A Queda do Governador - Parte Um

A Queda do Governador - Parte Um Robert Kirkman
Jay Bonansinga




Resenhas - A Queda do Governador - Parte Um


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Jana 05/03/2014

Governador não salva a pátria, mas salva a história.
Chegamos ao terceiro volume de uma saga marcada por altos e baixos.

"A Ascensão do Governador" é incrível, um livro empolgante com excelentes personagens. "O Caminho para Woodbury" é um balde de água fria, um livro tão lento quanto os zumbis que nele aparecem. E "A Queda do Governador - parte I"... Bem, esse consegue ser uma mistura de seus antecessores. Chato e emocionante, surpreendente e entendiante - mas que no fim, vale a leitura.

Dessa vez, permanecemos o tempo todo em Woodbury. Somos inseridos no cotidiano dos personagens sobreviventes, acompanhando-os enquanto eles ensaiam uma vida pós-apocalíptica. Na maior parte do livro, nos dividimos principalmente entre as perspectivas de dois personagens: Lilly Caul e o Governador Philip Blake . Justamente, são esses dois que correspondem aos "baixos" e os "altos" da narrativa.

Lilly é o motivo fundamental para o meu ódio ao "O Caminho para Woodbury" e num bis, volta para ser meu desgosto nesse livro. A personagem não desperta simpatia, parece deslocada, seus sentimentos são sempre superficiais. E o romance? Não entendo isso. No livro anterior, houve um romance patético e terrivelmente açucarado - uma fórmula destoante em um livro que tem como plano de fundo um mundo arruinado pelos zumbis. Não sou contra os dramas pessoais ou o desenvolvimento psicológico dos personagens e tal, mas romance cor de rosa? Com frases bonitinhas e dúvidas existenciais do tipo "será que eu fico com ele?" Pensei que os autores não teriam coragem de repetir uma história dessas, mas pelo jeito, a personagem Lilly está fadada aos romances chatos e descabidos. Inclusive, Austin (um dos personagens incluídos que mais se destacam) é outro chatinho, infantil, fraco, bobinho. Caso esse fosse um livro zumbi juvenil, a historinha deles seria passável (ou não). Mas numa narrativa brutal e sanguinária? Não.

Afinal, apesar dos baixos, "A Queda do Governador" permanece sendo um livro brutal. E mais brutal do que nunca, pois toda a chatice aguentada na primeira parte é recompensada na segunda metade da história. Entramos outra uma vez na mente do mais instigante personagem - O Governador - e nos deliciamos com a sua loucura, seus conflitos, suas ações, seu poder. Esse vilão é épico, do tipo que dá gosto odiar.

O Governador está no auge - tem a obediência de uma cidade, a fidelidade de seus seguidores e Woodbury finalmente está para se transformar numa fortaleza, um mundo dentro de outro. No entanto, sabemos o que dizem - quanto mais alto se chega, maior é a queda. E no meio do lento despencar do Governador, somos presenteados com a entrada dos personagens conhecidos do povo: Rick, Glenn e Michonne.

Ah, Michonne... Na série, ela é (disparado) a minha personagem favorita. E nesse livro, essa preferência só fez aumentar. É com o envolvimento dela que acontecem as cenas mais angustiantes, narradas com um detalhismo que faz você pensar - entre zumbis e humanos, quem são os verdadeiros monstros?

"A Queda do Governador - parte I" tem boas cenas de ação e mostra um personagem que vai além da fronteira de crueldade. Os detalhes são tão bem construídos que, dependendo da atenção com a qual você lê, vai acabar se imaginando na pele daqueles que sofrem nas mãos do Governador - e isso é algo que você não quer. Haverão momentos em que o leitor vai revirar os olhos (caso compartilhe da minha opinião) por causa das cenas pedantes da Srta. Caul, mas no restante... Vai fundo. E aproveite seus (prováveis) últimos momentos em Woodbury.
May (@bellatriiiiix) 22/03/2014minha estante
Eu ainda não li A Queda do Governador (ainda não chegou), mas a cada parágrafo que eu lia desse texto parece que era o meu pensamento sendo exposto. Os livros anteriores da série para mim se compara aquelas partes das novelas da Globo de merchandising, o livro é salvo apenas por rápidas (muito rápidas) passagens que me deixaram envolvida, mas que logo se transforma em decepção. Espero que A Queda do Governador - Part I me deixe entusiasmada para ler a Parte II.


Fábio 27/04/2014minha estante
Li os 2 primeiros. Quem jogou o game odeia mais ainda essa Lilly. Pior personagem que eu já vi, consegui odiar ela no livro, na HQ e no game tb. Só não sei quanto à serie pq não conseguir continuar assistindo. Ótima a sua resenha.


Kaduzette 19/03/2015minha estante
Lilly não,pelo amor de Deus,me diz que ela morre na primeira página desse livro ?Sinceramente "o Caminho para Woodbury" foi quase insuportável por causa dessa mulher,o autor pecou e muito nessa personagem,conheço muita gente que não vai ler mais Walking Dead por causa dela e a insistência do autor em um personagem dos mais desnecessários que já li na vida,até na minha resenha aqui do site escrevi eu não nem sei merecia morrer mais cedo entre as duas garotas.
Me deu um desânimo em saber que ela está no terceiro livro como personagem central :(


Kaduzette 21/04/2015minha estante
Acabei de ler, gostei, achei bem melhor que o segundo livro, como eu imaginei, essa personagem Lily até hoje atrapalhando o andamento dos livros, que grande besteira dos autores, mas prefiro esquecer dela...Até porque no final do 3ºlivro a parte dela é ate bacana, sonhando com algo totalmente ao contrário a realidade hehe está bom seu comentário foi demais e agora vou ler o 4ºlivro.


Thauani 29/03/2016minha estante
Me identifiquei.


Marcela.Marques 08/03/2021minha estante
São aqueles 83 segundos que fazem tudo valer a pena, melhor luta e vingança ever!




juliarfs 31/01/2021

que saudade do meu twd
voltei pra essa leitura depois de ter lido os primeiros livros a muito tempo, e entrar nesse universo de novo me bateu tanta nostalgia, saudade dos personagens e da série
michonne sem comparação, uma personagem que eu amo e que amei ver nesse livro
o livro me surpreendeu positivamente, não achei que me conectaria depois de tanto tempo, mas consegui me lembrar de coisas que eu nem imaginava e fiquei muito presa nessas páginas
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KimStain 28/05/2020

Sobre o livro.
"Se todos vocês querem viver, se todos querem sobreviver, terão que lutar por isso!"
Chegamos no livro 3 , o que finalmente iria conectar os livros com a série principal que é a dos Quadrinhos, eu achei sensacional a conexão, encaixam perfeitamente. Nesse tem a famosa cena de tortura que tem nos quadrinhos mas aqui como é com palavras, sem cenas, você imagina muito bem, e é bem pesado essa cena da tortura, acho que ficou mais pesado a escrita do que com cenas gráficas. Esse livro se constrói bem, e é legal ver de uma perspectiva diferente os protagonistas da série principal na literatura. O ponto de vista do Governador me satifez muito, principalmente nas partes em que ele tem uma luta mentalmente com o seu eu do passado. E o outro ponto de vista da protagonista da próxima trilogia de livros de TWD, Lilly Caul, nesse livro é mostrado ela tentando voltar a se reconectar com amor, principalmente agora que ela terá um bebê, vamos ver se essa criança vai nascer mesmo, e gostei das partes dela no livro, espero que ela e o Austin fiquem juntos até o final. Bom agora ta se aproximando o desfecho, e estou louco pra ver como ele se saí na literatura, já que vimos nos Quadrinhos e parcialmente no seriado de TV.
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Queria Estar Lendo 08/06/2015

Resenha: A Queda do Governador - Parte 1
Ai ai... Esse livro odioso. Esse Governador desprezível. Essa história que pegou minhas emoções e jogou num moedor de carne enquanto eu era obrigada a assistir. Se eu pudesse jogar um só personagem nos nove círculos do inferno, em pedacinhos, eu escolheria o Governador sem pensar duas vezes.

Retomando de onde parou, com uma pequena passagem de tempo, A Queda do Governador alterna diversos pontos de vista. Os principais são do Governador, lógico, e da Lilly Caul - sim, a menina medrosa do outro livro? Pois é, a personagem cresceu, amadureceu e virou uma desgraça na minha vida. Porque não, não gosto de quem apoia o Governador. Não gosto de quem não vê o DEMÔNIO que é o homem que governa Woodbury, que não enxerga as crueldades por trás da "defesa" dele, que não entende que satanás às vezes passa dos limites.

Eu só queria que ela parasse de apoiar ele cinco minutos e pensasse em como tudo parece suspeito ali. SÓ CALE A BOCA E ESCUTE A VOZ DA RAZÃO, LÍLIAN!

A história toma rumos quando um avião cai perto dali. Entre tretas a respeito dos corpos dos tripulantes e do Governador sumindo com os corpos dos mortos para levar ao seu apartamento - porque ai ai, lembra da Penny? Se você assistiu a série ou leu os quadrinhos, sabe porque eu perguntei isso - acontece de três sobreviventes chegarem a Woodbury. Um moço coreano, uma mulher negra com rastafaris e dona de uma katana e um homem branco de cabelos claros - que em algum momento de sua vida foi um xerife. Pois é, Glenn, Michonne e Rick, nossos queridos companheiros de série.

Lá em Woodbury, no entanto, eles são desconhecidos; e a Lilly, aquela jamanta, acredita na história do Governador sobre as 'ameaças' a cidade que são os três - mesmo que o Rick tenha perdido a mão e o Governador nunca mostre o que está fazendo com a Michonne e o Glenn (NESSAS HORAS EU GRITO AOS VENTOS O QUANTO AMO O GOVERNADOR DA SÉRIE!). A partir dai acho que é muito spoiler contar o que vai rolando conforme acompanhamos a tensão crescer em cima desses prisioneiros e do que será feito deles - e também com a pergunta "de onde eles vieram?", "onde é o ninho de sobrevivência deles?". Sim, se você pensou na prisão, parabéns.

"Estão se desapegando do luto, do medo do passado. Têm um futuro agora."

Eu não quero falar sobre o nojo que senti do Governador durante esse livro. Principalmente a respeito da Michonne. A narrativa é bem mais pesada, as descrições são perturbadoras, e depois de ler eu só queria o Philip queimando numa fogueira com um espeto enfiado naquele lugar. O GOVERNADOR NÃO É HUMANO, ELE É SÓ... UM MONSTRO. SÓ ISSO.

Lilly foi outra insuportável. Não a ponto de ser asquerosa igual o Governador, mas por ser tão cega. Tão cega pela segurança recém-conquistada que não vê as atrocidades feitas pelo homem para garantir aquilo; tão cega pela possibilidade de proteger Woodbury dos invasores que não percebe que Rick e cia não são ameaça porcaria nenhuma, mas que o Governador é! Tão bobona pela felicidade que encontrou em Austin, um rapaz charmoso e adorável, que quer vivê-la sem se importar com as consequências. Isso me irritou MUITO! Eu odiei a Lilly do momento em que ela mostrou apoio ao Governador até o fim da série.

Fora isso, graças, temos alívios queridos no médico da cidade, que é a parte "racional" daquela joça sem sentido que é Woodbury. Alice, a enfermeira, que aparece pouco mas aparece lindamente, e Michonne, toda poderosa e rainha da minha vida, que mesmo sofrendo pacas não cai. Nunca. ESSA MULHER É MINHA HEROÍNA!

"- Furadeira elétrica. - diz Michonne. - Deve tê-la carregado recentemente... A bateria está cheia.
Ela caminha na direção do Governador apertando o gatilho da furadeira, iniciando o motor. O ruído lembra o rilhar de um instrumento dentário.- Acho que começaremos com ela."

Foi o livro mais psicologicamente perturbador da quadrilogia, na minha opinião, mas continua sendo uma boa leitura. O Jay continua arrasando na narração e nessa incrível capacidade de prender sua atenção do início ao fim! 4 estrelas merecidas (sim, eu tirei uma estrela por causa do Governador e da Lilly, me processe).
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@Ju 02/10/2020

Igual a série de TV, não muda muita coisa não. Porém amei por causa dos detalhes já quero os outros.
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Lore 24/01/2021

Temer os zumbis ou os humanos??
Noossaa!! Que continuação! Sem fôlego pra tanta ação e conflitos dessa sequência. Me levou a pensar se deveremos temer mais os zumbis ou os próprios humanos!!

Esse livro nos trouxe aspectos muito interessantes. Um deles é a presença de personagens conhecidos no universo HQ e da Série. O outro é a natureza humana, até que ponto os homens podem chegar para defender seus desejos.

Uma narrativa cheia de detalhes e descrições o que felicita bastante na imaginação para ilustrar as cenas descritas. Evolução dos personagens ao longo da trama. São aspectos que me deixam ainda mais presa a essa leitura.

Recomendo bastante para os fãs do universo zumbi e de TWD.
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Dani 21/07/2020

Tremendamente perturbador
Que livro fantástico, o final é a melhor parte, umas das personagens garantiu a história toda!!! Recomendo...
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Isa 26/03/2021

Li errado
Eu super emocionado com o livro achando que tinha dois livros anteriores e os que eu tinha aqui em casa eram a sequência me enganei!!!
Li o último livro agora vou "começar" a sequência do livros pelo primeiro hahahaah
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Lilly 17/04/2014

Oi, Pessoas!!

Então, hoje vamos falar sobre mais um volume da série de livros The Walking Dead, neste caso, A Queda do Governador - Parte Um. O que dizer... o que dizer? Não quero ser chata, muito menos agressiva... rs... mas não posso omitir o quanto fiquei me sentindo aborrecida e ‘roubada’, enquanto leitora, pelo nosso amado “fazedor” de dinheiro, o Sr. Robert Kirkman e seu parceiro de jornada literária o Sr. Jay Bonansinga...

Não tenho nada contra o cara querer e ter o direito de extrair da franquia The Walking Dead, todos os benefícios que esta puder lhe conceder. Entretanto, acho extremamente desrespeitoso se aproveitar disso para extorquir os fãs oferecendo produtos de qualidade inferior. O que foi esse livro? Vamos justificar nossa revolta, falando sobre o mesmo.

Quem leu os outros dois volumes, mesmo sendo o primeiro infinitamente superior ao segundo, viu que o Robert tem uma escrita interessante, com texto fluido, claro e de fácil leitura, que prende o leitor do início ao fim.

Mas não é essa escrita que vemos por aqui. Só para começar, temos uma cena, uma única cena de luta, cuja descrição é feita em 18 páginas... isso mesmo, 18 páginas de uma enrolação sem fim. Quantas páginas são necessárias para se descrever o líquido negro e pegajoso que é expelido pelos zumbis quando seus crânios são partidos ou seu corpo estraçalhado? Sério. Isso aconteceu da página 11 até a 29. Chaaaaaaaaaaaaaaato!

Quer saber o que é pior? Não aconteceu só nesta cena. Em muitos momentos do livro, nos quais as cenas poderiam se suceder e a história fluir, elas apenas se arrastaram. Inúmeras vezes foi mencionando insistentemente o cheiro exalado dos zumbis. Oi? Só agora eles notaram isso?

Com relação ao Governador e a sua personalidade marcante pouco foi aproveitado no que diz respeito a analisá-lo em seu desvario. Imaginei que ele seria mais abordado sobre o ponto de vista dele mesmo, através dos seus pensamentos, para que pudéssemos conhecê-lo ou até mesmo entendê-lo melhor. Afora alguns momentos em que ele manifesta uma dualidade interna constante entre Brian e Philipe não muito mais foi dito.

Já a nossa personagem Lilly que prometia tanto no volume dois da série de livros, na minha opinião, deixou muitíssimo a desejar. Mudou. Simples assim. Agora ela consegue ver (não sei como) que, às vezes ou sempre, é preciso agir como o Governador para que as coisas aconteçam a contento (estranho). Sua história é relatada paralelamente à do Governador, intercalando situações da comunidade a sua, recém desenvolvida, relação amorosa.

O momento mais interessante foi a introdução do meu amado Rick e da Michonne (personagens do universo dos quadrinhos e da série de tv) à história. Suas participações foram muito interessantes mas não houve surpresas, foi mantida a linha de pensamento dos quadrinhos. Isso me leva a dizer a esse pessoal que, se diz fã e, vive reclamando das diferenças entre série de tv e os quadrinhos para sossegar e deixar o Robert ter licença criativa para alterar algumas passagens. Digo isso pois foi estranho ler sobre a tortura da Michonne e do Governador, quando eu já conhecia os detalhes da hq. Não sei se me fiz entender...

Devo ressaltar que o que mais me agradou no livro, nem em sonho vocês vão adivinhar - o Martinez. U-hum, isso mesmo. Adorei conhecer um pouco mais do parceiro de luta do Governador. Um cara de personalidade peculiar, mais observador, inteligente e sensível do que eu supunha. Por isso, acho tão importante que o autor se dedique aos pensamentos do personagem, é uma forma de mostrar o porquê das ações. Era isso que eu esperava que tivesse sido feito aqui, nesse volume, com o Governador...

Resumindo, o livro é bonzinho. Não chega a ser maravilhoso mas é interessante, principalmente, para quem não leu os quadrinhos. Devo dizer que estou ansiosa para ver o que será feito do volume final. Muita expectativa!!!!

Se você é fã da série, como eu, obviamente vai querer ter toda a coleção de livros mesmo sabendo que não é tão maravilhosa assim. Agora, se você apenas curte o universo zumbi, o volume um da série vai te deixar feliz e satisfeito não há necessidade de adquirir todos os outros volumes.


site: http://despertarliteral.blogspot.com.br/2014/02/resenha-walking-dead-queda-do.html
Balu 11/06/2015minha estante
Concordo em grande parte o que não concordo quando vc diz para mudar personagens, até onde sei os livros foram concebidos para contar a história do governador e complementar as hqs, ou seja, faz parte do mesmo universo, mostra os acontecimentos de outro ponto de vista não tinha como mudar o que já foi escrito. Outro detalhe que incomoda a maior parte dos fãs é a questão de adaptação e "baseado em", uma adaptação tem de ser fiel ao original mudando coisas que não são possíveis mostrar na tela e não mudar a personalidade do povo. Um bom exemplo de "baseado em" é o jogo do Lee, se passa no mesmo mundo mas com personagens diferentes e com uma história fantástica, detesto quando mudam os personagens que mais gosto e sem nescessidade.


Lilly 26/11/2016minha estante
Balu, acho que vc se equivocou. Em momento algum eu disse para "mudar" personagens.




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DrAlu 07/03/2021

Muito mais cruel que a versão da TV. Vale muito a pena.
Leitura obrigatória aos fãs
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luzmarinafg 24/03/2017

Sensacional
Geeente, até que enfim conseguir tomar antipatia do governador.
Sério, eu já estava preocupada por ainda não ter tomado birra do governador, porque nos dois primeiros livros ele pareceu um cara tentando sobreviver, apenas. Mas aqui ele se revelou o que tanto dizem por aí, e eu fiquei de cabelo em pé com tanta crueldade. Melhor pedir pra sair, governador, senão a coisa vai ficar ainda mais feia. Ansiosa para ir pro quarto livro, na segunda parte da queda de "Phillip".
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Rodrigo S 23/02/2014

Caminho Tortuoso; Amanhã Incerto.
Embora seja um livro que relate exatamente o que aconteceu na fase Woodbury das HQs, nota-se que a trama evolui inteiramente do ponto de vista de Philip Blake - O Governador, de acordo com o que foi prometido. E o que dizer do embate entre Ele e Michonne?! Um dos pontos altos do livro, é claro. Tanto que personagens como Rick e Glen tiveram participações bem rápidas em comparação com o material base. Isso fez com que tudo atingisse um equilíbrio entre as narrativas de duas mídias distintas que são os quadrinhos e os livros, algo que, na minha opinião, faltou em O Caminho Para Woodbury, mas se vê em A Ascensão do Governador... e agora neste capítulo final, dividido em duas partes.

Robert Krkman e Jay Bonasinga são bons no desenvolvimento do enredo, mas pecam por serem previsíveis ao evidenciar certos aspectos que nos fazem prever de imediato o que virá a seguir, como quando Lilly Caul faz uma importante descoberta que envolve Austin Ballard. A Queda do Governador - Parte Um sem dúvidas é uma boa leitura e, embora saiba o que esperar da segunda e última parte, fico sossegado quanto a narrativa, que garante uma perspectiva diferente de fatos já conhecidos, algo que confere ao livro sua própria identidade.
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Fabricio~Raito 13/03/2014

Queda lenta e pouco animadora
"A Queda do Governador terá que ser dividido em duas partes, dado ao número de páginas. Achamos melhor assim". Ok, quem sou eu pra discutir? E quem sou eu pra desconfiar que esta "jogada de marketing" não visava também obter mais lucro$, além do enorme sucesso da série e também da pioneira HQ? Fato é que esta primeira parte da "conclusão" desta trilogia (embora não seja mais uma trilogia propriamente dita) se mostra muito morna em comparação aos dois volumes anteriores, abarcando passagens já não muito novas para o leitor e utilizando de idéias repetitivas e cansativas. Mas o final consegue salvar.
Fato é que o livro se mostra (ou pelo menos deveria se mostrar) mais interessante para aqueles já familiarizados à história e que acompanham a HQ. É neste volume que a história do Governador e dos personagens novos apresentados no segundo livro se encontram com os "queridinhos" protagonistas Rick, Glenn e Michonne. A dinâmica apresentada é positiva, fazendo um "entrelaçado" entre as histórias do romance e da história em quadrinhos. Se você leu esta parte na HQ conseguirá fazer links interessantes.
Assim como o próprio nome estampado na capa revela (e desculpe se isto se revelou um big spoiler para você), a história apresenta o climax de Philip Blake enquanto "Governador" e detentor do poder na pequena cidadela onde vivem, protegidos das hordas de mortos-vivos. É claro que sua forma de "governar" se mostra tão (ou mais) perigosa que os próprios mortos-vivos, o que revela Philip como uma pessoa instável, perturbada e repleto de incógnitas. Entre passagens entediantes e desnecessárias, o surgimento do grupo de Rick e a já dita "queda do governador - parte 1" salvam a leitura, trazendo momentos repugnantes e que você vai desejar nunca ter lido após ter feito uma refeição.
O trabalho da Galera Records foi eficiente, sem grandes problemas. A capa é muito bonita, igual à original americana, com o letreiro em alto relevo. Agora só nos resta aguardar a segunda parte e torcer para que a mesma receita (já batida) invista em novos ares e rumos, para continuar tendo um gás até a conclusão.
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