Maria Antonieta

Maria Antonieta Stefan Zweig




Resenhas - Maria Antonieta


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Italo.Totti 14/04/2020

Retrato da vida de Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França, casada com Luís XVI. Análise histórica da revolução francesa com o fim da monarquia e execução por guilhotina do casal real.
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camila 28/07/2013

Uma das meslhores biografias que já li
Stefan Zweig descontrói todas as imagens que eu tinha de M.A. Tanto a imagem de devassa quanto a de santa. Mesmo sabendo o final da história, me peguei torcendo por um final feliz. #recomendo
Celso 20/01/2018minha estante
Recomendo o livro sobre a rainha da Escócia Mary Stuart do mesmo escritor, ele é muito bom também.




Bruna 05/11/2020

Stefan Zweig escreve muito bem, vou querer ler outros livros dele.
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amandaledo 10/03/2015

Maravilhoso
Livro maravilhoso que relata a vida de Maria Antonieta como uma mulher comum com defeitos de uma mulher comum e separa da imagem da rainha odiada pela Fança!
Parisina 17/04/2015minha estante
Massa!! Vou ler! Tão bom ver uma visão diferente da história política.


Parisina 17/04/2015minha estante
Massa!! Vou ler! Tão bom ver uma visão diferente da história política.




MariCarolina 05/10/2020

Uma biografia que não romantiza a biografada
Maria Antonieta é uma das rainhas europeias mais conhecidas no mundo, tanto por ser a última rainha da dinastia Bourbon e ter sido vitima da guilhotina durante a Revolução Francesa, seja pela corte que esbanjava dinheiro e futilidade, uma das mais belas de toda a Europa do século 18, de todo modo, nós a estudamos de maneira superficial durante a escola, quando vamos falar da revolução francesa, e, para pessoas como eu, fascinadas por história, gera uma enorme curiosidade, sobre o que a levou a guilhotina, como era a sua vida e todas essas coisas.
Escolhi essa edição, deste biografo em especifico, após ver um vídeo da Tatiana Feltrin a respeito, pois confesso que o tom do filme da Sophia Coppola, ultra colorido e excessivamente romantizado me afastou dessa figura histórica, mas após o referido vídeo, revirei a terra atrás dessa obra escrita em 1932 e, mesmo assim, tão completa e fascinante.
Falando do livro em si, o autor tem um ritmo narrativo interessante, sem ser lento demais ao ponto de me fazer largar o livro, nem rápido ao ponto de ignorar pequenos detalhes que evidenciam para o leitor o verdadeiro caráter do seu objeto de estudo, ele não a trata como uma coisa, mas sim como uma pessoa, sujeita a enganos e extravagancias, apenas por que a bolha em que a rainha vivia a fazia pensar que todos viviam de modo equivalente, ou, ela simplesmente, seja pela idade ou pela completa ausência de interesse, a levou à uma alienação a respeito de seu próprio modo de vida.
A vida da rainha e de sua corte são destrinchadas, segundo uma linha de raciocínio comprovado por documentos e relatos que, em 1932, eram considerados legítimos relatos da época, pois, no período pré revolução havia um excesso de documentos, panfletos, livros e jornais com informações pouco confiáveis, logo, uma peneira teve que ser feita para que a biografia fosse o mais verossímil possível.
Ademais, o livro fala bastante sobre Luis XVI e de como a sua natureza hesitante e pouco confiante o levou a tomar decisões equivocadas e também o levaram a guilhotina.
Gosto de como o autor, nós pontos onde há divergência entre os historiadores, ele a explica de maneira resumida e deixa seu ponto de vista claro, rebate as partes que não entende como verdadeiras, mas reconhece que há uma discursão e deixa aberto ao leitor a concordância ou não sobre aquele tema.
Enfim, uma das melhores biografia que eu já li e assim que eu achar, vou ler a da Mary Stuart .
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dudaz 22/02/2021

Muito era esperado de Maria Antonieta, pouco foi feito por Maria Antonieta
Desde pequena, a arquiduquesa do Sacro Império Romano-Germânico demostrava pouco interesse nos estudos, leituras e política, era dispersa. Seus olhos eram atraídos pelas jóias, vestidos e festas, era o oposto de sua mãe, a poderosa Maria Teresa, respeitada pela sua inteligência e astúcia política.
Mesmo com tantos pontos negativos para uma princesa austríaca (consideradas as melhores da Europa e até do mundo) Maria Antonieta foi prometida ao herdeiro do trono francês, Luís XVI, unindo assim dois reinos que eram inimigos históricos.
Acompanhamos o passar do tempo, a dificuldade na corte francesa, a morte de Luís XV, a subida ao trono dos jovens inexperientes, a falta de sintonia, de bom senso com o povo e de herdeiros. O casal veio a consumar o matrimonio após 7 anos gerando quatro filhos. Essa demora, ocorreu devido a problemas íntimos do rei que segundo Zweig, esse foi um dos fatores principais para que Maria Antonieta se perdesse ainda mais nas tramas, jogatinas e gastos absurdos de dinheiro público. Para se ter uma ideia, ela não repetia vestidos e jóias, era um diferente a cada dia e além disso, montou um teatro particular no Trianon e isso saia dos impostos da população que passava fome embaixo das sombras dos castelos.
E toda essa vida luxuosa, somado a outros fatores, engrossavam o caldo e influenciavam os primeiros passos da revolução francesa. E quando a crise, a insatisfação, bate à porta de Versalhes, não é contra o rei, morno, lento e que só se importava em caçar que são direcionadas as palavras mais fortes, as acusações mais ferrenhas. É no colo de Maria Antonieta que as calunias e a culpa de todos os males da França são jogadas. A rainha chega a ser acusada de ter relações sexuais com seu próprio filho, tudo para desmoralizar a chamada “prostituta austríaca”. E aqui que conhecemos as artimanhas de uma republica fraca, composta por pessoas de caráter duvidoso e na sua maioria inexperientes. Os julgamentos de Luís XVI, já chamado de Luís Capeto e de Maria Antonieta, são fracos e com acusações que não se mantinham em pé. Entenda, eles não são santos, cometeram seus pecados para com o povo e deveriam ser cobrados por isso, mas nesse caso não era um tribunal justo, o que a revolução queria era a cabeça de seus soberanos. E conseguiram.
Em seus últimos dias, Maria Antonieta entendeu o que sua mãe escrevia nas cartas, os conselhos sobre um bom reinado, mas era tarde. Agora, essas palavras serviam apenas como arrependimento e ao mesmo tempo como um alento para o seu coração, já que ao passo do patíbulo, a princesa rainha se tornou o que o povo francês precisava durante muito tempo, uma rainha consciente e cidadã.
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Celso 09/02/2018

Excelente
Foi a melhor biografia que eu li sobre a vida de Maria Antonieta, acho que Stefan Zweig conseguiu captar bem o temperamento dela. A análise histórica da Revolução Francesa também é muito boa, um excelente livro.
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