A Corte do Ar

A Corte do Ar Stephen Hunt




Resenhas - A Corte do Ar


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Deia 26/09/2019

Leitura finalmente concluída. Esse livro foi decepcionante, pensei que por ser um steampunk seria leve e fluido como as obras anteriores que li, mas não, foi uma leitura morosa, travada, muitos personagens, muitas palavras criadas para aquele universo. Normalmente seria enriquecedor, o autor criar um universo e suas idiossincrasias, mas esse tinha tanta coisa que ficou confuso.
Molly e Oliver serão confrontados por um poder antigo que se julgava destruído há milênios e que agora ameaça a própria civilização. Seus inimigos são implacáveis e numerosos, mas os dois jovens terão a ajuda de um formidável grupo de amigos, dentre eles o infame Stave, um homem-vapor, um sábio-deslizante, um sussurrador e muitos corpos macios. A leitura prometia, mas não aconteceu. Pena.
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Bruna 23/02/2014

Fantasia + Ficção Científica = <3
Desde o momento que coloquei meus olhos na sinopse desse livro tive uma certeza: eu precisava MUITO lê-lo. Agora, após ter tido essa oportunidade, posso dizer que ele era tudo o que eu esperava e muito mais.

A Corte do Ar é o primeiro livro da série Jackelian do autor Stephen Hunt, e foi lançado em 2013 pela editora Saída de Emergência Brasil. Tudo o que posso dizer é que o livro é genial, diferente de tudo o que já li, e foi uma das melhores leituras que eu fiz este ano.

Stephen Hunt é conhecido por escrever Steampunk, sendo considerado um dos autores que revolucionaram esse gênero.

Steampunk na literatura é um gênero dentro da ficção científica, onde as histórias são ambientadas no passado, normalmente na Inglaterra vitoriana, ou em um universo novo semelhante a um período da história humana, onde muitas das tecnologias mais modernas teriam surgido mais cedo, utilizando-se dos recursos disponíveis na época, sendo comum, por exemplo, a existência de máquinas e robôs movidos a vapor (steam = vapor).

A história de A Corte do Ar, de acordo com o próprio autor no prefácio deste livro, passa-se numa Terra após muitos milênios onde a nossa atual existência teria sido apagada do mundo. A Inglaterra teria sido absorvida pelo continente Europeu, próxima da França, sem mar separando as fronteiras, e a Espanha teria se tornado um deserto controlado por um império de engenheiros genéticos maléficos. Porém, não espere encontrar esses nomes nos países. Inglaterra agora chama-se Chacália e ela é o nosso ponto de partida.

Acompanhamos de forma alternada a trajetória de dois órfãos que não se conhecem, Molly Templar e Oliver Brocks, que acabarão por se cruzar em um determinado momento. Mas diferente do que a gente possa imaginar a princípio, não existe neste livro nenhum tipo de romance entre os dois, o foco da história concentra-se no que fez com que seus caminhos se cruzassem, o que para mim tornou tudo mais interessante.

Molly vive em um orfanato chamado Portas do Sol, onde os jovens são encaminhados como "aprendizes" em determinados ofícios, o que é apenas uma forma disfarçada de exploração de mão de obra infantil. Ela foi já despedida de vários trabalhos e numa última tentativa é encaminhada a um bordel. Quando ela vai atender seu primeiro cliente, de forma bizarra Molly é atacada por ele, que mata as testemunhas mas não consegue fazer o mesmo com ela. Em sua fuga volta para o orfanato e descobre que lá houve um massacre, percebendo que ela é o alvo de alguém, porém não entende o motivo de quererem morta uma pessoa que passou a vida sem conhecer a própria família. Perseguida por aquele que ela descobre chamar-se Conde de Vauxtion, o primeiro instinto de Molly é fugir para uma cidade rebelde localizada nas entranhas da terra, onde se deparará com as primeiras pistas do motivo de desejarem sua morte.

Oliver vive com seu tio desde que ele foi encontrado depois de um acidente de aerostato que matou seus pais e fez com que ele ficasse exposto a tempo demais à Brumaencantada. Essa experiência normalmente faz com que a pessoa se torne um Encantado, humanos com superpoderes de origem mágica, mas que nem sempre possuem um real controle de si mesmos, às vezes até enlouquecem, podendo tornarem-se extremamente perigosos para as outras pessoas. Por esse motivo, Oliver não possui permissão de ir para muito longe do lugar onde vive e precisa se apresentar semanalmente à "polícia" local e assinar alguns papéis, apesar desses poderes nunca terem se manifestado nele (tirando as estranhas visitas do Sussurrador que recebe em seus sonhos). Quando seu tio é assassinado, Oliver se vê como o principal suspeito desse crime, e seu único apoio torna-se Harry Stave, um agente da Corte do Ar.

A Corte do Ar é uma organização altamente secreta que existe acima das nuvens, vigiando e policiando a política do reino de Chacália.

O livro possuiu uma profundidade e complexidade enormes, nos apresentando várias discussões políticas que vão desde uma monarquia falida, até a república, o parlamentarismo e o comunismo. O sistema político onde há a tentativa de "igualar" as pessoas, talvez seja um dos pontos mais assustadores na forma em que isso ocorre.

A variedade de cenários e personagens é um dos pontos mais fascinantes. Temos as raças dos homens-vapor (máquinas que lutam por sua autonomia, pensam, sentem, possuem alma e seus próprios deuses), os Encantados (já citados anteriormente), os Cantores do Mundo (uma espécie de polícia mágica), caranguenarbianos (uma raça que é como uma mistura de homens e caranguejos), os lupocaptores (agentes da Corte do Ar), Assobiadores (espiões que trabalham na Corte do Ar) entre outros.

A única dificuldade que tive com esse livro, é que por se tratar de uma trama tão bem elaborada, com elementos totalmente diferentes do que estou acostumada, em alguns momentos fiquei um pouco perdida e tive que voltar páginas para entender o que estava acontecendo. Recomendo muita atenção durante a leitura para que isso não ocorra. Cada lugar, cada personagem é importante, e muitas vezes decisivo para o que vai acontecer no futuro.

Esta edição possui um glossário de Chacália, com os termos utilizados durante a história. Apesar de útil, senti falta de muitas palavras importantes (umas das coisas que me obrigaram a voltar páginas) e a presença de outras nem tão relevantes assim (como "cafél", que não tem como você ler dentro do contexto e não saber que é uma bebida).

Seria interessante também, a presença de um mapa. Os personagens se movimentam muito por esse universo criado pelo autor e por se tratar de uma trama que também envolve políticas e guerras, seria mais fácil de visualizar o que está acontecendo.

Pode parecer que eu contei muita coisa, mas não!

Espere conflitos, batalhas e guerras. Espere personagens fantástico que dariam uma livro só deles, mesmo os secundários. Espere uma mistura única de ficção científica e fantasia.

A edição da Saída de Emergência é LIN-DA! Nota-se o capricho que a editora teve com a capa e com a qualidade. Fiquei impressionada quando o livro chegou em minhas mãos. Tornou-se uma das edições mais bonitas da minha estante, além de ganhar meu selinho de favorito.

site: http://www.papodeestante.com/2014/01/a-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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Raniere 08/01/2014

Um verdadeiro Steampunk!
“A Corte do Ar” é uma leitura difícil. Com questões filosóficas, políticas, sociedades diferentes, seres diferentes, divindades, demônios, feiticeiros e termos diferentes, sendo necessário um glossário no fim do livro, explicando tais termos. Precisei voltar a minha leitura ou alternar entre a história e o glossário várias vezes. Enfim, um steampunk como deve ser.
A história é excelente! Durante a maior parte do livro, vemos os órfãos Molly e Oliver sendo perseguidos implacavelmente por todos, acusados de crimes que não cometeram, e não sabemos o motivo pelo qual eles estão sendo caçados. Durante estas perseguições, há várias mortes, e eles se unem a aliados um pouco duvidosos. E demora para eles dois se conhecerem. Enfim, achei as cenas de luta muito boas.
É difícil escrever esta resenha sem dar spoiler. Sobre a história do livro, prefiro me ater apenas ao que está na sinopse, pois o mistério faz parte do livro e, se eu contar algo além, posso entregar, por exemplo, o motivo ao qual ambos os protagonistas são caçados.
Porém, não gostei do final do livro. Stephen Hunt estendeu bastante a história, o que é excelente! Ainda mais que eu sabia que a história não terminaria no primeiro livro. Gosto de leituras complexas. Só que uma guerra (acho que isso eu posso falar) que era pra se estender ao longo dos livros, ele resolveu dar uma acelerada pra acabar com ela em menos da metade final do livro, e acabou se atropelando. Achei o final meio avacalhado para uma história tão magnífica. Enfim, se vou ler o próximo livro? Óbvio que vou, e espero que Hunt não cometa mais este erro. De 0 a 5, eu dou nota 4 para este livro por causa do final, que o fez perder um ponto.


site: https://www.facebook.com/EncontrosLiterariosRJ
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Nath @biscoito.esperto 07/03/2014

Eu odeio escrever resenhas negativas, por que não acredito que existam livros ruins o suficiente para que falemos mal deles. Na verdade, em 98% das vezes em que eu não gosto de um livro, a culpa é minha, não do autor.

Nesse caso, a culpa é completamente minha.

A Corte do Ar é um livro muito bem feito, e a Editora Saída de Emergência merece um prêmio só por causa disso. A capa é linda, com uma película transparente que dá um toque especial e inovador ao livro (sabe aquele dirigível na capa? Então, ele não fica na capa).

Assim que peguei o livro pela primeira vez eu só conseguia pensar que ele era lindo, tanto por dentro como por fora. Logo na primeira página temos uma frase do livro que é simplesmente maravilhosa sobre liberdade de escolha. Logo em seguida, temos o manifesto da coleção bang! E, Jesus, eu senti meu sangue ferver quando li aquele texto. Eu pensei: meu Deus! Essa é a editora pela qual eu estive procurando todo esse tempo.

Em seguida temos uma carta do editor, um complemento interessantíssimo de ler – aliás, não entendo por que a maioria das pessoas nunca lê essas coisas – que contém a melhor frase de todos os tempos, que eu estou seriamente pensando em tatuar no meu corpo:

“Se você não vive no limite, é sinal que está ocupando espaço demais, velho amigo” – Página 101

Na carta do editor ele revela que, no fim do livro, há um glossário sobre os termos que o autor inventou. Então, antes de começar a leitura, a primeira coisa que fiz foi ir até o glossário e decorar todos os termos. Estranhei uma coisa ou outra, mas comecei a leitura mesmo assim.

Como eu costumo dizer, tem livros que são apenas pra quem gosta. Eu sempre tive uma dificuldade enorme em me adaptar a universos completamente novos, motivo pelo qual eu resisti em ler Harry Potter, As Crônicas de Gelo e Fogo e até Jogos Vorazes por muito tempo. Mas esse livro leva o termo “mundo fictício” a um novo patamar, por que ele é COMPLETAMENTE diferente do nosso.

A história se passa no passado – ou pelo menos numa versão steampunk dele – e conta a história de Molly Templar, uma garota que teve um trauma recentemente e está sem emprego. Ela é contratada pelo mais famoso bordel de Chacália, mas não quer trabalhar lá de verdade. E é quando coisas realmente bizarras começam a acontecer com ela.

Em paralelo temos a história de Oliver Brooks, acusado de assassinar seu tio, que é obrigado a fugir para não pagar por um crime que não cometeu.

A história de A Corte do Ar é extremamente interessante, mas eu não consegui me acostumar à narrativa do autor. Acho que minha imaginação não é capaz de ir longe o suficiente para imaginar todas as coisas que ele colocou no seu livro.

Na verdade, vi muitos termos novos completamente desnecessários. Por exemplo: nesse livro, Alienista é uma pessoa que estuda a mente humana. Eu cresci sabendo que Alienista é uma pessoa que aliena outra, e foi muito difícil me acostumar com essa mudança. Chicoteadores são a mesma coisa que mercenários. Por que mudar isso? Os mercenários desse livro nem usam chicote! E Cantor do Mundo não é nada mais que um feiticeiro – e não, eles não são cantores.

Tenho certeza de que uma pessoa fã de livros de aventura, ficção científica e steampunk vai simplesmente amar este livro. Infelizmente, não faço parte deste grupo, pelo menos não ainda.

Vou guardar A Corte do Ar em minha estante e relê-lo quando eu estiver pronta para entender esse mundo criado pelo autor.

Então eu faço um último pedido: por favor, não deixe de ler este livro só por que dei duas estrelas para ele. Vá em frente, se acredita que é um gênero literário que goste.

Recomendo :3


site: www.nathlambert.blogspot.com
Milla 20/03/2014minha estante
Confesso que também estou estranhando certas mudanças. Cafél = uma bebida como café. tipo: HÃ? O que estava impedindo o autor de usar o termo café?
A história está ficando boa, estou pela página 80. Mas também estou com a sensação de que acontecem MUITAS coisas e as vezes termino de ler um parágrafo e fico toda desorientada sobre o que/onde/quem e tenho que reler. Sem falar que também não consigo imaginar taaaantas coisas e eu até gosto de fantasia. Espero que eu ainda me encontre. Também não quero avaliar o livro negativamente só por uma "limitação" pessoal. Tem gente que adora, né?


Nath @biscoito.esperto 11/04/2014minha estante
Pois é, faz parte da vida :T




Cath´s 21/03/2014

Resenha A Corte do Ar.
Antes de começar a falar a respeito do livro como vocês podem ver na capa diz: "O autor que revolucionou o Steampunk", então nada mais certo que começar explicando o que é esse gênero, como eu acho que não faria um trabalho claro explicando recorri ao Wikipédia e aqui está:

"Steampunk é um subgênero da ficção científica, ou ficção especulativa, que ganhou fama no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Trata-se de obras ambientadas no passado, ou num universo semelhante a uma época anterior da história humana, no qual os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na História real, mas foram obtidos por meio da ciência já disponível naquela época - como, por exemplo, computadores de madeira e aviões movidos a vapor. É um estilo normalmente associado ao futurista cyberpunk e, assim como este, tem uma base de fãs semelhante, mas distinta. O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época."

Dito isso vamos começar a falar sobre o livro, Molly é uma órfã que mora no Orfanato Portas do Sol, acontece que o lugar é horrível, eles te enviam para trabalhar (aprender um oficio, haha) e você não recebe quase nada, é como um acordo obscuro, já que quem iria cuidar dessas crianças e proteger seus direitos?
Como Molly consegue ser despedida novamente resolvem envia-la para um bordel, dai segue um tempo de preparação, pois é um bordel refinado, quando chega a noite do seu primeiro cliente é que a verdadeira confusão começa, pois ele está ali para assassiná-la.
Tem alguém com muita vontade de ver Molly morta, pois até o Orfanato foi invadido e quando Molly chega nele tem sua amiga machucada e outra morta. Nisso Molly foge e acaba conhecendo os homens vapor (eu adorei eles *-*) e a partir daqui eu não vou falar o que acontece, haha, isso é só o inicio.
Pessoalmente eu adorei a Molly, ela tem aquele gênio de sobrevivente e firmeza, eu gostei dela de cara. Oliver já foi o contrario, a primeira impressão que me deu foi de um garotinho, mas ele evoluí no livro.
Vocês vão começar o livro com eles crianças em Chacália e o tempo vai ir passando e as personalidades deles se sobressaindo e crescendo mais.
Oliver começa o livro vivendo com seu tio, ele tem um "problema" por isso tem que ir na delegacia em prazos determinados e se apresentar, onde irão fazer "testes", também nunca poderá ter uma carreira, já que as pessoas da cidade tem medo dele.
A vida de Oliver também muda rapidamente com uma visita do misterioso Harry Stave, vem um assassinato, incriminações falsas e uma fuga. (Eu adorei o Sussurrador.)
E é por aqui que você começa a entender o que é A Corte do Ar, o que vocês terão que ler o livro para saber se depender de mim. =P

Agora que dei todo esse enredo vêm mais algumas opiniões pessoais a respeito.
Vocês conhecem George R. R. Martin? O autor das Crônicas de Gelo e Fogo? Game of Thornes?
Para quem conhece, enquanto eu lia A Cor do Ar esse comentário me passou muito pela cabeça:
Hunt é como o George R. R. Martin do Steampunk.
Por que?
Porque sabe aquela escrita que é rica em detalhes? Que se depender do autor você vai ser jogado dentro do livro? Em que se desviar a atenção um minuto terá que voltar e reler senão perde algo importante?
A escrita do Hunt é assim.
Mas é aqui que para as semelhanças, porque são universos diversos, mas é um comentário pessoal que eu não poderia deixar de fora da resenha. (Poderia, mas eu queria comentar com vocês.)

Então aceitem que é um livro que vai te levar para outro universo, onde tem homens a vapor *-* e magia, sem falar em vários personagens que você fica se perguntando o que tem por trás? É confiável?
Eu sugiro vocês a embarcarem na Corte do Ar.

Classificação: 10/10.

"– Um pouquinho de paranoia nunca fez mal a ninguém."


site: http://www.some-fantastic-books.com/2014/01/resenha-corte-do-ar.html
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Gustavo 12/02/2014

[Resenha] A Corte do Ar - Stephen Hunt (Blog Leitores Compulsivos)
- Gênero Steampunk e avaliação geral da obra.

Este livro é diferente de todos os livros que eu já li em toda a minha vida, ele é uma mistura de ficção cientifica com fantasia épica. A Corte do Ar é do gênero Steampunk, um subgênero da ficção cientifica, que mistura tecnologia, magia, ação e ficção em um único livro, eu gostei bastante da história, apesar da mesma ser bem complexa.

Quando eu digo complexa eu me refiro ao fato da riqueza da história, a cada capítulo somos apresentados a novos lugares, novos fatos e novos personagens, o livro possui quase 550 páginas, ou seja ele é extremamente grosso e muito rico em detalhes, o que eu achei bem interessante, o livro te leva para um novo lugar, para uma aventura espetacular, recheada de reis e rainhas, guerras e muita magia e aventura.

O autor também consegue trabalhar muito bem com os personagens, o amadurecimento dos mesmos é muito impressionante, além da estrategia dos fatos e acontecimentos que te deixam surpreendido, Sthephen Hunt criou um novo universo, cheio de detalhes e novas coisas que com certeza vão te encantar.

O livro exige a extrema atenção do leitor, pois como eu disse anteriormente ele possui muitos detalhes e muitos acontecimentos, além da grande quantidade de personagens. A Corte do Ar é um livro com uma deliciosa leitura que te prende por horas e horas.

- Diagramação e aspectos visuais do livro.

A Diagramação e os aspectos visuais do livro são maravilhosos. A Editora caprichou bastante no livro, a capa é muita linda e a diagramação do livro é perfeita, ele é um dos livros mais bonitos da minha estante. Segue algumas fotos que eu tirei do livro.

- História, Personagens e Enredo Principal

Como eu disse anteriormente, existem vários personagens e enredos em um único livro, porém podemos caracterizar dois personagens principais:

Molly Templar, uma orfã que mora no internato portas do sol. Molly já foi despedida de vários serviços por causar problemas, e certo dia ela foi pega lendo e foi chamada até a sala do inspetor geral do orfanato. Chegando lá ela se depara com Lady Fairborn, a dona do bordel Fairborn & Jarndyce, lugar onde a mulher leva Molly para que a mesma se torne uma prostituta de luxo. Mas instantes antes do seu primeiro treinamento com um cliente, o homem se revela um assassino atrás da vida de Molly, e quando o assassino mata algumas pessoas no bordel, Molly foge para salvar sua vida. O que ela não sabe é que por causa de um dom que ela possui, várias pessoas desejam a sua morte, e a partir daí Molly muda completamente sua vida, de uma menina órfã de um internato ela se torna uma fugitiva, que será capaz de tudo para salvar sua vida.

Oliver Brooks, um jovem rapaz suspeito de ser encantado, que foi criado pelo tio na pousada das Setenta Estrelas, e que certo dia chega a pousada e se depara com assassinos atrás dele, então ele conta com a ajuda de um amigo do seu tio e do seu falecido pai para ajuda-lo, e assim como Molly, Oliver se vê em uma encruzilhada perigosa, onde a unica solução para sobreviver é fugir.

O livro aborta vários assuntos como exploração de menores, guerras politicas e militares, revoluções, feiticeiros, reis, luta pelo poder e muita ação.

- Minha Opinião Final

Eu nunca tinha lido nenhum livro deste gênero e para mim foi como um balde de água fria, eu achei a leitura muito interessante, porém muita complexa e exigente, em vários momentos eu me perdi e fiquei boiando entre os acontecimentos do livro, porém isso não atrapalhou a leitura, eu não sou acostumado a ler este tipo de história, porém eu me surpreendi e gostei bastante. O livro é um livro para se ler com calma, e depois eu pretendo reler com mais calma toda a história, pois eu gostei bastante. E também porque uma história rica como essa, foi feita para ser lida várias e várias vezes.
Para os amantes de ficção e fantasia, este livro é um prato cheio, e para pessoas que assim como eu não conhecia o gênero eu também recomendo, pois assim como eu gostei eu acho que muitas pessoas ao conhecer o novo gênero gostará bastante.

Como eu achei bem legal este gênero de livro, eu pesquisei o termo Steampunk pela internet e encontrei algumas coisas bem legais e interessantes, principalmente várias imagens que me fizeram lembrar da história do livro, das cidades aéreas e das subterrâneas, além das maquinas e dos personagens. Visite o blog para conhecer as fotos e o gênero Steampunk!!!

CONFIRA A RESENHA COMPLETA, OS CRÉDITOS, A ESCOLHA DOS PERSONAGENS E EXTRAS NO BLOG LEITORES COMPULSIVOS!!!


site: http://vampleitores.blogspot.com.br/2014/01/resenha-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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AndyinhA 30/03/2014

Resenha em vídeo no blog MON PETIT POISON



site: http://www.monpetitpoison.com/2014/03/poison-books-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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Marcos 30/01/2014

Confira a resenha em vídeo que eu fiz para esse livro:

site: http://capaetitulo.blogspot.com.br/2014/01/resenha-falada-corte-do-ar-jackelian-1.html
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dani 28/01/2014

A Corte do Ar – Stephen Hunt
A Corte do Ar foi um livro que me deu trabalho e não por ser bom ou ruim, mas por ser essencialmente complicado.
Nunca tinha lido nada steampunk e fiquei empolgada em começar com um livro com tão bons comentários, sem contar o seu lindo trabalho gráfico (sim , sim, eu sei que não se julga um livro pela capa, mas tenho que dizer que ele é lindo).

A sinopse me chamou a atenção e achei o plot bem interessante, mas ao iniciar a leitura meus problemas começaram.
E é nessa parte que vou colocar em voga, mais uma vez, minha pouca experiência, na verdade quase nula, no estilo. Então não sei se os outros livros são do mesmo jeito, mas logo no começo da leitura me senti perdida, o autor criou um mundo novo com elementos inéditos, que ele vai inserindo na história, só que sem uma explicação anterior, como se fosse natural para o leitor o que ele está falando, e apesar do recurso do glossário do fim do livro muitos elementos me deixaram totalmente perdida. O enredo de fundo é uma grande jogada política (e para aqueles que me conhecem sabem que amo esse tema), mas devido cada lado da disputa possuir nomes diferentes (e bem complicados por assim dizer), filosofias e objetivos contrários, defensores, causas, deuses, nações, meu deus era muita coisa e sem uma explicação, simplesmente um diálogo, ou um fato, ou uma ação. Algumas coisas eram possíveis se entender pelo contexto, mas me vi várias vezes voltando aos parágrafos anteriores para poder confirmar, ou refutar, o que eu tinha achado. E acho que algumas coisas até agora eu não peguei direito.

O enredo principal do livro foi uma boa sacada do autor, dois órfãos que não se conhecem possuem uma vida normal até que começam a ser perseguidos sem saber exatamente o porquê, mas eles podem ser a chave para uma grande trama que está acontecendo em Chacália e em suas fugas iram se envolver com vários personagens.
A narrativa do autor também foi um problema pra mim, devido aos inúmeros detalhes acabei não conseguindo me envolver, nas primeiras 250/300 páginas, mesmo quando tinha uma cena de ação eu acabava me perdendo na quantidade de elementos e personagens envolvidos, afinal muitos possuem mais de uma maneira de serem chamados ou as situações são confusas. No fim do livro que consegui engrenar na leitura, mas mais porque decidi não me apegar aos detalhes.

A construção dos personagens não me agradou em alguns aspectos, primeiro ele trabalha com muitos personagens que acabam se intercalando na história, e eles não são bem aprofundados, isso pode ter ocorrido em razão do livro fazer parte de uma série, mas senti falta de mais informações tanto do passado dos órfãos como dos personagens com quem eles se relacionam mais diretamente (até porque alguns deles são bem interessantes e gostaria de conhecê-los melhor). Agora os personagens não humanos, os homens-vapor (máquinas com vida e consciência) eu gostei da construção e espero que nos próximos livros eles tenham uma participação maior.
Como um todo, tenho que ser sincera que não consigo avaliar este livro, gostei da ideia e da construção desse novo “mundo” mas no fim acabei com uma dúvida se o livro é realmente muito confuso ou se fui eu que não consegui me adaptar ao gênero (e por esse motivo esta resenha não tem uma nota) com mais leitura de steampunk vou me sentir mais apta a comentar a obra de Stephen Hunt.

Série Jackelian
Livro 1 – A Corte do Ar
Livro 2 – The Kingdom Beyond the Waves
Livro 3 – The Rise of the Iron Moon
Livro 4 – Secrets of the Fire Sea
Livro 5 – Jack Cloudie
Livro 6 – From the Deep of the Dark

site: http://olhosderessaca25.blogspot.com.br/2014/01/livro-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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cotonho72 29/04/2014

Ótimo!!!
Nesse incrível livro temos dois protagonistas principais, Molly Templar, uma garota que vive no orfanato Portas do Sol, onde a maioria dos órfãos são encaminhados para locais de negócios a fim de tornarem-se aprendizes, mas Molly sempre é despedida e Oliver Brocks, um garoto que vive com o seu tio Titus, que é dono da pousada Setenta Estrelas, desde a morte dos seus pais, quando o aerostato que estavam sofreu um acidente e caiu sobre a cortina da Brumencantada (Força mágica.Um curto período de exposição basta para infectar as pessoas com poderes psíquicos ou, o que é mais comum, levá-las à loucura). Oliver tinha apenas um ano e sobreviveu, sendo encontrado, quatro anos depois, vagando sozinho sem sofrer nenhum dano.
Certo dia Molly acaba sendo contratada por Damson Fairborn, dona de um famoso bordel, onde teve aulas de etiqueta e outros assuntos, quando foi atender seu primeiro cliente, testemunha o assassinato de outra prostituta, assim ela consegue fugir e retorna para o orfanato, mas encontra quase todos mortos e percebe que ela é o alvo principal, assim desesperadamente foge e tentar descobrir porque estão querendo matá-la.
Oliver, que por causa da exposição que teve não tem permissão para sair da Cidade de Cem Cadeados, onde é obrigado uma vez por semana a assinar um livro de presença e passar por uma rigorosa entrevista, quando retorna de um desses dias, encontra na cozinha a empregada Damson Griggs morta, os assassinos se encontravam vasculhando ainda o estabelecimento e antes que tentasse reagir foi salvo por um estranho hospede do seu tio, que provavelmente estava morto, chamado Harry Stave e logo é obrigado a fugir, sendo um dos acusados pelo assassinato do tio.
Agora tanto Molly como Oliver buscam lutar pelas suas vidas com a ajuda de pessoas desconhecidas e ao mesmo tempo incríveis e lugares distantes e misteriosos.
Esse é o primeiro livro que leio do gênero steampunk e confesso que gostei demais, o autor Stephen Hunt conseguiu criar um mundo completamente diferente, em uma Londres Vitoriana onde tudo é movido a vapor e tem uma tecnologia super avançada, uma história cheia de magia, com máquinas incríveis, vilões sanguinários, organizações secretas, criaturas incríveis como os homens-vapor (robôs com crenças religiosas), soldados com poderes especiais, onde não falta aventura, drama e suspense, abordando assuntos como política, conflitos sociais, religião e amizade.
A edição do livro é muito bonita e caprichada, para ajudar entender alguma palavras esquisitas encontradas no livro, tem um glossário no final que nos ajuda a entender melhor esse mundo fantástico criado pelo autor, apesar de algumas vezes a leitura ser densa a leitura flui muito bem e sem dúvida irá agradar a muitos, recomendo a todos.

site: devoradordeletras.blogspot.com.br
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naniedias 09/01/2014

Um livro que tinha tudo para ser estupendo, mas foi uma enorme chatice.
Ruim.

Eu sinceramente esperava muito, mas muito mais desse livro!
Sou fã do estilo steampunk! Adoro encontrar realidades alternativas com verdades distorcidas e fico sempre maravilhada com as engenhocas que os autores costumam criar nesse tipo de histórias - umas "tecnologias antigas" que me enchem os olhos.

Quando digo, portanto, que foi com altas expectativas que comecei a ler A Corte do Ar, não é de se surpreender. Ainda mais após ler a Carta do Editor (assinada por Luís Corte Real, o editor da Saída de Emergência) tecendo os maiores elogios possíveis a essa história e que é o primeiro texto com o qual o leitor se depara.

As primeiras páginas foram um deleite! Era um mundo novo, tudo novo. Uma realidade diferente, uma Inglaterra alternativa cheia de coisas novas para se descobrir - como autômatos que pensam e são um tipo de ser vivo, humanos modificados e um tanto mágicos - e a perspectiva de uma grande aventura protagonizada por dois jovens.

Só que as páginas foram passando...
O mundo novo, surreal e inteiramente interessante foi ficando em segundo plano. Os personagens principais se mostraram confusos e entendiantes, o enredo gira em torno de uma maquinação política que também não conseguiu me prender muito e, no final das contas, eu me vi lendo o livro por ler (aliás, tenho que perder essa maldita mania de não abandonar livros... esse é um que eu teria feito muito bem abandonando já na página cento e poucos!).

A narrativa de Stephen Hunt não tem grandes atrativos. Não há nada muito diferente ou instigante na forma dele narrar sua história. E como a própria aventura em si nada tem de muito grandioso, a leitura se torna enfadonha.
Ao final do livro, eu tive a sensação de que era ali, naquele ponto, que a aventura realmente iria começar (mas não tenho a menor vontade de ler o segundo livro).

Os protagonistas são apresentados e começam a correr (e por correr quero dizer literalmente correr) sem muito destino... o leitor fica um tanto quanto perdido sobre os porquês deles estarem correndo, sendo perseguidos ou se envolvendo em algo que não parece ter nada a ver com eles. E a participação deles na história é meio supérflua.
Sei que parece loucura dizer isso, já que eles são os protagonistas da história, mas foi o que senti.
Bem, de fato eu fiquei um tanto perdida nessa história. E nem um pouco envolvida.

Apesar da história não ter me agradado, tenho que elogiar a edição da Saída de Emergência!
O trabalho da capa ficou muito bacana (aquela janela é na verdade vazada e um detalhe incrível!), o carinho com o livro é visível! Eles colocaram não só uma Carta do Editor (que é super bacana, por mais que eu não concorde com o que ele disse sobre o livro ser excelente) mas também algumas palavras do próprio autor (e isso também estava presente em Mago: Aprendiz, o outro livro que li desse novo selo da Sextante).
Além disso, a própria ideia do selo já é algo que me encanta, pois pretende trazer nessa coleção Bang! livros de fantasia, o que já me deixa super satisfeita. Só espero que no futuro tragam outros livros que me agradem mais...

Apesar de gostar demais de livros steampunks, A Corte do Ar não conseguiu me envolver e eu não gostei da leitura.
Talvez para você seja diferente.
Arrisque-se, porém, por sua conta, pois eu não recomendo o livro.


Nota: 2

Leia mais resenhas no blog Nanie's World!
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Rosana 03/11/2014

Não gostei
Achei o livro muito cansativo não tinha ainda lido o gênero e confesso não gostei se todos são assim não faz meu tipo de leitura personagens confusos para mim e não consegui acompanhar o enredo fiquei perdida...
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Thiago 13/07/2015

a corte do ar
Um enredo muito bom com muita aventura, ação e até um pouco de suspense. Porém o livro tem alguns erros de revisão e a escrita do autor exige mais atenção para que entendamos oque se passa em algumas partes ,mas o maior problema é a falta de descrição dos personagens e locais.
A trama gira em torno de dois órfãos, molly templar que vive em um orfanato para meninas e neste orfanato as meninas são mandadas para trabalharem em lugares na cidade como um aprendizado mas que na verdade o dono do orfanato usa como uma exploração do trabalho infantil e lucrando em cima de cada uma das órfãs, mas molly é uma menina bastante rebelde e não se mantem em nenhum dos trabalhos que lhe é dado e assim ela acaba se vendo ter que ir trabalhar em um bordel. Quando Molly vai atender seu primeiro cliente que na verdade não era um cliente e sim um assasino que a esta caçando ela se ve obrigada a fugir e yentar descobrir quem esta atras dela e porque a estão caçando.
Oliver mora com seu tio titus desde que seus pais morreram em um acidente e ele é obrigado a se apresentar a "polícia" do pais toda semana pois ele esteve exposto a brumaencantada que da poderes a aqueles que foram expostos a ela, até que um dia o tio de oliver é assasinado e oliver se torna o principal suspeito ja que ele tem supostos poderes que ainda não tinham se manifestado e oliver fogi junto a outro criminoso que o ajuda chamado harry stave e ao mesmo tempo ele tenta descobrir quem foi o responsável pela morte de seu tio.
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Priscila Yume 06/01/2014

Minhas impressões...
Oi Seguidores,

Vamos começar o ano de 2014 com resenhas?
Pois bem, hoje estou trazendo para vocês a resenha do livro “A Corte do Ar” de Stephen Hunt e publicada pela parceira Saída de Emergência Brasil. O selo novo, faz parte do Grupo Sextante e Arqueiro e esse livro foi o segundo publicado (eles estão com a previsão de um livro por mês e vocês podem conferir os próximos lançamentos aqui).
O livro, que segue o gênero steampunk (foi rotulado assim, não pelo autor, mas sim pelos seus leitores, e se passa na Terra, milhares de anos após, quando ela se reconstrói após uma era glacial. Os dois protagonistas da história, Molly Templar e Oliver Brooks, são dois órfãos que de uma hora para a outra tem a missão de mudar o destino de Chacália.

“- A força não tem qualquer significado se não for usada a serviço dos fracos. Um bastão pode se partir, mas um conjunto representa a Comunidade e a Comunidade jamais quebrará.” (p. 440)

Molly passou a sua vida inteira no Orfanato Portas do Sol e vive sendo trocada de emprego, pois nunca se ajusta a um deles. Ela deseja, mais que tudo, conseguir sua liberdade, e para isso ela precisa passar mais um ano no Orfanato com seu Inspetor corrupto que usa a mão de obra dos jovens do orfanato para enriquecer. O que ala achou que seria um novo emprego, na verdade, foi a venda de sua custódia para um dos maiores e luxuosos bordéis de Chacália. Após seu treinamento com etiqueta e conhecimentos gerais, Molly está preparada para receber seu primeiro cliente, só que o que ela não esperava é que ele está tentando matá-la.
Oliver Brooks é um encantado, ou seja, aqueles que foram tocados pela Brumaencatada e apresentam poderes especiais. No caso de Oliver, ele ficou por quase quatro anos vagando no meio da bruma até aparecer em um vilarejo próximo. Mas ser um encantado não é algo maravilhoso e você: ou se torna um Guardião Especial e tem que utilizar um torque no pescoço (objeto que quando ativado por um cantor do mundo mata o seu portador) ou ir para os porões do Hospício de Hawklam, no entanto Oliver não apresentou nenhum dos sinais característicos à exposição ficando, então, fichado e obrigado a comparecer semanalmente para assinar o livro de registros. Mas, ao regressar para casa, encontra a governanta da hospedaria do seu tio Titus morta e a certeza de que seu tio encontrara o mesmo fim. E ao chegar à delegacia para prestar queixa, descobre que está preso em uma rede muito maior e ao fugir com Harry Stave (um lupocaptor que visitava o seu tio), terá seu destino selado.
O livro se desenvolve a partir de então, seguindo dois caminhos percorridos pelos protagonistas, Molly tentando entender porque está sendo perseguida e com sua cabeça a premio por um valor exorbitante e Oliver tentando entender porque seu tio foi morto. Duas vidas, um destino, salvar Chacália do mal que está caindo sobre ela. A Arma e o Escudo dessa nova revolução.
O livro apresenta uma escrita envolvente e que cativa o leitor, embora no início tenha me batido com os termos desse novo mundo (tem um glossário no final para ajudar) quando você começa a entender se torna viciante. Repleto de ação, aventura, magia, o livro traz personagens tão humanos quanto nós, cheios de raiva, ódio, inveja, amizade, amor e que buscam, acima de tudo, a liberdade, embora para muitos esse conceito se apresente de forma deturpada. Trazendo analogias com questões do nosso mundo você encontra em Chacália uma sociedade utópica; as brigas geradas pelo poder e uma força sombria baseada nos preceitos da Comunidade da Partilha Comum e a adoração aos deuses perdidos de Quimeca, e uma Corte que está acima de qualquer poder, lenda para muitos, invisível para a maioria, mas que é capaz de arrumar o mundo como as peças de um jogo de xadrez e, no meio disso tudo, dois órfãos que mudarão o mundo a partir de suas decisões.

"[...] Somos os fantasmas da máquina, Oliver, mantemos esse estranho jogo e os corações puros. A única coisa que sabemos de nós é o nome que Kirkhill nos deu: a Corte do Ar. Somos a mais elevada de todas as malditas cortes que existem na Terra." (p. 95)

A Corte do Ar é um livro que me surpreendeu e me cativou, com um mundo criativo, empolgante e revolucionário, onde cada um é capaz de reescrever a sua história e a história de seu povo, apenas achei que a participação de Molly na grande batalha deveria ser maior, o Oliver acabou roubando a cena. Ofinal que deixa margens para outros (foram seis livros publicados pelo autor da série Chacália). Cabe a nós aguardamos os próximos livros e que sejam tão fascinantes como o primeiro.

“Se você não vive no limite, está ocupando espaço demais”


site: http://yumeeoslivros.blogspot.it/2014/01/resenha-corte-do-ar-stephen-hunt.html
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