Esconda-se

Esconda-se Lisa Gardner




Resenhas - Esconda-se


69 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5


Fernanda 01/11/2013

Resenha: Esconda-se
Resenha: “Esconda-se” de Lisa Gardner, é um livro de gênero policial, que pode ser definido por sua imprevisibilidade, sem citar o estrondoso suspense que envolve os personagens destacados. Somos apresentados a dois rumos da história: A primeira é sobre a pessoa que é uma sobrevivente e diante de tantos dilemas, o outro fato abordado ainda é sobre o mistério envolvendo assassinatos hediondos de seis crianças.

O ambiente não poderia ser mais assustador: as crianças foram encontradas mumificadas num poço, em cima de um local que há muito tempo atrás era um hospício, e agora se encontra abandonado. Paralelo a isso e referente a algumas evidencias, houve o caso de Christine Gagnon, e mesmo já fazendo bastante tempo, os detetives resolvem procurar alguns indícios e fatos contraditórios.

Há ainda a história complexa de Annabelle M. Granger. Ela passou a vida inteira fugindo de algo/alguém que nem ela tem noção de quem seja, desde que seus pais iniciaram uma fuga inexplicável, descontrolada, paranóica e praticamente sem noção, envolvendo trocas de lugares e nomes. Depois que seus pais morreram, a moça se tornou uma pessoa temerosa e com diversos receios – o que já era de se esperar.

Bobby Dodge e DD Warren se unem para investigar os casos, assim como suas semelhanças e conexões. Bobby é mais trabalhado na trama e conquista por sua personalidade destemida e ao mesmo tempo inspiradora. Mesmo com tantas atribulações, demonstrou também ser um ótimo profissional, alheio a qualquer problema ou assunto de teor pessoal. Já a personagem DD é muito teimosa e mesmo que propositalmente, não apareça tanto na trama, merece seu destaque por ser determinada a sua maneira. O relacionamento dos dois é extremamente sutil, e mesmo sobre as circunstâncias, poderia ser mais trabalhado em cima da atração e negativa das partes.

Leia a resenha completa no blog:

site: http://www.segredosemlivros.com/2013/11/resenha-esconda-se-lisa-gardner.html
comentários(0)comente



Ju 02/11/2013

Esconda-se
Annabelle Granger, aos sete anos, perdeu sua identidade pela primeira vez. Seu pai sempre foi extremamente preocupado com sua segurança e, após alguns acontecimentos envolvendo a filha, como pequenos presentes deixados anonimamente na varanda de sua casa e uma tentativa de arrombamento da janela de seu quarto, decide que a família precisa de um recomeço. Um recomeço que envolve identidades falsas e o corte de todos os laços que eles têm com o mundo.

Depois das primeiras mudanças, vieram muitas outras. A cada um ano e meio ou dois anos Annabelle precisava se acostumar com um novo nome e um novo lugar. Quando ela tinha vinte e dois anos, seu pai faleceu em um acidente. Agora, aos 32, vive sozinha (quase sozinha, ela tem uma cadela chamada Bella) e está sempre alerta às medidas de segurança (inclusive o nome falso que continua adotando, Tanya Nelson).

Mesmo que nunca tenha descoberto porque seu pai tomou a decisão de viver mudando-se constantemente, Annabelle sente que precisa continuar se escondendo de uma ameaça invisível. Até que vê seu nome em uma notícia de jornal. Aparentemente, seu corpo de criança foi descoberto, junto com os de mais cinco vítimas. Será que seu pai, afinal, tinha um real motivo para escondê-la até o fim de seus dias? Ela precisa descobrir.

Eu adorei a Annabelle. Ela é tão cheia de conflitos, tão real. Seu maior desejo é ter uma vida normal. E, quem sabe um dia, se conseguir entender o motivo de ter que viver isolada do mundo e conseguir mudar isso, ter uma casa de cerca branca em que more com seu marido e dois filhos.

Também gostei muito da D.D., a detetive responsável pela investigação. Até o mau-humor dela me diverte. É impressionante o estado a que todos os investigadores da delegacia de homicídios chegam, aliás. Todos se dedicam 100%, mesmo os que têm uma filha recém-nascida em casa ou uma mãe morrendo no hospital. Dormem poucas horas por dia e usam todos os recursos disponíveis para encontrar o culpado.

O detetive Bobby Dodge tem um papel muito importante no livro. É da polícia estadual, e não deveria estar participando das investigações, mas D.D. faz questão de sua presença devido a certo conhecimento que ele possui.

Este livro pertence a uma série. Cada volume conta a história da resolução de um crime, e eles estão sendo lançados fora de ordem no Brasil. No geral, a leitura não é prejudicada por causa disso. Mas eu, particularmente, gostaria muito de ter tido a oportunidade de acompanhar a vida de Bobby e D.D., o que não foi possível lendo os livros em uma ordem aleatória. Quando eu completar a coleção, vou tentar arranjar um tempo para relê-los na ordem correta.

Mas o maior problema que eu vejo em como os livros foram lançados, é que o primeiro livro da série tem uma ligação muito grande com este, que é o segundo. Infelizmente, acho que ter lido Esconda-se primeiro arruinará a minha leitura do primeiro volume, quando (e se) ele for lançado por aqui.

A narrativa de Esconda-se é daquelas que deixam o leitor desesperado para conhecer o fim da história. Desta vez, eu consegui desvendar metade do mistério. Embora o livro tenha me deixado completamente neurótica, eu realmente amei a leitura. Não me arrisco sempre nesse gênero, mas nunca deixaria de ler um livro da Lisa Gardner. Super recomendo para quem gosta de histórias policiais.

site: http://entrepalcoselivros.blogspot.com.br/2013/10/resenha-novo-conceito-esconda-se.html
Lore 03/11/2013minha estante
Só com o término da leitura da sinopse eu adorei o livro e já o adicionei aos desejados. Meio que a sinopse me lembrou um pouco a segunda temporada de american horror story, mas só me lembrou mesmo hehe uma pena os livros não estarem sendo lançados em ordem, pois levo isso muito em consideração. Adorei a resenha Ju!


Jess 03/11/2013minha estante
Agora eu fiquei curiosa para saber o porque da fuga e quem está os perseguindo! A resenha foi muito bem feita, você conseguiu me empurrar para este livro, espero que ele seja tão bom quanto está aparentando ser.


Cris 04/11/2013minha estante
Até me desanima saber que a a Editora lançou o livro fora da ordem... Esse livro só por falar em sanatório, já me dá arrepios! rsrsr


Leilane 04/11/2013minha estante
Apesar de super intrigante, história policiais não são o meu forte, por isso não é um tipo de livro que eu leria. Mas amei a resenha, aguçou meu gosto por mistérios, mas preferia ver o enredo desse livro num filme. Beijos


Juh 08/11/2013minha estante
Uaaau, fiquei curiosa para lê-lo, mas acho que teria um ataque cardíaco durante a história, fico muito tensa com suspense, mas achei bem interessante, pois é Ju eu ouvi comentar sobre essa questão dos lançamentos dos livros, em partes isso é um pouco chato, porque as vezes a gente fica meio perdido!! Mas que bom que não atrapalha tanto ne´?!! Ótima resenha! beijos!


Thaís 09/11/2013minha estante
Adorei Ju, adoro este gênero de livro, é muito bom quando a gente consegue desvendar ao menos um pouco do mistério, mas a maioria das vezes eu fico boiando haha. Adorei o livro, ele me deixou super curiosa. Estou doida para lê-lo, mas só quando a ordem dos livros estiverem corretas..
Beijos




Yasmin 17/01/2014

Com uma trama ágil, intrincada e tão surpreendente quanto os outros da autora.

Desde que a editora começou a lançar os livros da Lisa Gardner que me apaixonei pelo estilo da autora. O gênero policial estava bastante estagnado e a autora traz mais do que inovação, traz uma pesquisa realista e uma trama que se desenrola com naturalidade, porém o único problema foi a editora começar pelo quarto livro, depois lançar o cinco e só agora o dois. Os livros dela são tão bons que não fez diferença, mas sinceramente espero que a editora lance o primeiro em breve. Agora conheçam mais essa brilhante história de Lisa Gardner.

Annabelle Granger passou a vida inteira mudando de cidade para cidade desde que tinha sete anos de idade. Um dia chegou em casa e seu pai disse para escolher apenas duas coisas em seu quarto que eles iriam partir. Na época ela era apenas criança, mas à medida que os anos iam passando e a família se mudava para uma nova cidade ela começou a ter raiva do pai. Raiva das mudanças sem explicação, raivas dos incessantes treinos contra ameaças invisíveis e raiva por tanta mudança ter matado sua mãe. Mas agora Annabelle está de volta a Boston, como Tanya Nelson, a cidade onde viveu na infância e que viu seu tão paranoico pai morrer atropelado por um táxi. Os anos de treino transformaram-na em uma pessoa solitária, com três trancas na porta, um sistema de segurança extra e que trabalha em casa quando pode. Annabelle estava começando a confirmar que o pai foi neurótico atoa quando viu a matéria no jornal, uma cova coletiva com o corpo de seis garotas foi encontrada no subterrâneo do Hospital Psiquiátrico de Boston, e a polícia já identificou um corpo como Annabelle Granger. Quando D.D. e Bobby recebem Annabelle na delegacia duvidam de sua história. Uma vida de fugas sem registros é quase impossível. Com ainda mais perguntas do que antes dos dois precisarão descobrir onde Annabelle se encaixa nessa história antes que seja tarde demais. Afinal seu pai estava certo ao fugir? Existe mesmo alguém atrás dela após tantos anos?

É a partir dessa premissa que a autora desenvolve uma trama brilhante, com os melhores elementos do gênero, marcado por excelentes personagens e um tom realista que coroa tudo de forma perfeita. Gardner mais uma vez mostra como se faz um bom investigativo, com ambientação rica e crível, desde os procedimentos da polícia até os menores trejeitos dos personagens. Uma ótima autora, com uma trama intrincada e instigante nas mãos, desenvolve pistas e reviravoltas de forma harmoniosa e perspicaz conduzindo o leitor por uma história fluida, impossível de largar antes do final e ainda sem um gostinho de quero mais.

Nesse segundo volume da série o foco entre os três personagens principais, D.D., Bobby e Annabelle é bastante equilibrado, sobrando uma pontinha até para o romance. Eu sabia que já tinha ouvido falar no nome de Annabelle e foi perfeito saber de onde ela veio depois de ter lido os livros quatro e cinco. A trama trouxe um criminoso inteligente, audaz e sem escrúpulos no centro das investigações, mas Gardner de maneira inteligente joga com os acontecimentos, cria pistas e muda a trama de forma a deixar o leitor na dúvida até o final, o que sem dúvida rendeu um dos melhores fins entre os três livros da autora que já. Uma história que sem dúvida vai ficar marcada tanto pela trama inteligente como pela riqueza de elementos realistas e interessantes. Gardner se supera ao transportar a polícia de Boston para as páginas de sua história.

Leitura rápida, agradável, instigante por si e não apenas pela trama eletrizante. Lisa Gardner se firma como uma das melhores autoras do gênero e também como uma das que mais é fiel a realidade. D.D. é uma detetive fantástica, longe de ser canastrona e brilhante em sua forma de agir. Esperando ansiosa pelos outros livros da série. A edição da (...)

Termine de ler o último parágrafo em:

site: http://www.cultivandoaleitura.com/2013/12/resenha-esconda-se.html

comentários(0)comente



Dani 22/04/2014

Esconda-se - Uma leitura de tirar o fôlego!
Esconda-se foi o primeiro livro da autora Lisa Gardner que li e ficou favoritado! A estória é sobre Annabelle M. Granger, uma jovem que passou sua vida inteira se mudando com sua família, inclusive trocando de identidades. Ela nunca entendeu o porque de seu pai sempre se sentir ameaçado e precisar estar sempre fugindo, e sua mãe nunca questionou as mudanças de casa repentinas : sempre arrumavam cinco malas e preparavam-se para novas identidades e novas vidas. No entanto, nunca puderam se sentir em paz. Quando tudo parecia bem, novamente se mudavam. Alguns anos depois, Annabelle perdeu sua mãe e, logo, seu pai. Agora, pensava estar em segurança, mas se ressentia muito do pai por nunca ter esclarecido todas suas dúvidas. Ele ensinara-a que a sociedade é um sistema. Mas por que?
Um dia, lendo o jornal, Annabelle se deparou com a notícia mais surpreendente que já vira : ela estava morta.
Acontece que foi encontrado em uma câmara subterrânea no terreno de um antigo sanatório os corpos de seis meninas bem novas, entre elas, uma com um pingente no pescoço com o nome de Annabelle M. Granger. Cabe agora á Detetive D.D. Warren e Bobby desvendarem o mistério por trás dos crimes.
A personagem Annabelle me agradou muito, por ser uma jovem forte e preparada para suspeitar de tudo e de todos, afinal, seu pai lhe ensinou isso. Bobby também é um personagem bem simpático e tenho que ressaltar que infelizmente, os livros desta série não foram lançadas na ordem correta, sendo este o segundo livro, que mostra vagamente que o detetive teve problemas com um crime, mas podemos deduzir sua estória através das informações que nos são dadas. Por fim, D.D. Warren não me simpatizou muito, ela é muito durona e fria, mas podemos entender que ela possui um cargo que exige respeito, portanto, sua personalidade pode ser entendida.
O livro é narrado em parte por Annabelle e outras, do ponto de vista de Bobby, (então não entendo como a detetive D.D. Warren é a personagem principal da série), o que nos permite entender o lado de ambos e também, mergulhar fundo na trama.
Sempre amei estórias policiais envolvendo mistérios, mortes e muitas investigações. Este livro já foi me conquistando nas primeiras páginas e logo, estava bolando soluções e hipóteses para o mistério junto com os personagens. Ao decorrer da trama, somos apresentados a vários suspeitos, reviravoltas e mais perguntas que faz com que o leitor não queira largar o livro em momento algum! Não pude deixar de suspeitar das pessoas erradas mas isso foi bom, pois o final do livro foi totalmente surpreendente!
Então, sem dúvidas, essa leitura é super recomendada para quem curte o gênero e está a procura de uma leitura envolvente e misteriosa. Depois desta excelente leitura, os próximos livros da autora não faltarão na minha estante!

site: http://cookiescreamandmint.blogspot.com.br/2014/06/resenha-esconda-se.html
comentários(0)comente



Val 05/04/2014

Sabe aquela sensação de estar lendo um livro, e a história ser tão boa, a ponto de voce ler um pouquinho a cada dia para que não acabe? Os livros da Lisa Gardner me causam isso. Adoro a escreita dessa autora, a facilidade dela em conduzir tramas policiais tão elaboradas, personagens com conflitos internos, enfim, excepcional leitura.
comentários(0)comente



Mari 23/12/2013

Esconda-se - Lisa Gardner <3
Após o lançamento de VIVA PARA CONTAR, virei fã da autora. Quando soube que a NOVO CONCEITO lançaria mais um livro da LISA quase tive um treco. Amo livros policiais e acho que ela tem uma narrativa fascinante e SEMPRE consegue nos surpreender com algo que jamais imaginamos. Então, quando ESCONDA-SE chegou, fiquei empolgadíssima para ler, mas como havia muitos livros atrasados, fui deixando ele para depois, pois queria saborear cada uma de suas páginas sem ter mil coisas na cabeça.

A semana passada foi super tranquila e finalmente consegui agarrar LISA com as mãos e não soltar até chegar ao último ponto final *_* Que enredo!

Não vou ficar falando do enredo para não correr risco de dar spoilers, portanto, a sinopse vai ter que bastar para aguçar a curiosidade de vocês. O que vou fazer é falar um pouco da empolgação que senti ao ler ESCONDA-SE, e principalmente com a sargento D.D. Warren.

Quem leu minha resenha sobre SANGUE NA NEVE viu que tive alguns momentos de irritação em relação a sargento. Isso porque ela não abria a mente para ver o que se passava ao redor e aceitava apenas averiguar uma linha investigativa, a que ela supôs ser a correta. Já em ESCONDA-SE, a trama envolve TANTOS elementos aparentemente desconexos, que ela atira para todos os lados e investiga TODAS as situações e pistas que aparecem. Além disso, aquela carcaça de policial durona fica intacta e ela fica parecendo uma super mulher, tanto em suas atitudes quanto em suas convicções, conjecturas e suposições. Nesse livro, Warren me conquistou da primeira a última página.

Quanto a Annabelle, a garota que está sempre em fuga, que desespero que dá! Às vezes pensamos que a personagem é louca e paranóica, assim como seu pai. Às vezes temos pena, às vezes raiva. A personagem passa por tantas situações e expõe tantas coisas, que ficamos em dúvida em relação a ela.

O fato de LISA ter escolhido um manicômio como um dos cenários da trama, nos deixa meio malucos também, pois não conseguimos ter certeza de nada do que se passa, afinal, muito do que aqueles personagens que estiveram no hospital, antes de ele ser desativado, contam pode ser mentira ou divagação, por isso, nosso olhar sempre fica atento quando se trata de histórias que retornam ao hospital.

A descrição do cenário em que os corpos são encontrados é terrível! Dá pra sentir a tensão que os policiais sentem ao adentrar no local e a sensação que os toma ao verem os corpos mumificados das seis meninas.

Além disso, contamos com um vilão fascinante, surpreendente e que é um gênio. Mesmo o crime tendo sido cometido no passado, parece que ele sempre estava adiantado às possibilidades e um passo a frente dos que o caçavam. Não sei se fiquei mais surpresa com a revelação de quem era o vilão ou com as motivações dele.

A única coisa que me desagradou no livro foi Bobby, amigo/parceiro/ex-namorado de D.D. e ex-atirador. Na verdade, o personagem tem passagens bem legais em relação à investigação, mas, no que concerne a vida pessoal dele... Um fracasso! A galinhagem do sujeito me irritou ao extremo e achei bem boçal ele arrumar tempo para tal coisa em meio a uma investigação tão séria. Como D.D. é uma personagem incrível, gostaria que tivesse um parceiro a altura.


Tirando isso, ESCONDA-SE é um livro nota MIL que só me fez ficar ainda mais apaixonada pela narrativa da LISA. Espero que para 2014 a NOVO CONCEITO traga mais livros da autora.


site: http://s2ler.blogspot.com.br/2013/12/resenha-esconda-se-lisa-gardner-ed-novo.html
comentários(0)comente



Rose 16/01/2015

Uau! Isso mesmo, foi isso que pensei quando terminei este livro. Ele está na minha estante já tem um tempinho. Eu amo este gênero e sou fã da autora, mas uma resenha que li dele me deixou encucada.
Achei bem estranho ela ser tão negativa, pois eu acreditava que mesmo que a Lisa tivesse errado a mão, ainda assim valeria a leitura, então aqui vai...

A sargento D.D. Warren estava diante de uma cena de crime que seria prioridade máxima de seu departamento.
Uma força tarefa foi montada e no meio da madrugada ela exigiu a presença do agora detetive Bobby Dodge.
Na área de um antigo e agora desativado Hospital Psiquiátrico foi encontrado uma câmara com seis corpos de meninas mumificadas. Isso lembrava muito um antigo caso que D.D. e Bobby conheciam bem.
A única pista da polícia era um pingente com o nome: Annabelle Granger, uma menina de sete anos. Ela estava entre os corpos achados.
Acontece que Annabelle estava viva e não muito distante dali. Vinte e cinco anos depois de seu pai fazer a família iniciar uma fuga sem fim de uma ameaça que ela nem tinha ideia qual seria, ela foi dada como morta...
Ela poderia deixar tudo como estava, seria mais seguro, ainda mais agora que seus pais estavam mortos e ela sozinha... Mas ela estava cansada de fugir, então resolveu ir até a delegacia e contar toda sua história para D.D..

"-Pensei que estivesse aqui para dar um depoimento.
-Sem gravação.
-Por quê?
-Porque você acabou de me declarar morta, e eu pretendo continuar assim." (pág. 42)

Annabelle tinha 7 anos quando seus pais e ela começaram a fugir. Viviam mudando de tempos em tempos. Largavam tudo e começavam do zero. Cidade nova, emprego novo, novos vizinhos, novas vidas, nomes novos... Hoje ela era Tanya Nelson, mas já foi Sophia, Siena, Sally, Andy... Já morou na Flórida, Phoenix, Kansas City, St. Louis, Seatle...
Por que eles fugiam? Ela não tinha ideia, só podia dizer que tudo começou com o pingente que ganhou.
Quem deu o pingente? Ela também não sabia. Ela só sabia que não poderia confiar em ninguém, só em seus pais. Não podia aceitar nada de estranhos. Tinha que ser ágil e forte. Aprendeu autodefesa e noções de fuga e disfarce. Vivia atenta, com medo e em fuga...
Uma história maluca, mas verdadeira. Agora D.D. precisava descobrir o que levou o pai de Annabelle a pegar a família e fugir. Qual era a relação disso com os corpos encontrados? Qual era a relação destes corpos com o "Caso Umbrio"? Qual a relação de Annabelle com Catherine? A semelhança entre elas tinha algum motivo especial? Por que elas eram tão parecidas, inclusive com as meninas encontradas? Quem era Roger Grayson, o pai de Annabelle?

"O que era que meu pai sempre dizia? Eu era forte, eu era rápida e tinha um instinto lutador." (pág. 195)

Eram tantas perguntas que mesmo o empenho de toda Força Tarefa no caso, não estava dando conta.
Se uma dúvida era resolvida, outras tantas apareciam. Annabelle estava novamente no centro da atenção do homem que fez seu pai fugir.
Será que as fugas eram só fachada para o pai de Annabelle matar as crianças? Será que ele realmente morreu?
Se quiserem saber todas estas respostas, vão ter que ler o livro. A autora explicou tudo direitinho. Só não gostei muito do fim do livro. Vejam bem, não foi do final dele, que veio depois de um belo climax e foi bem descrito. É que depois que o caso foi resolvido, aparecem alguns pensamentos e um desfecho. É este desfecho, que nada tem haver com o caso, e que ocorre entre duas pessoas que eu não gostei. A dupla em questão, na minha opinião, não tinha "liga", apenas isso.
Um ótimo livro, principalmente para os fãs do gênero. Leia e desvende os mistérios criados pela autora.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
Cinthia 24/01/2015minha estante
Não conheço a escrita da autora por nunca ter lido nada dela. Esse livro e história sempre me chamou a atenção, mas não sei se leria por agora, talvez mais na frente. Mas, parece ser uma ótima história.


Clarice.Castanhola 20/04/2015minha estante
Como um bom suspense policial, o quebra cabeça inicial aparentou ser indecifrável, gostei da resenha, vou adicioná-lo a minha lista de livros




Fun's Hunter 17/04/2014

Esconda-se
Muita gente sonha em viver viajando, conhecendo muitos lugares, pessoas, culturas e tudo o que a constante mudança pode garantir. Talvez Annabelle não tinha muito a reclamar, na visão de algumas pessoas. Mas, como é pegar sempre a estrada? Como é fugir de algo que nem sabe se realmente existe? Como é viver sempre com medo? Como é nunca ser você mesmo? Como é ser treinada para combater um inimigo invisível, talvez inexistente? Pois é, muitos mistérios vão ser revelados ao longo da leitura.

Annabelle é uma mulher solitária, não por vontade própria, mas, por uma obsessão de seu pai que sempre a treinou para sobreviver a uma ameaça eminente, porém, desconhecida. Sua vida nunca foi normal. Desde que se conhece por gente, passa a conviver com a obsessão de seu pai com uma terrível tragédia que pode vir a ocorrer com a mesma.

Quando um crime antigo é descoberto, e um túmulo com seis corpos de meninas são encontrados, tudo indica que, pelas semelhanças dos detalhes, um antigo serial estaria atacando novamente. O único problema nessa teoria era que tal assassino já fora julgado, condenado e morto antes da possível data de execução dos assassinatos.
Nessa confusão criada e com tantas perguntas a serem respondidas, a sargento D.D Warren e o detetive Bobby começam a investigação mais incrível das suas atividades como oficiais da lei.

Muitos personagens vão surgindo ao longo da história, tornando a trama mais complexa e interessante. Suspeitos improváveis e, alguns óbvios até demais, fazem com que as ideias que nós criamos, em poucos capítulos já tenham sido mudadas ou confirmadas.
Não irei adentrar muito na história para não tirar do leitor a possibilidade da surpresa que lhe aguarda.


Imaginem um livro envolvente. Uma leitura extremamente prazerosa, cheia de situações que levam o leitor a elaborar muitas teses conforme o desenrolar dos fatos. Ao avançar na leitura, é inevitável não se colocar no papel dos detetives do caso, unir os fatos e tentar encontrar as respostas. Porém, muitas surpresas aguardam o leitor no desfecho dessa história incrível.
É louvável a qualidade da escrita da autora. Lisa Gardner consegue atrair a atenção do leitor desde o primeiro capítulo. Particularmente, não consegui parar de ler. A cada capítulo terminado, ficava o desejo de continuar a leitura para chegar à resposta do acontecimento anterior. Cada pista que surgiam no decorrer da história, levava-me a levantar uma tese diferente para o desfecho do livro. Difícil de imediato citar um livro que tenha atraído tanta minha atenção como esse. Um dos melhores livros do gênero policial que eu já li.

O livro fora escrito de forma que em determinados capítulos esteja em primeira pessoa, sendo os fatos contados pela própria Annabelle, o que nos passa uma sensação de realidade, tornando a leitura muito atraente. E os demais capítulos, onde contam os acontecimentos envolvendo os detetives, utiliza-se a escrita em terceira pessoa.
Desde o momento que surgiu a possibilidade de ler esse livro, de imediato já me interessei por ele. Primeiramente pela capa, a qual me fez lembrar de alguns games que por muito tempo eu joguei. Acredito que o nome do livro poderia ter sido mais destacado, porém, nada que diminua a minha admiração pelo trabalho realizado.
Os capítulos, como na maioria dos livros do gênero, não são demasiadamente extensos, facilitando ao leitor, que assim como eu, aproveita cada minutinho para avançar na leitura, mas, não gosta de deixar um capítulo parado na metade. Para as letras, fora utilizado uma fonte pequena, porém, não aquelas que embaçam os olhos do leitor de tão pequenas.

Posso afirmar sem sombra de dúvidas, que o leitor que se aventurar nas páginas deste livro, dificilmente se decepcionará de tê-lo adquirido.
Mais um para minha lista de livros que realmente valem a pena você mergulhar na leitura.

site: http://www.funshunter.com/2014/02/ResenhaEsconda-Se.html
comentários(0)comente



Natalia 15/11/2013

Resenha produzida para o blog Perdidas na Biblioteca
Pense em um livro que você começou a ler e simplesmente não conseguia parar. Pense em um livro que você ficava lendo em todos os lugares e em todos os momentos que tinha.
Pensou? Pois é... Esconda-se é exatamente assim!

Tudo começa quando Anabelle Granger chega em casa da escola e encontra os pais com cinco malas prontas. Seu pai informa que ela tem 5 minutos para ir ao quarto dela e escolher dois objetos quaisquer que ela queira levar e entrar no carro.
Cinco minutos depois, Anabelle esta dando adeus a sua casa com um cobertor de bebê e um bichinho de pelúcia. Essa seria a última vez que ela veria a sua casa, mas nem de longe seria a última vez que ela se mudaria.
Passaram 25 anos e sempre acontecia a mesma coisa: Em um dia ela estava feliz em uma nova cidade... uma nova escola... firmando laços com a comunidade; No outro, seus pais estavam com as malas prontas para fugir novamente.
Mas fugir de quê?
Ela nunca soube, mas seja lá o que fosse, realmente assustava seus pais.

Em sua última "parada", ela volta para a cidade natal: Boston. Mas desta vez será realmente a última, pois seu pai morre e ela não vê mais motivos para ficar fugindo de uma coisa que ela nem sabe o que é. Afinal, seu pai nunca lhe disse o que deveria temer...
Ela estabelece residência, mas continua a viver uma vida que não é dela, com identidades falsas e sem apego a nada e nem a ninguém. Sua melhor amiga é sua cadela e a coisa mais próxima de um relacionamento que ela tem é o entregador que sempre entrega coisas que ela compra pela internet.
Tudo estava indo bem, né?

Só que um dia, ela liga a tv e ouve nos noticiários que Anabelle Granger foi encontrada morta em uma cova coletiva com outros cinco corpos no terreno de um antigo hospital psiquiátrico em Boston.
Mas como isso é possível, se ela, Anabelle Granger, esta ali de pé vendo tv e bem viva?

Logo no primeiro capítulo do livro, já podemos perceber que a autora não esta de brincadeira. Ela já começa com o mistério nas primeiras páginas, colocando toda a família pra fugir.
Conforme desenvolve a história, nós ficamos cada vez mais envolvidos e é impossível não seguir as pistas junto com a sargento D.D. Waren.

A autora faz você mergulhar no método de pesquisa e na rotina do departamento de policia de Boston. É como se você fosse um dos policiais que esta participando da reunião de detetives encarregados dos caso e discutindo qual será a próxima diretriz para conseguir mais informações sobre o caso.
Gostei muito desse estilo de escrita, e me envolvi muito.

A diagramação esta muito boa, e apesar do livro ser grosso a primeira vista, a leitura flui com muita facilidade. Eu adoro livros de detetives, e gosto mais ainda quando a história é cheia de reviravoltas. Então, se você gosta desse tipo de livro... se jogue de cabeça!

Pelas informações no skoob, este é o segundo livro de uma série. Aparentemente, o primeiro livro não foi publicado ainda no Brasil, por isso, nós sentimos que existe uma história anterior a essa, que é mencionada várias vezes no livro, mas essa história não compromete em nada o enredo deste livro.
Ela serve apenas para situar melhor o leitor do por que D.D. Waren é tão próxima do outro protagonista, o detetive Bob Dodge, e o que aconteceu com ele no passado.

Super recomendo a leitura e já estou de olho nos outros livros desta série: Viva para Contar e Sangue na Neve.
Boa leitura!

site: http://perdidasnabiblioteca.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Ana Luiza 16/03/2014

Você pode correr, mas não pode se esconder
Annabelle Granger chega em casa depois da escola apenas para encontrar o pai temeroso, a mãe em prantos e toda a sua vida condensada em cinco malas. Sem saber o porquê, a garota acompanha os pais para uma nova cidade, onde assumem novos nomes e tentam viver abaixo de todas as suspeitas. Assim foi a vida de Annabelle, uma fuga sem fim de um medo sem nome ou face. A garota jamais soube do que estava fugindo, apesar de ser pai ser bem claro quanto ao tamanho dessa "coisa ruim" que, aparentemente, os perseguiu pelo país. A mãe de Annabelle aguentou até os quatorze anos da filha, quando finalmente desiste e toma um frasco inteiro de pílulas. Anos depois, a garota e o pai finalmente voltam para sua cidade natal, Boston. Após pouco tempo o pai de Annabelle morre e agora, como Tanya Nelson, a mulher segue sua vida. Annabelle, apesar de não ignorar tudo o que aprendeu com o pai, finalmente vê uma chance de liberdade, até que encontra o seu nome estampado em uma reportagem sobre seis garotas mortas.

“Então, um dia, tudo fez sentido. Peguei o Boston Herald e li na primeira página: 25 anos depois, eu finalmente havia sido morta.” Pág. 14

Bobby Dodge é um detetive do estado que é acordado no meio da noite pela sua amiga D. D. Warren, uma sargento que o chama para uma cena de crime. No terreno de um antigo hospital psiquiátrico foram encontrados seis corpos mumificados de garotinhas. O cenário é horrível e perverso e tanto Bobby quanto D. D. ficam abalados e determinados a levar essa história até o fim e o culpado para a cadeia. No local foi encontrado um pingente de ouro com o nome de Annabelle Granger gravado.

Annabelle, após muito refletir, procura a polícia e conta para D. D. e Bobby sua história. Um pouco antes de fugir com a família toda, Annabelle recebeu presentes misteriosos, o último deles o colar com seu nome gravado que foi achado na cena do crime. O pai dela ficou possesso quando viu o colar e o jogou fora, mas Annabelle recuperou o item e o deu para sua amiga Dori que, ela descobre mais tarde, desapareceu logo depois de sua partida e que é, provavelmente, uma das garotas encontradas.

“- Do que você tem tanto medo, Annabelle?
- De tudo.” Pág. 221

Os detetives não acreditam primeiramente em Annabelle, mas conforme afundam em sua história percebem que o que ela fala é verdade. Entretanto, como o possível perseguidor da garota se liga a tumba onde foram encontradas as garotas? O cenário do crime é muito similar a outro de muitos anos, cuja vítima sobrevivente, Catherine, tem um passado com Bobby e D. D.. Entretanto, é impossível que o criminoso seja o mesmo, mas como explicar a incrível semelhança entre Annabelle e Catherine? Essas e muitas outras perguntas vão se acumulando ao longo dessa investigação que mais parece um buraco negro. Quanto mais D. D. e Bobby se aprofundam nesse caso, mais mistérios se entrelaçam em um rede sem fim. Logo fica claro que o assassino ainda está à solta e que não só Annabelle, mas os detetives também estão sobre a sua mira. Correndo contra o relógio, os três terão de enfrentar muitos desafios, além de aceitar que não se pode correr ou se esconder do próprio passado.

“Meu pai me explicou pela primeira vez quando eu tinha sete anos de idade: o mundo é um sistema. A escola é um sistema. Bairros são um sistema. Cidades, governos, qualquer grupo grande de pessoas. Aliás, o corpo humano é um sistema, viabilizado por subsistemas biológicos menores. A justiça criminal é um sistema. (...) Uma família é um sistema.” Pág. 5

“Esconda-se” é o segundo volume da série policial “Detective D.D. Warren”, mas pode ser lido de forma independente. Apesar de fazer muitas referências a acontecimentos do livro anterior, não há nada que atrapalhe a leitura ou deixe-a confusa. O livro já começa de forma muito intrigante, em um capítulo narrado pela Annabelle que é quase um desabafo da personagem sobre como foi a sua vida até agora. No capítulo seguinte já encontramos Bobby e D. D. com sua macabra cena do crime e logo as duas histórias se entrelaçam em uma trama ágil e de tirar o fôlego. Minha mãe já tinha lido os livros da autora e comentado que a sensação é de que a história é escrita de trás para frente, do final para o fim, e depois de ler “Esconda-se”, tive que concordar. Nunca encontrei uma trama tão bem amarrada como essa, a autora começa sua história com diversas tramas paralelas que vão se amarrando de tal maneira que só no final é que percebemos o quanto uma se conecta a outra perfeitamente, cada mínimo detalhe é importante. Gardner nos surpreende a todo momento com suas reviravoltas de cair o queixo, cada capítulo é recheado de emoção e o final tão incrível que o li com o coração acelerado. Confesso que jamais esperava que o assassino fosse aquele. Além da trama bem bolada e desenvolvida, Gardner tem uma excelente narrativa, dividida entre a narração de Annabelle e a terceira pessoa que acompanha D. D. e Bobby. Essa troca constante de perspectiva dá ao leitor visibilidade maior da história e dos personagens.

E falando nos personagens, eles são um show a parte em “Esconda-se”. Complexos, cada um tem um papel na história, além de muita personalidade, o que os faz pular das páginas e se tornar real diante os olhos do leitor. Todos os personagens são misteriosos, com uma gama de sentimentos e reações e nos surpreendem a cada momento, nem um deles pode ser realmente o que parecem ser. Annabelle conquista primeiramente por causa da história sofrida, mas são sua força, coragem, inteligência e sensibilidade nas medidas certas que encantam. Bobby já provoca uma reação de amor e ódio. Em parte gostei dele por causa de seu caráter e gentileza, mas me irritei com a facilidade que ele parece se subjugar às mulheres. Primeiro D. D. e Catherine, e depois Annabelle. Apesar do comportamento protetor diante elas, Bobby parece nunca saber como se relacionar corretamente com elas. Já no caso de D. D., nossa relação foi apenas de ódio mesmo. Confesso que não gostei da protagonista. Ela é, na maioria do tempo, rude e insensível, que só enxerga o trabalho e si mesma. Entendo em que a personagem estava o livro todo sobre pressão, mas será que ela podia ser um pouquinho mais gentil com todos? Achei D. D. muito chatinha e completamente diferente do que esperava. Mas quem sabe com a leitura de outros livros da série minha opinião sobre ela não mude? Assim espero...

Falando da edição, a tradução e a diagramação, apesar de simples, estavam perfeitas. O tipo da fonte estava bom, mas achei o tamanho dela um pouco pequeno. As páginas amareladas ajudaram a deixar o livro ainda mais rápido de ler e fiquei surpresa com o peso leve do livro para suas 400 páginas. A capa não chega a ser feia e combina com a história, apesar de que acho a expressão da modelo forçada e sua aparência bem diferente da D. D. que imaginei. Preferiria que a editora tivesse mantido alguma das outras capas abaixo.

Envolvente e com muita ação, “Esconda-se” foi uma excelente leitura, que me deixou louca por outros livros da autora, que demonstrou seu talento para romances policiais. Recomento o livro para quem gosta do gênero e mesmo para quem não gosta, mas que curte uma história bem amarrada, surpreendente e com muitos mistérios e emoções.

“-Você não precisa gostar de um sistema – ela murmurou. – Você só precisa compreendê-lo. Então, sempre poderá sobreviver.” Pág. 110

site: http://mademoisellelovebooks.blogspot.com.br/2014/03/resenha-esconda-se-lisa-gardner.html
comentários(0)comente



Arca Literária 23/03/2014

Esconda-se
Pelo titulo imaginamos que o livro seja um suspense policial bem instigante, e a historia que a Lisa Gardner nos traz é exatamente isso e um pouco mais.

O livro apesar de ser um pouco grande é tão envolvente que a leitura flui rapidamente e eu li em 2 dias tamanha a minha vontade de desvendar logo todo o mistério.

A jovem Annabelle desde criança aprendeu a não criar raízes em lugar nenhum. Sua família sempre viveu fugindo e trocando de identidade, mas ela nunca soube do que realmente eles estavam fugindo. Seu pai sempre viu perigo em tudo e todos, e nunca lhe disse o que realmente era tão perigoso no mundo. Sua mãe acabou não aguentando a pressão de viver fugindo e acabou se matando com uma overdose quando ela tinha 15 anos e seu pai faleceu a pouco tempo.

Sozinha, a jovem não cria laços com ninguém. Com mais de 30 anos, não tem amigos e nem namorado. Vive sozinha com sua cadela e tudo que ela sabe é que o mundo é perigoso, e que ela não pode confiar em ninguém.

Atualmente o nome em seus documentos é Tanya e só ela conhece realmente qual o seu nome real.

”Como se eu pudesse ser rápida o bastante para fugir do passado. Como se eu pudesse ser forte o bastante para encarar meus medos.”

Então surge uma descoberta que intriga todo o pais. Em um terreno de um hospital psiquiátrico é descoberto uma câmara com 6 corpos de meninas mumificados. A policia suspeita que a autoria desses crimes seja de um serial killer, porém ninguém tem nenhuma pista de quem foi capaz de tamanha atrocidade com aquelas pobres crianças, só se sabe que os crimes foram cometidos a mais de 20 anos, por conta do estado dos corpos.

A única pista que a policia revela é um colarzinho que uma das jovens trazia no pescoço e nele esta escrito o nome de Annabelle. Sabendo que aquele colar lhe pertenceu a jovem procura a policia e revela a sua verdadeira identidade.

Nesse ponto o livro fica eletrizante. Assim como Annabelle e os policiais que a ajudam, não sabemos de nada a respeito do assassino. Todos são suspeitos até que se prove o contrario. Annabelle ajuda e muito nas investigações afinal ela quer entender afinal o que realmente aconteceu em seu passado, para que ela se tornasse o que ela é hoje.

”Nos filmes, sabemos quando alguma coisa ruim vai acontecer porque é o que nos diz o próprio som. Não há uma pessoa cujo coração não dispare ao ouvir a música-tema de Tubarão e, francamente, isso é algo reconfortante. Todos gostamos dos nossos sinais. Eles dão ao mundo uma sensação de ordem. Coisas ruins podem acontecer, mas apenas depois de o som de fundo tocar tãn-dãn, tãn-dãn, tãn-dãn-dãn-dãn-dãn…”

A autora cria um suspense magnifico, cheio de mistério, como todo livro policial tem que ser. Em vários momentos eu fiquei com medo, a sensação era de que era eu quem estava sendo perseguida. Só achei o final um pouco rápido demais, pois o livro vem sempre em um ritmo constante e as ultimas paginas nos traz muitas informações de uma só vez, que me deram a sensação de ficar órfã daquela historia no termino da leitura. Queria ter tido um pouco mais de tempo para apreciar a conclusão do mistério. Mais isso não diminui em nada esse incrível suspense.

_____________

Resenha de Erika Marinho, resenhista do Arca Literária e do Blog Infinito Particular dos Livros

site: http://infinitoparticulardoslivros.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Poly 17/12/2013

Estava ansiosa para começar a leitura desse livro porque eu sabia que seria bom e ele atingiu todas as minha expectativas. Lisa Gardner com essa obra se consagrou como minha escritora preferida do estilo policial, então podem pegar qualquer livro dela e ler sem medo de ser feliz.

Meu pai me explicou pela primeira vez quando eu tinha sete anos de idade: o mundo é um sistema. A escola é um sistema. Bairros são um sistema. Cidades, governos, qualquer grande grupo de pessoas. Aliás, o corpo humano é um sistema, viabilizado por subsistemas biológicos menores.
P. 5

A polícia encontrou no Hospital Psiquiátrico desativado de Boston uma câmara subterrânea com seis corpos de meninas enrolados em sacos plásticos e mumificados. Apenas uma delas tinha um tipo de identificação: um colar com o nome Annabelle Mary Granger.

- Preparada? Qual é a utilidade de estar tão preparada se tudo o que fazemos é fugir?
- Sim, querida – meu pai me explicava incansavelmente. – Mas nós podemos fugir justamente porque somos tão preparados.
P. 35

A sargento D.D. Warren e o detetive Bobby Dodgers estavam cuidando do caso e ainda não sabia por onde começar as investigações quando uma moça aparece na delegacia querendo falar com a sargento dizendo ser Annabelle.
Annabelle está há 25 anos fugindo e trocando de nomes, sem ao certo qual é o perigo de que tanto corre.
Quando tinha 7 anos de idade, ela chegou da escola e seus pais estavam com as malas arrumadas para eles se mudarem. Ela pegou dois objetos e eles foram para Flórida. Cerca de dois anos depois eles se mudaram novamente e assim a menina ia vivendo. A cada dois anos eles se mudavam de cidade e de nome, enquanto, em casa, o pai ensinava à filha todo tipo de estratégia de defesa pessoal.

- Tenho certeza de que Annabelle Granger não acha tão conveniente que o pai e a mãe estejam mortos. A mim me pareceu que ela não se importaria de questionar o pai ela mesma.
P. 59

Ela nunca soube do que estava fugindo, a preocupação com isso isso era o trabalho do pai dela. E depois que ele morreu, em um acidente de carro, ela continuou se preocupando, mesmo sem saber quem era o seu predador.
Durante as investigações iniciais, a sargento e o detetive entram em contato com Christine Gagnon, uma vítima de estupro quando tinha 12 anos de idade e que foi mantida em cárcere num local parecido com a câmara onde foram encontradas as meninas. O estuprador de Christine já estava morto, mas como ela era a única ligação com o sujeito, a polícia decidiu interroga-la para ver se descobria pistas sobre o suspeito de praticar o crime com as meninas.
Até então a polícia não tinha nenhum suspeito do caso, nem a data em que os crimes contra as meninas foram cometidos, nem quem eram as meninas, nem a relação delas ou de qualquer uma delas com Annabelle Granger.

- Porque criminosos assim não param magicamente. Um criminoso desconhecido não passa anos perseguindo e capturando seis meninas e de repente decide arrumar um novo hobby. Você acha que meu pai sabia de alguma coisa. Você acha que ele tinha um motivo para nos manter fugindo.
P. 111

A história vai se desenvolvendo e aos poucos vamos começando a entender a relação entre todos os personagens. Apesar das revelações serem em doses homeopáticas o livro é bem dinâmico e é uma dessas leituras que a gente não quer largar.
A narrativa flui de forma bem tranquila e vamos devorando cada parágrafo a fim de resolvermos logo o mistério e acabarmos com a ansiedade de saber quem é o autor dos crimes.
Claro, que eu nem desconfiei quem era o criminoso, para variar eu passei bem longo do suspeito, mas eu me diverti muito com a leitura.

É a isso que a vida se resume no final? Meninas pequenas forçadas a escolher entre uma vida passada fugindo das sombras ou uma morte prematura sozinha no escuro? Que tipo de monstro fazia esse tipo de coisa?
P. 129

Achei que nesse livro a participação de D.D. Warren foi de menor importância. Ela não estava presente nos momentos mais importantes, nem descobriu os elementos fundamentais, como aconteceu em outros livro. Nessa obra, Bobby foi muito mais ativo e essencial para a solução do caso.
E Bella, a cachorra de Annabelle ganha todos os créditos por ser o elemento fofo da história. A cachorra com o menor senso para maus caráteres que eu já vi! E exatamente por isso que ela é uma fofa!

- Eu estou morta – eu disse simplesmente. – Sou o fantasma que assombra o terreno. Estou esperando aquele monstro voltar para poder matá-lo.
P. 369

Como a participação de D.D. Warren é de menor relevância nessa trama não gostei muito da capa, nem do marcador com a policial na capa. Faz sentido, claro, mas não gostei muito.
De todas as capas com livros da Lisa, essa foi a que eu menos gostei.
O miolo é simples, mas eu gostei bastante, combinou com a história e o clima tenso do livro, apesar de ter achado a fonte um pouco pequena. Os capítulos não são muito longos e eles se iniciam na página da direita (meu amor por capítulos iniciados na página direita). A capitulação é no centro da página e gostei bastante da fonte utilizada.

site: www.polypop.net
comentários(0)comente



Bruna 26/12/2013

Esconda-se
Esconda-se, da autora Lisa Gardner, foi publicado no Brasil pela editora Novo Conceito.

Esse foi o segundo livro que eu li da Lisa Gardner, que só confirmou como ela é uma excelente autora de Thrillers. Caso queira conferir a resenha de Sangue na Neve, que é da mesma série Detetive D.D Warren, é só clicar aqui. Diferente da minha primeira leitura, o enfoque não é em cima da D.D e sim do seu velho amigo de investigação, Booby Dodge. Como eu tinha falado na ultima resenha, eu não gostei tanto da detetive, razão essa que gostei muito mais desse livro, protagonizado por Bobby, um detetive estadual muito mais sensato e Anabelle Mary, talvez a mais recente vítima de um Serial Killer, que possui uma forte ligação com o novo caso de D.D e Bobby, onde encontraram seis crianças mumificadas em uma câmera no terreno de um hospício falido.

Outra questão é que esse livro foi publicado anteriormente ao Sangue na Neve, então nós temos alguns spoilers soltos para quem leu ele primeiro. O que não afeta a história, mas nós conseguimos ver que alguns personagens que sofrem tanto em Esconda-se realmente conseguiram um final feliz. Novamente encontramos dois tempos no livro, um narrado em terceira pessoa e o outro em primeira, que parece ser a característica forte de Lisa Gardner. Eu gosto muito dessa mistura, principalmente porque a cada final de capitulo, normalmente encontramos um Cliffhanger, o que torna a história muito mais interessante e que nos faz devorar o livro.

“Deus me dê forças para mudar o que posso mudar, a coragem para aceitar o que não pode ser mudado e a sabedoria para reconhecer a diferença.”

Em Esconda-se conhecemos Anabelle Mary, que até recentemente tinha sido declarada morta, o que causa um choque quando a verdadeira Anabelle Mary encontra-se na sala da detetive D.D com uma história um pouco duvidosa. O mais incrível é como ela é tão parecida com uma outra vitima, que tinha sido sequestrada, estuprada e mantida em uma câmera muito semelhante com a nova comera encontrada com seis meninas mumificadas, uma delas tendo sido declarada como Anabelle Mary.

O livro não foi previsível em nenhum minuto e a cada nova pista, nos levava a pensar que o assassino era outra pessoa. Eu adorei a personalidade de Anabelle, que mostra ser forte sem ser chata como D.D Warren (vocês já perceberam que eu não vou com a cara dela né?). Gostei também de conhecer um pouco mais sobre Bobby e como ele se tornou um detetive. Eu realmente quero ler o primeiro livro da série, que retrata bem como foi essa história de Bobby, mas ele ainda não foi publicado aqui no Brasil.

Ai no livro nós conhecemos os sociopatas, porque sim são mais de um e sim eles são terríveis e não possuem o menor escrúpulo, mas que são gênios. Nós vimos também uma filha que sofreu muito por decisões de seu pai e que sempre o culpo por isso, mas descobrimos quão forte é um amor de um pai com sua filha.

Lisa Gardner conseguiu construir uma narrativa incrível que nos prende no início ao fim. Declaro que estou apaixonada pela autora e que quero ler todos os livros da série.


site: http://www.segredodeumundo.com/
miranda 02/02/2014minha estante
OI, BRUNA. QUE BOM QUE ACHEI ALGUEM QUE TMBÉM NÃO GOSTA DA DETETIVE D.D.LI SANGUE NA NEVE E VIVA PARA CONTAR E, APESAR DE O 1º SER ÓTIMO,E O 2º NEM TANTO,ACHO LISA GARDNER ÓTIMA PARA CRIAR THRILLERS.O QUE ESTRAGA MESMO É A DETETIVE CHATA,, MASCULINIZADA E GROSSEIRA,FORA ISSO OS LIVROS DE L. G. SÃO ÓTIMOS.




Regina 25/11/2013

Mais uma história maravilhosa da Lisa Gardner! Os livros da D.D. estão se tornando um de meus favoritos, pois os mistérios e investigações policiais são primorosos!

Tudo começa com a descoberta de uma cova que serve de túmulo para seis corpos. Todas são meninas e são encontradas no que se chama mumificação úmida, o que faz com que os investigadores tenham de esperar a antropologia forense estudar os corpos para poderem fazer uma linha do tempo que ajudará na solução do caso. Vai ser um processo demorado e isso não pode atrasar nem parar a investigação, assim todos os detetives, comandados pela Sargento D.D. Warren, já começam a procurar informações que os ajudarão a resolver esse mistério.

É quando surge Annabelle, uma mulher que teve uma infância difícil e conturbada, pois seus pais estavam sempre fugindo de uma cidade a outra, trocando de nomes e identidades e roubando sua infância e suas referências. Agora, já com mais de 30 anos, e vendo que uma das vítimas encontradas na cova estava usando um pingente com seu nome, ela resolve contar sua história à D.D. e a Bobby. Claro que essa vai ser uma das pontas do mistério: porque – e de quem – os pais de Annabelle tanto fugiam? E qual a relação disso com a cova e as crianças desaparecidas?

Mas, como a cova foi encontrada no terreno de um hospital psiquiátrico abandonado, não é possível descartar os antigos pacientes e até mesmo alguns funcionários da instituição da lista de suspeitos. Dá para ver o trabalho monumental dos policiais, não? Mas Lisa Gardner vai nos conduzindo por labirintos e pistas e descobertas até o final eletrizante!

É uma delícia acompanhar a investigação e ir descobrindo as pistas e as verdades juntamente com os detetives. Somos conduzidos por vários caminhos e quando a verdade finalmente se revela é de bater palmas para a autora, pois ela consegue amarrar tudo de forma fenomenal.

Um único senão é a publicação fora de ordem pela editora, pois apesar de cada livro trazer uma história completa e fantástica, a ligação da vida dos personagens se perde um pouco. Por exemplo: em Sangue na Neve, D.D. está grávida. Então quando peguei esse livro para ler estava louca para acompanhar o desenvolvimento da gravidez dela. Mas, para minha surpresa, nesse ela ainda nem conhece o pai do filho dela... Não muda em nada a beleza da história, mas para quem é fanática por seguir séries em ordem, como eu, deixa um pouco a desejar. (Mas se você ainda não começou a acompanhar essa série, aproveite e coloque na ordem você mesmo. E, conselho de amiga: não deixe de conhecer essa autora!)



site: http://analiseeleituras.blogspot.com.br/2013/11/esconda-se-de-lisa-gardner.html
comentários(0)comente



Nita 12/11/2013

''Perto de um hospital psiquiátrico abandonado é descoberto uma câmera com seis corpos em seu interior, todos de garotas. Um desses corpos pode ser o de uma menina que está desaparecida há décadas, a melhor amiga de infância de Annabelle.''
Esconda-se... WOW, IUUUUUPI, #MASSA, #MARA.... Uso essas e todas as outras formas livres de se expressar o quanto um livro é incrível!
Fãs de Sidney Sheldon, aqui tem um livro de uma autora tão boa quanto ele. Esse livro é um romance/suspense/drama.

Lisa nos conta a história de Annabelle, uma garota que foge com seus pais de um inimigo desconhecido desde os sete anos de idade. Ela aprendeu lutas, a fugir, se esconder, mudar nomes e documentos. Porém nunca soube do que fugia.
Agora que seus país estão mortos, ela está cansada de fugir desse ''alguém''.

Eis que entra na história nossa bela policial, agora chefe da investigação, D.D Warren, junto com seu ex-namorado, bom e quente policial Bobby.

Seis corpos, seis corpos de crianças em sacos num armário, tudo isso dentro de uma câmera perto de um hospital psiquiátrico. Esse é o novo caso de D.D Warren, encontrar um assassino, um louco que mata menininhas.
Ao que tudo indica o caso de Annabelle e dessas seis meninas estão interligados. E o assassino ainda está vivo e pronto para terminar o que começou.

Sacos. Seis sacos plásticos. Plástico caro.Ele recuou.Nada foi dito. Sentiu a boca se abrindo, mas nada estava acontecendo, não saiu nada. Ele apenas ficou olhando. E olhando e olhando, porque uma coisa daquelas não podia existir, uma coisa daquelas não podia ser. Sua mente viu aquilo, rejeitou e então viu a imagem e lutou contra ela mais uma vez. Ele não podia... Isso não podia...

A trama é muito envolvente, ver os policiais fazendo conjecturas, bolando planos e estratégias, e tentando encontrar um maníaco é completamente envolvente! Nem preciso dizer o quanto é dinâmico esse livro. Você simplesmente não consegue parar de ler, os diálogos são loucos, inteligentes, eletrizantes... Senti-me assistindo um verdadeiro filme de suspense, do tipo que você nem pisca os olhos com medo de perder algo.

"Meu pai me explicou pela primeira vez quando eu tinha sete anos de idade: o mundo é um sistema. (...) Você não precisa gostar do sistema – ele me explicou – Não precisa acreditar nele nem concordar com ele. Mas precisa compreendê-lo. Se conseguir compreender o sistema, vai sobreviver."

Temos no caminho várias histórias sendo contadas, investigações sendo feitas, perigos rondando... Vários suspeitos vão sendo descobertos ao decorrer do livro, vamos tentando entender quem pode ter feito essa maldade. É um choque perceber que apesar de fictício, poderia ser real, assim como muitos casos que existem e vemos na televisão.
Preciso parabenizar o impecável trabalho da autora, percebe-se logo que foi feita uma grande pesquisa, e de fato lemos nos final do livro, na nota da autora, onde ela comenta que falou com policiais, encontrou pessoas que trabalhavam de fato no hospital psiquiátrico de Boston para lhes contar histórias.
Ficou muito realista a trama tamanha riqueza de detalhes.

O livro tem a narrativa intercalada entre alguns personagens, ainda que a maior parte seja narrada por nossa vitima Annabelle, temos a visão de alguns fatos por outros olhares.
D.D. Warren é uma personagem muito bem construída, durona como uma boa policial deve ser, feminina como uma mulher é, não é feita de gelo, se tiver que chorar (escondida é claro) ela vai chorar. Mas ninguém se dedica tanto em um caso como ela. Temos momentos divertidos graças a seu humor negro, eu gosto de ver a interação dela com Bobby, as vezes parece que tem mais do que amizade, as vezes parece que eles são irmãos tamanha semelhança no comportamento.

''Eu odeio meu trabalho, Bobby - D.D. sussurrou de repente, de maneira incisiva - Ah, Deus, eu nunca queria ter que ver nada desse tipo. - Ela cobriu a boca com a mão.

Conforme coisas estranhas começam a acontecer, perigos ameaçando Annabelle, vai ficando impossível parar a leitura.
O que me chamou mais atenção foi o fluxo de informações, foi perfeito, revelando e encobrindo informações no momento certo para manter a fluidez da história, o suspense e o drama. Quem olhar o livro vai perceber que ele é grosso, no entanto na hora de ler ele vira metade tamanha à dinâmica da narrativa e dos diálogos.
E para quem curte um romance, saiba que ele não tem apenas crimes, tem também um ''caso'' que vai crescendo conforme a história evolui.

Nossa policial D.D Warner vive diversas histórias nos livros da Lisa Gardner, sua série:

Alone (2005)
Esconda-se (2013) Hide (2007)
The Neighbor (2009)
Viva para contar ( 2012) – Live to Tell (2010)
Sangue na neve ( 2013) – Love You More (2011)
Catch Me (2012)
Fear Nothing (2014)
The 7th Month (2012)


site: http://paposobrelivros.blogspot.com.br/2013/11/resenha-esconda-se-detective-dd-warren.html#.UoJbL3C-opc
comentários(0)comente



69 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5