A Garota que Tinha Medo

A Garota que Tinha Medo Breno Melo




Resenhas - A garota que tinha medo


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Gabriele Sachinski 19/06/2016

Resenha do Blog Entre páginas e Sonhos
Em seu livro, Breno Melo nos transporta ao Paraguai. Lá, ele vai contar a história de Marina, uma garota normal que, aos 18 anos, só queria passar no vestibular e arrumar um novo namorado. Mas sua mãe não achava que ser ‘normal’ fosse suficiente para sua filha. Não, ela queria mais. E por isso estava todo o tempo pressionando Marina: estude mais, se inscreva nesse vestibular, não se envolva com alguém agora, estude mais, se inscreva em mais esse vestibular, vá à igreja, estude mais, não vá ao shopping, estude mais.
Marina não sabia dizer ‘não’ para sua mãe e passava a se cobrar cada vez mais, ficando praticamente sem tempo para si e sem liberdade para fazer o que deseja – como sair com Júlio, sua nova paquera. Quando consegue passar no vestibular de jornalismo, Marina pensa que terá mais liberdade e que sua vida vai começar a melhorar. É quando acontece a primeira crise.
Acreditando que seu ataque foi apenas estresse, ela o ignora e segue sua vida como se nada tivesse acontecido. Frequentando a universidade, faz algumas amizades e é apresentada à cocaína, o que não lhe traz boas experiências e faz com que tenha que conversar com o reitor da universidade. Pelo menos seu namoro com Júlio vai bem. Ou ia, até ela ter outra crise e ele, sem saber o que fazer, dar um tapa na cara dela.
Depois desse episódio lamentável, o namoro vai de mal a pior. Além disso, as crises passam a ser mais frequentes, até que acontece uma durante uma avaliação na universidade e Marina é rotulada, por seus colegas de classe, como estranha e louca. Quando vai procurar ajuda, ela ouve pela primeira vez as palavras que mudariam completamente a sua vida: Síndrome do Pânico. Depois disso, ela é encaminhada a um psiquiatra e faz uma bateria de exames. Até ter o resultado em mãos e iniciar o tratamento, ela se isola ainda mais, com medo de sair de casa, sofrer outro ataque e ser novamente tachada como louca.

“Me tornei a protagonista de uma história que eu não queria interpretar, passei a ser o centro das atenções e a me sentir humilhada. Nunca mai fui a mesma depois do primeiro ataque, temendo as pessoas e os lugares” (pág. 133)

Marina não quer ser panicosa, mas não há nada a ser feito quanto a isso. Aos poucos ela se conforma e então passamos a acompanhar Marina às consultas com o psiquiatra e às sessões psicoterapêuticas. Aos pouquinhos, ela vai descobrindo a causa .
Será que Marina conseguirá se curar e seguir adiante com sua vida? Ou seus medos serão mais fortes que ela? O quão normal a vida pode ser para uma panicosa (ou ex panicosa)? Você teria coragem suficiente para enfrentar seus traumas ou preferiria esconder-se atrás de remédios ou de um cobertor?
As folhas são amarelas e a diagramação das páginas é simples. O olhar amedrontado da garota retratada na capa casa muito bem com a narrativa e nos deixa, logo de cara, compadecidos com seu sofrimento. A história é narrada em primeira pessoa e tem um ritmo tranquilo, dando a impressão de que a própria Marina está sentada ao nosso lado, nos contando sobre sua vida. O livro é divido em partes e, em cada uma delas, o autor conta um pedacinho da vida de uma jovem como tantas outras, como eu ou você. E é justamente nesse ponto que eu queria chegar.
Transtornos mentais podem acometer qualquer pessoa, sem necessidade de que uma grande tragédia aconteça na sua vida. Quantas vezes ignoramos ou desdenhamos (ou vemos alguém fazer isso) de uma pessoa que esteja passando por isso, dizendo não passar de ‘frescura’? Ler esse livro me fez pensar em questões como essa e, com isso, observar mais as pessoas, sem julgá-las ou tachá-las de loucas, pois elas não precisam ser julgadas, mas sim apoiadas.
Termino essa resenha com essas reflexões. Espero, sinceramente, que você leia esse livro com o coração aberto e que também se atenha a esses detalhes. Esteja preparado para se emocionar e vibrar com a força e a coragem que essa personagem tem.


site: http://www.entrepaginasesonhos.com.br/2016/05/resenha-do-livro-garota-que-tinha-medo.html
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Larissa Benevides 14/04/2016

Resenha: A garota que tinha medo
"Há mais loucura ou falta de razão no preconceito das pessoas em geral sobre os distúrbios mentais que nos distúrbios mentais em si".

Hoje a resenha é sobre um assunto sério.

O livro do Breno Melo vai nos apresentar Marina, uma jovem de 18 anos que tem a sua primeira crise de pânico e descobre posteriormente possuir a doença pouco falada que é a Síndrome do Pânico.

Narrado por Marina como se fosse um livro de memórias, compartilhamos as experiências vividas pela jovem desde a descoberta até o tratamento da doença.
A adolescência já é um período conturbado na vida das pessoas, aqueles que são introspectivos tendem a sofrer mais durante a faculdade e nessa transição de criança para adulto. A protagonista mostra, além desses conturbações normais que os jovens vivem, como a doença influenciou a sua vida.

"Acreditei que morreria e tive medo. Um medo inexplicável da morte enquanto esperava desmaiar a qualquer momento. Tinha certeza de que eu morreria assim que fechasse os olhos. [...] Pavor é a palavra mais leve para descrever o que senti nesse momento. Pavor e desespero."
Términos de namoros, drogas, sexo, bebida alcoólica, faculdade, festas, tudo é nos contado e mais o terror de sofrer o preconceito que infelizmente na maioria dos casos começa onde deveríamos encontrar somente apoio e amor, na nossa própria família.

Como a maioria dos distúrbios psicológicos, a síndrome do pânico, não é facilmente diagnosticada e geralmente é taxada como frescura ou simplesmente dizem que a própria pessoa se entregou para a situação. Aí que encontramos a primeira barreira, a pessoa que está sofrendo tem medo da pressão que sofrerá dos mais próximos e até mesmo quando abre seu coração para dizer o que sente nos momentos de crise (Seja ela do pânico, de ansiedade, depressão) escuta que ela não tem nada, que basta somente não pensar na situação, como se fosse de seu desejo sofrer por dores físicas que decorrem de algum problema psicológico.

"Meus colegas de turma tinham medo de mim. Mas eles não sabiam o que era ter medo. Ninguém ali havia passado pelo o que passei. Me senti uma leprosa, mas minha doença não era contagiosa. A verdade é que eu não podia fazer mal a ninguém, senão a mim mesma, além de sofrer com o preconceito de terceiros."
Com a escrita fácil, temos a impressão de estar conversando com a própria Marina enquanto lemos o livro. Todos os sentimentos, dores, tratamentos, pensamentos e experiências pelas quais ela passa são passados de forma clara.

Um livro muito interessante e que abre os olhos para como as pequenas atitudes tem influência na vida das pessoas que já passam por situações de conflito interno. Além é claro de possuir muita informação sobre o distúrbio pouco compreendido. Recomendo esta leitura para que possamos agir de modo correto quando nos depararmos com qualquer pessoa que esteja passando por uma crise.

"Quem supera seus medos é mais corajoso que aquele que nunca os teve ou jamais os enfrentou."

site: http://www.aculpaedosleitores.com/2016/04/resenha-garota-que-tinha-medo.html
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Paraíso das Ideias 09/03/2016


"Sob pressão, era exatamente o que eu fazia. Eu era uma chaleira que apitaria cedo ou tarde se ninguém abrandasse o fogo."


M
arina é uma adolescente comum, com hábitos comuns, tão comuns que no início da leitura, qualquer um pode, e com certeza vai se identificar com ela.Com 18 anos, ela está em um momento de loucura, que provavelmente a maioria de nós já passamos... estudando pra vestibular e sendo impiedosamente pressionada por sua mãe para entrar em uma boa faculdade, ela não tem mais vida, e provavelmente não terá até que consiga entrar para uma boa faculdade.

Decidida a agradar sua mãe, ela não discute, apenas acata, e cada vez mais vai se desgastando, ao ponto de não dormir, viver de café com cigarro e praticamente não namorar, já que até pra sair com o namorado sua mãe administra seu horário, sua única folga acontece aos domingos quando vai a missa acompanhar acompanha-la, já que a mesma não dirige.

Depois de muito esforço,Marina finalmente passa em várias faculdades, e escolhe a que ela queria, e claro, depois de tanto sacrifício, nada mais justo que um pouco de paz e sossego antes das suas aulas de jornalismo começarem.

Mas é nesse momento de paz que, ela sofre seu primeiro de muitos ataques de pânico que estão por vir. a principio por não conhecer os sintomas e ser leiga nessa área, ela acredita que foi apenas um mau estar e que não irá acontecer de novo, mas ao contrário disso eles começam a acontecer constantemente, fazendo com que ela passe vergonha, e que pessoas que eram especiais pra ela se afastem por acreditarem que ela esta louca.


" Queria ser como os outros seres humanos, mas o fato é que eu não era."


E é em um ataque desses em pleno dia dos namorados em um motel, que ela perde o namorado, que fica assustado e sem saber como reagir acaba se afastando, convencida de que não sabe mais o que fazer e nem como resolver o problema, ela enfim se rende ao tratamento específico, aconselhado por um psiquiatra.

É muito difícil aceitar com 18 anos que você tem uma doença tão estranha e tão sem controle, e isso acontecerá com Marina! As crises de pânico dela vão começar inesperadamente, e até que ela comece seu tratamento psicológico e psiquiátrico, é impossível entender o motivo de tal problema acontecer.


" Mas hoje penso que a síndrome só afastou de mim a pessoas que não me amavam de verdade: precisamente aquelas de quem eu podia abrir mão."


O livro é narrado em primeira pessoa, e a história foi escrita com tamanha veracidade, que não há como não imaginar que Marina é real, e o que livro que se tem em mãos é uma auto-biografia. O autor foi simplesmente perfeito em sua escrita e suas descrições, em pensar que fechei essa parceria e demorei tanto para ler a obra.

Durante a leitura vamos acompanhar toda a trajetória de Marina junto com o desenvolvimento da sua doença, incluindo seu tratamento e sua aparente cura. A história é emocionante, e acredite, é impossível não querer devorar o livro e não se sentir uma amiga íntima de Marina.
A cada página, cada parágrafo, Marina nos ensina uma nova forma de ver o mundo e ver a vida, as perdas necessárias, a força e batalha interna que ela trava contra sua própria doença em busca de paz. O preconceito dos ignorantes e o conforto daqueles que podem entender aquele a quem se ama.E acima de tudo o prazer da vitória!

"Quem supera seus medos é mais corajoso que aquele que nunca os teve ou jamais os enfrentou."


Em muitos momentos me identifiquei com ela, e juro que cheguei a pensar que a qualquer ataque seu, eu iria junto com ela! Suas descrições são capazes de lhe fazer sentir os sintomas, e no meio de tudo, torcer loucamente pra que ela enfim, encontre a paz que tanta almeja.

Acredito que nunca, tantas perguntas borbulharam na minha cabeça, enquanto lia o livro e me deliciava com o percurso da história, meu cérebro já estava trabalhando loucamente no #BatePapo.com, imaginando e criando várias perguntas para o Breno, e no final a única que consegui uma resposta rápida, foi a de que Marina é um personagem fictício.

Não consegui escrever a resenha antes, porque quando terminei fiquei sem chão! O livro me tocou de tamanha forma, que eu era capaz de sentir os ataques de pânico junto com a protagonista! Ao Breno só devo mil desculpas pela demora e um milhão de obrigadas pela oportunidade de conhecer um livro tão incrível com uma história tão real.

Com relação a diagramação e ortografia, tudo estava perfeito, não localizei erros e as folhas amarelas com letras médias, tornou a leitura muito mais agradável, fazia muito tempo que não lia um livro físico rsrsrsrs, só achei que a capa não passa a beleza da história, apesar de ser uma imagem forte, ainda sim muitos de nós levamos o livro pra casa ao se apaixonar pela capa, e acredito que uma capa mais colorida e impactante poderia transformar essa linda história de superação em um grande sucesso nacional.

Só posso dizer que ele entrou pro meu favorito Top 10, e que com certeza vocês precisam ler... Não é romance cheio de amor e troca de declarações, é um romance onde o parceiro da protagonista sem dúvida alguma é sua vida, sua liberdade e seu auto controle, onde suas únicas juras de amor eterno, são as de que ela vai lutar até o fim para voltar a ser quem era.

Simplesmente emocionante, essa é uma obra que não pode faltar na sua estante.

Espero muito que tenham gostado, e que minha resenha tenha passado ao menos 1% daquilo que senti durante a leitura!

Super Beijokas e até a próxima!

site: http://paraisodasideas.blogspot.com.br/
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Gi 25/02/2016

A Garota que Tinha Medo - Breno Melo
Marina é uma jovem bonita e inteligente que passa horas e mais horas estudando, pois sua mãe acredita que só assim a moça conseguirá entrar para uma boa universidade.

Uma adolescente comum ao primeiro olhar. Tem amigos, namora, vai a festas... Tudo normal. Até o momento que tem seu primeiro surto de pânico. É então que sua vida começa a desmoronar! Todos se afastam ao invés de ajudá-la. Ela não consegue sair de casa. Tudo o que ela levou anos para conquistar parece que estar escapando de suas mãos, e isso agravará ainda mais o seu problema.

Puxa vida! O autor conseguiu me impressionar! Por várias vezes eu tive que me lembrar que era apenas ficção. Que Marina não existe e que ela não passou por tudo aquilo de verdade.
Breno pesquisou muito para escrever com riqueza de detalhes os momentos mais tensos das crises da personagem. Fiquei com medo de algum dia sentir algo parecido.

O autor usa uma narrativa leve e sem muitos termos técnicos, o que facilita a leitura para os leigos, mas sem deixar a história desinteressante. E como é em primeira pessoa, muitas vezes me senti na pele de Marina. Foi essa a razão de eu me sentir tão mal.

Nossa amiga narra diversas fazes de sua vida. Ela conta desde os pequenos sintomas que iniciaram-se na adolescência (e que foram ignorados por sua família), o diagnóstico e finalmente o tratamento.

A capa não me chamou a atenção, mas como o autor entrou em contato pelo Skoob, fiquei curiosa com o tema e fui ler a sinopse. Acho muito interessante o estudo das doenças da mente!
A diagramação é bem simples, com fonte em tamanho bom no papel amarelo.

Recomendo para quem também tem curiosidade pelo tema e para quem tem ou conhece alguém que sofra de síndrome do pânico. Acredito que saber que você não é o único com esse problema irá ajudá-lo a enfrentar e vencer todo esse mal.

site: http://aestranhaestantedagi.blogspot.com.br/2015/06/a-garota-que-tinha-medo-breno-melo.html
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Dose Literária 01/10/2015

Resenha - A garota que tinha medo, de Breno Melo
Bem, acabei de concluir a leitura de A garota que tinha medo e resolvi escrever minhas impressões sobre a leitura a fim de compartilhar com vocês o que o livro me trouxe... Publicado pela Chiado Editora, A menina que tinha medo me foi oferecido em cortesia por parte do autor Breno Melo...

A história é narrada em primeira pessoa e parece que Marina, a protagonista da história, conta para o leitor uma etapa importante e ao mesmo tempo difícil de sua vida. Marina vivia sobre pressão da mãe, que queria que ela fizesse vários vestibulares, e ingressasse numa universidade. Marina é do tipo de garota que se cobra demais, que não mede esforços para batalhar por sua vida e consegue ingressar na faculdade. Apesar da relação difícil com a mãe, seu pai a trata com mais afeto.

Continue lendo em

site: http://www.doseliteraria.com.br/2015/07/resenha-garota-que-tinha-medo-de-breno.html
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Greice Negrini 15/09/2015

Um drama maravilhoso!
Marina sempre aprendeu que para conseguir alcançar seus objetivos tinha que lidar com fortes pressões. Sua mãe não dava muita trégua para ela e como Marina desejava muito entrar em uma faculdade e cursar Jornalismo, estudava sem parar horas e horas durante a semana e aos finais de semana, com pouco tempo para sair e se divertir.

Péqui sempre foi sua melhor amiga, além de suas colegas de faculdade que nem sempre eram a melhor opção, já que tinham seus vícios em bebida e drogas que nem sempre Marina conseguia deixava de se incluir neles, afinal que mal poderia fazer em aproveitar um pouco o tempo com suas amigas também?

O semestre na faculdade tinha começado, ela tinha conhecido uma pessoa com a qual estava se relacionando e que morava no mesmo condomínio que o seu e que, aparentemente, estava se mostrando ser um parceiro legal. Até que enfim tudo parecia estar nos eixos. A ansiedade demasiada que sentia devia ser passageira por tudo o que sempre viveu.

Mas em um momento que ninguém previra algo começou a acontecer com Marina. Um medo terrível, uma ansiedade sem fim, tremores que faziam com que ela não conseguisse mais controlar seu corpo, suor excessivo, a escuridão de sua visão e os sintomas que não paravam de aparecer. Ela não sabia o que estava acontecendo. Ela acreditava que estava morrendo naquele momento.

De um simples momento para uma grande confusão. Foi isso que Marina passou a viver quando o primeiro ataque de pânico aconteceu. Mas ninguém sabia o que se passava e ela não queria buscar ajuda. Aos poucos foi perdendo tudo que havia conquistado e até mesmo as pessoas que antes se diziam suas amigas começaram a deixá-la de lado. Até onde Marina pode ir antes de decidir lutar por sua vida?

O que falo sobre o livro?

Quando o autor entrou em contato para falar sobre sua obra, eu já tinha uma grande curiosidade pelo tema. lógico que não poderia deixar de conhecer a vida da protagonista e mais ainda em ver o contexto em que Breno colocaria a vida da mesma, da forma em como ela conheceria tudo e em como enfrentaria todo o caos. É neste momento também que preciso dizer que há alguns anos enfrentei a Síndrome do Pânico terrivelmente e, posso garantir, tenho como argumentar se o que Marina passaria no livro seria embasado em verdades ou criações de uma mente.

O início do livro dá as caras com Marina explicando de forma clara o que a acomete e como ela vai explicar em forma de diário/livro de memórias por tudo o que passou. Isto foi uma forma diferente de abordar a história, já que o leitor tem uma premissa do que a personagem vai enfrentar, mas de forma alguma o jogo é entregue ali naquele momento.

O meu fascínio acontece logo. Cada capítulo que eu seguia parecia que Breno tinha lido algum diário meu ou que tivesse questionado algum parente próximo, pois as frases, as cenas e os detalhes que ele conta são tão iguais que chega a emocionar. Eu imaginava estar conversando com um melhor amigo há um tempo atrás e tudo aquilo ali, descrito naquelas páginas.

A descrição dos primeiros ataques de Marina, os sintomas, como as pessoas reagem em volta cria todo um cenário emocional que transborda com momentos ideais de conhecimento até mesmo em medicações utilizadas para esta doença. Fora isto há tudo o que engloba o lado familiar, já que sempre é bastante complicada o encontro de um diagnóstico e até então a família sempre sofre junto.

É altamente necessário indicar a leitura deste livro para todas as pessoas. Acredito que quem já tenha passado por isto com alguém de seu círculo vai entender muito mais e, quem nunca, vai ficar sabendo como as pessoas lidam com isto no dia a dia e, se algum dia vier a passar por isto, saber como lidar.

É uma opção de conhecimento em páginas repletas de emoções. Impossível não ter vontade de ler.


site: http://www.amigasemulheres.com/2015/09/a-garota-que-tinha-medo-breno-melo.html
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Lia 14/09/2015

A garota que tinha medo
Desde o dia em que recebi o livro, “A garota que tinha medo” do autor Breno Melo, fiquei inquieta e ansiosa para lê-lo, pois já imaginava que iria me identificar, e eu não estava enganada.

O livro conta a história de Marina, uma jovem de descendência alemã que mora no Paraguai e que tem sua vida afetada pela síndrome do pânico. Ela narra em primeira pessoa, suas experiências com a síndrome, em forma de memórias.

Marina tem 25 anos e tem crises de pânico desde os 18. Ela nos apresenta os principais acontecimentos de sua vida. Ela é apaixonada por fotografia, tem um blog sobre livros, e está se preparando para passar no vestibular, e a todo tempo se vê pressionada pela mãe para estudar mais e mais.

Ela ainda nos conta sobre sua vida social, família, amizades, relacionamento amoroso, o ingresso na universidade, religiosidade (que por muitas vezes ela questiona e se vê em conflito com Deus) e nos detalha precisamente suas crises de pânico, seus medos, suas ansiedades.

Com sua história, Marina nos faz entender que todo distúrbio tem uma causa (traumas, pressões psicológicas, stress, etc.), ou seja, acontecimentos que ficam armazenados no inconsciente e que muitas vezes demora a apresentar os sintomas.

Há pouco mais de um ano, fui diagnosticada com TAG, Transtorno de Ansiedade Generalizada, e as consultas com o psiquiatra e as medicações de Marina, se pareciam muito com as minhas. Essas situações são apresentadas no livro de forma bem detalhada e perfeitamente explicadas, o que me agradou bastante.

É um livro que todos deveriam ler, tanto quem sofre de algum distúrbio, quanto quem convive com pessoas que sofrem. E inclusive quem não tem relação com à doença também, pois é um livro muito esclarecedor no que se refere às doenças psicossomáticas, e vemos que ainda há muito preconceito com relação à esses transtornos.

“Há mais loucura ou falta de razão no preconceito das pessoas em geral sobre os distúrbios mentais que nos distúrbios mentais em si”. (pág. 227).

Nota-se que é um tema muito bem pesquisado pelo autor, já que não é um assunto simples. Breno Melo escreve muito bem, de forma clara e coerente, fazendo com que a história de Marina nos pareça real.

Gostaria de agradecer ao autor Breno Melo pelo livro, e parabeniza-lo pelo excelente trabalho.

Leitura recomendadíssima!!!
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Luddie Miller 09/09/2015

O livro conta a história de Marina uma garota comum, que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando descobre que tem síndrome do pânico.

A história se passa em Assunção, no Paraguai. Marina é uma menina naturalmente ansiosa, que antecipa as coisas, coisa ruins na maioria da vezes. E se sente pressionada pela mãe a passar pra universidade, além da pressão por parte da própria que mergulhava de cabeça nos estudos.

O livro é dividido em 26 capítulos, mais o epílogo, e em 7 partes, que são as fases em que Marina se encontra no decorrer do livro.

E uma coisa bem legal, é que o livro é narrado pela visão da própria personagem, o que faz com que o leitor se sinta mais próximo e muitas vezes até se identifique com a personagem. Ela conta sua vida, no vestibular, faculdade, em casa com os pais e amigos, com o namorado e etc. E por ser uma menina muito religiosa, ao descobrir sobre a síndrome, ela tem vários questionamentos com Deus devido a seu problema com as crises.

É uma visão bem realista sobre o que é e como é a realidade de um pessoa que sofre de síndrome do pânico. O livro é muito bem escrito. Apesar de ser um assunto sério, Breno Melo tem uma sensibilidade ímpar para escrever, consegue falar sobre ele de maneira leve e fácil de ser compreendida, sem muitos termos técnicos. E você consegue se colocar no lugar da personagem, principalmente se sofre de algum tipo de transtorno psicológico.

Gostei muito mesmo da leitura, que é bem fluida e boa de ler.

site: http://www.luddzilla.com/2015/03/20/a-garota-que-tinha-medo-breno-melo/
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Emily 12/08/2015

O livro veio parar em minhas mãos quando o Breno Melo (autor da obra), enviou uma mensagem via Skoob, descrevendo a sinopse junto com a avaliação de psicólogas e blogueiras sobre a história. Achei interessante o tema escolhido e marquei o livro como ''Quero Ler''. Dias depois, recebi outra mensagem dele, perguntando se eu gostaria de um exemplar. Eu só teria de fazer uma resenha no próprio Skoob para ajudar na divulgação. Sem hesitar, respondi que sim e, passado um tempo, a encomenda chegou ao meu endereço :)

Tudo começa com a personagem principal, Marina, contando ao leitor sobre ser diagnosticada com síndrome do pânico há sete anos. Apesar de suas preocupações de passar no vestibular e com o namoro, que estava ficando sério antes de todo o pesadelo ter um começo, Marina vivia uma vida pacata. Nada que ultrapassasse o incomum. Mas ela deixou super claro, logo na primeira página, o seu perfeccionismo praticamente incurável. Acredito que boa parte dos problemas psíquicos da Marina são por causa de sua mãe, que desejava incontrolavelmente ver a filha na faculdade. E isso é sufocante.

Com o passar dos capítulos, Marina vai aprender das piores maneiras quem estará ao seu lado. É aquela velha história que a gente só vê quem realmente se importa conosco quando mais precisamos, sabe? A ingenuidade de Marina era tamanha, que ela ainda se importava com certas pessoas que a tratavam como lixo, o que a estava levando para o mau caminho.

''Talvez agora eu fosse uma aberração aos olhos de qualquer um. Até mesmo aos olhos da pessoa mais piedosa. Quem teria pena de mim? Quem não fugiria?''

Um ponto forte, em minha opinião, foi a personagem morar em Assunção, no Paraguai. Achei de uma criatividade bem legal.

Eu fico imaginando que o autor deve ter decorrido longas horas, acertando cada detalhe, para tudo ser o mais verdadeiro possível. O resultado foram personagens que são difíceis de acreditar serem fictícios.

Poucas coisas me incomodaram na história. A primeiro foi a palavra ''panicosa'' ter sido repetida várias e várias vezes e também partes do enredo, que mereciam ser mais detalhadas, mas que passaram logo. Enquanto outras que eram partes mais cansativas duraram longos parágrafos. O que irritou alguns leitores foi o esforço constante da Marina em tentar entender o que Deus queria lhe mostrar com todo o seu sofrimento. Porém, sinceramente, isso não me importuno nem um pouco.

De qualquer forma, esse livro me marcou. Adquiri certo carinho pela personagem. Torci por ela, quis secar as suas lágrimas. Além do mais, alguns preconceitos foram tirados de mim durante a leitura. Enfim, até hoje sinto saudade da Marina. Com certeza foi uma das melhores leituras de 2015. Agradeço ao Breno por me proporcionar essa experiência.

site: http://thehouseofstorie.blogspot.com.br/2015/11/resenha-garota-que-tinha-medo.html
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l i n a 09/08/2015

"...Já estava na hora de sermos devidamente apresentados."
Narrada em primeira pessoa “A garota que tinha medo” retrata a vida de uma jovem em pleno período de transição ao qual, adquire uma síndrome a “síndrome do pânico”. Marina, se via encurralada pela mãe, forçada a dedicar boa parte do seu tempo aos estudos ela mal tinha tempo para fazer o que mais gostava, fotografar. Neste livro sentimos “na pele” o que uma pessoa que sofre dessa síndrome passa, em todos os sentidos... seja física ou emocionalmente. Angustiante, apaixonante, engraçado, e em alguns trechos aterrorizantes, “A garota que tinha medo” é uma ótima leitura tanto para crescimento intelectual, quanto por passatempo.
SUPER RECOMENDO!
PS: Quero agradecer ao Breno Melo pela chance que me deu fornecendo essa bela obra em troca da minha singela resenha... Muito obrigada pelo crédito e pela confiança!
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Kelly 01/08/2015

Sem Palavras
"Sob pressão, era exatamente o que eu fazia. Eu era uma chaleira que apitaria cedo ou tarde se ninguém abrandasse o fogo."

Marina é uma adolescente comum, com hábitos comuns, tão comuns que no início da leitura, qualquer um pode, e com certeza vai se identificar com ela.Com 18 anos, ela está em um momento de loucura, que provavelmente a maioria de nós já passamos... estudando pra vestibular e sendo impiedosamente pressionada por sua mãe para entrar em uma boa faculdade, ela não tem mais vida, e provavelmente não terá até que consiga entrar para uma boa faculdade.

Decidida a agradar sua mãe, ela não discute, apenas acata, e cada vez mais vai se desgastando, ao ponto de não dormir, viver de café com cigarro e praticamente não namorar, já que até pra sair com o namorado sua mãe administra seu horário, sua única folga acontece aos domingos quando vai a missa acompanhar acompanha-la, já que a mesma não dirige.

Depois de muito esforço,Marina finalmente passa em várias faculdades, e escolhe a que ela queria, e claro, depois de tanto sacrifício, nada mais justo que um pouco de paz e sossego antes das suas aulas de jornalismo começarem.

Mas é nesse momento de paz que, ela sofre seu primeiro de muitos ataques de pânico que estão por vir. a principio por não conhecer os sintomas e ser leiga nessa área, ela acredita que foi apenas um mau estar e que não irá acontecer de novo, mas ao contrário disso eles começam a acontecer constantemente, fazendo com que ela passe vergonha, e que pessoas que eram especiais pra ela se afastem por acreditarem que ela esta louca.


" Queria ser como os outros seres humanos, mas o fato é que eu não era."

E é em um ataque desses em pleno dia dos namorados em um motel, que ela perde o namorado, que fica assustado e sem saber como reagir acaba se afastando, convencida de que não sabe mais o que fazer e nem como resolver o problema, ela enfim se rende ao tratamento específico, aconselhado por um psiquiatra.

É muito difícil aceitar com 18 anos que você tem uma doença tão estranha e tão sem controle, e isso acontecerá com Marina! As crises de pânico dela vão começar inesperadamente, e até que ela comece seu tratamento psicológico e psiquiátrico, é impossível entender o motivo de tal problema acontecer.


" Mas hoje penso que a síndrome só afastou de mim a pessoas que não me amavam de verdade: precisamente aquelas de quem eu podia abrir mão."

O livro é narrado em primeira pessoa, e a história foi escrita com tamanha veracidade, que não há como não imaginar que Marina é real, e o que livro que se tem em mãos é uma auto-biografia. O autor foi simplesmente perfeito em sua escrita e suas descrições, em pensar que fechei essa parceria e demorei tanto para ler a obra.

Durante a leitura vamos acompanhar toda a trajetória de Marina junto com o desenvolvimento da sua doença, incluindo seu tratamento e sua aparente cura. A história é emocionante, e acredite, é impossível não querer devorar o livro e não se sentir uma amiga íntima de Marina.
A cada página, cada parágrafo, Marina nos ensina uma nova forma de ver o mundo e ver a vida, as perdas necessárias, a força e batalha interna que ela trava contra sua própria doença em busca de paz. O preconceito dos ignorantes e o conforto daqueles que podem entender aquele a quem se ama.E acima de tudo o prazer da vitória!

"Quem supera seus medos é mais corajoso que aquele que nunca os teve ou jamais os enfrentou."

Em muitos momentos me identifiquei com ela, e juro que cheguei a pensar que a qualquer ataque seu, eu iria junto com ela! Suas descrições são capazes de lhe fazer sentir os sintomas, e no meio de tudo, torcer loucamente pra que ela enfim, encontre a paz que tanta almeja.

Acredito que nunca, tantas perguntas borbulharam na minha cabeça, enquanto lia o livro e me deliciava com o percurso da história, meu cérebro já estava trabalhando loucamente no #BatePapo.com, imaginando e criando várias perguntas para o Breno, e no final a única que consegui uma resposta rápida, foi a de que Marina é um personagem fictício.

Não consegui escrever a resenha antes, porque quando terminei fiquei sem chão! O livro me tocou de tamanha forma, que eu era capaz de sentir os ataques de pânico junto com a protagonista! Ao Breno só devo mil desculpas pela demora e um milhão de obrigadas pela oportunidade de conhecer um livro tão incrível com uma história tão real.

Com relação a diagramação e ortografia, tudo estava perfeito, não localizei erros e as folhas amarelas com letras médias, tornou a leitura muito mais agradável, fazia muito tempo que não lia um livro físico rsrsrsrs, só achei que a capa não passa a beleza da história, apesar de ser uma imagem forte, ainda sim muitos de nós levamos o livro pra casa ao se apaixonar pela capa, e acredito que uma capa mais colorida e impactante poderia transformar essa linda história de superação em um grande sucesso nacional.

Só posso dizer que ele entrou pro meu favorito Top 10, e que com certeza vocês precisam ler... Não é romance cheio de amor e troca de declarações, é um romance onde o parceiro da protagonista sem dúvida alguma é sua vida, sua liberdade e seu auto controle, onde suas únicas juras de amor eterno, são as de que ela vai lutar até o fim para voltar a ser quem era.

Simplesmente emocionante, essa é uma obra que não pode faltar na sua estante.

Espero muito que tenham gostado, e que minha resenha tenha passado ao menos 1% daquilo que senti durante a leitura!

Super Beijokas e até a próxima!


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Graça 28/07/2015

Um livro que me surpreendeu, a princípio achei que não fosse gostar, por ser narrado na maior parte na primeira pessoa, porém, no decorrer da história, fui me identificando com a personagem. Apesar de se tratar de um assunto delicado, é um livro rico em detalhes e informações sobre o distúrbio do pânico.

O autor fez uma vasta pesquisa no assunto, por isso, não temos nenhum ponto falho no livro. Durante a leitura, pesquisei na internet sobre o que lia, e consegui encontrar tudo, então, nada do que você ler aqui, será somente ficção. A escrita do autor também ajudou para que o livro ficasse mais completo, a narrativa, mesmo em primeira pessoa, é gostosa e ágil. Sem momentos de enrolação.

“Eu amava ou tentava amá-lo. E ele tinha medo de mim. Mas do que nunca, eu receava perde-lo e o chamava de “meu tenro amor”

A personagem principal Marina, vai desenvolvendo o distúrbio do pânico a partir dos 19 anos, através de vários fatores. O livro aborda os problemas de relacionamentos com a mãe, a pressão nos estudos, drogas e decepções amorosas.
Apresenta de uma forma diferente a religiosidade, que algumas podem considerar inadequada, pois a personagem desenvolveu um medo de Deus, passando a ter medo de tudo.

“Fiquei sozinha, perdi a fome e não almocei. Ele teria realmente um compromisso? Pensei o pior, pensei em chifres e os chifres eram meus.”

Possui algumas partes picantes, mas não é o foco do livro; esclarece algumas situações em relação a sexualidade da personagem.
O autor consegue te colocar na sala do psicólogo onde todos os seus medos são confrontados, e isso foi o que mais me cativou no livro. A sensibilidade que ele escreve sobre o distúrbio e suas conseqüências, a forma que afeta a vida da personagem e das pessoas a sua volta.

“Controlar o furacão que são minhas crises? Impossível. Imagine uma pequena aldeia aos pés de uma represa. Um dia, essa represa se rompe e suas águas arrasam essa aldeiazinha. A represa que se rompe é um ataque de pânico. A aldeia sou eu.”

A capa é simples e com orelha. Páginas amarelas, divisores de capítulos e boa diagramação. Encontrei poucos erros de revisão, o que não prejudicou minha leitura. As letras são de tamanho confortável para a leitura.
Recomendo para todos que gostam de um bom romance, baseado em uma doença pouco conhecida.

Quer sair da rotina? Este livro é para você!



site: http://www.livrosdeelite.blogspot.com.br/2015/07/resenha-garota-que-tinha-medo-breno-melo.html#.Vbgxc7NViko
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Daniela Farias 14/07/2015

A Garota Que Tinha Medo
Então sem mais delongas vamos às minhas impressões sobre o livro. Primeiramente quero dizer que nunca me senti tão próxima de um personagem quanto me senti em relação a Marina, não sofro de síndrome de pânico mas tenho depressão, e foi quase impossível não sentir a dor e aflição que ela passou durante sua luta com a síndrome. Sem contar também que temos gostos semelhantes como fotografia, temos blogs literários e somos tímidas, fazendo com que a nossa única diferença fosse a escolha da faculdade, ela fez Jornalismo e eu Letras. Por se tratar de uma história fictícia, aos meus olhos durante a leitura Marina se tornou uma personagem tão real para mim que quase senti que tive uma amiga ali perto de mim, que pode entender minhas angústias e mágoas sobre essas doenças psicológicas que nos atormentam tanto.

Outro aspecto interessante também foi a história ser ambientada em Assunção no Paraguai, coisa que para mim foi uma surpresa já que Breno é brasileiro achei que a história se passaria aqui mas não, o que foi um ponto bastante alto para leitura já que me fez sair de ambientes que estou acostumada ler (histórias que se passam nos Estados Unidos ou Inglaterra), e também conhecer um pouco mais sobre o nosso país vizinho e suas impressões sobre nós foram muito legais também.

Com o livro narrado pelo ponto de vista de Marina, aqui temos uma escrita bastante jovem onde ela aborda temas que estão presentes à realidade de jovens e adultos, a questão do vestibular até a conquista do primeiro emprego, casamento e as outras coisas mais que estão na minha realidade atual foram como um incentivo para eu continuar lutando e conquistando as minhas coisas, independente das minhas dificuldades. Marina mostra que não somos “doentes mentais“, mas sim somos pessoas sensíveis em um mundo rude e para isso temos que aprender a dançar conforme sua música.

O livro é excelente leitura, e acharia bastante interessante ter esse livro nas escolas porque é nessa fase de vestibular que as coisas na vida parecem se complicar e algumas pessoas (como eu), não souberam reagir muito bem a isso e também é bem importante ressaltar que todos passam por algum tipo de dificuldade, seja lá em qual área for.

A única ressalva que faço aqui, é que gostaria de um aprofundamento um pouquinho maior nas questões familiares de Marina, sua relação com a mãe pareceu tão superficial que achei que ficou faltando algo mais para compreendemos melhor as razões da protagonista. Mas tirando isso, é um livro que recomendo a todos que desejam saber mais sobre síndrome do pânico e sobre outras doenças.

site: http://daninhafarias.com/2015/06/30/a-garota-que-tinha-medo/
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Torpor Niilista 30/06/2015

A garota que tinha medo
Bem, acabei de concluir a leitura de A garota que tinha medo e resolvi escrever minhas impressões sobre a leitura a fim de compartilhar com vocês o que o livro me trouxe... Publicado pela Chiado Editora, A menina que tinha medo me foi oferecido em cortesia por parte do autor Breno Melo...

A história é narrada em primeira pessoa e parece que Marina, a protagonista da história, conta para o leitor uma etapa importante e ao mesmo tempo difícil de sua vida. Marina vivia sobre pressão da mãe, que queria que ela fizesse vários vestibulares, e ingressasse numa universidade. Marina é do tipo de garota que se cobra demais, que não mede esforços para batalhar por sua vida e consegue ingressar na faculdade. Apesar da relação difícil com a mãe, seu pai a trata com mais afeto.

Eis que um dia Marina se sente mal, e começa a gritar desesperada, mas ninguém - nem ela mesma - saberia explicar o porquê. Marina logo descobre seu problema, depois de idas e vindas ao médico e de uma bateria de exames: ela sofre de Síndrome do Pânico. Com isso, seu namorado a abandona, ela perde a vontade de frequentar a faculdade, seus amigos se afastam, pois a julgam como louca. Não deve ser fácil conviver com esse problema, ainda mais com o preconceito que ele gera por causa da ignorância das pessoas, que acham que Marina tem 'frescura' ou que é insana. Marina é uma garota como qualquer outra, com seus anseios de uma recém-saída da adolescência, a descoberta do amor e outras características de alguém com seus 18/20 e poucos anos. Mas ela sofre de síndrome do pânico, ela precisa se adaptar a outra realidade e a uma nova condição de vida...

Leia mais em

site: http://torporniilista.blogspot.com.br/2015/06/a-garota-que-tinha-medo.html
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