Os Sete Crimes de Roma

Os Sete Crimes de Roma Guillaume Prévost




Resenhas - Os Sete Crimes de Roma


14 encontrados | exibindo 1 a 14


MarcusASBarr 21/10/2020

Da Vinci... nada mais provocativo.
Confesso a estranheza ao iniciar a leitura e ver Leonardo da Vinci em um protagonismo improvável por estar completamente fora da ideia que temos desta figura icônica e histórica. No entanto a trama é construída de uma forma que não há espaço para nada além de segui-la e se deixar levar por Guido aos locais dos crimes, que vai nos conquistando gradativamente. Excelente obra!
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João Lucas 12/02/2020

Fui enganado pela sinopse
Me interessei pela história quando li na sinopse que Leonardo da Vinci investigaria um caso, mas não é bem assim e alguns pontos do enredo também não foram bem acabados.
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Nivia.Oliveira 25/05/2019

Os sete crimes de Roma. Guilaume Prévost escolhe nada mais nada menos que Leonardo da Vinci para ser o detetive. A história é incrível e é claro que há citações e descrições de obras de arte, esculturas e construções romanas.
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regifreitas 30/01/2019

Primeira leitura concluída no ano de 2019.

Na Roma de 1514 começam a surgir uma série de corpos de pessoas assassinadas de forma cruel e grotesca: um jovem decapitado é encontrado na coluna da estátua do imperador Marco Aurélio, um velho nu é encontrado pendurado em uma das escadas do Fórum. Nas cenas dos crimes, mensagens enigmáticas ligando de alguma forma as vítimas, e revelando que outras mais aparecerão. Cabe ao jovem Guido, estudante de medicina, e filho do antigo xerife, decifrar esse mistério. Para isso ele conta com a ajuda do célebre Leonardo Da Vinci.

Seguindo uma linha semelhante ao OS CRIMES DO MOSAICO, de Giulio Leoni, Prévost nos leva a locais de relevância histórica como a Capela Sistina e a Biblioteca do Vaticano. Transitam também pelo romance personagens históricos, como o pintor Rafael, o Papa Leão X e o próprio Leonardo Da Vinci. Mas as semelhanças com as obras de Leoni param por aí, pois a qualidade da escrita de Prévost é bem superior.

Do autor eu já tinha lido o ótimo O ASSASSINO E O PROFETA, que acabou me agradando mais. Porém, não se pode negar que tanto em construção de enredo como em relação a própria escrita, as obras de Prévost acabam se destacando dentro da atual produção do gênero policial.
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Carla 10/09/2017

só por diversão, fraquinho!
O livro é ambientado em uma Roma em meados de 1500, onde ocorrem uma série de assassinatos baseados em uma obra de arte. Estes crimes aterrorizam a população devido a crueldade e aos nobres pois coloca os coloca em risco de que suas trapaças sejam descobertas. Para desvendar o mistério temos um jovem estudante de medicina, Guido Sinibaldi e nada mais nada menos que que o inigualável Leonardo da Vinci, imortalizado por suas pinturas de “Monalisa” e a “santa ceia”. A história vai se desenrolando através de várias pistas e reviravoltas até um final convincente. São comentados os artifícios utilizados pelo clero para controle do povo, os desmandos e até a utilização de símbolos de forma errônea para exercer tal controle, mas sem discussões profundas ou filosóficas. Recomendo para diversão mas não que seja um ótimo policial.
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Deghety 10/07/2017

Os Sete Crimes de Roma
Os Sete Crimes de Roma se passa no início do século XVI e tem como um dos principais personagens, Leonardo Da Vinci que junto com o jovem Guido Sinibaldi, estudante de medicina e filho de um antigo e renomado xerife de Roma, segue os rastros e tenta desvendar os enigmas de um assassino em série.
O livro é simples, as investigações e os mistérios revelados não tem nada de extraordinário, assim como ficou a desejar no aspecto cultural e histórico por haver poucos detalhes sobre o século em questão, sobretudo em relação a Da Vinci, Vaticano, monumentos e relíquias. Mas, acredito eu, que a ideia do autor era entreter, e isso o livro faz bem, é bastante dinâmico e não previsível, ao menos a mim, só foi possível fazer deduções depois de 2/3 da leitura, coisa incomum em livros do gênero.
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Sueli 27/09/2016

Os Sete Crimes de Roma
Um suspense mediano, com personagens emblemáticos e fascinantes que a meu ver foram desperdiçados em meio a uma trama interessante, mas não viciante que é o que eu espero de um romance investigativo.
Contudo, Prévost dá um destino muito criativo para um dos maiores tesouros da cristandade e que me pareceu muito fervoroso.
De forma geral a edição está muito boa, mas quase no final do livro um erro de digitação chamou muito atenção, como você poderá verificar abaixo a como a troca de apenas um numeral, para um leitor desatento, pode prejudicar ainda mais a compreensão do texto:

Oi, estou lendo este eBook e gostaria de compartilhar esta citação com você.

"18 de janeiro de 1475 Pantagathus, Mammeius, Papirius Minicinus, Aemilius Exploradores de todas as antiguidades Sob o reinado de Pomponio Leto, Pontífice Supremo Minutius Delícias das prostitutas de Roma – Em 1745, sim, sete anos depois da conjuração!" (from "Os sete crimes de Roma" by Guilaume Prévost, Fernando Scheibe)

Um livro interessante e que chamou a minha atenção para outras publicações da Editora
Vertigo.
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Vanessa 03/03/2015

O livro é divertido, um bom passatempo, mas deixou a desejar em alguns pontos. A trama tem vários fios soltos, que não foram bem explorados em minha opinião.
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Naty 02/12/2014

“'O pecador perdeu a cabeça
O inocente perdeu a vida
O Pontífice perdeu a Face
E a poupa ganhou o céu'
Van Aeken pinta” (p.144).

O ano é 1514, vésperas de Natal e um inverno torrencial. O que tinha tudo para ser motivo de comemoração e festejos, acaba se tornando o pior dos pesadelos dos habitantes de Roma. O corpo de um jovem é encontrado terrivelmente decapitado, nu, coberto por sangue e, em suas costas, uma espada está alojada.

Em cima da estátua do imperador Marco Aurélio, ninguém imaginaria encontrar esse jovem sem vida. Não bastasse a crueldade, letras de sangue anunciam: “Eum qui peccat...” (Aquele que peca...). O mistério e o temor tomam conta do coração da cidade e, pouco tempo depois, outro crime surge e assombra a população.

Um senhor é encontrado morto, também nu, com as mãos amarradas, a cabeça caída sobre o ombro e preso aos barrotes, ao lado da torre de Milícia. Com letras de sangue estampa: “...Deus castigat” (...Deus castiga). Quando todos imaginam que os crimes estão prestes a acabar, uma senhora é encontrada decapitada, com seus cabelos grisalhos e amarelados.

“- No entanto, ele se deu ao trabalho de molhar de novo o dedo para acrescentar estes três pontinhos no final. Por que razão? Por que razão, senão para dar a entender que haveria uma sequência para o seu gesto? Estes três pontos não estão ali por acaso, Guido, não. Eles servem de aviso. O assassino certamente pretende recomeçar e resolveu nos avisar” (p.27).

Uma série de crimes acontecem e, como o título declara, são sete. O autor cria as mortes de forma fria, calculada e completamente excelente. É impossível não se admirar com a forma sangrenta que os corpos são encontrados e, o melhor, narrados. Prévost prende o leitor pela crueldade em que trabalha os assassinatos, a maneira que cria um perfil criminoso frio, com especialidade em desorientar as investigações e, ainda, pela criatividade em fazer Leonardo da Vinci ressurgir.

Quem poderia imaginar uma obra em que Leonardo da Vinci fizesse parte de uma investigação? O autor acertou em cheio ao colocar esse personagem em uma obra tão histórica e que envolve a arte. O incrível Leonardo não poderia ficar de fora desse magnífico enredo.

Não obstante, outro responsável pela investigação e que, para mim, se sobressaiu, foi o querido Guido Sinibaldi. Ele é um estudante de medicina e filho de um ex xerife da cidade, Vicenzo Sinibaldi. Seu pai foi morto em 1511, quando perseguia um criminoso.

“Pois a bala que matou meu pai feriu-a também no coração, ferida que só se curou, 28 anos mais tarde, com sua própria morte. Mal chegada aos 40 anos, sem que nada a tivesse preparado para aquilo, ela se tornou a viúva Sinibaldi. Viúva não apenas de seu marido, mas também de seu futuro, de sua fortuna e de muitos de seus amigos” (p.54).

A obra é envolvente e aborda diversas temáticas: política, religião e a querida arquitetura histórica de Roma. Guido e Leonardo têm de investigar os crimes em um ambiente regado pela política do Vaticano.

O personagem Leonardo da Vinci é excepcional. Prévost soube resgatar a intelectualidade do pintor e o coloca no ápice, o que de fato merece, a todo o momento. Não apenas ele, mas o seu parceiro Guido são espertos e captam os detalhes mais insignificantes, aparentemente. É impossível não se encantar por esses dois e pela forma que tudo se desenvolve.

Sem dúvidas, é um romance policial que chama a atenção por sua qualidade, seus mistérios e pelo thriller histórico trabalhado; além do ponto totalmente fundamental abordado pelo autor que consiste sobre os conflitos existentes entre da Vinci e a Igreja pelos estudos daquele voltados à anatomia. A capa do livro é bem sugestiva, justamente por elencar isso.

“- [...] Não há aí motivo suficiente para queimar todos os papas do inferno? Vender o Paraíso para construir templos a sua própria glória. Não é este o verdadeiro sinal de pecado? Se ainda os que estão atrás do papa fossem melhores! Mas não, estão todos de acordo, dançando a mesma dança!” (p.129).

A revisão ortográfica foi bem feita, não perfeita, mas os erros encontrados foram poucos e não atrapalham o entendimento do leitor. O nome do livro e a capa foram excelentes. A cor tanto na lombada quanto na contracapa deu a ideia exatamente do sangue presente em toda parte do livro.

Confesso que não conhecia Guillaume Prévost. Ao solicitar o livro foi mais pelo visual e pela sinopse, não pesquisei sobre o autor. Foi como dar um tiro no escuro e, confesso, acertei no alvo. Um autor que será lido por mim outras vezes, sem dúvidas.

Para quem gosta do gênero e/ou, até mesmo para quem não gosta, a obra é indicadíssima. Para quem curte história e todo o período da antiguidade, com certeza irá se identificar com esse trabalho.
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Adriana 20/10/2014

outubro, 2014, e-book, policial, mistério, Maratona Policial
Quando a editora vestígio, começou a lançar os livros, fiquei doida para ler um exemplar. Me interessei por este por mesclar fatos históricos. Guido Sinibaldi um estudante de medicina e Leonardo da Vinci são a dupla improvável que conduzem a investigação a parte, de vários crimes violentos praticados em lugares famosos de Roma que envolvem também o Papa Leão X. Personagens reais e fatos políticos são apresentados e ficou bastante interessante, fui dar uma busca na internet pela biografia de Papa Leão x, nasceu como Giovani Di Lorenzo de Medici e este foi o 217º papa e no seu papado(?) teve início a Reforma Protestante iniciada por Martin Lutero. Achei interessante e muito boa narrativa.
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sonia 20/08/2014

uma pitada de história e várias de fantasia
Para quem gosta do genero policial e curte hist'oria, este é um livro muito bom, inteligente e bem escrito, que me prendeu da primeira at'e a última página, ainda me dando o prazer de me imaginar ao lado de Leonardo da Vinci, o pintor Rafael e passaendo por lugares históricos da Itália.
A história, que não vou contar, trata, é claro, de um criminoso que está sendo procurado por seus crimes, e esclarece seus motivos.
Simples assim, e elegante. O personagem principal passeia por vários livros no decorrer de sua busca. E ficamos conhecendo um pouco das idéias da igreja sobre certos livros e certos autores,de maneira bem simpática.

site: http://escritoraporvocacao.blogspot.com.br/
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Só Sobre Livros 20/02/2014

O que deu errado?
Confira resenha no blog

site: http://sosobrelivros.blogspot.com.br/2014/02/o-que-deu-errado-carla-cristina-ferreira.html
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Psychobooks 30/11/2013

Eu adoro um romance policial, quando recebi o livro Os Sete Crimes de Roma para análise, fiquei interessada em saber como o autor desenvolveria seu enredo, pois logo na capa está escrito: "Roma, 1514. Leonardo da Vinci conduz a investigação...".

Enredo

Guido Sinibaldi é um jovem estudante de medicina, seu pai foi o último xerife de Roma que desapareceu durante o trabalho, sua mãe não quis que o filho seguisse os passos do pai e o garoto optou então por estudar medicina, mas herdou a curiosidade por desvendar mistérios.

Poucos dias antes do natal de 1514, o corpo de um jovem é encontrado decapitado em cima da estátua de Marco Aurélio e esse é só o começo da sucessão de crimes cruéis.
Leonardo da Vinci é chamado para analisar o corpo encontrado e acaba se interessando pelo crime intrigante. Junto com Guido, os dois irão fazer uma investigação paralela para tentar descobrir quem é o assassino e evitar que mais mortes aconteçam. É claro que nem todos concordam com o envolvimento dos dois e eles terão de lidar com inimigos poderosos.

Narrativa e desenvolvimento do enredo

O livro é narrado em primeira pessoa, sob o ponto de vista do jovem Sinibaldi. O ritmo de leitura é acelerado, o autor mesclou momentos de tensão, cenas de ação e um pouco de fatos históricos. Durante a leitura, fica claro o cuidado que Guillaume teve em pesquisar sobre os costumes e fatos políticos da época.

A descrição das cenas dos crimes é feita na medida certa, causa repulsa no leitor, mas não entedia com detalhes minuciosos desnecessários. E isso faz com que o leitor fiquei preso ao livro até desvendar todas as pistas e descobrir quem é o assassino.

Personagens

Guido Sinibaldi é um rapaz um tanto inocente que vai amadurecendo ao longo da leitura. Curioso e esperto, não resiste a um bom mistério e não mede esforços para conseguir suas respostas.

Eu estava curiosa e receosa para saber como Leonardo da Vinci seria retratado nesse livro, confesso que fiquei positivamente surpresa com as características que o autor escolheu para ele. Sagaz, engraçado e um tanto distraído por causa de sua idade, ele é um personagem secundário que quando está em cena acaba roubando as atenções para ele.
Parte da investigação é feita na biblioteca do Vaticano e os personagens que ali estão são bem caracterizados e fundamentais para o bom desenvolvimento do enredo.


Concluindo

Não sou de fazer comparações, mas enquanto lia o livro foi impossível não pensar em uma mistura de Dan Brown - Roma, vaticano, catolicismo, pistas deixadas para serem desvendadas -, com Sherlock Holmes - Leonardo da Vinci e Guido formam uma bela dupla -, e não digo isso negativamente, realmente gostei dessa química.

Os Sete crimes de Roma é um romance policial intrigante, com personagens cativantes, alguns elementos reais mesclados com cenas de crimes bem construídas e um assassino que deixa pistas enigmáticas para serem desvendadas. Mesmo sem ser o melhor livro que já li nesse gênero, recomendo a leitura principalmente pela ousadia do autor ao escolher a época e personagens reais envolvidos.

"A escada, as colunas, as cabeças... Pesadelos de um demente, eis uma expressão que se aplicava bastante bem aos crimes de horror."
Página 150


site: http://www.psychobooks.com.br/
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