A Casa do Céu

A Casa do Céu Amanda Lindhout...




Resenhas - A Casa do Céu


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Saádia 29/05/2021

Essa é uma história sobre resiliência!
Sem dúvidas,uma das minhas melhores leituras. Pode ser contraditório diante da realidade da história, mas esse livro é lindo! Amanda escreve de uma maneira muito fluída e em um certo momento você sente que conhece a personagem como se fosse sua amiga. Ela teve essa sensibilidade de nos tornar íntimos dela para que fosse possível compreender sua dor. Contudo, o que mais me surpreendeu nesse livro foi a resiliência de Amanda ao enfrentar tudo que passou, com muita compaixão, compreensão e sabedoria. Em muitos momentos, ficamos apreensivos com as escolhas da protagonista, mas a originalidade de uma história tão real é de tirar o fôlego. Livro mais que recomendado!
Maria 31/05/2021minha estante
Amei fazer essa leitura também!!




Maria 16/05/2021

Surpreendente
Este livro, autobiografia de Amanda Lindhout, é uma verdadeira lição sobre o mundo e sobre a vida.
Para um livro baseado em suas memórias sobre um dos momentos mais traumáticos da vida de Amanda, o seu relato é muito envolvente, tanto que por vezes nos parece uma obra de ficção, seja pela fluidez de sua escrita, a curiosidade que nos instiga, ou pela perplexidade dos fatos narrados.
Passei o livro inteiro me questionando o que faria no lugar de Amanda e em nenhuma delas acredito que teria tamanha coragem, resiliência e fé.
O livro tem umas passagens difíceis, mas vale a pena conhecer essa história. A internet está repleta de notícias, vídeos, entrevistas que ajudarão a entender melhor a vida de Amanda, mas recomendo ler o livro todo antes para não pegar spoilers (apesar de a própria sinopse já denunciar boa parte da história).

site: https://amzn.to/3wd8pU6
Carolina.Gomes 16/05/2021minha estante
Interessante. Na biografia de Ayann Hirsi Ali conheci um pouco a realidade do povo somali e da religião muçulmana. ?




sofia.seabra 28/03/2021

Intenso. Esse livro realmente te deixa desconfortável. Ainda mais por saber que reflete uma história real. Fui lendo e imaginando as cenas e tudo que a autora viveu. Triste. Marcante. Incrível
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Mayara Belém 24/03/2021

Saber que a história aconteceu deixa a leitura angustiante em vários momentos. A escrita é muito boa e vale a pena.
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Lets 01/02/2021

A Casa do Céu
Incrível como alguns livros/ histórias tem a capacidade de mexer com a gente, de nos fazer refletir, de nos fazer sentir de fato.
Uma história real, de pura força, coragem e principalmente de perdão e esperança.

Sempre temos escolhas > de ver e viver as coisas ruins apenas de forma negativa e deixar que nos derrotem, ou extrair delas algo bom, alguma lição, algum entendimento maior.
As vezes as pessoas não precisam de julgamentos (por pior que sejam), precisam sim de ajuda, de alguém que mude a história delas, alguém que se importe e traga uma dose de esperança.
Amanda Lindhout é um exemplo disso, apesar de tudo que sofreu e passou, ela se importou.

Uma leitura angustiante, porém maravilhosa - carregada de lições.

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Angelica Massoca 01/02/2021

Angustiante, mas envolvente!
O livro conta a história de Amanda Lindhout, jornalista canadense que foi sequestrada na Somália e passou 460 em cativeiro.
É pesado, trata de assuntos que podem acionar gatilhos, mas é incrível, além de muito bem escrito, com uma história que nos envolve do início ao fim.
Recomendo!
Na página @5motivospraleitura no instagram eu falo um pouco sobre ele!
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Liah.S 18/01/2021

Angustiante
Livro muito bom que te envolve na leitura, mas a gente nunca pensa que pode acontecer com a gente o que aconteceu com a Amanda. Parece uma história de ficção mas é puramente real. A resiliência e o psicológico de Amanda foram muito fortes pra suportar tudo que viveu, uma história incrível da força que pode haver dentro de nós mesmo frente à situações extremas.
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Alan kleber 11/01/2021

Força e coragem.
De onde surgi a força para suportar as mais terríveis provações?
Como manter a humanidade diante do verdadeiro ódio?
A provação que Amanda Lindhout suportou, contada nesse livro, deveria envergonhar muitos de nós que diante das mais triviais situações as encara como se fosse terríveis, insuportáveis.
Amanda Lindhout mulher aventureira, determinada e corajosa, teve uma infância num lar disfuncional e colecionava revistas National Geograpich como uma via de escape. As imagens exóticas que via na revista despertou nela o sonho de conhecer esses lugares, e trabalhando de garçonete juntava dinheiro para as viagens. Viajando no estilo mochileira primeiro com namorados e depois sozinha visitou os lugares que via nas imagens da National Geograpich.
Iraque, Sudão, Egito, países assolados pela violência, fome e desesperança foram lugares onde Amanda se arriscou em conhecer, muitos deles perigosos para mulheres. Ainda mais as que viajam sozinhas e sem maridos.
Com o tempo Amanda que visitava os países como mochileira, começou a escrever como freelancer para pequenos jornais o que via. E em um deles passaria por um verdadeiro terror.
Na Somália, um dos países mais perigosos do mundo, Amanda foi sequestrada junto de um colega fotógrafo ex- namorado, e mais três pessoas, por fundamentalistas islâmicos que queriam muito dinheiro para liberta-Los. E nesse cativeiro Amanda narra a violência física e psicologia que enfrentou junto com os outros, onde seus algozes eram em sua maioria garotos recém saídos da adolescência armados com fuzis.
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Rodolfo Vilar 08/12/2020

Emocionante
Sim, eu lembro, foi durante um passeio qualquer que adentrei um sebo onde havia pilhas e pilhas de livros com um grande cartaz que dizia "promoção", destacado em letras grandes e chamativas. Eu gosto de fuçar nessas pilhas quando encontro, às vezes nada me chama atenção, apenas permaneço na atividade porque títulos, autores e coisas podem emergir a minha mente e guardo na memória o momento da descoberta, do empilhamento, como se folhear livros desconhecidos me revelasse algo, um mistério. Mas também acontece que magneticamente um livro pode parar em minhas mãos e por mágica aquilo me atrair como numa suplica de "leia-me". Foi assim com a "A casa do céu" de Amanda Lindhout. A primeira coisa que me chamou a atenção foi a capa, porque ativou na minha memória uma lembrança que já tinha visto ela em algum lugar, se não nessa vida, em outra, risos. E por um impulso, também acionado pela leitura da sinopse, eu pensei "será esse!". Foram dez reais pagos e o coitado ficou preso na minha estante por mais de um ano, onde somente agora foi que o li. Me perdoem.
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Nesses últimos tempos andei fuçando muito a minha estante, tanto no intuito de separar livros para doação (livros que não pertecem mais ao meu mundo), como também livros que precisavam serem movimentados, em empréstimos ou realmente serem lidos (quem sabe depois não possa surgir um post sobre essa temática). E foi nessa movimentação que decidi que o livro da Amanda seria lido. Tinha que ser agora, pra já, sentando a bunda e vendo o que a leitura poderia me proporcionar. E SOCORRO... a leitura me hipnotizou.
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Em 2013, Amanda Lindhout, junto com a jornalista Sara Corbett, decide contar a sua história. Amanda desde pequena, fuçando as revistas da National Geographic, sempre teve o sonho de viajar o mundo. E era um sonho tão poderoso que ela fez de tudo na vida pra conseguir isso, onde trabalhou corajosamente em lanchonetes, bares e boates ganhando trocados para fazer sua poupança e conseguir realizar seu sonho. O empreendimento é sucesso, tanto que a experiência do trabalho e seu esforço fazem com que ela consiga essa realização, onde começa a viagem por lugares que antes só tinha em sonhos. Amanda conhece a Europa, a Ásia, a África, A América latina e tantos outros locais, mas o seu sonho é como a droga que aos poucos precisa ser alimentada e só se expande e aqueles lugares ganham mais vida, mais território e agora o seu objetivo é ganhar o mundo. Com sua ambição Amanda estuda, se aprimora e se tranforma numa fotógrafa/jornalista, onde com todos os temores vai parar na Somália, o epicentro da guerra, um dos lugares mais perigosos para se estar. E é nessa aventura que, junto com seu amigo Nigel, ela é capturada por extremistas e mantida como refém por exatos 15 meses.
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Isso mesmo. FORAM 15 MESES presa como refém por um grupo de jovens somalianos que tinham como objetivo pedir dinheiro em troca de suas vidas para financiar a guerra pela conquista santa. Durante toda a metade do resto do livro acompanhamos Amanda nos relatando todos os detalhes sobre tudo aquilo que sofreu: fome, agressão, estupro, a perda de sua cultura e estando quase num estado sublime de flagelação mental e física. É um livro que nos prende, que nos captura desde a primeira página e fica impossível largar sem querer saber como tudo irá terminar. O mais terrível? Saber que é uma história real. Após a leitura é como se déssemos mais importância a vida, as pessoas que nos rodeiam e aos pequenos detalhes, coisas que até mesmo a pandemia atual já nos causou.
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Deixo aqui a minha indicação de um livro que não dava nada pela leitura, que me pareceu ser simples, mas que ao final me transformou e com certeza irá me acompanhar por toda a vida, além é claro, de uma viagem pelo mundo, onde podemos conhecer outras culturas sem sair de casa.
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Mariana 21/09/2020

Humanidade e desumanidade
A Casa do Céu foi o livro mais pesado e difícil que li nos últimos meses. Saber que os relatos descritos pela autora são todos verdadeiros me deixou fraca e profundamente triste, não só como mulher, mas como ser humano.

Amanda era jornalista e teve vontade de conhecer a maior quantidade possível de lugares deste mundo, isso a levou à lugares que nenhum turista normal pensaria em ir. Até que um dia ela decidiu cobrir a guerra civil da Somália, e, junto com um amigo, foi sequestrada por um grupo radical islâmico e mantida em cativeiro por quinze meses.

Alguns podem pensar que suas decisões foram imprudentes e arriscadas, mas, para mim, colega de profissão, me mostram sua coragem. O que aconteceu com a Amanda poderia ter acontecido com qualquer pessoa e em qualquer lugar.

Foi difícil chegar ao fim do livro. Ter mais uma mostra de como nós, mulheres, sofremos em dobro pelo simples fato de sermos mulheres, sempre mexe muito comigo. Não é um livro que recomendo para todos - há muitos gatilhos, especialmente relacionados à tortura e abuso sexual -, mas, chegar ao seu fim, me fez mais forte. Um livro angustiante, esperançoso, belo, libertador e verdadeiro, que eu espero não esquecer tão cedo.
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Bianca.Vemdrame 05/07/2020

Chocante!!
Li A Casa do Céu por ter sido recomendado por uma das minhas instagramers de viagem preferida, e não me arrependi!! O livro é desconcertante, em algumas passagens pesado, pois é difícil imaginar o que Amanda passou no cativeiro, e a autora consegue nos fazer sentir um
Pouco de tudo o que Amanda passou. Sem dúvida, já é um dos meus livros preferidos!! Nos faz dar valorpara às coisas corriqueiras que temos acesso no nosso dia dia, valorizar nossa liberdade e entender como o mundo ainda pode ser cruel e perigoso com uma mulher viajando sozinha.Admiro a força de Amanda, sua vontade de viver e esperança. Recomendo á todos, mas principalmente às mulheres e viajantes!!!
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@LendocomAB por Ana Bove 16/06/2020

Lições de vida
Nota: 9/10

Em A Casa do Céu você vai conhecer a história de Amanda Lindhout, uma canadense que não teve uma infância fácil e desde pequena buscava consolo em revistas de viagens para escapar da sua realidade. Com esse hábito, começou a nutrir a vontade e o sonho de viajar o mundo. Assim que conseguiu juntar dinheiro fez sua primeira viagem e se apaixonou pela vida de mochileira.

No início dos seus 20 anos viajou para muitos lugares e retornava ao Canadá apenas para ganhar mais dinheiro para a próxima viagem. Na medida que ia viajando foi se tornando cada vez mais corajosa e se aventurando em lugares cada vez mais perigosos, se tornando inclusive repórter de guerra no Afeganistão e no Iraque. Em Agosto de 2008, aos 27 anos, Amanda decide viajar para a Somália e no quarto dia ela é sequestrada junto com um amigo jornalista. Amanda começa então a narrar como foram os 460 dias que passou em cativeiro sendo a única mulher entre tantos homens.

Quero usar esse espaço também para contar um pouco do que me chamou a atenção ao ler o livro.
O primeiro ponto é a comparação que é feita toda hora entre o tratamento que era dado para ela e para o homem sequestrado. Tenho me interessado muito por livros que mostram a perspectiva feminina dentro do islamismo e nesse livro isso é escancarado.
O segundo ponto é o quanto a Amanda foi forte e manteve a mente saudável durante um período tão horrível e no meio de tantos traumas. Os mecanismos que ela criou, como a Casa do Céu - nome do livro - para escapar sua realidade são uma lição para todos nós.
O terceiro com certeza foi o fato de tudo estar o mais próximo de mim possível em comparação com todas as histórias reais que tenho lido e pesquisado. Amanda nasceu em um país que muitos de nós já visitaram, tinha quase a minha idade quando foi capturada e estava viajando.
O último acho que é a reflexão sobre o perdão. Ela mesma se perdoa por ter ido para um país perigoso e causado tanto sofrimento para a própria família e perdoa também o outro homem que estava sequestrado com ela por também estar tentando sobreviver mesmo que as vezes significasse que ela seria castigada por isso.
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Ju 27/05/2020

Uma lição sobre fé e perdão
O livro mais forte e mais lindo que ja li. Uma lição sobre cultura, religião, extremismo... Mas, principalmente fé e perdão
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