Sombra e Ossos

Sombra e Ossos Leigh Bardugo




Resenhas - Sombra e Ossos


135 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Biia 05/10/2017

Resenha - Sombra E Ossos
Comprei o Box dessa trilogia quando estava em pré-venda, ainda consegui um preço baixo por estar na Black Friday de 2015. Porem como podem perceber levei um tempo para pegar o primeiro livro, não sei por quê. Essa trilogia é bem famosa, só ouço elogios, porém após ler esse primeiro livro... Não achei grande coisa.

As páginas são amareladas, a fonte é okay. Eu gostei bastante da capa principalmente porque tem A Catedral de São Basílio na capa (tenho um fascínio pela Rússia), têm vinte e dois capítulos.

Alina Starkov pensava ser uma garota normal, uma simples e sem importância cartógrafa órfã. Cresceu com seu melhor amigo por quem tem uma paixão secreta, Maly. Sua vida monótona continuava no mesmo ritmo, até o dia em que teve que atravessar o Não Mar, ou também conhecido com a Dobra das Sombras.
A Dobra de Sombras foi criada por um Herege Drakling a milênios atrás, ao criar a dobra ele espalhou a escuridão por toda a parte onde a Dobra chega, devastando completamente o lugar onde havia fazendas, casas, e o verde. E com a Dobra veio os Volcras, criaturas monstruosas e enormes que só enxergam no escuro, devoradoras do que quer que tente atravessar a Dobra para o outro lado de Ravka.
Quando Alina e seu regime começam a atravessar a Dobra e acabam sendo atacados, ela vê Maly sendo atacado por um Volcra e ao tentar ajudá-lo acaba liberando algo dentro de si que até então era desconhecido, se mantinha escondido. Esse seu suposto poder espanta os Volcras. Uma luz, exatamente como a luz do sol, irradia de dentro de Alina. Uma Conjuradora do Sol.
Seu poder chama a atenção de alguém em especial, um Darkling, um dos mais poderosos Grishas. Um cara misterioso que possui um poder incrível, porém por ser da família de um Darkling ele é temido, possui muitas histórias/boatos a seu respeito. Quando uma Conjuradora do Sol é descoberta, o Drakling vê uma oportunidade para acabar com a Dobra das Sombras, sendo assim ele leva Alina para o Rei em Os Alta (capital) tirando-a da vida miserável que tem, e levando-a para longe de Maly. Em Os Alta ela começa a explorar o seu poder e aprende a controlá-lo.

Uma trilogia que ouço falar muito, alguém sempre me indica os livros e sempre diz o quanto é maravilhoso. Porém achei bem sem graça. Não é um livro ruim, mas não me prendeu tanto, não me agradou tanto, não me entusiasmei tanto na leitura, e não me fez querer correr para o segundo livro.
Um mundo interessante com seres interessantes com nomes interessantes (nomes Russos ao que parece) e difíceis de pronunciar hahaha, porém a autora não soube trabalhar muito bem em várias coisas. Uma delas é a questão desse mundo: nas partes em que precisa explicar sobre tais coisas como poderes, locais, histórias do passado, etc, a autora não dá detalhes suficientes, fica uma explicação rápida e vaga. Talvez até seja de propósito para que ai seja explicado melhor nos outros livros. A segunda coisa é os personagens: não são muito trabalhados, mal via o Darkling e quando o via era algo muito rápido e... Sei lá, não era grande coisa nas horas que ele aparecia, a autora não nos deu muito detalhes sobre ele, ele é um total mistério, e isso acredito ter sido proposital para que descobríssemos mais sobre ele nos outros livros, acredito que faz parte da característica dele ser misterioso.

Alina é uma personagem bem sem sal, não me animei muito com ela, mas também não vou colocar todo crédito ruim pra cima dela porque ela não é lá tão ruim. Não tenho muito que dizer sobre ela, só que é bem normalzinha, talvez um pouquinho bobinha e iludida (cega).
Muita gente já havia me dito que me apaixonaria pelo vilão. Mas não. Não achei ele grande coisa, talvez pelo fato de eu não ter engolido o romance entre ele e Alina, foi algo tão forçado e sem sentido que fiquei me perguntando o que a autora estava tentando fazer ali. Um triangulo amoroso? Só que não, porque esta bem óbvio que o que a Aline sentiu foi só atração, possivelmente pode se chamar até mesmo de paquera rápida. Realmente não engoli esse “romance”.
Maly não aparece muito no início do livro, e quando volta a aparecer ele volta diferente de como era no pouco em que aparece no inicio do livro. Também não engoli o romance dele com Alina, achei forçado. Sei lá, não senti uma emoção grande no romance de nenhum dos dois, talvez porque a protagonista seja um pouco sem sal e, como já disse antes, a autora foi rápida demais, avançou rápido demais e não nos dá detalhes, então não fica algo emocionante ou que te convença sobre esse "romance". É tudo muito vago e sem sal, é como (ex): "ah, eu te amo." "ah legal. Eu te amo também" tipo... Não é grande coisa, é sem emoção.
Não é um livro grande coisa, mas não é horrível. Quando terminei fiquei me perguntando o que tem de tão emocionante nesse livro porque eu não me empolguei durante a leitura nenhuma vez, mas como eu disse esse livro não é de todo ruim, tem momentos interessantes e esse mundo que a autora criou também é interessante e me deixa curiosa. Porém o livro terminou e não me sinto empolgada para pegar o segundo livro, e dizem que o segundo livro é o melhor. Acredito que vá demorar um pouco para pegar o segundo livro pra ler.


site: http://biiabrito.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Bruna 01/10/2017

Faz um tempinho que terminei toda trilogia (é impossível não ler um atrás do outro quando se envolve com a história). A Leigh tem uma escrita fluida e gostosa de apreciar e apesar dos livros não serem necessariamente grandes, os acontecimentos são contínuos.

A criação dos personagens são excelentes! Darkiling de longe é o personagem com a presença mais marcante da minha leitura do mês de janeiro. O cenário é bom e se encaixa perfeitamente com a narrativa. A autora coloca um pouquinho de literatura Russa mas muito superficialmente, só nos termos e em alguns pontos da mitologia.

Os grishas são extremamente interessantes, a classificação social deles faz uma critica social bem forte a nossa atualidade. Apesar deles serem incrivelmente poderosos e superiores a todas as outras classes, ainda são usados como massa de manipulação nas mãos do rei.

Alina logo de inicio é uma personagem meio mais ou menos, não simpatizei muito com ela e se a trama fosse conduzida nesse ritmo iria ser difícil de concluir. Mas calma, a historia toma uma rumo inesperado e as falhas encontram um eixo pra se encaixar e permitir q a historia discorra certinha. Um dos pontos fortes é o nível de maturidade que ela ganha com o passar do tempo, deixa de ser uma garota fraca e sem brilho e se torna uma mulher poderosa e que entende tanto a sua personalidade quanto o seu poder.

O Darkiling é um personagem de com uma presença extraordinária, super torci pra ele e Alina ficarem juntos e terem nenenzinhos da luz/trevas (doce ilusão), ele é carismático, poderoso e durante a leitura nos mostra um coração beirando a maldade mas não totalmente corrompido. Um dos pontos que me entristecem muito nessa trilogia foi final que é dado para esse personagem, a autora criou um perfil muito diferente pra ele com o decorrer na trama e foi ficando mais difícil de defender a personalidade do personagem, gostaria muito que ele fosse mais aproveitado e que o fim dele fosse totalmente o oposto do que foi.

Maly é um personagem que eu ainda não entendo direito. A ligação dele com Alina sempre foi algo muito próximo a irmãos, e apesar dela demostrar constantemente interesse por ele, podemos ver nitidamente que ele não correspondia na mesma intensidade. Porém quando Alina se torna grisha e a mulher mais poderosa viva, o interesse dele muda e brota um amor que ardente. Outra coisa que me incomodou é a forma que Alina se sente em relação ao poder dela quanto está perto dele, é como se ela se reprimisse e se sentisse culpada por ser quem é. O FATO dele ser rastreador é plausível mas um AMPLIFICADOR? pareceu que a autora queria dar um papel importante a ele a todo custo e essa foi a unica saída que conseguiu encontrar.

Os personagens secundários são muito bem trabalhados e com personalidades fortes, um grande exemplo disso é o Príncipe/Pirata
comentários(0)comente



LauraaMachado 17/08/2017

Bem melhor do que eu esperava!
Este livro foi uma surpresa para mim. Só cheguei mesmo a comprar a trilogia Grisha e resolver ler, porque quero muito ler Six of Crows e Crooked Kingdom e ouvi dizer que existem pequenos spoilers da trilogia neles. Se não tivesse lido nada sobre, provavelmente demoraria mais algum tempo para acabar lendo a trilogia.

Então fiquei bem surpresa ao ver o quanto eu gostei de ler esse livro! Infelizmente, ele não é perfeito, mas adorei perceber que é quase!
Acho que a primeira coisa importante a ressaltar são os personagens. Todos são interessantes, têm seus defeitos (espera, será que o Mal tem algum defeito?) e eu gostei de cada um, mesmo daqueles que eram para ser ruins (mas só porque a criação deles foi bem feita e eles são necessários, claro!).
Outra coisa que me surpreendeu foi o quanto eu gostei da protagonista, já que muitas resenhas negativas são de pessoas que não gostam dela. Mas eu adorei a Alina! Achei ela engraçada, sarcástica e bem real mesmo. Ela não é perfeita, é uma garota que cresceu com muito pouco, sendo medíocre e solitária. Na verdade, em alguns momentos eu achei que faltou desenvolvimento dela, principalmente porque a narrativa é em primeira pessoa. Mas acho que o que causou esse problema foi outra coisa.

Como falei, os outros personagens são ótimos. Amei a Genya desde o começo (quero um livro só dela), o Darkling é interessante também, o Mal é apaixonante e até mesmo os outros personagens que aparecem pouco parecem carregar mais história do que deu para ver até agora. Espero que se desenvolvam nos próximos livros!

Também gostei bastante da criação do mundo, que eu já sabia que seria impecável, e do enredo. Quer dizer, é bem 'jornada do herói', o que não foi tão incrível para mim, porque já li vários livros nesse estilo e a autora basicamente seguiu a receita. Mas ela seguiu direitinho, o que é mais raro do que deveria ser, então não posso criticar isso nem um pouco! Além de que jornada do herói costuma durar só no primeiro livro, então estou animada para ver como ela vai desenvolver daqui pra frente!

E eu me diverti do começo ao fim, li em dois dias, porque não queria parar. Mas infelizmente tenho algumas críticas para fazer, que me obrigaram a tirar pelo menos uma estrela (talvez até tivesse que tirar mais, mas gostei demais do livro para isso).

A primeira é o ritmo da história. Durante quase o livro inteiro, esse é um ponto alto. Quer dizer, é impossível ficar entendiado quando a história corre assim! E o ritmo encaixa bem nas situações. Mas, algumas vezes, ele só pareceu apressado. Foi isso que eu acho que atrapalhou o desenvolvimento da protagonista. O livro é curto, a versão que eu li tem só 308 páginas, dava para a autora aumentar mais cinquenta e usá-las para desenvolver mais os pensamentos e sensações da protagonista em algumas cenas. A mais importante, a que vem depois do clímax, que realmente desencadeia o final, foi corrida. E não precisava ser. Aliás, se fosse melhor desenvolvida, o final encaixaria melhor. Mais alguns parágrafos explorando detalhes não atrapalharia o ritmo da história!

Outra crítica para mim foi o romance. Quer dizer, tem cenas bem bacanas e, como eu disse, eu gostei de todos os personagens! Além disso, sou completamente apaixonada por romance! Então estava esperando torcer por essas cenas e ficar até emocionada com elas! Caramba, tem uma hora que um personagem aí fala uma coisa muito linda, mas ainda não consegui ser comovida. Talvez também seja culpa do ritmo. A autora estava tão preocupada em deixar a história com ação, que não soube criar tensão com as pequenas coisas. Faltou isso mesmo, faltou cenas mais detalhadas e menores, com ações menores e mais importantes.

Minha última crítica foi uma que quase me fez mesmo tirar mais uma estrela. A partir de um ponto bem importante da história, que para mim é o clímax, a protagonista começa a ter um certo objetivo. Ela passa semanas atrás dele em condições bem precárias e, quando o encontra, fraqueja. Até aí, tudo bem. Eu entendo, de verdade, apesar de ainda achar que a autora não explorou nem essa cena e devia, porque ela acabou virando uma cena fraca. Mas meu problema é quando tudo dá errado e era para a protagonista entrar em certo desespero, mas ela não entra. Depois, mais para o final, dá pra ver que era porque ela precisava não ter feito tal coisa, mas o jeito que a autora explicou foi errado. Ficou parecendo uma desculpa mal feita, que não convence, e tirou bastante da força da cena para mim. (Se alguém quiser falar sobre isso diretamente comigo, me manda mensagem! Cuidado com spoilers nos comentários.) É bem ruim quando o autor precisa forçar algo a não acontecer de um jeito que não faz o menor sentido. Demorei depois dessa parte para voltar a entrar na história, já que a credibilidade de todas as cenas a partir dali tinha sido estragada. E, o pior, era simplesmente o momento mais importante do livro inteiro.

Mas, como falei, eu gostei muito do livro, adorei os personagens e vou começar o próximo agora mesmo! Imagino que, agora que ela não está presa à receitinha de jornada do herói, dê para a autora expandir bastante e explorar seu mundo melhor! O único problema é que eu fui de alguém que não esperava muita coisa dessa trilogia para alguém com expectativas enormes para o segundo livro! Isso nunca é uma boa ideia, né?
Ellen Fidelis 17/08/2017minha estante
O segundo para mim é melhor que o primeiro. Aparece novos personagens e um em especial é o meu preferido de toda a trilogia. (suspiros)
O terceiro é bom, mas deixa um vazio pq a gnt vai com tanta expectativa p final que decepciona um pouco.


LauraaMachado 17/08/2017minha estante
Parece que existe uma regra de que os terceiros livros de trilogia são sempre os piores! Porque será, né?


Ellen Fidelis 17/08/2017minha estante
Kkkkkkkkkkkkk vdd




Yas 07/08/2017

Uma fantasia muito boa!
O mundo aqui é dividido entre humanos comuns e grishas (pessoas com magia que servem ao rei e a rainha). Os grishas são classificados como:

- Corporalki, aqueles que tem o dom para matar: Sangradores, e curar: Curandeiros
- Etherealki, aqueles que tem o dom de conjurar os elementos e são divididos entre si como: Aeros, Infernais e Hidros.
- Materialki, são os fabricadores, que são divididos em: Durastes e Alquimistas.

As crianças a partir dos 8 anos, são testadas para verificarem se eles possuem dons, se positivo, eles serão levados, para estudarem a 'pequena ciência'.


“Espere!”, gritou Maly. “O que acontece se formos Grishas? O que acontece conosco”
A mulher de vermelho os olhou de cima a baixo. “Se, por uma pequena chance, um de vocês for Grisha, então essa criança sortuda irá para uma escola especial onde os Grishas aprendem a usar seus talentos.” (...)


Alina e Maly são humanos, órfãos de guerra, cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Passaram a servir militares, sendo cartógrafos. Em uma das expedições que precisaram fazer, para cruzar a Dobra das Sombras (um local cheio de escuridão, com criaturas terríveis, onde poucos conseguem sobreviver ao fazer o trajeto), a embarcação deles é atacada por diversos Volcras (essas criaturas). E no meio de tudo, Alina vê Maly sendo atacado e, sem querer, acaba revelando um poder que nem ela sabia que possuía.

"O problema em querer algo é que isso nos deixa fracos."

Alina acaba sendo levada para o palácio real, onde vivem diversos grishas que são liderados pelo Darkling (um homem que está abaixo apenas do rei). Lá ela vai aprender a desenvolver seu poder - pois descobriram que ela é uma Conjuradora do Sol (a única existente). Ser uma Conjuradora do sol é importante para ajudar o país de Ravka a voltar a ter paz. As pessoas ficam esperançosas, especialmente o Darkling, o que acaba colocando muito peso sob as costas de Alina, e ela fica em constante perigo por possuir esta magia.

"Existe algo mais poderoso do que qualquer exército. Algo forte o suficiente para derrubar reis e até mesmo Darklings. Sabe o que é esse algo? (....) A fé!"

Agora deixe-me falar sob o Darkling: ele é bem intrigante, misterioso, poderoso, encantador e sensual. Não tem como não te conquistar! Tem Genya, uma coadjuvante que não gostava muito de início, pois desconfiava dela, mas acabei gostando. Tem o Maly, que aparece bem pouco. Há outros personagens interessantes, que você irá descobrir durante a leitura.

A história é narrada pelo ponto de vista de nossa protagonista, e ela acaba sendo bem cativante, forte, bem-humorada, irônica e inteligente! Não é uma narrativa chata, pelo contrário!

Há uma reviravolta que me deixou bastante chocada! Eu realmente não esperava NADA daquilo! Gostei da jogada da Leigh, foi surpreendente! Sua escrita é fácil, envolvente e fluída! Nos apresentar este novo mundo, não foi nada desgastante ou cansativo, pelo contrário, você não consegue largar o livro! Há palavras e nomes esquisitos sim, mas vamos conhecendo-os aos poucos e de forma natural.

Adorei a leitura, achei fascinante e singular, pretendo terminar a trilogia SIM (o mais rápido possível). Super recomendo para amantes de fantasia.

site: http://literarte.blog.br/
comentários(0)comente



Camile 05/08/2017

Minha resenha do Goodreads, depois traduzirei
So, I've been putting off this review mostly for lazyness reasons. So I decided to do a quick "What I liked- didn't like" type of thing.

What I liked:
- The world. I thought it was really interesting, it had a different kind of atmosphere to it. I don't know, it just felt different than other fantasy worlds I've read about before. Even though they're all gonna have some similarities, this had a certain uniqueness to it. Maybe because it's based on Russia, and you don't usually see fantasy books doing that. I feel like most fantasy authors always either use some version of the US or of old UK with some touches of other European and maybe Asian cultures mixed up in it to look "exotic and unique". But the Grisha world, that one actually feels different, and for a fantasy reader like me, that's freaking refreshing.
- I liked the magic system a lot. The way abilities are applied by their society, and how the clothing had a social and military relevance. It made things few fresher to me.
- I really liked the map of this world. The physical one in the book and the construction of things, like the existence of the Fold, and how because of the war on the other frontiers people were forced to try to cross it to get supplies and get to the sea.
- I thought the characters were interesting. I didn't absolutely love them, I do have a few issues with some things about them, but overall I enjoyed reading about these people.
- Didn't feel any insta-love going on, which is great. No "I just met you and I can't live without you" kind of thing, thank goodness. So congratulations book.
- The creepyness of the Fold. The author did a great job portraying how awful of a place that is. I REALLY felt like that was a terrifying place to be, like OMG never want to step a foot in there.

What I didn't like as much:
- The beggining was very exciting (even though it had a lot of worldbuilding and MANY new words to learn), but the middle dragged a little bit. Nothing too bad, I just wish it had more action going on. But from middle to end it got really exciting again so I couldn't put the book down till I finished it.
- It took me a while to connect with Alina at first. I get she was on a new situation, but sometimes I felt she was unecessarily negative. But that went away after some time, so it was fine. I ended up being actively on her side.
- The Darkling was very interesting, and I really liked his character. But I felt there was something lacking. I can't quite put my finger on it. Maybe I expected him to be even more intimidating, I'm not sure.
- Even though I REALLY liked this world, some parts didn't seem as deep as I felt they should be, but since Leigh Bardugo wrote more than one series in it, I'm sure these things will get developed.

Now, none of these things were big issues to me. I really enjoyed this book, and look foward to the rest of the Grisha triology, and then the Six of Crows duology (since people won't shut up about how much they love it haha).
I was apprehensive about this book at first, because I'd just had a bad reading experience with another fantasy, and I couldn't take any more disappointment that soon, but I'm really grateful to Shadow and Bone for actually giving me a pleasant one.
comentários(0)comente



RoyalUnicorn 03/08/2017

Ela é a única que pode deter a escuridão, se parar de pensar só em macho.
Alina Starkov é uma cartógrafa e também uma órfã, ela tem um melhor amigo, Maly ele é rastreador. O Mundo desse livro é totalmente fantasioso, nele temos a mitologia que existem pessoas, os grishas,que tem poderes mágicos. Essa sociedade é dívida basicamente em luz e sombras e tem coisas muito criativas como amplificadores. Maly e Alina fazem parte do exército que vai até a expedição até a Dobra das Sombras, onde existem monstros que impedem que as pessoas passem pros outros lugares, as matando, lá o ajudadante de Alina é morto e ela é ferida, perto de sua morte e da de Maly por um desses monstros ela fecha os olhos e uma luz irradia. Ela acorda como se fosse uma prisioneira e é levada até o Darkling que diz que ela é a conjuradora do Sol, a única capaz de acabar com a Dobra das Sombras, é ai que começa as aventuras e reviravoltas desse livro maravilhoso.
Sombra e Ossos é um livro fantástico com uma mitologia fenomenal. Toda essa história dos grishas dividos em categorias como a dos conjuradores e dos kafta que revelam sua posição social como o preto que é o do Darkling e sobre os amplificadores, é incrível!
Os personagens são muito bem feitos, a Genya é uma personagem que roubava a cena quando aparecia, com aquele cabelo ruivo e a personalidade autêntica dela.
O livro recebeu 4 estrelas apenas pelo fato de me irritar com a Alina só pensar em macho entre umas outras coisas que seriam spoiler, mas fora isso ele é quase perfeito. Leiam e lembrem-se: Um cervo é uma criatura que deve ser respeitada.
comentários(0)comente



Paulo 11/06/2017

Leigh Bardugo é uma das grandes escritoras do gênero Young Adult em atividade. Juntamente com nomes como o de Sarah J. Maas, o de Victoria Aveyard e o de Mary E. Pearson ajudaram a tornar o gênero mais popular. E repensou as maneiras de contar uma história de fantasia. Com uma escrita ágil e uma narrativa simples, seus livros entram facilmente no gosto dos fãs. Mas só isso torna a história boa?

Antes de mais nada, é necessário destacar a agilidade da escrita da autora. Eu engoli o livro em três dias. Essa agilidade é quase que o padrão em histórias YA e talvez por isso ela tenha um apelo tão grande. Não existem grandes firulas e mesmo as palavras específicas do lugar fantasioso criado por Bardugo são facilmente compreensíveis. Ou seja, não é uma escrita complexa que vai te fazer levar horas para ler uma seção da história. Os capítulos são bem espaçados e a autora deixa ganchos ao final de cada capítulo que fazem com que você queira continuar a história. Por que eu não avaliei com o máximo de corujas? Porque simplesmente ser ágil, não torna a história automaticamente inesquecível. Eu senti que a autora não arriscou muito e algumas características do gênero YA me incomodaram por ser quase uma cartilha. Gente, eu sei que A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard, foi escrita depois. Compreendo perfeitamente... Mas, eu não consigo evitar a comparação porque as duas escritas são muito parecidas. Me incomoda o fato de que a Leigh não se arriscou muito. A história segue por um trajeto bem reto ao longo da narrativa. E quando você lê outro livro onde a autora faz escolhas ousadas, o normal parece estranho. Simplório demais. Mas, claro, não é o suficiente para desmerecer a escrita competente da autora. É que infelizmente a comparação se tornou inevitável, mesmo que esse outro tenha partido do primeiro.

A parte de personagens é que para mim é mais complicada. Eu fui rigoroso com esse aspecto porque me incomoda quando a protagonista é rasa. E é o que acontece com a Alina Starkov. Entendo que a ideia é uma jornada de crescimento e que a personagem deve amadurecer nos próximos livros. Mas, se eu tomar só Sombra e Ossos como análise, a Alina é a personagem que eu menos gostei na trama. Até mesmo como uma personagem feminina ela me desagrada em vários pontos. Ela é uma personagem muito reativa e superficial em muitos momentos. Falta aprofundar mais o caráter da personagem, apontar defeitos típicos de adolescente. Aprendendo a estar na corte é óbvio que ela vai errar muito e fazer escolhas erradas quando se espera muito dela. A relação dela com a Darkling é estranha; existe alguma explicação para ela se sentir tão atraída pelo personagem ou é alguma coisa mística? Porque nada explica um cara abusivo como o Darkling causar esse efeito na personagem.

Por outro lado, os demais personagens são muito interessantes. Por exemplo, a Genya. É uma personagem que pouco aparece na história, mas parece ter uma história maior por trás de sua relação com o rei e a rainha. Eu gostaria de ver a história da personagem revelada nos outros dois volumes. Inclusive quando ela retorna na narrativa lá para o final deste primeiro volume vemos ela dividida entre Alina e a lealdade a Ravka. O próprio Darkling não parece ser apenas o vilão. Sem dar muitos spoilers (mais do que eu já dei até aqui), mas existe muito a ser explorado a respeito do personagem. Como ele fez aquilo? Por que ele fez aquilo? Só a minha reclamação e o que fez baixar mais a minha avaliação sobre os personagens é que a autora quis dar uma perspectiva mais profunda sobre as razões do personagem. Até mesmo fazer uma antítese entre a perspectiva ingênua de Alina e a visão maniqueísta do Darkling. Mas, ela não conseguiu. Ainda não me pareceu suficiente para haver um duelo de ideias.

O sistema de magias é normal, para dizer o mínimo. O ponto interessante do sistema Grisha é a relação entre a luz e sombra. Este parece que é um elemento que a autora deve explorar em outros volumes. Além disso, a própria habilidade de Maly pode ser algo que a autora deseje retomar em outros momentos. A ambientação que a autora usou na narrativa é diferente. Sim, ela inovou ao usar inspirações russas para compor a corte de Sombra e Ossos. E podemos perceber na maneira como a sociedade é dividida, ou até como é o funcionamento da corte. Me remeteu imediatamente a histórias como Anna Kariênina de Tolstoi. A atmosfera gélida das relações entre os personagens, a presença do exército na corte e os frequentes bailes são presenças fortes na história. Uma pena que não foi possível explorar melhor essa ambientação já que o segundo volume parece se passar no mar. Também senti falta de a autora explorar mais a relação tensa entre Fjerda, Shu Han e Ravka. Tudo pareceu muito distante e muito etéreo. Não senti aquela iminência de a personagem ser assassinada por alguma das nações rivais. O único momento em que isso acontece é logo no começo da história. Depois, parece que a autora deixou isso de lado e se focou apenas na adaptação de Alina à corte dos Grisha.

O mundo possui vários elementos únicos, incluindo sua linguagem. Houve uma preocupação da autora de separar a fala dos amigos de Alina do comportamento daqueles que vivem na corte. Existe uma boa coerência expressiva presente aí. Mesmo quando eles chegam no lado oeste, é possível perceber uma diferença na maneira dos personagens se comportar. Alina serve como os nossos olhos na narrativa. Ela não conhece nada assim como nós. Não gosto dessa maneira de conduzir a história, mas até que não me incomoda tanto. Eu considero impossível a personagem não saber nada sobre o lugar onde vive. Mesmo que ela seja apenas uma órfã que vive no exército. Muitas vezes ela não possui nem conhecimentos de senso comum. E é complicado a personagem chegar ao final e não saber sobreviver na floresta, sendo que ela pertenceu a uma unidade do exército por muito tempo. Estou parecendo uma velha resmungona? Sim.... é porque A Rainha Vermelha é tão melhor. Eu gostei da ambientação criada pela Leigh Bardugo, mas faltou muita coisa.

A narrativa em si é bem direta. A autora não faz muitas firulas e nem apresenta subplots. Entretanto, algumas lacunas ficam para que a autora possa explorar depois. O cliffhanger ao final da história é o suficiente para o leitor desejar voltar depois à história. Eu fiquei com vontade de retornar e espero sinceramente que a história ganhe novos tons no segundo volume. Enfim, Sombra e Ossos é um primeiro volume bem mediano, mas a história é o suficiente para interessar ao leitor. Com uma escrita bem ágil e uma ambientação curiosa em relação a outros romances Young Adult, Sombra e Ossos é uma boa pedida se você busca uma boa história de fantasia.

site: www.ficcoeshumanas.com
comentários(0)comente



Gabriela Pereira 02/06/2017

Tomara q esse ano eu conclua séries na mesma proporção em q tô iniciando :P

Esse livro, assim como Os garotos corvos, eu ganhei da minha amiga @araujoluana89. Só q diferente da série Os Corvos, esse ela nem leu, porq ela é dessas rsrs
.
Sombra e Ossos é o primeiro da trilogia Grisha, e como sempre eu não fazia ideia do q se tratava, não tinha lido sinopse e nem nada do tipo.
.
Alina é uma órfã da Guerra q foi parar num abrigo/orfanato qndo criança. Foi lá q ela encontrou seu melhor amigo, Maly.
.
Acontece q este é um mundo onde a magia está viva, e qndo alguém tem magia no sangue é denominado Grisha. É claro q este é um nome geral, mas dependendo da sua "especialidade" vai tendo outras nomenclaturas.

Alina e Maly foram testados qndo crianças no orfanato, e eles não eram Grisha. Era isso o q pensavam.

Qndo maiores, eles foram designados para o exército. Alina como aprendiz de Cartógrafa e Maly como aprendiz de Rastreador. Sempre mantendo a amizade.
.
Depois de um tempo, eles são mandados para uma expedição no Não Mar. Um lugar criado a partir de uma magia maligna onde só existe escuridão e é claro, umas criaturas q se alimentam de humanos desafortunados.

E é nessa expedição q eles são atacados. É nessa expedição q Alina brilha. A conjuradora do sol. Alina passa então a ser a possível salvação de um reino.

O Darkling, um homem poderoso, passa então a apostar todas as suas fichas nela. Só q pra isso ela precisa treinar. ¬¬

Não vou dar spoiler. Só preciso dizer que shippei errado, pra variar kkkk .
Eu achava q o cara era uma mistura de Warner (estilhaça-me) e Ward (Agents of Shield). Mas acabou q ele era só Ward mesmo

Eu gostei do livro. É uma leitura fácil e eu tava tão envolvida q qndo pisquei, acabou.
.
O livro é bem diferente, mas ao msm tempo eu fiquei com a sensação de q parecia com algo, só não sei o q.
.
Qro mt continuar a trilogia, mas só falta encontrar uma boa promo. A forma como acabou me deixou cheia de interrogações e vários "E se". Foda. Pelo menos posso continuar lendo, diferente de Sense8, q a Netflix fez sacanagem :/
.

site: https://www.instagram.com/p/BU2_JvyDu_w/
comentários(0)comente



Eu Pratico Livroterapia 30/05/2017

Sombra e Ossos
Reli esse livro, aliás estou relendo toda a série. Li lá em 2014 eu acho, lembro que gostei bastante, mas algumas partes ficaram confusas, não sei se pelos nomes ou se li muito rápido, querendo saber logo o que aconteceria.... enfim...

Alina é uma menina comum, até demais! Magricela, se acha feia e sem graça, cresceu com Maly, seu melhor amigo e um rastreador sem igual. Pede o que quiser, ele acha!

Alina acabou por se tornar uma cartógrafa e serve no mesmo regimento que Maly, tudo vai bem até onde dá, até que eles precisam fazer uma travessia pelo Não Mar, ou a Dobra das Sombras, um lugar onde o breu tomou conta e quem entra lá, dificilmente sai vivo.

Preciso contar que esse é um mundo estranho, onde algumas pessoas adquiriram certas habilidades "sobrenaturais" e é aí que começam os problemas de Alina. Lá na Dobra das Sombras, os seres que matam quem tenta passar o lugar, atacam Alina e Maly, na ânsia de proteger o amigo, a garota libera um poder que nem mesmo ela sabia existir, conjura uma luz tão forte, que é capaz de afugentar os perigos daquele lugar, salvando então a vida de Maly e dela própria. Ela desmaia e só recobra a consciência algum tempo depois, só para descobrir que está meio que presa. Ela vai ser levada à presença do Darkling, que conjura as sombras, além de fazer outras coisas mais, que eu não vou contar... O Darkling descobre então que ela é uma Conjuradora do Sol, a mais esperada entre os Conjuradores por que é a única capaz de acabar com a Dobra das Sombras.

Ela começa, então a treinar. Muito. Só que a estão enganando, o Darkling quer muito mais do que apenas transformá-la numa Grisha (nome dado aos conjuradores), ele quer usá-la a fim de conquistar mais e mais.

Ela foge! E aí a aventura dessa garota começa. E agora, será que ela vai ser forte o quanto for preciso para derrotar o maior conjurador conhecido? Olha, tem algumas revelações no final que respondem essa pergunta...penso eu...hehe...

Simplesmente amei esse livro! Reler me fez ver mais detalhes do que eu tinha visto antes e agora eu entendi coisas que na primeira leitura deixei passar!

É uma fantasia fantástica e super recomendada!!!!!




site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/03/resenha-sombra-e-ossos-trilogia-grisha.html
comentários(0)comente



Ana 11/03/2017

"Sombra e Ossos", de Leigh Bardugo
Esse é o primeiro livro da trilogia Grisha. À primeira vista não imaginei que fosse um livro tão bom, li muito rápido. É um desses livros que te prendem e são fáceis de ler, a autora simplesmente arrasou na escrita.

A história se passa em um mundo fantástico que é dividido pelos Grishas e pelos humanos normais. A mocinha Alina e seu melhor amigo Maly são orfão, e quando atingem a idade adulta entrão para o exercito do rei. Em uma travessia pela Dobra das Sombras (uma faixa de escuridão onde os predadores Volcras vivem), Alina descobre que tem um poder único e por isso é levado para o palácio onde passa a viver com os outros Grishas. Lá ela conhece o Darkling, que lidera e os Grishas e também é único em seu poder. Longe de Maly, ela começa a nutrir sentimentos pelo Darkling e no palácio vai conhecer uma vida totalmente diferente da que tinha antes.

Cheio de ação, romance e surpresas, esse livro faz você viajar em um mundo de fantasia e viver todas as inseguranças e incertezas de Alina. Você vai torcer por ela em sua busca pela verdade e pelo amor sincero que ela nutri por Maly. Leiam esse livro, é muito bom.

Beiijos!!!!

site: http://anapaulabispo55.wixsite.com/colecionandosonhos/single-post/2017/03/11/Sombra-e-Ossos-de-Leigh-Bardugo
comentários(0)comente



Jade Ricieri 10/03/2017

Fantasia mágica e incrível. Livro tudo de bom!
"Sombra e Ossos" é o primeiro livro da trilogia Grisha da escritora Leigh Bardugo. Aqui vamos conhecer a história de Alina e Maly, órfãos que foram criados no Reino de Ravka e cresceram juntos no orfanato do Duque Keramsov, se tornando amigos inseparáveis.

Alina é cartógrafa e devido a sua profissão viaja a vários reinos à trabalho de seu regimento militar, durante uma dessas viagens uma coisa inexplicavelmente chocante acontece, ela e o grupo que à estava acompanhando, incluindo Maly são atacados por monstros denominados Volcras. Inesperadamente como medida de proteção e tentando salvar a vida de seu melhor amigo, Alina revela um poder latente que nunca imaginou ter.

Desse dia em diante a vida de Alina nunca mais foi a mesma. Ela foi capturada e levada para ser treinada como um dos Grishas, a elite poderosa e mágica liderada pelo famoso Darkling. A partir de agora ela terá que estudar, treinar e dominar todas as técnicas para conseguir utilizar corretamente o seu poder e salvar a vida de todos em Ravka, porém será que Alina conseguirá se adaptar a sua nova vida? Principalmente porque nada é o que parece nesse mundo completamente extravagante, ela terá que descobrir em quem poderá confiar e ao mesmo tempo desvendar muitos segredos e mistérios que envolvem todos ao seu redor.

Alina é uma personagem forte e corajosa, que tenta sempre aprender com os seus erros, características que a tornam uma ótima protagonista. Maly teve um papel muito importante na trama, apesar de não ser tão presente durante toda a história, mas na verdade meu personagem favorito foi o Darkling, todo misterioso e poderoso, o qual odiei e amei ao mesmo tempo.

Uma história maravilhosa de fantasia, totalmente diferente de tudo que já li, com um ritmo alucinante, daqueles que se você piscar, perde algo importante. Apesar de ser um livro curto, a trama é magnifica, repleta de detalhes e cenas de ação. Adorei o mundo criado pela autora e os personagens que me surpreenderam durante toda a leitura. O final juntamente com todas as revelações me deixou muito curiosa para saber o que acontecerá no próximo livro, por isso mesmo já vou começar a lê-lo. Recomendo para todos aqueles que assim como eu são viciados em uma boa história de fantasia.

comentários(0)comente



Jana 02/03/2017

A história promete ser bem interessante e tem potencial para isso, porém a protagonista é muito fraca , muito boba ao ponto de ser chata. E o pior na minha opinião sobre uma história é previsível. Espero realmente que o segundo livro seja melhor , mas não tenho muita esperança.
comentários(0)comente



lariani 22/02/2017

Uma resenha não tão resenha
PAI AMADO QUE ARREPENDIMENTO! porque eu fui ler esse livro tão rápido? agora me encontro toda perdida.. sem saber o que fazer. A história se infiltra na nossa mente e quando você vai ver esta relembrando o que leu, fazendo teorias paras os próximos livros e nutrindo mais amor pelos personagens.
Esse livro foi gostoso do início ao fim (não é atoa que comecei ler ele as 23:00 e fui dormir as 6:00 da manhã) Toda a história se desenrola de um modo rápido a ser entendido e você fica louca com todas as coisas que acontecem nas 40 ultimas páginas. De repente você sente tudo que Alina tá sentindo, você tenta achar soluções pra ela, você grita, você suspira, você xinga e você rir. Ah! e você também tem umas palpitações nervosas no coração. Sombra e Ossos é um tipo de livro que faz você deixar as vasilhas sem lavar, os irmãos sem comer, a casa sem limpar só pra conseguir de uma maneira terminar tudo aquilo. (Talvez eu tenha exagerado, mas é quase isso.)
Eu gostei bastante de todos os personagens.
Alina uma moça de língua afiada,corajosa que tem sim seus momentos de incerteza e confesso que não me deixou com raiva (Se eu não levar em consideração quando ela não escutava o que o Sacerdote tinha a falar). Demorou muito, pra mostra o que faz. Mas quando mostrou, botou pocando pra todo lado. (Só consegui imaginar a Lily Collins como Alina)
Maly gente, menino esperto e burro. Conviveu a vida toda com a Alina e teve que passar por uma situação conturbada pra se da conta do que estava realmente na cara dele. Deixando isso de lado... Que garoto corajoso! E experto mais uma vez, conseguiu manter os caras longe por muito tempo. Intrigante, Humorado, Corajoso e Confiante. Maly é uma das Sínteses da Palavra "MARAVILHOSO"
E o melhor eu guardei pro final! Jesus Darkling. Que Homem meu amigos, Que Homem! Eu realmente o adorei, mesmo fazendo as canalhices que fez eu o adorei. Já comecei desconfiar do sujeito quando ele mandou aquele "Não o Suficiente" mas desde a primeira vez que ele apareceu na história eu fiquei embasbacada com o cara. Eu devo ser uma idiota. Porque mesmo com toda a porcaria que esse Demônio fez, e quer fazer eu ainda sou a Maior Shipper dele com Alina. Eu realmente devo gostar de me torturar, porque é meio contraditório eu querer que ele fique com a Alina e ele sendo o "Vilão". Ou talvez seja porque entre As opções de Alina e Maly e Alina e Darkling essa seja a no entanto a mais imprevisível. Agora resta eu ver o que me aguarda no segundo vol.

Ps: Li todo o livro escutando The Neihgtbourhood e Until The Ribbon Breaks
Gabi 03/03/2017minha estante
Podia ter colocado alerta de spoiler :(




carlosmrocha 26/01/2017

Um pouco decepcionado
E vamos lá para mais uma trilogia de fantasia. O que me fisgou para ler este livro foi a arte da capa, diagramação do livro, arte do mapa e também a inspiração na cultura russa. Seguiremos Alina Starkov, uma orfã que vive num país assolado por uma maldição que o dividiu em dois: a dobra das sombras. Ravka é um país ameaçado por guerras contra seus vizinhos, mas que conta com estilosos magos treinados na Pequena Ciência e que são chamados de Grishas. O conceito em torno dos magos é interessante, cada ordem com suas capacidades e roupas próprias.

Já no início da trama Alina e seu amigo de infância Maly, penetram a terrível região, também conhecida como Não Mar, amaldiçoada por trevas duradouras e habitada por monstros chamados Volcras. Devo confessar que gostei bastante do primeiro terço do livro, mas fiquei muito decepcionado com o desenvolvimento da trama e até a conclusão do primeiro volume. Um dos fatores negativos é a narração em primeira pessoa, que muitas vezes atrapalha uma boa estória dependendo da forma que é usada. Para mim, neste caso, ao invés de aproximar da protagonista, me afastou.

É um livro razoável, se você é ligado em fantasia, mas faltou algo para mim… A escrita da autora flui bem, até que cai ponto em que tudo fica meio colegial, uma coisa como concurso de moda e popularidade, uso de maquiagem e competição para agarrar o cara mais bonito do pedaço e mostrar quem tem o poder mais legal.

A ambientação da estória, um reino inspirado na Rússia do final do século 19, é bem construída e dá uma atmosfera bacana para a trama. Mas na parte de personagens e trama, a coisa fica mais fraca. Não encontrei nenhum personagem com que me identifiquei, e não é uma questão de gênero, estou lendo, no momento, A Dama do Falcão de Maryon Zimmer Bradley e me identificando bastante com a protagonista, Romilly. As motivações dos personagens são fracas e a trama não segue um bom ritmo, ficando bem lenta depois da parte inicial. Há poucos conflitos que levam o leitor a virar as páginas com avidez para descobrir o que vai acontecer. Também há praticamente uma ausência de reviravoltas.

Mas para leitores menos chatos que eu, o livro pode dar um bom entretenimento. Eu criei uma expectativa grande e comprei os três livros de uma só vez, mas confesso que está um pouco difícil me animar para ler as sequências.



site: http://selo-multiversos.net/resenhas-2/sombra-e-ossos-leigh-bardugo
comentários(0)comente



Lorena 22/01/2017

É muito errado gostar do Darkling? Porque eu adoro.
No começo estava perdidona e acho que ainda estou um pouco.
Não entendia bem que lugar era aquele, quem eram aquelas pessoas e quais eram realmente seus poderes e suas motivações. Qual era a da tal Dobra e tal.
Odeio triângulos amorosos em historias porque eu normalmente prefiro o romance "errado" haha e isso sempre acaba sendo frustrante no desenrolar da trama e ainda mais no final.
E estou com pressentimento de que dessa vez não será diferente.
E acho que nesse caso nem posso reclamar muito, minha paixonite pelo Darkling é absurda, ele realmente é o que é, mas confesso, não consigo evitar e apesar de tê-lo odiado no final das contas, ele exerce sobre mim um fascínio e vou continuar lendo na esperança de alguma redenção para ele. Alina e Maly são maravilhosos também, apesar de minhas preferencias tortas.
Thais 12/09/2017minha estante
Acabei de ler e me sinto como você. Sempre fico do lado mais fraco do triângulo amoroso. Amei o Darkling e também espero por uma redenção. E também me senti perdida no início, sem saber direito o que era o que e quem eram quem e quais as suas finalidades. Mas no fim tudo foi se encaixando. Esse livro foi uma grata surpresa.


Mari R 14/09/2017minha estante
Olha... Eu acho que foi um desperdício de personagem interessante e de química entre um casal. A Bardugo devia ter feito dele um anti -herói, não um vilão... Aliás, devia ter feito dele o personagem principal... rs ... é a melhor coisa do livro.




135 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |