O Bebê de Rosemary

O Bebê de Rosemary Ira Levin




Resenhas - O Bebê de Rosemary


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Glaucio Viana 14/10/2010

Nota mil
De longe é o melhor livro de suspense e terror psicológico que eu já eu li na vida. (Embora eu seja suspeito pra falar, pois sou fã do gênero)

Infelizmente eu li em arquivo pdf. (E isso só mostra o quanto um livro precisa ser bom para te deixar sentado e desconfortável durante horas em frente às suas "páginas").

Se tem uma coisa que Ira Levin sabe fazer é te levar junto. Te fazer acompanhar cada página, cada linha. Te criar uma ansiedade, um desejo, uma agonia de prosseguir na história. E te dar medo, muito medo!
Eu lembro que lia de madrugada, quando chegava do trabalho, e o computador ficava perto da cozinha. Eu tinha que deixar a luz acesa, pois qualquer barulho me assustava. E isso é muito!

O filme também não fica para trás. A adaptação faz juz a essa obra prima maravilhosa! E eu estou cansado de pessoas esperando bebês demoníacos saltarem na tela molhados de sangue.

E por falar em sangue. Onde ele está?

Precisa ser muito bom para descarregar profundo terror, sem derramar uma gota!

Nota dez!

Irei reler mais vezes, com certeza!
Juninho 22/03/2011minha estante
tambem o achei um otimo livro...
Iran Levin sabe colocar medo nas historias...
flw
OMNIA VINCIT




San... 11/07/2010

Um clássico imperdivel para quem curte terror, ocultismo. Não tem a excelência de "O Exorcista" de William Peter Blatty ou de "O cemitério" de Stephen King, mas vale a leitura.
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Aninha de Tróia 29/05/2011

???
Ah? Eu acho que não entendi. Acabou assim? Desse jeito? Assim eu não aguento!

O livro é legalzinho. Tem um suspense interessante - o que para mim está ótimo, pois sou uma medrosa completa! Mas esse final, sei não, acho que ficou faltando umas páginas... Tô pasma! Sem palavras! Não acredito!


Na dúvida, colega, leia. Leia e depois me conte, só para eu saber se o final do seu livro foi igual ao meu.
Aline 11/05/2014minha estante
Baixei pra ler e achei que minha versão é que faltava páginas...




leonel 06/04/2016

A propósito, te estuprei ontem de noite enquanto vc, VC dormia, beleza?
E depois dizem que não tem terror o suficiente.
otxjunior 10/04/2016minha estante
E as senhorinhas invadindo sua casa pra tricotar e fofocar! Não tem como ficar pior que isso.. :P


11/04/2016minha estante
Só assisti o filme e por incrível que pareça, não tinha ideia do que se tratava e muito menos daquele final. Adorei. Preciso ler agora.


leonel 11/04/2016minha estante
É igual ao filme, não tem diferença quase.




Rodiney 21/10/2016

A ironia de "O bebê de Rosemary"
O ano de 1966 seria o ano um para os adoradores do Diabo. Bem, pelo menos para os adoradores do Diabo do best-seller de Ira Levin, O Bebê de Rosemary.

Não pretendo nesse espaço fazer uma resenha do livro, mas, apenas, destacar uma ironia. Ironia que eu mesmo identifiquei, ou seja, ironia interpretada por mim e não pelo autor.

Bem, a parte da ironia segue abaixo:

Diz que a morte de Deus é um fato histórico, acontecido agora, bem em nossa era. Que Deus está literalmente morto.

- Oba! Está começando a nevar.

A ideia da "morte de Deus" permeia todo o livro e é justamente nessa ideia que reside a ironia da obra. As partes em destaque acima são falas de amigos de Rosemary durante uma reunião em sua casa. Falas de pessoas normais, de meia-idade dos anos 60. Esse tema estava em voga nos anos 60 entre os círculos intelectuais e artísticos. A guerra do Vietnã e o assassinato de Kennedy colaboravam com essa ideia, esse sentimento. Pelo menos no Ocidente.

Entretanto, a obra nos fala de um outro círculo, a saber: os adoradores do Diabo. O Diabo para esse grupo não era uma figura de linguagem, um mito babilônio que posteriormente foi inserido na cultura judaica; mas um ser real, um ente a ser adorado pelos seus fiéis.

Conforme escrevi acima, não farei uma resenha do livro, mas me limitarei a esse tema específico. 

A "morte de Deus" é dita com referência em Nietzsche e Freud. E essa morte é um fato porque acontece na História. É um movimento filosófico. É uma necessidade para libertar o homem e poder desempenhar seus talentos sem temer um Deus que pune e premia a seu bel-prazer. Nietzsche propõe uma nova moral e repudia a moral cristã que oprime os bons, os fortes; na fraseologia de Nietzsche: o super-homem.

Rosemary é católica praticante. Guy, seu marido, é protestante. Ambos são cristãos e terão contato com o antagonista de Deus. Guy deseja sucesso e os adoradores do Diabo precisam de uma mulher que gere o filho de Satã. Satã possui Rosemary e essa terá um filho de deus. Levin parece revelar que Satã deseja copiar Deus. 

"Deus está morto", eis a afirmação corrente dos anos 60. Nos mesmos anos, o Diabo está vivo. E tem uma estratégia de dominação. Parece que Levin apresenta o Diabo e seus fiéis como oportunistas de um tempo, de uma mentalidade dominante: "Deus está morto". Os crentes em Deus são considerados tolos, ignorantes. E o Diabo se aproveita bem disso. Seus fiéis sempre têm uma palavra de libertação para a humanidade, mas que é pura ilusão. O discurso de liberdade de Satã é disfarce para opressão, perdição, danação.

O leitor da obra sabe a verdade, ou seja, Deus existe e o Diabo existe. O leitor contempla a trama de lugar privilegiado, ele vê o todo. O leitor ri incomodado das certezas intelectuais de uma época. É como se quisesse entrar no livro, na hora da reunião na casa de Rosemary e Guy e poder dizer que estão sendo usados por Satã e seus seguidores. O leitor sabe que Nietzsche está equivocado a respeito da existência de Deus. 

Por que os seguidores de Satã continuam o servindo, já que têm condições de saber da existência de Deus? Porque só quem sabe a verdade são os leitores, o autor, o Diabo e Deus. Os próprios seguidores de Satã são consumidos pela mentalidade da época: "Deus está morto". Para os adoradores do Diabo, Deus nunca existiu e assumem o discurso do Zarathustra de Nietzsche, mas, diferente do filósofo, encontraram um ser poderoso que realiza sua vontade e a vontade deles.

Levin apresenta uma geração toda obscurecida pela mentira: "Deus está morto". Rosemary abandona sua fé e torna-se agnóstica, assim como Guy. Algumas vezes que Rosemary remete a algum rito católico é somente por hábito, mas não passa de um ato vazio sem sentido religioso ou de fé. Guy abandona definitivamente a fé reformada e se rende ao seu novo deus que lhe proporciona a realização de seus sonhos como ator. Posteriormente, será a vez de Rosemary, pois o desejo de ser mãe é maior que sua lucidez.

Para ser sincero, Deus é ignorado na obra de Levin. Se Deus existe, Ele é indiferente às mazelas da humanidade. O Diabo não. O Diabo se aproxima dos que desejam, dos que têm sonhos. E vendo seus sonhos serem realizados, para que Deus? Talvez, no incômodo da irmã de Rosemary possa residir um pouco de Deus na obra e mais nada.

Uma fala que me chamou a atenção para essa ironia foi justamente a segunda parte em destaque, dita por um amigo de Rosemary: - Oba! Está começando a nevar. Essa fala está tão distante da trama, da tensão, do problema central da obra que me levou a uma outra realidade. Rosemary está grávida de Satã e com muitas dores, Guy fez um pacto com o Diabo e seus fiéis, Rosemary é vigiada 24h pelo casal que comanda as reuniões diabólicas, o seu médico faz parte da seita demoníaca, mas a neve cai. Em meio a tanto obscurantismo, a neve cai e é motivo de alegria. A neve proporciona um momento mágico àqueles jovens adultos embriagados por uma mentalidade dominante. A neve é a maior aparição divina da obra. Ela domina toda a cidade de Nova Iorque. Ela traz um recado, a terra está em chamas, mas eu posso esfriá-la um pouco. Eu posso trazer um momento de refrigério e retirar-lhes do transe que se encontram e vocês podem meditar um pouco livremente, sem a influência do mal. - Oba! Está começando a nevar. A neve era a última chance de Rosemary, Guy e seus amigos. A última chance para que olhassem para cima e vissem que as coisas não são tão complexas como tentam fazer os intelectuais da "morte de Deus" e os oportunistas seguidores de Satã.

A neve é o start da ironia.

     


site: http://www.silvaesilva.recantodasletras.com.br/
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Clóvis Marcelo 15/11/2014

O bebê de Rosemary é um livro de 1967, escrito por Ira Levin, que conta com uma linguagem simples, dinâmica e compreensível. É narrado em terceira pessoa sob a perspectiva de Rosemary Woodhouse, uma jovem esposa que acaba de se mudar para um novo apartamento, muito cobiçado pelos habitantes de Nova York – local famoso por acontecimentos estranhos e misteriosos, que passam despercebidos a primeira instância pela personagem.

Guy Woodhouse é o marido egocêntrico, vaidoso, meio bipolar e, à medida que consegue sucesso profissional, ausente. Rosemary sempre quisera engravidar, mas o marido preferia esperar até que a sua situação financeira se estabilizasse, contudo , após algum tempo, o fato é consumado de todo modo. No dia da concepção, porém, algo muito estranho acontece, ela sente como se estivesse drogada e envolvida num pesadelo, onde é possuída pelo diabo.

"Rosemary fechou os olhos. A cama parecia uma jangada, flutuando suavemente ao sabor das ondas."

Os excêntricos vizinhos, Minnie e Roman Castevet, são muito hospitaleiros e condescendentes com o casal – até demais. Minnie é um tipo de vizinha intrometida que pergunta até o preço da mobília da casa nova. Após a descoberta da gravidez, ela passa a tornar-se uma mãe para Rosemary, eliminando até aquele que seria o médico responsável pelo parto, substituindo por um de sua confiança.

Ira Levin aborda alguns temas que, se polêmicos na atualidade, eram ainda mais em outrora. Temas como ateísmo, satanismo e a crença do cristianismo para a salvação da humanidade. John F. Kennedy, presidente dos EUA no século XX, também é citado em algumas passagens, principalmente atrelando sua morte aos acontecimentos de Rosemary.

O livro é dividido em três partes e, embora seja pequeno o número de páginas, a história é bem completa, tendo um começo, meio e fim bem definidos. A personagem principal vai se transformando ao longo da narração, passa de uma mulher ingênua, pronta a servir seu marido e sua casa, a uma pessoa forte, que sabe suportar a dor e ama o filho acima de tudo, além de, é claro, abrir os olhos quanto a sua ingenuidade. Afinal, é ela mesma a responsável por unir as pontas soltas e descobrir as intenções reais de toda a história envolvendo seu bebê.

Para mais informações sobre Filme e Minissérie de 2014, acesse o link na descrição.

site: http://defrentecomoslivros.blogspot.com/2014/11/o-bebe-de-rosemary-livro-filme-serie.html
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Matheus. 03/07/2010

Adorei o livro. A escrita do Ira é bem simples, leve, quase cinematográfica - e isso geralmente é um ponto negativo pra mim. Mas não sei, a história toda é tão curiosa e tão assustadora que é impossível não ficar preso ao livro e todas aquelas passagens no mínimo instigantes. A todo momento fiquei angustiado, junto a personagem, de viver ao redor de toda aquela "conspiração" no Bramford. O que não me agradou totalmente foi a conclusão final, esperava algo mais assustador, mais espantoso - algo que talvez a história já estivesse guiando pra acontecer, mas terminou de forma diferente - minha opinião, claro. Mas eu gostei, sim... acho que o escritor soube como guiar toda a trama. E, tirando como prova, é um livro pra ser lido de forma bem cautelosa pra quem já não gosta dos seus vizinhos, haha.
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otxjunior 24/03/2016minha estante
leitura atual. :)
o filme é favorito da vida. tb vou assistir pela terceira vez! assim que terminar o livro.


Pandora 24/03/2016minha estante
Até comprei o filme!!! Nunca canso de assisti-lo.


otxjunior 24/03/2016minha estante
Tive a oportunidade de rever no cinema. experiência incrível.


Pandora 24/03/2016minha estante
Nossa, no cinema deve ser inigualável!




Rafael Michalski 26/07/2012

Um sonho que se transforma em um pesadelo indescritível ...
O Bebê de Rosemary é incrível, leve e ágil. A escrita de Ira Levin, bastante cinematográfica, cria uma ansiedade, um desejo, uma agonia de prosseguir a história, ele seduz e te faz acompanhar cada página, cada linha, com os cabelos arrepiados... É talvez um dos melhores livros de horror psicológico já escritos, mostra toda a classe do terror pois a história garante horas de tensão sem derramar uma gota de sangue e mesmo assim o medo nos acompanha constantemente durante a leitura.
Em O Bebê de Rosemary, Ira Levin nos apresenta um casal normal da década de 60, Rosemary e Guy. Ela é uma dona de casa, jovem, saudável e feliz; ele um ator carismático e ambicioso. Quando encontram o lar que tanto almejavam em West Side, Manhattan, pensam que seus problemas acabaram, o apartamento espaçoso e ensolarado é muito mais do que imaginaram de sua "casa dos sonhos". Porém esse apartamento esconde uma passado bastante obscuro, lá moraram satanistas, bruxas, canibais e Deus sabe o que mais...
Isso não afeta o casal que se muda e acaba conhecendo seus vizinhos idosos ( e desagradáveis) Minnie e Roman. Após um jantar inicial bastante problemático Rosemary está pronta para cortar os laços com eles mas seu marido parece gostar do velho casal então relutante ela os "aceita".
Então Rosemary engravida, não da maneira romântica e apaixonante que achou que seria mas de forma brutal e animal, ela foi praticamente estuprada por Guy e as marcas de arranhões em suas costas provam isso... É aí que a paranoia começa, na noite em que o bebê foi feito Rose tinha ido jantar na casa de Minnie e ligando os pontos chega a conclusão de que foi drogada e que querem roubar seus bebê... Enquanto a gravidez avança, sua desconfiança cresce com a barriga, seu marido começa a agir estranho e os casal de idosos torna-se assustador. Guy começa a passar bastante tempo na casa dos vizinhos e de lá sons estranhos podem ser ouvidos. Todos ficam contra ela até o dia do nascimento, onde todo o suspense chega ao clímax e ficamos chocados, horrorizados, sem acreditar no que nossos olhos leem...
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Gabi 19/11/2016minha estante
Hahaha! Eu cheguei a achar que estava faltando alguma página do final. Achei um final bem sem graça mesmo. Fora isso, o livro é maravilhoso.




Qlucas 26/12/2017

'O que vocês fizeram com o bebê seus maniacos?'
Expectativas saciadas para o primeiro livro de terror.
Aviso: Desconfie de pessoas extremamente simpáticas com você!
O livro se desenvolve a partir da decisão do jovem casal de ir morar para requisitado hotel antigo da cidade, de incio já são avisados por um amigo que coisas terríveis costuma acontecer lá, ao se mudarem, passam a conhecer os vizinhos que são bem simpáticos e diferentes.
Todo o mistério na qual se constrói o livro se da pela crescente desconfiança de Rosemary de seus conhecidos depois que ela engravida (a cena da concepção é sensacional): acredita que está ela e seu bebe estão sendo vitimas de uma conspiração. O autor da pequenas pistas no decorrer dos fatos, cabe o leitor tirar suas conclusões a partir delas. Entretanto é 'um morde e asopra': você não sabe se a Rose está certa ou está paranoica, o leitor fica agoniado por sua segurança.
De toda forma, tudo vai convergir para o final do livro, o ápice do livro, além de diversas interpretação que pode surgir através dele como; crença, fanatismo, loucura, maternidade e o amor maternal.
Iran Levin fez um livro excelente fazendo juz a frase: 'uma pulguinha atras da orelha'.

'Deus, que estais no céu, perdoai-me por ter duvidado de Vossa existência. Perdoai Vossa pecadora e ajudai-a nesta provação. Jesus, Jesus bem-amado, salvai meu filho inocente.'


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Pablo Italo. 28/12/2017

Terror e suspense na medida certa
Aclamado como clássico do terror porém eu nunca havia tido contato com a história do livro e só agora me arrependo de não ter lido antes! Realmente achei incrível como a trama foi se construindo aos poucos e como a partir das informações parciais que me eram repassadas segundo a visão da Rosemary fez minha cabeça remontar toda uma conspiração e me angustiar como que estava se passando. Apesar de que muitos terem certo incomodo como a forma que o livro acaba eu particularmente não esperei que ele terminasse como terminou e isso não em um sentido ruim. Na verdade em minhas reflexões não veria outro final que não o do livro. Uma das melhores leituras que fiz esse ano.
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Léo 30/10/2015

Enquanto lia esse livro uma frase me veio à cabeça e fez todo sentido do mundo: “E nos pequenos frascos, que encontramos as melhores fragrâncias”. O Bebê de Rosemary é esse tipo de livro, pequeno no tamanho, mas extremamente único e espetacular.

O romance de Ira Levin conta a história Rosemary que acaba de se mudar com seu marido Guy para o prédio mais disputado de Nova York o Bramford. O Bramford é prédio antigo com uma reputação não tão boa assim. E é justamente nesse ponto que um amigo de Rosemary, toca ao saber que eles vão morar nesse apartamento. Hutch conta a eles várias histórias sobre fatos que ocorreram nesse prédio e mesmo assim eles não desistem de ir mora lá.

Logo quando se mudam, Rose e Guy se tornam amigos de um casal de idosos, Minnie e Roman. Esse casal entra de tal forma na vida deles que dão palpites sobre tudo. A partir do momento que Rosemary descobre que está grávida, eles indicam um médico. Minnie faz todo dia para Rose uma vitamina, além de ter lhe dado um colar que tem como pingente uma raiz de tannis que mesmo tendo um cheiro horrível Rosemary se vê obrigada a usar, tudo pelo bem do bebê. Sua gravidez não é lá das melhores, o médico a proibiu de ler qualquer livro ou revista sobre o assunto, a proibiu de conversar com outras mães porque como ele ressalta cada gravidez é diferente uma da outra. O sofrimento dela é inegável, começa pela sua aparência, pela dor constante que sente e nunca passa.

Hutch tenta ajudar Rose, mas no dia que em que ele marca um encontro ele adoece misteriosamente. Com isso umas séries de coisas vão acontecendo, Guy consegue um importante papel depois que o ator principal perder a visão.

Num dado momento da narrativa, Rosemary começa a desconfiar dos amigos e do próprio marido. Ela ainda não sabe de fato o que são esses vizinhos, mas está certa de que a algo errado com eles.
O Bebê de Rosemary tem um inicio calmo e sem grandes emoções. Porém a escrita do autor é totalmente instigante. Ele vai te prendendo de um modo que é impossível não gostar da leitura. Outro ponto que destaco é a harmonia que temos na obra, nada ali é exagerado demais.

Outra coisa que é importante falar, que este livro não é extremamente assustador. Ele se concentra mais em suspense e mistério com o uso de elementos sobrenaturais. Mas não se desanime por isso, esse é um ótimo livro que todo leitor que é fã de terror deve ler.

Com o termino da leitura eu pude perceber uma coisa. Os vilões são quem a gente menos espera. Eles estão por ai, podem estar ao nosso lado. E nem sempre somos capazes de enxergá-los no tempo necessário. Com Rosemary foi assim. Ela não se preocupou e quando percebeu as verdadeiras intenções das pessoas que a cercavam era tarde demais.

Termino esta resenha indicando este livro que na minha humilde opinião é maravilhosa e super agradável de ler. Esse livro com toda certeza vai para o hall de melhores leituras deste ano. Para você que está lendo está resenha pare tudo o que estiver fazendo e vai ler este excelente livro.

site: http://prafalarsobrelivros.blogspot.com.br/2015/10/o-bebe-de-rosemary-ira-levin.html
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Sammi 10/12/2018

Leitura rápida
A linguagem é acessível, o que torna a leitura rápida, a escrita da trama é objetiva, entretanto o enredo é fraco e previsível, os personagens são pouco desenvolvidos e o final não encerra o clímax de forma satisfatória.

Vale a pena a leitura? Sim, mas sem grandes expectativas.
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