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Assassin's Creed: Bandeira Negra Oliver Bowden




Resenhas - Bandeira Negra


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Raiane.Priscila 06/02/2021

Game x Livro
Como boa amante da franquia de games Assassin's Creed que sou, não posso deixar passar a oportunidade de dizer o quão magnífico esse livro se mostrou para mim. Uma verdadeira surpresa diria até. As lacunas soltas que ficaram no jogo "Bandeira Negra" foram preenchidas brilhantemente pelo o autor. Finalmente temos mais que apenas um final triste para nosso querido Edward Kenway. Temos uma forma de imaginarmos como ele deixou de ser pirata e conseguiu ser o homem honrado e nobre que tanto desejou. Além, é claro, de ter se juntado ao Credo dos Assassinos.
Maga 11/02/2021minha estante
Menina, queria ler a algum tempo a saga más tinha medo de me decepcionar, obrigada pela resenha.


Raiane.Priscila 12/02/2021minha estante
Não vai se decepcionar.




@ramonlessa 09/02/2020

null
Um livro legal de ler. Me deu vontade de jogar o game mais uma vez.
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ffabriciooliveira 08/06/2020

Leitura envolvente, com bastante ação. Gostei. Com o jogo fica melhor ainda
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Alexandre 28/05/2020

Como um livro de pirata, é muito bom, mas como um livro de Assassin's Creed, não sei. A mitologia da série aparece pouco no livro, queria saber se foi uma opção do autor de se aprofundar mais nos personagens ou se não tinha ideia para abordar mais sobre a mitologia da franquia.
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Guilherme.Oliveira 26/02/2021

Dos livros da série lidos até agora este foi meu favorito.
Talvez tenha sido deixado me levar pelo próprio jogo, que é um dos meus favoritos também. A temática pirata é tratada a todo tempo do livro, em uma narrativa, rápida, direta e fluida.
Se não jogou o jogo, não tem problema algum, o livro acrescenta algumas coisas na primeira parte do livro mas caminha em boa parte de forma uníssona ao jogo.
Valeu a leitura.
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@niqueliv 21/02/2020

Mediano.
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Ronnison 10/08/2014

Homem ao mar!
O livro em forma de diário (provavelmente de bordo) apresenta o cenário e sintua o leitor na cabeça de Edward Kenway, um jovem camponês de Bristol, na Inglaterra no termino século XIX. Edward carrega o nome dos Kenway, um nome honesto e honrado de comerciantes e criadores de ovelhas. Na modesta propriedade do pai que asprira que o filho herde e assuma os negócios da família como tem sido a tradição. Porém, Edward aspira uma vida mais luxuosa e com maiores possibilidades que a vida na fazenda lhe oferecem, suas fugas para as tabernas o acalmavam com mulheres libertinosas e dezenas de canecas de cerveja, juntando isso ao seu pavio curto e sua arrogância juvenil se tornou um imã de brigas e confusões que sempre acabavam com entrar em casa com alguns hematomas e receber boas broncas do pai. Seria um simples arruaceiro e brigão se não fosse um encontro inesperado Caroline Scott, a única filha de rico comerciante de ascendia na vida social e aristocrata. As qualidades, a personalidade e beleza de Caroline o instigam a mudar e se tornar uma "homem de qualidades".

Almejando um nível de vida melhor para si e sua amada, Edward ingressa na vida no mar como corsário a serviço da coroa inglesa em situações conturbadas e conflituosas na velha Bristol. Ele só não imaginavam quanto a busca pelos seus sonhos lhe custariam.

Após um conflito nas propriedades do pai que terminaram com o ódio de seu pai, as lágrimas de sua mãe e a marca em seu rosto deixada pelo golpe de um homem que usava um estranho anel, ver-se acordando desorientado em alto mar abordo do Emperor.

"Nada perturba mais a moral de um homem que o grito de um canhão."

Depois de aprender as obrigações e as necessidades básicas para trabalhar em um navio, é golpeado pelo destino que o faz ter que escolher entre continuar com a vida de de corsário ou levantar a bandeira da pirataria. E é ai que a aventura realmente começa, a batalha eterna entre Assassinos e Templários, a buscar por artefatos antigos de poder, fortunas escondidas, mortes e lugares históricos.

"O momento de maior tensão é a abordagem, demônios sangue nos olhos e dedos nervosos."

Agora farei algumas breves considerações sobre o livro em si.

Belíssimo acabamento editorial, os detalhes em alto relevo e reluzentes criam um efeito quase 3D na capa. A fonte escolhida lembra uma máquina datilográfica bem antiga. Até agora a apresentação está ótima e a história ainda é um mistério.

Texto incrível até aqui, linguagem rica em termos e vocabulário, a fluidez da narrativa em primeira pessoa mergulha a gente mesmo na história. O primeiro da série que leio no formato de diário, muito bom conferiu a obra um ponto forte e inovador.

Sendo franco, o jogo tem gráfico incríveis mais a imaginação boa mesmo fica com o livro. Ao contrário dos títulos anteriores, Oliver Bowden conseguiu uma narrativa que prende o leitor com informações, sentimento, dados históricos e o melhor de tudo, a boa e velha malandragem dos bucaneiros está muito presente no livro, dando a real ideia de que é preciso mais que uma faca, toca, tatuagens, botas é cicatrizes para ser um rufião dos mares. Ah, uma coisa sobre esses patifes de dentes amarelos, quando numa briga se você chama alguém de "bastado gordo". Ele entende!

É o primeiro livro da série que realmente está recheado de ação e espectativas do começo ao fim. Outros livros da série devo dizer, considero-os muito "lentos". Uma coisa que senti falta e seria muito útil seria os mapas da história no livro, coisa que aparece nos primeiros livros da série e aqui foi deixado de lado, onde justamente mais seria proveitoso.

Mas, apesar do pontos fortes, da ação e das inovações de Bowden é um livro que falha em seus desdobramentos, não sendo injusto com o livro nem os leitores (e olha que também finalizei o jogo) é um livro "bonzinho", razoável. Não posso dizer que recomendo à todos, mas à qualquer um fã de histórias no mar, Piratas do Caribe, batalhas navais e é claro, aos fãs do game, é indicadíssimo!

http://umfilosofonaweb.blogspot.com.br/

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kauzzara 01/04/2020

Um assassino que foi um pirata foi algo que gostei bastante já que adoro histórias com piratas, foi um personagem bem diferente dos outros.
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Felipe 07/03/2020

Bandeira Negra
Vale a pena ler e jogar o jogo.
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Desirrê 26/03/2021

"O tempo. Os ventos. Que escravos éramos deles."
A história é interessante e até mesmo dolorosa. Ao pensarmos em Edward largando a amada, indo se jogar nos mares e no mundo, é aquela reflexão filosófica sobre o que é o amor: de que ele é uma ilusão inexistente, pois a graça só está na conquista. Assim que conquista-se o que quer, deixamos de amar e perdemos o interesse. Nessa história, é verdade.
Achei as passagens de capítulos suaves, gostosos de ler e bem escritos, mas, alguns momentos a história tinha um "furo" aqui ou ali, como Edward sendo abandonado em uma ilha por um motim da própria tripulação, e depois em outro capítulo, tudo DO NADA, ele recupera o Jackdaw *e a tripulação* (Oi?). O próprio Adewalé seria "vendido como escravo", mas ele surge das profundezas, então em algumas passagens não vi muito nexo nos fatos.
Além de tudo, é só mais um AC. Mesma coisa de sempre: um gostosão que seu passatempo favorito era atirar facas em árvores (e isso """"justifica"""" sua pontaria), com um "Sentido" (visão de águia), que luta contra Templários. os Templários por sua vez, feitos papel de novo, buscam o Grand Temple - em que nessa história adotaram o termo "Observatório", com o sangue de ancestrais e la de da.
Também não entendi o fato dele receber uma correspondência, sendo que não revelava sua posição em mais de 8 anos à família. E nada justifica ele não tentar ao menos se corresponder com Caroline Scott. A coitada nasceu pra sofrer, foi largada, e a filha dela sofre mais ainda depois que cresce, lá na história do Haytham e etc. O próprio Edward quisera que ela se casasse com Burch, interpretando o papel do Emmet Scott, pai de Caroline! Meio contraditório, mas entendo que quando se trata de sua filha, você pensaria duas vezes antes de conceber as bênçãos para um casamento (bem ou mal sucedido).
Nada inovador, só uns personagens figuras interessantes como Mary Read, Bonny Lassie, Barba Negra (que DO NADA partiu pra outra ilha e eles perderam um contato mais próximo), etc.
Por outro lado e por fim, achei duas passagens legais, essa que usei no título e:
"- Você queria toda a humanidade encurralada em uma prisão bem mobiliada: segura e sóbria, entretanto inteiramente obtusa e tendo esgotado todo seu espírito.", porque isso é basicamente a prisão que o capitalismo e ideologia nos cria e achei esse discurso feito ao Templário sobre (como sempre) sua tentativa de controle e ordem, pertinente.
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Tati 11/04/2021

O livro como sempre foi muito bem escrito mas, achei que ele apresou demais o final que poderia ter sido mais bem dessenvolvido.
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Pauline 25/06/2020

A história do livro é narrada em primeira pessoa, o que as vezes deixa a leitura um pouco confusa. Apesar disso, gostei bastante do livro e da história de vida do Edward, e sua relação com a Irmandade dos Assassinos.
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Carol.Silva 06/08/2020

Me surpreendeu bastante, no início achei bem confuso mas com o que foi revelado no fim o livro se mostra muito bom. Além da parte fictícia, terem incluído personagens históricos e criado alternativas para suas mortes/desaparecimentos me cativou.
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Acad. Literária 21/10/2014

RESENHA - Assassin's Creed - Bandeira Negra
Resenha originalmente postada pelo Blog Academia Literária DF

Edward Kenway, filho de Bernard Kenway e Linette Kenway, um jovem impetuoso, ambicioso, tão habilidoso com as mulheres quanto era com a cerveja, via-se numa vida sem pretensões, tendo que ajudar nos negócios do pai um criador de ovelhas. Preso num mundo ao qual não pertencia. Certo dia, em mais uma de suas bebedeiras, impelido a ajudar uma dama que seria alvo de três homens ("Um destino pior que a morte"). Depois de uma bela surra, por conta da desvantagem numérica, fora salvo pela jovem e linda Caroline Scott, filha de Emmett Scott, um rico mercador que negociava chá. O jovem Edward logo se apaixonou por ela, mas um abismo os separava. Ela era rica e ele, pobre. Sem ter condições de sustentar sua paixão pela moça, ele se vê num beco sem saída. Até a chegada de um recrutador. O homem oferece uma chance a ele de virar Corsário. Bucaneiros a serviço da Coroa, que são autorizados a fazer saques contra os inimigos da Rainha Ana.
Depois de pensar muito a respeito do pedido, eventos se desenrolam que acabam por fazê-lo abraçar a vida de Corsário, para que no futuro, ele possa voltar e dar a sua amada a vida de luxo e riqueza a que ela estava acostumada. Não que ela quisesse isso. Caroline estava feliz em ser como ele, mas seu orgulho de homem falou mais alto que a razão, sua vontade de se aventurar virou seu combustível e um atentado que marcaria sua vida o fizeram embarcar em um navio para o mar aberto. No entanto, nem sempre os planos que traçamos dão certo e o destino acaba por transformar o jovem Kenway em inimigo da Coroa, algo que ele jamais planejara para si, algo que ele repudiava com todas as forças, algo que poderia separá-lo de sua amada para sempre.

Edward Kenway tornou-se um pirata.
O Livro começa contando a história de Edward quando ele tinha apenas 17 anos. De como ele conheceu Caroline, como se apaixonou e como colocou na cabeça que queria dar uma vida melhor para a mulher pela qual tinha se apaixonado perdidamente. Esse início me desagradou, pelo simples fato de que ele se parece muito com o início da vida de Ezio Auditore, protagonista de outros títulos da franquia Assassins Creed. Um jovem, caçador de brigas, que tem uma família rival, gosta de uma donzela rica, quer se casar com ela, mas acontece algo terrível com sua família, o que o obriga a trilhar outros caminhos diferentes daquela vida que ele tinha antes. Acho que poderiam ter feito um passado diferente para o Edward e não somente reciclar um já utilizado, com alterações aqui e ali.

O livro fica muito interessante depois que ele entra para a tripulação do Emperor e aprende as minúcias que a vida nos mares requer. Ao contrário de Ezio ou Altair (outro membro da Irmandade de Assassinos), Edward não tinha qualquer pretensão de se tornar um assassino. Tudo se resumia a saquear, ficar rico e voltar para Caroline. Isso o levou à vida de Corsário, que inevitavelmente o levou à vida de pirata, depois impostor (vocês vão ter de ler para entender essa) e depois Assassino.
Como sou fã de histórias ambientadas num plano mais real, usando-se de elementos trazidos do que de fato aconteceu ou acontece no mundo com a adição de algum elemento feérico, acompanho a série Assassins Creed desde o primeiro livro e Assassins Creed Bandeira Negra, sexto volume da série, não difere dos outros, sendo esta também uma viagem histórica ao passado. Uma aula de história, onde seu professor é o livro e seu dever de casa é pesquisar sobre o que de fato aconteceu na época retratada.

Para mim, foi um entrave o uso excessivo de sinônimos. Acredito que alguns sejam necessários devido à época em que a trama se passa, mas por conta deles tive de parar mais vezes do que posso contar com os dedos das mãos para pesquisar palavras que fugiam do meu vocabulário habitual. Demorei mais tempo do que pretendia lendo o livro por conta das pausas didáticas. Como já conhecia um pouco de termos náuticos, essa parte não foi um problema tão grande e agora posso até me arriscar a entrar em um navio pirata e me fazer de entendido do assunto (ao menos um pouco entendido).

Se você, leitor, nunca leu algum livro que aborda termos náuticos e de como era a comunicação entre os marinheiros na época da história, não conhece as lendas da era de ouro da pirataria e tem dificuldade com palavras mais pomposas, sugiro que leia este livro com o Google aberto, ou ao menos um dicionário por perto. O livro é recheado de termos náuticos. Bombordo, estibordo, proa são só alguns exemplos simples. O autor se utiliza muito de palavras difíceis para dar continuidade ao texto. Um leitor não acostumado vai demorar um pouco mais para terminar de ler esse livro (se quiser saber o que as palavras significam). E, claro, o livro é uma caminhada pela história como qualquer outro da série. Personagens ícones de sua época (que realmente existiram) podem ser encontrados nas linhas escritas pelo historiador Oliver. Barba Negra, terror dos sete mares, é um dos maiores exemplos dessa trama, assim como Stede Bonnet, Willian Kidd, Charles Vane, Cálico Jack, Anne Bonny e Mary Read. Ah, cuidado para não se confundir, o nome verdadeiro do Barba Negra é Edward Thatch, o mesmo primeiro nome do protagonista: Edward James Kenway.

Bowden, dessa vez, faz uso do narrador em primeira pessoa. Edward conta sua própria história a um ouvinte não revelado. O uso desse recurso é tão presente, que às vezes o leitor pode imaginar Edward falando com ele enquanto lê sobre suas aventuras. "Sim, sim, sei o que você está pensando. E sim, sim, eu me senti meio culpado por isso. Mas não culpado demais". Pág. 39.

A fluidez da narrativa não fica livre de pausas, já que o autor (e a pessoa que traduziu a obra para o português) usa muitos sinônimos na obra. Edward vai sendo construído à medida que a história se desenrola, não há história de outros personagens, apenas o que Edward descobre e conta ao ouvinte é revelado no livro. O uso de datas nos mantém atentos à linha temporal da história, tanto que, se o leitor mais interessado desejar, pode procurar registros históricos da época e encontrar fatos que realmente aconteceram, alterados de forma a dar espaço ao protagonista e toda a batalha entre a ordem dos Assassinos e os Templários. Apesar de fazer parte de uma série, este livro não estabelece uma relação de sequência direta com os outros títulos (podendo ser lido separadamente dos outros). Os acontecimentos do livro se passam muitos anos antes da história de Connor ( protagonista de Assassins Creed Renegado, 5º livro da série, 3º jogo da franquia), neto de Edward acontecerem. O que os une é a eterna luta de Assassinos e Templários, esses últimos, ávidos pelo controle do mundo a seu modo.

Assim como nos outros livros da série, os acontecimentos se passam rapidamente. Uma hora, vemos o protagonista com certa idade ou contando alguma coisa que aconteceu com ele em determinado ano; nas páginas seguintes já se passaram meses ou até mesmo anos desde o último acontecimento. Alguns leitores podem estranhar essa linha de acontecimentos veloz que o autor nos apresenta e até achar que tudo não passa de preguiça de escrever mais, porém não é bem assim. O livro foi adaptado de uma franquia de jogos eletrônicos. Seria muito complicado ambientar o jogo inteiro dentro das páginas do livro. Alguns acontecimentos passaram rápidos demais no livro, pois no jogo, há uma série de missões secundárias que podem ou não preencher essa lacuna deixada pelo livro. Outro entrave é escrever TUDO o que aconteceu com o protagonista em todos os anos que ele descreve suas aventuras. Alguns momentos não precisam ser lembrados porque não há nada de muito importante neles. Essa é uma característica do autor. Contar sobre toda uma vida, em um único volume.

A série Assassins Creed foi transportada para as páginas por Oliver Bowden, um dos pseudônimos utilizado pelo historiador, escritor e gamer Anton Gill, que também adota o pseudônimo Ray Evans. Filho de mãe inglesa e pai alemão, este inglês nasceu em Ilford, Essex no ano de 1948. Especialista na História Renascentista, Gill já escreveu muitos títulos entre ficção e não-ficção. Antes de dedicar-se à literatura e a história, Anton Gill trabalhou no Royal Court Theatre, em Londres, no Conselho de Artes e também na TV BBC. Casado, vive em Paris, França, com a mulher.

Devido ao fato de a obra ser baseada numa franquia bem sucedida de jogos para vídeo game, o livro é extremamente indicado para os leitores que já puseram as mãos em sua versão dos consoles. Uma imersão diferente sobre uma mesma história. Trocar os controles pelas páginas do livro pode acabar se tornando um vício a mais para o jogador/leitor. Para aqueles que não interagem muito com vídeo games, não se preocupem, não é preciso jogar para ler. Tudo está muito bem explanado nas páginas do livro. Também recomendo para aqueles que adoram pesquisar sobre histórias antigas e personagens lendários de suas épocas.

A série Assassins Creed é sem dúvida um épico de seu gênero.

site: http://goo.gl/q10vMp
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Mickael 24/11/2014

Tragédia da família Kenway
Excelente livro que narra a origem da importância dos Kenway para o mundo, assim como o início de sua tragédia. Tudo começa com a inquietação e ambição do jovem Edward que deseja mais do que sua simples vida no campo. Aventura-se nos mares até tornar-se um dos mais temidos piratas de sua época. Nesse processo, é claro, o personagem tem uma série de perdas que moldam o seu caráter. É uma história fantástica, tão boa quanto o game. Vale a pena ser lido.

site: http://homoliteratus.com/assassins-creed-assassinos-na-literatura/
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