Sombra e Ossos

Sombra e Ossos Leigh Bardugo




Resenhas - Sombra e Ossos


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Vitória 04/04/2018

Nunca acredite cegamente.
Puta merda! Que livro é esse?! Simplesmente incrível, os personagens, a química e a narrativa nem se fala. Eu estou apaixonada por esse livro, acho que até agora posso considerar um dos melhores livros que eu li esse ano! O livro fala sobre uma menina que era órfã e que um dia que vai pra Dobra junto com seu amigo Maly junto com mais algumas pessoas, nisso no meio da confusão ela descobre que ela tem um poder, um dom. Contudo, nem tudo é rosas e vai acontecer muitas coisas nesse livro. Eu amei!
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Math Lima 28/03/2018

A incrível releitura.
Eu já havia feito a leitura deste livro a três/quatro anos atrás. Na época da minha primeira leitura eu havia gostado desse livro, mas não como gostei nessa segunda leitura. Da primeira vez eu era muito novo e achei a narrativa por incrível que pareça; difícil. Agora eu achei a narrativa até meio corrida e bobinha. Foi como se nessa releitura tudo ficasse claro, da primeira vez eu nem havia percebido que Ravka estava em guerra, passei super batido por esse elemento da história. Na segunda leitura também quase passei batido, porque não fica muito bem explicado sobre essa guerra entre os três reinos. Na verdade nada fica muito bem explicado, é meio que um quebra-cabeças infantil que você tem que juntar as peças em sua cabeça. Se juntar direitinho tudo se encaixa.

Amei demais esse livro, quero ler tudo que essa mulher lançar.
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Sabrina 24/03/2018

Sombra e Ossos é o primeiro livro da Trilogia Grisha, criada por Leigh Bardugo. Apaixonada desde sempre por livros do gênero, algumas leituras anteriores me levaram a encontrar este, e desejá-lo por muito tempo até que por fim decidi comprá-lo e lê-lo. Confesso que minha expectativa para ele estava altíssima, e tive um certo receio de que a história fosse fraca e não as atendesse. No entanto, Bardugo conseguiu me atingir e me prender logo nas primeiras páginas da história. Achei o universo muito criativo e original, capaz de manter o leitor interessado ao explorá-lo ao longo do livro. De início, porém, com a quantidade de nomes e a complexidade de algumas hierarquias, tive que prestar atenção dobrada na história pra não acabar me confundindo, mas isso passa sem demoras.

A história é seguida por Alina Starkov, orfã de guerra do reino de Ravka. Ela e seu melhor amigo, Malyen Oretsev, cresceram juntos no orfanato do Duque Keramsov, e quando tinham oito anos de idade foram testados pelos Grishas para verificar se possuiam ou não dons, poderes que os tornavam aptos a se tornarem Grishas. Os dois foram reprovados no teste e anos depois eles se tornaram militares, Alina como assistente de cartógrafo e Maly como um dos melhores rastreadores. Até que certo dia, quando o regimento deles atravessava a Dobra, algo inusitado aconteceu e fez com que Alina se descobrisse muito mais do que uma pessoa comum. Então, em uma reviravolta frenética, ela é levada para o Darkling, o conjurador das trevas, melhor personagem, líder entre os Grishas, e por fim vai parar no Pequeno Palácio de Ravka, para ser treinada com os outros Grishas e viver separada de Maly.

Os Grishas possuem dons especiais e são divididos por suas habilidades de uma maneira bastante hierárquica. Os Corporalki, a ordem dos vivos e dos mortos, são conhecidos como Sangradores e Curandeiros, estão relacionados com o corpo humano. Os Ethealki, a ordem dos conjuradores, são aqueles cujo poder os permite manipular algum dos elementos fogo, água e ar), e são comumente conhecidos, de acordo com o elemento de cada um, por Infernais, Hidros e Aeros. Já os Materialki, ordem dos fabricadores, conhecidos como Durastes e Alquimistas, controlam os elementos “materiais”, e são como criadores. O Darkling é conjurador das sombras e líder de todos os Grishas.

O Darkling desde o início demonstrou um interesse além do comum em Alina, dizendo que o seu poder poderia finalmente resolver todos os problemas e destruir a Dobra das Sombras para selar a paz de uma vez por todas. Ele é poderoso, misterioso, enigmático e muito sedutor, mas apesar de não parecer tão ameaçador para Alina, todos os outros Grishas parecem se sentir intimidados por ele de uma maneira que vai além da hierarquia. E digo que Leigh Bardugo criou um personagem incrível, o meu favorito da história. Para mim, todo o mistério que envolve o Darkling foi dosado na medida certa. Sentimos como se estivessemos sempre caminhando em uma corda bamba que pende para o amor ou para o ódio, assim como acontece com Alina. A sedução dele é praticamente irresistível, e mesmo que ela não tenha se deixado surpreender pelo poder ou por todas as outras coisas que ele poderia proporcionar a ela, ela acaba se prendendo ao jeito sombrio dele.

“Espero que você não anseie por justiça vindo de mim, Alina. Não é uma das minhas especialidades.”

Alina, por outro lado, inicialmente não tem muita autoconfiança e não se acha boa o suficiente em nada, o que acaba fazendo dela uma personagem um pouco irritante no início do livro, mesmo que a insegurança não seja um defeito. No entanto, com o decorrer dos acontecimentos, ela evolui e se mostra forte o suficiente para encarar o que for preciso de cabeça erguida.

Maly, por outro lado, é um personagem marcante apesar de não aparecer muito até praticamente o final do livro. Ele é gentil, doce, e protetor, e a ligação que ele tem com a Alina, a amizade deles, é algo muito especial e lindo que inevitavelmente evolui também na parte final da história. Dentre os demais personagens secundários, temos alguns outros em destaque que espero que sejam também melhor explorados nos livros seguintes.

O universo que Bardugo criou é único, e ela soube explorar muito bem sua própria criatividade e originalidade para desenvolver a história. Tudo acontece com um desenrolar fluido, nem lento e nem frenético, mas divertido e gostoso de se ler. Ela lançou os personagens “crus” no início do livros e os evoluiu ao longo dele. Principalmente Alina, ela aprende a lidar com as dificuldades e cresce muito com elas, superando-as e tornando-se forte e deixando de ser vulnerável aos poucos.

Achei a leitura muito interessante, apesar de este não ter sido aquele tipo de livro que você quer devorar em um único dia. É um livro divertido, e original e capaz de cativar qualquer fã do gênero. O final não foi devastador ou do tipo que te faz entrar em desespero e correr para o seguinte. Ela fechou bem o primeiro livro e deixou expectativas para a continuação. Mesmo que tenha sido o final óbvio que eu desde o início esperava que não acontecesse, não fiquei decepcionada. E considerando alguns spoilers do livro seguinte que li, a sequência cada vez mais se distancia do meu desfecho ideal, mas ainda assim espero que os bons personagens criados sejam ainda melhor desenvolvidos daqui para frente, e que a história mantenha sempre sua riqueza.
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Man 02/02/2018

Sombra e Luz
O coração pode amar duas pessoas ao mesmo tempo, o coração pode amar a parte monstruosa de um e continuar amando seu melhor amigo.
Por mais assustador que seja Darkling é sedutor, ele esperou a eternidade pela vinda de Alina e irá lutar para te-la com todas as armas.
Maly cresceu ao lado da melhor amiga, Alina, e precisou ver a "felicidade" dela com outro para descobrir o quanto a amava. Precisaram encontrar o caminho de volta um para o outro, para descobrir que se amavam.
História linda, cheia de magia.
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Taamy 26/01/2018

Sombra e Ossos
É maravilhoso o sistema de Grishas e as tramas do Darkling. Sinto que muito mais coisas aguarda a Alina. Porém é um pouco difícil se acostumar com os termos do mundo Grisha e elementos e nomes russos.
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Luuh 25/01/2018

Enfim, mais um livro...
Iniciei esse livro por falarem muito bem dele e tudo mais...até gostei da sinopse, muito interessante..mas desde o início a leitura me cansou. Só melhorou da metade por diante, mas sem grandes surpresas.. achei meio previsível dimais.Claro que teve partes do livro que me surpreenderam bastante e pensei que só melhorariam. Mas não. Desde o início a personagem tinha um grave complexo de inferioridade que cansava dimais, não acreditava muito no seu potencial, precisavam as pessoas estarem reforçando a acreditar nela mesma, fora que até a metade do livro a história aconteceu lenta dimais. Mas admito que o final foi surpreendente quando a personagem Alina Starkov demonstrou coragem..essa foi a parte que mais gostei. Não sei se continuo a trilogia.
Mas posso voltar pra ver se melhora.
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Andréa Araújo 06/01/2018

Completamente frenético
Uma coisa é preciso ser dita sobre esse livro, ele não para! Não existe um momento em que não esteja acontecendo algo, nenhum momento em que você se sente entediada lendo. Todos os momentos requerem a sua atenção, a prendem tanto que você só consegue largar o livro para as coisas básicas da vida, tanto que comevei e terminei em dois dias e porque não li os dois dias inteiros.

Outra coisa importante sobre ele são seus personagens, cada um com sua personalidade que foram abordadas de maneiras diferentes. Além da narração da personagem principal, a Alina, que me fez ama-lá, seus defeitos e qualidade. E seu jeitinho lindo de geralmente falar rudo que esta pensando.

Falando de amor, como não falar do Maly? No começo do livro, achei que ele iria desaparecer e que eu não teria chance de me apegar, mas ele retornou e levou meu coração, agora estou aqui torcendo por ele.

Mas nem tudo são flores, então vamos as críticas, que são poucas, basicamente uma, mas mesmo assim. A narração como eu disse, é frenética, cheia de movimentos e ações. E pode ter sido a intenção da autora se realmente fazer assim, mas acabei sentindo falta de momentos mais profundos (?), senti falta de me sentir emocionada. Até na cena mais bonita do meu ship(que nem é tão o foco do livro), não consegui me emocionar tanto, acho que faltou um pouco de atenção aos diálogos deles de uma forma mais íntima.

Além disso, achei o grande clímax um pouco mal explicado e rápido, Alina se sacrificou tanto por um objetivo para deixar a grande oportunidade passar sem uma explicação mais plausível na hora, depois você acaba entendendo junto com ela a situação, mas mesmo assim, acho que a cena era importante demais para deixar passar assim.

Dito tudo isso, preciso dizer que adorei o livro e já vou correndo para o segundo. Quero muito saber o que vai acontecer depois desse final.
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Carla Cássia - @contra.capa 04/01/2018

Premissa simples, reviravoltas inesperadas.
Sombra e Ossos foi uma mega indicação dada por uma das minhas melhores amigas e ela falou tanto dessa saga, mas tanto, que eu pus o livro nos desejados de aniversário e ela me deu.

Devo confessar que minha pessoa aqui, não sabia muito bem o que esperar do livro, já que a sinopse é muito parecida com diversas outras histórias que eu já vi por aí: Menina(o) que descobre um “dom” e é tirada do seu lugar de conforto e jogada em um mundo de tramas e intrigas.

Sério... se você olhar em sua estante talvez vá achar vários livros com essa premissa. Adoro? Adoro! Porém não é muito inovador e pode se dado mil rumos diferentes.
Então comecei a leitura sem grandes expectativas.

Graças aos céus eu gostei. Não foi o primeiro melhor volume de saga que eu já li na minha vida. Na verdade foi bem doido, pois eu sempre gosto de adivinhar o que vai acontecer, e esse livro me enganou, mas me enganou tão bonito que eu fiquei até chocada e com vergonha. Sério, fique com aquela cara de tacho bonita.

Alina, não Aline (sim tive que tomar cuidado muitas vezes durante a leitura), foi uma protagonista que cresceu aos meus olhos conforme a narrativa foi correndo. No começo não dava nada por ela, até a achava bem chatinha, entretanto, com o tempo fui a entendendo melhor e indo com a cara dela. Devo dizer que ela não entra no ranking de personagens principais favoritas, mas sem duvidas Alina passou longe de ser das mais chatas.

Sombra e ossos foi um livro que conforme a história foi se montando nos meus olhos, fui ficando surpresa e curiosa. NUNCA, que com aquele começo, eu pensaria aonde a história iria para. E o final... Jesus apaga a luz, o final é de fazer você gritar querendo logo a continuação, pois aonde para não deveria ser permitido nenhum livro parar.

Uma observação que eu devo fazer foi o fato de algumas palavras, usadas na história, terem vindo do russo, entre outras coisas. Gosto de quando os livros de fantasia saem um pouco do latim, que já é o esperado. Fora isso, a capa super tem a ver com tudo que ocorre no livro, trazendo um grupo de referencias bem legal. Quando você a olha no primeiro momento diz que é interessante, pelo menos eu achei, mas depois que pesca os elementos, fica muito melhor.

Para mais resenhas, link abaixo

site: www.blogcontracapa.com.br
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Aline 31/12/2017

Estou apaixonada pela escrita leve e fluída da Leigh Bardugo. Ela conduziu o enredo de forma majestosa e engenhosa. Já no primeiro capítulo já estava super envolvida na trama. Fui pega em todas as reviravoltas sem suspeitar de nenhuma. E que personagens hein! Todos muito cativantes. Assim como a fantasia e o mundo mágico dos Grisha. Depois de três séries de "bruxos" (Harry potter, O clã dos magos e Dezesseis luas) fiquei temerosa com o rumo que essa história tomaria, mas felizmente, não é nada parecido com os outros livros que já li. O romance poderia ser um pouco mais sutil, sem a protagonista ficar pensando nos seus pretendentes a cada capítulo. Mas não chegou a me incomodar a ponto de tirar uma estrela. O triângulo amoroso foi bem escrito e me convenceu, apesar de ter morrido nesse livro depois das atitudes de certo personagem.
E essa capa maravilhosa? Linda demais. Aquele livro que eu compraria só pela arte da capa.
(tentando entender o que o título tem a ver com a história até agora)
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Vittória Brasil 06/11/2017

Surpresa agradável!
A história melhorou consideravelmente a cada página, posso deixar registrado que fiquei empolgada com as revelações e acontecimentos. Apesar disso tudo, guardo em mim uma concordância estranha de que talvez as coisas pudessem ser um pouco diferentes.
O Darking é um personagem sombrio e velho, mas que possui aparência jovem e vários aspectos humanos. Ele possui suas próprias ideologias e isso por si só é suficiente para provar o quanto ele é interessante. Eu gostaria que ele fosse o par romântico de Alina.
Ao mesmo tempo, eu curto o Maly. Entendo-o. Mas... Por que ele quando se pode ter o Darking?
A autora deveria repensar essa parte. Me lembra Estilhaça-me e o triângulo Warner-Juliette-Adam.
Eu, como leitora, quero saber muito mais sobre Darking. Sobre seus sentimentos, sua vida, suas ideologias... Ele me desperta curiosidade e eu adoro isso. Espero ver ainda mais dele nos próximos livros.
Julia.Esther 28/12/2017minha estante
Entendo. Fiquei triste pelo par romântico dela não ser o Darkling.




Jo 01/11/2017

Confesso que estava esperando bem mais desse livro, não sei se a minha decepção foi pq eu estava shippando a Alina com o Darkling e levei um belo de um tapa na cara, só sei que depois desse descoberta amarga o livro não teve mais o mesmo sabor ou se é pq o atual romance da protagonista não me acende as luzes do coração, aliás por várias vezes eu torci pra ele morrer?? enfim vamos ver se os próximos volumes irão me surpreender.
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 25/10/2017

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
Acho que tirei 2017 para ser o ano de tirar o atraso das séries de fantasia que estavam mofando na lista de leitura. Graças a Zeus e Odin, todas estão sendo maravilhosas e com Sombra e Ossos não foi diferente.

Pela sinopse, percebe-se que temos o velho clichê do “protagonista que não sabia o que era até um certo incidente” (Olá, Harry Potter, Percy Jackson e afins…) O que importa é como a autora conduz sua história e como seus personagens são construídos. Nisso, Leigh Lady Bauducco* Bardugo não deixou a desejar

Alina é órfã e só teve como companhia seu amigo Mala Maly. De repente, ela se vê com uma responsabilidade gigante jogada nos seus ombros. Claramente Alina não quer um pingo dessa responsabilidade e, apesar de super insegura, ela dá o seu melhor pensando no povo de Kavka. Inseguranças à parte, Alina é corajosa, leal aos seus amigos, resiliente e de bom humor (isso quando alimentada e descansada, o que me identifiquei bastante).

Por ter tido um passado um tanto difícil, por algumas vezes Alina se deixa deslumbrar por todo esse mundo novo que foi jogada. Algumas pessoas viram isso como algo negativo, mas eu achei interessante a autora colocar esse detalhe porque assim a personagem se torna mais humana, real.. Que atire a primeira pedra que não iria ter a mesma reação que ela, se tivesse crescido em um orfanato?

Mas quem rouba a cena de toda a história é o Darkling e isso é um fato. Todo trabalhado no mistério, Darkling quer ajudar Alina a domar seu poder, mas até onde essa ajuda é sincera? Isso são cenas para os próximos capítulos. Confesso que queria mais aparições físicas do personagem (já que o espírito dele estava sempre rodando por ali, querendo ou não), mas para um livro introdutório até que fiquei satisfeita com suas participações.

Os personagens secundários também foram bem construídos e trabalhados. Destaque para Genya e Maly, amigos de Alina. No começo (acho que todo mundo), fiquei com um pé atrás com Genya, mas logo a Grisha ruiva me conquistou com seu jeito. Já o mala do Maly, em certos momentos (99% deles pra ser mais exata), queria arrastar a cara dele no Não-Mar. Ele me lembrou muito o amiguinho chato da Mare (A Rainha Vermelha) (Percebe-se a importância que ele teve na minha vida; nem lembro do nome)

O ponto forte dessa fama toda do Grishaverse é a escrita da Leigh. Além de ser bem ágil, sem muitos rodeios, a autora não enche as páginas de descrição. Esse detalhe foi algo que percebi quando li Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra, que foi meu primeiro contato com ela. Assim como em A Queda dos Reinos, a autora descreve o necessário para que saibamos como é o cenário, mas o foco mesmo é nos sentimentos dos personagens.

Adorei também o embasamento do mundo Grisha. Gostei do toque de cultura russa na história, não só no clima de Kavka, mas também nas vestimentas e expressões. Gostei do fato da magia dos Grisha, exceto Darkling e Alina, na verdade ser manipulação de elementos químicos.

A história se desenvolveu de uma forma diferente da que eu estava esperando, mas foi uma boa surpresa. Nos capítulos finais, eu estava cheia de teorias e todas foram por água abaixo, me fazendo de trouxa e levando alguns tirozinhos (ou seja, nada de novo sob o sol). Esse livro termina com um gancho não daqueles de morrer pela continuação, mas instigante o suficiente para fazer você querer ler logo Sol e Tormenta. Algo que fiz imediatamente.

* Quando soube da autora, eu não consegui lembrar direito o nome dela e só chamava de Lady Bauducco. Na verdade, ainda chamo. A culpa é da sonoridade e das palavras que meu cérebro interpretou como parecidas.

Leia mais resenhas em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/

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