A Corte do Ar

A Corte do Ar Stephen Hunt




Resenhas - A Corte do Ar


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dani 28/01/2014

A Corte do Ar – Stephen Hunt
A Corte do Ar foi um livro que me deu trabalho e não por ser bom ou ruim, mas por ser essencialmente complicado.
Nunca tinha lido nada steampunk e fiquei empolgada em começar com um livro com tão bons comentários, sem contar o seu lindo trabalho gráfico (sim , sim, eu sei que não se julga um livro pela capa, mas tenho que dizer que ele é lindo).

A sinopse me chamou a atenção e achei o plot bem interessante, mas ao iniciar a leitura meus problemas começaram.
E é nessa parte que vou colocar em voga, mais uma vez, minha pouca experiência, na verdade quase nula, no estilo. Então não sei se os outros livros são do mesmo jeito, mas logo no começo da leitura me senti perdida, o autor criou um mundo novo com elementos inéditos, que ele vai inserindo na história, só que sem uma explicação anterior, como se fosse natural para o leitor o que ele está falando, e apesar do recurso do glossário do fim do livro muitos elementos me deixaram totalmente perdida. O enredo de fundo é uma grande jogada política (e para aqueles que me conhecem sabem que amo esse tema), mas devido cada lado da disputa possuir nomes diferentes (e bem complicados por assim dizer), filosofias e objetivos contrários, defensores, causas, deuses, nações, meu deus era muita coisa e sem uma explicação, simplesmente um diálogo, ou um fato, ou uma ação. Algumas coisas eram possíveis se entender pelo contexto, mas me vi várias vezes voltando aos parágrafos anteriores para poder confirmar, ou refutar, o que eu tinha achado. E acho que algumas coisas até agora eu não peguei direito.

O enredo principal do livro foi uma boa sacada do autor, dois órfãos que não se conhecem possuem uma vida normal até que começam a ser perseguidos sem saber exatamente o porquê, mas eles podem ser a chave para uma grande trama que está acontecendo em Chacália e em suas fugas iram se envolver com vários personagens.
A narrativa do autor também foi um problema pra mim, devido aos inúmeros detalhes acabei não conseguindo me envolver, nas primeiras 250/300 páginas, mesmo quando tinha uma cena de ação eu acabava me perdendo na quantidade de elementos e personagens envolvidos, afinal muitos possuem mais de uma maneira de serem chamados ou as situações são confusas. No fim do livro que consegui engrenar na leitura, mas mais porque decidi não me apegar aos detalhes.

A construção dos personagens não me agradou em alguns aspectos, primeiro ele trabalha com muitos personagens que acabam se intercalando na história, e eles não são bem aprofundados, isso pode ter ocorrido em razão do livro fazer parte de uma série, mas senti falta de mais informações tanto do passado dos órfãos como dos personagens com quem eles se relacionam mais diretamente (até porque alguns deles são bem interessantes e gostaria de conhecê-los melhor). Agora os personagens não humanos, os homens-vapor (máquinas com vida e consciência) eu gostei da construção e espero que nos próximos livros eles tenham uma participação maior.
Como um todo, tenho que ser sincera que não consigo avaliar este livro, gostei da ideia e da construção desse novo “mundo” mas no fim acabei com uma dúvida se o livro é realmente muito confuso ou se fui eu que não consegui me adaptar ao gênero (e por esse motivo esta resenha não tem uma nota) com mais leitura de steampunk vou me sentir mais apta a comentar a obra de Stephen Hunt.

Série Jackelian
Livro 1 – A Corte do Ar
Livro 2 – The Kingdom Beyond the Waves
Livro 3 – The Rise of the Iron Moon
Livro 4 – Secrets of the Fire Sea
Livro 5 – Jack Cloudie
Livro 6 – From the Deep of the Dark

site: http://olhosderessaca25.blogspot.com.br/2014/01/livro-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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ricardo_22 13/01/2014

Resenha para o blog Over Shock
A Corte do Ar, Stephen Hunt, tradução de Alberto Simões, 1ª edição, Rio de Janeiro-RJ: Saída de Emergência Brasil, 2013, 544 páginas.

Apesar de já ser um subgênero antigo, o steampunk está chegando com força ao Brasil apenas agora. Mas já na década de 70, quando os grandes clássicos do estilo surgiram e passaram a conquistar legiões de fãs, o steampunk é marcado pelo uso de características da Era Vitoriana em um cenário por vezes futurístico. Isso se manteve até Stephen Hunt revolucionar com uma Inglaterra alternativa em seu livro A Corte do Ar.

Testemunhar um assassinato no bordel em que foi colocada como aprendiz marca apenas o início da nova vida de Molly Templar, que volta para o orfanato em que vivia até então e, coincidentemente, encontra todos seus amigos mortos. Isso mostra para ela que, na verdade, era o verdadeiro alvo do assassino e só se livrou da morte por não estar presente. Molly então passa a fugir para evitar ser a próxima vítima, ainda que não saiba o que tem de tão especial para ser caçada dessa forma.

Já Oliver Brooks é acusado de assassinar o próprio tio, seu único familiar vivo. A exemplo de Molly, Oliver foge na companhia de Harry, um misterioso agente da Corte do Ar, e ambos são perseguidos por várias pessoas dispostas a tudo para cercá-los. Não demora muito para Oliver entender o que de fato aconteceu com sua vida, mas aos poucos Molly e Oliver se aventuram ao lado de vários seres em uma história repleta de ação, magia e conflitos políticos e culturais.

“Oliver não conseguia desviar os olhos daqueles destroços humanos: corpos que um dia riram, choraram, caminharam e viveram não passavam agora de sacos de carne, sem qualquer vestígio daquilo que fizeram deles humanos. Como isso podia ser possível? Num momento, seres cheios de vida com esperanças e sonhos; no outro, nada, depósito para um fundo nascido de feitiçaria” (pág. 208).
O charme do steampunk é capaz de encantar sem muito esforço, por isso que a maneira como a história se inicia, apresentando Molly e a rotina da garota após sua vida mudar radicalmente, já parece ser o início de uma história encantadora. O surgimento de Oliver, e posteriormente das primeiras tecnologias, aparenta o mesmo, porém nem tudo é como imaginávamos antes de iniciar a leitura.

Todo o encanto com os primeiros personagens desaparecem quando nos aprofundamos de todo o universo de A Corte do Ar. Como desconhecemos o que foi criado pelo autor, consequência de um cenário alternativo, os elementos fantásticos, as diferenças entre os povos e principalmente os conflitos políticos, fundamentais para a sequência da história, acabam deixando-a confusa.

Surge então uma nova reviravolta quando já estamos familiarizados com esse mundo alternativo. Saber a diferença entre todos os tipos de personagens e seus respectivos interesses torna tudo mais agradável, afinal, a obra deixa de ser confusa para se tornar um ótimo exemplo de uma ficção-científica capaz de agradar todos os fãs do gênero. Um livro de muita ação e elementos científicos diferenciados!

Ao mesmo tempo em que isso acontece, os motivos que fizeram o escritor ser considerado um revolucionário passam a ser destacados pela originalidade do enredo, que torna em casamento perfeito a união de seres mágicos e elementos tecnológicos. Além disso, existe a cultura dos diferentes povos e por último, mas não menos importante, a escrita de Hunt que é um diferencial, apesar de ser muito descritiva e isso tornar a leitura bem lenta e às vezes até cansativa.

site: http://www.overshockblog.com.br/2014/01/resenha-207-corte-do-ar.html
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Nanda Soares 13/01/2014

A Corte do Ar de Stephen Hunt
Antes de ler este livro eu já conhecia um pouco de steampunk, porém nunca tinha lido nenhuma história sobre tal estilo. Então fiquei muito curiosa para conhecer a história de Stephen Hunt e acabei tendo o livro em mãos através da editora parceira Saída de Emergência. Além dessa curiosidade sobre o steampunk, decidi lê-lo por causa de algumas críticas muito boas que li em alguns sites. Porém, não só houveram boas críticas, o que é normal para toda obra.

A edição foi bem trabalhada, com uma capa linda e uma ótima revisão. Outra coisa que gostei bastante sobre os livros da Saída de Emergência. Este é o segundo livro da editora que pego para resenha e a primeira coisa que olho quando abro algum livro é a ficha técnica. Nunca vi tantos revisores sendo mencionados para a revisão de um livro. E acho que toda editora deveria investir nisso, porque já peguei livro com uma história incrível e péssima revisão que às vezes deixa a história sem sentido e difícil de ser lida.

Antes de começar a ler a história em si, eu leio tudo o que tem antes: sinopse, orelha, carta do editor e prefácio do autor (isso se estiver disponível). Em algumas resenhas, eu vi o pessoal reclamando das palavras desconhecidas na história e que só depois viram que o livro tinha um glossário e que não foram avisados disso. No próprio livro e antes de começar a história, se você for ler a carta do editor, tem dizendo que foi incluído um glossário de Chacália ao final do livro. Então sim, o aviso ocorreu. Além do que, para ler um livro vocês não devem somente ler o essencial dele, mas sim ler tudo que tem nele. Por isso que antes de iniciar minha leitura eu sempre faço essa análise completa da edição do livro para não ficar reclamando depois.

Como já era de se esperar, a história se passa num passado! O autor focou em seu conhecimento sobre a Inglaterra vitoriana e georgiana e criou Chacália. Um mundo fantástico com robôs movidos a vapor, dirigíveis, carruagens, bordéis luxuosos e todo um clima steampunk. Somos apresentados a bandidos, aventureiros, encantados (humanos com poderes mágicos), cantores do mundo (uma espécie de polícia política mágica), homens-vapor, além de outros personagens que compõem todo o cenário.

Entre intrigas parlamentares e organizações secretas, temos Molly e Oliver, dois órfãos que se encontram fugindo de assassinos e que não sabem o porquê de aquilo estar acontecendo. Molly é uma órfã do Internato Porta do Sol que nunca se adepta aos seus trabalhos como aprendiz. Já Oliver é sobrinho de Titus, dono da Pousada das Setenta Estrelas. Oliver viver como um criminoso sob custódia, só pode viajar para onde o requerimento estatal, que tem que assinar toda semana, lhe permite. À princípio você não sabe o motivo pelo qual eles são órfãos e nem muito menos porquê estão sendo perseguidos, o que torna tudo um pouco confuso.

Enquanto eles estão sendo caçados muitos assassinatos acontecem. Uma das personagens diz que o motivo das mortes era para evitar testemunhas. Esse espaço vazio, mesmo que lá na frente esteja a resposta, não me agradou muito. Além de as cenas de ação serem um pouco mornas. Sim, mesmo com tantos assassinatos, eu achei tudo muito fraco ainda mais por causa de toda a expectativa criada antes do lançamento e até mesmo pelo o que está escrito na carta do editor. Bom, cada um tem uma opinião sobre determinada coisa, talvez a minha esteja entre a minoria.

Muitas personagem aparecem para acrescentar (ou não) algo na história. E mais uma vez eu volto a falar de pontos vagos. Acredito que alguns capítulos pequenos poderiam não ter existido, mas apenas alguns. Espero que eles tenho algum sentido nos próximos livros. A história é muito boa, porém acho que não foi muito bem aproveitada. Existem muitos detalhes, o que gostei bastante, pois é possível visualizar muito bem todos os ambientes e situações.

Para mim, foi um livro bom. Apenas isto, não é um daqueles que você pretende reler algum dia. Enquanto ao trabalho da editora, eu dou meus parabéns e agradeço por tratarem um livro tão bem.

site: http://universodepaginas.blogspot.com.br/2014/01/a-corte-do-ar-de-stephen-hunt.html
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@APassional 13/01/2014

A Corte do Ar * Resenha por: Rosem Ferr * Arquivo Passional
Os caminhos da Revolução, o futuro do ontem replicado no realismo do hoje, reflete as ideologias do Agora: Bem vindos a Chacália!

Entre o mistério que envolve e fricciona o passado dos protagonistas Oliver e Molly, ressalta-se a corrupção, ambição, ganância, intrigas, empoderamento mediante conspiração que envolvem os sistemas políticos totalitários.

Quer entender alguns meandros da situação política mundial?
Começe pela Corte do Ar, Hahaha!

Afinal Hunt lança sua “Série Jackeliana” em 2007, em um clima de forte pressão econômica e política que irá refletir-se na crise de 2008, esses elementos serão agregados na construção do universo huntiano em todos os sentidos e UAU, é genial.

Inúmeros vilões, cenários vitorianos decadentes, distópicos, a ciência corrompida pelo sistema. Manipulação: genética, farmacológica, psicológica, psíquica, política e social. Nooossa hein!

A Corte do Ar reflete um mundo “Bomba relógio” prestes a explodir, diante de uma sociedade caótica, onde a imaginação de Hunt condensa os piores elementos do absolutismo, capitalismo, comunismo, parlamentarismo e anarquismo e os amplifica em um quadro alucinante e assustadoramente real.

“Quando você se depara com a dinâmica das multidões, abater o lobo sem matar o rebanho se torna impossível” [Harry Stave, pg.170.]

No entanto, pontuando a crítica social e suavizando “de certa forma” o discurso, temos nos dois protagonistas o liame de aventura, que instiga o desvendar dessa complexa leitura para os não iniciados nos mundos steampunk, portanto:

Dica: comece a leitura pelo Glossário, familiarizar-se com os termos antes fará toda a diferença no decorrer da leitura, lembrem: a mente deve ser treinada... que o diga o Sussurrador.

Voltando aos nossos guias entre a vertiginosa rede de informações que seremos expostos, ufff! Oliver, meu predileto, rsrsrs... carrega elementos paranormais com suas habilidades, contatos e sonhos estranhos. Será que ele foi encantado em Brumencantada ou é um encantado? E Molly, criada na exclusão das ruas sujas e fétidas de Açomédio, será na verdade filha de alguma casa aristocrática? Estaria oculta por baixo de toda sua rebeldia, ousadia e coragem uma linhagem nobre?

Esses e outros enigmas - que não são a Lady Enigma Hahahaha! Nem a Observadora hehehe! Ou o Sussurrador Uhuuuu! - fazem da trama uma leitura ímpar, incomparável, antenadíssima com a realidade, portanto super necessária. O Bacana do swing desta “corte”, é que no decorrer do enredo nos deparamos com uma alusão à “CIA”, hummm! E logo, aos thrillers de espionagem, assim... o que lhes aguarda é muiiiiiiiiita ação.

São inúmeras as personagens secundárias, todas surpreendentes e bem desenvolvidas divididas a princípio nos núcleos Oliver, Molly e Corte de Chacália... que não é a do Ar. Esses núcleos irão integrar-se no decorrer dos acontecimentos mas até aí muito Arrrrrrrrr vai rolar, neste mundo tão “equivalente” ao nosso, Oliver e Molly correm incontáveis perigos, serão muitas descobertas e assombros... Hunt nos instiga a cada página.

Olhe... Compare. Assombre-se... Reaja! Acorde!
Chega de Brilho... Basta de Ervassussurante!

Brasileiras e brasileiros ... Ops, Povo Chacaliano hehehehe...

“Nossa alma livre jamais, jamais poderá ser conquistada!
...Sou eu quem decide qual o meu livro de culto.”
Simmmmmmmm... A corte do ar é o meu!

Sensacional! Necessário! Perfeito!
Super indicado... ao público do ensino médio
Leiam, discutam... Acordemmm! BANG!

Beijos Susssurantes... Rosem Ferr .:.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 10/01/2014.

site: http://www.arquivopassional.com/2014/01/resenha-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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Adriana 12/01/2014

A Corte do Ar de Stephen Hunt
No começo achei o livro meio lento ( porém necessário para conhecer e entender a historia), mas isso só até chegar mais ou menos na pagina 100. Depois disso o livro fica simplesmente sensacional. Uma leitura que te prende e te surpreende a todo momento. Este foi o meu primeiro Steampunk, e amei a experiência, o cenário é totalmente diferente ao que estou habituada, com personagens grotescos e a riqueza nos detalhes nos passa uma imagem de uma Londres Vitoriana que jamais imaginei.
O livro é uma mistura de tudo, ação, intriga, drama, aventura, tem magia, homens vapor, Reis mutilados, Soldados com poderes especiais, etc...
O livro é contado por um narrador, e por este motivo, sabemos tudo o que esta acontecendo, em todos os momentos da historia. Sendo assim acabamos embarcando na aventura junto com os nossos protagonistas.
Há, e eu não posso me esquecer que, o que mais me chamou a atenção do livro logo de cara foi a capa. Ela é simplesmente linda, e tem um detalhe, que é demais. A capa tem essa escotilha e na contra capa esta o dirigível, quando ela se abre um se separa do outro pois são independentes. Totalmente diferente e lindo.

Corte do ar é uma organização altamente secreta existente acima das nuvens, que policia e vigia a situação de Chacalia. Que também são conhecidos como observadores do céu. E homen-vapor são seres mecânicos feitos de ferro e rodas de engrenagens, são muito inteligentes, e chamam os humanos de "corpo-macio". Já os cantores do mundo, são feiticeiros que buscam energias das forças magicas da terra. Os habitantes viajam em aerostatos, que são naves que se assemelham a um dirigível. Os Lupocaptores são agentes que espalham o terror em nome da corte do ar.

Molly é uma das órfãs do orfanato portas do sol da cidade de Chacália, e após ser dispensada de mais um trabalho pois ela tem o "péssimo habito" de ser distraída e de gostar de ler no horário de serviço. Mas acaba sendo contratada por um bordel , como aprendiz, mas logo se vê em uma grande enrascada quando as pessoas envolvidas a ela começam a serem assassinadas, quando na verdade o alvo real seria ela. Com um assassino em seu rastro, sua única alternativa é fugir para a cidade subterraria de Tristeesperança com a ajuda de Marchas Lenta (um homem vapor), um lugar dominado por rebeldes e maquinas e medo.
Mas quando ela é resgatada pelo repórter da cidade de Chacália e levada de volta para a superfície tendo ele como seu protetor, Molly fica cada vez mais perto de descobrir o porque de sua vida esta correndo tanto perigo e qual o mistério disso tudo.

Enquanto isso temos o jovem Oliver Books que leva uma vida pacata na cidades de Cem Cadeados, de onde ele não tem permissão para sair, nem a passeio, onde ele é obrigado a assinar um livro de presença uma vez por semana se quiser viver em "liberdade". Tem como tutor o seu tio Titus, o dono da pousada Setenta Estrelas, que ficou responsável por ele após a morte de seus pais. Após a chegada do hospede, convidado de seu tio, o Sr. Harry Stave. Sua vida muda completamente, e para sempre.
Quando volta de uma de suas idas a delegacia para assinar o livro de presença, chegando em casa se depara com a empregada da casa degolada na cozinha, seu tio assassinado no andas de cima, o Sr. Harry pedindo telepaticamente, que ele ficasse acalmo, pois a casa havia sido invadida, e que eles precisavam fugir imediatamente. Já que será acusado do assassinato de seu tio e de mais duas pessoas.

A partir dai a vida destes dois jovens se modificam e uma incrível aventura começa, recheada de perseguições, tramas, segredos desvendados pois Harry na verdade é um agente da Corte do Ar que esta enfrentando algumas dificuldades em sua missão, seu tio Titus na realidade era um assobiador (uma espécie de informante) e seu pai era um grande agente da Corte do ar. E Molly tem em seu sangue um segredo que a torna alvo de inimigos do Estado.


site: http://meupassatempoblablabla.blogspot.com.br
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naniedias 09/01/2014

Um livro que tinha tudo para ser estupendo, mas foi uma enorme chatice.
Ruim.

Eu sinceramente esperava muito, mas muito mais desse livro!
Sou fã do estilo steampunk! Adoro encontrar realidades alternativas com verdades distorcidas e fico sempre maravilhada com as engenhocas que os autores costumam criar nesse tipo de histórias - umas "tecnologias antigas" que me enchem os olhos.

Quando digo, portanto, que foi com altas expectativas que comecei a ler A Corte do Ar, não é de se surpreender. Ainda mais após ler a Carta do Editor (assinada por Luís Corte Real, o editor da Saída de Emergência) tecendo os maiores elogios possíveis a essa história e que é o primeiro texto com o qual o leitor se depara.

As primeiras páginas foram um deleite! Era um mundo novo, tudo novo. Uma realidade diferente, uma Inglaterra alternativa cheia de coisas novas para se descobrir - como autômatos que pensam e são um tipo de ser vivo, humanos modificados e um tanto mágicos - e a perspectiva de uma grande aventura protagonizada por dois jovens.

Só que as páginas foram passando...
O mundo novo, surreal e inteiramente interessante foi ficando em segundo plano. Os personagens principais se mostraram confusos e entendiantes, o enredo gira em torno de uma maquinação política que também não conseguiu me prender muito e, no final das contas, eu me vi lendo o livro por ler (aliás, tenho que perder essa maldita mania de não abandonar livros... esse é um que eu teria feito muito bem abandonando já na página cento e poucos!).

A narrativa de Stephen Hunt não tem grandes atrativos. Não há nada muito diferente ou instigante na forma dele narrar sua história. E como a própria aventura em si nada tem de muito grandioso, a leitura se torna enfadonha.
Ao final do livro, eu tive a sensação de que era ali, naquele ponto, que a aventura realmente iria começar (mas não tenho a menor vontade de ler o segundo livro).

Os protagonistas são apresentados e começam a correr (e por correr quero dizer literalmente correr) sem muito destino... o leitor fica um tanto quanto perdido sobre os porquês deles estarem correndo, sendo perseguidos ou se envolvendo em algo que não parece ter nada a ver com eles. E a participação deles na história é meio supérflua.
Sei que parece loucura dizer isso, já que eles são os protagonistas da história, mas foi o que senti.
Bem, de fato eu fiquei um tanto perdida nessa história. E nem um pouco envolvida.

Apesar da história não ter me agradado, tenho que elogiar a edição da Saída de Emergência!
O trabalho da capa ficou muito bacana (aquela janela é na verdade vazada e um detalhe incrível!), o carinho com o livro é visível! Eles colocaram não só uma Carta do Editor (que é super bacana, por mais que eu não concorde com o que ele disse sobre o livro ser excelente) mas também algumas palavras do próprio autor (e isso também estava presente em Mago: Aprendiz, o outro livro que li desse novo selo da Sextante).
Além disso, a própria ideia do selo já é algo que me encanta, pois pretende trazer nessa coleção Bang! livros de fantasia, o que já me deixa super satisfeita. Só espero que no futuro tragam outros livros que me agradem mais...

Apesar de gostar demais de livros steampunks, A Corte do Ar não conseguiu me envolver e eu não gostei da leitura.
Talvez para você seja diferente.
Arrisque-se, porém, por sua conta, pois eu não recomendo o livro.


Nota: 2

Leia mais resenhas no blog Nanie's World!
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Raniere 08/01/2014

Um verdadeiro Steampunk!
“A Corte do Ar” é uma leitura difícil. Com questões filosóficas, políticas, sociedades diferentes, seres diferentes, divindades, demônios, feiticeiros e termos diferentes, sendo necessário um glossário no fim do livro, explicando tais termos. Precisei voltar a minha leitura ou alternar entre a história e o glossário várias vezes. Enfim, um steampunk como deve ser.
A história é excelente! Durante a maior parte do livro, vemos os órfãos Molly e Oliver sendo perseguidos implacavelmente por todos, acusados de crimes que não cometeram, e não sabemos o motivo pelo qual eles estão sendo caçados. Durante estas perseguições, há várias mortes, e eles se unem a aliados um pouco duvidosos. E demora para eles dois se conhecerem. Enfim, achei as cenas de luta muito boas.
É difícil escrever esta resenha sem dar spoiler. Sobre a história do livro, prefiro me ater apenas ao que está na sinopse, pois o mistério faz parte do livro e, se eu contar algo além, posso entregar, por exemplo, o motivo ao qual ambos os protagonistas são caçados.
Porém, não gostei do final do livro. Stephen Hunt estendeu bastante a história, o que é excelente! Ainda mais que eu sabia que a história não terminaria no primeiro livro. Gosto de leituras complexas. Só que uma guerra (acho que isso eu posso falar) que era pra se estender ao longo dos livros, ele resolveu dar uma acelerada pra acabar com ela em menos da metade final do livro, e acabou se atropelando. Achei o final meio avacalhado para uma história tão magnífica. Enfim, se vou ler o próximo livro? Óbvio que vou, e espero que Hunt não cometa mais este erro. De 0 a 5, eu dou nota 4 para este livro por causa do final, que o fez perder um ponto.


site: https://www.facebook.com/EncontrosLiterariosRJ
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Priscila Yume 06/01/2014

Minhas impressões...
Oi Seguidores,

Vamos começar o ano de 2014 com resenhas?
Pois bem, hoje estou trazendo para vocês a resenha do livro “A Corte do Ar” de Stephen Hunt e publicada pela parceira Saída de Emergência Brasil. O selo novo, faz parte do Grupo Sextante e Arqueiro e esse livro foi o segundo publicado (eles estão com a previsão de um livro por mês e vocês podem conferir os próximos lançamentos aqui).
O livro, que segue o gênero steampunk (foi rotulado assim, não pelo autor, mas sim pelos seus leitores, e se passa na Terra, milhares de anos após, quando ela se reconstrói após uma era glacial. Os dois protagonistas da história, Molly Templar e Oliver Brooks, são dois órfãos que de uma hora para a outra tem a missão de mudar o destino de Chacália.

“- A força não tem qualquer significado se não for usada a serviço dos fracos. Um bastão pode se partir, mas um conjunto representa a Comunidade e a Comunidade jamais quebrará.” (p. 440)

Molly passou a sua vida inteira no Orfanato Portas do Sol e vive sendo trocada de emprego, pois nunca se ajusta a um deles. Ela deseja, mais que tudo, conseguir sua liberdade, e para isso ela precisa passar mais um ano no Orfanato com seu Inspetor corrupto que usa a mão de obra dos jovens do orfanato para enriquecer. O que ala achou que seria um novo emprego, na verdade, foi a venda de sua custódia para um dos maiores e luxuosos bordéis de Chacália. Após seu treinamento com etiqueta e conhecimentos gerais, Molly está preparada para receber seu primeiro cliente, só que o que ela não esperava é que ele está tentando matá-la.
Oliver Brooks é um encantado, ou seja, aqueles que foram tocados pela Brumaencatada e apresentam poderes especiais. No caso de Oliver, ele ficou por quase quatro anos vagando no meio da bruma até aparecer em um vilarejo próximo. Mas ser um encantado não é algo maravilhoso e você: ou se torna um Guardião Especial e tem que utilizar um torque no pescoço (objeto que quando ativado por um cantor do mundo mata o seu portador) ou ir para os porões do Hospício de Hawklam, no entanto Oliver não apresentou nenhum dos sinais característicos à exposição ficando, então, fichado e obrigado a comparecer semanalmente para assinar o livro de registros. Mas, ao regressar para casa, encontra a governanta da hospedaria do seu tio Titus morta e a certeza de que seu tio encontrara o mesmo fim. E ao chegar à delegacia para prestar queixa, descobre que está preso em uma rede muito maior e ao fugir com Harry Stave (um lupocaptor que visitava o seu tio), terá seu destino selado.
O livro se desenvolve a partir de então, seguindo dois caminhos percorridos pelos protagonistas, Molly tentando entender porque está sendo perseguida e com sua cabeça a premio por um valor exorbitante e Oliver tentando entender porque seu tio foi morto. Duas vidas, um destino, salvar Chacália do mal que está caindo sobre ela. A Arma e o Escudo dessa nova revolução.
O livro apresenta uma escrita envolvente e que cativa o leitor, embora no início tenha me batido com os termos desse novo mundo (tem um glossário no final para ajudar) quando você começa a entender se torna viciante. Repleto de ação, aventura, magia, o livro traz personagens tão humanos quanto nós, cheios de raiva, ódio, inveja, amizade, amor e que buscam, acima de tudo, a liberdade, embora para muitos esse conceito se apresente de forma deturpada. Trazendo analogias com questões do nosso mundo você encontra em Chacália uma sociedade utópica; as brigas geradas pelo poder e uma força sombria baseada nos preceitos da Comunidade da Partilha Comum e a adoração aos deuses perdidos de Quimeca, e uma Corte que está acima de qualquer poder, lenda para muitos, invisível para a maioria, mas que é capaz de arrumar o mundo como as peças de um jogo de xadrez e, no meio disso tudo, dois órfãos que mudarão o mundo a partir de suas decisões.

"[...] Somos os fantasmas da máquina, Oliver, mantemos esse estranho jogo e os corações puros. A única coisa que sabemos de nós é o nome que Kirkhill nos deu: a Corte do Ar. Somos a mais elevada de todas as malditas cortes que existem na Terra." (p. 95)

A Corte do Ar é um livro que me surpreendeu e me cativou, com um mundo criativo, empolgante e revolucionário, onde cada um é capaz de reescrever a sua história e a história de seu povo, apenas achei que a participação de Molly na grande batalha deveria ser maior, o Oliver acabou roubando a cena. Ofinal que deixa margens para outros (foram seis livros publicados pelo autor da série Chacália). Cabe a nós aguardamos os próximos livros e que sejam tão fascinantes como o primeiro.

“Se você não vive no limite, está ocupando espaço demais”


site: http://yumeeoslivros.blogspot.it/2014/01/resenha-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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Minha Velha Estante 03/01/2014

Resenha da Drica: A Corte do Ar, Stephen Hunt
A corte do ar é o segundo livro publicado pela Saída de Emergência Brasil e o primeiro volume da série steampunk de Stephen Hunt, um subgênero da ficção científica que tem suas histórias ambientadas principalmente na Era Vitoriana, onde a tecnologia é avançada e movida a vapor.

“A mente é a coisa mais difícil de aprimorar e a mais fácil de desperdiçar.”

A corte no ar vai nos apresentar a três personagens que considero como principais. O primeiro deles é Molly Templar, uma órfã que mora em um orfanato e tem sua vida revirada após descobrir que quase todos do orfanato morreram quando pessoas desconhecidas estavam a sua procura. Ao longo da história ela vai descobrir que o seu sangue é especial, e esse é o motivo para que pessoas poderosas a queiram morta.

Nosso segundo grande personagem é Oliver Brooks, jovem comum, criado pelo tio, suspeito de ser um Encantado, tem também a sua vida revirada quando é acusado da morte do tio, o que o obrigada a fugir tendo por companhia apenas um amigo do tio que resolve ajuda-lo.

Na minha opinião, o terceiro grande personagem da história é o Príncipe Alpheus, filho do Rei Julius e futuro herdeiro do trono. Jovem de ideias rebeldes e nada convencionais, não aceita as imposições que o reinado lhe trará e fará de tudo para mudar a sua história, até cometer um assassinato.

“Não posso falar do lugar onde nasci, Molly. Além disso, essa questão é totalmente irrelevante em relação ao lugar aonde uma pessoa pretende chegar.”

Apenas esse trio já renderia uma mega história, mas aliado a isso temos um mundo fantástico, criado por Hunt, que nos transposta através do tempo e do espaço. Misturando antigas e novas tecnologias em um mundo absolutamente surreal, ele também cria uma gama de novas raças, assim como fez Tolkien. Vamos conhecer os homens-vapor, a Marinha Real Aerostática, os cantores do mundo (feiticeiros com estilo vitoriano), caranguenarbianos, a Guarda Real, o Sussurrador, lupocaptores, professores universitários, aventureiros e intelectuais, sem mencionar a própria Corte do Ar, que vigia a todos e interfere quando necessário.

Nesse mundo com cidades como Chacália, Aço-Médio, Mecância e Tristesperança, as pessoas viajam de aeróstato, uma mistura de avião e balão moderno e esquecem os seus problemas bebendo jin ou fumando ervassussurrante e folha. A ação fica por conta das lutas que mesclam armas antigas e criações futuristas ao lado de batalhas épicas.

“- Mas e o amor? – perguntou Molly.

- Essa é a maior mentira de todas – retorquiu Fairborn. – Um comichão biológico que a avisa que chegou a hora de começar a fazer pequeninas cópias de você. Além de enfraquecer o seu corpo, devasta a sua beleza. (...) O amor é como a gripe de inverno: desaparece gradualmente depois da estação.”

Continua em: http://minhavelhaestante1.blogspot.com.br/2013/12/resenha-da-drica-corte-do-ar-stephen.html

site: http://minhavelhaestante1.blogspot.com.br/2013/12/resenha-da-drica-corte-do-ar-stephen.html
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Jessica Oliveira 14/12/2013

A Corte do Ar
Em A Corte do Ar, primeiro livro da série Jackelian, nós conhecemos Molly Templar e Oliver Brocks, dois orfãos que nunca haviam se visto mas que o destino acaba fazendo com que seus caminhos se cruzem.

Molly vive no orfanato Portas do Sol, onde os orfãos são encaminhados para se tornarem aprendizes nos negócios locais. Já tendo sido despedida de vários empregos, Molly agora é encaminhada para o bordel mas quando vai atender o seu primeiro cliente eis que ela é inexplicavelmente atacada por ele e testemunha o assassinato de uma outra prostituta. Somente sua esperteza e desenvoltura a salvam, mas em seu retorno ao orfanato uma série de acontecimentos bizarros a fazem perceber que algo muito sinistro a persegue.

Molly foge, ficando apenas alguns passos à frente de seus agressor, um assassino chamado Conde de Vauxtion. Assim inicia uma série de aventuras que a levarão a uma cidade rebelde nas entranhas da Terra, e depois de volta, enquanto ela se esforça para compreender o mistério que paira sobre ela.

Oliver Brocks vive com seu tio, que cuidou dele desde a morte de seus pais em um acidente de aerostato. Tendo sobrevivido a esse mesmo acidente, Oliver sofreu uma exposição prolongada a Brumaencantada, uma experiência que geralmente transforma a pessoa em um ser com "super-poderes". No entanto, ele permanece surpreendentemente normal.

Tudo muda quando Oliver encontra seu tio assassinado e se vê como o principal suspeito do crime. Somente com a ajuda de Harry Stave, um agente misterioso da Corte do Ar, Oliver consegue escapar da prisão e fugir de Chacália. Juntos os dois vão procurando ajuda dos diversos amigos de Harry ao longo do caminho. Só que mais uma vez o destino prega uma peça e Oliver se vê detentor de um enorme dom incomum, tendo que lutar não só por sua vida, mas por sua terra natal.

Uma história rica em detalhes e complexidade. Às vezes a complexidade da história desvia o fluxo da narrativa com acréscimos desnecessários. Um exemplo disso é a apresentação em detalhes das filósofias de cada facção política de Chacália.

Os personagens e cenário são a verdadeira força de A Corte do Ar, uma mistura de diversos elementos como: homens-robôs, mágia, seres sobrenaturais e óbvio tudo isso passado em uma Era Vitoriana (Sim, apesar da história parecer que se passa em um futuro longíquo, ela se passa no passado!), faz com o leitor viaje nesse magnífico enredo. As aventuras vividas pelos personagens nos fazem "suar", por diversas vezes me vi incapaz de largar o livro por ainda não ter chegado ao final de determinado conflito.

No decorrer da livro podemos perceber o amadurecimento dos personagens que ao iniciarem suas aventuras eram apenas orfãos fugindo de algo, mas que ao chegarem ao final se tornaram pessoas fortes e com bastante peso para determinar o curso da história.

Apesar de seu ínico lento, A Corte do Ar me deixou querendo mais e ávida pelos próximos livros da série. Posso dizer com toda a certeza que a minha estréia no gênero Steampunk foi com o pé direito. Leitura mais que recomendada.

site: http://www.booksandmovies.com.br/2013/12/a-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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RaissaNantes 10/12/2013

Uma nova e surpreendente janela da literatura fantástica...
Confesso que demorei a pegar no 'tranco' dessa leitura, pois tudo era completamente estranho para mim. Assistir um filme com essa pegada steampunk é simples, pois está tudo ali, a época, as vestimentas, as máquinas, você simplesmente não precisa criar nada, não tem de imaginar nada, está tudo ali.... porém na literatura, para quem não está habituado ao gênero, é um tanto quanto complicadO de se assimilar.

O livro inteiro gira em torno das buscas pessoais de Oliver e Molly, dois destinos tão incertos, duas pessoas tão diferentes, ligadas a uma trama politica que parece improvável a ambos, porém Hunt consegue ligar esses dois adolescentes de uma forma tão perfeita a trama que me peguei várias vezes chocada com as revelações feitas por ele.

Hunt conseguiu me conquistar com seu mundo novo e diferente para mim. Achei que ele poderia aliviar um pouco determinadas descrições, como a parte em que Molly chega a casa do jornalista e ela vê os quadros, ele descreveu cada uma das imagens e eu achei desnecessário isso, pois o mundo criado por ele já era muito descritivo e rico. Relevei essas partes e segui em frente e realmente me peguei entregue a trama.

Quando enfim a batalha entra no estopim eu simplesmente não conseguia largar e ficava boquiaberta com o que estava acontecendo. Algumas mortes me cortaram o coração, mas o amadurecimento das personagens é incrível, não apenas como pessoas, mas como seres mágicos.

LEIA A RESENHA COMPLETA NO LINK ABAIXO:


site: http://livrosromanticos.blogspot.com.br/2013/12/a-corte-do-ar-stephen-hunt-16.html
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