O Ladrão do Tempo

O Ladrão do Tempo John Boyne




Resenhas - O Ladrão do Tempo


50 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4


Nivia.Oliveira 25/05/2019

Se eu te perguntar: Quem ou o que é o ladrão do tempo pra você, tenho certeza que dirá que o facebook, o w-up e similares.
Mas o livro "O ladrão do tempo" de John Boyne não é sobre isso. Ele aborda o famoso tema "eternamente jovem". Será que você realmente faria muitas coisas diferentes se vivesse por 256 anos? Vale a escatologia: Por que temos tanto medo da morte se é o paraíso que nos espera?
comentários(0)comente



Lucas.Ferreira 05/04/2019

Muito Bom!
O ladrão do tempo
A história é contada por Matthieu Zéla desde o século XVIII quando deixou sua cidade natal Paris acompanhado de seu irmão Tomas DuMarqué, até o século XX onde se encontra jantando com seu sobrinho Tommy, mais um dos descendentes do DuMarqué.
Para quem gosta de acontecimentos históricos e personagens que conseguem te levar do amor ao ódio em questão de capítulos, eu indico.

Ao decorrer da história, você poderá viajar por toda a Europa, conhecer grandes guerras, ver figuras históricas como Pierre de Frédy, o fundador dos Jogos Olímpicos que só ganhou esse título graças a ajuda de Matthieu, de acordo com o livro, e claro, ficar entre os séculos, pois em cada capítulo o protagonista viaja do século XX onde está atualmente para as suas lembranças dos séculos passados, de suas esposas, guerras, jornadas e do convívio com todos os "Tomas" que sempre acabaram com um final trágico diante de seus olhos.

Defino o livro com apenas histórico mais ao mesmo tempo intrigante, cansativo mais ao mesmo tempo fascinante e algumas partes engraçadas.

#recomendo
comentários(0)comente



Bano 31/01/2019

Bom passatempo para leitores não exigentes
A ideia central é interessante e pode servir para uma futura adaptação cinematográfica. O problema é que a história possui algumas páginas banais, supérfluas, que não fariam a menor falta se tivessem sido eliminadas; há, também, alguns "furos", e o autor John Boyne, se notou isso, não se preocupou em dar boas soluções / explicações. Isso faz o livro perder em qualidade. Por exemplo: o protagonista, Matthieu, nunca mudou de identidade ao longo dos séculos, assim fica a dúvida: uma pessoa conseguiria passar incógnito durante tantos anos sem explicar como pode fazer tal coisa há mais de 100 anos? As esposas e amigos de Mattieu nunca notaram que ele não envelhecia? Mattieu, ao longo de 200 anos, teve várias esposas e amantes, manteve relações sexuais com elas, então como é possível ele nunca ter tido filhos? Confesso que deixei de ler algumas páginas, refiro-me especificamente às páginas em que Mattieu narra os diálogos de uma novela de TV estrelada por seu sobrinho. Sabia que aquilo era supérfluo, por isso não hesitei: pulei as páginas e fui ler o que interessava. O livro é leitura agradável, conseguiu prender minha atenção da primeira a última página. Porém, devo alertar: não recomendo que o leitor faça pausas longas, de vários dias, visto que a narrativa não é linear, o narrador recua e avança no tempo sempre. Assim, se o leitor fizer pausas longas, poderá, quando retornar à leitura, ter alguma dificuldade em se lembrar o que aconteceu antes e o que determinado personagem fez antes. Este foi o primeiro romance escrito (lançado no ano 2000) por John Boyne. Se você não é leitor exigente, leia o livro, garanto que irá passar horas de bom entretenimento.
comentários(0)comente



MM 05/01/2019

Gostei muito deste romance!
A maestria com que John Boyne narra os 256 anos de vida, contados através do personagem Matthieu Zéla, é fluida e interessante; e realmente me fez "viajar" junto com o protagonista. Permeada de personagens e fatos históricos, o que poderia tornar a história confusa e enfadonha (o que, confesso, senti em alguns poucos momentos, por conta do excesso de detalhes); a escrita simples, porém, não simplória, e o desenho dos demais personagens e situações que vão surgindo, é crível o suficiente, ao ponto de me pegar, em alguns momentos, em dúvida do que seria ficção ou realidade. Só não dei 5 estrelas porque permaneci com algumas dúvidas ao final, o que, de modo algum tira o seu mérito; pois, como leitor e alguém que também se arrisca no universo da escrita ficcional, acho válido deixar alguns fios soltos para estimular ainda mais a imaginação do leitor. Vale muito a leitura!
comentários(0)comente



Camila Márcia 09/08/2018

sempre uma boa surpresa...
O Ladrão do Tempo (The Thief of Time, 2000) é, cronologicamente, o romance de estreia do escritor irlandês John Boyne, mas foi publicado no Brasil apenas em 2014, após a publicação de outros livros que se tornaram bastante populares em nosso país.

Aqui vamos acompanhar a vida de Matthieu Zéla que tem mais de 250 anos e é o ladrão do tempo, a narrativa é contada por este próprio personagem que vai relatar fatos de sua infância, adolescência e alguns anos de vida adulta, além de contar também sobre seu tempo atual em 1999 quase beirando a terceira virada do século de sua vida.

Todas as suas histórias narradas por Matthieu tem uma ligação importantíssima para os fatos relatados no ano "atual" de 1999. E vamos ligando cada ponto e viajando no tempo com o próprio Matthieu por dois séculos, em vários momentos ficaremos cheios de curiosidade, pois Matthieu viveu grandes coisas e já fez muita coisa nessa vida.

Mas o fato é que em O Ladrão do Tempo o escritor utiliza-se do personagem para nos fazer refletir sobre a importância das amizades, da família e o peso de cada uma das nossas escolhas, que sempre irão repercutir no futuro e, às vezes, de forma irremediável.

Aqui vemos que Matthieu Zéla está disposto a ajudar o atual sobrinho Tommy (tatatatatatara-sobrinho), pois vê que ao longo dos anos está negligenciando a vida de todos os antepassados que sempre vem cometendo os mesmos erros e morrendo muito jovem. Matthieu vai passar por uma empreitada para tentar salvar o sobrinho e na medida que isso acontece vamos conhecendo seu passado.

A cada capítulo vamos acompanhando cada vez mais o desenrolar dessa história e nos chocando com várias revelações, além de, claro, ficarmos ansiosos para saber os motivos "sobrenaturais" de Matthieu Zéla não envelhecer e não morrer nunca. Mas aqui jaz o mistério que você só irá descobrir quando ler o livro.

Sem sombra de dúvida, meu coração está feliz após a leitura de O Ladrão do Tempo eu estava um pouco receosa por ser algo diferente do que o escritor é acostumado a escrever, mas sua essência consegue ser a mesma, acreditam? Pois ao longo da narrativa e da vida do personagem, Boyne relata fatos da história mundial: guerras, quebra da bolsa de valores, etc.... No fundo, vemos que a veia pesquisadora e de alta qualidade da narrativa do escritor está presente em todas as suas obras inclusive na sua obra de estréia, que já é de alta qualidade.

Nada mais natural do que o autor ter se tornado conhecido e aclamado em todo o mundo.

site: www.delivroemlivro.com.br
comentários(0)comente



Thalita Branco 14/12/2017

Resenha ~ O Ladrão do Tempo - John Boyne
Matthieu Zela parou de envelhecer, e mesmo com mais de duzentos anos ainda conserva o rosto e o físico de um homem de cinquenta. Eis que ele resolve contar sua história, de como saiu da França junto do meio irmão Thomas após o assassinato brutal da mãe, conheceu e se apaixonou por Dominique no navio até a Inglaterra e viveu ao longo do tempo. O curioso de tudo isso é que os descendentes do seu meio irmão nunca viveram mais que 25 anos de idade, e Matthieu também nos envolve na trágica história dos Thomas ao longo dos séculos.

O livro é dividido em três núcleos que vão se intercalando. O primeiro foca na fuga de Matthieu e Thomas da França, a reconstrução de suas vidas na Inglaterra e o romance com Dominique. No meio termo temos a vida de Matthieu em diversos momentos históricos, como a Revolução Francesa ou a quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, e por fim nos dias de hoje (1999 para ser mais precisa, o livro foi lançado em 2000) quando Matthieu trabalha em uma emissora de TV e decide de uma vez por todas que irá salvar o Thomas atual.

John Boyne é um autor que eu não perco um lançamento, mas sofro um caso de amor e ódio com suas obras. Enquanto algumas estão entre meus livros favoritos e devorei em questão de horas, vide O Palácio de Inverno ou Uma História de Solidão, outras foram sofríveis de terminar e eu realmente detestei como A Casa Assombrada ou Noah Foge de Casa. O Ladrão do Tempo é sua primeira obra publicada e fica no meio termo.

Gosto muito de livros que vão e vem no tempo e achei brilhante a ideia do autor, mas ela poderia ter sido melhor executada. O livro é excessivamente longo e as vezes se torna cansativo e repetitivo. Matthieu sempre nos lembra da sua idade e condição abastada, que aliás é mal explicada. Até sabemos sobre a fonte de renda do Matthieu bicentenário, mas não como ele chegou a sua fortuna inicial. Com exceção do núcleo Matthieu/Dominique, a parte histórica poderia ser mais interessante se fosse mais focada na história, não nos casos amorosos do protagonista.

O Ladrão do Tempo tem seus momentos interessantes, mas o excesso pesou o livro e o deixou desnecessariamente grande. Nele já é possível perceber as características da escrita de Boyne, o que o transformaria num excelente autor no futuro, e o que também faria alguns de seus livros menos agradáveis de se ler.

site: www.entrelinhasfantasticas.com.br
comentários(0)comente



Edna 30/09/2017

Virtudes
Incrível o primeiro livro escrito por John Boyne, O ladrão do tempo é uma ficção que se desenvolve tendo como base duzentos e cinquenta e seis anos vividos pelo personagem principal que vai narrando os episódios vividos ambientados entre o século XVIII, XIX e XX com fatos tão incríveis que já te prende desde o início.
.
Ele muda o ambiente que tem inicio na Inglaterra, passa para a Europa, Estados Unidos e retorna novamente a Europa, sem nunca perder o poder de persuasão em cada história das muitas vividas, o que marcou muito em toda a narrativa foi o seu primeiro romance conturbado com Dominique mas cada romance vivido e tão intensamente detalhado tanto com os fatos da época, econômia do local, as inúmeras profissões exercidas pelo nosso querido Matthieu.
.
Tantos fatos sobre cultura, você vai conhecer e visitar locais como O palácio de Cristal e sua inauguração em 1850. Grandes Obras e Escritores são citados como Nathaniel Hawthorne de A Letra Escarlate e muitos outros locais.
.
Me prendi à amizade linda que o destino proporcionou entre Mattie e Jack.
citação do livro: "A história que você pode criar com um amigo, toda uma vida de momentos e experiências compartilhadas, é algo maravilhoso, que não deve ser sacrificado. Além disso, um amigo verdadeiro é algo raro; por vezes, aqueles que conside ramos amigos são apenas pessoas com quem passamos muito tempo juntos."
.

??????????

É assim que vejo mesmo: você que lê minha resenha eu o considero um amigo e não faz ideia de tão precioso.

?????????

Crítica - Quando o livro chegou lá pelas 550 páginas senti um desconforto de umas poucas 50 páginas por ter sido evidenciado muitos fatos políticos e confesso não me prende esse enredo, mas pouquíssimas em relação à brilhante narrativa de John Boyne. Amei todos os livros que já li dele. Querosão conhecer "O menino no alto da montanha"


Mas merecidamente 4,5/5?
comentários(0)comente



21/07/2017

Não é explicado em nenhum momento o motivo, mas o personagem principal, Matthieu Zela, é imortal. Apesar de aparentar um senhor bem conservado de 50 anos, ele nasceu no século XVIII e contará momentos específicos – sempre pendendo para o lado amoroso – de seus 256 anos de vida. Tem uma pegada meio Forrest Gump, no sentido de que o personagem principal está sempre presente em acontecimentos históricos marcantes.

O livro é costurado por basicamente três partes principais: a dos 17 primeiros anos de vida de Matthieu com a sua musa Dominique; as histórias específicas de uma determinada época – Revolução Francesa, os Jogos Olímpicos da era moderna, a crise de 1929, a era de ouro de Hollywood, e assim por diante - e a história atual que no caso é 1999, já que o livro é de 2000.

Essas histórias específicas que citei acima são interessantes, mas acabam parecendo mais contos isolados. Da mesma forma que surge do nada, ela desaparece do nada e partimos para a próxima “aventura” de Matthieu. Isso não é ruim necessariamente, mas acaba passando a sensação de que elas foram pensadas em paralelo com o restante da história.

Por sinal, uma delas me divertiu muito. Era uma sobre a filha de um cara envolvido na Grande Exposição de Londres em 1851. A louca era uma espécie de mentirosa compulsiva – o autor prefere chama-la de ficcionista – e dizia um absurdo por dia. Um deles era que estava envolvida amorosamente com o príncipe, que na época tinha somente dez anos. No dia seguinte inventava uma história nova e acaba colocando o próprio Matthieu numa enrascada. Achei hilário, mas percebi que no fim do capítulo ele menciona uma coisa que achei que tivesse relação com a sua imortalidade, mas que não foi nem sequer mencionada mais adiante. Spoiler Alert: Matthieu diz que ela foi a única que conseguiu fazer o que nem Deus tinha conseguido: matá-lo. Seria uma espécie de metáfora? Fiquei sem entender.

No finzinho mesmo, na última página, fica a dica do que o prendeu por tantos e tantos anos aqui na Terra.

É um livro agradável de ler, principalmente pela habilidade do autor em contar histórias.
Thalita Branco 13/08/2017minha estante
Sobre o "spoiler alert", o personagem cita isso por conta de ser mais uma invenção da Alexandra. O artigo diz que ela era viúva de um Mattthieu, e dado o seu histórico, ela inventou que foi casada com ele e depois o matou em sua imaginação.


16/08/2017minha estante
Ahhh Thalita!!
Entendi agora!!!
Obrigada! ;)




Carla 06/06/2017

Para leitores exigentes!
comentários(0)comente



Danilo.Claudino 02/03/2017

Livro ótimo para passar o tempo
Livro gostoso. Daqueles de pegar e ler com prazer. Não dei 5 estrelas por causa dos furos da história, mas os conteúdos delas são memoráveis. O encontro com Charles Chaplin, com o Barão de Coubertin, a mistura do velho mundo e do novo mundo, são todas deliciosas. Apenas aos fatos, não sejamos assim tão rigorosos, ok?!
comentários(0)comente



Prof. Angélica Zanin 13/11/2016

Pode me chamar de Matthieu
Matthieu Zéla conta sua história de aproximadamente 200 anos, ele não morre. No século XVIII, na meia idade, ele percebeu que parara de envelhecer e que era imortal. O narrador descreve suas aventuras, na França, Inglaterra e Estados Unidos, sempre tendo como pano de fundo fatos marcantes da história da humanidade. Ele apresenta um comportamento ético e maduro, age com sabedoria e paciência. Este foi o primeiro livro de John Boyne que se celebrizou com "O menino do Pijama Listrado". Gostei, com muitos flash backs ele consegue envolver o leitor em uma saga interessante embora inverossímil.
"Paixões súbitas, sejam elas quais forem, quase sempre são transitórias". Por John Boyne em O Ladrão do Tempo.
comentários(0)comente



Mila 01/11/2016

Vida bem vivida
Mathieu Zéla, o personagem de O Ladrão do Tempo que me encantou e me fez pensar sobre a criatividade de um escritor! Gente, vocês precisam conhecer esse livro de John Boyne, é um livro impressionantemente lindo e muito bem escrito. O autor foi generoso em nos proporcionar uma deliciosa história cheia de acontecimentos de dois séculos e mais um tanto completamente intrigantee com um super desfecho que foi lindamente finalizado. A forma como fala sobre o início da vida de Mathieu é muito instigante, e, intercala-se com a atualidade do momento de vida que ele encontrou com o tempo. Uma obra prima sem igual! O livro é longo mais vale a pena ser lido pelo tempo que for necessário, eu super indico esse livro, é perfeito. Eu gostaria de viver como esse personagem.
comentários(0)comente



Deiaideias 25/10/2016

Bom livro, mas não é ficção cientifica como o titulo sugere
O Ladrão do Tempo é um livro do John Boyne, sim, o autor do “Menino do pijama listrado”. Este é o seu primeiro livro.
Conta a história de Matthiew Zela, que em 1978, aos 15 anos, sai de Paris rumo à Inglaterra. Aproximadamente aos 50 anos para de envelhecer.
Passa pelos séculos XVIII, XIV e XX, passa por momentos históricos, conta detalhes da história de uma forma diferenciada. Quem curte história vai gostar muito desse livro.
Apesar de parecer tema de ficção científica (o protagonista para de envelhecer), não é o gênero nem o foco do livro, que é um romance cujos principais temas são: amor, relacionamentos, morte, traição, recomeços e história!
Achei a narrativa um pouco lenta, principalmente porque estava esperando algo mais fictício e também um clímax, o que não ocorreu… Isso não quer dizer que o livro seja chato, pelo contrário, dá pra se envolver com os personagens, ficar bravo com umas pessoas, amar algumas, se decepcionar com outras… tudo pela visão do Matthiew, além de ir vivenciando junto com ele os fatos históricos… já que passa pela Revolução Francesa, Hollywood, Quebra da Bolsa de Valores de Nova York…
A capa no Brasil é horrorosa… Não sei porque as pessoas ficam com apego ao Menino do Pijama Listrado e fazem a capa dos livros dele listradas… Não tem nada a ver… Olha a capa do original, muito melhor, tem a ver com o tema… Jamais compraria esse livro pela capa, acho que seguir a ideia de uma história que fez sucesso, mas não tem nada a ver com essa, só atrapalha.
Resumindo: Capa feia, livro bom. História intrigante e impressiona principalmente por passar por fatos históricos. Personagens bem construídos, história com lógica e muito bem escrita! Gostei mas não amei.. Classifiquei com 3 estrelinhas no meu Skoob, mas fiquei em dúvida entre 3 e 4…
Pra quem já gosta do autor, recomendo! Não vai se decepcionar.
Pra quem gosta de história, leia! Vai adorar!
Pra quem espera ficção científica, não leia.. É um romance!

Como sempre gosto de separar frases dos livros que leio, segue a lista desse:
* Acredito há muito tempo que a aparência é a mais enganosa das características humanas
* O ineditismo das emoções seria, por si só, o suficiente para assegurar uma lembrança duradoura em qualquer coração pulsante.
* Aproveite tudo que sua época oferece, estou lhe dizendo. Essa é a essência da vida.
* O problema dos jovens de hoje não é eles fazerem coisas ruins para si mesmos, como a maior parte da mídia gosta de acreditar. É eles não saberem fazer essas coisas direito.
* Saber o momento certo é essencial.
* O silêncio faz a mente trabalhar melhor.
* A música evoca as emoções de maneira tão valiosa quanto as atuações ou a direção.
* Uma pessoa confiante conhece os próprios talentos e não precisa que eles sejam reforçados por confirmações alheias
* Os bons relacionamentos são todos assim: um dos lados precisa economizar certas verdades, principalmente quando não há nada a ganhar com a revelação de tudo.
* De qualquer maneira, às vezes é melhor deixar o passado onde ele pertence.
* É sempre muito triste quando as pessoas morrem sem termos podido lhes dizer como nos sentimos em relação a elas.
* Paixões súbitas, sejam elas quais forem, quase sempre são transitórias.
* Um homem vale muito mais do que as coisas que tem, sabia?
* De vez em quando, surge um desastre natural, uma força maior, que leva toda a poeira embora e, assim, as pessoas conseguem ver o que sobrou embaixo, e veem que a coisa não é tão bonita.
* A história que você pode criar com um amigo, toda uma vida de momentos e experiências compartilhadas, é algo maravilhoso, que não deve ser sacrificado.
* Um amigo verdadeiro é algo raro; por vezes, aqueles que consideramos amigos são apenas pessoas com quem passamos muito tempo juntos.
* Às vezes, você percebe que uma pessoa não merece o seu amor, mas a ama mesmo assim.



site: www.deiaideias.com/linumlivro
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Tauan 01/10/2016

John Boyne é daqueles autores que não passam em branco. Seus romances históricos, completos, divertidos e surpreendentes são garantia de boas horas de leitura. Meu preferido é O Palácio de Inverno, mas O Garoto no Convés está no mesmo nível do badalado O Menino do Pijama Listrado. É daqueles escritores que merecem o dinheiro que ganham com literatura.
Seu romance de estreia, O Ladrão do Tempo, só foi publicado no brasil em 2014, catorze anos depois da publicação original, e já antecipava claramente o potencial do autor.
Matthieu Zéla é um homem de duzentos e cinquenta anos que vive em Londres e nos conta sua longa história de vida. Nascido em Paris, sob a dinastia Bourbon, ele testemunha o assassinato da própria mãe tem de deixar o país levando consigo o irmão caçula.pela rota Calais-Dover, ele chega a Londres.
A pesar de iniciar sua vida profissional como um batedor de carteiras, Matthieu, exerce muitas atividades, em seus dois séculos de vida, acumulando muito dinheiro, experiências e mulheres.
Ao contrário dele, seu irmão morre jovem, deixando um sobrinho por nascer, que também morrerá jovem, deixando um sobrinho neto, que seguirá a tradição de família... e assim por nove gerações de Tomas, Thomas, Thoms e Thomys, todos vivendo e morrendo á sombra do tio Matt.
Matthieu também tem um histórico trágico com as mulheres, tendo se casado dezenove vezes, conhecido centenas de amantes, sem nunca conhecer um amor como o de Dominique, a jovem francesa que faz com ela a viagem de Calais até Dover.
Boyne constrói uma narrativa histórica viva e empolgante, mistura personagens celebres ficcionais, e cria um romance que o representa como grande autor.
Marcela @ler_sim_ler_sempre 01/10/2016minha estante
Ainda quero ler algo desse autor. Estou com O Garoto no convés aqui pra ler mas nao li ainda


Pollyana Camilo - @pollyesuaestante 01/10/2016minha estante
Amo os livros do John! Quando ele comentou na minha foto do instagram, quase morri de felicidade!
Sou louca para ler esse e Uma história de solidão!


Tauan 01/10/2016minha estante
Este é um livro excelente. E o Garoto do Convés também.
Pollyana, o que ele disse na sua foto?


Pollyana Camilo - @pollyesuaestante 01/10/2016minha estante
O Garoto do Convés é muuuito bom! Tem uma sacada genial com o protagonista do Ladrão do Tempo né?
Então, postei uma foto dos livros que tenho e ele elogiou e agradeceu! @pollyanacamilo13




50 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4