Cidades de Papel

Cidades de Papel John Green




Resenhas - Cidades de Papel


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molduraliteraria 16/07/2017

Paper Towns
As histórias de John não são muito a minha praia, porém essa me agradou no enredo e no desenvolvimento.

Talvez o que não me chama muito atenção nos livros do John Green seja a escrita dele. Ela bem superficial e às vezes um pouco de detalhes e uma leve rebuscada não faz mal a ninguém.
Outro ponto um pouco chato do livro é justamente a Margot. Manooo que menina insuportável, eu teria dado muito na cara dela, acho que Green queria transformá-la em uma personagem autêntica e que no fundo todo mundo gostasse (como no filme), mas no livro ela é extremamente mimada e irritante, nada justifica.

Porém, o Q mesmo sendo bobão conseguimos tirar muito proveito da aventura dele com os amigos e é exatamente isso que deixa o livro muito agradável e valer a pena a leitura.
O desenvolvimento do livro é muito interessante que acaba te prendendo para ver o que acontece. ⠀
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Michele.Acquafreda 15/07/2017

"Uma cidade de papel para uma garota de papel"

Já pensou na fragilidade do seu ser? De como somos desenhados e moldados de acordo com o meio em que vivemos?
Será que o que você representa é parte do seu verdadeiro eu? Você realmente existe ou apenas habita e segue as regras do mundo em que vive?
O seu exterior representa seus pensamentos e vontades interiores? ????????????? Depois de "A culpa é das estrelas" não havia lido mais nenhum livro do John Green, não por falta de vontade, mas porque selecionei outros para ler primeiro. Porém, quando vi a estreia de "Cidades de Papel" no cinema, corri para comprar o livro para depois poder assistir ao filme. E dois dias depois, aqui estou com o livro já lido, mas a expectativa para o cinema diminuiu. O livro é ruim? NÃO!!! Muito pelo contrário. O livro é muito bom, porém acho difícil alguém conseguir passar para as telas um conteúdo tão profundo e filosófico quanto o abordado no livro.
Cidades de Papel é um daqueles livros para se ler nas entrelinhas. Por trás da história maluca que é narrada há muita coisa para se pensar.
Gostei bastante do livro e é claro, vou assistir ao filme. Depois conto o que achei.
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Amanda.Barros 12/07/2017

Superficialmente profundo
Mais um best seller de John Green, autor da nova geração, "Cidades de Papel" é um romance que nos insere na vida de Quentin Jacobsen, um rapaz prestes a terminar seu ensino médio, que alimenta uma paixão desde a infância por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Todavia, ao que tudo indica, o jovem não é correspondido.
"Cidades de Papel" utiliza clichês para falar de assuntos sérios, algo que pode ser percebido em outro livro de Green (A Culpa é das Estrelas). O livro trata sobre amor idealizado, o difícil período de término do ensino médio, o afastamento dos amigos, o período no qual passamos a nos tornar adultos.
Confesso que ao terminar de lê-lo senti um vazio, como se faltassem partes a serem escritas. Não sei dizer se o autor nos incentivou a refletir ou se realmente deixou lacunas, o fato é que não me pareceu uma escrita completa.
Por outro lado, o livro tem vários pontos positivos. Durante o desenvolvimento da narrativa, podemos acompanhar o crescimento de Quentin, pois logo no início ele é um personagem imaturo e completamente cego pela paixão que nutre por Margo.
Margo, ao final do livro não conseguiu passar sua verdadeira personalidade, e fez-me criar antipatia por ela. Pareceu muito mais uma garota egoísta e mimada que queria ser rebelde, mas não tinha uma causa pela qual lutar.
Me atenho apenas aos dois protagonistas para reservar a experiência das surpresas às pessoas que ainda irão ler.
"Cidades de Papel" mostra-se um livro com muito conteúdo, bem desenvolvido, mas não tão bem finalizado. E por fim, superficialmente profundo.
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Kaylane.Eduarda 10/07/2017

Cidades de papel
Tudo começou num simples dia 5 de junho,quando Margo Ruth Spiegelman invade a janela de seu velho amigo de infância Quentin Jacobson pedindo sua ajuda para se vingar de seu namorado Jase e sua amiga Becca Arrington,os dois tem um noite adicionando tirando foto de pessoas nuas,depilando uma sobrancelha das pessoas,destituindo peixes,
Mas no dia segunte Margo não aparece na escola,Quentin fica então sabendo que Margo fugiu,Ela deixou então várias pistas para se encontrada.
Quando Quentin e seu amigos(Radar,Bem, Lacey)finalmente conseguem acha o local onde ela está,
descobriram que uma aventura de carros pode ser mais complicada que eles pode sem imaginar.
Eles finalmente encontram mais Margo explica a Quentin o motivos de tudo aquilo,Margo vai então para Nova York e Quentin e seus amigos voltam para casa.
Estou apaixonado por essa história amo JG
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Amanda Thais 10/07/2017

Bem chato!
Não indico pra niguém.
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tayna.ortega 05/07/2017

Na caça do amo
Okay, admito, me sucumbi a moda "John Green" haha..... Quentin é um tipico adolescente inteligente, tímido, nerd, nada popular e, apaixonado pela garota mais bonita e popular do colégio, óbvio, mas apesar desse clichê literário, Margo, não é assim a garota mais perfeita da escola, é questionável até o seu nível de sanidade. Os dois são vizinhos desde pequenos, aonde brincavam muito juntos e guardam um terrivel segredo que os dois optaram por esquecer, bem, aparentemente pelo menos um deles conseguiu esquecer.... Margo resolve chamar Quentin para um passeio no qual ele deverá realizar diversas "missões" no decorrer da noite junto com ela, crente que teve a melhor noite de sua vida, no dia seguinte ele acorda e descobre que ela "fugiu" e descobre que a noite anterior não foi apenas uma brincadeira e sim dicas de como encontra-la. Começa assim, a caça ao tesouro de Quentin Jacobsen, cujo premio resultara trazer sua amada de volta para casa ou perde-la para sempre caso o tempo acabe.
Não sei o porque, mas sou apaixonada por livros de romances que não são tão românticos rs.. e esse é a medida perfeita.

site: https://compartilhesualeitura.blogspot.com.br
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Aline Lima 01/07/2017

Cidades de papel: o quão bem você conhece as pessoas, afinal?
À primeira vista pode até parecer um típico romance adolescente, mas o livro Cidades de Papel, do autor John Green, propõe importantes reflexões sobre a natureza humana e a vida em sociedade. Lançado em 2013 pela editora Intríseca, a obra conduz o leitor por uma história envolvente, com pitadas de drama, mistério e comédia ao longo de suas 368 páginas. A linguagem fácil é bem adequada ao público infanto-juvenil, mas a leitura não perde a riqueza e nem fica enfadonha para os adultos. Ao contrário, apenas a torna mais fluida, conduzindo os leitores (de todas as idades) pelos sentimentos que o personagem principal, Quentin Jackobson, sente pela amiga de infância.

Quentin nutre um amor platônico e muitas vezes obsessivo, por Margo Roth Spiegelman. Embora fosse sua vizinha e melhor amiga durante a infância, os dois se distanciaram com o tempo: ela integrando o grupo dos populares enquanto ele se juntava aos nerds excluídos. A menina era amada e invejada por todos na escola, tendo o respeito e a fama tão desejados por qualquer estudante do ensino médio. Era conhecida por ser forte, aventureira e destemida e fazia questão de ser sempre identificada pelo nome completo para ressaltar sua personalidade diferenciada dos outros adolescentes.

Essas características foram o suficiente para que povoasse a mente de Quentin. O que ele não esperava, entretanto, é que isso o levaria a uma jornada de aventuras, mistérios e redescobertas. É a partir daí que o romance ganha um pano de fundo mais complexo, trazendo reflexões sobre as relações e os comportamentos humanos. Dentre as questões levantadas ao longo da leitura, uma das principais é se a imagem que construímos das pessoas corresponde a quem elas realmente são, ganhando cada vez mais destaque justamente a partir do sumiço de Margo e a mobilização de Quentin e seus amigos (Ben Starling, Lacey Pemberton e Radar) para encontrá-la.

Leia a resenha completa no link:

site: http://www.pergaminhoamarelo.com/2017/03/cidades-de-papel-o-quao-bem-voce-conhece-as-pessoas-afinal.html
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Bianca.Martinez 29/06/2017

Cidades de papel
Achei bem chato
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isas 28/06/2017

o livro é bom, tem uma leitura divertida. Bom, sobre o final, não acho ele ruim, só acho surpreendente. Todos que leram o livro torceram para que eles ficassem juntos, mas não aconteceu. John Green já gosta de fazer essas coisas né, o final nunca é o que a gente espera
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Duda.G 18/06/2017

Ótimo até chegar o fim
O livro é maravilhoso no início e no meio, mas o final deixa a desejar, ainda assim indico ele porque durante o livro é muito bom
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Marilia Lopes 12/06/2017

Divertido.
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Lau 30/05/2017

Corretiva
• Na Organização:
Como o próprio nome diz, este tipo de manutenção significa deixar o equipamento trabalhar até quebrar (ou falhar) e, depois, corrigir o problema.
Uma quebra inesperada pode gerar altos custos para a empresa, além de perdas de produtos ou serviços e tempo.
• Pessoal:
Muitas vezes trabalhamos demais, sem pensar no descanso, achamos que podemos deixar o sono ou alimentação para quando tivermos um “tempo”, sendo que são necessidades biológicas nossas, que não podem esperar. Quando vamos ver já estamos doentes, gripados, falta de alguma vitamina ou algo do tipo. A manutenção corretiva nesse caso é tomar os remédios ou fazer o tratamento necessário para a manutenção do corpo, da saúde.
Essa opção traz prejuízos para a nossa vida pessoal também, pois temos que parar com nossas atividades do dia a dia para nos cuidar, as coisas que temos que fazer ficam acumuladas e o perdemos um tempo que achávamos que tínhamos ganhado.

Preventiva
• Na organização:
É a manutenção realizada com a intenção de reduzir ou evitar a quebra da maquina e a queda do desempenho. É utilizado quando:
1. não for possível fazer a manutenção preditiva (vou explicar) se existir risco de manutenção ao meio ambiente
2. nos equipamentos fundamentais
3. em sistemas de operações continuas, linhas de acabamento de superfície por exemplo
4. quando o equipamento está relacionado com a segurança pessoal ou da instalação.
• Pessoal:
Esta ligado a ter um tempo para si mesmo, seu tempo de comer, de dormir, de relaxar, meditar, fazer os check-ups. É sua manutenção corporal, espiritual e mental.
Essa é a melhor opção pra se ter mais bem estar, pois a saúde vai bem, então podemos manter nosso trabalho, faculdade... tudo em ordem.

Preditiva
• Na organização:
É o mesmo que a manutenção planejada, ela visa realizar ajustes nas maquinas ou equipamentos apenas quando eles precisam, porém não necessariamente precisam esperar que eles quebrem. Com um acompanhamento constante é possível prever possíveis falhas e saber quando agir.
Esta é a mais barata, rápida e mais segura que manutenção corretiva.

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Vanessa.Castro 29/05/2017

Inesperado...
Ouvi vários pontos negativos sobre o final desse livro e talvez por durante o livro todo ter construído visões negativas sobre o fim, ele não foi tão dolorido quanto eu esperava!
Se você é uma pessoa que almeja fins maravilhosos e com felizes para sempre... Este pode ser um livro que não te agrade tanto. Não que não tenha ou tenha um final feliz, ele refletirá talvez momentos que você já viveu, vive ou viverá. E dependendo de como você lidou com a situação é como ele será para você.
Eu senti nele um misto de busca pela liberdade, por se descobrir, por conhecer o outro não só pelo o que se ouve ou o que se vê, mas de fato ver através dele/ sentir ele...
então uma dica de como se sair bem com esse livro é... pense o pior que o final não doerá tanto... quanto ao pq ler? Ele fala de poesia, amor, amizade, lealdade, aventuras...
Eu o recomendo e o leria de novo :)
Tenham uma ótima leitura e aventura!
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Thata 13/05/2017

Bom mas confuso
Livro e bom mas tem hora que te deixa intrigado com alguns porques
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Júlia Raquel 09/05/2017

Cidades de papel, de John Green

“Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.”

Título: Cidades de papel
Autor: John Green
Gênero: Romance
Páginas: 368
Editora: @intrinseca

O livro começa contando a história de Quentin Jacobsen, um adolescente que esta prestes a se formar no colegial. E, há também Margo Roth Spiegelman, a vizinha de Q. (Sim, o protagonista também é chamado assim), que podemos considerar como ex amiga dele.
Quando crianças os dois passavam todo o tempo possíveis juntos, porém aos nove anos ambos se afastaram após um acontecimento marcante. A partir daí, já na adolescência, Quentin continuou sendo o garoto nerd, totalmente na dele, já Margo se transformou na estudante mais popular do colégio. Isso, obviamente, não o impediu de se apaixonar pela garota.

Eis que em uma noite qualquer, Margo invade o quarto de Q. e o convoca para ajudá-la em uma missão. Como nunca deixou de pensar na moça, ele aceita e cumpre uma lista repleta de tarefas em plena madrugada. Tudo está perfeito, até chegar à escola, na manhã seguinte, e descobrir que o paradeiro da enigmática garota é desconhecido. O problema é que esta não é a primeira vez que isso acontece, e ela não consegue tanta atenção assim. Nem de seus pais.

A aventura começa quando ele, com a ajuda de seus amigos, encontram pistas de onde ela pode estar e começam a segui-las. Ele tenta desvendar o enigma, ao mesmo ponto que faz descobertas sobre ele, ela, e ambos, chegando a conclusão que não a conhecia Margo como gostaria, ou imaginava. Uma jornada recheada de mistério que pode, ou não, levá-lo até ela.

A obra é dividida em três partes. A primeira é o dia, ou deveria dizer madrugada, entre Quentin e Margo; a segunda é o tempo em que a mesma esta desaparecida; e por último, a terceira parte, é quando ele decide procurá-la.

"Margo sempre adorou um mistério. E, com tudo o que aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um."

Sobre os personagens principais, posso dizer que Margo ao olhar de seus pais é uma adolescente que dá muito trabalho, e para Quentin ela só precisa de ajuda. Resumindo, cada personagem a vê de uma forma diferente. Já Quentin, por sua vez, entra totalmente de cabeça na caçada pela garota, o que certamente deve surpreender o leitor.

O livro é bem profundo e aborda, por exemplo, como temos a mania de romantizar pessoas sem ao menos conhecê-las, o que é o caso do personagem principal da trama. Ou, as diferenças do que achamos sobre algo, e o que realmente são. Diversas reflexões são garantidas do começo ao fim.

Não é o meu livro favorito do autor, mas não acho que seja uma leitura ruim. Simplesmente não ganha de “A Culpa é das estrelas” ou “Will e Will”, que em minha opinião são leituras fantásticas.

Mais resenhas no blog: www.paginasincriveis.blogspot.com.br/ ou Instagram literário: @lunaliteraria

site: https://www.instagram.com/lunaliteraria/
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