Rio do Céu Aberto

Rio do Céu Aberto Linda Lael Miller




Resenhas - Rio do Céu Aberto


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Cris Paiva 12/08/2013

O xerife Boone Taylor já havia chamado a minha atenção desde o primeiro volume da série Parable, Montana, onde ele apareceu como assistente do xerife e aos poucos fomos tendo informações a respeito dele. Como por exemplo, o fato de ser amigo igualmente do Slade e do Hutch, os dois irmãos brigões e cabeças duras, e de ser viúvo e ter dois filhinhos pequenos de cinco e sete anos, que moram com a irmã em outra cidade.

Boone e Tara se conheceram desde o primeiro livro, onde ela comprou a granja, vizinha das terras dele, e logo de inicio já começaram a brigar. Foi praticamente um caso de birra à primeira vista. Ela tem horror ao trailer, caindo aos pedaços, e as terras abandonadas dele. Diz que “polui” a vista da sua varanda. Ele pode até concordar que seu trailer, um eventual criatório de tétano, não é lá essas coisas, mas não dá o braço a torcer. Para ele, Tara é apenas uma patricinha inútil da cidade grande, que não serve nem para dar milho para as galinhas.

Tudo estava indo nesse pé, quando o Boone recebe uma ligação da irmã, dizendo que seu marido se acidentou, e ele tem de ir para Missoula buscar os meninos. O pobre xerife fica com o coração na mão. Ele não faz a mínima ideia de como conciliar o trabalho de xerife com a criação de dois meninos. A vida dele esteve em compasso de espera desde a morte da esposa, e agora ele tem de recomeçar a viver.

Aliás, a história inteira é sobre recomeços. Tara se mudou para Parable depois de um divórcio traumático e teve de deixar para trás as duas enteadas gêmeas, que ela criou como uma mãe, desde bebês. A granja e suas galinhas de estimação foram um recomeço e uma terapia para ela. E agora, depois de uma ligação de seu ex-marido, ela recebe um par de gêmeas trabalhosas e muito amadas, durante as férias de verão.

O casal relutante acaba tendo uma ajudinha abençoada da Opal, que é um tipo de babá e empregada freelance; ela só trabalha onde bem entende, querendo você ou não! E nem se atreva a discordar! Ela resolve ser babá dos meninos para Boone, e acaba conseguindo enfiar todo mundo na casa de Tara e dar um jeitinho de unir o casal sem eles perceberem. E quando os dois dão por si o mal já está feito.

Boone e Tara demoram séculos para entenderem que na verdade eles se gostam, mas antes disso precisaram trabalhar as suas vidas. O Boone precisou finalmente “enterrar” a mulher para poder prosseguir e aceitar o seu papel de pai, e a Tara precisava entender que nem todos os homens são canalhas arrogantes e narcisistas como o seu ex-marido. E um par de gêmeas, dois moleques e um casal de cachorros determinados os ajudaram a encontrar o seu caminho juntos.

E depois que eles finalmente entenderam isso a coisa foi rápida e quente! Nunca duvide do poder de persuasão de um cowboy!

Resenha no Blog:

site: http://www.romancesinpink.com.br/2013/08/rio-do-ceu-aberto-linda-lael-miller.html
Silvana Barbosa 12/08/2013minha estante
Ah , que legal esse tema de criançada e casal sofrido , mais real que a lenga-lenga de casalzinho rico, permeada de passeios de iate , corridas de cavalo e outras embromações que entediam qualquer mulher realista e com vida normal . Ainda não li nada dessa autora . Acho que está na hora de procura-la .


Fogui 20/08/2013minha estante
Silvana, os livros da Linda Lael Milller são ótimos. E seus cowboys pegam no pesado, não ficam de pernas pro ar não. Kkkk....




Cris 21/08/2013

Maravilhoso!
Esse eu indico sem medo...
Neste livro, os opostos realmente se atraem.
Tara vem de uma cidade grande e tem uma casa impecável. Boone é um xerife de uma pequena cidade, morando em trailler caindo aos pedaços...
Como os dois são vizinhos, Tara vive implicando com Boone até que um dia tudo muda e eles começam a se sentir atraídos um pelo outro.
As cenas hots demoram para acontecer e são poucas, no entanto, são muito bem escritas.
Além disso, as crianças (duas filhas do ex-marido de Tara e os dois filhos de Boone, que é viúvo) são muito fofas e nos fazem acreditar que família é muito mais do que os laços sanguíneos.
Enfim, vale a pena ler.
Se você procura por cowboys TDB vá para Parable ou Stone Creek... e não para Jacobsville.
Silvana Barbosa 20/07/2014minha estante
Rsrsrs não para Jacobsville...É , concordo .




Fogui 28/07/2013

Big Sky River
Big Sky 3/5
Rio do Céu Aberto
Linda Lael Miller
H.R. Romance 79
2013

No livro do Hutch e Kendra achei que o Boone era o maior idiota e covarde que apareceu nos romances que já li.

Naquele momento até tentei compreender que ele perdeu a mulher amada, que havia sofrido horrores devido a doença terminal da esposa.

Mas mandar os filhos pequenos morar com a irmã, o o fim pra mim. E pior achar que estava que estava certo, totalmente com a razão.

E mesmo quando as crianças imploraram para ficar, ele as mandam de volta. Neste momento fiquei com ódio mortal do xerife Boone Taylor.

Meu Deus, as crianças tinham acabado de perder a mãe e de certa forma perderam o pai também, muito injusto.

Graças a Deus!!! No primeiro capítulo do seu próprio livro, Boone é obrigado a pegar as crianças de volta. E por algum milagre ele resolve ficar em definitivo com elas.

Meu ódio diminuiu consideravelmente.

E quando ele resolve dar uma chance para sua vizinha granjeira, meu ódio já não existia.

Sério, Boone ressurgiu das cinzas pra mim.

A partir do momento que ele parou de viver só passado e deixa sua esposa descansar em paz. O xerife se transformou num homem, simplesmente, MARAVILHOSO!!!

ADORO!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!
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Cristina 11/11/2013

O xerife Boone Taylor é um viúvo que desistiu do amor após a morte de sua esposa. Ele vive sozinho, sem planos ou sonhos, como se tivesse morrido com a esposa, até que um acidente doméstico com seu cunhado muda a sua vida. Seus filhos, que eram criados por sua irmã desde a morte da mãe, precisam voltar a viver com o pai e isso traz um sopro de vida para o xerife. Além disso ele passa a perceber de modo diferente a bela vizinha de seu rancho, Tara Kendall.

"O que o irritava era que não desejou apenas estar com Tara, não escolheu apenas estar com ela. O problema é que sentira necessidade de estar com ela, da mesma maneira que sentia necessidade de respirar. Resumindo: não tivera escolha."

Gostei do livro, foi o melhor dos três dessa série da Linda Lael Miller. Ainda assim foi só bom, nada memorável.
A história é bonitinha mas de repente se desenvolve meio no susto,não houve um crescente dos sentimentos. De repente Tara está completamente apaixonada e Boone também, mas vc não entende como aconteceu, parace que faltam páginas, como se vc tivesse pulado algumas.
Ri algumas vezes, principalmente com os meninos de Boone, ele também é um caubói tudo de bom, mas desde o princípio vc já conseguia ver o fim da história, a autora podia ter caprichado mais.
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Cristine 26/11/2014

a mulher do Boone morreu, ele entrou em depressão, perdeu o amor, a fé e os filhos que ele mandou para viver com a irmã...
apesar de entender o lado dele, teve horas que me deu vontade de dar uns socos nele, principalmente quando mostra a dor dos filhos dele, por terem perdido a mãe e automaticamente o pai também...
nesse livro entendemos pq a Tara largou a cidade grande e veio criar galinhas no meio do mato, por sinal uma das melhores cenas é quando o Boone sugere comerem uma das penosas dela, e ela entra em pânico...rsss
Silvana Barbosa 26/11/2014minha estante
Eu pensei o mesmo que vc sobre os filhos do cidadão , mas no geral gostei do livro pelo estilo "gente normal".


Cris Paiva 26/11/2014minha estante
Ah, deu raiva dele por causa das crianças. Mas adorei a mocinha com as galinhas de "estimação"! Kkkkk




silviacrika 28/07/2013

Nada com nd
Li ..pulando páginas pq não aguentava tanto diálogo e cenas corriqueiras.
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Momentos da Fogui 29/10/2016

Momentos da Fogui
Leia a resenha no blog:

http://foguiii.blogspot.com.br/2015/08/serie-big-sky-03-rio-do-ceu-aberto.html

site: http://foguiii.blogspot.com.br/2015/08/serie-big-sky-03-rio-do-ceu-aberto.html
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Deza Farias 17/12/2016

Ótima Narrativa
Um livro é ótimo , personagens bem desenvolvidos , mas o final ficou meio a desejar
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