Sombra e Ossos

Sombra e Ossos Leigh Bardugo




Resenhas - Sombra e Ossos


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Man 02/02/2018

Sombra e Luz
O coração pode amar duas pessoas ao mesmo tempo, o coração pode amar a parte monstruosa de um e continuar amando seu melhor amigo.
Por mais assustador que seja Darkling é sedutor, ele esperou a eternidade pela vinda de Alina e irá lutar para te-la com todas as armas.
Maly cresceu ao lado da melhor amiga, Alina, e precisou ver a "felicidade" dela com outro para descobrir o quanto a amava. Precisaram encontrar o caminho de volta um para o outro, para descobrir que se amavam.
História linda, cheia de magia.
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Taamy 26/01/2018

Sombra e Ossos
É maravilhoso o sistema de Grishas e as tramas do Darkling. Sinto que muito mais coisas aguarda a Alina. Porém é um pouco difícil se acostumar com os termos do mundo Grisha e elementos e nomes russos.
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Luuh 25/01/2018

Enfim, mais um livro...
Iniciei esse livro por falarem muito bem dele e tudo mais...até gostei da sinopse, muito interessante..mas desde o início a leitura me cansou. Só melhorou da metade por diante, mas sem grandes surpresas.. achei meio previsível dimais.Claro que teve partes do livro que me surpreenderam bastante e pensei que só melhorariam. Mas não. Desde o início a personagem tinha um grave complexo de inferioridade que cansava dimais, não acreditava muito no seu potencial, precisavam as pessoas estarem reforçando a acreditar nela mesma, fora que até a metade do livro a história aconteceu lenta dimais. Mas admito que o final foi surpreendente quando a personagem Alina Starkov demonstrou coragem..essa foi a parte que mais gostei. Não sei se continuo a trilogia.
Mas posso voltar pra ver se melhora.
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Andréa Araújo 06/01/2018

Completamente frenético
Uma coisa é preciso ser dita sobre esse livro, ele não para! Não existe um momento em que não esteja acontecendo algo, nenhum momento em que você se sente entediada lendo. Todos os momentos requerem a sua atenção, a prendem tanto que você só consegue largar o livro para as coisas básicas da vida, tanto que comevei e terminei em dois dias e porque não li os dois dias inteiros.

Outra coisa importante sobre ele são seus personagens, cada um com sua personalidade que foram abordadas de maneiras diferentes. Além da narração da personagem principal, a Alina, que me fez ama-lá, seus defeitos e qualidade. E seu jeitinho lindo de geralmente falar rudo que esta pensando.

Falando de amor, como não falar do Maly? No começo do livro, achei que ele iria desaparecer e que eu não teria chance de me apegar, mas ele retornou e levou meu coração, agora estou aqui torcendo por ele.

Mas nem tudo são flores, então vamos as críticas, que são poucas, basicamente uma, mas mesmo assim. A narração como eu disse, é frenética, cheia de movimentos e ações. E pode ter sido a intenção da autora se realmente fazer assim, mas acabei sentindo falta de momentos mais profundos (?), senti falta de me sentir emocionada. Até na cena mais bonita do meu ship(que nem é tão o foco do livro), não consegui me emocionar tanto, acho que faltou um pouco de atenção aos diálogos deles de uma forma mais íntima.

Além disso, achei o grande clímax um pouco mal explicado e rápido, Alina se sacrificou tanto por um objetivo para deixar a grande oportunidade passar sem uma explicação mais plausível na hora, depois você acaba entendendo junto com ela a situação, mas mesmo assim, acho que a cena era importante demais para deixar passar assim.

Dito tudo isso, preciso dizer que adorei o livro e já vou correndo para o segundo. Quero muito saber o que vai acontecer depois desse final.
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Carla Cássia - @contra.capa 04/01/2018

Premissa simples, reviravoltas inesperadas.
Sombra e Ossos foi uma mega indicação dada por uma das minhas melhores amigas e ela falou tanto dessa saga, mas tanto, que eu pus o livro nos desejados de aniversário e ela me deu.

Devo confessar que minha pessoa aqui, não sabia muito bem o que esperar do livro, já que a sinopse é muito parecida com diversas outras histórias que eu já vi por aí: Menina(o) que descobre um “dom” e é tirada do seu lugar de conforto e jogada em um mundo de tramas e intrigas.

Sério... se você olhar em sua estante talvez vá achar vários livros com essa premissa. Adoro? Adoro! Porém não é muito inovador e pode se dado mil rumos diferentes.
Então comecei a leitura sem grandes expectativas.

Graças aos céus eu gostei. Não foi o primeiro melhor volume de saga que eu já li na minha vida. Na verdade foi bem doido, pois eu sempre gosto de adivinhar o que vai acontecer, e esse livro me enganou, mas me enganou tão bonito que eu fiquei até chocada e com vergonha. Sério, fique com aquela cara de tacho bonita.

Alina, não Aline (sim tive que tomar cuidado muitas vezes durante a leitura), foi uma protagonista que cresceu aos meus olhos conforme a narrativa foi correndo. No começo não dava nada por ela, até a achava bem chatinha, entretanto, com o tempo fui a entendendo melhor e indo com a cara dela. Devo dizer que ela não entra no ranking de personagens principais favoritas, mas sem duvidas Alina passou longe de ser das mais chatas.

Sombra e ossos foi um livro que conforme a história foi se montando nos meus olhos, fui ficando surpresa e curiosa. NUNCA, que com aquele começo, eu pensaria aonde a história iria para. E o final... Jesus apaga a luz, o final é de fazer você gritar querendo logo a continuação, pois aonde para não deveria ser permitido nenhum livro parar.

Uma observação que eu devo fazer foi o fato de algumas palavras, usadas na história, terem vindo do russo, entre outras coisas. Gosto de quando os livros de fantasia saem um pouco do latim, que já é o esperado. Fora isso, a capa super tem a ver com tudo que ocorre no livro, trazendo um grupo de referencias bem legal. Quando você a olha no primeiro momento diz que é interessante, pelo menos eu achei, mas depois que pesca os elementos, fica muito melhor.

Para mais resenhas, link abaixo

site: www.blogcontracapa.com.br
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Aline 31/12/2017

Estou apaixonada pela escrita leve e fluída da Leigh Bardugo. Ela conduziu o enredo de forma majestosa e engenhosa. Já no primeiro capítulo já estava super envolvida na trama. Fui pega em todas as reviravoltas sem suspeitar de nenhuma. E que personagens hein! Todos muito cativantes. Assim como a fantasia e o mundo mágico dos Grisha. Depois de três séries de "bruxos" (Harry potter, O clã dos magos e Dezesseis luas) fiquei temerosa com o rumo que essa história tomaria, mas felizmente, não é nada parecido com os outros livros que já li. O romance poderia ser um pouco mais sutil, sem a protagonista ficar pensando nos seus pretendentes a cada capítulo. Mas não chegou a me incomodar a ponto de tirar uma estrela. O triângulo amoroso foi bem escrito e me convenceu, apesar de ter morrido nesse livro depois das atitudes de certo personagem.
E essa capa maravilhosa? Linda demais. Aquele livro que eu compraria só pela arte da capa.
(tentando entender o que o título tem a ver com a história até agora)
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Vittória Brasil 06/11/2017

Surpresa agradável!
A história melhorou consideravelmente a cada página, posso deixar registrado que fiquei empolgada com as revelações e acontecimentos. Apesar disso tudo, guardo em mim uma concordância estranha de que talvez as coisas pudessem ser um pouco diferentes.
O Darking é um personagem sombrio e velho, mas que possui aparência jovem e vários aspectos humanos. Ele possui suas próprias ideologias e isso por si só é suficiente para provar o quanto ele é interessante. Eu gostaria que ele fosse o par romântico de Alina.
Ao mesmo tempo, eu curto o Maly. Entendo-o. Mas... Por que ele quando se pode ter o Darking?
A autora deveria repensar essa parte. Me lembra Estilhaça-me e o triângulo Warner-Juliette-Adam.
Eu, como leitora, quero saber muito mais sobre Darking. Sobre seus sentimentos, sua vida, suas ideologias... Ele me desperta curiosidade e eu adoro isso. Espero ver ainda mais dele nos próximos livros.
Julia.Esther 28/12/2017minha estante
Entendo. Fiquei triste pelo par romântico dela não ser o Darkling.




Jo 01/11/2017

Confesso que estava esperando bem mais desse livro, não sei se a minha decepção foi pq eu estava shippando a Alina com o Darkling e levei um belo de um tapa na cara, só sei que depois desse descoberta amarga o livro não teve mais o mesmo sabor ou se é pq o atual romance da protagonista não me acende as luzes do coração, aliás por várias vezes eu torci pra ele morrer?? enfim vamos ver se os próximos volumes irão me surpreender.
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 25/10/2017

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
Acho que tirei 2017 para ser o ano de tirar o atraso das séries de fantasia que estavam mofando na lista de leitura. Graças a Zeus e Odin, todas estão sendo maravilhosas e com Sombra e Ossos não foi diferente.

Pela sinopse, percebe-se que temos o velho clichê do “protagonista que não sabia o que era até um certo incidente” (Olá, Harry Potter, Percy Jackson e afins…) O que importa é como a autora conduz sua história e como seus personagens são construídos. Nisso, Leigh Lady Bauducco* Bardugo não deixou a desejar

Alina é órfã e só teve como companhia seu amigo Mala Maly. De repente, ela se vê com uma responsabilidade gigante jogada nos seus ombros. Claramente Alina não quer um pingo dessa responsabilidade e, apesar de super insegura, ela dá o seu melhor pensando no povo de Kavka. Inseguranças à parte, Alina é corajosa, leal aos seus amigos, resiliente e de bom humor (isso quando alimentada e descansada, o que me identifiquei bastante).

Por ter tido um passado um tanto difícil, por algumas vezes Alina se deixa deslumbrar por todo esse mundo novo que foi jogada. Algumas pessoas viram isso como algo negativo, mas eu achei interessante a autora colocar esse detalhe porque assim a personagem se torna mais humana, real.. Que atire a primeira pedra que não iria ter a mesma reação que ela, se tivesse crescido em um orfanato?

Mas quem rouba a cena de toda a história é o Darkling e isso é um fato. Todo trabalhado no mistério, Darkling quer ajudar Alina a domar seu poder, mas até onde essa ajuda é sincera? Isso são cenas para os próximos capítulos. Confesso que queria mais aparições físicas do personagem (já que o espírito dele estava sempre rodando por ali, querendo ou não), mas para um livro introdutório até que fiquei satisfeita com suas participações.

Os personagens secundários também foram bem construídos e trabalhados. Destaque para Genya e Maly, amigos de Alina. No começo (acho que todo mundo), fiquei com um pé atrás com Genya, mas logo a Grisha ruiva me conquistou com seu jeito. Já o mala do Maly, em certos momentos (99% deles pra ser mais exata), queria arrastar a cara dele no Não-Mar. Ele me lembrou muito o amiguinho chato da Mare (A Rainha Vermelha) (Percebe-se a importância que ele teve na minha vida; nem lembro do nome)

O ponto forte dessa fama toda do Grishaverse é a escrita da Leigh. Além de ser bem ágil, sem muitos rodeios, a autora não enche as páginas de descrição. Esse detalhe foi algo que percebi quando li Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra, que foi meu primeiro contato com ela. Assim como em A Queda dos Reinos, a autora descreve o necessário para que saibamos como é o cenário, mas o foco mesmo é nos sentimentos dos personagens.

Adorei também o embasamento do mundo Grisha. Gostei do toque de cultura russa na história, não só no clima de Kavka, mas também nas vestimentas e expressões. Gostei do fato da magia dos Grisha, exceto Darkling e Alina, na verdade ser manipulação de elementos químicos.

A história se desenvolveu de uma forma diferente da que eu estava esperando, mas foi uma boa surpresa. Nos capítulos finais, eu estava cheia de teorias e todas foram por água abaixo, me fazendo de trouxa e levando alguns tirozinhos (ou seja, nada de novo sob o sol). Esse livro termina com um gancho não daqueles de morrer pela continuação, mas instigante o suficiente para fazer você querer ler logo Sol e Tormenta. Algo que fiz imediatamente.

* Quando soube da autora, eu não consegui lembrar direito o nome dela e só chamava de Lady Bauducco. Na verdade, ainda chamo. A culpa é da sonoridade e das palavras que meu cérebro interpretou como parecidas.

Leia mais resenhas em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/

site: https://balaiodebabados.blogspot.com.br/2017/10/resenha-218-sombra-e-ossos.html
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Bia 05/10/2017

Resenha - Sombra E Ossos
Comprei o Box dessa trilogia quando estava em pré-venda, ainda consegui um preço baixo por estar na Black Friday de 2015. Porem como podem perceber levei um tempo para pegar o primeiro livro, não sei por quê. Essa trilogia é bem famosa, só ouço elogios, porém após ler esse primeiro livro... Não achei grande coisa.

As páginas são amareladas, a fonte é okay. Eu gostei bastante da capa principalmente porque tem A Catedral de São Basílio na capa (tenho um fascínio pela Rússia), têm vinte e dois capítulos.

Alina Starkov pensava ser uma garota normal, uma simples e sem importância cartógrafa órfã. Cresceu com seu melhor amigo por quem tem uma paixão secreta, Maly. Sua vida monótona continuava no mesmo ritmo, até o dia em que teve que atravessar o Não Mar, ou também conhecido com a Dobra das Sombras.
A Dobra de Sombras foi criada por um Herege Drakling a milênios atrás, ao criar a dobra ele espalhou a escuridão por toda a parte onde a Dobra chega, devastando completamente o lugar onde havia fazendas, casas, e o verde. E com a Dobra veio os Volcras, criaturas monstruosas e enormes que só enxergam no escuro, devoradoras do que quer que tente atravessar a Dobra para o outro lado de Ravka.
Quando Alina e seu regime começam a atravessar a Dobra e acabam sendo atacados, ela vê Maly sendo atacado por um Volcra e ao tentar ajudá-lo acaba liberando algo dentro de si que até então era desconhecido, se mantinha escondido. Esse seu suposto poder espanta os Volcras. Uma luz, exatamente como a luz do sol, irradia de dentro de Alina. Uma Conjuradora do Sol.
Seu poder chama a atenção de alguém em especial, um Darkling, um dos mais poderosos Grishas. Um cara misterioso que possui um poder incrível, porém por ser da família de um Darkling ele é temido, possui muitas histórias/boatos a seu respeito. Quando uma Conjuradora do Sol é descoberta, o Drakling vê uma oportunidade para acabar com a Dobra das Sombras, sendo assim ele leva Alina para o Rei em Os Alta (capital) tirando-a da vida miserável que tem, e levando-a para longe de Maly. Em Os Alta ela começa a explorar o seu poder e aprende a controlá-lo.

Uma trilogia que ouço falar muito, alguém sempre me indica os livros e sempre diz o quanto é maravilhoso. Porém achei bem sem graça. Não é um livro ruim, mas não me prendeu tanto, não me agradou tanto, não me entusiasmei tanto na leitura, e não me fez querer correr para o segundo livro.
Um mundo interessante com seres interessantes com nomes interessantes (nomes Russos ao que parece) e difíceis de pronunciar hahaha, porém a autora não soube trabalhar muito bem em várias coisas. Uma delas é a questão desse mundo: nas partes em que precisa explicar sobre tais coisas como poderes, locais, histórias do passado, etc, a autora não dá detalhes suficientes, fica uma explicação rápida e vaga. Talvez até seja de propósito para que ai seja explicado melhor nos outros livros. A segunda coisa é os personagens: não são muito trabalhados, mal via o Darkling e quando o via era algo muito rápido e... Sei lá, não era grande coisa nas horas que ele aparecia, a autora não nos deu muito detalhes sobre ele, ele é um total mistério, e isso acredito ter sido proposital para que descobríssemos mais sobre ele nos outros livros, acredito que faz parte da característica dele ser misterioso.

Alina é uma personagem bem sem sal, não me animei muito com ela, mas também não vou colocar todo crédito ruim pra cima dela porque ela não é lá tão ruim. Não tenho muito que dizer sobre ela, só que é bem normalzinha, talvez um pouquinho bobinha e iludida (cega).
Muita gente já havia me dito que me apaixonaria pelo vilão. Mas não. Não achei ele grande coisa, talvez pelo fato de eu não ter engolido o romance entre ele e Alina, foi algo tão forçado e sem sentido que fiquei me perguntando o que a autora estava tentando fazer ali. Um triangulo amoroso? Só que não, porque esta bem óbvio que o que a Aline sentiu foi só atração, possivelmente pode se chamar até mesmo de paquera rápida. Realmente não engoli esse “romance”.
Maly não aparece muito no início do livro, e quando volta a aparecer ele volta diferente de como era no pouco em que aparece no inicio do livro. Também não engoli o romance dele com Alina, achei forçado. Sei lá, não senti uma emoção grande no romance de nenhum dos dois, talvez porque a protagonista seja um pouco sem sal e, como já disse antes, a autora foi rápida demais, avançou rápido demais e não nos dá detalhes, então não fica algo emocionante ou que te convença sobre esse "romance". É tudo muito vago e sem sal, é como (ex): "ah, eu te amo." "ah legal. Eu te amo também" tipo... Não é grande coisa, é sem emoção.
Não é um livro grande coisa, mas não é horrível. Quando terminei fiquei me perguntando o que tem de tão emocionante nesse livro porque eu não me empolguei durante a leitura nenhuma vez, mas como eu disse esse livro não é de todo ruim, tem momentos interessantes e esse mundo que a autora criou também é interessante e me deixa curiosa. Porém o livro terminou e não me sinto empolgada para pegar o segundo livro, e dizem que o segundo livro é o melhor. Acredito que vá demorar um pouco para pegar o segundo livro pra ler.


site: http://biiabrito.blogspot.com.br/
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Bruna 01/10/2017

Faz um tempinho que terminei toda trilogia (é impossível não ler um atrás do outro quando se envolve com a história). A Leigh tem uma escrita fluida e gostosa de apreciar e apesar dos livros não serem necessariamente grandes, os acontecimentos são contínuos.

A criação dos personagens são excelentes! Darkiling de longe é o personagem com a presença mais marcante da minha leitura do mês de janeiro. O cenário é bom e se encaixa perfeitamente com a narrativa. A autora coloca um pouquinho de literatura Russa mas muito superficialmente, só nos termos e em alguns pontos da mitologia.

Os grishas são extremamente interessantes, a classificação social deles faz uma critica social bem forte a nossa atualidade. Apesar deles serem incrivelmente poderosos e superiores a todas as outras classes, ainda são usados como massa de manipulação nas mãos do rei.

Alina logo de inicio é uma personagem meio mais ou menos, não simpatizei muito com ela e se a trama fosse conduzida nesse ritmo iria ser difícil de concluir. Mas calma, a historia toma uma rumo inesperado e as falhas encontram um eixo pra se encaixar e permitir q a historia discorra certinha. Um dos pontos fortes é o nível de maturidade que ela ganha com o passar do tempo, deixa de ser uma garota fraca e sem brilho e se torna uma mulher poderosa e que entende tanto a sua personalidade quanto o seu poder.

O Darkiling é um personagem de com uma presença extraordinária, super torci pra ele e Alina ficarem juntos e terem nenenzinhos da luz/trevas (doce ilusão), ele é carismático, poderoso e durante a leitura nos mostra um coração beirando a maldade mas não totalmente corrompido. Um dos pontos que me entristecem muito nessa trilogia foi final que é dado para esse personagem, a autora criou um perfil muito diferente pra ele com o decorrer na trama e foi ficando mais difícil de defender a personalidade do personagem, gostaria muito que ele fosse mais aproveitado e que o fim dele fosse totalmente o oposto do que foi.

Maly é um personagem que eu ainda não entendo direito. A ligação dele com Alina sempre foi algo muito próximo a irmãos, e apesar dela demostrar constantemente interesse por ele, podemos ver nitidamente que ele não correspondia na mesma intensidade. Porém quando Alina se torna grisha e a mulher mais poderosa viva, o interesse dele muda e brota um amor que ardente. Outra coisa que me incomodou é a forma que Alina se sente em relação ao poder dela quanto está perto dele, é como se ela se reprimisse e se sentisse culpada por ser quem é. O FATO dele ser rastreador é plausível mas um AMPLIFICADOR? pareceu que a autora queria dar um papel importante a ele a todo custo e essa foi a unica saída que conseguiu encontrar.

Os personagens secundários são muito bem trabalhados e com personalidades fortes, um grande exemplo disso é o Príncipe/Pirata
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LauraaMachado 17/08/2017

Bem melhor do que eu esperava!
Este livro foi uma surpresa para mim. Só cheguei mesmo a comprar a trilogia Grisha e resolver ler, porque quero muito ler Six of Crows e Crooked Kingdom e ouvi dizer que existem pequenos spoilers da trilogia neles. Se não tivesse lido nada sobre, provavelmente demoraria mais algum tempo para acabar lendo a trilogia.

Então fiquei bem surpresa ao ver o quanto eu gostei de ler esse livro! Infelizmente, ele não é perfeito, mas adorei perceber que é quase!
Acho que a primeira coisa importante a ressaltar são os personagens. Todos são interessantes, têm seus defeitos (espera, será que o Mal tem algum defeito?) e eu gostei de cada um, mesmo daqueles que eram para ser ruins (mas só porque a criação deles foi bem feita e eles são necessários, claro!).
Outra coisa que me surpreendeu foi o quanto eu gostei da protagonista, já que muitas resenhas negativas são de pessoas que não gostam dela. Mas eu adorei a Alina! Achei ela engraçada, sarcástica e bem real mesmo. Ela não é perfeita, é uma garota que cresceu com muito pouco, sendo medíocre e solitária. Na verdade, em alguns momentos eu achei que faltou desenvolvimento dela, principalmente porque a narrativa é em primeira pessoa. Mas acho que o que causou esse problema foi outra coisa.

Como falei, os outros personagens são ótimos. Amei a Genya desde o começo (quero um livro só dela), o Darkling é interessante também, o Mal é apaixonante e até mesmo os outros personagens que aparecem pouco parecem carregar mais história do que deu para ver até agora. Espero que se desenvolvam nos próximos livros!

Também gostei bastante da criação do mundo, que eu já sabia que seria impecável, e do enredo. Quer dizer, é bem 'jornada do herói', o que não foi tão incrível para mim, porque já li vários livros nesse estilo e a autora basicamente seguiu a receita. Mas ela seguiu direitinho, o que é mais raro do que deveria ser, então não posso criticar isso nem um pouco! Além de que jornada do herói costuma durar só no primeiro livro, então estou animada para ver como ela vai desenvolver daqui pra frente!

E eu me diverti do começo ao fim, li em dois dias, porque não queria parar. Mas infelizmente tenho algumas críticas para fazer, que me obrigaram a tirar pelo menos uma estrela (talvez até tivesse que tirar mais, mas gostei demais do livro para isso).

A primeira é o ritmo da história. Durante quase o livro inteiro, esse é um ponto alto. Quer dizer, é impossível ficar entendiado quando a história corre assim! E o ritmo encaixa bem nas situações. Mas, algumas vezes, ele só pareceu apressado. Foi isso que eu acho que atrapalhou o desenvolvimento da protagonista. O livro é curto, a versão que eu li tem só 308 páginas, dava para a autora aumentar mais cinquenta e usá-las para desenvolver mais os pensamentos e sensações da protagonista em algumas cenas. A mais importante, a que vem depois do clímax, que realmente desencadeia o final, foi corrida. E não precisava ser. Aliás, se fosse melhor desenvolvida, o final encaixaria melhor. Mais alguns parágrafos explorando detalhes não atrapalharia o ritmo da história!

Outra crítica para mim foi o romance. Quer dizer, tem cenas bem bacanas e, como eu disse, eu gostei de todos os personagens! Além disso, sou completamente apaixonada por romance! Então estava esperando torcer por essas cenas e ficar até emocionada com elas! Caramba, tem uma hora que um personagem aí fala uma coisa muito linda, mas ainda não consegui ser comovida. Talvez também seja culpa do ritmo. A autora estava tão preocupada em deixar a história com ação, que não soube criar tensão com as pequenas coisas. Faltou isso mesmo, faltou cenas mais detalhadas e menores, com ações menores e mais importantes.

Minha última crítica foi uma que quase me fez mesmo tirar mais uma estrela. A partir de um ponto bem importante da história, que para mim é o clímax, a protagonista começa a ter um certo objetivo. Ela passa semanas atrás dele em condições bem precárias e, quando o encontra, fraqueja. Até aí, tudo bem. Eu entendo, de verdade, apesar de ainda achar que a autora não explorou nem essa cena e devia, porque ela acabou virando uma cena fraca. Mas meu problema é quando tudo dá errado e era para a protagonista entrar em certo desespero, mas ela não entra. Depois, mais para o final, dá pra ver que era porque ela precisava não ter feito tal coisa, mas o jeito que a autora explicou foi errado. Ficou parecendo uma desculpa mal feita, que não convence, e tirou bastante da força da cena para mim. (Se alguém quiser falar sobre isso diretamente comigo, me manda mensagem! Cuidado com spoilers nos comentários.) É bem ruim quando o autor precisa forçar algo a não acontecer de um jeito que não faz o menor sentido. Demorei depois dessa parte para voltar a entrar na história, já que a credibilidade de todas as cenas a partir dali tinha sido estragada. E, o pior, era simplesmente o momento mais importante do livro inteiro.

Mas, como falei, eu gostei muito do livro, adorei os personagens e vou começar o próximo agora mesmo! Imagino que, agora que ela não está presa à receitinha de jornada do herói, dê para a autora expandir bastante e explorar seu mundo melhor! O único problema é que eu fui de alguém que não esperava muita coisa dessa trilogia para alguém com expectativas enormes para o segundo livro! Isso nunca é uma boa ideia, né?
Ellen Fidelis - @mania_livroseries 17/08/2017minha estante
O segundo para mim é melhor que o primeiro. Aparece novos personagens e um em especial é o meu preferido de toda a trilogia. (suspiros)
O terceiro é bom, mas deixa um vazio pq a gnt vai com tanta expectativa p final que decepciona um pouco.


LauraaMachado 17/08/2017minha estante
Parece que existe uma regra de que os terceiros livros de trilogia são sempre os piores! Porque será, né?


Ellen Fidelis - @mania_livroseries 17/08/2017minha estante
Kkkkkkkkkkkkk vdd




Yasmim Braga 07/08/2017

Uma fantasia muito boa!
O mundo aqui é dividido entre humanos comuns e grishas (pessoas com magia que servem ao rei e a rainha). Os grishas são classificados como:

- Corporalki, aqueles que tem o dom para matar: Sangradores, e curar: Curandeiros
- Etherealki, aqueles que tem o dom de conjurar os elementos e são divididos entre si como: Aeros, Infernais e Hidros.
- Materialki, são os fabricadores, que são divididos em: Durastes e Alquimistas.

As crianças a partir dos 8 anos, são testadas para verificarem se eles possuem dons, se positivo, eles serão levados, para estudarem a 'pequena ciência'.


“Espere!”, gritou Maly. “O que acontece se formos Grishas? O que acontece conosco”
A mulher de vermelho os olhou de cima a baixo. “Se, por uma pequena chance, um de vocês for Grisha, então essa criança sortuda irá para uma escola especial onde os Grishas aprendem a usar seus talentos.” (...)


Alina e Maly são humanos, órfãos de guerra, cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Passaram a servir militares, sendo cartógrafos. Em uma das expedições que precisaram fazer, para cruzar a Dobra das Sombras (um local cheio de escuridão, com criaturas terríveis, onde poucos conseguem sobreviver ao fazer o trajeto), a embarcação deles é atacada por diversos Volcras (essas criaturas). E no meio de tudo, Alina vê Maly sendo atacado e, sem querer, acaba revelando um poder que nem ela sabia que possuía.

"O problema em querer algo é que isso nos deixa fracos."

Alina acaba sendo levada para o palácio real, onde vivem diversos grishas que são liderados pelo Darkling (um homem que está abaixo apenas do rei). Lá ela vai aprender a desenvolver seu poder - pois descobriram que ela é uma Conjuradora do Sol (a única existente). Ser uma Conjuradora do sol é importante para ajudar o país de Ravka a voltar a ter paz. As pessoas ficam esperançosas, especialmente o Darkling, o que acaba colocando muito peso sob as costas de Alina, e ela fica em constante perigo por possuir esta magia.

"Existe algo mais poderoso do que qualquer exército. Algo forte o suficiente para derrubar reis e até mesmo Darklings. Sabe o que é esse algo? (....) A fé!"

Agora deixe-me falar sob o Darkling: ele é bem intrigante, misterioso, poderoso, encantador e sensual. Não tem como não te conquistar! Tem Genya, uma coadjuvante que não gostava muito de início, pois desconfiava dela, mas acabei gostando. Tem o Maly, que aparece bem pouco. Há outros personagens interessantes, que você irá descobrir durante a leitura.

A história é narrada pelo ponto de vista de nossa protagonista, e ela acaba sendo bem cativante, forte, bem-humorada, irônica e inteligente! Não é uma narrativa chata, pelo contrário!

Há uma reviravolta que me deixou bastante chocada! Eu realmente não esperava NADA daquilo! Gostei da jogada da Leigh, foi surpreendente! Sua escrita é fácil, envolvente e fluída! Nos apresentar este novo mundo, não foi nada desgastante ou cansativo, pelo contrário, você não consegue largar o livro! Há palavras e nomes esquisitos sim, mas vamos conhecendo-os aos poucos e de forma natural.

Adorei a leitura, achei fascinante e singular, pretendo terminar a trilogia SIM (o mais rápido possível). Super recomendo para amantes de fantasia.

site: http://literarte.blog.br/
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