A Bibliotecária

A Bibliotecária
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Resenhas - A Bibliotecária


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Eva 16/07/2016

Uma merda
Não recomendo. Mas pra quem gosta, ta ne.
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Elisabete Cristina 06/05/2016

Faltam muitos detalhes!!
Um dos fatores que esse livro tem que me chamou muito a atenção foi o fato da protagonista ser amante dos livros. Mas ele é um livro muito compilado, não é rico em detalhes. Parece mais que a autora está contando uma lembrança antiga, de tantas partes que pula e de tantos detalhes que deixa de fora. Um romance em que não há riqueza de detalhes, foge completamente do patamar de romance.

site: http://bibliotecadalisa.blogspot.com.br/2016/03/a-bibliotecaria-logan-belle.html
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Wall 19/04/2016

Cinqüenta tons de cinza.
Na verdade esse poderia ser o nome deste livro. Cinqüenta tons de cinza.
Com um título promissor e personagens que tinham potencial bem no comecinho do livro, no fim era somente mais do mesmo. Abandonei infelizmente.
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Cailin 15/03/2016

Não consegui continuar...
Apesar te der começado bem, o livro vai caindo aos poucos e logo virou um Fifty Shades of Grey. Esperava um livro bem diferente, decepcionada :(
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Isa 21/02/2016

A Era do Sadomasoquismo
Para amantes de livros como 50 Tons de cinza, Peça-me o que quiser...amaram esse daqui também.
Eu tenho que admitir que gosto de literatura erótica, assim como Sylvia Day falou em uma entrevista: "Como pode existir romance sem sexo?". Concordo plenamente, sexo tem que deixar de ser um Tabu, é algo natural de um casal, mas esses livros exploram além disso, eu notei algo nesse que me deixou incrívelmente chateada, pois ele segue uma linha que todos os outros livros de literatura erótica e até outros seguem.
È uma espécie de padrão, a mulher é insegura, com uma renda não muito alta, é desastrada, com baixo-estima e se apaixona por um homem poderoso, rico, elegante, seguro de sí mesmo ou seja, a mulher é sempre inferiorizada, é como se ela sempre precisa-se de um homem cheio de sí para encontrar sua auto-estima, para se sentir segura de sí mesma.
(Se houver algum me perdoem) mas nunca vi um livro onde a mulher seja a segura de sí mesma, onde ela seja rica ou seja a dominadora, ela é sempre a submissa e eu noto que várias mulheres leem (quem sabe até eu própria) porque se sentem como uma Regina ou uma Anastásia, acreditam que precisam de um Sebastião ou um Grey e NÃO! Vocês não precisam de alguém assim.
Não tenho nada contra o sadomasoquismo, mas sou a favor que algo só é bom quando as duas pessoas concordam e nos livros nitidamente vemos, que as mulheres sempre cedem para não perder o seu "grande amor".
Para quem procura um romance de verdade, não indico este livro, porque para mim? Isso é mais uma ilusão que a mulher sente do que amor.
Queria ver livros em que os papéis se invertessem ou que não precisa-se alguém ser superior para ser considerada uma boa história.
Jessy 13/05/2016minha estante
Comecei a ler ontem a noite, a sinopse parecia ser promissora. Mas depois da sua resenha, não pretendo passar pela mesma experiência 50 tons de cinza. Concordo com cada palavra que você disse, não fazia ideia que seria esse o tipo de leitura que me esperava. :/




Vanessa Sueroz 05/01/2016

Neste livro iremos conhecer Regina Finch, uma jovem recém-formada em biblioteconomia e ela conseguiu o emprego dos seus sonhos, ou pelo menos quase, ela esta trabalhando na biblioteca pública de Nova York. Ela é uma das nerd viciadas em livros e que passou a vida inteira tentando ser biblioteconomista, sempre teve ótimas notas e destaques na escola, mas quando conseguiu o emprego não era bem o que ela esperava. Ela é especialista em restaurar livros, mas acaba em um balcão de atendimento, mas a coisa fica pior quando ela descobre que a chefe é uma megera.

Como todo livro hot, ela é desastrada, quietinha, tímida e conhece um cara lindo e maravilhoso, mas ela encontra este homem com uma mulher em uma sala particular na biblioteca. O primeiro choque de sua vida foi ver a cena dos dois se pegando. Foi então que ela percebeu que perdeu muito de sua vida sem homens.

resenha completa no blog:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/a-bibliotecaria/
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Patricia 17/12/2015

Atração convertida em amor
Este é definitivamente um dos livros que mais me decepcionaram de todos que já li.
Não tenho nada contra sadomasoquismo, acho até um tema interessante, na verdade, mas pelo o que vi até agora nenhuma autora ou autor conseguiu explorar o assunto de um modo que realmente cativasse, se vocês me entendem.
Algo que me irrita bastante são livros onde tudo acontece muito rápido... Tudo bem que quando a história é devagar demais também fica tudo maçante, mas acho que são poucos os autores que encontram um meio-termo...
O problema de romances assim, rápidos, é que fazem com que a coisa toda não tenha fundamento; pelo menos eu acho que fica um tipo de amor superficial, não real.
A Bibliotecária é um exemplo.
O livro praticamente não tem enredo, e em várias partes eu fiquei me perguntando se tinha pulado alguns capítulos ou se tinha esquecido algum detalhe importante.
Os personagens não são bem construídos, o romance não é bem desenvolvido e mais uma vez temos aqui uma autora que teve preguiça de criar um romance plausível, se bem que esse livro não tem nada de romance, em minha opinião. É basicamente sexo e sexo, mais nada. Eu não senti nenhum amor nesse livro, só a atração (pouco convincente, devo acrescentar) entre Regina e Sebastian.
Uma perda de tempo, e sem querer desmerecer a autora, não vale a pena ler.
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Mariana.Souto 04/07/2015

Uma cópia mal feita de fsog e peça-me o que quiser.
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Dani Carmim 01/07/2015

Um livro intenso na questão sexual, sem muito romantismo, apenas uma mulher submissa.

site: http://paetescarmim.blogspot.com.br/2015/07/desafio-de-leitura-n-9-bibliotecaria.html
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Geisa 01/06/2015

Não se Trata de um Romance.
Nunca tinha feito uma resenha sobre um livro que não tenha gostado, pelo contrário, geralmente escolho os melhores, os que me fizeram viajar por um bom universo fictício durante a leitura. Achei que “A Bibliotecária” seria um bom começo.
Inicialmente o livro conta a história de Regina, uma garota que tinha o sonho de ser bibliotecária, ao conseguir o emprego na Biblioteca Pública de NY, ela conhece Sebastian Barnes (um dos donos de lá). E como todo romance erótico, ele só se apaixonou uma vez na vida, quer apenas sexo com todas as suas companheiras, ao passo que ela nunca se relacionou sexualmente e sonha com príncipe encantado. Com a doce Regina ele se apaixona outra vez, porque tem algo nela “que o atraí”. Fala sério, essas histórias de uma virgem sem sal e um riquíssimo cafajeste já se tornou cansativa, monótona e repetitiva.
Além desse mimimi inicial, a personagem causa repulsa nas mulheres que tiveram o desprazer de ler esse livro (Sei disso porque avaliei outras resenhas). Não basta Sebastian ser praticante de BDSM e Regina ser submissa na cama, ela é submissa, dependente, “pau-mandado” em toda a vida dela, ela faz o ele quer, não importa onde ou como esteja. Muitos leitores o compararam com 50 tons, porém não chega aos pés, Christian apoia os limites de Ana e faz com que ela converse sobre eles. Em “A Bibliotecária”, a opinião da mulher não conta, ela não tem nenhuma voz, e nem chega a mencioná-la, quer apenas satisfazer os desejos dele a todo custo. Sem contar que até as últimas páginas do livro não há nenhum romance, nenhum traço de amor, é apenas sexo. Ele só “percebe que a ama” após ela atingir o cúmulo da submissão, se deixar fotografar por ele. Então ele fala duas frases românticas e o livro acaba, para todos suporem que eles ficaram juntos, casaram e tiveram filhos, para a minha certeza que esse livro é ridículo.

site: http://itgirls-geei.blogspot.com.br/2015/06/resenha-bibliotecaria.html
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Lalá 15/05/2015

O pior livro da minha vida!
Me sinto péssima ao dizer que abandonei a leitura de um livro pela metade, mas sinceramente, não consegui suportar a história de "A bibliotecária".

Na verdade, o livro não tem história nenhuma!
Um enredo fraco, personagens fracos, escrita fraca. Com tantos livros bons por aí, não há nenhum motivo para perder tempo com livros porcarias como esse!
julianateixeira 30/12/2015minha estante
Obrigada Deus!

Alguém me entende nessa vida!




Thaysa 12/03/2015

Razoável
Os amantes de 50 tons de cinza podem criar um relacionamento de amor e ódio. Uns acreditarão ser plágio e outros, melhor que o próprio 50 tons.
Leia mais sobre ele no meu blog.

site: https://proseandocomumabibliophile.wordpress.com/2014/11/12/a-bibliotecaria/
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Cris 08/12/2014

Ruim demais!!!!
Só tenho uma coisa a dizer: BEM FEITO PARA MIM, pois mesmo tendo várias opiniões contrárias, quis prosseguir para depois também opinar quando perguntassem...

Eu não irei resenhar, nem gastarei meu tempo.... bom, o livro se resume em: escrita ruim, enredo fraco e personagens mal construídos. Horrível! Um dos piores que li neste ano... ‪

Não estou julgando o gênero erótico, e também nem estava esperando algo inovador, entretanto sei muito bem diferenciar o joio do trigo... e este, está bem corrompido!
Respeito quem gostou, e outra: o que não serviu para mim, pode servir para outras pessoas, essa é a mágica de tudo, porém eu nunca indicaria! Há tantos livros bons com esta mesma temática, sendo assim... não cometam essa atrocidade...
Jeniffer Alves 14/02/2015minha estante
Já li 50 tons de cinza e achei muito ruim por isso fui tentar ler outro livro do gênero para ver se o problema era com o gênero ou com o livro. Ainda bem que vim ver as opiniões sobre esse livro, do contrario acharia que o problema é com o gênero mesmo. Estou em duvida se termino ou não esse livro, mas acho que vou acabar abandonando mesmo.




Fogui 14/09/2014

The Librarian
A Bibliotecária
Logan Belle
Record
2013

Para que gosta de literatura erótica, como eu, e já leu dezenas de milhares de livros do gênero, pode gostar. Mostra o universo BDSM de uma forma light, segue a linha 50 tons, mas nem tanto. É gostozinho, tem um pouquinho de romance, de livros, e mais livros, de fotografia e conflitos.

Sebastian Barnes não é um Grey, ele não tem problemas emocionais como Christian. Sebastian apenas é um dominador convicto, não precisa de brinquedos ou coisa e tal. É claro que ele gosta de bater como todo dominador, mas ele estimula sua parceira de uma forma diferente. Diria que sua tara é a câmera fotográfica.

Já a belíssima Regina Finch, é virgem, inocente e totalmente inexperiente. As autoras normalmente adoram fazer um contra peso, a virgem e o libertino, parece mais romântico. E desperta a curiosidade...

Quer ler a resenha completa e muito mais, visite o blog Momentos da Fogui:


site: http://foguiii.blogspot.com.br/2014/09/a-bibliotecaria-logan-belle.html
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