A Casa do Céu

A Casa do Céu Amanda Lindhout...




Resenhas - A Casa do Céu


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Mayra 15/02/2020

A CASA DO CÉU
Um livro que modificou-me profundamente. Esse livro realmente me marcou, e quando eu penso que é baseado em um acontecimento real, que a autora do livro passou por tudo isso, é inacreditável. Daqueles livros que te fazem rever a vida e tudo mais. Depois da leitura deste livro sempre me pego pensando "não posso reclamar de tal situação porque há coisas piores acontecendo com outras pessoas no mundo nesse exato momento; sou grata por tudo que tenho".
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Álexx' 15/03/2019

Sensacional e marcante!
Um livro que retrata de forma detalhada o sonho de uma garota de viver a vida conhecendo e explorando o mundo, que se torna em uma angustiante jornada de 460 dias confinada por sequestradores da Somália.
Mesmo eu levando pouco mais de 1 mês lendo esse livro, não me perdi em nenhum momento da narrativa e me senti conectado com a Amanda e o Nigel, imaginando como aquilo tudo pôde ser real na vida deles.
História de muita força, esperança e picos de ânimo e desânimo marcam a obra, mostrando também como o ser humano pode ser tão cruel a ponto de fazer coisas inimagináveis em troca de dinheiro.
Recomendado a todas as pessoas (sem exceções) que desejam entender um pouco mais da realidade de outros países, contada por uma sobrevivente que, creio eu, tenta superar até hoje esses períodos vividos.
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Luciana.Paiva 08/03/2019

A casa do céu
Como as atitudes impensadas e os atos inconsequentes, podem colocar alguém em absolutas situações de risco e com chances enormes de tudo dar errado. Qual o valor de uma vida, qual o valor real que as coisas simples devem ter! Um relato tenso e desesperado que nos faz ficar de olhos bem abertos e o coração suspenso.
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Cynthia.Silva 09/07/2018

Surpreendente
Esse livro me deixou completamente impactada... A crueldade em que um ser humano pode chegar em nome da religião é difícil de imaginar.
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Raquel.Faria 26/04/2018

A Casa do Céu
Ela viajou o mundo. Vivenciou as riquezas e mazelas de diferentes culturas. Conheceu o melhor e o pior lado do ser humano. Sobreviveu a um sequestro de 15 meses na Somália. Foi humilhada, torturada e estuprada. Após seu resgate, ela voltou para libertar e dar oportunidades de vida para mulheres e hoje trabalha em causas humanitárias. @amandalindhout você é um Anjo. Você me representa. Nós, mulheres, podemos ir para qualquer lugar. Qualquer lugar.

site: https://trazumcappuccino.wordpress.com/2018/04/17/os-melhores-de-2016/
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Luise 05/01/2018

Chocante
um dos livros mais interessantes e chocantes que já li. Completamente fora da zona de conforto, daquelas leituras que mexem com a gente. Aprendi muito sobre cultura, religião e limites.
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cris.leal.12 06/07/2017

Valente e angustiante livro de memórias...
Quando criança, a canadense Amanda Lindhout escapava do lar violento em que vivia, folheando as páginas da revista National Geografic e imaginando-se em lugares exóticos do mundo. Aos 19 anos, começou a trabalhar como garçonete e economizar o dinheiro das gorjetas para viajar pelo mundo. Quando o dinheiro acabava, retornava ao Canadá para juntar mais. Assim, ela viajou como mochileira pela América Latina, Laos, Bangladesh, Índia, Sudão, Síria e Paquistão. Também foi a países castigados pela guerra, como o Afeganistão e o Iraque, onde iniciou uma carreira como repórter de televisão.

Em agosto de 2008, num misto de ingenuidade, curiosidade e imprudência, ela viajou para a Somália, um país que vive em guerra civil há mais de 20 anos. A região possui um governo inexperiente e impotente para conter a violência promovida por facções de militantes islâmicos. Amanda chegou ao país junto com o fotógrafo e ex-namorado Nigel Brennan, sem seguro de vida e sem identificação formal de jornalista, mas com uma vã confiança de que ficaria bem.

Quatro dias após o desembarque em Mogadíscio, capital da Somália, Amanda e Nigel foram sequestrados por uma milícia islâmica de orientação radical, e mantidos como reféns por 15 meses. No cativeiro eles eram vigiados por soldados adolescentes extremamente imaturos e cruéis. Amanda, por ser mulher, sofreu mais: foi espancada, torturada e estuprada.

No entanto, a fé, a coragem e a esperança de Amanda salvaram sua vida, pois não deixaram que ela esmorecesse nem mesmo quando todas as boas razões para continuar vivendo haviam desaparecido. Quando o sofrimento era grande demais, sua mente lhe permitia ser transportada para a linda, ampla, iluminada e reconfortante casa do céu. E, assim, aconchegada aos seus, ela sobrevivia.

Recomendo a leitura e desejo do fundo do meu coração que Amanda tenha, até o fim de seus dias, uma vida repleta de paz e alegria para que possa superar todo o abuso, todo o preconceito e toda a desumanidade que sofreu.

site: http://www.newsdacris.com.br/2014/03/eu-li-casa-do-ceu.html


Tarciana.Medeiros 08/05/2017

Incrível!
Inimaginável a força de um ser humano em condições adversas. O que a Amanda passou é a realidade de muitas mulheres mantidas reféns. Vale muito a leitura, não houve nenhum momento de tédio. Suspense constante sobre a possibilidade de ser resgatada e de sobreviver ao inferno. Recomendo!!!
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Leonardo.H.Lopes 30/01/2017

Uma casa no céu
Um livro muito comovente, "A casa do céu " é a biografia de Amanda Lindhout. Canadense, desde sua infância ela tinha o sonho de viajar pelo mundo. Quando sai da casa de sua mãe, trabalha como garçonete em um bar de luxo e junta dinheiro para rodar o globo. América Latina, Laos, Índia, Sudão, Síria, Egito, Afeganistão, são exemplos de países visitados por Amanda, que se torna jornalista e decide ir à Somália onde é sequestrada e mantida refém durante 460 dias.
As primeiras 170 páginas são bem palataveis, pois narra suas viagens e prepara terreno para o que virá. Após o sequestro, a narrativa se torna monótona e arrasta-se até o clímax, que ocorre quando Amanda e seu namorado, Nigel, tentam fugir e são recapturados. Após a frustação da fuga, acontecem com Lindhout coisas chocantes, que enojam, emocionam a entristecem. Acompanhar a jornada romanceada da protagonista nos faz dar valor nas simples coisas do cotidiano, como sentir a luz do Sol pela manhã e ter a liberdade de andar livremente pela casa ou na rua. Todos precisamos de doses de histórias como essa de quando em quando.
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Lucélia 02/01/2017

“Na casa queimada, eu tomo o café da manhã. Entenda: não existe casa, não existe café da manhã. Mesmo assim, aqui estou.” – Margareth Atwood
Vi uma moça na fila do ônibus lendo esse livro tão concentrada, que resolvi comprar e ler também. O livro me surpreendeu, pela ousadia e coragem de uma jovem garçonete que decidiu trabalhar como fotografa em países que vivem uma guerra civil. O livro me mostrou como o ser humano é tão frágil através dos relatos da Amanda que foi sequestrada por um grupo terrorista, e mostra como o ser humano pode ser tão ruim, mas não esqueço o que ela disse e o que me fez refletir: "Entendo que aqueles garotos, e até mesmo os lideres do grupo, eram produtos do próprio ambiente em que viviam: uma guerra violenta e aparentemente interminável que deixou milhares de crianças órfãs e que já dura mais de vinte anos".
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Nayandra 30/08/2016

Salto de fé
Quando temos histórias a contar e emoções vívidas a compartilhar, escreve - se um livro! que salto de fé mais maravilhoso! Força, esperança e resiliência são as palavras de ordem! só tenho a agradecer por ter lido esta obra, sofri, chorei e sobrevivi com a Amanda! Já podemos respirar... rsrsr
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Mari Balestero 28/08/2016

Amanda Lindhout começa a trabalhar como garçonete e começa a economizar as gorjetas para poder viajar pelo mundo. Em uma de suas viagens se torna jornalista. Foi sequestrada na Somália e passou 15 meses em poder dos sequestradores.
Nesse livro ela narra seus dias em cárcere, os horrores pelos quais passou e como fez para aguentar os 460 dias desse pesadelo.
Eu tive que parar de ler algumas vezes porque não aguentava mais ler os sofrimentos pelos quais ela passou.
Um livro pesado e surpreendente. Recomendo muito a leitura.
"Na verdade, minhas experiências haviam me ensinado que, embora o terror e os conflitos dominassem as manchetes internacionais, sempre havia - sim, sempre - um pouco de esperança e humanidade por baixo de tudo aquilo. O que você imagina sobre um lugar é sempre diferente do que você encontra quando chega lá: em cada país, em cada cidade, em cada quarteirão, é possível encontrar pais que amam seus filhos, vizinhos que cuidam uns dos outros e crianças prontas para brincar." - A Casa do Céu, Amanda Lindhout.
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Nívea 26/08/2016

Jornada de uma garçonete/mochileira
O livro narra a jornada inacreditável de uma garçonete que em uma de suas viagens é sequestrada por um grupo de terroristas. Além de contar como foi o período do sequestro, o livro também fala das outras viagens que Amanda Lindhout fez.
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Flavio 22/08/2016

Sem palavras... LEIAM! Uma história real mostrando que nos momentos mais escuros e desesperados de nossa vida, a esperança, a compaixão e o perdão podem ser a porta para a sobrevivência!
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Delanna 07/08/2016

Ótimo até pouco mais da metade, depois ficou um pouco cansativo e previsível
Muito bom no q diz respeito à história vivida por Amanda.
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