As Luzes de Setembro

As Luzes de Setembro Zafón




Resenhas - As Luzes de Setembro


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Thiago 08/09/2016

Ao mestre Zafon meus parabéns!
Finalmente terminei a trilogia da névoa...aplausos ao mestre Zafon por mais uma fantástica obra. Como sempre cheia dos mistérios e com poucos clichés...genial como sempre nos arrebatada para uma viagem sem escalas ao magnífico e surreal....Obrigado ao mestre pela oportunidade de ler seu terceiro livro.
socorroduarte.d 24/11/2016minha estante
Ja li . Bom




Guilherme.Ballas 30/08/2016

É impossível não notar a amadurecimento dos livros quando você vai lendo do primeiro publicado até o último. Ou se você já conhece os outros livros e vai ler os primeiros.
O que eu mais achei legal nesse livro foi as lembranças de um personagem que aparece no O Jogo do Anjo e as semelhança dos autômato com as bonecos de Marina. Esse universo do Zafón, é realmente incrível e gostaria de saber mais essa ligação que ele tem com a guerra, pois todas as histórias fala um pouco dela, não diretamente, mas ela sempre está no meio.
Para não ficar tão repetido, peço que vocês leiam as outras resenhas dessa trilogia de primeiros livros publicados, pq aqui eu iria falar a mesma coisa que nos outros. Todos são incríveis mesmo com as falhas que ele aperfeiçoou nas obras seguintes.




site: http://naomelivro.blogspot.com.br/
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Brenda 12/07/2016

Resenha: As Luzes de Setembro
No ano de 1936, Simone perde o marido para uma doença desconhecida e herda uma realidade de muitas dívidas, o que ocasionou a perda de sua casa. Por bondade de um velho amigo, ela e os dois filhos Irene e Dorian, foram morar em um pequeno apartamento, tendo de trabalhar duro, quando inesperadamente surge uma oportunidade de emprego longe de Paris e das lembranças ruins. Logo a família Sauvelle partiu para Baía Azul, onde Simone seria governanta de Lazarus Jann um rico inventor de brinquedos que mora com a esposa gravemente doente, em uma mansão rodeada de autômatos.
Ao chegarem em Baía Azul são bem recebidos por Lazarus, que mostra suas criações assustadoras e realistas e os conquista com sua agradável companhia. Tudo vai bem, quando fatos sinistros começam a acontecer...


As Luzes de Setembro foi o primeiro contato que tive com Carlos Ruiz Zafón, o livro tem 231 páginas que podem ser lidas em apenas um dia, pois a leitura é encantadora, cheia de mistérios e aventura, com descrição dignas de um filme de suspense com pitadas de terror.

Realmente um verão inesquecível não só para Irene, mas pra todos que leram esse livro.

Se eu fiquei com vontade de ler outras obras de Carlos Ruiz Zafón? Claroo!!!


site: http://pegadasnabiblioteca.blogspot.com.br/
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Dias 10/05/2016

Um mistério por de trás do farol
Gostei muito desse livro pelo simples fato que a narrativa é bem detalhada e que mesmo sendo para um público mais adolescente qualquer pessoa poderia ler facilmente.

site: https://www.youtube.com/watch?v=eZL9-bklRb8
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Allan Ribeiro 08/03/2016

As Luzes de Setembro
Entramos na história de Simone Sauvelle, mãe de dois filhos, em Paris, 1936, retratando sobre a perda de seu marido Armand. Armand levou consigo seu sorriso cativante, mas deixou todas as suas inúmeras dívidas à família. Até então com uma vida muito boa e agradável, Simone se vê na obrigação de comandar a família financeiramente. As crianças, Irene e Dorian, passam a ajuda-la como podem e se desfazem de muitos bens materiais para sobreviver. A família recebe uma proposta de moradia e trabalho, em uma cidadezinha da costa chamada Baía Azul. A nova moradia seria dada em troca dos serviços de governanta de Simone, no casarão de Cravenmoore, onde morava apenas o Sr. Lazarus Jann e sua esposa adoentada e reclusa a seu quarto a 20 anos. O território do casarão era muito vasto, pois além da própria casa, ainda existia a fábrica de brinquedos que Lazarus era proprietário. Os brinquedos produzidos por Jann eram, em sua maioria mecânicos, chamados de autômatos. Todos os brinquedos, cômodos, portas, enfeites da casa eram muito assustadores, tudo se escutava, tudo se sentia, mas nada se via...
Lazarus Jann, após a recepção dos novos companheiros de casa, deixou claro as regras que se aplicavam a moradia deles ali: Todos os quartos do andar superior eram proibidos, não podendo entrar lá sob nenhum pretexto, e, sobretudo, na ala oeste da residência, onde ficava a sua esposa. Além do casal que morava na casa, havia uma serviçal que ajudava nos serviços domésticos, muito faladeira e espontânea, chamada Hannah.
Depois de algum tempo morando em Cravenmoore, Irene conhece o primo Ismael de Hanna, um pescador que ajuda seu tio nas tarefas marítimas diárias. Logo de imediato, Irene se interessa por Ismael, e o romance chave do livro começa a se desenrolar.

Já assustados com os enigmas e todas as coisas “estranhas” que se passam na casa, Irene e Simone veem suas vidas muito mais abaladas após a morte misteriosa de uma personagem principal da história, e o mais intrigante, após a visita desta personagem à ala oeste da casa... Arrepios constantes e pesadelos acometem os habitantes de Cravenmoore, ninguém sabe o que se passa nos andares superiores, ninguém entende o motivo das proibições de Lazarus, ninguém poderia prever o que estava para acontecer naquela casa...

“As maçanetas das portas eram rostos risonhos que piscavam os olhos ao girar. Um corujão de plumagem magnífica dilatava suas pupilas de vidro e batia as asas lentamente na penumbra”

“Tem mais alguém aqui – murmurou Irene. – Posso sentir...”

Minha percepção quanto ao livro: Esta foi a obra de suspense que me deixou mais apavorado, e com mais medo dentre todas as lidas. Muito diferente de outros livros, este pode-se assemelhar muito a filmes de terror e suspense. O fato de existirem os autômatos espalhados pela casa, alguns com olhos de vidro, réplicas de corpos humanos, alguns que parecem animais vivos, e portas que abrem e fecham sozinhas me deixou um tanto “cabreiro” ao lê-lo. Quando me recomendaram, já fui avisado que este não era um thriller qualquer, era algo beeeeeeeem superior ao tradicional. Em algumas partes do livro achei um tanto enrolado, porém os acontecimentos após a morte do(a) ... fez o livro pegar fogo!!! Não esperava gostar tanto e me surpreender mais ainda. Em alguns momentos precisei me concentrar muito bem para entender os detalhes, principalmente ao final do livro... quanto tudo é revelado, e claro, ficamos com o queixo lá no joelho. Mais uma obra muito recomendada, mas realmente irá gostar os aficionados por leitura investigativa/terror/suspense. Hoje para mim é a melhor obra de suspense lida. Vale a pena se aventurar pela ala oeste de Cravenmoore.

Notas gerais sobre o livro: O livro é bem curtinho, pequeno, mas um tanto complexo para ler, o autor divaga muito em seus pensamentos, e para um ótimo entendimento, precisa-se de paciência e atenção aos detalhes. Achei muito interessante a capa do livro da edição da SUMA de Letras, mostrando uma garota de aproximadamente 16 anos (Irene), logo a frente de um farol litorâneo comum. Percebemos bastante diálogos entre os personagens e uma ótima descrição de todos eles.

site: http://www.clubeletters.blogspot.de/2014/08/resenha-escrita-as-luzes-de-setembro.html
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Rebeca Grauer 24/02/2016

"Cuidado Olhinho O Que Vê"
Ao todo li cinco obras de Zafón e todas me impactaram positivamente. O que mais gosto nele, é a forma de introduzir histórias e personagens de seus romances anteriores de uma forma sutil, mas gostosa de ler. Particularmente, adoro essas conexões. Me sinto íntima dos personagens.

Os Sauvelle foram pegos de surpresa com a morte do patriarca da família: Armand, um homem doce, alegre, amoroso, mas atolado em dívidas. Como infelizmente alguém tinha que pagar, sobrou para a viúva e seus dois filhos trabalharem (e muito) para saldar a dívida. Porém, nem só de credores vivia Paris, um velho amigo da família ofereceu-lhes a possibilidade de mudar-se para uma cidadezinha litorânea. Lá um inventor/fabricante de brinquedos vivia para cuidar de sua esposa, que segundo ele, contraiu uma doença terrível, da qual passava em repouso absoluto, por isso precisava de uma governanta para cuidar de documentos, correspondências e compras.
Assim que chegaram em Baía Azul, foram presenteados com uma vista maravilhosa. Depois de tanto tempo sofrendo na cinzenta Paris, finalmente encontraram-se desfrutando de sol, pessoas tranquilas, passarinhos e uma praia quase paradisíaca.
Larazus Jann é um inventor/fabricante de brinquedos maravilhoso, em todos os sentidos. Muito polido e educado, os Sauvelle afeiçoaram-se com ele de cara. Depois de se instalarem na Casa do Cabo, que por Lazarus foi cedida, foram jantar na casa do sr. Jann, para melhor conhecê-lo. Cravenmoore, a mansão de Jann, ficava dentro de um bosque com árvores altas e sombrias, principalmente à noite. Ao chegarem na mansão, foram recebidos por Christian, um autômato similar a um mordomo, e logo em seguida por fim conheceram Lazarus Jann. A mansão era repleta de suas criações, não havia um espaço em que não houvesse a marca de Lazarus, tudo era bizarro demais e lindo demais. Demais.
Durante o jantar, depois de todas as formalidades o inventor/fabricante de brinquedos explicou a senhora Sauvelle suas obrigações e tarefas. Apesar de não comercializar suas criações, ainda ia ocasionalmente à fábrica de brinquedos (que era um anexo de Cravenmoore), tanto ela quanto os andares superiores eram estritamente proibidos, principalmente a ala oeste da mansão, aonde sua esposa repousava.

"- Não podemos acreditar em tudo o que vemos. A imagem que nossos olhos formam da realidade é apenas uma ilusão de ótica - Comentou - A luz é uma grande mentirosa."

Entretanto nem só de fábricas macabras de brinquedos vivia Baía Azul. Foi aí que Irene, a filha mais velha, conheceu Ismael. Um rapaz quase de sua idade por quem logo se apaixonou - e a recíproca foi verdadeira. Os jovens logo descobriram que queriam passar mais tempo um com o outro, dando vários passeios pelas águas salgadas de Baía Azul. Foi aí que Ismael contou a lenda local para Irene Sauvelle: Ao longe havia uma ilha com um farol. Ele foi desativado após algumas pessoas verem estranhas luzes "passeando" por lá, mas isso só acontecia uma vez ao ano, em setembro, mês que supostamente uma mulher mascarada fugiu para lá. Até hoje ninguém sabe o porque ou quem era a bela dama. Irene não sabia se estava mais encantada com a história ou com Ismael, mas parece que quando tudo dava certo para os Sauvelle, algo (ou alguma força) fazia dar errado.
Hannah era a cozinheira de Cravenmoore, prima de Ismael e amiga de Irene - foi ela quem os apresentou. Ela dormia em Cravenmoore durante a semana e às sextas-feiras ia até a cidade ficar com sua família. Porém um belo dia, Hannah desapareceu. O corpo foi encontrado dias depois.
Com a morte de Hannah, Ismael fechou-se para o mundo e o desejo de vingança pairava sobre ele. Nenhuma explicação era boa o bastante. Hannah foi encontrada de roupas de dormir, pés sujos e teve parada cardíaca. A menina morreu de medo, literalmente. Por quê? O que será que ela viu?
Disposta a ajudar o namorado, Irene reúne toda sua coragem e junto com Ismael (numa noite de lua cheia, repleta de acontecimentos estranhos) entram no coração gelado e sombrio de Cravenmoore.
E você, será que tem coragem de desvendar esse mistério?

"(...) Num mundo de luzes e sombra, todos nós, cada um de nós precisa encontrar seu próprio caminho."


site: http://ocafofoliterario.blogspot.com/2016/02/as-luzes-de-setembro-resenha.html
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Vanessa Vieira 13/02/2016

As Luzes de Setembro - Carlos Ruiz Zafón
Em As Luzes de Setembro, terceiro e último volume da Trilogia da Névoa, de Carlos Ruiz Zafón, encontramos um suspense de tirar o fôlego e norteado por um clima de terror estupendo. Assim como as demais obras de Zafón, o livro é muito bem escrito e consegue prender a atenção do leitor do início ao fim. Os personagens foram muito bem construídos, além de terem sido atrelados à trama com maestria.

A história começa em 1936, ainda em Paris, quando Irene se muda com a família para o litoral da Normandia, logo após a morte do pai. A jovem, com então 14 anos, fica encantada com a beleza do lugar, bem como com seus despenhadeiros, portos e sobretudo, com o mar. Lá, ela também conhece Ismael e os dois logo se apaixonam. O que os jovens não poderiam prever era que se veriam envoltos em uma trama nebulosa de mistério e perseguição.

Irene e Ismael acabam por desvendar os segredos de um misterioso fabricante de briquedos, Lazarus Jann, em sua espetacular mansão, cercada de seres mecânicos e sombras obscuras do passado. Graças a força do amor, os dois enfrentam juntos os seus medos, além de investigar o mistério por trás das nebulosas luzes que brilham em torno do farol de uma ilha e que os moradores acreditam se tratar de uma criatura das trevas que habita as profundezas da floresta. O verão mágico e ao mesmo tempo sombrio na Baía Azul marcará a vida deles para sempre...

As Luzes de Setembro nos traz uma história ímpar e sem precedentes envolvendo magia, mistério e suspense. Com um clima sombrio e levemente gótico e personagens fortes e corajosos, o livro conseguiu me conquistar - assim como os demais volumes da trilogia - e enaltecer ainda mais o talento de Zafón. Narrado em terceira pessoa e confeccionado com arte, brilhantismo e criatividade, o enredo se mostrou estupendo e graduou o autor no rol dos meus escritores favoritos.

"A única moral que se pode tirar dessa história é que na vida real, ao contrário da ficção, nada é o que parece..."


Depois de perder o marido, Simone Sauvelle decide aceitar a proposta de trabalhar como governanta de Lazarus Jann e sua esposa na mansão Cravenmoore e se muda com seus filhos, Dorian e Irene, para o litoral da Normandia. Tudo parece bem e seu patrão demonstra ser um homem bastante cordial e solícito e sua filha inclusive encontrou o amor ao lado do jovem pescador Ismael, primo de Hannah, a cozinheira da mansão. Porém, depois que Hannah é encontrada morta e uma sombra misteriosa paira sobre Cravenmoore, nada mais será como antes, selando o verão de 1937 da família Sauvelle para sempre. Todos os personagens foram construídos de forma magistral e intercalados à trama em uma simetria perfeita. Por mais que Irene e Ismael tenham sido os que ganharam mais destaque, o núcleo secundário brilhou com soberania, enriquecendo o enredo ainda mais e o tornando magistral.

"Num mundo de luzes e sombras, todos nós, cada um de nós precisa encontrar seu próprio caminho."


Em síntese, As Luzes de Setembro se mostrou um livro arrebatador, enigmático e macabro, tudo na medida certa. A obra fechou com chave de ouro a trilogia de Zafón - mesmo se tratando de histórias independentes entre si - e brindou com soberania o talento do autor espanhol. A capa é muito bonita e consegue ilustrar bem o clima de suspense que paira pela trama e a diagramação está ótima, com fonte em bom tamanho e revisão de qualidade. Recomendo, com certeza!

site: http://www.newsnessa.com/2016/02/resenha-as-luzes-de-setembro-carlos.html
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Miriana 17/12/2015

Num mundo de luzes e sombras, todos nós, cada um de nós precisa encontrar seu próprio caminho.
Um dos livros mais antigos de Zafón, não possui um vocabulário tão rebuscado quanto a série "O Cemitério dos Livros Esquecidos", porém não perde em nada no quesito mistério. Os amantes de Zafón já sabem que ninguém tem o dom de usar as palavras com tanto encantamento e fascínio como ele, que instiga seus leitores a sempre querer chegar ao fim de cada história, com brilho nos olhos e um arrepio de gelar a alma, e nesse livro não seria diferente.
As Luzes de Setembro conta a história da família Sauvelle que após a perda do pai mudam-se para a Normandia para trabalhar na casa de Lazarus, um aposentado fabricante de brinquedos, que mantém em sua mansão toda a magia e terror que os brinquedos podem trazer, além de muitos outros mistérios e sombras, devido ao seu passado sombrio.
Uma história muito original que vale a pena ser lida.
"A solidão traça estranhos labirintos."
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Ju Freres 15/12/2015

Encantador! Zafón sendo Zafón como sempre e inspirando a minha criança interior.
Antes de qualquer coisa, preciso dizer que Zafón é um dos escritores que mais me fizeram entrar em uma história de cabeça sem ter nenhuma vontade de largar até chegar na última página!
As Luzes de Setembro é um livro no qual vai contar a história de Irene, sua mãe e seu irmão que se mudam para Normandia após uma proposta de trabalho de Lazarus Jann, um grandioso engenheiro dono de uma enorme fábrica de brinquedos. Logo que chega Irene conhece Ismael, por quem se apaixona e com quem vai viver momentos incríveis e também assustadores ao ver a necessidade (e também a curiosidade) de desvendar os mistérios que envolvem Cravenmoore, a mansão do fabricante de brinquedos.

Sinceramente, Irene me cativou logo nas primeiras páginas. Dorian, seu irmão mais novo então nem se fala. Mas o melhor de tudo foi começar leio e identificar em Lazarus um sentimento inexplicável de compreensão e ao mesmo tempo de mistério e esse sim, é o que me fez ficar noites em claro lendo este livro.
Mas se eu tenho que dizer uma coisa sobre esse livro, com certeza é: Leiam para sentir a magia da nossa infância tomar conta de nós, leiam para sentir a época em que éramos inocentes e acreditávamos em tudo com o coração aberto mas principalmente, leiam como se ainda fossemos crianças e como se o mundo ainda fosse aquele velho mundo onde podíamos ficar tranquilos ao sair na rua, ao sentar na frente de casa com as portas abertas, ao deixar nossos filhos brincarem no meio da rua até tarde da noite.
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Fabrina 22/11/2015

Envolvente.
As Luzes de Setembro foi um dos poucos livros que ao mesmo tempo tem uma escrita simples e uma história envolvente. Percebi que nesse livro o autor narrou a história de forma mais objetiva e clara, proporcionando assim, maior curiosidade com o desfecho. Uma curiosidade com os livros de Zafón, é que todos tem como foco a inocência e a transformação do ser no desenrolar da trama. Só fiquei com uma dúvida, o que aconteceu com o anjo que Dorian havia recebido de Lazarus, tinha algum objetivo? Mas no todo, gostei muito do desfecho, ficou de acordo com toda a narrativa, porém, poderia ter um epílogo de Irene e Ismael...
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Cris 11/10/2015

Luzes e sombras
" Minhas preces surtiram efeito. Todas aquelas noites rezando em silêncio não foram em vão. Há quem chame de sorte, há quem chame de destino." Pág. 180

Este livro é o terceiro da Trilogia da Névoa e foi o que mais gostei dos três. Depois de "O palácio da Meia-Noite", que não gostei tanto, não esperava muito deste.
A fórmula do autor é bem conhecida: um mistério envolvendo jovens corajosos com muita aventura, suspense e um pouco de romance. E aquela pitada de terror, que dá um medinho rsrs.
Bem, eu sou suspeita pra falar, porque eu sou completamente apaixonada pela narrativa do autor. Ele sabe como contar uma história como ninguém.
E neste livro , ele faz uma comparação entre sombras e luz que eu achei muito legal.

Super recomendo!

" Num mundo de luzes e sombras, todos nós, cada um de nós precisa encontrar seu próprio caminho." Pág. 227
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Juliana 09/09/2015

Sempre Apaixonada pelos livros do Zafon
O que dizer de mais um livro incrível do Zafón, sempre estou apaixonada por eles e com este não foi diferente.
Claro para quem leu a trilogia de A Sombra do Vento antes deste vamos dizer que é mais água com açúcar, mas não deixa de ser interessantíssimo.
Esta estória é infanto-juvenil e eu adoraria ter lido esse tipo de livro na minha adolescência, Izabel e sua família se muda para a Normandia depois de passarem pela perda de seu pai em Paris e passar muito aperto por lá... a Baía Azul é um lugar encantador e cheio de mistérios não desvendados, como todos os livros deste autor, ele te prende para querer acabar com o livro em uma tarde.
Izabel, sua família e seu namorado (esqueci o nome dele) vão passar por mals bocados em Cravenmoore onde sua mãe trabalha.
Leia, e não irá se arrepender. O livro fala e você se sentirá dentro da estória.
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Nanda 07/07/2015

74
Bom
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marcelgianni 06/03/2015

Como O Príncipe da Névoa
Não se trata de um resumo ou sinopse do livro (para ver a resenha da trilogia, acesse o link no fim do texto), mas sim de um relato do que me chamou a atenção no livro, e que pode influenciar outras pessoas na sua decisão de lê-lo ou não. Sem o uso de spoilers, faço uma análise sucinta da obra, justificando minha nota atribuída.

Bom romance de Zafón, que nos faz lembrar de “O Príncipe da Névoa”, devido à semelhança do cenário e personagens das duas obras. Talvez semelhanças até demais, que pode fazer com que o leitor, ao se pegar pensando nas obras, possa confundir algum detalhe. Tem o seu toque de mistério, como nos outros livros da trilogia da Névoa, com suspense e o caráter sobrenatural até o fim. O livro se assemelha a um ‘thriller’. Tem momentos mais tediosos, mas a menção a um personagem-chave da ‘Trilogia do Cemitério dos Livros Esquecidos’ faz com que o leitor recobre o ânimo rapidamente, que esmorece da mesma forma. Vale a leitura pela maneira da escrita de Zafón, que se tornou um estilo literário, com seu humor e sarcasmo cada vez mais fortes. Como diz o autor, este é um livro voltado para o público juvenil, mas que ele espera poder agradar a leitores de todas as idades. E agrada, mas não empolga.

site: https://idaselidas.wordpress.com/2016/07/06/breves-analises-2015-parte-ii-zafon/
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Joane 10/02/2015

Linda história
O livro Luzes de Setembro conta a história de uma família que se muda de Paris para uma cidade costeira da Normandia após o falecimento do patriarca da família, essa família é composta pela mãe Simone e pelos filhos Irene e Dorian.
Simone foi contratada para trabalhar como governanta na mansão de um milionário excêntrico fabricante de brinquedos, Lazarus.
Lazarus mora com a esposa que sempre esta reclusa devido a uma doença, seu leito fica na ala oeste da mansão, onde é proibida a entrada dos funcionários, o único que tem acesso ao local é o próprio Lazarus, a esposa nunca foi vista pelos moradores da cidade. A mansão possui uma decoração exótica, com muitos brinquedos, robôs e autômatos.
Além de Simone, também trabalha na mansão a jovem Hannah que é cozinheira na casa, filha de um pescador e da dona da padaria. Hannah tem idade próxima a de Irene e as duas se tornarão amigas, Hanna também é prima de Ismael, que ajuda o tio na pesca e construiu seu próprio veleiro e que irá se envolver em um romance com Irene.
A família esta se adaptando bem a nova vida na cidadezinha costeira, até o momento que Hannah aparece morta e uma sombra começa a ameaçar a paz, Irene e Ismael irão tentar desvendar o mistério de uma luz que aparece no antigo farol durante o nevoeiro, Lazarus começa a se aproximar de Simone e coisas sinistras irão acontecer.
O livro já cativa na primeira página, começa a leitura com uma carta enviada por Ismael para Irene, uma de muitas outras que ele enviou no decorrer de 10 anos, depois inicia a história com a situação da família em Paris e sua mudança à cidade costeira. Depois a adaptação da família e as novas amizades.
No decorrer da história começam a aparecer algumas tramas que irão desenrolar a busca pela misteriosa luz do farol pelo jovem casal, a ação da sombra, a invasão do jovem casal a mansão e seus misteriosos brinquedos e autômatos (essa parte me lembrou um pouco a história das estufas do livro Marina, também do mesmo autor).
Lógico que não vou contar o que vai acontecer que irá perder a graça, mas para quem gosta de uma história de mistério, essa vai lhe prender do começo ao final.
A história termina com uma carta de Irene para Ismael, informando que só depois de 10 anos ela recebeu as correspondências devido ao período de guerra e que ela estará retornando a cidade costeira da Normandia para se reencontrarem.
Li em alguma página na internet que esse livro é o terceiro de uma trilogia, chamada trilogia da névoa composto pelos livros: O príncipe da Névoa, O Palácio da Meia-Noite e As luzes de Setembro. Mas vocês podem ficar tranquilos, eu li o livro de forma independente e acredito que a história possa ser lida de forma individual ou na sequencia, eu ainda não li os outros dois, mas o mesmo aconteceu com outros livros do mesmo autor (A Sombra do Vento e O Jogo do Anjo), que era sequencia, mas podiam ser lidos individualmente também.

site: paginaembranco-sonho.blogspot.com
Sol 11/02/2015minha estante
Eu já li A Sombra do Vento e adorei, gostei muito da sua resenha :)


Joane 11/02/2015minha estante
Eu sou apaixonada por esse autor :D




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