Como Dizer Adeus em Robô

Como Dizer Adeus em Robô Natalie Standiford




Resenhas - Como Dizer Adeus em Robô


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Anna 10/07/2020

Em algum momento você se acostuma?
Cara, que dor no coração.
Me venderam essa história como fofa, e eu não achei que ela pende muito pra isso. É uma história triste de forma sutil, mas se você já passou por isso é profundamente real, e dói. Eu nem sei muito o que dizer, mas eu queria tanto um final feliz pro Jonah, queria saber se ele se sentiu bem depois, se ele se sentiu real.
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Krous 24/06/2020

Não concluí o outro livro de Natalie Standiford que li, então já considero um progresso ter ido até o final desse. Jonah não é um personagem fácil de gostar, mas não me causou ranço como os personagens outro livro da autora.

A história só começa a fazer jus à fofura da capa e ao belíssimo trabalho gráfico nacional (sério, tá soberbo) lá pelo capítulo 11, motivo pelo qual, minha nota final é 3. Muito embora a partir desse ponto eu tenha começado a me interessar pelos eventos e verdadeiramente me importar com todos os personagens. Antes eu gostava razoavelmente da Bea - pois não havia nada a criticar, ainda que fosse apenas uma protagonista juvenil satisfatória - e das suas colegas de escolas - Anne, Tiza e ASUE -. As três garotas eram simpáticas e amigáveis. Receberam Bea muito bem. Estavam longe de ser a amizade tóxica ou os esterótipos de meninas más que praticam bullying que achei que seriam.

Porém, para eu dar uma nota maior que esta o livro precisava ter me mantido interessada desde o primeiro capítulo e não foi o que aconteceu.


Beatrice é normal. Ela não se destaca como personagem principal, mas também não chega a ser insossa o suficiente. É até uma garota sensata diante de tudo o que enfrenta no último ano escolar. Presa numa dinâmica familiar muito esquisita e numa amizade muito dependente e unilateral com o depressivo Jonah, ela até se saiu muito bem.

Demorei para gostar e entender os pais de Bea - e nem acredito que estou dando destaque a esses personagens secundários. - São retratados como pais normais, não perfeitos e talvez um pouco relapsos com a filha porque o casamento está em crise e cada um deles também. O pai foi o que me pareceu mais próximo de um responsável normal. A mãe... eu achei que a justificativa para o comportamento dela seria alguma doença mental, mas foi um mero caso que não deu certo. Ok, né? Pobre Beatrice que teve que viver naquela casa de pernas pro ar se matutando o que diabos estava acontecendo.

Minha experiência de vida me fez ter um pouco de simpatia pelo Jonah. Mesmo se não estivesse envolvido em dramas familiares pesados, ele claramente é uma pessoa melancólica e possivelmente sofre de depressão negligenciada pelo pai e pela escola - os comentários pouco gentis dos colegas de escola são justificáveis para mim, pois são jovens que nunca estiveram diante de problemas ruins de verdade, então falham em entender o jeito de Jonah -. Ainda sim, ele é o que eu classificaria de pessoal difícil.

Então ora eu queria confortá-lo, ora eu queria pedir para ele deixar de ser tão babaca, tão recluso, tão estranho, tão egoísta. Sua amiga Bea também não estava vivendo o melhor da vida. Ainda assim separava um tempo para se importar com os outros ao redor, se importar com os dramas dele. Mas Jonah era muito focado nele mesmo. E no irmão. E em criticar todos os colegas de classe e afastar Bea deles. Não achei isso legal e, secretamente, torci para que ele e Bea rompessem a amizade. Ambos tinham carga muito pesadas e precisavam estar com pessoas mais felizes e leves para ajudá-los a enfrentar essa barra.

Jonah se redimiu - um tiquinho - como amigo no penúltimo capítulo. Talvez em meio à melancolia, luto e depressão, ele tenha amadurecido.

Estranhei o texto da autora. Não era envolvente, sagaz e irônico como o livro anterior dela - avancei bastante por causa disso. Larguei porque sou contra relacionamento com muita diferença de idade, principalmente se um é estudante do último ano do ensino médio e o outro é estudante de mestrado -. Era mais engessado, frio. Não sei se foi proposital, já que Bea se chamava de Garota Robô e lance principal do livro era nenhum personagem desabafar seus sentimentos - ou se o lado jornalístico da autora falou mais alto aqui.

Estou satisfeita de não ter abandonado a leitura quando vi que não estava fluindo. Dar uma segunda chance realmente compensou.
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Vivi 18/06/2020

livro fofinho! merece 5 estrelas
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Samilly 15/06/2020

Esperei demais dele... Criei expectativas.
A decepção veio com esse livro. Eu esperei tanto dele, vi falando bem, mas não me arrebatou, me deixou com sentimentos péssimos. Uma leitura leve, que flui rápido, mas esperei mais e nem tinha.
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paula 17/05/2020

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Leiturasdamarina 24/04/2020

Como dizer adeus em robô
Uma leitura diferente de todas que já fiz. Uma escrita leve, fluida, mas que fala de assuntos tão complexos: amizade, amor, bullying, auto-estima, família... não espere um final clichê. Essa história, definitivamente, não tem nada de clichê. Mas, é um livro que eu recomendaria. As pessoas precisam entender (e respeitar) que todos temos sentimentos; nem sempre sabemos demonstra-los da melhor forma, mas isso não significa que eles não existam..que somos robôs ????
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Filipe 01/03/2020

Que tal dar uma volta no tapete voador?
Eu devo confessar que, quando comprei o livro, realmente achei que tivessem robôs nele. Comecei a ler, percebi que não e me decepcionei um tanto. Aprendi a não julgar o livro pela capa. Daí segui com a leitura e gostei tanto que logo pensei: oras, talvez eu deva continuar julgando livros pela capa de vez em quando!
A história acompanha Beatrice e Jonah, dois adolescentes apáticos que encontram um no outro refúgio para os problemas do dia-a-dia. E, apesar de soar na maior parte do tempo como um romance adolescente, o livro segue por caminhos inesperados que o permitem explorar outros estilos além do YA.
Nesse livro há apatia, há conflitos de adolescentes na escola, há romances, há tragédias, há enfermidades, há recomendações de músicas ótimas e há plot twists de arrancar suspiros e deixar qualquer um boquiaberto. Por isso lhes falo: julguei o livro pela capa e aprendi a fazer mais isso. Não há robôs, mas há algo melhor aqui - há um livro que ensina a lidar com desencontros, solidão e o significado das relações e do perdão. Leia esse livro se estiver se sentindo um robô, ele vai te ajudar a ser mais humano. E, se for humano, leia esse livro pra entender os sentimentos de uma garota robô.
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Kimo 12/02/2020

Excêntrico e tudo para mim
Não sabia o que me esperava nesse livro, li ele sem expectativas nenhuma, e agora ele se tornou um dos meus favoritos. Não fazia ideia do quanto precisava ler isso agora, do quanto meu ser necessitava de cada uma dessas palavras.
A Beatrice é uma protagonista incrível e que me fez acompanhar sua história com gosto, sempre me animando com sua visão de mundo inusitada e com suas conclusões completamente fora do normal. Minha garota robô feita de carne e sangue. Tão viva, tão cheia de vida.
Foram tantas coisas, tantas emoções, não sei por onde começar a explicar e nem vou tentar; cada um deveria descobrir por si o que essa história o faz sentir.
Me senti em casa com ela, aconchegada, meio nostálgica e contemplativa.
É uma história sobre buscar, sobre encontros e perdas. Uma história real, com personagens reais, com um final real e inevitável. Estou tentando buscar uma forma de expressar tudo e não consigo, acho que nunca vou conseguir.
Estou simplesmente grata aos ensinamentos da Garota Robô e do Garoto Fantasma, grata por ter presenciado essa história, por ter ido com eles para festas feitas para pessoas do futuro, por ter passeado no tapete voador, por ter chorado e rido e sentido raiva.
Com certeza um dos meus favoritos agora.
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ALL.xy 12/08/2019

Cute Sla Bom Eu acho Numsei
COMO ASSIM
CARA
INDIGNADA COM ESSES ACONTECIMENTOS
O JONAH NÃO TEM CORAÇÃO, O JONAH É O ROBÔ ISSO SIM
Amei
Queria continuação sério
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Mari 03/08/2019

Expectativas Me Atrapalharam
Eu comecei a ler esse livro com as expectativas muito altas, o que acabou atrapalhando muito quando o livro não foi nada do que eu esperava.
Eu fiquei com muito bode do Jonah e muito triste pela Beatriz.
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Ju Vogel - Nemeton dos livros 06/02/2019

Como dizer Adeus em Robô - Natalie Standifor
O livro conta a história da Bea, uma adolescente que vive se mudando junto com sua família, e nunca consegue fazer amigos com facilidade, nem manter (já que mudam de cidade com frequência). Bea está em mais um processo de mudança, indo para uma escola nova, onde todos os alunos se conhecem desde o jardim de infância, menos ela.
Bea sente dificuldade em se encaixar na escola nova, quando acaba conhecendo um garoto chamado Jonah , que é apelidado de garoto fantasma e sofre constante bullying na escola.
Eles de alguma forma se identificam, Bea geralmente tem insônia a noite , e gosta de ficar ouvindo programas de rádio na madrugada. Jonah acaba apresentando para ela um programa de rádio muito legal , onde os mesmos ouvintes ligam toda noite e interagem uns com os outros.
Enfim.. a história é bonita , flui super bem e não tem um final clichê, o que me fez gostar muito!

#resenha #nemetondoslivros #livroseamigos #bookstagram #booklovers #books #livros #comodizeradeusemrobô #nataliestandiford

site: https://www.instagram.com/p/BhHap6VADqu/
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Myrelando 17/09/2018

O livro é narrado por Beatrice Szano (A garota Robô). Ela conhece Jonah Tate (O garoto fantasma).

A amizade deles (se é que podemos chamar assim, já que eles se quer definiram oq eles tinham um com o outro) começa a partir do momento que Jonah indica uma estação de rádio para Bea, e eles passam a escutar o programa “Night Lights” todas as noites, no mesmo horário.

Em meio a isso, Jonah descobre que o irmão gêmeo dele (que nasceu com problemas de saúde e deficiências físicas) que ele pensou ter morrido há 10 anos junto com a mãe deles num acidente de carro, está vivo e internado numa clinica para pessoas com tais doenças. Junto com Bea eles começam a procura-lo, apesar de o pai proibir e não querer que ele descubra que o irmão dele está realmente vivo.

Por sua vez, Beatrice descobre que os pais estão se separando, e que os ataques de louca da mãe, são por conta disso.

Bea fez novos amigos, e Jonah, continua sendo o “garoto fantasma”, sem amigos, solitário e isolado; mas juntos, eles acabam encontrando o Matthew (o irmão gêmeo de Jonah), e eles começam a traçar planos para tira-lo da clinica.

Mas Jonah, é um menino ignorante, frio, e egoísta e sempre afasta Bea, SEMPRE, e isso foi oq me deixou mais irritada, pq mesmo ele tratando ela SUPER mal, ela sempre atente os chamados dele, mesmo ele passando dias, semanas e até meses sem se quer dar atenção a ela.

Tem casos de bullying, tem também aqueles romances bem época de escola, e também o valor da amizade.

site: https://www.instagram.com/p/BjNkQ1vlMAl/?utm_source=ig_web_copy_link
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Camila Melo (@a_bookaholic_girl) 25/06/2018

Sobre um livro... preciso!
Como este mês eu vinha fazendo várias leituras para a faculdade (isso não é novidade, eu sei, rs) optei por escolher este livro como companhia no meu final de semana e foi uma escolha bem acertada. Eu tinha uma ideia um tanto equivocada em relação ao livro, por não ir na opacidade que o título apresenta, fiquei imaginando algo mais ligado à tecnologia, por ter a menção de um robô na história.

Muito pelo contrário, a analogia é explicada nas primeiras páginas:
"Ah! – gritou minha mãe – Você não tem coração (…) Você não é uma menina – falou. – É um robô!" (p. 12)
Narrado em primeira pessoa, conhecemos Beatrice ou Bea, a Garota Robô. Prestes a cursar o terceiro e último ano do ensino médio, a história conta sobre esse período, numa escola totalmente nova já que a família está mudando para Baltimore. Mas isso não é novidade, por conta do trabalho do pai de Bea, que é professor universitário de prestígio, a família tem o hábito de não criar raízes em um lugar por muito tempo.
"Enquanto isso, lá estava minha mãe, ainda agachada em sua piscina de lágrimas com cheiro de violetas. Porque está tão chateada?, fiquei imaginando. Não podia ser pelo ratinho. Ela vinha chorado muito, mesmo antes de nós o encontrarmos. Tinha de ser a Mudança. Mas nós já havíamos nos mudado um milhão de vezes – parecia um milhão de vezes, de qualquer maneira – e isso nunca parecia tê-la incomodado antes. Era eu que odiava me mudar, até finalmente me acostumar. Aprendi a não ficar muito presa a nada. Parei de pensar nas casas em que nós morávamos como a minha casa, ou na rua em que morávamos como a nossa rua. Ou nos meus amigos como meus amigos. Não que eu tivesse tantos." (p. 13)
Bea mostra que não permanecer num mesmo lugar por muito tempo colaborou para a sua solidão, e ainda mais com a mudança de comportamento da mãe que começa a fazer coisas estranhas, como se maquiar no meio da noite, chorar o tempo todo e inventar uma doença nova a cada dia. Apesar da relação amistosa com o pai, o mesmo era ausente e negligenciava a filha e a esposa, muitas vezes transferindo a responsabilidade da esposa para a filha numa inversão de papeis da função pai e filhos. Mas a protagonista também tem seus momentos de crise, sofrendo de insônia, busca alguma forma de preenchimento durante as madrugadas sozinha no quarto.
"Jamais contei a ninguém sobre esse hábito noturno. Tinha certeza de que meus pais me mandariam a um psicólogo se soubessem, e o psicólogo iria me internar ou me drogar ou me dar choques ou pelo menos me fazer vistá-lo cinco dias por semana. Eles não entenderiam que eu não queria morrer. Só achava reconfortante pensar na morte." (p. 19)
Um dos pontos muito interessantes que a protagonista relembra antes de sua mãe ficar “maluca” era do tempo em que as duas passavam assistindo filmes, e ainda mais, se fantasiando para reproduzir alguma cena. Por isso, há várias citações de filmes que merecem destaque 😉
Numa escola em que todos se conhecem desde sempre e já tem os seus “lugares fixos” Bea entra mais do que deslocada. A garota passa a ter contato com o colega Jonah, que chamam de fantasma, justamente por não se envolver com ninguém e criar laços de amizade. Ele é considerado o estranho da turma e fazem várias suposições por conta da sua aparência física e do acidente que matou sua mãe e irmão gêmeo quando ainda era criança.
Com isso, a atmosfera do livro se torna por muitas vezes melancólica, com raros momentos de alívio cômico. A impressão é que tem algo de muito errado com a Bea, sua mãe e seu amigo, se é que se pode chamá-lo, Jonah. Fugindo dos clichês, a autora optou por desenvolver o relacionamento dos jovens diferente do típico romance adolescente, não, a relação é ao mesmo tempo que profunda, distante. Na verdade achei o relacionamento dos dois muito bizarro em vários momentos, porque Jonah é complicado e senti que muitas vezes ele usava e manipulava Bea a fazer as suas vontades, e ela se frustrava esperando a mesma consideração que ela tinha por ele. Pensando melhor, acredito que esse seria um livro que seria legal ter os dois pontos de vista dos personagens principais para saber exatamente o que se passava na cabeça do garoto.

Resenha completa no blog ;)

site: https://abookaholicgirl.wordpress.com/2018/05/28/resenha-como-dizer-adeus-em-robo-por-natalie-standiford/
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Clara 01/06/2018

Como dizer adeus a esse livro?
Esse livro me lembrou tanto Eleanor & Park. Dois adolescentes com famílias extremamente disfuncionais, que encontram abrigo na companhia(não necessariamente romântica) um do outro, mas que trata de uma forma realista os problemas do dia a dia e não romantizando-os. Amei!
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