A Confraria

A Confraria John Grisham




Resenhas - A Confraria


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Andrade 19/12/2017

A Confraria
Achei muito bom principalmente essa frase
"Justiça atrasada é justiça negada - Magruder alegou, solenemente.
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Marcelo 28/08/2016

Divertido mas um pouco irreal
Já li vários livros de John Grisham. Esse livro segue o mesmo estilo. Uma história dinâmica que se passa no âmbito jurídico e político. A leitura é agradável e prende a atenção. Sempre dá vontade de ver o próximo capitulo. A história é pura ficção bem longe da realidade, - mas eu recomendo.
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geazeve 02/10/2012

A Confraria


John Ray Grisham Jr. nascido em Jonesboro, Arkansas, 8 de fevereiro de 1955, é um escritor americano. É o sexto escritor mais lido nos Estados Unidos da América, segundo a Publishers Weekly.
Em uma prisão federal da Flórida, onde se reúnem Roy Spicer, um ex-juiz de paz que cumpre pena por roubar uma igreja, Finn Yarber, juiz da Suprema Corte da Califórnia condenado por sonegação de impostos, e o meritíssimo Hatlee Beech, preso por atropelar e matar duas pessoas. Eles formam a Confraria.
Eles são Consultores jurídicos para seus colegas prisioneiros, e revisam processos, redigem apelações e resolvem pequenas disputas internas, faturando pequenos honorários. Mas não estão satisfeitos.
E assim começam a aperfeiçoar um golpe para extorquir dinheiro de
respeitáveis senhores ricos de meia-idade que têm muito a esconder da
sociedade.
A história começa que, numa grotesca imitação da Justiça, resolve pequenos problemas e disputas dentro da penitenciária, enquanto esperam o fim das penas, descobrem uma nova maneira de ganhar dinheiro: extorquir homossexuais com cartas que ameaçam revelar a todos suas preferências sexuais.
A CIA quer o colocar deputado Aaron Lake na Presidência da República.
Lake também faz parte de um plano, mas muito diferente.
O virtual futuro presidente dos Estados Unidos, porém, verá seu destino ligado ao dos três ex-juízes encarcerados.
O autor já vendeu mais de 250 milhões de exemplares, com títulos traduzidos para mais de 29 línguas, sempre figurando nas listas dos mais vendidos, foi eleito pela Publishers Weekly como o escritor dos anos 90. Seu livro, O Dossiê pelicano obteve uma vendagem de 11.232.480 cópias somente nos Estados Unidos.

© Geraldo de Azevedo
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Silvio 24/03/2012

Com muito bom humor, suspense e ação, o autor faz uma dura crítica, e também uma sátira ao sistema americano. Mostra a podridão, a corrupção, a hipocrisia, o jogo de interesses e a sede pelo poder que existem nos meios governamentais. Mostra que quem vence eleições não são os candidatos mais preparados para tais cargos, mas sim os que mais têm dinheiro para suas campanhas carregadas de marketing e hipocrisia.
Ah... se o autor conhecesse o sistema brasileiro!
Recomendo.
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Joao 15/01/2012

Todos são tolos e ao mesmo tempo espertos
O que encontramos é um mundo onde tudo é manipulado e as pessoas aceitam viver nele, ninguém assume seus erros, ninguém admite o que é.
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Ju Furtado 24/01/2011

O jogo sujo do poder
O dinheiro corrompe.
O poder corrompe.
Tudo - e todos - têm um preço.

John Grisham dispensa apresentações. Sua maneira de escrever é única, completamente fascinante. Qualquer romance que escreva nos trará a sensação de que se trata de um fato real, dada sua competência e conhecimento dos assuntos que aborda.

Este livro trata de chantagem. Quantos segredos somos capazes de camuflar? O quanto eles nos tornam vulneráveis? No fundo, a pergunta que fica, vista por um outro ângulo, é: qual é o grande sentido da vida?

Algumas pessoas objetivam poder, dinheiro, sucesso - ou tudo isso ao mesmo tempo. E impunidade, claro. Os três juízes que formavam "a confraria" mostram três vertentes de personalidade voltadas para um único objetivo: ganhar (MUITO) dinheiro. Fiquei até perdida de tanto ler altas somas monetárias. Mas nos cativam pela astúcia e inteligência. Um golpe infantil - quase ingênuo - com poderio suficiente para aniquilar a superpotência americana.

Os diversos meandros jurídicos, a conhecida crítica ao sistema judiciário americano e a riqueza de detalhes fazem deste mais um surpreendente romance deste autor que tanto admiro. Recomendadíssimo.
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Carlos 19/05/2010

Anti herois
Mais uma vez, o autor aposta na figura de pessoas desonestas para carregar a trama de um de seus livros. Sua escrita e a construção dos personagens é muito boa, o que faz com que mesmo detestando as atitudes dos juizes vc crie uma certa empatia por eles e se apegue ao desenrolar da história. O contexto político, a personalidade dos personagens e a questão do poder e da manipulação, fazem deste livro um ótimo entretenimento.
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Camilla 22/12/2009

O primeiro livro que li nesse estilo frio, com linguagem de advocacia, essas coisas. Um livro muito inteligente, com uma história diferente dessas que a gente tá tão acostumado a ler. Na verdade, o autor segue essa linha de histórias inusitadas, sempre com a presença de juízes, advogados, crimes mal resolvidos. Nada de Conan Doyle, Agatha Christie, nada disso. Histórias bem mais palpáveis e frias, porém não menos interessantes e envolventes.
Um livro que fascina sem precisar ser "bonitinho", muito pelo contrário.
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