As Luzes de Setembro

As Luzes de Setembro Zafón




Resenhas - As Luzes de Setembro


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marcelgianni 06/03/2015

Como O Príncipe da Névoa
Não se trata de um resumo ou sinopse do livro (para ver a resenha da trilogia, acesse o link no fim do texto), mas sim de um relato do que me chamou a atenção no livro, e que pode influenciar outras pessoas na sua decisão de lê-lo ou não. Sem o uso de spoilers, faço uma análise sucinta da obra, justificando minha nota atribuída.

Bom romance de Zafón, que nos faz lembrar de “O Príncipe da Névoa”, devido à semelhança do cenário e personagens das duas obras. Talvez semelhanças até demais, que pode fazer com que o leitor, ao se pegar pensando nas obras, possa confundir algum detalhe. Tem o seu toque de mistério, como nos outros livros da trilogia da Névoa, com suspense e o caráter sobrenatural até o fim. O livro se assemelha a um ‘thriller’. Tem momentos mais tediosos, mas a menção a um personagem-chave da ‘Trilogia do Cemitério dos Livros Esquecidos’ faz com que o leitor recobre o ânimo rapidamente, que esmorece da mesma forma. Vale a leitura pela maneira da escrita de Zafón, que se tornou um estilo literário, com seu humor e sarcasmo cada vez mais fortes. Como diz o autor, este é um livro voltado para o público juvenil, mas que ele espera poder agradar a leitores de todas as idades. E agrada, mas não empolga.

site: https://idaselidas.wordpress.com/2016/07/06/breves-analises-2015-parte-ii-zafon/
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Joane 10/02/2015

Linda história
O livro Luzes de Setembro conta a história de uma família que se muda de Paris para uma cidade costeira da Normandia após o falecimento do patriarca da família, essa família é composta pela mãe Simone e pelos filhos Irene e Dorian.
Simone foi contratada para trabalhar como governanta na mansão de um milionário excêntrico fabricante de brinquedos, Lazarus.
Lazarus mora com a esposa que sempre esta reclusa devido a uma doença, seu leito fica na ala oeste da mansão, onde é proibida a entrada dos funcionários, o único que tem acesso ao local é o próprio Lazarus, a esposa nunca foi vista pelos moradores da cidade. A mansão possui uma decoração exótica, com muitos brinquedos, robôs e autômatos.
Além de Simone, também trabalha na mansão a jovem Hannah que é cozinheira na casa, filha de um pescador e da dona da padaria. Hannah tem idade próxima a de Irene e as duas se tornarão amigas, Hanna também é prima de Ismael, que ajuda o tio na pesca e construiu seu próprio veleiro e que irá se envolver em um romance com Irene.
A família esta se adaptando bem a nova vida na cidadezinha costeira, até o momento que Hannah aparece morta e uma sombra começa a ameaçar a paz, Irene e Ismael irão tentar desvendar o mistério de uma luz que aparece no antigo farol durante o nevoeiro, Lazarus começa a se aproximar de Simone e coisas sinistras irão acontecer.
O livro já cativa na primeira página, começa a leitura com uma carta enviada por Ismael para Irene, uma de muitas outras que ele enviou no decorrer de 10 anos, depois inicia a história com a situação da família em Paris e sua mudança à cidade costeira. Depois a adaptação da família e as novas amizades.
No decorrer da história começam a aparecer algumas tramas que irão desenrolar a busca pela misteriosa luz do farol pelo jovem casal, a ação da sombra, a invasão do jovem casal a mansão e seus misteriosos brinquedos e autômatos (essa parte me lembrou um pouco a história das estufas do livro Marina, também do mesmo autor).
Lógico que não vou contar o que vai acontecer que irá perder a graça, mas para quem gosta de uma história de mistério, essa vai lhe prender do começo ao final.
A história termina com uma carta de Irene para Ismael, informando que só depois de 10 anos ela recebeu as correspondências devido ao período de guerra e que ela estará retornando a cidade costeira da Normandia para se reencontrarem.
Li em alguma página na internet que esse livro é o terceiro de uma trilogia, chamada trilogia da névoa composto pelos livros: O príncipe da Névoa, O Palácio da Meia-Noite e As luzes de Setembro. Mas vocês podem ficar tranquilos, eu li o livro de forma independente e acredito que a história possa ser lida de forma individual ou na sequencia, eu ainda não li os outros dois, mas o mesmo aconteceu com outros livros do mesmo autor (A Sombra do Vento e O Jogo do Anjo), que era sequencia, mas podiam ser lidos individualmente também.

site: paginaembranco-sonho.blogspot.com
Sol 11/02/2015minha estante
Eu já li A Sombra do Vento e adorei, gostei muito da sua resenha :)


Joane 11/02/2015minha estante
Eu sou apaixonada por esse autor :D




Pedro 26/01/2015

Voltar a sonhar, porque não?
Novamente estou aqui para fazer mais uma resenha de um livro do Záfon.
Tecnicamente ele foi escrito para ser um livro lido por jovens. Contudo, qualquer um pode se aventurar a ler seu livro (ou qualquer um do autor.).
Ele consegue fazer o leitor ficar lendo a noite inteira para saber o que são os e mistérios quais são suas origens, independente do livro, independente da cidade.
Como falei numa outra resenha de Zafón (o Palácio da Meia Noite), ele faz com que o leitor volte à juventude e veja o que ‘perdeu’ nela. Particularmente é trise, porque vejo o quanto eu não desfrutei da minha infância. Viagens, enigmas, mistérios não solucionados, desafios radicais, é tudo tão emocionante, tão bem escrito que ao mesmo tempo me deixa feliz e em contraponto fico triste.
Com certeza este é mais um livro para ler. Ele não serve como um objeto para embelezar a sua estante, e sim para você viajar, sentir esperança de que ainda não é tarde para fazer coisas que sempre teve vontade. Por que não?

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Natália 03/01/2015

Resenha As Luzes de Setembro
Meu primeiro contato com a escrita de Záfon foi no ano passado, com a leitura de O príncipe da névoa. Foi uma história intrigante e absolutamente encantadora, e sequer hesitei ao ver o cobiçado As luzes de setembro no Submarino por R$9,90 (quem resiste?).

Devo dizer que o enredo do livro seguiu uma linha próxima do outro, com mesmo estilo de desenvolvimento. Os personagens que formam o casalzinho tinham uma característica em comum e havia um irmão mais novo (antes que era o protagonista e que desta vez ficou em segundo plano). E, eu começo a me perguntar, se Záfon por algum acaso tem um fetiche por fantasmas.

Mas vamos à As luzes de setembro. Uma história que foi escrita para ser infanto-juvenil, mas que atende bem a qualquer idade. Muita fantasia e lendas, mas sem muito exagero. O encanto desta vez é doppelgänger.

"Já ouviu falar em doppelgänger, minha cara? Claro que não. Ninguém mais se interessa por lendas e velhos truques de magia. é um termo de origem germânica e designa a sombra que se desprende de seu dono e se volta contra ele." (Pág. 194)

E este é o mistério. É dado pouca atenção aos personagens em detalhes, o romance entre Ismael e Irene é fofinho, mas se desenrola de forma rápida - não que seja superficial; há alguns momentos em que situações tensas reforçam o sentimento. A escrita de Záfon é uma graça à parte; suave e envolvente, vai te rodeando com as palavras até que esteja cheio delas, mas ainda insatisfeito. Suas palavras são como doce - o seguinte é sempre melhor.

Porém, mesmo com as belas palavras, o autor ainda consegue criar uma atmosfera sombria e quase assustadora. Fantasmas, marés tortuosas e passeios noturnos em bosques fazem parte da trama. E é isto: há sempre mais pelo que esperar. Mais segredos e mais meios-fins, que nunca terminam.

site: http://ape56.blogspot.com/2014/08/resenha-as-luzes-de-setembro-carlos.html
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Daniel 02/12/2014

Autor Repetitivo
O autor tem um vício que deveria largar!! Repetir a história de sucesso de um livro em outro!!

É o que ele fez em As Luzes de Setembro em relação a O Príncipe da Névoa e com O Prisioneiro do Céu em relação A Sombra do Vento.

Em ambos os casos ele pode ter conseguido vender mais uma boa quantidade de livros, mas é só!! O autor acaba ficando marcado pelo aproveitamento momentâneo do sucesso de um bom livro para produzir outro que sempre deixa a desejar.

A história em As Luzes de Setembro é muito parecida com O Príncipe da Névoa, não somente os personagens mas também o ambiente a beira mar, uma força sobrenatural que ameaça a todos, etc.

De qualquer forma, é um bom livro, ainda mais se você não leu O Príncipe da Névoa, pois não haverá base de comparação.
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Maria Inês 12/09/2014

o segredo de um fabricante de brinquedos
Adorei cada página que li, é uma aventura romântica que cativa do começo ao fim. Zafon possui um jeito especial de relatar suas histórias, li todos os seus livros.
Maria Inês 12/09/2014minha estante
Adorei!




mila antares 26/07/2014

Mistério que te prende na leitura e pitada de terror num texto maravilhoso.
A história é interessante e a narrativa vai aumentando, o ritmo acelera na aventura dos protagonistas.
Leitura para dois ou três dias.
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MENINA LY 21/07/2014

Belissimo
Mestre Zafon de novo arrebatou meu coração com essa historia. Encontramos de tudo neste livro: suspense, terror, aventura, mistério, drama, amor...Ah o autor sabe escrever como ninguém. Adorei a estoria criada do começo até a ultima pagina. Leitura rápida e fluida. O mistério criado é sensacional.

Recomendo muitíssimo.

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Gleyse 14/07/2014

As luzes de setembro
Só pra variar, vou falar sobre mais um livro de Carlos Ruiz Zafón. Agora foi a vez de “As luzes de setembro”, um dos primeiros livros juvenis do escritor, que nas palavras do próprio, começou a escrever histórias que ele gostaria de ter lido quando era adolescente... e eu concordo!

Fazendo a mesma linha do seu primeiro livro “O príncipe da névoa”, As luzes de setembro é recheado de aventura, romance e suspense, assim como todo bom livro de ficção juvenil. E Zafón consegue nos manter presos ao enredo muito bem escrito, cheio de descrições poéticas e metafóricas. Seu vocabulário rico faz nossa imaginação viajar para o cenário onde a história se desenrola.
Os personagens, aparentemente simples e sem profundidade, crescem no decorrer da história, demonstrando que sempre podemos nos surpreender com eles, até mesmo com os vilões imaginários. Você não esperaria muito de uma família que perdeu seu patriarca, muda de cidade buscando uma nova vida, até que essa família descobre que seu benfeitor é um excêntrico fabricante de brinquedos que vive numa obscura mansão cheia de personagens sombrios.
Eu não sou muito fã de histórias de fantasia, gosto mais das histórias que, mesmo sendo ficção, parecem reais, ainda assim, me fascina a forma como o Zafón escreve cada uma de suas histórias, misturando personagens e contos dentro de um mesmo enredo, isso é um diferencial que poucos escritores possuem.
Mas há algo que me incomodou um pouco nesse livro. A sinopse e o próprio título do livro, dão ênfase “as luzes de setembro”, mas esse fato que parece ser tão importante para o enredo, se perde no decorrer da leitura, e ao final, não esclarece o que elas significavam de fato. Enfim, caso alguém já tenha lido, possa me esclarecer, por que eu voei nesse ponto.

Como sempre, eu pesco algumas frases do livro que leio e aqui vou deixar pra vocês sentirem um pouquinho:

“A solidão traça estranhos labirintos.”

“Num mundo de luzes e sombras, todos nós, cada um de nós precisa encontrar seu próprio caminho.”


site: http://territorio6.blogspot.com.br/
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Literatura 25/06/2014

A sombra que encerra o lado escuro
Enfim, o derradeiro livro da “Trilogia da Névoa”, do excelente Carlos Ruiz Zafón. Dos três livros este é o que achei de enredo mais fraco, menos envolvente, porém é o que mais me chamou a atenção, pelo simples fato de tratar de um tema que me é muito caro: “Doppelgänger”.

Minha monografia ao concluir a graduação havia sido sobre Doppelgänger, ou melhor, o “Duplo”, em que eu esmiuço essa lenda germânica na obra “Romance negro” de Rubem Fonseca, traçando um paralelo com “William Wilson” de Edgar Allan Poe e “A metade negra” de Stephen King. Entreguei-me a ela com uma paixão adolescente – defendendo a sombra, o duplo, a cópia que se desprende de seu dono para se voltar contra ele próprio. Apaixonante para quem faz, nem sempre para quem lê.

Segundo o próprio autor, As luzes de setembro (Suma de Letras, 232 páginas) retoma o primeiro livro da trilogia, “O príncipe da névoa”, porque, de acordo com ele, havia coisas inacabadas a serem contadas. Para ser sincero não consegui entender a ligação entre os três livros, a não ser a perda da inocência, a maturidade forçada, a mácula à pureza infantil, entremeada pelo fantástico, pelo sobrenatural, por uma força descomunal e avassaladora.

O livro se inicia com uma lembrança descrita numa carta de forma poética e que me faz sempre retornar a Zafón:

“Às vezes acho que todos se foram para algum lugar distante de Baía Azul e que só eu fiquei, preso no tempo, esperando em vão que a maré púrpura de setembro me devolva algo mais do que recordações. Não ligue para mim. O mar tem dessas coisas, devolve tudo depois de um tempo, especialmente as lembranças.”

Após a morte do patriarca da família Sauvelle, Simone, a mãe, encontra-se em dificuldades com seus filhos Irene e Dorian. Mas apesar dos percalços, sempre podemos contar com almas abnegadas:

“Simone não encontrou palavras para agradecer a bondade do velho monsieur Leconte. O comerciante também não cobrou agradecimentos. Num mundo de ratos, eles tinham tropeçado num anjo.”

Veja resenha completa no site:

site: http://www.literaturadecabeca.com.br/resenhas/resenha-as-luzes-de-setembro-a-sombra-que-encerra-o-lado-escuro-do-ser/#.U6tyW_ldUn4
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Euflauzino 25/06/2014

A sombra que encerra o lado escuro do ser

Enfim, o derradeiro livro da “Trilogia da Névoa”, do excelente Carlos Ruiz Zafón. Dos três livros este é o que achei de enredo mais fraco, menos envolvente, porém é o que mais me chamou a atenção, pelo simples fato de tratar de um tema que me é muito caro: “Doppelgänger”.

Minha monografia ao concluir a graduação havia sido sobre Doppelgänger, ou melhor, o “Duplo”, em que eu esmiuço essa lenda germânica na obra “Romance negro” de Rubem Fonseca, traçando um paralelo com “William Wilson” de Edgar Allan Poe e “A metade negra” de Stephen King. Entreguei-me a ela com uma paixão adolescente – defendendo a sombra, o duplo, a cópia que se desprende de seu dono para se voltar contra ele próprio. Apaixonante para quem faz, nem sempre para quem lê.

Segundo o próprio autor, As luzes de setembro (Suma de Letras, 232 páginas) retoma o primeiro livro da trilogia, “O príncipe da névoa”, porque, de acordo com ele, havia coisas inacabadas a serem contadas. Para ser sincero não consegui entender a ligação entre os três livros, a não ser a perda da inocência, a maturidade forçada, a mácula à pureza infantil, entremeada pelo fantástico, pelo sobrenatural, por uma força descomunal e avassaladora.

O livro se inicia com uma lembrança descrita numa carta de forma poética e que me faz sempre retornar a Zafón:

“Às vezes acho que todos se foram para algum lugar distante de Baía Azul e que só eu fiquei, preso no tempo, esperando em vão que a maré púrpura de setembro me devolva algo mais do que recordações. Não ligue para mim. O mar tem dessas coisas, devolve tudo depois de um tempo, especialmente as lembranças.”

Após a morte do patriarca da família Sauvelle, Simone, a mãe, encontra-se em dificuldades com seus filhos Irene e Dorian. Mas apesar dos percalços, sempre podemos contar com almas abnegadas:

“Simone não encontrou palavras para agradecer a bondade do velho monsieur Leconte. O comerciante também não cobrou agradecimentos. Num mundo de ratos, eles tinham tropeçado num anjo.”

O velho Leconte, através de seus contatos, consegue trabalho para Simone numa pequena cidade do litoral. A diferença de ambiente quando se mudam de Paris para Baía Azul é gritante, e os que já moraram em uma cidade pequena sabem que nem é necessário jornal, todos sabem da vida de todos:

“Paris era uma cidade de desconhecidos, um lugar onde era possível viver durante anos sem saber o nome da pessoa que vivia no apartamento ao lado. Já em Baía Azul, era impossível espirrar ou coçar a ponta do nariz sem que o acontecimento tivesse ampla cobertura e repercussão em toda a comunidade. Era uma cidade onde os resfriados eram notícia e as notícias eram mais contagiosas que os resfriados.”

Simone passa a trabalhar de governanta para Lazarus Jann, que mora na misteriosa Mansão Cravenmoore com sua esposa doente, inventando e construindo brinquedos:

“… Cravenmoore era o obscuro reflexo do labirinto de solidão em que Lazarus Jann vivia há vinte anos. Cada habitante daquele mundo maravilhoso, cada criação, constituía simplesmente uma lágrima derramada em silêncio… Cravenmoore abrigava maravilhas suficientes para iluminar cem anos de assombro.”

Irene, a filha de Simone, conhece Hannah, cozinheira da casa e tornam-se amigas. Ela lhe apresenta seu primo Ismael e cresce entre eles um vínculo que não poderá ser desfeito, ganhando de presente o diário de Alma Maltisse, morta num naufrágio. Enquanto isso nasce uma amizade entre Dorian e o dono da mansão, Lazarus, que se encanta com o garoto e lhe apresenta o maravilhoso mundo dos brinquedos, e também com a mãe, amenizando sua solidão. Duas almas enclausuradas que se encontram:

“… Cravenmoore era o obscuro reflexo do labirinto de solidão em que Lazarus Jann vivia há vinte anos. Cada habitante daquele mundo maravilhoso, cada criação, constituía simplesmente uma lágrima derramada em silêncio… Cravenmoore abrigava maravilhas suficientes para iluminar cem anos de assombro.”

site: Leia mais em: http://www.literaturadecabeca.com.br/resenhas/resenha-as-luzes-de-setembro-a-sombra-que-encerra-o-lado-escuro-do-ser/#.U6r8NvldUeh
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Juliana 04/05/2014

Este foi, sem dúvida, o melhor livro da Trilogia da Névoa, que eu venho resenhando nos últimos dias. As Luzes de Setembro conta a história da família Sauvelle que, após a viuvez de Simone, se muda para a Baía Azul, para recomeçar.
Porém, o que eles não esperavam é que a cidadezinha era cheia de mistérios. Principalmente a mansão Cravenmoore, lar do fabricante de brinquedos Lazarus Jann, um homem cheio de manias e de segredos que, apesar de tudo, conquistou o carinho e a simpatia de todos da família.
Simone passaria a trabalhar na casa, enquanto seus filhos, Dorian e Irene acabaram se envolvendo e fazendo amizades com as pessoas mais próximas.
Irene é a que mais se animou com a possibilidade de uma nova vida, principalmente depois de fazer amizade com a animada Hannah, cozinheira de Cravenmoore e de conhecer seu primo, Ismael, um marinheiro que logo lhe chamou a atenção.
Com o tempo, sem querer, uma sombra de maldade é despertada e desencadeia uma série de eventos terríveis e misteriosos, envolvendo a mansão e, consequentemente, família Sauvelle e os primos Hannah e Ismael. No meio de todo esse turbilhão que vem atormentar a vida deles de repente, nasce uma história de amor e de amizade das mais lindas que já se viu.
O livro equilibra perfeitamente esses dois aspectos da vida dos personagens em um enredo envolvente e intrigante desde o princípio. Acredito que nesse livro Zafón fez isso muito melhor do que nos outros dois da trilogia. Essa leitura foi inesquecível.
Embora ele tenha sido escrito para um público mais jovem, o cuidado com as palavras e a perfeição do texto podem muito bem ser apreciados por leitores de qualquer idade. Recomendo muito!

site: www.cafecomlivros.blog.br/resenha-as-luzes-de-setembro-carlos-ruiz-zafon
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Bartolotto. 12/04/2014

Intrigante.
Gostei mais do que O Príncipe da Névoa, apesar de não ter lido a trilogia na ordem certa (o que eu acho que não é necessário), gostei bastante desse livro. Tem suspense e romance na dose certa, tirando que as peças se encaixam no final (muito importante!), você não fica com cara de ponto de interrogação sem saber o que aconteceu. Acho que o Zafón soube exatamente como expressar os personagens no livro e me espanta ser um livro tão antigo e desconhecido. Pra quem gosta do autor e o tipo de leitura é um prato cheio. (:
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AndyinhA 30/03/2014

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

A vantagem de ler uma série desse tipo é que não precisa ler na ordem, pois nenhum dos livros tem continuação no próximo, eles falam do mesmo esquema sobrenatural, mas se por acaso você não quiser ler um dos livros, não fica com a sensação de que falta algo.

Porém, você fica sentindo que algo não está bacana e fica se perguntando por que gostou mais de um do que do outro, já que todos falam de algo semelhante e são do mesmo autor. Sim, apesar de ler os três livros da série com uma boa velocidade, confesso que apenas o primeiro livro da série realmente me empolgou, os outros dois foram pálidas sombras do primeiro.

Estamos de volta à Europa, um pouco antes da Segunda Guerra Mundial, um pouco longe da capital Paris, mas uma pequena vila com uma bela paisagem e habitantes singelos, exceto pelo morador que habita uma grande propriedade e algumas histórias sobre ele e sua casa.

A ideia geral demora bastante para acontecer aqui, por ser um livro curto, apenas 13 capítulos (230 páginas), esse pode ter sido um dos motivos da ‘mão errada’ na história, fiquei com a sensação de que o autor se focou no belo e inocente romance dos adolescentes com pitadas de mistérios, mas só resolveu de fato agir e incrementar sua história aos 45 do segundo tempo, fazendo com o que penúltimo capítulo seja enorme, cheio de tudo e com a história corrida.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2014/03/poison-books-as-luzes-de-setembro.html
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Renata CCS 05/03/2014

Suspense, perigos, fugas inacreditáveis e pequenas doses de romance.

A história se passa em 1937 na Normandia, onde Irene, sua mãe Simone e seu irmão Dorian se mudam após uma proposta de trabalho feita por Lazarus Jann, um magnífico engenheiro fabricante de brinquedos. Irene acaba conhecendo Ismael, por quem se apaixona e quem acaba passando compartilhando a história mais assustadora de sua vida.

O livro tem seu enredo ao redor de pequenas histórias bizarras e que futuramente irão se entrelaçar. Mais uma vez o autor usa os mesmos ingredientes: adolescentes apaixonados, um casarão assustador, eventos misteriosos e sobrenaturais, seres macabros, maldições passadas e a corrida contra o tempo para salvar aqueles a quem se ama, e o preço que estamos dispostos a pagar pelos nossos desejos. Destaco o final da obra, onde percebemos que o autor apresentou de uma forma metafórica a maldade que rondava o mundo naquela ocasião, as vésperas da II Guerra Mundial.

No mais, nada de novo. Uma leitura apenas razoável.
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