Nu, de Botas

Nu, de Botas Antônio Prata




Resenhas - Nu, de Botas


90 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


anaranzi 07/10/2020

Leve
Livro leve e rápido de ler, para recordar a infância dos anos 80 e 90
comentários(0)comente



Regina 04/10/2020

Adorei a leitura, pois tem um visão sobre os fatos de sua infância de um modo totalmente divertido e inusitado.
comentários(0)comente



Roberto.Porto 26/09/2020

Saudades dos anos 80...
Um livro que vai causar saudades ou nostalgia em todo aquele que já foi criança um dia. Mais ainda naqueles nascidos nós anos setenta. Cada capítulo traz uma temática daqueles tempos, desde Bozo, copa de 82, viagem de carro sem cinto, presentes de Natal versus brinquedos dos amigos, assuntos constrangedores, amores de infância, buggy Fapinha, enfim, tudo aquilo que fez parte dessa geração inserida na classe média. A escrita é fantástica, cada capítulo é como se fosse um conto, mas formando no todo o relato de uma história só, vivida pelo autor. Uma leitura alegre!
comentários(0)comente



Mero 20/08/2020

Acordando a casa toda.
Meu primeiro contato com Antonio Prata! Não será o último até por que eu já garanti outras obras de autor e só as estou aguardando chegar! Que livro maravilhoso! Eu me identifiquei muito apesar de ter uma infância em um contexto regional bem diferente e em um tempo bem diferente. O que senti foi como se a infância fosse algo comum para muitos de nós e isso independente do gênero! Meninos e meninas facilmente irão ver as semelhanças. Além de tudo isso... existe ternura, existe amor, existe o jogo de cintura dos adultos com os desafios da infância vividos por aqueles que sabem como ela pode ser constrangedora em muitos momentos.
Nu, de botas foi uma leitura sensacional. Eu ri muito e inclusive por diversas vezes muito alto chegando até a acordar a minha casa. A infância do autor descrita com bom humor e em alguns momentos realidade consegue levar você a relembrar suas historias, seus momentos e ate mesmo entender o que os seu pequenos amigos estivessem sentindo, afinal a infância é comum para muitos de nós, uma pena que não para todos!
comentários(0)comente



Carol 13/08/2020

Um agradecimento ao autor
As vezes acredito que minha infância ocorreu em outra vida: não lembro de nem metade do que fiz nela apesar de ter apenas 20 anos. É engraçado pensar que isso foi escrito com base em memórias verdadeiras, que não foi tudo inventado, porque possui a magia que é ver o mundo com os olhos de criança, essa magia que eu mesma já esqueci.
Ao passar dos capítulos pequenos flashbacks me vieram à cabeça, histórias que não sabia que estavam aqui dentro. Amei esse livro de um jeito difícil de explicar, amei ler sobre a infância de outra pessoa, e amei lembrar um pouco da minha, que com certeza foi muito diferente, mas também foi muito parecida. É o tipo de livro que você quer que dure pra sempre, aquele que você lê de uma vez só, mas com certo medo de chegar no fim, um livro honesto, extremamente divertido, muito bem escrito, que me fez sentir mal que acabou, e que nunca mais vou conseguir lê-lo pela primeira vez sem saber o que me espera.
Me fez olhar pra dentro, pro passado, eu precisava disso.
É a minha primeira vez lendo Antonio Prata, e com certeza absoluta, é a primeira de muitas.
comentários(0)comente



Ana Clara @exlibrisanaclara 05/08/2020

Bem-humorado e leve
“Nu, de botas” – Antônio Prata
5/5

"o Fábio Grande e o Fábio Pequeno — que por um bom tempo acreditei serem irmãos, também. Quando os conheci, pensei: nada pode ser mais lógico, se a família gosta de “Fábio”, que batize logo assim todos os filhos; ao se encontrar um Fábio pela rua, já se sabe de onde é e basta usar “Grande”, “Pequeno” — ou “Médio”, caso houvesse um filho do meio — pra diferenciá-los. Fiquei bastante decepcionado ao descobrir, do alto dos meus três anos, que não só não eram irmãos como sequer tinham qualquer laço de parentesco."

Poucos livros me divertiram tanto quando esse na vida.

É um livro autobiográfico e narrado por uma criança, Antônio, o próprio autor que viveu nos anos 80/90.

Os questionamentos que ele faz, e suas percepções são muito interessantes e engraçados, e independente da idade, me resgatou um pouco da minha própria infância. Cada capítulo ele traz uma história diferente, conta dos seus pais separados, das aventuras que teve com os amigos, das brincadeiras e apertos de ser criança. Me deliciei e refleti também sobre esse resgate de um olhar de criança sobre fatos que parecem banais para nós, mas que deixam o personagem encucado. Me diverti muito no capítulo sobre “Cuecas”.

Recomendo esse livro a todos, ainda mais nesses tempos difíceis, é ótimo para relaxar e dar umas risadas, a leitura fluiu super bem comigo, e foi com certeza uma das melhores surpresas do ano!

É um livro pra ser revisitado várias vezes e rir todas elas.

site: https://www.instagram.com/p/CDbqX5KjHSo/
comentários(0)comente



Marcella.Kahn 26/07/2020

Por mais que não tenhamos nascido na mesma época, ler sobre a infância do autor deu muitas saudades da minha
comentários(0)comente



Suzani 22/07/2020

Obra leve, divertida e inteligente
Que livro gostoso de ler! Tem a magia da infância e das situações pelas quais muitos passamos a prender nossa atenção. Sem falar no reconhecimento de eventos mais datados para os que foram crianças na década de 80. Ri muito ao me identificar com um passeio de carro, eram tempos sem muitas regras, lembrei de pequenas viagens em que os primos e irmãos íamos todos em um porta malas apinhados, e ainda para cumulo do politicamente correto, rasgando papel de revista em quadrinhos e jogando ao vento! Era diversão pura, realmente tínhamos que inventar soluções pra escapar ao tédio... E o que dizer da expectativa pela passagem do Cometa Harley? É um daqueles eventos que fixam na memória momentos e pessoas a ele relacionados.

Há na narrativa uma grande sacada: o contador das histórias mistura 2 vozes: a do menino pequenino que narra sob a perspectiva do adulto. A voz da criança que existe no adulto, por meio de suas memórias, mas já impregnada do sarcasmo, autocompaixão e um humor mais apurado que só poderiam se desenvolver no homem crescido, mas ainda assim, herdeiro dos fatos narrados. Prata deixa entrever essa união das vozes em alguns momentos: (...) Hoje, enquanto escrevo, percebo o quão improvável é esse figurino de femme fatale, mas foi assim que minha memória vestiu aquela mulher e é assim que ainda a vejo.

Independente da maior ou menor identificação dos leitores com os fatos, o autor nos arranca ótimas risadas. Recomendo a leitura dessa obra leve e inteligente.
comentários(0)comente



Leonardo_css 06/07/2020

Para se divertir
Esse livro me causou certa estranheza quando li o título, mas olha...recomendo demais!

O livro conta diversos "causos" que aconteceram com o autor na sua infância, trazendo muitas risadas e nostalgia.
comentários(0)comente



Branco Junior 06/07/2020

A infância dos anos 80 em seu estado puro!
Sou 6 anos mais novo que Antonio Prata, e compartilho de vários momentos vividos pelo autor. Um belo retrato do lúdico da infância, a magia das descobertas, a falta de jeito para lidar com coisas que, se parar pra pensar, nem como adultos estamos preparados.
comentários(0)comente



Alê | @alexandrejjr 02/07/2020

Souvenir da nostalgia

Ler Antonio Prata é um deleite. Esse paulista tem uma facilidade invejável com as palavras e neste "Nu, de botas" lança seu olhar especial em um tema universal: a infância.

Em entrevistas, Antonio gosta de lembrar que a boa crônica se sustenta nos detalhes e que por essa característica é um gênero que pode tratar de qualquer assunto, por mais absurdo que seja. Para o escritor, a crônica não se resume ao espaço diário, semanal ou mensal que jornais e revistas dedicam. A boa crônica perdura, é indiferente às agruras do tempo.

Creio que um termo chave para a apreciação desse livro - como em toda boa obra - seja a experiência. No entanto, o nível atingido aqui beira ao surrealismo. Você não precisa ter vivido nos anos 1980 para se conectar com a felicidade intocável que a infância de muitos de nós proporciona. Eu, por exemplo, dei risadas porque pude imaginar meu pai ao lado do Antonio em suas peripécias. Aliás, vale lembrar que o autor é e não é, ao mesmo tempo, a personagem das histórias contadas. A proposta aqui é trair-se pela memória, pelo lúdico desse passado que com o tempo pode tornar-se desconhecido.

Antonio Prata faz um serviço louvável aqui: ele quer que você busque a sua criança interior ou, de certa maneira, viva aquela criança que você gostaria de ter sido. "Nu, de botas" é um presente: faça bom uso dele.
Manuella 03/07/2020minha estante
Eita então eu vou gostar muito, viu, Alê... Anos 80, adoro!


Alê | @alexandrejjr 04/07/2020minha estante
Vai sim, Manu, é um livro muito gostoso de ler.


Carol 13/08/2020minha estante
Realmente, é um presente




Andreza.Nascimento 29/06/2020

Nu, de Botas
" Cheio de humor e lirismo, Nu, de botas traz as memórias de infância de Antonio Prata, o principal renovador da crônica brasileira."
comentários(0)comente



gcpina 24/06/2020

Narrado através do olhar de uma criança, conta episódio marcantes que ilustram muito bem a infância típica dos anos 70/80... muito diferente nos dias de hoje.
comentários(0)comente



Rodrigo Brasil 22/06/2020

A beleza da infância
Um livro leve e gostoso de ler.
Antônio Prata narra sua infância com bom humor, ingenuidade, e beleza nas pequenas coisas do cotidiano.
Já havia lido umas crônicas dele, mas esse livro é ótimo, não tem uma crônica chata, todas são muito boas.
A ingenuidade e o questionamento constante da criança é o principal foco do livro. As descobertas que o menino Antônio vai tendo são lindas.
Vale muito a leitura!
comentários(0)comente



Sabrina 15/06/2020

Nu rima com...?
Como não se divertir com as peripécias de uma infância nos anos 80?
E sabe aquela animação que é para gente grande? É igual com este livro.
São as aventuras de um menino desbravando o seu mundo com vocábulo de adulto. Ou seja, cadê meu dicionário? Preciso pesquisar uns verbetes...
comentários(0)comente



90 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6