A Carta Roubada

A Carta Roubada Edgar Allan Poe




Resenhas - A Carta Roubada


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Camilla.Alves 25/10/2020

A carta roubada
Li este conto de Poe para conduzir meu projeto de mestrado e me surpreendi com a sagacidade desse autor e com os diálogos profundos que ele discute em tão poucas páginas. Vi neles o quão extraordinário é esse autor, já que tinha lido outros contos famosos com uma nuance de terror e neste, em específico, abrange um leve suspense que nos indaga sobre a sagacidade das pessoas e o quão influenciáveis e previsíveis podemos ser diante de circunstâncias óbvias. É preciso se atentar aos detalhes e pensar fora da caixa.
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FM 13/07/2020

É perturbador o carinho que tem com as palavras.
É escrever com amor... escrever com ternura. É lindo ver como Edgar Allan Põe, trata bem as palavras. E quem tratar com corinho as palavras, tratara com igual carinho cada um dos personagens que criar. Nada fica jogado (de qualquer maneira). Tudo é posto em destaque. Todas as alegorias tem muita grandeza, muitas sensações que arrebatam o leitor de sua realidade e o transportam pelo espírito do autor. A carta Roubada, e outras histórias de crime e mistério, é como uma passeio por dentro desse mundo explosivo e intenso .
Criando um campo semântico entre a perspcacia humana e a volúpia do espírito.
Não há nada distante em Allan Poe, e a distinção entre o ver e o crer, correm pelas mesma linha do que nos anestesia, diante da realidade.
São pequenas histórias que se agigantam,. em nossa construção imaginária de cada um dos cenários e personagens. O efeito equivale a ter lido onze livros de 400 páginas, cada. A informação fica por horas, dias as vezes semanas, pairando na mente..

Em onze contos, Edgar Allan Poe, de forma perturbadora, em uma linguagem frenética e envolvente. Capitura e expõe a temeritude do espírito humano, diante da maldade e da falta de compaixão. Isso pode doar aos espíritos "bons" , como uma "provocação" ou até mesmo molestação. Mas qual mente que , achando que já viu de tudo, vez ou outra não se depara com os horrores que nunca imaginou?
Edgar Allan Poe expoe os horrores produzidos por seu tempo , recontados por seu olhar, que de forma carinhosa e incomparável, reflete não mais a perturbação com a morte, mas com.o ritual que pode antever ela.
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Isabel Verena 22/05/2020

Primeira leitura que fiz do Edgar Allan Poe, gostei! Bem Sherlock Holmes, rsrs.
Muito mistério e a escrita do autor é muita boa, nos deixa na espectativa do desfecho do mistério.
Dudu 28/12/2020minha estante
Sherlock e Poirot são filhos de Dupin.




Fernanda 07/04/2020

O pequeno mistério é bem legal, só me irritou um pouco as voltas que se dá pra chegar a conclusão.
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Iamjessicaeduarda 23/03/2020

Bom e ruim, mas vale a pena.
Eu gostei do livro, porém tem uns contos que são maravilhosos e tem outros que são um pouco chatos demais, mas no geral é um ótimo livro.
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Aline 18/02/2020

Macabro
Angustiante em muitos momentos.
A curiosidade por saber o que acontecerá em cada história nos prende.
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André 05/02/2020

Um clássico valioso.
Rei de uma outra época e outro lugar, Poe traz uma contribuição histórica bastante robusta ao gênero literário dos contos. Sua ideia do que deveria ser um bom conto aparece aqui, a busca por um efeito, um acúmulo de tensão absurda e uma perfuração da história no final. Vale a pena a leitura.

É possível estranhar um pouco esse estilo dele, essa pegada, mas é inegável que alguma dessas histórias nos causam um efeito de espanto ou de leve desconforto, sensações tão valiosas à experiência literária.
Enfim, um clássico indispensável.
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Fabio Shiva 01/09/2018

Barril
Já perdi a conta de quantas vezes já li os contos de Allan Poe! Certamente em pelo menos uma dezena de edições diferentes, desde a edição integral das “Histórias Extraordinárias”, passando por versões com alguns contos suprimidos, até outras como essa da L&PM, que colocam um dos contos como título do livro, juntam mais uma meia dúzia e lançam como se fosse uma nova obra. Está valendo! Quando se trata de ler Allan Poe, qualquer oportunidade vale a pena!

Não é para qualquer um ser o precursor (ou mesmo o fundador) tanto da literatura de horror quanto da história policial. Mas o que me atrai de novo e de novo para leituras compulsivas de Poe é que ele é um verdadeiro mestre do conto. Não me canso de lê-lo, porque cada releitura traz um novo aprendizado.

Dessa vez, talvez pelas histórias que compõem a seleção (especialmente “Berenice”, “Ligeia”, “A Queda da Casa de Usher” e “William Wilson”), o que mais me chamou a atenção foi o gosto de Poe pela narrativa indireta e pela sugestão acima da descrição, o que para um gosto mais moderno pode fazer algumas histórias serem consideradas um pouco cansativas. Ainda assim, amo muito tudo isso!

O destaque vai, é claro, para “A Carta Roubada”, obra-prima do conto policial, e, principalmente, para “O Barril de Amontillado”, sem dúvida alguma minha história favorita de Edgar Allan Poe. Esse conto é sinistro demais! É tão bem escrito que chega às raias da perfeição. Continua me provocando catarse mesmo depois de lido pela enésima vez!

Em meu livro “O Sincronicídio” prestei singela homenagem a “O Barril de Amontillado”, apelidando um dos personagens de Fortunato e emprestando a ele o lema: Nemo me impune lacessit (“ninguém me fere impunemente”). Ê paixão!!!

http://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2018/09/a-carta-roubada-edgar-allan-poe.html



site: https://www.facebook.com/sincronicidio
Mel 02/09/2018minha estante
Sinto vergonha imensa de nunca ter lido ainda o famoso Edgar Allan Poe. Lendo essa sua resenha, me deu uma extrema vontade de não perder mais tempo, principalmente porque me pareceu um bom agouro, visto que ontem conheci no YouTube uma edição trilíngue de O Corvo, da Editora Empíreo, e me deu ímpeto de lê-lo. Obrigada pela excelente resenha.


Fabio Shiva 08/09/2018minha estante
Viva a Sincronicidade! Acredito que quando estamos diante de uma coincidência, é porque estamos no lugar certo e na hora certa! Então, só posso desejar a você um bom encontro com Poe!


Mel 10/09/2018minha estante
Agradeço muitíssimo a vossa estima, Fábio. E viva Poe!


Fabio Shiva 11/09/2018minha estante
Sou grato da mesma forma por sua amizade! Viva viva viva!




Sarah 28/02/2018

Boa Coletânea
Esta coletânea de contos de Edgar Allan Poe faz jus ao seu estilo sombrio, agoniante e detalhista. Os contos estão entre os mais famosos como "A queda da casa de Usher" e "O poço e o Pêndulo".
Dentre os contos deste livro, percebi a fixação de Edgar Allan Poe por desvendar e relatar o que se vai no fundo de cada alma, o verdadeiro "eu" de cada um, muitas vezes revelando um desejo ou lado sombrio.
Para quem gosta de contos de terror e suspense, é uma ótima pedida.
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Brnoliver 17/07/2017

A carta roubada
Excelente história de Dupin. Neste livro ele mostra a sagacidade, embora um pouco menos de raciocínio dedutivo que estou acostumado em outros romances, mas sem perder a essência de precursor dos oitros grandes detetives da literatura. A história e o tamanho do texto lembra alguns dos casos do Sherlock, umas pena Dupin não tenha mais contos.
O único ponto negativo é um breve ensaio sobre os matemáticos no meio da história, acho que fugiu um pouco do foco, mas no geral, a resolução do caso foi boa.

Citação: "Toda ideia pública, toda convenção aceita é uma tolice, porque conveio ao número maior"
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Davenir - Diário de Anarres 15/11/2016

Edgar Allan Poe é um escritor obrigatório para o gênero de horror e mistério. Em “A Carta Roubada e outras histórias” temos uma pequena coleção de seus contos, sua especialidade. Das narrativas, algumas são muito curtas e, outras, maiores, debruçam-se nas descrições de locais sombrios e a grande maioria reserva finais surpreendentes. Algum que é frequente são protagonistas que deixam pseudônimos (William Wilson) ou simplesmente resolvem ocultar a sua identidade. Um elemento que aumenta o mistério no imaginário do leitor. Vou falar sobre cada um dos 10 contos:

"A carta roubada", é um conto de mistério, que abre a coletânea começa com o protagonista e seu amigo (Auguste Dupin, que aparece em outros escritos do autor) são consultados em um caso de uma carta roubada que nem a polícia conseguiu solucionar. Na sequência, "Metzengerstein", é o primeiro trabalho profissional de Poe como escritor a ser publicado. O conto fala sobre duas famílias húngaras os Metzengerstein e os Berlifitizing e a maldição que cerca as duas famílias envolvendo o jovem barão e o velho patriarca, respectivamente.
As próximas duas estórias são obsessões com musas sombrias. A primeira é "Berenice", um conto envolvente onde o protagonista sofre um distúrbio de atenção, parecido com algum tipo de paranoia que envolve sua prima de nome Berenice; e a outra é "Ligeia" era o amor da vida do protagonista que permanece na lembrança mesmo após o segundo casamento. Há uma boa surpresa nos últimos momentos, mas a narrativa é arrastada e pouco interessante em comparação aos outros contos.
"A queda da Casa de Usher" é um conto de mansão assombrada, mas que tem nos irmãos Usher a fonte de medo e tensão por qual o protagonista, um amigo da família que prefere manter-se anônimo (algo recorrente dos contos de Poe), passa durante toda a narrativa. Um final excelente. Também abordando a paranoia, desta vez envolvendo a própria identidade do protagonista temos "William Wilson", que se sente perseguido por um homem parecido consigo na aparência e em vários outros aspectos. Final excelente. Depois temos três estórias bem curtas. "O retrato ovalado", sobre o mistério envolvendo o processo de pintura do retrato pendurado numa mansão gótica e "A máscara da Morte Rubra" que conta sobre as noites de festa bancadas por um príncipe para sua corte que foge de uma peste que assolava a população. "O Barril de Amontillado" é um conto curto sobre uma vingança planejada há anos. Final é muito bom. "O poço e o pêndulo", fecha o livro, é uma narrativa tensa de uma tortura da inquisição. O sadismo dos elementos que se apresentam são o grande atrativo do conto. Diferente dos outros que dependem muito de uma reviravolta no final.

Como em toda coletânea existirão aqueles contos que agradam menos. Quem não gosta de narrativas muito descritivas e poucos diálogos terá dificuldade com o autor. Contudo, se o ambiente sombrio faz toda a diferença as chances de gostar do livro aumentam bastante.

site: http://wilburdcontos.blogspot.com.br/2016/11/resenha-51-carta-roubada-e-outras.html
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Pris 12/10/2015

"É outra de suas esquisitices - disse o Chefe de Polícia. Tinha o cacoete de chamar de 'esquisito' tudo quanto além de sua compreensão e por isso vivia em meio duma completa legião de 'esquisitices'."
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x gaabý 04/08/2015

>_< fófófó pra essa tradução :/
Amo praticamente tudo que o Poe já escreveu, tenho um projetinho pessoal de ler absolutamente tudo dele.. Na minha opinião a trafuçao do livro nao foi favorecida, provavelmente por ser uma edição antiga, recomendaria as verçoes 'Contos Obscuros' e 'O gato preto e outros contos' que são versões mais recentes e melhores para uma leitura super agradável, e se deliciar somente viajando pelas historias sem ficar se preocupando em procurar palavras em desuso 😊
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marcelo.garib 31/07/2012

Pelo que senti do livro e levando em conta a data em que os contos foram escritos podemos dizer que Poe foi mesmo o precursos de um estilo, um ritmo na literatura e o uso do tema, da na época conhecida como, metempsicose.
Particularmente, esperava mais dos contos famosos que há tempos tinha vontade de ler, não me senti impressionado. Talvez pelos ingredientes inaugurados por Poe e usados por outros autores e pelo cinema, alguns desfechos me vieram como óbvios.
Pedro 22/06/2014minha estante
Personagem principal ?


marcelo.garib 08/10/2014minha estante
Pedro, como são vários contos os personagens que se destacam são vários dependendo de cada história. Era isso que você queria saber?




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