O Bebê de Rosemary

O Bebê de Rosemary Ira Levin




Resenhas - O Bebê de Rosemary


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Mari 15/09/2019

Livro com uma escrita rápida e gostosa.
Não é assustador e sim um suspense que vai por caminhos óbvios. É uma história bem inusitada sobre a maternidade e ao contrário de muitos gostei do desfecho.
Achei um bom livro!
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Vivi 31/05/2019

Há tempos eu queria ler esse classico de terror e sempre deixava pra depois mas enfim li!!!
E o que dizer... eu mais que amei. Tudo vai acontecendo devagar mas de uma forma empolgante e olha que a escrita tem anos luz. E quando termina ficamos impactados com esse final que pra quem é mãe vai dar razão a Rosemary assim como vai compreender o por que apesar de tudo é mais que aceitável esse desfecho. O Instinto materno tolera tudo, ultrapassa tudo pelo filho.
Me disseram que há um segundo livro da sequência e confesso não tenho vontade de ir atrás porque o primeiro ao menos para mim foi tão incrível que não quero que nada estrague.
Nota 1000!!! O final é realmente pertubador mas compreensível.
Sinopse: Rosemary Woodhouse e seu marido Guy, um ator que luta para se firmar na carreira, mudam-se para um dos endereços mais disputados de Nova York, o Bramford, um edifício antigo de ares vitorianos, habitado em sua maioria por moradores idosos e célebre por uma reputação algo macabra de incidentes misteriosos ao longo da história. Sem demora, os novos vizinhos, Roman e Minnie Castevet, vêm dar boas-vindas aos Woodhouse. Apesar das reservas de Rosemary com relação a seus hábitos excêntricos e aos barulhos estranhos que ouve à noite, o casal idoso logo passa a ser uma presença constante em suas vidas, especialmente na de Guy. Tudo parece ir de vento em popa. Guy consegue um ótimo papel na Broadway, e novas oportunidades não param de surgir par a ele. Rosemary engravida, e os Castevets passam a tratá-la com atenção especial. Mas, à medida que a gestação evolui e parece deixá-la mais frágil, Rosemary começa a suspeitar que as coisas não são o que parecem ser... Em 1969, O bebê de Rosemary, fenômeno aclamado por público e crítica, foi adaptado para o cinema em uma produção que se tornou um clássico do terror, estrelada por Mia Farrow e Roman Polanski. Em 2014, a força da história sinistra de Rosemary e seu bebê chegou à TV americana, em uma elogiada minissérie estrelada por Zoe Saldana.
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Lucienne Alves 21/05/2019

Leitura obrigatória
O Bebê de Rosemary é um clássico e leitura obrigatória para qualquer fã de suspense, drama e terror, rodeado de mistérios, como toda obra prima deve ser. É um suspense de mão cheia.
Ira Levin aborda alguns temas que, se polêmicos na atualidade, eram ainda mais na década de 60.
Indico muito a leitura, o livro é completo e prende do início ao fim. É simplesmente impossível de largar, com um final surpreendente e inesperado.
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Th 17/05/2019

Li bem rapidinho por ser um livro bem movimentado, mas não tanto a ponto de me perder.
Em alguns momentos me lembrou American Horror Story mas, de qualquer forma, não criei expectativa (por nunca ter assistido o filme principalmente).
A única decepção que tive foi com o final (que parece ter sido esquecido no churrasco).
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Gabo Marcos 15/04/2019

Adorei, mas tô confuso.
Não costumo fazer resenhas, e certamente esta aqui não é uma análise crítica profissional.
O Bebê de Rosemary é maravilhoso para quem gosta do gênero. Acho que não curti tanto um livro de terror desde que li Horror em Amityville lá na minha adolescência, uns 10 anos atrás. É muito bem escrito, o autor dá uma verdadeira aula de ritmo e de construção de diálogo!
Entretanto, algumas coisas não me deixaram muito feliz. O retrato da sociedade no livro deixa um gosto amargo na boca, e não sei se foi proposital ou apenas um reflexo inconsciente da mentalidade do autor na época. Antes de qualquer coisa, me deixe dizer que eu sei que o livro foi escrito na década de 60, e que muitas das discussões que nós temos hoje em dia não existiam; isso não deixou, de todo modo, de me incomodar bastante enquanto eu lia. Me deixou perturbado a maneira como as mulheres, em especial Rosemary, são postas em posição de dona de casa, passivas, à mercê das decisões do marido. Além disso, não vejo ninguém comentando sobre o fato de que os personagens gays são chamados de "anormais" duas vezes ao decorrer da obra. E, cá entre nós, Rosemary não é lá uma pessoa "do bem"; é invejosa e superficial. Esses detalhes tiraram um pouco minha concentração da história e me fizeram ficar com um certo ranço até lá pela metade da leitura. Por um lado, me peguei pensando que talvez se tratasse de uma estratégia do autor, inspirado pelo gênero trágico clássico, inserindo nos personagens vícios e falhas de caráter que no fim provavelmente lhe trariam um fim terrível e à altura; também penso que esse "lado ruim" da obra dá grande base para reflexão; porém, por outro lado, não pude deixar de ter a sensação de que o autor apenas imprimiu parte de sua visão de mundo na história. Não consegui me decidir, ainda não sei se tudo isso foi planejado ou não.
De todo modo, os personagens são construídos magnificamente. São pessoas que adoraríamos odiar. E o enredo foi pensado e desenvolvido de um jeito tão inteligente que é impossível parar de ler.
Ainda não tenho uma opinião sobre o final, exceto que eu desejava (e esperava) ter visto uma proatividade maior da protagonista (ou ao menos o indício de que haveria uma resolução mais sólida). Não rolou. Fazer o quê, né? Acho que vou refletir a respeito da história no decorrer da semana e tentar entender o que o autor tentou passar com a obra.
Então é isso. Se você curte histórias de suspense, acho que O Bebê de Rosemary é ideal. No entanto, caso essas questões presentes no livro sejam delicadas para você (e caso você seja capaz de identificar conscientemente não só a maldade explícita, mas também tipos de abuso mais sutis e bem recorrentes na vida real), leia com uma mente aberta e esperando chegar na melhor parte.
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mug 08/04/2019

Não é isso tudo
Criei uma expectativa imensa e não li praticamente (quase) nenhum terror. Apesar de ser bem escrito, ter bom ritmo, achei os acontecimentos previsíveis. Esperava mais por causa do filme (que eu não vi). Final achei um pouco decepcionante.
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Dani | @aliteratar 15/02/2019

Excelente experiência!
Foi um livro que me deixou bem ansiosa para começá-lo. A fama em cima dele é de longe conhecida e nunca havia lido um “clássico do terror” antes. Fico imensamente feliz em dizer que o mesmo atingiu minhas expectativas e as elevou a uma mistura de amor e incredulidade.

Somos apresentados a um universo tenso e misterioso, onde as primeiras páginas são leves e sem nenhum acontecimento extraordinário, porém quando vamos chegando ao meio do livro, começamos a ver a sutileza que a história nos quer levar: o mistério, as dúvidas, a desconfiança entre os personagens.

Rosemary consegue atingir seu maior sonho – na qual, era ser mãe -, mas nem tudo são flores como ela pensou que essa gravidez seria! Guy, seu marido, principia em um novo emprego, ganhando fama e papéis importantes como ator. Mas por trás de todas essas conquistas, há uma plano obscuro e cruel. Rosemary com sua ingenuidade e fidelidade ao marido, nada desconfia, mas aos poucos os seus questionamentos iniciam. Entretanto, Guy juntamente com seus vizinhos, estabelecem uma amizade um pouco estranha.

Com ao passar dos meses, Rosemary de fato desperta-se para aquela inercia e enxerga os fatos como eles são: ela não está esperando um bebê “normal”, algo desconhecido e medonho está acontecendo. Contudo, todas as suas atitudes para se safar e salvar-se era em vão, assim como quem a ajudasse a fugir dos olhos dos Castevet e do marido tinha um final triste. Agora o que Rosemary carrega no ventre? Por que Guy conseguiu subir na vida tão rapidamente? E quais os interesses dos Castevet pela gravidez da Sra. Woodhouse?
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Pri 14/02/2019

Bom
Um livro que tem um desenvolvimento bem construído, personagens incríveis e uma temática bem legal. Nunca vi o filme então tudo foi novidade. Gostei muito dos pontos sombrios colocados pela autora e todo contexto inserido mas o final foi decepcionante. Sinceramente as últimas páginas do livro me decepcionou bastante pela reação da personagem principal frente aos acontecimentos.
Um livro bom com um final ruim.
É só pelo final que esse livro levou 3 estrelas mas tinha um potencial para 5.
Luana Barbosa 02/04/2019minha estante
Exatamente como me senti. Acabei de ler e vim avaliar e percebi que o pessoal só rasgou elogios em relação ao final... Um clássico mas com um final decepcionante!




Otavio Contente 09/02/2019

Terror psicológico de primeira
Um texto excelente, com o ritmo na medida certa. Vivemos a história do livro através da protagonista Rosemary e, estando na pele dela, é bem difícil não ficar incomodado com algumas cenas de intromissões, mentiras e manipulações. Estas últimas dão o tom do livro e do terror psicológico.
Como em Meninos do Brasil, Ira Levin constrói suas personagens com personalidades bem definidas, sendo cada uma, parte extremamente importante da narrativa.
O texto, associado a um bom diretor, Polanski, tendo em suas mãos um excelente elenco nos brinda com um filme fantástico, que possui o mesmo título do livro. Não importa a sequência viva as duas experiências.
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Yasmim Braga 08/02/2019

não é terror!
Tem uma linguagem de fácil entendimento que flui rápido, mas temos que lembrar que é um livro de 1967, ou seja, os personagens tem muitos costumes e crenças diferentes das atuais.
No início, quando conhecemos o casal (Rose e Guy) é meio lento, porque temos que ver como é a vida deles e tudo mais. Aliás, Rosemary é bem ingênua, mas por ter pouca instrução, até relevei.

Vamos acompanhando o drama e a rotina diária do casal, aliás, o clima "alguma-coisa-tá-errada-e-algo-vai-acontecer" é constante, chega a ser agoniante. Sobre o final: nos surpreende, mesmo tendo criado umas teorias e suspeitei até de quem não devia, mas no final, acertei em partes só. Confesso que gostaria de ter tido mais páginas, achei muito curto rs Muita gente diz que é um livro de terror, mas não vi terror, considero mistério, então se curte o gênero, super recomendo!

site: instagram.com/blogliterarte
Chellot 08/02/2019minha estante
Não sei o livro, mas o filme me impressionou muito quando criança. Ainda lembro do bebê.




Scariot 31/01/2019

Clássico
O filme é um dos meus favoritos de terror, então resolvi ler o livro que estava a algum tempo na minha estante. O livro deixa o leitor grudado página por página, querendo saber se Rosemary está ou não está alucinada com a ideia de que todos são bruxos e que fizeram um pacto para ela dar a luz ao filho de satã. No terceiro ato do livro, o ato mais curto, é que descobrimos toda a verdade. É um ótimo suspense, Ira vai deixando várias pistas durante o livro. Como eu já conhecia a história, não fiquei tão surpreso, mas para quem nunca assistiu o filme é uma excelente leitura. Tenho que ler mais livros desse autor
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@dropsdeleitura 13/01/2019

Eu sou muito fã de livros e filmes de terror. Faço coleção! Foi muito fácil devorar ?O bebê de Rosemary?, mesmo já conhecendo a história por conta do filme. Fiquei feliz em constatar que a adaptação para o cinema foi muito certeira!!

Apesar dos aspectos sobrenaturais da história, o mais assustador é acompanhar a alienação de Rosemary, seu desespero solitário. Uma mulher que sabe que a sua palavra não tem valor numa sociedade opressora e machista. Seu corpo é moeda de troca, suas escolhas são reduzidas frente ao desejo dos homens que a circundam. O verdadeiro horror do livro está aí.
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Kelly Brandão 12/12/2018

Esses livros de terror estão mais pra drama. Fiquei extremamente tocada com a situação de Rosemary, uma mulher jovem e ingênua extremamente ansiosa pela chegada de seu primeiro filho. Adorei o livro, porém achei curto demais, o que foi bom e ruim ao mesmo tempo, pois a história é bastante objetiva e fluida, mas é tão boa que ao meu ver merecia um enredo um pouco mais completo.
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Sammi 10/12/2018

Leitura rápida
A linguagem é acessível, o que torna a leitura rápida, a escrita da trama é objetiva, entretanto o enredo é fraco e previsível, os personagens são pouco desenvolvidos e o final não encerra o clímax de forma satisfatória.

Vale a pena a leitura? Sim, mas sem grandes expectativas.
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