Cidades de Papel

Cidades de Papel John Green




Resenhas - Cidades de Papel


1479 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Raquel Moritz 04/08/2013

Um livro sensível e divertido de John Green
Em Cidades de Papel (Paper Towns, no original) conhecemos Quentin Jacobsen (também chamado de Q.), um nerd com N maiúsculo que tem amigos bem divertidos e está prestes a se formar no colégio.

Quando era pequeno, ele passava a maior parte do tempo com sua vizinha maluquinha Margo Roth Spiegelman. Quando tinham 9 anos, os dois encontraram um corpo num parque, e a curiosidade de Margo fez com que ela descobrisse quem o cara era e o que ocasionou sua morte.

Quando chegaram à adolescência, Margo virou uma garota popular e divertida no colégio, enquanto Quentin ficou totalmente na dele, com poucos amigos e nunca em evidência. Isso não o impediu de se apaixonar pela garota, e a imagem que ele tem de Margo é de uma deusa perfeita e adorável.

Até que em um cinco de maio qualquer, Margo invade o quarto dele pela janela, vestida de ninja (a cena é muito divertida) e o convoca para ajudá-la num plano de vingança contra o namorado dela. Apesar de resistir um pouco, ele se junta a Margo no meio da madrugada e cumpre uma lista de coisas que ela planejou (a garota é criativa e engraçada, não tem como não rir) e em poucas horas algo dentro de Quentin muda.

Tudo vai às mil maravilhas, a noite termina, o sol nasce e ao chegar na escola, Quentin acha que as coisas vão mudar, que ele e Margo serão melhores amigos e que ele terá como provar como ele é um cara legal, mas o que acontece é que Margo desaparece. Pelo que consta, essa já é a quarta ou quinta vez que a garota faz isso, e como agora ela já tem 18 anos, seus pais de saco cheio nem ligam mais.

Quentin não desiste de Margo tão fácil. Ele sente que ela pode ter deixado pistas e vai fuçar o quarto dela com os amigos para achar algo que diga onde ela está. O que ele encontra, no entanto, é um livro de poemas de Walt Whitman, com algumas frases de Canção de Mim Mesmo destacadas. E as frases parecem dizer algo a ele.

Quentin parte em busca de Margo e começa a descobrir coisas sobre ela, sobre ele próprio e sobre os dois, que ele nem imaginava. É uma jornada repleta de descobertas que pode ou não levá-lo até ela. Com a ajuda de seus dois amigos e da melhor amiga de Margo, Lacey, eles tentam desvendar o mistério-Margo. A imagem de deusa que ele tinha dela aos poucos se desfaz.

Cidades de Papel é bem profundo e muito sensível. Fala sobre tantas coisas e tem metáforas tão aplicáveis que a gente se pega refletindo toda vez que fecha o livro. As diferenças entre o que nós achamos das pessoas e o que elas realmente são, reflexões sobre a vida e os valores que a gente tem. Como romantizamos algumas pessoas, algumas coisas. E como elas tomam caminhos inimagináveis. A frase lá do começo do post As I took those two steps back, Margo took two equally small and quiet steps forward diz muito sobre os dois personagens, ainda que tenha sido inserida no primeiro capítulo de forma literal (é quando eles encontram o corpo).

Gostei muito da inserção do poema de Walt Whitman na história. Quem gosta de ler e adora interpretar texto vai se deliciar com a luta de Quentin em decifrar Margo através do poema.

E cara, como eu dei risada com essa história. John Green sabe escrever. Ele sempre te surpreende. Você sempre termina as leituras um pouco diferente. Assim como Quentin mudou um pouco ao ter suas cordas cruzadas com as de Margo, essas mudanças também nos atingem.

Eu adoraria explicar a razão do título ser Cidades de Papel, mas é algo que você precisa ler para entender. É tão importante ou carregado de significado quanto a culpa é das estrelas ou looking for alaska. Compreender o termo é uma coisa que faz parte da experiência de leitura.

Aliás, aqui vai uma curiosidade bacana sobre Margo. O nome Margo Roth Spiegelman foi escolhido por John Green porque 1. Contém a palavra Go no primeiro nome (e ela desaparece da cidade). 2. Roth significa vermelho (tem algumas referências a cores nessa história). 3. Spiegelman significa pessoa que faz espelhos em alemão (isso faz sentido pra quem lê, posso garantir).

Se recomendo que você leia? Claro que sim. John Green é espetacular. Se está desfrutando de tanto sucesso, é porque mereceu cada elogio.

Gostaram da resenha? Alguém aí já leu? O que achou? Comente! :)

site: http://pipocamusical.com.br/2013/07/28/resenha-livro-paper-towns-cidades-de-papel-john-green/
Ana Ira! 19/08/2013minha estante
Ameei sua resenha!
Parabéns, agora, estou mais louca para lê-lo!!!! kkkk'

bjss


Raquel Moritz 22/08/2013minha estante
Que bom que gostasse da resenha :D
Amei esse livro, Ana!
Beijinhos!


Ednan 24/08/2013minha estante
Muito boa sua resenha!
Amei muito esse livro! :D
Bjos


Hugo 07/09/2013minha estante
Quero muito ler este livro! Gostei muito da sua resenha :)


Elaine 14/09/2013minha estante
juro que não qria ler esse livro com medo de ser chato igual ana e o beijo frances. mas, vi hj, que ele está entre os mais vendidos da semana. resolvi estrar aqui e procurar uma resenha e eis que me deparo com a sua. me apaixonei pelo livro só de lê-la kkkkkkk. claro que vou comprar.


Pamella 27/09/2013minha estante
Adorei sua resenha! Realmente, o livro nos faz refletir muito sobre nós mesmos e sobre as pessoas ao nosso redor. Não sabia essa curiosidade sobre o nome da Margo. John Green pensa em tudo! Um grande escritor.


Adrieli 20/12/2013minha estante
Amei a resenha. Já estava louca pra ler esse livro, agora estou desesperada :)...


Nil 31/01/2014minha estante
Sua resenha está maravilhosa e faz jus ao livro, que é maravilhoso. Estou cada dia mais encantada com o John Green! Todos os livros que li desse autor são incríveis e diferentes uns dos outros, apesar de todos falarem sobre algum aspecto da vida dos adolescentes americanos. Nesse o aspecto destacado é a diferença entre a imagem que projetamos e quem realmente somos. Eu só não gostei muito da Margo, mas nada que comprometa o livro. Mas eu amei o trio: Q, Radar e Ben!


Ana Claudia Car 06/03/2014minha estante
cidades de papel, um livro chato, arrastado e vazio.
personagens irritantes beirando a idiotice.
eu torci, mas muito mesmo para o quentin levar um belo de um pé na bunda, por ser tão tonto, e entrar no joguinho da desequilibrada da Margot, mas eu tive o meu final feliz...
ps.jonh green, não subestime a inteligencia, do leitor, para quê tanta enrolação, para dizer algo, que pelo menos para mim, já estava claro.


Carla 09/07/2014minha estante
Eu adoro os livros do John, mas esse deixa um pouco a desejar. O tema do livro é incrível! Mas o livro poderia ser muito melhor. Achei bom, mas um tanto cansativo.


Duda 17/11/2014minha estante
Muito boa a resenha! Estou com uma vontade imensa de le-lô.


palomapsn 16/02/2015minha estante
boa resenha, acabei de ler o livro.


Lysa.Rodrigues 04/04/2015minha estante
Amei sua resenha.Adorei,sei que estou um pouco atrasada em questão do lançamento do livro,mas não vejo a hora de lê-lo e provavelmente entrar na história assim como você entrou. :)


Gabi 21/06/2015minha estante
agora mesmo eu queria ter esse livro em mãos!!a curisidade só aumentou:-)


Kesia 18/09/2015minha estante
Comecei a ler o livro ontem (e não, eu não assisti ao filme ... ainda), eu de cara já gostei da história, achei interessante e percebi já essa profundidade no primeiro capítulo, lendo sua resenha fiquei ainda mais empolgada com a leitura ! Excelente resenha, parabéns ! E vamos a leitura.
Ps. Eu espero do fundo do meu coração que ninguém morra rs


Denis Norberto 21/10/2015minha estante
Amei seu ponto de vista sobre o livro, totalmente igual ao meu, amei ler a sua resenha.


Karen.Ferreira 20/03/2017minha estante
Ameeei sua resenha!! estou começando hoje a ler o livro,é vejo que vou amaaa!!!


Mah corazza 19/12/2018minha estante
Na minha opinião o livro mais chato do jhon, margot e quintim são um porre.


Iva 31/03/2020minha estante
Disse tudo. Achei tão incrível a escrita desse autor,acho isso que me motivou a ler tão rápido. Fiquei um pouco incomodada com a obsessão do Q pela Margo tipo só: Margo.Margo Margo mas a leitura foi fácil e tem várias reflexões Maravilhosas.




Kath 15/09/2013

Tomar um tiro doeria menos do que ter que ler um final tão ridículo
John Green perdeu a sensibilidade, John Green errou na mão para fazer esse livro, assim como errou em "Quem é você, Alasca?", ambos estão equiparados, de tão ruins que são. Mas antes de mais críticas, colocarei a resenha e depois discutirei.

A história: (tem spoiler, mas tanto faz, o livro é ruim e não recomendo. Vá até o final que tem considerações finais.)

A história é sobre Quentin, um garoto do terceiro ano do ensino médio que tem uma paixão por Margo, que conhece desde os 2 anos de idade. Certa vez, no parque aos 9 anos, eles se deparam com um cara morto. No mesmo dia, Margo disse para Q que "os fios do cara se arrebentaram." bah, não tem importância. Quando a história muda pro colegial, que é uma mudança repentina e nem avisa, tipo, eu ainda estava achando que ele tinha 9 anos, depois que vi que ele estava no terceiro ano, tá tudo bem, naquela mesma noite, Margo entra no quarto de Q, pela janela, (eles são vizinhos) e ela o chama para uma noite de 11 missões secretas, as missões eram vinganças com os amigos dela, já que o namorado dela, Jase, a traiu com a sua melhor amiga, e ela faz a vingança e tal, e no final da noite, ela diz pra Q "sentirei sua falta", no outro dia ela some. Q fica confuso e começa a procurá-la e tal, entra no quarto dela e vê que ela deixou uma pista de onde está ou esteve, ele descobre várias coisas a partir daí. E maior parte da história, tipo da página 50 até a página 340 ele ainda está procurando por ela, finalmente consegue encontrar o paradeiro dela, acaba não indo à colação de grau e ele e seus amigos Radar (que eu descobri que era moreno no final do livro) Ben e Lace fazem uma viagem até NY, numa cidade de papel, que não existia, era o tipo de cidade que os mapeadores colocavam no mapa para ver se estavam sendo plagiados. Ok, eles quase morrem na viagem e tal, mas quando chegam na tal cidade, que na verdade é uma estrada com um prédio decadente, lá está Margo. Ela se mostra fria e indiferente com a chegada deles, xinga a amiga dela e os três amigos de Q vão embora, e Q fica lá e ela é grossa com ele, resumindo a história, ela conta que não queria ser achada, que queria sumir pra sempre porque estava cansada de ser uma menina de papel, frágil e sendo sempre o que os outros querem que ela seja. Eles conversam, ela conta do seu caderno preto que escreveu uma história sobre eles e tal, eles se beijam, ela o convida pra continuar a viagem com ela e ele não aceita, ele pede pra ela voltar pra casa, ela diz que é impossível, aí ela diz adeus, diz que manterá contato e tal e começa a chorar e se beijam, encostam as testas e se olham, e mesmo estando escuro, eles se enxergam além das rachaduras, além daquela imagem. FIM, ACABOU A PORRA DO LIVRO.



Ok, agora as considerações finais:

Quentin e um garoto como eu, só faz as coisas certas, é um menino de ouro, nunca deu problema para os pais.

Margo é uma menina frívola, popular, que liga para as aparências, egoísta e acha que todos são de papel, ou seja, frágeis e dobráveis. Ela não gosta de ser o que todos querem e gostam de que ela seja.

Os diálogos do livro são incrivelmente engraçados, mas o John se perde demais ao escrever a história, ele prolonga demais e a história passa a ser massante, cansativa, REPETITIVA.

Essa é uma história imatura, o suspense, se é que posso chamar isso de suspense, é tão raso e cheio de falhas que dá dor no coração. Sinceramente é um livro de PÉSSIMA qualidade. Eu não pagaria um real por ele. Parece que foi uma história escrita por adolescentes superficiais.

O final do livro é tão decepcionante que se antes eu falava que leria até a lista do supermercado do John Green, hoje eu digo que por mim, ele poderia parar de escrever agora, porque ele realmente está se saindo um péssimo escritor.


Aos fãs do John Green, só lamento.

Nekita 08/10/2013minha estante
Resenha resumindo meus sentimentos.. Chato e muito cansativo! Odiei Margo egocêntrica e acha que é "especial" demais pro resto do mundo. Se não fosse pelo Radar e Ben nem teria terminado a historia, eles são ótimos amigos pra aturar o Q e a sua chatice "Onde esta Margo?"


Leeh 02/11/2013minha estante
Não li, mas se é igual "Quem é você, Alasca?" deve ser péssimo!! Até agora John Green só se salva por "A Culpa É Das Estrelas" e "O Teorema Katherine"


Bruna 03/12/2013minha estante
Eu própria não gostei muito de A Culpa é das Estrelas. Achei bem previsível, mas comprei outro livro do autor porque amei a escrita dele. E estou muito assustada com essas críticas negativas, porque Cidades de Papel me prendeu muito. E não dou 10 pro final, mas mesmo assim amei o livro por completo. Cada um com sua opinião, e eu vou procurar outros livros do Green e ver se mantenho o interesse.


Poli 07/12/2013minha estante
Kath, você disse que só descobriu que o Radar era negro no fim do livro, mas bem no início, mas precisamente na página 18, diz que ele era.


Léo 09/12/2013minha estante
A frustração de vocês é querer que todo livro do John seja massivamente meloso e com finais trágicos e lindos como em "ACEDE", que na minha opinião, é o pior e mais forçado livro dele.


Léo 09/12/2013minha estante
"ACEDE" tem diálogos muito ensaiados e previsíveis. TODOS os outros livros do John tem personagens mais reais, que poderiam ser quaisquer pessoas que nos rodeiam. Quem critica "Quem É Você, Alasca?" é o TÍPICO LEITOR que só leu ACEDE por ser modinha.


Eduarda 23/12/2013minha estante
Léo, VC disse completamente tudo!!! ACDEC foi o pior livro do John, me da raiva ver pessoas dizendo que o Teorema, Cidades de Papel e etc foram péssimos comparados com ACEDC, pra mim, alem de provavelmente eles só terem lido A Culpa por ser modinha, n tem experiencia nenhuma com leitura :p Será q vcs n entendem a mensagem q a Margo quer passar? E o significado de cidade de papel, pessoa de papel?
Pura ignorância!!!


Eduarda 23/12/2013minha estante
Claro que cada um tem sua opinião...


Vinicius 07/01/2014minha estante
Léo e Eduarda, vocês estão totalmente certos, ACEDE, sim é o pior livro do John, e vendo as outras "resenhas" por assim dizer aqui, da para ver que 90% do pessoal que está criticando PT é o povo que só leu A Culpa.
PT não é um livro ruim, ele nos mostra um lado mais filosófico, e como a Carol disse umas resenhas a baixo "É um livro para pensar nas possibilidades e estradas que uma vida é capaz de nos levar. ". Teve um final mais ou menos que nos da a entender que Margo era egoísta, sim, mas todos somos, a questão por trás de toda a história é outra, nos mostra que não devemos colocar as pessoas em um pedestal, e que elas são humanos como qualquer um, e que temos que olhar para elas como um espelho e não como uma janela, o que nos leva a refletir sobre a vida e nos significados que as pessoas tem.


Ilana 13/01/2014minha estante
Você disse tudo. Esse é o tipo de livro que as pessoas dizem que é bom apenas para "Ficar na moda" o primeiro livro de John Green que li, achei decepcionante, o nome nos leva a infinitas teorias sobre como será o livro e no fim, é uma grande merda.


Brenda 24/01/2014minha estante
Gostei um pouco mais do livro do que você, mas continuo concordando com a sua resenha. Sem contar o Q, reclamando dos amigos o tempo inteiro sem ver que o egoísta é ele.


Camila 17/04/2014minha estante
Poxa vida:/ Achei o trabalho do John em "Quem é você, Alasca ?" e "A Culpa é das Estrelas" brilhante, e queria ler esse...mas , pelo que disse na resenha, ele é tão ruim quanto "O Teorema Katherine" ... que coisa :/


Shey 23/04/2014minha estante
Já li "A Culpa É Das Estrelas" e "O Teorema Katherine"..Mas não gostei muito do Teorema, se esse for igual, socorro!!


Babele 14/07/2014minha estante
Não achei o livro mais perfeito do mundo, nem o melhor de John Green (até pq esse é o segundo que leio), porém acho que todo livro tem um lado bom, onde cada um absorve as coisas boas do inicio ao fim.
E bom garota, alguns detalhes da sua resenha me irritaram, acho que as pessoas precisam ler com atenção, mastigar as palavras e digeri-las conforme o autor imaginou (ou não). Tipo o lance que você descobriu que "Radar era moreno, só no final do livro", porra se os pais dele tinha a maior coleção de papais noéis negros do mundo, ele é o que? Amerelo Simpson? rsrs, mais atenção por favor. De qualquer forma gostei da sua critica!


Renata 24/10/2014minha estante
Eu fiquei muito frustrada com o fim do livro, mas na verdade eu tava tão cansada da história que tava até pulando partes, então de repente eu deixei alguma coisa passar... Q é legal, gostei dele, Radar é o CARA! e Ben... Ben é a graça do livro, fofíssimo, mas creio eu que o Green tá com a bola toda só por causa dA Culpa É das Estrelas, que foi clichê demais, mas têm horas que eu gosto de clichês, às vezes, raramente... então, MAS o Teorema foi massa! Hahaha, pitoresco. Collin boboca é legal demais e eu gosto da simplicidade das cidades pequenas... ai falei muito....


Amizade 01/12/2014minha estante
Não poderia ter um desfecho melhor para a História.
Posso dizer-lhes , que Cidades de Papel é de longe o meu livro preferido, vocês (e eu também) achei que eles fossem ficar juntos no final,todos queriam que eles ficassem juntos, mas o problema é se eles tivessem ficado juntos o final iria ser chamado de um final previsível, UM FINAL DE PAPEL( trocadilho meio bosta mas que eu precisava fazer!) , então não quero que fiquem aborrecidos comigo, mas eu peço pra quem não gostou do livro releia !!! Não há romance, livro mais perfeito que o de Cidades de Papel (espero que o filme seja bom também)... Como iniciei o comentário : NÃO PODERIA TER TIDO UM MELHOR DESFECHO!


Marina 23/12/2014minha estante
Resenha que traduziu muito bem os meus sentimentos por Cidades de Papel. Livro cansativo, repetitivo, e que por mais que tenha sido escrito por John Green não me conquistou nem um pouco. Muita gente se espanta quando eu digo que não gostei, mas simplesmente não consigo engolir essa história, os personagens, realmente eu achava que o Green se sairia melhor...


Luana C. 17/02/2015minha estante
Eu não sei se gostei taaaanto assim do livro porque foi muita enrolação pra um final sem graça. Nisso eu até concordo. Mas isso do Radar ser negro, cara, ele fala disso o tempo todo '-' É até por isso a coleção de papais noéis e tal...


Liz 19/05/2015minha estante
Comentarei só porque esta foi a única resenha que reflete o que penso sobre este livro e sobre todos os livros do autor. Já estava me sentindo uma ET por achar que sim, ele é mera modinha supervalorizada. Eu já li 4 e tenho que dizer que a minha péssima impressão por todos, foi a mesma. Com exceção de A Culpa é das Estrelas, que eu gostei um pouco (não que seja magnífico) e porque antes de lê-lo li o livro da Esther, menina que inspirou o autor, os demais foram iguais. Personagens diferentes, histórias diferentes (mais ou menos), mas o modo como o JG conduz o livro me cansa. Tem a primeira parte que é sempre animadinha, acontecem várias coisas e você já consegue perceber ali, inclusive, o que o autor quer passar enquanto mensagem. Mas aí, parece que ele tem que cumprir páginas e começa a arrastar a história. Que sempre fica massante e repetitiva. E o final, ele gosta de surpreender no final, mas para mim, sempre me parecem finais muito forçados, algo do tipo: "Veja minha genialidade de fazer o inesperado, está surpreso leitor?" rs Acho que ele tenta tanto ser filosófico, passar mensagens sem ser de maneira óbvia com finais que "representem a realidade", nada de felizes para sempre, porque mundo real não rola (?) que acaba se tornando uma escrita um tanto quanto medíocre :T O autor constantemente se perde durante a história com passagens desnecessárias, diálogos vazios que não levam ninguém a lugar nenhum.
Olha, eu gosto de livros diferentes, com finais tristes, gosto de livros clichês com finais óbvios, gosto de finais que não são nem tristes e nem felizes. Não tenho restrições quanto a desfechos, desde que o final faça sentido com todo o conjunto da história. Eu ainda não terminei de ler Cidades de Papel, na verdade estava a ponto de desistir, mas não gosto de desistir das leituras. Porém, já vi que o final é ruim como dos outros que li. Esse com certeza será o meu último livro do autor.


Marcelle.Lima 29/07/2015minha estante
Kath, se VC ainda não percebeu o John green não escreve finais felizes pois pelo q percebi ele não gosta de gosta de clichê. Ele apresenta o outro lado da história!! E é bem chato ver ou ler as coisas sabendo que no fim vai dar tudo certo, aí sim que não da vontade ler. Aliás se você acha as histórias dele cansativas e repetitivas então não leia as histórias dele em pronto.


Patricia 13/08/2015minha estante
Concordo 100% com a sua resenha. Livro chato, chato, chato! Fui me arrastando para chegar ao final. E essa Margo, gente? A menina se acha a última bolacha do pacote, pelo amor de Deus! Não recomendo, mesmo.


Nunes 20/05/2016minha estante
Concordo Geral com tudo o que disse. Acrescentaria o seguinte: O filme tenta criar um suspense, os amigos fazem comédia, as músicas são românticas e acaba terminando tudo num drama...kkk John Green simplesmente viaja e pira na batatinha... Para mim o resumo da história é o seguinte: Jamais se apaixone por uma maluca que ainda não descobriu sua própria identidade, ela pode te levar para o Paraíso e quando chegar lá ela vai te dizer que está no Inferno. Os amigos dele eram muito mais adultos do que ela e salvaram alguma coisa da história. Acho que no fundo a maioria odeia o filme porque ele leva a história para um final romântico e decepciona todo mundo quando ela diz que nem ela sabe quem é direito kkkk Enfim. eu daria outro título, ao Livro: Um cego guiando outro kkkkkkk pensa no quanto o moleque gastou com a viagem pra nada, quando poderia ter viajado com uma outra gata e ter curtido muito mais... tem gente que não vale a pena perder muito tempo... faltou no final os amigos deles dizerem: E ai trouxa quanto gastou na viagem a toa ?? kkkkkkkkkk pra ver se aprende e nunca mais faz uma idiotice dessas kkkkk


Rafaela.Melo 04/01/2017minha estante
na verdade acho que tudo depende do ponto de vista.John Green tentou entrar na mente de adolescentes se passando por um , ao escrever Quentin como aquele garoto que faz de tudo,tudo mesmo pela garota que gosta. Acho que define muitas pessoas a flor da adolescência. A questão de fugir para uma cidade de papel pode ser definida pela literalidade ou não.




Luciana Pires 17/08/2020

Desfecho
Uma das coisas que mais gosto nesse livro é que o final feliz não precisa não precisa ser romântico. O fInal feliz também é sobre reconhecer a importância de quem estará sempre ali pra ti: os amigos.
Beta 17/08/2020minha estante
exatamente por causa do final, Cidades de Papel é um dos meus livros preferidos do Green. para lhe ser bem honesta, fico sempre na dúvida, quando na hora da recomendação, entre ele e Quem é você, Alasca?, que também me cativou, quando li, desmedidamente...


Luciana Pires 17/08/2020minha estante
Idem! Quem é Você, Alasca é um dos meus favoritos da vida!




Carol 22/08/2013

Muita risada, muita emoção!
Eu nem sei como começar a escrever essa resenha, e pode apostar, essa vai ser uma das mais difíceis para mim. Me senti próxima da história como há muito tempo não me sentia. Me conectei com Quentin como quase nunca me conecto com um personagem. Enfim, visitei diversas Cidades de Papel e me senti exatamente como elas: Extremamente misteriosas e completamente vulneráveis ao esquecimento.

Quentin é um garoto controlado. Filho de psicólogos, o menino quase nunca teve comportamentos loucos de criança e muito menos rebeldes de adolescente. Ao contrário de Margo, sua vizinha. A garota sempre teve umas rebeldias muito loucas. Desde criança era impulsiva e despreocupada com coisas que deveria preocupa-la.

Eles se conhecem a vida inteira, mas se afastaram depois da adolescência. Quando já estão quase acabando o ensino médio, Margo invade o quarto de Quentin toda vestida de preto e de maquiagem ninja. Ela precisa da ajuda dele durante aquela noite, e Quentin, que nunca deixou de pensar nela, aceita ir ao desconhecido com Margo, a louca, linda e maravilhosa vizinha.

No outro dia Quentin descobre que Margo desapareceu. Movido a pistas deixadas por ela, ele e um grupo de amigos entram em uma caçada à procura da garota desaparecida. Quentin acaba descobrindo que não conhecia Margo como queria e como achava que conhecia. Então a caçada passou a ser pela descoberta de quem era aquela garota popular que todos achavam que amavam, mas que na verdade ninguém sabia quem era.

Ai, gente, como descrever esse livro?????

O livro é dividido em três partes. A primeira é o dia ninja de Quentin com Margo, a segunda é o tempo em que ela está desaparecida e que Quentin está tentando desvendar as pistas, a terceira é quando ele próprio entra na loucura de procura-la.

A primeira parte do livro é uma comédia espetacular! Me peguei rindo de madrugada com as loucuras de Margo e com os medos de Quentin. Ela é muito doida! Vocês não tem noção do que é uma personagem tão maluca quanto Margo. Chega a ser contagiante essa loucura dela, tanto que Quentin deixa de ser aquele menino controlado que os pais criaram e se tornou um louco de uma noite, exatamente como Margo.


A segunda parte é a parte mais reflexiva do livro. É quando Quentin vê que Margo não era exatamente como ele pensava que ela fosse. Que talvez a garota estivesse tão perdida e se sentindo sozinha que cometia loucuras para abafar esse sentimento. Ele fica obsessivo pela ideia de encontra-la, levando os amigos a mesma obsessão que ele. Mas até o leitor vai querer entender por um momento as ideias de Margo. O motivo dela ter sumido e de ter deixado pistas.

Margo é uma garota interpretada de forma diferente por cada personagem do livro. Isso é magico enquanto você lê. Se para os pais Margo é uma menina que dá muito trabalho e precisa de pulso firme, para Quentin, por exemplo, ela só precisa de ajuda.

Essa segunda parte acabou com minha sanidade.
Em todos os momentos eu ficava pensando que Margo tinha cometido alguma loucura com ela mesma, e ficaria extremamente decepcionada por isso. Era uma personagem divina e a qual eu tinha me apaixonado. Isso, claro, até a terceira parte do livro.

A terceira parte é quando a turma entra na caçada por Margo. A comédia volta nessa parte e volta duplicadamente. Os amigos de Quentin são invejáveis! Queria eu ter a metade dos amigos que esse garoto tem. Sério, se vocês lerem irão concordar comigo quanto a isso.

Não dá para dizer mais do que já disse senão acabarei soltando alguma coisa que não devo. Mas uma coisa é certa, terminei o livro com sentimentos ambíguos acerca de Margo. Comecei amando a garota, depois eu a achei uma egoísta e no final das contas percebi que eu mesma poderia ter feita a mesma coisa que ela. Apesar de ter ficado meio desesperada, eu concordo com os motivos e as atitudes dela. Queria ter metade da sua coragem.

Quentin é uma personagem porreta de bom! Entrou fácil na minha lista de personagens masculinos amados.
A agonia que ele fica em encontrar a garota é poético e muito surreal, mas ainda assim, crível a beça!

Green tem essa facilidade de nos presentear com personagens que não conseguiremos esquecer jamais. E digo com segurança que jamais esquecerei esses. A verdade empregada nas conversas deles e na forma como eles se comportam uns com os outros é tão doce que sinto que só existe em livros mesmo. A poesia nos pensamentos de Quentin não são forçadas para um menino de dezoito anos, são só pensamentos de alguém da idade dele que está num momento de descoberta. Divino!

As referências às Cidades de Papel são inigualáveis! As referências ao Urbex (exploração urbana) são perfeitas! Sou apaixonada por esse negócio de exploração urbana!
Que negócio bem escrito da poxa!
Que livro cheio de quotes divinos!
Que livro da PORRA! (Desculpe o palavrão, mas eu tinha que me expressar)

Apesar do final do livro ter me destruído um pouquinho, achei que não poderia ter sido mais verossímil. Não poderia ter sido melhor.
É daqueles finais que abre a nossa cabeça para propostas diversas e pensamentos que nem cabem na gente.
Terminei me sentindo de papel e achando que preciso fazer alguma coisa na minha vida que ainda não descobri o que era.
Terminei me sentindo acabada e renovada.

É um livro para se apaixonar e para rir e para chorar. É um livro para pensar nas possibilidades e estradas que uma vida é capaz de nos levar.

Parabéns ao Green e essa capacidade de nos tirar do real nos colocando exatamente nele!

site: http://terradecarol.blogspot.com.br/2013/08/resenha-de-cidades-de-papel-john-green.html
Carol 06/12/2013minha estante
Amei sua resenha, estar de Parabens !


Gabyy 05/01/2014minha estante
Parabéns pela resenha, descreve exatamente o que eu senti ao ler o livro. "É um livro para pensar nas possibilidades e estradas que uma vida é capaz de nos levar" - frase perfeita.




gio 24/07/2020

deixou a desejar
Esse assim como a maioria do livros desse autor, é maravilhoso, eu simplesmente amei até a metade, porém o final foi bem frustrante.
comentários(0)comente



Vivi 02/08/2020

Bem legal !
O único problema é que eles enrolando de mais em uma única situação, isso deixa o livro um pouco entediante, mas fora isso é bem legal, você fica curiosa pra saber o desenrolar da história...
comentários(0)comente



Janayna 21/09/2013

Enfadonho
Comecei a ler o livro por influência do A Culpa é das Estrelas. Gostei tanto do estilo do autor que resolvi apostar neste livro. Que decepção! A narrativa é bem morosa e muito, mas muito voltada para o universo juvenil. Sei que o autor tem esse público, mas acho que exagerou na dose. Enfim, o tema do livro é bem interessante, mas em algum momento o protagonista parece andar em círculos: a estória se torna tão cansativa que faltou pouco para eu desistir da empreitada. Mas o final salvou a bobeira presente em toda a narrativa. Não recomendo!
Prof. Angélica Zanin 22/09/2013minha estante
Concordo plenamente!


Rosana 23/10/2013minha estante
Voces estão me desanimando, ganhei esse livro de cortesia, vou começar a ler amanhã ou tentar é claro porque se for do jeito que a maioria está falando não sei não hei...mas depois volto para contar o que achei...abraços.


Juliane Pereira 25/10/2013minha estante
Estou lutando para não abandonar esse livro.


IsabelaSlv 05/12/2013minha estante
Concordo! Foi exatamente assim que eu me senti ainda na metade do livro


Mell Bento 28/01/2014minha estante
Não curti a culpa é das estrelas, mas esse chega a ser muito pior... mas vou ler para ver qual é a moral do livro ...


Luana C. 17/02/2015minha estante
Eu senti que Q era um menino de 10 anos. E ficava me perguntando como ele podia dirigir sendo tão novo.... .-.


Marcinha 01/03/2019minha estante
Mesma coisa que eu. Gostei muido do A culpa é das estrelas, mas este livro está muito juvenil, forçando um pouco a lingaguem jovem. Estou lutando para ler e estou só no 3º capítulo.




Duda 24/06/2020

Não é horrível...
Ta longe de ser meu livro favorito, ou até mesmo um dos, mas não é péssimo. Gosto muito da escrita do John Green, porém acho que o enredo desse livro não prende o leitor. Sinceramente, fiquei procrastinando horrores para terminar e não sei como consegui...
comentários(0)comente



Bruna.Cristina 11/05/2020

Mimada
Margo é uma garota que tem de tudo, é egocêntrica, gosta de chamar atenção por ser bonita e popular. Consegue convercer Q. que é uma pessoa adoravel e nerd com bons amigos a entrar numa noite de vandalismo com a desculpa de que se vive uma vez. Os jovens usam desculpas para tornar a vida cheia de irresponsabilidades.
comentários(0)comente



Dionísio 19/04/2020

História Cansativa
Apesar de gostar bastante dos livros de John Green, este se tornou uma exceção. A história inicialmente parece ser interessante, mas com o decorrer ela vai se tornando maçante e cansativa.
comentários(0)comente



Carol 20/03/2015

Mais um livro do John Green que sofri pra ler até o final, talvez o fato seja que eu não sou o tipo de leitora para as obras dele.

Uma história sem pé nem cabeça com uma protagonista egoísta e mimada, amada pelo mocinho apenas porque é muito bonita e "cool", visto que ele não a conhece de fato pra justificar seus sentimentos desesperados por ela.

Sofri a leitura toda esperando um final que valesse tudo e francamente... que final péssimo, faz parecer que faltou vontade ou criatividade para algo melhor.

Não entendo o sucesso desse livro e muito menos porque virou filme.
Kah Cruz 03/06/2015minha estante
Não achei tããão ruim assim, mas também fiquei me perguntando por que virou filme?
Quem é você, Alasca? é bem melhor, sem sombra de dúvidas!
Mas acho que esse tem mais ação e é mais "comerciável".


Carol 03/06/2015minha estante
Sim, apesar dos pesares tem a parte da "aventura", acho que eles vão alterar algo no enredo porque aquele final pra filme ou pra livro não desce.




30/08/2020

Eu amei >..>>>> postei lá no IG @benditolivro_
🌙Minha experiência🌙
Livro: Cidades de papel📌 Editora: @intrinseca 📝 Autor: @johngreenwritesbooks 🎇
Páginas: 361📍

📌”VOCÊ VAI PARA AS CIDADES DE PAPEL E NUNCA MAIS VOLTARÁ”📌
De fato, você não vai terminar esse livro como a mesma pessoa que você começou.
-
Assisti ao filme antes de ler o livro, não sei dizer se isso me atrapalhou ou não, mas vamos direto ao ponto, o livro é; muito, melhor que o filme, mas o filme não deixa de ser bom por isso, me recordo que quando eu assisti pela primeira vez eu simplesmente amei, e quando li o livro então, meu Deus foi uma das melhores leituras da minha vida. .
-
O livro me fez rir horrores, e posso dizer que quase chorei em algumas partes, e isso sem contar a uma referência a Harry Potter, eu adorei..
-🧙🏻‍♂️
Todo mundo sabe que é horrível lidar com as pessoas, pessoas são chatas, todo mundo é; do seu próprio jeito, e esse é o ponto, cada pessoa é diferente, e por mais que a gente tente imaginar como é ser aquela pessoa; ou como é difícil ser ela, nunca imaginaremos com perfeição [...Eu não consigo ser você. Você não consegue ser eu. Por mais que você imagine o outro, nunca o imaginará com perfeição, não é?...]
-
O jeito que John Green escreve seus livros, é surreal; de mais, ás vezes parece que eles foram feitos paras os adolescentes. [Era uma tática psicológica chamada escuta empática. Você diz o que a pessoa está sentindo para ela se sentir compreendida...].
O livro todo é perfeito, é difícil falar o que eu mais gostei, mas, o significado que John dá pra o termo “Cidades de Papel” é maravilhoso, [... cidades de papel. Para dizer que tudo é tão falso e frágil.].
-
E nos faz perceber, o quanto que é importante, sermos resilientes [ ... as despedidas se tronam inevitáveis.]
-
-
-
A história gira em torno de Q e Margo, e após uma aventura norturna entre eles, um belo dia sem mais nem menos; ela foge
-
O ponto é, margo fugiu, ela deixou pistas, mas... Será que ela quer ser realmente ser encontrada?
[ Entrelaçamos nossos fios arrebentados uma última vez. ]📌📌

site: https://www.instagram.com/benditolivro_/
comentários(0)comente



Belle 18/09/2020

Cidades de papel
Cidades de papel foi um livro que eu não gostei muito , não sei se é porque não gosto desse gênero ou por causa da história em si.
Ele é um suspenso/ mistério bem entediante.
comentários(0)comente



luiza 21/06/2020

No começo é legal e divertido, mas depois fica arrastado e um porre. Acho que foi um dos finais mais decepcionantes de todos os livros que já li.
mile 21/06/2020minha estante
Também me decepcionei com o final, acho que foi por isso que o modificaram quando fizeram o final, hahaha


Mands 21/06/2020minha estante
Esse livro tinham tudo para ser ótimo, mas o desenrolar e o final são bem ruins


mile 21/06/2020minha estante
Quando fizeram o filme**




1479 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |