Espero Alguém

Espero Alguém Fabrício Carpinejar




Resenhas - Espero Alguém


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Thalita 27/03/2021

Melancolia em poesia
Em "Todas as mulheres" encontramos uma grande poesia interligada cheia de angústia e melancolia. Qual a sensação de morrer sozinho? Quem estará ao meu redor na hora de minha despedida?
A realidade é que todos que já pensaram no momento da morte, já imaginaram como seria essa despedida. É mórbido, cheio de incertezas.
Ao ler, só conseguia pensar: o que eu sou para as pessoas que amo?
Cada verso carrega despedidas, dores e esperança.
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Ronnayse 27/12/2020

Indagações sobre relacionamentos (e porque não sobre si mesmo?).
O que fazer e o que esperar de um relacionamento e/ou do outro na relação (e após ela)? Como seria se fosse diferente? Se acaba, como seria (com) a próxima pessoa?
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Ana Carla 01/08/2013

"Espero alguém que fique me chamando para dormir, que fique me chamando para despertar, que não precise me chamar para amar."
Assim começa esse livro de crônicas do gaúcho Carpinejar. E sem perceber esse livro te pega pelo pé, te vira de ponta-cabeça e deixa você extasiado até a última página.
Se você acabou um relacionamento recentemente, prepare o lenço. O livro começa sofrido, falando de separações e da dor da perda, e vai clareando como aquela madrugada insone, até o momento em que se percebe que tudo passa, incluindo o luto por quem ainda vive, mas vive apartado de nós.
Carpinejar molda as palavras habilidosamente.
Vale a pena das uma espiada nas pinceladas que esse rapaz produz no papel.
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Radmila.Ribeiro 26/04/2020

Livro para pensar nos relacionamentos que construimos. Não virou meu favorito, mas uma leitura boa e rápida
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larilopes11 21/01/2021

foi bom e acabou rápido
eu tenho esse livro comigo desde 2018, já havia lido algumas páginas e ele não me chamou atenção... mas agora eu gostei, fiz algumas marcações no livro de frases que achei muito boas e acho que é isso, mais um livro de poema que eu acabei numa sentada pra aliviar a leitura anterior e me preparar para a próxima...

o livro em si não fala só sobre relacionamento, mas também sobre o que é o amor, família e a morte, e em suas 112 páginas explica como tudo isso está ligado e mexe com a gente.
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Euflauzino 05/01/2015

Esperar pode ser prazeroso
Escrevo ao som de “Change the world” de Eric Clapton. Por coincidência a canção expressa o que a escrita de Carpinejar pode fazer e faz. Lendo Espero alguém (Bertrand Brasil, 336 páginas) tenho a sensação que as pessoas necessitam carpinejar um pouco mais, para que carpinejando, nós, o mundo e a vida, possam ser um pouco mais sensíveis e emotivos, menos racionais.




Este livro de crônicas tem abertura de forma lapidar, belíssima. Um sentimento de esperança crescente:

“Eu espero alguém que não desista de mim mesmo quando já não tem interesse. Espero alguém que tenha pressa de mim, eternidade de mim...”
Fez-me lembrar de imediato o final apoteótico do poema “Desejo” de Victor Hugo, amplamente divulgado e tão bem musicado por Frejat:
“Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar"
Não quero sair distribuindo frases ao acaso, tirando o prazer da leitura, mas é difícil me conter. Preciso ir pontuando, alimentando minha vontade de traduzir o que fui sentindo. Noto que após a esperança das primeiras linhas o chão vai se abrindo sob nossos pés. Primeiro vem a fossa:

“Não há vontade de me matar, muito menos de acordar... Voltei a ser humilde, a escutar as canetas, as moedas, os objetos caindo no chão e recolhê-los aos seus donos desajeitados.” A dor da separação que nos leva a perder o sentido e o sentimento das coisas:“Nunca sei quando vai doer — isso é o que mais dói.
A dor é mais uma morte em mim. Não me separei de uma esposa, eu me separei do que eu era com ela. São duas separações ao mesmo tempo.
Não duvido que o excesso de sensibilidade me torne insensível. Estou tão vulnerável que não sinto nada.”A constatação de que você não é mais quem imaginara ser:
“Você não me observa mais, você me anula diante de todos os homens que já fui. Vou pagando empréstimos com empréstimos.
Ainda me procura alinhado, mas sou sua roupa solta pelo sofá.”

site: Leia mais em: http://www.lerparadivertir.com/2015/01/espero-alguem-cronicas-carpinejar.html
Manuella 07/01/2015minha estante
resenha impecável.




Taís 07/03/2015

Já li melhores
Nas primeiras sessões destes escritos, só li sobre separação. Eu que não tenho nenhuma experiência com união, não me identifiquei e nem fiquei atraída pelo assunto. Foi cansativo, mas continuei até o fim. Nos últimos capítulos, os textos tomaram outro rumo e a leitura foi mais confortável. Não é dos melhores livros do Carpinejar, a não ser que você esteja nessa fase de separação.
Não gostei.
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Quel Magda 31/08/2020

Esse é o primeiro livro do Carpinejar que leio e, particularmente, não curti muito.
Algumas frases são marcantes, mas eu esperava mais.
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Michelle Trevisani 25/09/2016

Carpinejar em poesia
Oi oi gente! Tudo bem com vocês? Hoje trago a resenha do livro Todas as Mulheres, de Fabrício Carpinejar. Lançado pela editora Bertrand Brasil, é um livro curto, pra se ler em uma tarde, com letras ótimas para serem lidas e páginas amareladas.

Já li muitos livros do Carpinejar, mas desta vez a experiência foi em poesia, não em crônica, como é de costume do autor. Neste livro não vamos encontrar vários poemas, mas um único, um tipo de poema interligado. É quase uma biografia também, porque o autor nos traz vários elementos de sua vida e o poema é como se estivesse narrando sua morte e a imaginando - imaginando quais das mulheres de sua vida estarão chorando sua partida aos pés do caixão.


"Hoje escureci, para não amanhecer.
O oceano tem uma noite dentro de si
mais escura do que o céu.
Meu mar sem barcos e estrelas,
com os segredos desabitados ao fundo".


Nos poemas Carpinejar relata que tantas fizeram parte de sua vida, mas pouco sabe das que realmente se importarão e permanecerão com lágrimas nos olhos quando não o tiverem mais vivo. "Depois de tanto viver, que será a minha viúva? e como ela vai sentir minha perda?" são estas as principais indagações que ele trará no livro.


"Até pareço satisfeito e bonito.
Mas, de longe, todo morcego é um pássaro".


Poemas que relatam a dor, de repente, de se ver morrendo sozinho. Quantos de nós não temos essa angústia? Será que realmente vou ser importante para alguém quando partir? Será que está pessoa estará ali, por mim, me velando, me olhando, sentindo a perda, pegando em minhas mãos, dando-me um último beijo na testa? E de palavra em palavra vamos acompanhando essas incertezas do autor, que com pensamentos suaves vai cavando sua própria cova.


"Minha pequena, não se engane,
o rio somente corre lento para quem não está dentro.
Já nós, imersos na correnteza,
vivíamos apressados de afogamento".


Confesso que prefiro ler suas crônicas. A experiência em poesia não me fisgou muito. Foi um texto bem diferente, conseguimos observar muito de Carpinejar na escrita, mas achei tão melancólico, como se fosse realmente um adeus. Talvez este era o seu momento: de auto-reflexão, de deixar o sentimento real transparecer e isso ele o fez com muita propriedade. Prefiro, porém, suas crônicas. Mas te convido a conhecer também este lado do autor, para quem é fã, será um outro modo de ler Carpinejar.

"Quem será a minha viúva,
a que alisará a minha escrivaninha
procurando por algum bilhete de despedida
ou a que porá a biblioteca abaixo em acesso de cólera?"

Leia mais resenhas no meu blog >> Livro Doce Livro.

site: http://meulivrodocelivro.blogspot.com.br/
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Elizandra 26/10/2016

"Aprendo a amar amando, para entender que a maior declaração ainda não é o "eu te amo". É quando alguém confessa: "Não consigo mais viver sem você."
Devido ao título esperava que fosse falar sobre solteirice, solidão, desilusão, essas coisas, mas as crônicas abordam muito mais. As crônicas falam sobre o amor e a dor de cotovelo, e também falam sobre relações de um modo geral. Devido a própria característica da crônica fiquei me perguntado se tudo o que foi escrito Fabrício viveu de verdade na vida dele. O autor é sensível, suas crônicas são românticas sem ser piegas.
A escrita, mesmo que seja poética é bem simples e lembrou muito a Martha Medeiros.
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Nivartan 02/01/2019

Comum.
Pra ser sincero este livro não me tocou em nada. É criativa a história, mas muito simples. Não posso julgar se é bom ou ruim, talvez seja do agrado de alguns leitores, mas para mim foi bem abaixo do esperado.
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Trauti 21/03/2014

Fabrício Carpinejar é uma dessas tantas entidades que estão em todos os lugares da internet. Por mais que você se esconda, não adianta: seus amigos, mais cedo ou mais tarde, irão compartilhar uma frase na sua timeline. Às vezes, para o azar da paciência, várias frases. Por mais que eu goste da pessoa, de sua companhia, sei que vou acabar me decepcionando porque 80% dos internautas se identificam com filósofos de gaveta. Dentre eles, Tati Bernardi e Carpinejar que, se não fossem os artigos na Wikipédia, eu juraria de pés juntos que são a mesma pessoa. O que, é claro, está longe de ser um elogio. (...)

Leia a resenha completa no blog.

site: http://bonjourcircus.blogspot.com.br/2014/03/espero-alguem-fabricio-carpinejar.html
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Vanessa 21/03/2014

Espero alguém
Eu nunca tinha lido mais que frases soltas pela internet de Carpinejar...
São textos bacanas, muitos com bastante humor e muitas vezes me senti lendo Veríssimo, embora nesse caso, os finais são menos surreais.
Um livro pra passar o tempo sem se preocupar e às vezes até fazer a sua versão de algumas crônicas...
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Camila 29/08/2016

Maravilhoso
E consegui-lo autografado logo após dar um abraço no Fabrício foi um dos melhores presentes que já ganhei.
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