Abandono

Abandono Meg Cabot




Resenhas - Abandono


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Flavia 27/06/2013

Pierce Oliviera é uma garota comum de 17 anos e que aos 15 anos teve uma EQM (experiência de quase morte). Ao tentar salvar um passarinho, Pierce caiu na piscina, se enroscou na rede e ficou imobilizada, bateu a cabeça e teve uma hipotermia. Ela só se lembra de ter acordado num lugar estranho, sozinha, perdida, e se deparou com várias pessoas em filas, inclusive ela mesma, aguardando a barca chegar para levá-las aos seus destinos... Foi então que Pierce reconheceu John, um cara que ela viu pela primeira vez aos 7 anos de idade, durante o enterro de seu avô, que tentou animá-la um pouco revivendo um passarinho morto. John pesquisou pelo nome de Pierce em seu tablet enquanto ela estava arrumando confusão na fila e, ao descobrir quem era a garota, a levou para seus aposentos, lhe informando sua nova condição de morta e lhe oferecendo um chá. Pierce perdeu a barca, mas ganhou a oportunidade de fazer companhia para John pela eternidade... Como forma de gratidão, ele a presenteia com um colar misterioso cuja pedra muda de cor para indicar que o perigo está próximo, e que segundo ele a protegeria das Fúrias, espíritos que desejam se vingar de John pois não se conformam com seu destino final depois de terem morrido, e como John é um tipo de gerente do mundo inferior, elas farão de tudo para prejudicá-lo. Desesperada com a ideia de ficar presa no submundo para sempre, Pierce não tem outra reação a não ser querer fugir, e num reflexo, joga o chá quente em John e, como se tivesse sido guiada pelo colar, consegue escapar. Ela, então, acorda num hospital. Os médicos conseguiram ressuscitá-la graças a hipotermia que de certa forma a "conservou". Mas se por um momento ela pensou que que ficaria livre de problemas, se enganou redondamente... Deb, a mãe de Pierce, culpou o marido por ter sido negligente com a filha a ponto de deixá-la se afogar (e não ter demonstrado nenhuma preocupação com isso), se separou dele e resolveu se mudar com a menina para Isla Huesos com intenção de recomeçarem a vida. Escola nova, amigos novos, proximidade com seus parentes... Tudo parecia ir bem, mas John tem a incrível capacidade de aparecer quando Pierce está em apuros... Distância é algo que não parece fazer parte do vocabulário dele, e amor e ódio são palavras que andam juntas quando esses dois se encontram...

Para quem pensa já ter ouvido uma história parecida em algum lugar, bingo! Meg Cabot (diva) se inspirou no mito de Perséfone e Hades (da Mitologia Grega), usando elementos e cenários reais (e sombrios) para construir o enredo de "Abandono". Mas por favor, não espere por muitas referências nem maiores aprofundamentos (como acontece com os livros do Riordan), pois você não vai encontrar.
Pierce é uma personagem que constantemente se sente sozinha, deslocada, abandonada. Ela não tem muitos atrativos, não tem a personalidade forte, é chorona e não é muito marcante.
John é o mocinho misterioso, bonitão, sexy e muito sinistro, mas também parece se sentir mais sozinho do que nunca. Em suas poucas aparições, sempre marca presença com suas demonstrações de força e preocupação em proteger e defender Pierce de qualquer perigo que possa correr. É bem difícil decifrá-lo.
Para quem já está acostumado com os livros da autora, pode ficar um pouco surpreso com este. A começar pela narrativa, que é feita em primeira pessoa, mas um tanto confusa no início por mesclar o presente com as lembranças de Pierce, que são inseridas bem no meio de seus pensamentos sem nenhuma diferenciação. Acabei me acostumando, mas estranhei e a leitura demorou um pouco pra engatar e fluir.
Ao prestar atenção nas características dos personagens, não foi muita novidade o galã fazer o estilo motoqueiro bandido, pois há outras histórias da autora que apresentam personagens assim. Cheguei a esperar por uma protagonista ruiva, mas mantendo o estilo da deusa, Pierce é morena, com olhos castanhos e tudo (thanks, Lord).
Os demais personagens são bem curiosos, tanto pelas descrições quanto no comportamento. Cada um tem parte fundamental no desenrolar da história e alguns acabam revelando grandes surpresas que me deixaram de boca aberta, principalmente o sacristão Richard Smith, que acompanha Pierce em suas idas ao cemitério respondendo todas as perguntas que ela tem tornando a história bem mais interessante, e a avó da menina, que parece ter mais segredos do que parece...
Em cada início de capítulo podemos acompanhar alguns trechos de "A Divina Comédia", de Dante Alighieri, no qual o autor descreve sua ida ao Mundo Inferior.
Com relação a parte física do livro, só tenho que parabenizar a editora por um trabalho tão bonito. A capa é linda e a moça deitada na terra descreve bem Pierce. O título em dourado também ficou um luxo só (pena que descasca). As páginas são amareladas e a fonte tem um tamanho ótimo. Só encontrei um erro em todo o livro, mas o resto está impecavelmente bem revisado.
Por ser o primeiro livro da trilogia, este, apesar de ser carregado de surpresas, é introdutório, e não vejo a hora de poder pegar "Submundo", a continuação, pra saber como o final de "Abandono" vai se resolver.
Pra todos aqueles que já se perguntaram o que acontece depois da morte, para os que se interessam por mitologia, e principalmente para os fãs de Meg Cabot, "Abandono" é uma leitura mais do que recomendada.

site: http://www.livrosechocolate.com.br/2013/06/abandono-meg-cabot.html
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@cheiade9h 25/02/2020

Tudo que eu sei até hoje sobre mitologia é graças a PJO, se Abandono foi uma boa adaptação ao mito de Perséfone eu não sei, só sei que gostei bastante da história. Meg Cabot só conseguiu me tirar do sério com sua narrativa chata com memórias do passado de Pierce, mas fora isso o universo criado pela autora é interessante e gostosinho de se ler.
O casal principal da trilogia não se fez tão presente assim, John apareceu bem pouco nessa história e tô com receio de que no segundo seja uma melação sem fim - tudo bem que o romance deles foi um pouco irracional pra mim, mas sigo em frente kkkkkk

"Só porque você não consegue ver não significa que não está lá."
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Karen 28/02/2020

O livro faz uma releitura do mito de Hades e Perséfone, ambientado no mundo do adolescentes
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Cah 30/10/2020

Quanto sofrimento para terminar esse livro, isso que é um livro pequeno.
Geralmente lido bem com mocinhas chatas, visto que 99% das mocinhas são, mas a Pierce merece um troféu, que guria insuportável, ela tem umas atitudes injustificáveis, um drama que nossa, só podemos tentar atribuir isso a ela ser adolescente, mas mesmo assim, não consegui engolir.
O John também, nossa, que personalidade fraca. Aliás, todos os personagens foram bem mal construídos, eu li o livro inteiro e 0 apego pelos personagens, mal consegui decorar seus nomes, todo mundo esquecível.
O livro teve umas 30 páginas perto do final que eu pensei que agora ia e não foi.
A autora introduz, introduz, introduz, mas só introduz, porque não acontece nada, fica só o chororô de uma adolescente porque um cara gato gosta dela mas não fala que a ama e ela quer ser amada mesmo só maltratando o sujeito, olha, haja saco.
Vou tentar ler o restante da série para ver onde isso vai dar, mas não vai ser sem esforço.
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Danika 26/04/2013

"Cuide-se antes de se detonar"
Acho que muita gente já leu algum livro da Meg, certo? Eu só tinha lido dois: A garota americana e Quase pronta. E gostei bastante.
Então me vejo saindo de um mundinho adolescente comum para entrar em outra esfera (não li a série A Mediadora) criada por ela. Eu sou apaixonada por romances sobrenatural, então foi fácil ser levada pela história.

Tudo pode acontecer num piscar de olhos. Tudo.
Um.
Dois.
Três.
Pisque.
[...]
Portanto, escute meu conselho. Aconteça o que acontecer, não pisque.

Pierce Oliviera teve uma EQM - Experiência de Quase Morte - e nesse meio tempo reencontra alguém no submundo. Esse submundo não seria necessariamente o inferno. Está mais para uma estação temporária do destino final de cada um. De lá eram separados quem iria para um lugar, ou quem iria para outro, não sendo explicado, de fato, quais seriam esses lugares. (Possivelmente céu e inferno. Ou não.) E lá ela encontra John, que ela conheceu quando era criança ainda. Mas ele não mudara nada. Ela sim. E ele queria que ela ficasse ali com ele, pela eternidade. Ela só queria ir para casa. E foi.

Mas a vida pós a EQM nunca foi a mesma. Muitos psicólogos e terapias fizeram parte dessa 'nova vida' de Pierce. Até que vários incidentes ocorrem e ela muda-se para Isla Huesos quase 2 anos depois de sua 'morte', cidade onde sua mãe nasceu. Mas aí ela descobre que os incidentes da vida lhe perseguem. E não importa para onde ela vá, John parece segui-la. Nos momentos mais críticos, ele sempre aparece para ajudá-la. E ela se vê cada vez mais confusa sobre seu sentimento por ele. Medo? Amor? Sempre houve uma ligação, ela sabia. Desde a primeira vez que ela o viu, em sua EQM, uma atração era inevitável entre eles. E talvez isso a arrastará ao submundo. De uma vez por todas. A mitologia está bem presente na história. Hades, deus da morte é um dos pontos centrais, embora ele não apareça. Como eu curto bastante mitologia, achei bem legal o desenvolver do livo.

"Por isso meu coração estava batendo tão forte. Ele era fogo, e eu era inflamável."

Apesar de alguns textos serem confusos por uma má colocação cronológica dos fatos (a personagem lembrava de fatos e isso era jogado bem no meio de um pensamento atual, sem destaque de que era apenas uma lembrança), a leitura foi agradável. Pierce é muito chorona, mas mesmo assim gostei dela. John é uma incógnita até o fim do livro. Ninguém o compreende perfeitamente. E sua missão no submundo não é nem um pouco agradável. Como esse livro pertence a uma trilogia e a primeira metade dele foi bem mais para chegar ao ponto atual, demorei um pouco a pegar o embalo na leitura. Mas depois devorei-o, somente.
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julia 17/11/2014

A Serie Abandono esta sendo meio inesperado e diferente dos livros da Meg Cabot que conheço..esta tudo muito rápido. Também ao contrario de outras protagonistas da Meg, Pierce esta um pouco lenta demais..na verdade meio boba..depois de conhecer tramas como A Mediadora e 1-800 Onde Esta Você onde as mocinhas são mais digamos dura na queda me decepciona um pouco que Pierce não tenha a mesma postura.
enfim bora ler o segundo volume e ver no que vai dar..ainda assim um fato indiscutível é que trata-se de uma leitura fácil de ser lida..flui rapidamente.Em 24hs terminei o primeiro livro
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Lizzie 16/06/2013

Se você gosta de mitologia, irá amar Abandono. Mas se gosta uma personagem principal chamativa, não.
Admito aqui: Sou uma fã de carteirinha da Meg. Foi ela quem me fez engatar na leitura. Minhas amigas me apoiaram desde sempre a ler Meg Cabot. Mas os primeiros livros que li dela foram os antigos, como A Garota Americana e A Mediadora. Assim, talvez tivesse dado menos estrelas ou reconhecimento ao livro se fosse outra escritora de quem não gosto.

Ganhei Abandono de aniversário porque, mesmo que estivesse na minha lista, não era um dos meus esperados, ainda porque é o primeiro lançado no Brasil, pois a trilogia é bem nova. Teria que esperar mais algum tempo até os outros serem lançados ou traduzidos, e teria que controlar minha curiosidade pelos outros livros. Infelizmente, Abandono não me permitiu ficar assim.

Pierce Oliviera já morreu. Você pode dizer que foi culpa dela, por tentar salvar um passarinho, ou culpa do pai, por não prestar atenção, mas isso não importa. Ela morreu, encontrou John, um galã completamente malvado e sexy (bem Meg Cabot), e que aparentemente age diferente com relação a ela. Mas, indo contra o mandato de John, ela fugiu do Mundo Inferior e voltou a vida. E, depois de passar por muitos psicólogos, neurologistas e professores particulares, ela nunca esqueceu o que aconteceu no tempo em que esteve morta. Ela nunca acreditou no que seus médicos diziam, de que tudo era apenas um efeito do cérebro. O seu colar, presente de John lá do Mundo Inferior, não a deixava esquecer, nem se ela quisesse.

A história tinha tudo para ser perfeita, 5 estrelas, favoritada. Uma ilha dos mortos, com muita mitologia grega referente a Hades e Perséfone. Uma família aparentemente esquisita, com tio Chris em liberdade condicional, Vovó intrometida, primo Alex que odeia os populares mais que tudo. Sem contar mamãe, que é uma ecologista, e papai, que tem empresas que destroem a natureza. Meg explorou tudo o que podia explorar ai, sem contar no John, o galã misterioso e mortífero que faz toda história ficar melhor e no Sacristão Richard Smith, que é a única pessoa que acredita nela.

Até aqui tudo bem, mas temos dois pontos.

1. A Personagem Principal.
Já vi personagens principais muito piores que Pierce. Não sei se é porque me apeguei a Suzannah Simon ou Emerson Watts que devo esperar que toda personagem principal da Meg tenha algo único na sua personalidade, algo que pelo menos chame a atenção. Pierce não tem nada disso, sem contar que ainda é meio lerdinha. Posso lhe dar um crédito pois deve ser traumatizante morrer e coisa e tal, mas não ao ponto de ficar completamente chata e anormalmente normal. Antissocial, neurótica, desinteressada. Não é algo que esteja na lista qualidades de uma personagem marcante. Não é mesmo.
Sim, Pierce, ainda gosto da sua determinação e o jeito que tu atrai tantos problemas, mas ainda está longe de eu sentir simpatia por você. Ao ponto de que, se você morresse (de novo), acho que riria.

2. A Reciclagem.
Me pergunto se fui a única que vi que as características do livro eram muito parecidas com OUTROS livros da Meg. O fato de carregar um fardo, por exemplo, vem de A Mediadora, assim como o adulto da Igreja o qual te entende e compartilha a sua experiência. Assim como o fato de amar animais, Diário da Princesa, seu "namorado" ser um fruto da sua experiência negativa, de Desaparecidos, e realmente gostar de ajudar as pessoas, que pode vir tanto de A Mediadora ou de Desaparecidos. Gostaria de ter lido mais livros da Meg nesse momento, apenas para comparar Abandono com eles, mesmo que torcesse para não ter uma mínima semelhança.

Tirando esses dois pontos, se você não se incomodar, eu realmente indico Abandono pra você. O livro tem ação, romance, suspense, amizade e revelações; sem contar que você o lê muito rápido, o li em algumas horas, me deliciando também com as pequenas citações a Inferno, de Dante. Enfim, fãs da Meg, mitologia, romance, ação ou Bad Boys? Abandono está nas livrarias, apenas esperando por você.

P.S.: Eu realmente não falei sobre John, o cara bonitão, sexy, perfeito - um deus, pra falar a verdade -, porque provavelmente não conseguiria sem spoilers. E MUITOS ataques de fangirl.
Beatriz Góes 29/07/2015minha estante
eu gostei do livro, MAS, como apontastes, realmente encontrei MUITAS semelhanças com outros livros da Meg... achei os pais dela parecidos com os da Mia, e a mãe, em especial, uma mistura da mãe da Mia e da Suze...Sem falar no sr.Smith, o sacristão do cemitério, lembrar demais o padre D. acho que ela poderia ter inovado um pouco nos aspectos e tals, mas até que gostei do livro, pra passar o tempo, e comecei a ler o segundo hoje...




Janaracy 21/08/2020

A narrativa é boa, como todos os livros da autora. Mas me incomodou muito os devaneios da protagonista. O livro flui bem, é leve. Mas não me apaixonei tanto pelos personagens. Ao mesmo tempo que senti a relação deles indo rápido demais, também sentia tudo indo muito devagar.
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BrunaCeotto 26/06/2019

A experiência literária mais revoltante que eu já sofri.
Nem sei por onde começar a falar "o que achei do livro". Acho que vou dizer que não acho digno de uma escritora como a Meg Cabot, que me influenciou tanto na minha infância/adolescência, que eu tanto amei e fiz questão de apoiar ao longo dos anos. Esse livro é simplesmente triste.

Sobre a escrita, em alguns pontos eu até reconheci aquelas características típicas e amáveis da voz da Meg, tipo "Ele era que nem cafeteria ao ar livre: não dava para entender". Porém, esses momentos de alegria eram totalmente sufocados pelo quão arrastado e honestamente difícil de absorver o enredo é.

Sobre o enredo: saber que é um retelling do Mito de Perséfone ajudou a dar uma acalmada na minha ansiedade enquanto eu lia. Mas em geral, é um livro de 300 páginas que conta uma história de 3 dias de duração, na qual poucas coisas são explicadas e menos coisas ainda acontecem. Ah, e toda vez que um evento importante começava a ser explicado, era cortado por períodos longos demais de reflexão que nunca davam em lugar nenhum.

As personagens, não há muito o que dizer sobre elas. Não têm dimensão nenhuma. A protagonista é bem chata e sem personalidade, a única coisa que sabemos sobre ela é que ela é uma adolescente que teve uma experiência de quase-morte, um pai rico, e que ela mora em em Isla Huesos. John, que supostamente é Hades - digo supostamente porque nem a autora sabe se é ou não, falando uma coisa e a outra em vários pontos diferentes da história - é misterioso, tem cabelo grande e usa calça jeans. Só. Os outros só existem para dar suporte ao argumento moral de que ~ninguém entende a protagonista~.

Vou poupar você da minha opinião sobre o romance.

Em geral, detestei o livro, o que parte meu coração. Sei que é uma trilogia, mas acho muito difícil que eu leia os outros. Dei nota 2/5, só porque a escrita na Meg, em alguns pontos, salvou.
Magh 07/02/2020minha estante
Comecei a ler esse livro ontem e achei que só eu tinha tido essa ideia sobre ele. Incontáveis as vezes que me perdi na narrativa por do nada ela ser cortada por outro acontecimento. Eu, como leitora da Meg há anos, pouco a reconheci nesse livro. Sua resenha resumiu perfeitamente meu sentimento durante a leitura




Kelly Amorim 23/04/2020

Narrativa diferente
Eu já estou bem mais acostumada à narrativa despojada da Meg, com tons de comédia nós momentos certos e não reconheci muito dela neste livro.
A história é interessante e nos deixa preso, mesmo que em alguns momentos tenhamos que parar um pouco e tentar juntar as peças pra conseguir continuar lendo. Dos livros da Meg foi um dos que menos tive a sensação de proveito ao terminar. Ainda assim acho que é um bom livro pra se ler sem muita pressa.
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Leninha Sempre Romântica 28/11/2013

Não sou uma leitora assídua dos livros de Meg Cabot, mas os poucos que li, inclusive com tema sobrenatural, gostei bastante, e entrei na leitura de Abandono com a certeza que esse seria mais um.

O início da trama me causou estranheza pela confusão dos pensamentos da protagonista entre lembranças e fatos, até eu me situar lá se foram mais de 50 páginas. A história não é ruim, de maneira nenhuma, mas quando começou a ficar boa, acabou.

Pierce não é uma adolescente comum, depois de uma experiência traumática ela não poderia ser igual a todas as jovens de sua idade. Ela "morreu", nada mais traumatizante, não é verdade?! E lá do outro lado ela conheceu alguém que não a abandonou, esse alguém passou a fazer parte da sua vida.

John é um personagem que vale a pena conhecer, apesar de ter sido pouco explorado na trama. Acho que a autora está deixando muito para os próximos livros da série, isso mesmo que você leu, Abandono é apenas o primeiro livro da série que leva o mesmo nome. Com certeza ainda ouviremos falar muito sobre John e suas peculiaridades.

A história de Pierce deixa uma pergunta no ar: O que acontece depois que morremos? Acredito que é isso que Meg Cabot está tentando explorar nessa série, uma nova visão sobre a morte num universo adolescente.

Não sei se eu estava preparada para a leitura desse livro, até porque não é bem o meu gênero preferido. Estou torcendo para quando os próximos livros forem lançados eu esteja mais aberta para conhecer e me deixar envolver no assunto.

Um enredo interessante, mas que demorou a me pegar. Infelizmente eu esperava mais da leitura, já que o enredo é bem inusitado. Na edição encontrei alguns errinhos de ortografia, nada sério, mas incomodou um pouco.

Uma leitura leve e ótimo para quem curte livros que exploram o universo adolescente. Um YA bem característico, só faltou mesmo o triângulo amoroso, mas como não sei o que esperar da sequência, talvez até surja algo assim.

No meu gosto pessoal não foi o melhor livro da autora, mas acredito em seu potencial. Aguardo cenas dos próximos capítulos.

site: http://www.sempreromantica.com.br/2013/05/abandono-meg-cabot.html
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Beatriz 13/08/2014

Acho que como eu nao tava dando nada para o livro me surpreendi. Fou um YA bem inteligente e apesar da característica de Cabot de enrolar muito pra coisa nenhuma o livro é bom. E eu gostei muito da personagem, coisa que é bem difícil pois a maioria dos Ya possuem uma Bella burra e sonsa. O que não é o caso daqui. É uma leitura meio Dark, com depressões e essas coisas. Eu gosto disso por isso gostei do livro, etão se gosta também aposte no livro. Não é o mais maravilhoso mas é bom.
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BellsMoon 27/07/2020

Mal desenvolvido em tudo
Eu tinha visto vários comentários positivos desse livro mas acabei me decepcionando.
A narrativa da autora flui, mas é irritante e entediante a forma que ela escolheu narrar, com flashbacks e devaneios(memórias) no meio de cenas.
Li rápido querendo que a história começasse logo, quando vi tava na metade, mais da metade e nada de eu sentir que a história começou. Portanto narrativa boa, e só.


John, um personagem com tanto potencial, que não foi explorado, nem desenvolvido, ele basicamente aparece só no começo e no fim. E não me conquistou muito no final, pois acabou sendo mais pra Tamlin que pra Rhys(entendedores entenderão).
E por causa dele mal aparecer o romance dos dois não teve desenvolvimento algum, foi abrupto e sem sentindo.

Não tem nenhum mistério em grande parte do livro, nada que te deixe curiosa querendo ler mais, pra descobrir oque é. O drama que acontece no final, podia ter acontecido logo no começo, poderia ter sido desenvolvido sem pressa, lançando os mistérios quem fez e porque, com os dias se passando(outra coisa que me incomodou, a história se passa em apenas 3 dias) e então no final a descoberta da verdade, do porque. Mas não, assim que o mistério aconteceu, faltando um cap pra acabar o livro, foi resolvido. E o resto do livro? Nada, enrolação, nada de romance, nada de exploração sobre o submundo, nada de mistérios sendo desenvolvidos, apenas flashback, devaneios, uma festa que todos falam sobre desde o começo, criando grande hype sobre e que nunca acontece.

A protagonista não me convenceu, com sua coisa de querer proteger todo mundo, ficou sem desenvolvimento essa parte também.

Resumindo, a idéia é legal, interessante mas foi má desenvolvida, assim como os personagens e seus relacionamentos e as histórias e objetivos.
2.5 sendo generosa, pela narrativa e idéia.
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Lanifer 08/09/2015

Resenha Abandono (Meg Cabot)
Sinopse: "Pierce tem dezessete anos de idade e sabe o que acontece quando morremos.
É assim que ela conheceu John Hayden, o misterioso estranho que fez ela voltar a vida normal — ao menos a vida que Pierce conhecia antes do acidente — quase inacreditável.
Embora ela pense que escapou dele — começando em uma nova escola em um novo lugar — confirma-se que ela estava errada. Ele a encontra.
O que John quer dela? Pierce acha que sabe… também acha que ele não é um anjo da guarda, e seu mundo sombrio não é exatamente o céu. Mas ela não consegue ficar longe dele, especialmente porque ele está sempre lá quando ela menos espera, exatamente quando ela mais precisa.
Mas se ela deixa cair qualquer coisa, ela pode se ver no lugar que ela mais teme. E quando Pierce descobre uma verdade chocante, sabe de onde John a salvou: o submundo."
Confesso que no começo não estava gostando muito da história, tanto que já tinha começado a ler esse livro há alguns meses mas não consegui seguir com a leitura. Entretanto, na segunda vez em que comecei a ler, resolvi seguir com a leitura e acabei me surpreendendo com uma das melhores histórias que já li na minha vida!
O início do livro foi um pouco confuso, o que é normal no começo de uma trilogia, principalmente pela forma com que a protagonista narra a história: explicando o que está ocorrendo no presente com base nos acontecimentos de seu passado. Não que essa narrativa não seja boa, muito pelo contrário, a forma com que a protagonista narra os acontecimentos cria momentos de suspense (principalmente nos finais dos capítulos), deixando o leitor ávido pelo próximo capítulo.
Os personagens são bem cativantes, o casal protagonista é bem legal (virou um dos meus casais literários favoritos!) Gostei muito do Jonh, principalmente do seu jeito (um pouco rude, mas com boas intenções) de ser
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