Cidades de Papel

Cidades de Papel John Green




Resenhas - Cidades de Papel


1093 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Lu 18/02/2018

Cidades de Papel, John Green
Acho que a maioria das pessoas, se não todas, já encontraram alguém em suas vidas que consideraram seu pequeno milagre pessoal. Aquela garota ou garoto que você acha que nunca esquecerá, por ser seu amor ou por ser sua melhor amiga ou amigo. A moral de Cidades de Papel acaba por ser essa, até que ponto uma pessoa é assim tão especial, tão importante?

Na trama conhecemos Quentin Jacobsen, mais conhecido como Q. Inteligente e cursando o último ano do ensino médio, Q está se preparando para as provas finais e a grande mudança de vida que é conseguir ingressar em uma faculdade. Vivendo na cidade de Orlando nos EUA, certa noite Quentin recebe na sua janela a visita de sua vizinha Margo Roth Spiegelman, essa visita não seria estranha caso os dois não se falassem desde os dez anos de idade.

Após negar ajuda a Margo em uma situação, logo no início do livro, a amizade dos dois se quebra, e eles seguem caminhos separados. Nos anos seguintes, Quentin apenas idealizou o que Margo estava se tornando, uma vez que não sabia de verdade o que ela pensava nem por que fazia o que fazia, como fugir constantemente de casa para viver aventuras estranhas. No fim do colegial, Margo, do nada, decide pedir ajuda a Quentin novamente, num plano de 11 etapas que irá acertar as pendências da garota com vários desafetos. Quentin, desta vez, não consegue recusar.

Toda a primeira parte do livro, que termina no desaparecimento de Margo após a aventura noturna ao lado de Quentin, manteve meu interesse. Em determinados momentos, como na parte em que os dois estão no alto de um edifício, é romântica e conseguiu me fazer sentir empolgação pelo que eles estavam vivendo.

Um dos principais pontos que me incomoda na narrativa é como Q meio que para de viver, ele literalmente põe a garota em um pedestal e isso me incomodou já que durante toda a história vamos realmente conhecendo a personagem evento que ela está longe de ser a garota que Q criou em sua mente. Outro ponto que incomoda muito é que achei que o autor se prolongou demais, acredito que a história poderia ter sido bem mais resumida e ainda assim não perder sua essência.

Ao descobrirem o paradeiro de Margo, os quatro (Quentin, Ben, Radar e Lacey) inciam uma viagem de 21 horas para chegarem até o local. Mas, a exemplo dos capítulos anteriores, o que acontece não chega a empolgar. As situações são narradas de forma mais apressada, o que alivia um pouco a falta de interesse. E quanto encontram Margo, eles se defrontam com uma explicação que é decepcionante.

O que consegui abstrair do livro são duas coisas, a superficialidade da vida da maioria das pessoas, que se entregam a uma rotina e a uma falsa ideia de que são felizes e a decepção ao se descobrir que aquela pessoa que você idolatra tem todos os defeitos e faltas de qualquer outra.

Quentin, apesar de quase perder a amizade de Ben e Radar por causa de sua fixação, consegue se soltar e aprender que a vida pode ser muito mais do que aquilo que nos limitam desde a infância. Que nós podemos ir além dos muros que achamos que existem ao nosso redor, e que nos mantém numa falsa segurança e num conforto de limitações. Mas ele aprende algo mais importante, ninguém é um milagre para ninguém. Os relacionamentos são baseados em interesses ou em dependências emocionais. Não existe aquela pessoa feita exclusivamente para você, para sua felicidade. Isso não aparece na sua frente, mas se constrói através de respeito, lealdade e amor verdadeiro.

site: www.ventosdemaio.com
comentários(0)comente



Im.augusto 17/02/2018

RESENHA - Cidades de Papel
Em ?Cidades de Papel? iremos conhecer Quentin Jacobsen, conhecido também pelo apelido de Q. Inteligente e cursando o último ano do ensino médio, Q está se preparando para as provas finais e a grande mudança de vida que é conseguir ingressar em uma faculdade. Vivendo na cidade de Orlando nos EUA, certa noite Quentin recebe na sua janela a visita de sua vizinha Margo Roth Spiegelman, essa visita não seria estranha caso os dois não se falassem desde os dez anos de idade.

Margo Roth Spiegelman é uma adolescente que se encaixa no estilo rebelde de ser, chegando a ter fugido de casa diversas vezes e ter danificado propriedades da cidade. Quando crianças, Margo e Quentin eram amigos próximos e viviam brincando, mas após encontrarem o corpo de um homem morto no parque a amizade dos dois esfriou, e mesmo que frequentassem a mesma escola e morassem no mesmo bairro, os dois pararam de se falar.

Q não esperava que Margo Spiegelman aparecesse em sua janela naquela noite de verão, mas lá estava ela prestes a lhe propor a maior das aventuras. Com um plano em mente, Margo recruta Quentin para lhe ajudar em uma missão que consiste em onze passos e que durará toda a madrugada. Um pouco preocupado, pelo fato de poder se meter em encrenca, Quentin acaba cedendo e ajudando sua ex-melhor amiga.

Após passarem uma noite divertida e repleta de confusão, Q e Margo se despedem e cada um volta para sua respectiva casa. Quentin acorda feliz e esperançoso, acreditando que talvez ele e Margo possam reatar a amizade que um dia já tiveram. Porém, o garoto logo descobre que sua vizinha fugiu mais uma vez de casa, e parece que para nunca mais voltar.

Abalado pela partida de Margo, Q percebe aos poucos que ela lhe deixou pistas e acredita fielmente que sua vizinha está em algum lugar esperando que ele lhe encontre. Mas, achar Margo não será tão fácil como Quentin supôs, fazendo com que ele peça ajuda aos seus dois melhores amigos: Ben e Radar. Juntos, os três irão se jogar de cabeça para tentar decifrar os enigmas deixados por Margo Roth Spiegelman, confiantes que ela ainda estará viva em algum lugar do mapa.
comentários(0)comente



LEANDRO 03/02/2018

Pessimo
Infantil ...superficial......ruim
Honorato 09/02/2018minha estante
Talvez você não tenha o que é preciso para compreender a profundidade do livro. ;a;


LEANDRO 09/02/2018minha estante
Pode ser.




Carol Santos | @diarioescritoamao 20/01/2018

Creio que esse seja meu livro favorito e logo conto o motivo.
Ganhei de presente da minha LINDA avó por ter passado para a segunda fase do vestibular da UEL, uma pena foi eu não ter passado no vestibular, mesmo assim, foi um presente e tanto.
Algum tempo depois fiz uma releitura de Cidades de Papel de John Green para poder contar um pouquinho no blog sobre meu livro favorito.
"O adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo tornou-se um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer."
Um livro com uma leitura fácil, rápida e bem divertida, estilo de Green, ele utiliza gírias e palavrões para deixar o livro com a cara da adolescência, dividido em três partes onde cada parte representa uma fase: Q fazendo parte da realização do plano de vingança da Margo, Q descobrindo quem é a verdadeira Margo e Q buscando Margo, ou seja, o livro inteiro se passa em volta de Margo.
E é por causa da Margo que esse é meu livro favorito... ela tem um jeito próprio de viver, ela cria suas regras para coisas que já tem regras, além de ser um enigma como pessoa. Para cada personagem Margo é uma, mas nenhuma dessas "Margo" é a verdadeira. Parece ser meio confuso, para entender melhor... só lendo!
O que mais gosto nos livros em geral é quando apresenta uma explicação sobre o titulo do livro então o que são Cidades de Papel?
"(...) Diversos cartógrafos criaram pontos de referência, ruas e cidades fictícios e os inseriram secretamente em seus mapas. Caso o local apareça no mapa de outro cartógrafo, fica comprovado que houve plágio do mapa. Tais armadilhas são também conhecidas como armadilhas-chave, ruas de papel ou cidades de papel.(...)"
Para a minha felicidade foi lançado o filme Cidades de Papel, estrelado por Natt Wolff (Quentin) e Cara Delevingne (Margo), então espero que fiquem com uma pitada de curiosidade para saber (ou relembrar) o final deste casal e a revelação do grande mistério que é Margo!
comentários(0)comente



Mel 18/01/2018

Sempre venho aqui para dizer o quanto gostei de determinada leitura e o quanto me envolvi com cada personagem, porém dessa vez vim fazer o contrário.

Sei que já disse por aqui o quanto gosto dos livros do John Green e com isso em mente eu resolvi ler "Cidades de Papel" e claro como já era de se esperar fui cheia de expectativas, mas tenho que assumir que a leitura foi bem frustrante.

Se você não conhece o livro aqui vai a sinopse:

Quentin tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo. Até que em um 15 de Maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de Vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mas ele se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Acredito que a história tinha tudo para me conquistar, porém ao longo da leitura foram surgindo alguns problemas que foram me deixando incomodada.

Um dos principais pontos que me incomoda na narrativa é como Q meio que para de viver, ele literalmente põe a garota em um pedestal e isso me incomodou já que durante toda a história vamos realmente conhecendo a personagem evento que ela está longe de ser a garota que Q criou em sua mente.

Outro ponto que incomodam muito é que achei que o autor se prolongou demais, acredito que a história poderia ter sido bem mais resumida e ainda assim não perder sua essência.

Essa é a minha opinião, mas E você o que acha de "Cidades de Papel"?
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Bruna.Fabossa 11/01/2018

Não gostei muito
Foi um dos livros que menos gostei de John Green, a história não me cativou, e a personagem Margot muito menos!
comentários(0)comente



natuschaos 05/01/2018

Cidades de papel e papelão - Se todo mundo tem seu milagre, qual é o seu?
Um romance adolescente incrível que mostra uma análise verdadeira de como funciona a cabeça de adolescentes mediante o mundo, a morte e a busca do sentindo de suas vidas. Uma busca que pode incluir ter ou não ter alguém na sua vida, poder ou não poder amar alguém ou simplesmente idolatrar ao ponto de só pensar nesse alguém como seu único sentido de vida. O personagem principal demostra isso ao fazer suas escolhas no livro, que vem com uma narrativa suave mas que ao decorrer do livro pode se tornar maçante ao meu ponto de vista. É bonito e doce quando apresenta as questões citadas acima e chama bastante a sua atenção para a trama, você quase não para de ler pois quer saber o que vai acontecer, é um livro que eu recomendaria a pessoas, principalmente jovens que adoram questionar a vida, no mais fazer as perguntas: "O que vai vir depois disso na minha vida e como ela será, e quem estará comigo?". A leitura realmente trás boas reflexões sobre esses questionamentos e pode trazer um aprendizado para o leitores jovens. Enfim, um maravilhoso trabalho de John Green como escritor e um ótimo livro se você ignorar alguns aspectos ruins porém vale muito a leitura, principalmente pelo o que ensina no final.
comentários(0)comente



Camille Pipino 04/01/2018

Cidades de Papel era o único livro do Jão Verde que eu ainda não tinha lido e lamento profundamente que tenha deixado logo ele para o final.
Embora apresente um tema interessante, personagens cativantes (Q, Ben e Radar juntos são o ponto alto) e diálogos engraçados, achei que a trama se prolonga além do necessário em suas mais de 300 páginas, deixando o ritmo arrastado e repetitivo.
Persisti na leitura, curiosa para a resolução do mistério e, nossa, que decepção. Parece que o John estava cansado da história e apressou o máximo que podia. Ficaram várias lacunas para trás e um sentimento de vazio imenso.
Poxa, John, nesse você errou feio! De longe o pior para mim.
comentários(0)comente



Will 03/01/2018

De legal a chato
Eu tinha lido uma vez esse livro achei legal ai passou um tempo reli pq já nn lembrava de quase nada.
Então nessa minha última experiência mudei de opinião e achei o livro muito chato.
O Quentin parece um idiota correndo atrás de uma garota que está cagando para ele. Têm momentos que o personagem chega a ser muito forçado.
Se a Margot tivesse tido um papel maior na narrativa talvez tivesse ficado mais divertido pq ela que dava emoção ao livro. Por exemplo, nos primeiros acontecimentos da aventura Margot prepara mau esquema para se vingar e essa parte é muito excitante. Gosto muito, mas depois que ela 'sai' fica um coco.
O que salva são alguns momentos em que o Ben faz umas coisas engraçadas no decorrer da história, por mim ele que devia ser o protagonista pq na boa o Quentin é um inútil.
Portanto, o livro deixa muito a desejar por ser escrito pelo John Green, que foi responsável por obras realmente boas como Quem é você Alasca? e A Culpa é das estrelas.
ps: se você vai ler boa sorte para não dormi de tão tedioso que é
comentários(0)comente



Will 03/01/2018

Chato
Eu tinha lido uma vez esse livro achei legal ai passou um tempo reli pq já nn lembrava de quase nada.
Então nessa minha última experiência mudei de opinião e achei o livro muito chato.
O Quentin parece um idiota correndo atrás de uma garota que está cagando para ele. Chega momentos que o personagem chega a ser muito forçado.
Se a Margot tivesse tido um papel maior na narrativa talvez tivesse ficado mais divertido pq ela que da emoção ao livro. Por exemplo, nos primeiros acontecimentos da aventura Margot prepara mau esquema para se vingar e essa parte é muito excitante, gosto muito mas depois fica um coco.
O que salva alguns momentos é o Ben que faz umas coisas engraçadas no decorrer da história, por mim ele que devia ser o protagonista pq o Quentin é um inútil.
Portanto, o livro deixa muito a desejar por ser escrito pelo John Green, que foi responsável por obras realmente boas como Quem é você Alasca? e A Culpa é das estrelas.
ps: se você vai ler boa sorte para não dormi de tão maçante que é
comentários(0)comente



Agatha Barreto 02/01/2018

Ahhh Não.
O foco era Q tentando encontrar Margo? Pois foi a parte mais chata.
Me divertia 1000 vezes mais nos momentos que ele estava no Colégio ou com os amigos. Os diálogos entre eles são realmente engraçados, mas ficou repetitivo a procura por Margo, todo capítulo era o mesmo "Todos pensavam conhece Margo, ninguém a conhecia de verdade".
O final, não sei se foi por já ter assistido o filme antes, mas foi meio fraco, explica tudo oq já vinha dizendo o livro todo, o que já tínhamos entendido. E ainda deixam um final vago. Nunca vou saber se Margo realmente ligou pra Q, de mantiveram contato...
Então... Tiveram umas coisas que ficaram meio que um buraco
comentários(0)comente



Tatah 31/12/2017

Margo é uma personagem que me deu ranço, o final foi sem graça e sem sentido.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



1093 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |