da realeza. Na verdade, ela mal é considerada humana, com suas partes mecânicas e ausência de dutos lacrimais.

Seus dias são regidos pelo excesso de trabalho e nenhum pagamento, já que sua guardiã legal a mantém sob vigilância constante, enquanto a ridiculariza e explora, garantindo que Cinder não se esqueça de quão generosa é, por não descartá-la.

E já que tudo que "não anda muito bem", pode sempre piorar, o passado voltará para assombrá-la , enquanto o presente se esforça em sufocá-la.

Também tem a questão da monarquia, da vilania e da peste, mas deixarei que descubra isso por conta própria.

Meyer recria um dos meus contos favoritos, apresentando uma protagonista destemida, inteligente e imperfeita, que, apesar das dúvidas e dificuldades, sabe quem é o que precisa ser feito, sem se deixar levar pela opinião dos demais.
Referências a história original, arrancam suspiros e fazem sorrir, mas são os novos elementos que arrebatam o leitor, mesmo com toda a previsibilidade envolvida.

Divertido, intrigante e científico na medida certa, esse livro é ideal para leitores iniciantes e para aqueles que temem se arriscar pelo mundo sci-fi, mantendo o romance em "banho maria" para que as questões mais importantes sejam solucionadas, com tranquilidade e discernimento, permitindo que os personagens amadureçam. Como deve ser.
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Cris 08/02/2018

Conto de fadas futurístico.
“Vaidade é um fato, mas é mais uma questão de controle. É mais fácil induzir os outros a acreditar que você é lindo se você puder se convencer de que você é lindo. Mas espelhos têm um jeito incomum de dizer a verdade.” Pág. 198

Cinder é uma jovem que vive na Nova Pequim em um futuro distópico. Neste mundo, ciborgues, androides e humanos convivem, mas não sem conflitos entre eles...

Cinder não se lembra de nada de sua infância, só sabe que é metade humana e metade ciborgue, e que foi adotada ainda criança por seu padrasto falecido. Hoje ela vive com a madrasta (uma verdadeira bruxa!) e suas duas meia-irmãs.

A história possui inspiração em Cinderela, e podemos ver muitas características do famoso conto adaptados aqui. Por exemplo, Cinder é mecânica, e ela vive suja de graxa, como a gata borralheira. Ela é uma espécie de empregada de sua família, onde é obrigada a trabalhar para o sustento de todos.

Diferente da história de Cinderela, Cinder tem muito amor por uma das irmãs, a caçula Peony. A mais velha trata Cinder do mesmo jeito que a mãe.

Claro que em todo conto de fadas, temos um príncipe: o belo e encantador Kai, cujo pai, é imperador da Terra.

Eu gostei muito do livro. A história é contada de forma que você lê muito rápido, a diagramação da Editora Rocco está muito bonita.

Eu amo distopias e amo conto de fadas e achei a junção destes dois tipos de literatura fascinantes. Apesar da inspiração em Cinderela, gostei da forma como a autora conduziu a história, fazendo com que nos lembremos de Cinderela e ao mesmo tempo, nos direcionando para um rumo muito diferente.

Só senti um pouco de falta de uma melhor descrição deste mundo distópico e das características dos personagens.

Outro ponto negativo é o fato de ter descoberto o segredo da história logo no início.
Fora isso, gostei bastante do livro, e pretendo ler a continuação.

“Mas se havia uma coisa que ela aprendera ao longo dos anos como mecânica era que certas manchas nunca saíam.” Pág. 345


site: https://www.instagram.com/li_numlivro/
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Desi Bahls Tomeleri 28/01/2018

Como amo esse livro!
Toda terça tem assunto literário lá no Blog na categoria Gata de Biblioteca. Passa lá pra ver!

site: http://gatadeboutique.blogspot.com/2018/01/cinder-de-marissa-meyer.html
nexinha.fragoso 30/01/2018minha estante
me passa o link :D



nexinha.fragoso 09/02/2018minha estante
Obrigada




Nasa 27/01/2018

Quando terminei de ler Nosferatu eu precisava de um pouco de ar, leveza, ai peguei o primeiro livro da série Crônicas Lunares, da Marissa Mayer, para ler e não me decepcionei, só me surpreendi. Os livros:
2. Cinder
3. Scarlet
4. Cress
5. Winter
Pelas minhas pesquisas o livro foi publicado em 2012 e localizei várias capas diferentes e duas editoras também, se não estiver enganada. Os livros contam a história futurista da Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel e a Branca de Neve. Os contos de fadas estão interligados e foram uma grande aventura pela terra, Lua e espaço.
Mas vamos para a resenha do primeiro livro, Cinder, nossa protagonista principal nessa trama super bem ambientada.
A vida de Cinder não é boa, ela é uma ciborgue, ou seja, um cidadão de segunda classe. Na verdade é alguém metade humano metade androide. Na sociedade atual, isso é ser inferior, para você ter uma ideia, da situação de alguém assim, ele tem a obrigação de se voluntariar para teste da vacina da “peste” da época, conhecida como letumose. Mas vamos nos ambientar. Você está na terra e já rolou uma Quarta Guerra Mundial, que foi um desastroso evento. A tecnologia foi o que nos salvou e uniu as nações.
O maior inimigo é a Letumose e Luna são nossos maiores problemas. A epidemia é letal, já se alastrou, mata sem piedade. Todos buscam uma cura assim como a equipe de pesquisadores da Comunidade das Nações Orientais, em Nova Pequin, cidade onde mora Cinder.
Cinder tem 36,28% do corpo de partes cibernéticas, a mão e uma perna. O que achei muito legal, ela possui parte do cérebro e sentidos melhorados. É como ter uma placa de memória no cérebro que lhe permite audição perfeita, acompanhar eventos, notícias, dados de arquivos. E mais algumas qualidades que ela vai mostrando ao longo do livro. Como sua capacidade de concertar qualquer que seja o aparelho mecânico.
Você deve estar se perguntando porque ela é meio humana e ciborgue? Sofreu um acidente de aerodeslizador, uma carro, quando tinha onze anos, onde seus pais morreram. O que sobrou de seu corpo foi salvo e as partes danificadas substituídas. Foi adotada por um tutor, que morreu de letumose e deixada aos cuidados de Adri, sua guardiã legal e madrasta, mãe de Pearl e Peony.
Como toda madrasta que de contos de fadas Adri é uma criatura cruel, exploradora, má, egoísta, e trata Cinder com intolerância e crueldade, assim como uma de suas filhas a Pearl.
Aqui o enredo não muda Cinder trabalha duro para sustentar a família como mecânica, sua vida é uma dureza, tem duas amigas, sua irmã boa, Peony, e Iko, uma androide doméstica animada, totalmente fantástica. Iko é a alegria do livro. Ela tem um defeito no chipe de personalidade, que ninguém quer mudar.
Cinder esconde de todos sua condição, teme a descriminação. Sua mão e perna não tem implante de pele, o que a obriga a usar luvas e botas permanentemente para ocultar seu segredo.
A terra não está vivendo um bom momento, a Letumose matando, uma ameaça intergaláctica constante dos Lunares, habitantes da lua, que tem como rainha uma peça boa chamada, Levana. Pense numa criatura cruel? Levana. Ela tem fixação pela Terra e seus recursos e pretende firmar uma aliança, por casamento com o príncipe Kai. Herdeiro da Comunidade das Nações Orientais.
Os lunares são bastante perigosos, todos nascem com um dom chamado “encanto”, a capacidade de manipular a mente de humanos. Eles praticamente fazem os humanos de marionetes e capazes de executar qualquer coisa sob a vontade deles. Confesso, a pior coisa do livro, esse dom lunar.
A santinha da Levana praticamente matou e mutilou todos os que estavam em seu caminho para assumir o trono. Uma de suas vítimas mais conhecidas foi a princesa herdeira Selene. Claro, existe uma teoria da conspiração de que a princesa está viva. O príncipe Kai a está procurando, pois acredita que ela é a única capaz de destruir e libertar Luna e a terra da crueldade de Levana.
As coisas começam a acontecer quando o príncipe Kai disfarçado procura Cinder para que ela conserte um robô pessoal. Sua reputação de a “melhor” chegou aos seus ouvidos. O robô guarda informações vitais. Desse ponto em diante a vida de Cinder vira de pernas para o ar.
Ela se vê envolvida em intrigas palacianas perigosas e mortais. Uma aventura sem igual que vai leva-la ao limite da vida e da morte. Claro, temos um baile e até mesmo a cena do sapatinho.
O primeiro livro é muito bom e não me decepcionou, Cinder é uma personagem forte, inteligente e sabe o que quer, fraqueja as vezes, mas é normal, ela vai enfrentar muita pressão. Afinal vai ter de lutar por sua vida, daqueles que ama e de toda a terra. Sem falar no seu coração que foi roubado por um jovem príncipe cheio de responsabilidade e lutas para vencer.
A autora Marissa Mayer tem um jeito bem cruel de terminar os livros, felizmente eu tinha todos em mãos e pude passar de um para o outro de imediato, senão confesso que teria jogado o livro pela janela de tanta ansiedade. Isso corre nos 3 livros. No 4, e último livro, ela foi boazinha e nos deu um excelente final.
Minha nota? Cinco beijos mordidos.
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Flávia Martins 29/12/2017

Leitura rápida, mesmo que clichê. Sendo um livro infanto juvenil, é de se esperar que não detenha de grande complexidade, apesar de ser divertido.

Os personagens não me convenceram de forma alguma, o romance não é bem trabalhado, a ideia da madrasta é mal construída e a trama toda segue para um rumo completamente previsível. No entanto, sendo uma releitura de cinderela, me prendeu o suficiente para ser capaz de terminá-lo (apesar de ter pensado em desistir uma ou duas vezes).
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The 27/12/2017

Cinderela as avessas!
O melhor de Cinder é que chega um ponto do livro em que você esquece que esta lendo um reconto. Existem algumas coisas que foram ressalvas pra mim na história, alguns defeitos, no entanto, acho que por ser o primeiro livro da autora merece ser encarado com flexibilidade. O universo é muito interessante, os conflitos são ótimos, o enredo é muito bom e há envolvimento com os personagens, falta um pouco de mistério mas o final deixa a curiosidade para a continuação, que pretendo buscar para ler. Cinder é uma cinderela bem fora do clichê o que é uma das melhores coisas do livro. Vale a pena.
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Erika.Santos 21/11/2017

Princesa nada indefesa
O livro Cinder é tão bom que não sei por onde começar a falar, do kai que ganhou meu coração ou da Cinder que de princesa indefesa não tem nada ? Gente, fui tapeada mil vezes por essa obra, sabe aquela releitura que você pensa que sabe mas na verdade a escritora muda tudo, a pegada distópico no conto da Cinderela ficou muito bem construída, eu ficava pensando... como porra a autora vai fazer aparecer uma fada Android kkkkkk então fui tapeada mais uma vez, a parte do baile é muito boa hahahahaha, Cinder e kai são muito foda, sem aquela choradeira e babação dos contos de fadas. Se eu falar mais acaba saindo spoiler. Louca por o desfecho das crônicas lunares.
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Arca Literária 02/11/2017

disponivel dia 22/11 no site http://www.arcaliteraria.com.br/cronicas-lunares-cinder-marissa-meyer/

site: http://www.arcaliteraria.com.br/cronicas-lunares-cinder-marissa-meyer/
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Bibs 19/10/2017

Adorei as tretas
Apesar de todas as revelações terem sido previsíveis me diverti muito com o livro amei a profundidade e as características dos personagens, principalmente da madrasta, gostei principalmente do senso de dever da Cinder e do relacinamento dela com todos. Vamos conversar que a rainha é fodona ne.
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