Memórias de um Sargento de Milícias

Memórias de um Sargento de Milícias Manuel Antônio de Almeida




Resenhas - Memórias de um sargento de milícias


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Mateus 11/07/2010

Quando se fala em clássicos da literatura brasileira, todos viram a cara e só sabem falar mal. E esse era o meu caso, mas minha opinião mudou radicalmente após ler esse livro.

Memórias de um Sargento de Milícias é um livro incrível. O autor conta a história como se nós, leitores, fôssemos seus velhos amigos, e nos faz sentir totalmente a vontade com a história. E o modo como é contada, seus detalhes, sua desenvoltura, tem todo um jeito especial, encantador. O livro é um romance indescritível, mas tem seu lado cômico, que me levou a dar boas gargalhadas.

Com livros assim, me sinto orgulhoso de ser brasileiro. Após lê-lo, percebi o quanto os livros de nossa terra são preciosos, muito melhores que outros livros estrageiros. Para quem diz que esse é um livro ruim, recomendo a ler de novo, pois é um livro que nos mostra como era a vida das pessoas no Brasil no século XIX, durante o reinado de D. João IV.

Quem nunca leu um clássico da literatura brasileira, Memórias de um Sargento de Milícias é ótimo para começar. É uma leitura de apenas um dia, que não cansa e não deixa a desejar. Recomendo a todos que querem um bom livro para se distrair. Excelente.
Eduardo 26/02/2010minha estante
Assino embaixo. Um livro gostoso de se ler, bom para o pessoal perder o preconceito com os chamados "clássicos".


Tiago Ribeiro 20/07/2010minha estante
"Com livros assim, me sinto orgulhoso de ser brasileiro." Penso o mesmo, amigo.


Mateus 23/07/2010minha estante
Pena que não é todo mundo que pensa assim, não é?


rodrigo ribeiro 28/07/2010minha estante
realmente.Por ser um clássico eu esperava coisa ruim,mas não.Os personagens são atuais,o lado cômico e realista é bem marcante e transforma a obra num livro gostoso de se ler.


Flávio 30/11/2010minha estante
Adorei a sua resenha! Reflete muito o que eu penso do livro. Eu li na época do vestibular, e foi um dos que me ajudaram a pegar gosto por uma boa leitura.


Bárbara 18/02/2011minha estante
Foi exatamente o meu caso, eu tinha ojeriza só de pensar que no fim das contas iria ter que "engolir em seco" as obras pro vestibular. Mas, mudei meus conceitos e, melhor ainda estou gostando de cada capítulo lido. Realmente, confesso que me sinto orgulhosa de ser brasileira, espero que minhas expectativas para os próximos livros sejam aplacadas por contentamento.


Nalice 30/07/2011minha estante
Bela resenha! Aplaudo de pé! E aplaudo de pé também o livro que é realmente muito bom. Todo esse tempo esteve na prateleira da sala empoeirado e quando minha mãe falava: "Ah, Alice, lê esse livro! É literatura brasileira!" eu sempre torcia o nariz pra ele. Aí li sua resenha e pensei: "mas por que não?" Peguei pra ler e curti.
Valeu! ;)


Ray 30/03/2012minha estante
Realmente a literatura Brasileira e muito boa.Com muitos livros bons, e esse com certeza nâo fica pra tras.


Milena Karla - Mika 04/04/2012minha estante
Eu vi esse livro na biblioteca da escola e quando vi que era brasileiro, resolvi não pegar. Mas você me convenceu, vou pegar o livro e vamos ver se vou gostar de alguma literatura brasileira, porque até agora só gostei de "A moreninha" que também tem uma pitada de comédia.


Mateus 18/04/2012minha estante
Obrigado pelos elogios à minha resenha, Ana Alice, e fico feliz que tenha se interessado pelo livro a partir dela e tenha gostado :D É difícil começar um livro brasileiro não pensando que ele será ruim, ainda mais depois de lermos tantas obras massantes e monótonas na escola. Mas Memórias de um Sargento de Milícias é um livro verdadeiramente ótimo e que vale a pena ser lido. É só iniciar a leitura com uma mente aberta e se deixar levar ^^


Deise Iv. 26/04/2012minha estante
Peguei na biblioteca da escola, obrigada pela professora, amei!!!! comprei o livro e reli uns meses depois, foi o segundo livro que li e o primeiro livro que reli, amei a resenha, diz tudo o que penso, infelizmente eu emprestei o livro para uma amiga e esta nunca me devolveu e sumiu, pior que aconteceu denovo, agora com Luciola... Memórias de um sargento de milícias está nos meus desejados...


Marina 23/06/2012minha estante
A literatura brasileira é muito boa sim, pena que tem gente que não dá valor. Sua resenha me deixou com vontade de ler o livro, esse jeito de ir conversando com o leitor, me lembra Dom Casmurro, que também é um classico, e eu adoro.


Neldus 25/07/2012minha estante
Mateus, a sua resenha é de uma verdade e sinceridade louvável. Muito tem sido escrito academicamente sobre tal livro, mas poucos conseguem de fato expressar uma coisa tão simples como o sentimento causado por sua leitura. Um outro ponto extremamente relevante da sua resenha foi a parte em que você se confessa orgulhoso por encontrar na nossa literatura obras tão boas; isso me foi muito intrigante, visto que a obra reflete a sociedade brasileira por meio de um "anti herói", um típico malandro (se não o primeiro malandro brasileiro), o que fez com que muita gente torcesse o bico para essa produção (é válido lembrar que na mesma época, Alencar escrevia a sua trilogia indianista). Fiquei muito feliz em ler isso (Até escrevi demais. mas é pq tangencia o que eu estudo). Parabéns!


Willian 05/11/2012minha estante
Eu também tinha um olhar muito equivocado sobre a literatura brasileira e, depois de passar por uma experiência parecida, consigo entender perfeitamente o que o Mateus sentiu. E foi lendo o 'Centauro no Jardim', do Moacyr Scliar... realmente me apaixonei por tal livro, mas comecei a ler ele com um desdém tremendo, achando que seria chato.... puro preconceito, confesso que fiquei com vontade de ler as memórias dum sargento de milícias.


Matheus Peres 20/04/2013minha estante
Faço de suas as minhas palavras. Resenha coesa e realista. Este é um dos livros que incrementam em muito a literatura brasileira. Nota 10


Patricia 22/07/2013minha estante
Concordo plenamente com você! Tirou as palavras da minha boca. Adorei o livro, e me diverti muito com ele!


Edme 04/08/2013minha estante
só achei estranho vc dizer que é leitura de apenas um dia, tendo em conta que eu levei uns 3 dias pra terminar..

e concordo com vc, qnd vc diz que é pra ler novamente, definitavemente esse é um clássico que deve ser lido duas, tres, varias vezes, para que vc possa entender melhor o lugar de cada personagem na estória. Eu, por exemplo, na primeira leitura achava que Leonardo e Leonardo-pataca eram o mesmo personagem; e que chiquinha e luisinha eram a mesma pessoa.. numa segunda leitura vc acaba por entender melhor os personagens e o contexto que o livro aborda e tenta repassar para os leitores.


Thamiris 29/06/2014minha estante
Concordo plenamente.
Quando se fala de clássicos, lembra-se da obrigação de ler alguns livros para o vestibular e muitas vezes lemos sem nos darmos conta que estes livros realmente tem o seu valor e sua "diversão". Memórias de um Sargento de Milícias é um clássico que precisa ser degustado sem pressão e só assim é possível dar boas risadas.


Lucas Brelaz 17/12/2014minha estante
Esse livro é muito bom de se ler. Como amante de história, gostei de saber um pouco do espaço e tempo do primeiro reinado e das figuras nessa sociedade. Livro ótimo


Ana 27/06/2015minha estante
1 dia? 3 dias? Gente, cês tão loucos? Eu levei 26 dias pra terminar esse livro, eu hein hahahah É um livro ótimo, mas acredito que é preciso ler com calma. Afinal, assim a história fica melhor guardada e os detalhes podem ser apreciados.


Bea 30/08/2016minha estante
Simplesmente amei! Uma leitura leve e super divertida.




Giovanna 06/09/2010

E pensar que eu não queria ler!
Quando tive que ler esse livro pra escola, me recusei. Os resumos que eu vi faziam o livro parecer tão chato, MAS TÃO CHATO, que eu não li. Um ano depois, me vi forçada a ler por causa da Fuvest.
Então, com muita luta, comecei. E acabei rapidíssimo!
Pra minha enorme surpresa, é uma delícia! A história é super agradavel, e o jeito como é escrito me encantou. Tem um quê de Desventuras em Série, mesmo separados por alguns séculos e muitos quilômetros.
Adorei ^^
Lucas Brelaz 17/12/2014minha estante
quando li as leituras obrigatórias da Fuvest, pensei que também eram chatas, mas que nada, esse livro e outros que esse vestibular cobrou são ótimos. :)




M. Scheibler 06/04/2010

Resumo em uma só palavra: chato.
Karen 21/08/2012minha estante
Crepúsculo e afins sobrevivem graças a pessoas que acham Manuel Antônio de Almeida chato.


Humb 04/01/2013minha estante
Karen, seu comentário não tem fundamentos. Só porque alguém não gostou de um clássico da literatura não quer dizer que ele seja leitor de Crepúsculo. Procure fundamentar melhor seus argumentos, OK?
Eu não gostei de Memórias de um Sargento de Milícias, mas gosto muito dos livros da Clarice Lispector, cuja habilidade para transformar fatos do cotidiano em contos é fantástica (vide Laços de Família).


M. Scheibler 05/01/2013minha estante
Eu gostei de muitos clássicos da literatura nacional e não tenho interesse algum em ler Crepúsculo e afins. Esse chapéu não me serviu, Karen!!!


Fabio 01/10/2013minha estante
Mémorias de um Sargento de Milicias foi publicado a mais de 150 anos e é lido até hoje. Já Crepúsculo saiu não tem 20 anos. Será que daqui a 150 as pessoas estarão lendo Crepusculo ?


Suliany 27/03/2018minha estante
Maravilhosos seu comentário Karen. Amei!! E o seu também Fábio, tão lógico isso, como não perceber.




Vinicius ! S. R 06/01/2010

Sei que o livro é um clássico é marca uma transição da forma de escrever e até mesmo de pensamento, mas o livro em sí, é muito chato, os personagens não são cativantes e o humor que tantos professores de literatura exaltam é totalmenete bobo e sem graça, a impressão é que estou lendo a história da próxima mini-série da Globo... a obra em sí é bem escrita, mas não faz meu gosto, realmente não gosto desse humor "Global", um personagem meio vagabundo mas totalmente esperto que se utiliza da lábia para enganar as pessoas e começa a entrar em muitas "confuções"...
Tiago Ribeiro 20/07/2010minha estante
Talvez você não tenha estado muito atento à personificação do "malandro" brasileiro, no qual a gênese desta concepção parte deste livro. Esse é um dos elementos que tornam o livro singular em nossa literatura.


Vinicius ! S. R 02/08/2010minha estante
Eu só não usei a palavra "malandro" pq ela me fugiu à mente na hora da resenha, e é justamente essa personificação que não gosto, a globo se utiliza dela para quase todo o humor em sua programação, assim como boa parte do cinema nacional, sei que essa obra se não foi a que inaugurou essa personagem folclórica na literatura e na arte foi uma das que primeiro o retrataram, talvez na época foi algo inovador e realmente "brasileiro" mas hoje ao meu ver esse tipo de humor já esta saturado, já perdeu a graça e eu realmente não consigo ema trair por "malandros"...




Carol 03/11/2009

Devia ser proibido exigir um livro assim no vestibular. Espanta qualquer aluno bem intencionado.
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Carol- Books and Tea 05/06/2013

Louvável
Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Antonio de Almeida - 168 páginas - Ática

Ao ouvirmos "literatura nacional", muitas pessoas querendo ou não, acabam tendo ojeriza sobre os mesmo, sei disso até porque até me encantar com Lucíola, também tinha uma certa aversão por tais livros. Não digo porque havia lido algum, e não tenha gostado. Mas devido a comentários sobre os mesmos, o que confirma exatamente como nós leitores somos, ao julgarmos obras, tais grandes obras, sem antes lê-las.

Para você que quer começar a leitura de tais temas, Memórias de um Sargento de Milícias é uma ótima pedida, livro curto, de linguagem padrão, mas devido as situações de personagens, acaba sendo leve e extremamente fácil de ler. Promovendo uma leitura não tão cansativa, como outros.

Manuel, narra seu livro, de forma tão esplendorosa, que nos faz entrar no livro, enfaticamente, nos tornando além de apenas espectadores dos atos, mas em diversas vezes nos fazendo refletir sobre valores morais, éticos e aquele típico "Mas e agora, o que ele vai fazer?"
Extremamente detalhado, possui um enredo cômico, que nos transmite temas de muita seriedade de maneira reflexiva, porém, com certas paródias, que não fazem mal a ninguém, não é?

Livros assim, me fazem ter orgulho de nossa literatura, obras como A Senhora, Lucíola, O Seminarista, me encantam e enriquece nosso território brasileiro, que vai muito além do futebol e carnaval, já que é para falar de frases clichês. Onde devemos exaltar mais autores como este, para assim sabermos valorizar preciosidades como essa, sem antes julgá-las.

Enfim, um ótimo livro, leitura rápida, de poucas horas. Pelo menos no meu caso. Ótima pedida, ótimo livro, sem dúvida nenhuma, será um tempo muito bem gasto.

Boa leitura (:
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karine 30/08/2010

No começo foi um fardo, mas depois, abandonando todos os preconceitos e acustumando-me à linguagem complexa, o safado do Leonardo acabou me conquistando. Inesperadamente, o livro me emocionou, deixando uma cena marcada na minha memória.

"Aos foguetes seguiram-se(..) Nessa ocasião o êxtase da menina passou a frenesi; aplaudia com entusiasmo, erguia o pescoço por cima das cabeças da multidão (...) Sem saber como, unia-se ao Leonardo, firmava-se com as mãos sobre os seus ombros para se poder sustentar mais tempo nas pontas dos pés, falava-lhe e comunicava-lhe a sua admiração! O contentamento acabou por familiarizá-la completamente com ele. Quando se atacou a lua, a sua admiração foi tão grande que, querendo firmar-se nos ombros de Leonardo, deu-lhe quase um abraço pelas costas. O Leonardo estremeceu por dentro, e pediu ao céu que a lua fosse eterna; virando o rosto, viu sobre seus ombros aquela cabeça de menina iluminada pelo clarão pálido do misto que ardia, e ficou também por sua vez extasiado; pareceu-lhe então o rosto mais lindo que jamais vira, e admirou-se profundamente de que tivesse podido alguma vez rir-se dela e achá-la feia."
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Fernanda 15/08/2012

Memórias De Um Sargento De Milícias



Ao rumo de Rio de Janeiro, em um navio Leonardo- Pataca , conhece Maria – hortaliças , cujo romance nascera através de um beliscão de uma pisadela . Maria e Leonardo casam-se tem um filho, Leonardinho , mas ao desenrolar da historia , Maria comete o adultério e foge para Lisboa . Assim, Leonardo abandona o posto de ‘pai” e simplesmente vá embora. Em uma de suas aventuras conhece uma cigana, em que o amor o disperta novamente , mas logo encontra dificuldades que em uma delas acaba-se preso, pelo major .Vidigal , mas que mais tarde com segue safar-se .

Leonardinho, então filho do casal passa a morar com seu padrinho , um barbeiro , que resolve cuidar e educar como pai , e também a planejar seu futuro, fazendo o tornar padre.Leonardinho passa-se então, a freqüentar a escola para aprender a ler e escrever , mas o menino de grandes travessuras , nem sequer agüenta-se na escola , nem em uma igreja.

O compadre (padrinho de Leonardinho) começa a freqüentar a casa de D. Maria , ela tem uma sobrinha chamada lusinha , mas assim como seu pai Leonardo- Pataca , também enfrenta obstáculos nesse amor , é José Manuel que tem o objetivo de casar-se com a moça . A comadre (madrinha de Leonardinho) , na esperança de que o amor de Leonardinho à Lusinha, seria o solução do “comportamento vadio” de Leonardinho , cria uma mentira a D.Maria , relatando que José Manuel era o responsável pelo sumiço de uma jovem ( há um seqüestro na região), mas D.Maria descobre e Lusinha casa-se com José Manuel.

Leonardo que já esta no auge de sua mocidade , mora com seu pai e Chiquinha (filha da comadre) ,pois seu padrinho falecera .Leonardo, acaba, não relaciona-se bem com sua madrasta, nem seu pai e foge de casa.

Assim, Leonardo conhece Vidinha uma linda moça , e apaixona-se mas novamente enfrenta obstáculos. Os dois primos , que vivem com Vidinha tem uma paixão por ela, então os dois armam contra Leonardo

A armação planejada pelos primos , faz com que Leonardo seja preso pelo Major Vidigal. Ele consegue fugir e sua madrinha arranja um emprego na casa real, na esperança de não ser mais preso, mas logo é mandado embora , pois aproxima-se da mulher do homem do poder da casa.Vidinha ao saber do acontecido rompe-se com Leonardo, que enfim acaba preso novamente .

D.Maria e a compadre, pede a ajuda de Maria-Regalada , amor de major Vidigal , para que livre Leonardo da prisão e do posto de granadeiro. Major Vidigal , liberta Leonardo de tudo , mas em troca , Maria- Regalada, teria que viver com ele.

Lusinha torna-se ao decorrer da historia viúva , pois José Manuel falecera por velhice.Leonardo que surge como sargento e passa a freqüentar como dos antigos costumes a casa de D.Maria, assim renasce o amor por Lusinha .

Os dois resolvem se casar, mas Leonardo é um sargento de linha e não pode casar-se .D.maria e a compadre pedem a ajuda de major Vidigal, que cede o gosto das duas e faz de Leonardo Sargento de milícias com a permissão de se casar.



No livro as Memórias de um Sargento de Milícias , o autor retrata e critica a sociedade brasileira contendo personagens que representa a o “povo brasileiro”, é um romance cômico, cheio de humor de um ângulo abertamente satírico.

É interessante como a estrutura de folhetim é incorporado na obra , no final de cada capitulo cria-se um estado de curiosidade e estimula que o leitor leia os próximos capítulos .

A forma como ele aproxima-se de uma novela , faz com o leitor , sinta também a ausência de imagens , por isso a leitura desprende muita a atenção do leitor , para que ele possa visualizá-las com o uso da imaginação apenas ouvindo e vendo o desenrolar da história.

A leitura de Memórias é digamos um pouco “ perigosa” , feita sem atenção e com rapidez pode fazer com que o leitor se perca a cada capítulo , pois Memórias é uma história ativa , ocorrem acontecimentos e entram novos personagens constantemente.

Enfim , Memórias é um livro receptivo , ele causa efeito nos leitores , feita sua leitura com prazer ela possibilita que o leitor analise sua profundidade e se beneficiem com seu raro sabe.
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Matheus 19/02/2013

Um livro divertidinho. Nada de supremo que justifique ser colocado na lista dos grandes vestibulares. É só engraçadinho. Sim, há as ironias, as tiradas engenhosas e uma tímida crítica social, mas nada que o coloque ao clássicos da literatura brasileira. A impressão que me passou foi de que, na falta de algo melhor no período em que foi escrito, os estudiosos da literatura nos empurraram um livrinho para preencher o buraco que é a prosa do nosso romantismo. Em verdade, é um livro bem dispensável.
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Tati Sampaio 19/01/2009

O personagem principal, Leonardinho, foge das características típicas de um herói, realizando muitas peripécias. Ele, de repente se vê apaixonado por Luizinha em uma relação amorosa totalmente desidealizada. Tudo isso compõem o humor da história.
Porém, algumas palavras utilizadas podem dificultar um pouco a leitura.
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PinkPaulaS 09/11/2012

A história de anti-herói brasileiro
O livro trata das vicissitudes de Leonardo. Jovem rapaz que tem a vida ora marcada pela boa sorte ora marcada pelos infortúnios.

Sua história começa com o namorico de seus pais, Leonardo-Pataca e Maria-das-Hortaliças, ainda no navio que os trazia para o Brasil.

Já estabelecido no país e com um filho, o casal entra em conflito após Leonardo-Pataca confirmar suas suspeitas sobre a infidelidade de Maria-das-Hortaliças. Eles brigam e Maria retorna à Portugal. Desgostoso com o abandono de Maria, deixa o menino Leonardo sob os cuidados de seu compadre.

O compadre, que era barbeiro, toma o garoto por um filho e mesmo com todas as travessuras de Leonardo, continua querendo-lhe muito bem.

O padrinho de Leonardo faz planos para que ele se arranje na vida, seja um clérigo. Assim, o matricula numa escola e, peralta que é, Leonardo logo a abandona.

Contrariando as vontades de seu padrinho, o já crescido Leonardo não se atina para ofício nenhum e toma gosto pela vadiagem e travessuras.

Acompanhando seu padrinho durante as frequentes visitas à dona Maria, uma amiga do barbeiro, Leonardo conhece Luisinha e por ela se apaixona.

A partir daí a história se desenvolve até Leonardo alcançar o posto de sargento de milícias e poder viver o "felizes para sempre" com sua amada.

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Neste livro, Manuel Antônio de Almeida descreve o Rio de Janeiro em época de D. João VI. Entretanto, diferentemente das obras românticas publicadas até então (1852-53), o autor retrata o Rio de Janeiro da gente anônima, os tipos de rua, pessoas comuns. Os diálogos são recheados de ironia, dando um tom de humor ao texto. Junte-se a isso um anti-herói como personagem principal e a linguagem coloquial usada pelo povo comum. É evidente no trabalho do autor uma crítica aos costumes da época.

Sobre a narrativa, por vezes o autor conta a história como se estivesse conversando com o leitor, o que permite que a leitura flua levemente. Em contrapartida, em alguns momentos o autor interrompe a narração para explicar alguma coisa fazendo que o leitor perca facilmente o fio da meada.


É um excelente livro facilmente lido em 1 dia, no máximo dois.
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natuffa 03/10/2010

Só o li por causa do colégio. Foi um martírio, história chata demais.
Carol 09/11/2010minha estante
nem me fale...


Érika 26/11/2010minha estante
Ler por que é obrigada é pior coisa do mundo. Também não gostei da história. :/




Rafa Pavão 18/07/2014

A "Fofura" da Lista da FUVEST
Este, sem a menor sombra de dúvidas, é o livro mais fofo que eu já li até hoje. A forma de escrever envolvente e gostosa do Manuel Antônio de Almeida não deixa a desejar em nada, e a história interessante, engraçada e linda ajuda a garantir a quinta estrela que dou agora a este livro. Recomendo para quem quer um pouco de literatura nacional!
Rafa 26/05/2015minha estante
Depois do sofrimento chamado "A Cidade e as Serras", Sargento de Milícias para rir um pouco :D




Joubert 27/06/2010

Era do tempo do Rei,
Recomecei tantas vezes a ler esse livro que essas cinco palavras iniciais ficaram marcadas a ferro na minha memória.
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