Cidades de Papel

Cidades de Papel John Green




Resenhas - Cidades de Papel


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Crisane.Silva 13/04/2018

Descobri que não gosto de John Green
O primeiro livro que li dele foi a culpa é das estrelas e achei fantástico. Ja "cidades de papel" e "tartarugas até lá embaixo" me decepcionaram bem, são livros que te prendem em uma trama e no fim a história fica mal acabada e desconexa.
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Mari Imaginária 11/04/2018

Quentin levava uma vida normal dentro da rotina em seu último ano da escola e não estava tão empolgado com a formatura quanto seus amigos Ben e Radar. Até que sua vizinha Margo aparece na janela de seu quarto e incita-o a viver grandes aventuras em uma noite. E então Margo desaparece. Certo de que a amiga tenha deixado pistas para serem seguidas, Q. resolve descobrir seu paradeiro e com isso conta com a ajuda de seus dois amigos e Lacey, que um dia foi amiga de Margo.

A história é divertida e tem o tom bem adolescente, porém em vários momentos se torna muito reflexiva e até um pouco mórbida. A trilha sonora citada é maravilhosa, e as referências a livros e poemas são bem profundas. Há algo de filosófico na questão do desaparecimento de Margo e embora o final não seja aquele que muitos gostariam, nos induz à uma reflexão da vida, dos padrões impostos na sociedade e que mais parecem uma rotina a ser seguida do que necessariamente viver.

Não é o melhor do John Green, porém é interessante. Super fácil e rápido de ler. Vale pela curiosidade. Ansiosa pra assistir o filme. Dizem que é melhor. rs
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Dreh 31/03/2018

Um livro que gera bastante confronto entre quem gosta e quem não gosta. Eu particularmente gostei da história, mas fiquei meio decepcionada com o final.

Quentin Jacobsen esconde uma paixão platônica por sua vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que um dia que poderia ter sido comum, ela invade o quarto dele pela janela vestida de ninja e convida-o para acompanhá-la em um plano de vingança. Ele (obviamente) aceita.

O que ele vai descobrir no dia seguinte o deixa bem confuso, já que o paradeiro de Margo passa a ser um mistério. Quentin começa a encontrar pistas e vai atrás da garota, mas quanto mais se aproxima de Margo, mais fica distante da imagem da garota que achava que conhecia.

Desculpa, tio John, mas o final não foi nada do que imaginei. Mas a história realmente achei muito boa, só o final que poderia ter sido diferente.
Mrs. Meminger *A.C.* 13/04/2018minha estante
Concordo plenamente. Uma história que te prende, faz devorar o livro mais rápido que se acha possível e quando chega lá, a mocinha é nada mais nada menos que uma verdadeira babaca??




Kymhy 20/03/2018

Cidades de Papel - John Michael Green
Dizem que sem amigos não conseguiríamos enfrentar muitos momentos da nossa vida, principalmente na adolescência. Se uma amiga sumisse e ninguém se preocupasse, você correria atrás dela?

site: https://gatoletrado.com.br/site/resenha-cidades-de-papel-john-green/
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Roberto.Proença 16/03/2018

Tiradas Hilárias
A vida é feita de convenções. Na adolescência elas parecem mais rígidas. Ou você é popular ou você é nerd. Ou você é atleta ou mongoloide. Difícil transitar nos dois mundos. Limites rigorosos, que com o passar do tempo se afrouxam e descobrimos que não eram importantes. Paixões platonicas, que com o passar do tempo talvez descubramos que eram importantes. Amizades verdadeiras ficam para trás. E o Futuro no empurra para frente e em fuga, deixando saudades de uma juventude ingenua. Resgatar ou Manter Amigos, Resgatar ou Manter Paixões, Garantem um Futuro Melhor.
Ps. Muitas Tiradas Hilárias de John Green.
Mas merecia um Final mais Feliz ! Confesso que esperava um Melhor depois de tanta busca...
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Julie.Gabrielle 16/03/2018

MARAVILHOSO!
Eu amei o livro, amo a forma que John Green escreve, é um livro ótimo pra ler quando se está meio pra baixo pois John Green consegue prender sua atenção muito facilmente. Esse livro é um dos meus bebês.
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NTeF 13/03/2018

Amei!
Sabe quando você lê um livro muito bom e aí você quer contar pra todo mundo sobre ele, mas tem medo de não conseguir fazer jus ao livro e então acaba não falando nada? É mais ou menos (ou exatamente) isso o que eu tô sentindo em relação a esse livro. Terminei de ler ele há uma semana e fiquei adiando escrever sobre, porque eu queria conseguir escrever algo decente para que as pessoas tivessem vontade de lê-lo também. Não sei se vou conseguir fazer isso agora, mas decidi que preciso parar de adiar, porque ele precisa ser recomendado.

Fiz muitas marcações e anotações sobre ele e selecionei algumas aqui. Busquei no google a forma traduzida, já que o li em inglês, e separei uns trechos livres de spoilers.


Esse livro, que é do John Green, deu origem ao filme de mesmo nome. Talvez você tenha ouvido falar. Por muito tempo pensei que seria melhor ler o livro antes de ver o filme, mas para mim acabou funcionando melhor o contrário. Acho que dessa forma eu aproveito melhor as duas coisas, porque se eu ler o livro primeiro, posso me decepcionar com o filme. E vendo o filme primeiro eu acabo gostando dos dois. Enfim, eu vi o filme primeiro, acho que ano passado.

p.s. Eu sei que muita gente tem preconceito contra o filme por causa da Cara Delevingne, mas eu gostei muito e foi até bom ter visto porque ele me instigou a querer ler o livro.

(Texto completo no blog)

site: https://nemtudoeficcao.wordpress.com/2017/09/08/livro-cidades-de-papel/
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Letícia 11/03/2018

Devorei em dois dias. A narrativa te prende no misterio da Margot e toda a fascinação entorno da personalidade da personagem.
John sabe incluir maravilhosamente as metáforas nas histórias, elas sempre estão presentes em cada momento.
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Vanessa @LarLiterario 25/02/2018

Minha opinião.
Cidades de Papel conta a história de Quentin Jacobsen, um rapaz que está a dias de se formar no ensino médio. O livro conta sua aventura procurando por Margo Roth Spiegelman, sua vizinha que, de repente, some, deixando pistas que só ele é capaz de desvendar.

É um livro espirituoso e cheio de autorreflexão. No prólogo, Margo e Quentin se deparam com o corpo de um homem morto no parque perto de suas casas. O fato em si não tem grande influência no enredo, mas contribui para a construção da parte moral e intelectual detalhes muito importantes para a história.

Não há nada de surpreendente em "Cidades de Papel", na minha opinião. É uma aventura que talvez soasse melhor em animação (no sentido de virar um filme e já virou), mas com um final tão superficial que é como se John Green não tivesse realmente se preocupado com isso. Talvez por estar tão preso à importância de construir um bom meio, ele se esqueceu do fim. Ou talvez a intenção fosse ser um livro mais reflexivo mesmo do que uma aventura com um final emocionante. As reflexões que Quentin faz para descobrir uma Margo que, no fim, não existia (era fruto de sua mente), nos leva a refletir se não fazemos isso também.

Imaginamos a pessoa perfeita e quando descobrimos que elas erram como nós, possuem rachaduras como nós e sentimentos pessimistas como nós, nos decepcionamos. É, talvez seja um livro para refletir sobre essa questão.
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Karina Oliveira 24/02/2018

Cidades de Papel
Cidades de Papel conta a história de Quentin Jacobsen, um garoto com seus 17/18 anos, em busca do paradeiro de sua visinha Margo. Certa noite Margo aparece na janela de Quentin e o chama para uma noite de "aventuras", porém no dia seguinte, ele descobre que Margo sumiu. Margo deixa algumas pistas para Quentin, que com a ajuda de seus amigos, Ben e Radar, partem em busca do paradeiro da garota. A graça do livro está exatamente nessa busca.
É um livro fácil, os personagens não são tão profundos, mas o autor lança alguns questionamentos e critica sobre como a vida tende a seguir um roteiro ideal. Nascemos, estudamos, vamos para faculdade, você conhece alguém, arruma um emprego, vai trabalha e tem filhos. Para Quentin esse padrão está ótimo, porém para Margo é algo a ser questionado.
Leitura recomendada.
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Jejé 21/02/2018

Leitura sem graça e história maçante.
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Lu 18/02/2018

Cidades de Papel, John Green
Acho que a maioria das pessoas, se não todas, já encontraram alguém em suas vidas que consideraram seu pequeno milagre pessoal. Aquela garota ou garoto que você acha que nunca esquecerá, por ser seu amor ou por ser sua melhor amiga ou amigo. A moral de Cidades de Papel acaba por ser essa, até que ponto uma pessoa é assim tão especial, tão importante?

Na trama conhecemos Quentin Jacobsen, mais conhecido como Q. Inteligente e cursando o último ano do ensino médio, Q está se preparando para as provas finais e a grande mudança de vida que é conseguir ingressar em uma faculdade. Vivendo na cidade de Orlando nos EUA, certa noite Quentin recebe na sua janela a visita de sua vizinha Margo Roth Spiegelman, essa visita não seria estranha caso os dois não se falassem desde os dez anos de idade.

Após negar ajuda a Margo em uma situação, logo no início do livro, a amizade dos dois se quebra, e eles seguem caminhos separados. Nos anos seguintes, Quentin apenas idealizou o que Margo estava se tornando, uma vez que não sabia de verdade o que ela pensava nem por que fazia o que fazia, como fugir constantemente de casa para viver aventuras estranhas. No fim do colegial, Margo, do nada, decide pedir ajuda a Quentin novamente, num plano de 11 etapas que irá acertar as pendências da garota com vários desafetos. Quentin, desta vez, não consegue recusar.

Toda a primeira parte do livro, que termina no desaparecimento de Margo após a aventura noturna ao lado de Quentin, manteve meu interesse. Em determinados momentos, como na parte em que os dois estão no alto de um edifício, é romântica e conseguiu me fazer sentir empolgação pelo que eles estavam vivendo.

Um dos principais pontos que me incomoda na narrativa é como Q meio que para de viver, ele literalmente põe a garota em um pedestal e isso me incomodou já que durante toda a história vamos realmente conhecendo a personagem evento que ela está longe de ser a garota que Q criou em sua mente. Outro ponto que incomoda muito é que achei que o autor se prolongou demais, acredito que a história poderia ter sido bem mais resumida e ainda assim não perder sua essência.

Ao descobrirem o paradeiro de Margo, os quatro (Quentin, Ben, Radar e Lacey) inciam uma viagem de 21 horas para chegarem até o local. Mas, a exemplo dos capítulos anteriores, o que acontece não chega a empolgar. As situações são narradas de forma mais apressada, o que alivia um pouco a falta de interesse. E quanto encontram Margo, eles se defrontam com uma explicação que é decepcionante.

O que consegui abstrair do livro são duas coisas, a superficialidade da vida da maioria das pessoas, que se entregam a uma rotina e a uma falsa ideia de que são felizes e a decepção ao se descobrir que aquela pessoa que você idolatra tem todos os defeitos e faltas de qualquer outra.

Quentin, apesar de quase perder a amizade de Ben e Radar por causa de sua fixação, consegue se soltar e aprender que a vida pode ser muito mais do que aquilo que nos limitam desde a infância. Que nós podemos ir além dos muros que achamos que existem ao nosso redor, e que nos mantém numa falsa segurança e num conforto de limitações. Mas ele aprende algo mais importante, ninguém é um milagre para ninguém. Os relacionamentos são baseados em interesses ou em dependências emocionais. Não existe aquela pessoa feita exclusivamente para você, para sua felicidade. Isso não aparece na sua frente, mas se constrói através de respeito, lealdade e amor verdadeiro.

site: www.ventosdemaio.com
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