A Carta Roubada

A Carta Roubada Edgar Allan Poe




Resenhas - A Carta Roubada


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Fernanda 07/04/2020

O pequeno mistério é bem legal, só me irritou um pouco as voltas que se dá pra chegar a conclusão.
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Isabel Verena 22/05/2020

Primeira leitura que fiz do Edgar Allan Poe, gostei! Bem Sherlock Holmes, rsrs.
Muito mistério e a escrita do autor é muita boa, nos deixa na espectativa do desfecho do mistério.
Dudu 28/12/2020minha estante
Sherlock e Poirot são filhos de Dupin.




Rodrigo Picon 12/07/2011

A Carta Roubada
A Carta Roubada é uma coletânea com vários contos do mestre Edgar Allan Poe, com histórias superboladas e interessantes, como já era de se esperar de Allan Poe, do qual sou fã confesso. Entretanto, ao contrário de outros livros que li do mestre, este eu não fiquei com aquele desejo vívido de lê-lo, de devorar suas páginas o mais apressadamente possível, por não conseguir parar de ler, e sim para terminar mais rápido. Por que disso? Não tenho nada contra a história dos contos, muito pelo contrário, todos são ótimos, mas o que me desanimou é a narrativa, tanto que parei de lê-lo faltando apenas o conto "William Wilson" e agora retornei, para terminá-lo de vez.
A narrativa, não por ser do início do século XIX e ser mais pesada, como as de Machado de Assis são, mas pelo começo de quase todos os contos que compõem aquela obra. Um início de obra que meramente retrata o psicológico do narrador, ou melhor dizendo, do próprio Allan Poe, se pode assim dizer, pois é isso que transparece para mim ao ler aqueles textos. O mestre narra a vida passada do personagem - ou a que bolou para si e acabou colocando no conto - praticamente todo antes de começar, e tais coisas são - ou soam ser - desnecessárias para o contexto geral. Em suma, não há necessidade de existir, e isso torna o texto cansativo, ampliado por ter uma narrativa já por si só cansativa (afinal, é uma narrativa de 1800 e poucos) e você acaba desanimando de ler um texto que é bom.
Mas, não desanime, há ainda textos excelentes, que não se englobam ao dito acima, como os famosíssimos "O Barril de Amontillado" e "O poço e o pêndulo" e o conto "A carta roubada", que dá título a esta obra. E, por fim, devo ressaltar novamente que, por trás da narrativa cansativa de alguns contos de Edgar Allan Poe, ainda há a maestria de seu talento.
Pedro 22/06/2014minha estante
Qual é o personagem principal ??




Fabio Shiva 01/09/2018

Barril
Já perdi a conta de quantas vezes já li os contos de Allan Poe! Certamente em pelo menos uma dezena de edições diferentes, desde a edição integral das “Histórias Extraordinárias”, passando por versões com alguns contos suprimidos, até outras como essa da L&PM, que colocam um dos contos como título do livro, juntam mais uma meia dúzia e lançam como se fosse uma nova obra. Está valendo! Quando se trata de ler Allan Poe, qualquer oportunidade vale a pena!

Não é para qualquer um ser o precursor (ou mesmo o fundador) tanto da literatura de horror quanto da história policial. Mas o que me atrai de novo e de novo para leituras compulsivas de Poe é que ele é um verdadeiro mestre do conto. Não me canso de lê-lo, porque cada releitura traz um novo aprendizado.

Dessa vez, talvez pelas histórias que compõem a seleção (especialmente “Berenice”, “Ligeia”, “A Queda da Casa de Usher” e “William Wilson”), o que mais me chamou a atenção foi o gosto de Poe pela narrativa indireta e pela sugestão acima da descrição, o que para um gosto mais moderno pode fazer algumas histórias serem consideradas um pouco cansativas. Ainda assim, amo muito tudo isso!

O destaque vai, é claro, para “A Carta Roubada”, obra-prima do conto policial, e, principalmente, para “O Barril de Amontillado”, sem dúvida alguma minha história favorita de Edgar Allan Poe. Esse conto é sinistro demais! É tão bem escrito que chega às raias da perfeição. Continua me provocando catarse mesmo depois de lido pela enésima vez!

Em meu livro “O Sincronicídio” prestei singela homenagem a “O Barril de Amontillado”, apelidando um dos personagens de Fortunato e emprestando a ele o lema: Nemo me impune lacessit (“ninguém me fere impunemente”). Ê paixão!!!

http://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2018/09/a-carta-roubada-edgar-allan-poe.html



site: https://www.facebook.com/sincronicidio
Mel 02/09/2018minha estante
Sinto vergonha imensa de nunca ter lido ainda o famoso Edgar Allan Poe. Lendo essa sua resenha, me deu uma extrema vontade de não perder mais tempo, principalmente porque me pareceu um bom agouro, visto que ontem conheci no YouTube uma edição trilíngue de O Corvo, da Editora Empíreo, e me deu ímpeto de lê-lo. Obrigada pela excelente resenha.


Fabio Shiva 08/09/2018minha estante
Viva a Sincronicidade! Acredito que quando estamos diante de uma coincidência, é porque estamos no lugar certo e na hora certa! Então, só posso desejar a você um bom encontro com Poe!


Mel 10/09/2018minha estante
Agradeço muitíssimo a vossa estima, Fábio. E viva Poe!


Fabio Shiva 11/09/2018minha estante
Sou grato da mesma forma por sua amizade! Viva viva viva!




Mari 23/05/2012

Não é a toa que Edgar Allan Poe é considerado o mestre da narrativa curta e precursor do romance policial, mas é ao explorar os sentimentos humanos mais profundos que ele se destaca e poucos se equiparam.

Este livro traz 10 contos, entre eles o famoso 'O poço e o pêndulo', que é um dos mais tensos e traz o melhor de sua narrativa; 'Berenice', 'Ligeia' entre outros que causam assombro, agonia e curiosidade, do jeitinho que a gente gosta.

Para quem quer conhecer um pouquinho da obra de Poe e para aqueles que curtem histórias fantásticas, mega recomendado ;D
Pedro 22/06/2014minha estante
Personagem principal ?


Mari 22/06/2014minha estante
Olá, Pedro

não tem um personagem principal, pois são vários contos, cada um com personagens diferentes ;)




Camilla.Alves 25/10/2020

A carta roubada
Li este conto de Poe para conduzir meu projeto de mestrado e me surpreendi com a sagacidade desse autor e com os diálogos profundos que ele discute em tão poucas páginas. Vi neles o quão extraordinário é esse autor, já que tinha lido outros contos famosos com uma nuance de terror e neste, em específico, abrange um leve suspense que nos indaga sobre a sagacidade das pessoas e o quão influenciáveis e previsíveis podemos ser diante de circunstâncias óbvias. É preciso se atentar aos detalhes e pensar fora da caixa.
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Vinicius Takaki 31/03/2009

O terror... o terror
Edgar Allan Poe foi o exmplo para muitos escritores modernos, inclusive um que sou fã, Stephen King.
Bom, não sou nenhum professor nem vou fingir que entendo mais que vocês outros leitores, por isso confesso que não faço idéa de como qu este processo de um escritor influenciar o outro funciona.
Tudo que sei é que este livro contém contos muito, mas muito bons, e outros nem tão interessantes, pelo menos sob meu ponto de vista.
Mas acho que são os contos médios que fazem os ótimos se destacarem, certo?
Vale a pena a leitura, principalmente para fãs de terror, e também levando-se em consideração o precinho camarada.
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Gláucia 06/01/2011

E outras histórias de crime & mistério.
Reunião de 10 contos do mestre do horror, entre eles A Carta Roubada, protagonizada por seu famoso detetive Auguste Dupin e seu método analítico. E por vários contos no melhor estilo gótico: Berenice, Ligeia, A Queda da Casa de Usher, O Retrato Ovalado (um de meus preferidos), A Máscara da Morte Rubra, etc. E o famoso O Poço e o Pêndulo, que mesmo não o conhecendo, a maioria já viu em filmes B, através da cena de uma lâmina afiadíssima descendo sob a forma de um pêndulo até atingir o peito da vítima. Terrível Inquisição e suas torturas.
Pedro 22/06/2014minha estante
Personagem principal ?




Bruno 05/03/2012

A Carta Roubada
Personagens:
Ministro D***: Ladrão e ambicioso.
Sr. G***: Chefe da policia.
Dupin: Inteligente e sem compaixão.
Ambiente:
Paris na biblioteca de Dupin e no aposento (edificio) do ministro D***
Pedro 22/06/2014minha estante
Personagem principal ?




marcelo.garib 31/07/2012

Pelo que senti do livro e levando em conta a data em que os contos foram escritos podemos dizer que Poe foi mesmo o precursos de um estilo, um ritmo na literatura e o uso do tema, da na época conhecida como, metempsicose.
Particularmente, esperava mais dos contos famosos que há tempos tinha vontade de ler, não me senti impressionado. Talvez pelos ingredientes inaugurados por Poe e usados por outros autores e pelo cinema, alguns desfechos me vieram como óbvios.
Pedro 22/06/2014minha estante
Personagem principal ?


marcelo.garib 08/10/2014minha estante
Pedro, como são vários contos os personagens que se destacam são vários dependendo de cada história. Era isso que você queria saber?




FM 13/07/2020

É perturbador o carinho que tem com as palavras.
É escrever com amor... escrever com ternura. É lindo ver como Edgar Allan Põe, trata bem as palavras. E quem tratar com corinho as palavras, tratara com igual carinho cada um dos personagens que criar. Nada fica jogado (de qualquer maneira). Tudo é posto em destaque. Todas as alegorias tem muita grandeza, muitas sensações que arrebatam o leitor de sua realidade e o transportam pelo espírito do autor. A carta Roubada, e outras histórias de crime e mistério, é como uma passeio por dentro desse mundo explosivo e intenso .
Criando um campo semântico entre a perspcacia humana e a volúpia do espírito.
Não há nada distante em Allan Poe, e a distinção entre o ver e o crer, correm pelas mesma linha do que nos anestesia, diante da realidade.
São pequenas histórias que se agigantam,. em nossa construção imaginária de cada um dos cenários e personagens. O efeito equivale a ter lido onze livros de 400 páginas, cada. A informação fica por horas, dias as vezes semanas, pairando na mente..

Em onze contos, Edgar Allan Poe, de forma perturbadora, em uma linguagem frenética e envolvente. Capitura e expõe a temeritude do espírito humano, diante da maldade e da falta de compaixão. Isso pode doar aos espíritos "bons" , como uma "provocação" ou até mesmo molestação. Mas qual mente que , achando que já viu de tudo, vez ou outra não se depara com os horrores que nunca imaginou?
Edgar Allan Poe expoe os horrores produzidos por seu tempo , recontados por seu olhar, que de forma carinhosa e incomparável, reflete não mais a perturbação com a morte, mas com.o ritual que pode antever ela.
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Sarah 28/02/2018

Boa Coletânea
Esta coletânea de contos de Edgar Allan Poe faz jus ao seu estilo sombrio, agoniante e detalhista. Os contos estão entre os mais famosos como "A queda da casa de Usher" e "O poço e o Pêndulo".
Dentre os contos deste livro, percebi a fixação de Edgar Allan Poe por desvendar e relatar o que se vai no fundo de cada alma, o verdadeiro "eu" de cada um, muitas vezes revelando um desejo ou lado sombrio.
Para quem gosta de contos de terror e suspense, é uma ótima pedida.
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André 05/02/2020

Um clássico valioso.
Rei de uma outra época e outro lugar, Poe traz uma contribuição histórica bastante robusta ao gênero literário dos contos. Sua ideia do que deveria ser um bom conto aparece aqui, a busca por um efeito, um acúmulo de tensão absurda e uma perfuração da história no final. Vale a pena a leitura.

É possível estranhar um pouco esse estilo dele, essa pegada, mas é inegável que alguma dessas histórias nos causam um efeito de espanto ou de leve desconforto, sensações tão valiosas à experiência literária.
Enfim, um clássico indispensável.
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Aline 18/02/2020

Macabro
Angustiante em muitos momentos.
A curiosidade por saber o que acontecerá em cada história nos prende.
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Iamjessicaeduarda 23/03/2020

Bom e ruim, mas vale a pena.
Eu gostei do livro, porém tem uns contos que são maravilhosos e tem outros que são um pouco chatos demais, mas no geral é um ótimo livro.
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