Cidades de Papel

Cidades de Papel John Green




Resenhas - Cidades de Papel


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Juliana 21/11/2017

Resenha:Cidades de Papel - John Green
Comecei a ler esse livro com grandes expectativas. Não sabia muito sobre a história e foi ótimo conhecê-la através de cada página.
Margo é uma menina popular. Linda, divertida, inteligente, mas que tem por hábito sumir e deixar algumas pistas de seu destino.
Em um dia comum, Margo invade o quarto de seu vizinho Quentin, seu melhor amigo na infância. Vestida de ninja e com o rosto pintado de preto, convida- o a participar de uma aventura. Quentin, que leva a vida mais normal possível, decide aceitar a proposta de Margo por um único motivo: Ele é apaixonado por ela desde a infância.

Meus dias tinham uma agradável uniformidade. E eu sempre gostei disso [...] Não queria gostar, mas gostava. E assim, o cinco de maio poderia ter sido um outro dia qualquer - até pouco antes de meia-noite, quando Margo Roth Spiegelman abriu a janela sem tela do meu quarto pela primeira vez desde que me mandara fechá-la nove anos antes.

Em uma noite emocionante , divertida e única, Margo proporciona a Q o dia mais diferente e incrível de sua vida. Agora ele espera que as coisas entre eles mudem, mas tudo vai por água abaixo quando no dia seguinte, Margo simplesmente não aparece na escola.Desesperado por notícias, ele percebe que ela deixou para ele uma pista sobre seu novo destino.
Essa pista leva a outra,que leva a outra e assim, Quentin, segue para a segunda maior aventura de sua vida.
Eu simplesmente amei esse livro. Diferente de O Teorema Katherine, que a história segue lenta e sem nenhuma novidade, esse me prendeu do início ao fim.
Desde o começo já me simpatizei com Margo. Ela é criativa e mais do que isso, uma alma livre. É fácil entender porque ela é tão popular. Ela é uma líder nata.
Gosto da sensação de liberdade que ela nos passa. Ao mesmo tempo temos Quentin, o sinônimo de paz e calmaria. Alguém que não gosta de mudança, mas está disposto a enfrentar isso, apenas para ver o sorriso da Margo mais uma vez.

“Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.”

Q começa sua investigação e logo nos leva por uma busca através das improváveis pistas de Margo. Fiquei envolvida demais com Q, com sua força de vontade para acha-la. Foi com ansiedade e expectativa que chegamos às Cidades de Papel, possível esconderijo de Margo.

“Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.guarda roupa planejado.”
Por trás da história leve e divertida, temos temas difíceis de serem abordados, como suicídio, rejeição, falta de amor próprio e desespero. Green tem a capacidade incrível de falar de temas complicados de uma forma leve e desimpedida, que nos faz refletir, sem criar aquele clima pesado durante a leitura.

A escrita de John é leve e encantadora. Não há como se sentir entediado e, embora o final seja previsível, torci muito para que ele fosse diferente. Mas gostei, há sempre novas chances e novas possibilidades.
A estrada até o fim é delicada e encantadora. Duvido se sentir entediado na companhia de Q e seus amigos. E por falar nisso, que amigos!Eles trazem para a história leveza e diversão e merecem destaque nessa resenha.

No fim, a lição mais importante dessa história é que as pessoas são apenas...Pessoas!
E que é um grande erro imaginá-las sendo mais do que isso. Devemos sempre ver aos outros como uma janela, não como um espelho. Como é errado criar uma imagem da pessoa e imaginá-la sendo mais do que ela realmente é!

“Que coisa mais traiçoeira é acreditar que uma pessoa é mais do que uma pessoa.”

Como disse, Green tem a capacidade de falar de temas pesados, com leveza e maestria.

É um livro muito reflexivo,que nos ensina a valorizar as pessoas que estão ao nosso redor, mas pelo que elas são, não pelo que queríamos que elas fossem.

"Só tenha em mente que às vezes o jeito como a gente pensa em alguém não é exatamente o jeito como essa pessoa é."

site: http://www.livrosemcontexto.blogspot.com
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Rithile 20/11/2017

E um livro que me prendeu do começo ao fim, porém eu esperava mais do final do livro.
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Christine Ornelas 17/11/2017

Com uma narrativa original e seus protagonistas um pouco digamos malucos
Como sempre John Green nos surpreende com seus fantásticos livros. Nos fazendo rir e chorar ao mesmo tempo. E cidades de papel não foi diferente - mesmo com alguns pontos negativos ao meu Olhar. Com uma narrativa original e seus protagonistas um pouco digamos malucos, Cidades de papel vai te fazer enxergar que todos nós temos um propósito, basta você querer enxergá-los.

O livro vai contar a jornada de mistérios de Quentin Jacobsen depois de uma noite inesquecível com Margo Roth Spielgelma. Conhecido como "Q", Quentin é um garoto normal, que tem uma vida normal e é um aluno/filho exemplar. O oposto dele está Margo, a menina mais popular da escola, que tem o namorado mais popular da escola, que não tem uma vida nada normal. Certa noite, ela aparece na janela de "Q" para pedir ajuda numa missão importante: se vingar dos amigos e principalmente do namorado, que a havia traído com sua amiga. Com um histórico nada legal, Margo não passa confiança para Quentin. O plano consistia em arruinar a vida de todos eles, como marca de vingança. Como Quentin sempre fora desde pequeno apaixonado por Margo, é bem óbvio que ele não joga fora uma noite inteira com ela fora.

Na manhã seguinte, após ficarem a noite toda aprontando com a lista maluca de Margo, Quentin descobre que a mesmo não compareceu a aula. Mas é claro, depois do que fizeram, era bem óbvio que ela não iria ir a escola. Mas isso se repete no outro dia, e no outro, e no outro e no outro. "Q" fica preocupado que algo possa ter acontecido com Margo. Então sem mais nem menos, resolve ir atrás da garota, através de algumas pistas deixadas por ela mesmo. Preocupados e um pouco confusos com tudo o que está acontecendo, os dois melhores amigos de Quentin e a namorada de um deles, também embarcam na busca por Margo. Nesta jornada , Quentin irá descobrir que todos tem realmente o seu milagre. Será que o dele foi realmente Margo Roth Spielgelman? 

John Green sempre me surpreendeu com seus livros. Uma escrita fantástica com narrativas espetaculares e envolventes. Mas em cidades de papel ele deixou um pouco a desejar. O enredo em si é muito bom, com um toque de mistério que deixa o leitor curioso. Mas o que me fez ler e assistir ao filme duas vezes, foi Quentin. Da segunda vez que vi o filme eu realmente tive a certeza: Quentin é um tremendo louco. Não tinha necessidade de ele fazer esse estrondo todo pelo sumiço de Margo. Até entendo que ele é apaixonado pela protagonista, mas ele simplesmente parou sua vida e a de seus amigos, só pelo fato de ele gostar dela e ela estar desaparecida. 

Apesar de eu gostar dele, de verdade, teve certos pontos que eu torcia para que ele desistisse da busca. Ele estava simplesmente descontrolado. No livro nós vemos que ela o escolheu para essa missão por um único motivo e ele simplesmente fez tudo ao contrário. Uma obsessão que nem o próprio conseguia explicar.
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saamii 16/11/2017

Um livro muito bem escrito e desenvolvido. Um mistério que você se empolga a desvendar.
Quem somos na visão de outras pessoas? Sejam elas nossas amigos ou meros conhecidos? Essa é a principal questão do livro. Como as pessoas podem criar uma pessoa totalmente diferente do que somos.

"Fazer as coisas nunca é tão bom quanto imaginá-las."

"Que coisa mais traiçoeira é acreditar que uma pessoa é mais que uma pessoa."

Ao longo do livro conhecemos quem é Q e como ele vê o mundo, principalmente Margo, e após o desaparecimento dela ele passa a desvendar quem era realmente aquela garota que passou a vida toda sendo sua vizinha e um mistério para todos.
O livro te faz refletir sobre as imagens que criamos de outras pessoas ao noso redor, sobre nossas amizades e pessoas que apenas vemos ao longo da vida, que podem ser muito mais do que aparentam.
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Brendinha 15/11/2017

Lembro de ter me divertido muito lendo esse livro, não lembro de detalhes porque faz muito tempo! Mas recomendo.
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Pati 10/11/2017

Ler John Green já torna previsível muitos detalhes da estória
Ler John Green já torna previsível muitos detalhes da estória. Um livro sobre jovens, um rapaz tímido e inteligente que alimenta uma paixão pela garota ousada e destemida (parecida com a Alasca). Uma crise existencial leva a "mocinha" Margo a fugir, mas as pistas, os poemas, os indícios e a paixão levam Quentim a iniciar sua busca e ingressar em uma viagem pelas rachaduras de Margo e assim descobrir quem realmente ela é.
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Lucas 02/11/2017

Divertido, mas esperava mais!
No livro Cidades de Papel (Paper Towns) conta-se a história de Quentin Jacobsen, um jovem um tanto nerd que tem a sua vida normal resumida em escola e jogar Ressurection (seu jogo favorito) com seus melhores amigos Ben Starling e Radar. Quentin é apaixonado por sua vizinha chamada Margo Roth Spiegelman, uma garota popular e sem limites que nunca deu muita atenção ao Q. Certa noite Margo aparece na janela do quarto do rapaz para juntos saírem e cumprirem uma lista de coisas digamos não convencionais para a vida de Quentin. Após todas as tarefas serem cumpridas a Margo some deixando algumas pistas que são usadas pelo garoto juntamente com seus amigos e uma amiga de Margo chamada Lacey Pemberton para encontrá-la.
A narrativa do livro é muito boa, divertida e fascinante, quanto mais você ler mais vontade tem de descobrir onde Margo está, se ela vai ficar com o Quentin e tudo mais. Porém o que me deixa chateado é o final do livro. No geral é um livro legal, bastante engraçado mas ainda assim acho que o John Green deveria ter elaborado um pouco mais o final desta obra.
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Suelen 01/11/2017

Péssimo final
O livro tinha tudo pra ser bom... até chegar no final. Achei bastante decepcionante e imaginei que a Margo teria um grande motivo pra ter feito o que fez e quando na verdade as pistas foram uma pura coincidência e o motivo dela ter ido até que é aceitável, mas a forma dramática como fez... achei desnecessário e só demonstrou o quanto é imatura. Realmente não gostei do final.
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Paloma 01/11/2017

Superficialmente profundo
Iniciei a leitura deste livro totalmente consciente de quão polemico ele é. Todas as opiniões que já ouvi a respeito dele, ou as pessoas amaram ou odiaram, todas as resenhas iam de um extremo ao outro, mas mesmo assim resolvi arriscar.
O livro conta a história de Margo e Quentin, Quentin nutre desde criança um amor platônico por Margo, porem ela não dá a mínima para ele, pois ela faz parte do grupo dos populares, enquanto Quentin é só mais um desajustado no meio da multidão. Até que em uma noite, Margo entra pela janela do quarto do Quentin e arrasta ele por uma noite cheia de trotes. No dia seguinte, quando Quentin acha que as coisas entre ele e a garota mudaram, ele descobre que ela desapareceu, e deixou algumas pistas q ele sem pensar duas vezes, decidi segui-las e encontrar Margo.
A história é atraente de certa forma, com este suspense da garota desaparecida, porem depois de 100 folhas meu interesse foi diminuindo cada vez mais, Margo aos meus olhos, não passa de uma menina egocêntrica que teve tudo de mão beijada a vida inteira, mas mesmo assim gosta de pagar de “pobre menina rica”, tem sempre aquela necessidade de ser o centro das atenções. Quentin, me lembrou muito do Clay Jensen de “os 13 porquês”, e não isso não foi um elogio, acho os dois patéticos em sua missão de entender o que se passa na cabeça da garota que são apaixonados. O único personagem que conseguiu me distrair e tirar umas risadas foi Ben, um dos melhores amigos de Quentin.
Eu entendi a intenção e a mensagem que o autor quis passar, em nos mostrar em como as vezes criamos uma imagem totalmente diferente das pessoas em nossa mente, em como vemos elas apenas por “rachaduras” e já tiramos conclusões precipitadas sem conhece-las. Porem apesar de ter uma mensagem tão inspiradora, o desenvolvimento da história não foi dos melhores.
“O para sempre é composto de agoras”
“Que coisa mais traiçoeira é acreditar que uma pessoa é mais do que uma pessoa.”
GePaula 08/11/2017minha estante
Paloma, ainda não li este livro e, confesso que ele ainda não me "fisgou", porém sua resenha sincera e muito bem escrita merece perabens! Abraços querida. Quanto a mim estou lendo MARÉ VORAZ de Amitav Ghosh.


Paloma 20/11/2017minha estante
Ahhh Obrigada pelo elogio querida, realmente este não é o melhor livro do autor. Tenha uma boa leitura com o seu livro atual.




Lyh 29/10/2017

O para sempre é composto de agoras
Quentin Jacobsen é um adolescente normal com sonhos para o futuro de um adolescente normal: entrar na faculdade, ter um bom emprego, casar, ter filhos, envelhecer, e esse tipo de coisa que a maioria das pessoas querem. Mas ao seu lado mora Margo Roth Spiegelman. Ela é completamente diferente dele: divertida, descolada, superpopular, e enigmática. Margo também é a paixão platônica de Quentin, e ele a considera um milagre, mais especificamente, seu milagre.

Desde a infância que os dois se conhecem, eles têm a mesma idade e estão andando de bicicleta quando encontram um homem morto no parque. Quentin imediatamente quer recuar, mas Margo vai em frente e procura saber tudo da vida do desconhecido, inclusive o que o levou à sua morte. Após este ocorrido, os dois acabam se distanciando e seguindo caminhos diferentes. Quentin leva sua vidinha tediosa e pacata, enquanto Margo vive algumas aventuras fascinantes.

Porém, depois de vários anos, quando Margo e Quentin estão prestes a se formar no ensino médio, Margo vai até a janela dele no meio da noite pedindo ajuda para que eles realizem juntos doze tarefas, tarefas estas um tanto quanto vingativas e assustadoras demais para Quentin, mas mesmo assim ele topa, já que ama Margo, e acredita que isso possa reaproximá-los.

Após realizarem estas atividades, Quentin vai para casa, cheio de expectativas para o dia seguinte, acreditando que tudo será diferente entre ele e Margo na escola, e crente que serão, finalmente, amigos. Mas Margo não vai para o colégio no dia seguinte, e nem no próximo, e nem no outro. Margo simplesmente foi embora e desapareceu. Coisa que já havia feito antes, porém nunca havia demorado tanto para voltar.

Quentin então fica desesperado, sem conseguir tirar a noite de aventuras com Margo da cabeça, e com medo de que o pior possa ter acontecido à ela. Até que um belo dia, os pais de Margo, juntamente com um detetive, vão conversar com os pais de Quentin, e ele então descobre sobre as pistas que ela costuma deixar antes de partir, algo que atiça sua curiosidade.

Então, Q começa a ir atrás das pistas de Margo, procurando avidamente por algo que indique seu paradeiro, mas o que ele não sabe é que não conhece a Margo de verdade, e que para encontrá-la ele precisa ouvir, conhecer, e se tornar Margo Roth Spiegelman. Mas será que ela está viva? E se estiver, o melhor será mesmo encontrá-la? Seguindo suas pistas, Quentin finalmente vai descobrir quem é a verdadeira Margo, e compreender que ela não é um milagre como ele pensa, e sim, uma garota, como ele.

site: https://www.facebook.com/minhabagagemliteraria/posts/1806882199322981
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Isaah.Riios 26/10/2017

Cidades de Papel
Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele só mais um dos nerds de sua turma.Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança,
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Alencar 25/10/2017

Um final surpeendente
Era de se esperar mais um YA como qualquer outro mas surpreendentemente esse livro tem um q a mais para mim, a forma como a história é encaminhada me envolveu e em certos momentos o suspense até funcionou. No entanto para mim o melhor é o final, ele e encantadoramente agridoce eu diria, não traz os clichês que se espera mas nos mostra que a vida é por vezes insossa e é isso, devemos apenas lidar com esse fato.
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Suelen 01/11/2017minha estante
Exato




Ana Patricia 08/10/2017

Sem sentido
Margo é extremamente chata porque se vê no centro de tudo e age como se ela fosse única enquanto todas as outras pessoa do planeta Terra são iguais, e pior ainda é que o Quentin acaba desenvolvendo essa mesma ideia absurda! No fundo eu fiquei feliz por ele ter *se dado mal* no final com a Margo.
Enfim, esse livro todo é meio sem sentido, quase não existe jornada do herói e quando existe, não leva à lugar nenhum. Os outros livros que li do John Green, mesmo que no final não aconteça tudo do jeito que o protagonista queria, pelo menos tem um significado maior. Só dei quatro estrelas porque eu gosto demais da escrita do John Green e do jeito que ele conta as histórias dele, se fosse um autor com escrita diferente eu provavelmente teria gostado menos ainda.
O filme ainda é até melhor que o livro, pelo menos foca mais no relacionamento dele com amigos.
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