Almanegra

Almanegra Jodi Meadows




Resenhas - Almanegra


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Gabriela 18/07/2020

Melhor que o primeiro livro
Pra quem deu 2 estrelas para o primeiro livro dar 3,5 para o segundo... É parece que temos uma evolução. Esse livro é muito melhor que o primeiro, pelo menos nele sabemos mais sobre o mundo em que se passa a história e deixamos de lado o romance entre Ana e Sam que, aliás, continuo achando chato e sem química, não consigo torcer pelo amor deles de jeito nenhum - e por causa disso vou fingir que o capítulo 25 não existe.

Até 72% do livro parece que não tínhamos avançado muito quanto o primeiro. Apenas 3 coisas me fizeram sentir o avanço na história: As sílfides não atacarem, novas almasnovas e Janan devorador, fora essas três coisas era só Ana andando de lá pra cá e de cá pra lá.

OBS1: Saquei sobre as sílfides depois do ataque no lago/praia. Só errei o motivo delas serem o que são.

OBS2: A autora parece tem obsessão por cintura e quadril.
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Ju 13/11/2020

UAUUUUUUU
Eu estou completamente chocada! Não esperava por tantos plot twists
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Janaína Martins 13/06/2015

Surpreendente
OBS: A Resenha contém spoiler de Almanova.

Tenho que dizer que tava ansiosa pra caramba para que a Valentina lançasse esse livro, que estava até com medo de acontecer a mesma coisa que aconteceu com A Herdeira, que foi esperar demais e me decepcionar, mas felizmente não aconteceu de tal forma, eu esperava mais do livro só que ele supriu minhas expectativas, no começo dele nós continuamos mais ou menos um ano depois do escurecimento do templo, que foi o final de Almanova. No primeiro capitulo nós encontramos Sam e Ana buscando sobre as pesquisas de Menehem, o pai de Ana, sobre como ele conseguiu enfraquecer temporariamente o Janan.

"— Eu iria a qualquer lugar com você. — Ele tocou meu rosto. — Não importa a distância, o lugar nem porquê. Quero fica com você, custe o que custar." Pag. 328

Nesse segundo volume da trilogia Incarnate Ana está ainda mais confusa sobre o que pode e não pode sentir, se deve ou não deve amar, com o tempo isso começa a ficar frustrante, mas eu não a culpo, se a autora permitisse que ela amasse de cara meio que desconstruiria a personagem, porque sabemos que ela foi criada de forma medíocre por Li. O livro quase inteiro é uma onda de descobertas, durante as aventuras de Ana por Heart descobrimos que Janan não merece ser idolatrado como é, o romance do livro passa por altos e baixos, cá entre nós Sam é cinco mil anos mais velho que a Ana, no livro nós conhecemos um pouco mais sobre a Sarit e a Stef, nós conhecemos o Cris um personagem que eu particularmente amei, e descobrimos as mentiras por trás do Conselho. O final do livro me deixou de queixo caído, realmente não era o que eu espera. A narração da Jodi continua fluida e fácil, eu esperava mais do livro, mas ele não me desapontou eu realmente gostei mais da Ana desse livro, pois ela se tornou mais ousada e superou diversos traumas. Minha nota para esse exemplar é 4,1/5,0.


site: http://marjebooks.blogspot.com.br/
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AndyinhA 13/09/2015

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Apesar desta não ser ‘A’ série, achei que a autora tinha levantado um tema interessante e que vi pouquíssimas vezes nos livros jovens, o tema reencarnação é muito comum em livros de temática espírita, por isso, essa série sempre teve esse diferencial. Mas o grande problema tem sido o sentido e sequencia que a autora quer dar em seus livros. Sinto a mesma um pouco perdida e sem rumo. No anterior a sensação era que a autora não sabia para onde dia levar sua história e aqui, este sentimento se confirmou.

Este livro segue os passos depois da finalização do anterior, devido a um grande acontecimento, todos em Heart estão cada vez mais sem saber o que pensar dos almanovas, e Ana é a pessoa sempre questionada e como muitas coisas não existiam ou não tinham explicações antes da chegada da Ana, ela sempre é vista de forma ruim.

Talvez este tenha sido o ponto onde a autora realmente conseguiu mostrar em seu livro, a questão de discriminar as pessoas diferentes, seja por palavras, gestos ou outros meios. E em quase todas as páginas deste livro percebemos uma pitadinha de ofensas e maldades com a protagonista. O novo sempre é visto com algum temor, mas daí a discriminar os outros é um grande passo. Apesar de alguns momentos serem mais sutis que outros, ela conseguiu passar esse aviso.

Porém, a história em si não andou muito, no livro anterior a gente tinha muitas perguntas sobre o mundo criado por Jodi, e achei que aqui ela começaria a dar algumas respostas mais concretas, tem muita coisa que é achismo e a gente acaba o livro a ver navios. Fiquei com a impressão que a autora pensou no enredo, pensou no final, mas a história foi jogada. E sendo repetida diversas vezes ao longo das páginas.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2015/07/poison-books-almanegra-jodi-meadows.html
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MiCandeloro 10/02/2016

Mágico e irresistível!
ATENÇÃO, esta resenha pode conter spoilers Almanova. Leiam por sua conta e risco!

Ana era uma almanova que, depois do Escurecimento do Templo, provocado por Menehem, seu falecido pai, passou a ser ainda mais hostilizada pelos cidadãos de Heart, que a culpavam pelo perecimento das almasnegras.

Tudo o que Ana sempre quis era ser aceita como uma cidadã, digna de respeito e confiança, mas essa possibilidade era praticamente remota, principalmente agora, que tantas almasnovas iriam nascer, lembrando o povo para sempre de todos os amigos que perderam por conta delas.

Desde que foi aprisionada dentro do templo por Meuric e conheceu Janan, o todo-poderoso responsável pela reencarnação infinita daqueles que viviam em Range, Ana ficou repleta de dúvidas sobre como a reencarnação funcionava, quem eram as almasnovas, se ela ia reencarnar, como e por que Janan foi detido no Escurecimento do Templo e se isso poderia voltar a acontecer.

Para responder a essas perguntas, foi com Sam até o laboratório secreto de Menehem estudar seus experimentos. Mas mal sabia Ana que descobriria que, por algum motivo, tudo estava ligado às sílfides e, para piorar a desconfiança e o ódio das pessoas em relação a ela, esses monstros incorpóreos pareciam responder ao seu comando.

Lutando para se manter viva, Ana terá que decidir em quem confiar para pôr em prática a sua missão de manter as almasnovas a salvo.

Querem saber o que vai acontecer? Então leiam!

***

Almanegra é uma das minhas vítimas da falta de tempo e está há meses esquecida na minha estante, me olhando com aquela capa holográfica diva pedindo para ser lida. O livro foi, portanto, a minha escolha de fevereiro para o Desafio Esquecidos na Estante, já que fantasia é um gênero que eu não costumo ler.

Porém, bastou que eu virasse as primeiras páginas para que fosse novamente absorvida para o universo da trilogia Incarnate, me sentindo literalmente em casa. Foi quando me dei conta do quanto senti saudades dos personagens e me questionei por que levei tanto tempo para lê-lo.

A escrita da diva Jodi Meadows segue o mesmo padrão de qualidade do volume antecessor. Narrado em primeira pessoa, testemunhamos os medos e dúvidas de Ana e compartilhamos do seu desejo de fazer a coisa certa.

Aqui, o clima aparenta estar mais obscuro, já que Ana tem que lidar com a sua jornada de autodescoberta, as inseguranças por ser uma almanova vivendo em meio a muitas pessoas que querem vê-la morta e com sentimentos que ela não sabe como lidar, como o amor. Paralelamente à ela, vemos um Sam mais sombrio, ferido por causa dos amigos que morreram, deprimido pelas incertezas que plantam em sua cabeça e mais agressivo por conta de toda hostilidade direcionada à sua amada.

O relacionamento tão perfeito que eles tinham não vai bem das pernas, tudo por causa das intrigas e fofocas que rodeiam a garota, e isso faz questioná-los até onde o sentimento que nutrem um pelo outro pode resistir.

Se isso não bastasse para dificultar a vida de Ana, nos vemos em meio a um mistério, de um motim feito por alguém com a intenção de exterminar as almasnovas. Esse artifício ficou bem legal porque pude brincar de detetive, analisando todas as pistas que me fizeram desconfiar de um monte de inocentes :P

Assim como Ana, começamos a obra com dúvidas e a concluímos com o dobro de perguntas que espero que sejam respondidas no último exemplar. Me cortou o coração várias coisas que aconteceram mas, ao mesmo tempo, me senti inundada pela força de Ana que a vida toda foi tratada como um lixo por ser diferente, mas que nunca desistiu de lutar pelos seus ideais e pelo direito de ser aceita.

Nesse sentido, a autora trabalha de forma análoga, de maneira magistral, o tema relacionado aos preconceitos sociais, também abordando os relacionamentos entre pessoas de idades muito diferentes, comumente vistas com maus olhos; e a corrupção do governo que costuma trabalhar apenas de acordo com os seus interesses. Isso sem mencionar o elemento reencarnação, que nos suscita várias reflexões interessantes.

Almanova e Almanegra são livros que amo demais, que espero que todos vocês tenham a oportunidade de ler um dia. Agora, estou de ressaca e aguardando ansiosamente o lançamento de Infinita.

site: http://www.recantodami.com/
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Roberta Maruki 16/02/2020

Ainda razoável
Ainda continuo achando a leitura fraca. Mais vemos uma evolução na escrita da autora.
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Lêeninha 22/06/2020

Quando eu achei que tinha me surpreendido com o primeiro livro da série, vem esse segunda e me arrebata Mas os uma vez
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MiPolleti 22/06/2020

Após questões deixadas no final do primeiro livro, Almanegra começa a desenvolver a história de forma mais profunda, respondendo algumas questões e ao mesmo tempo nos deixando com muitas outras.
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Raffafust 29/06/2015

Ana – a protagonista – está ao lado de Sam , por quem torço que ela forme um casal desde o primeiro livro, em busca das verdades que precisa descobrir. Seu pai morre e a escuridão do templo acaba caindo a culpa na conta de Ana, o que já é uma constante, desde o primeiro livro por ela ser uma alma virgem todos de Heart acreditam que ela seja amaldiçoada e que o melhor não seria tê-la por perto.
Apoio mesmo ela só encontra em Sam – momento “ que fofo!” – enquanto todos do local querem vê-la pelas costas, inclusive alguns acreditam que a melhor opção seria matar a moça, já que acham que ela é a culpada por tudo de ruim que acontece. Nesse livro a maldade dos que querem vê-la morta ou bem longe dali é muito maior, mesmo que ela só queira o bem de todos, e entenda por um modo que não posso revelar que ela é na verdade um importante elo entre um mundo novo cheio de almasnovas!
O que me fez gostar ainda mais do livro foi a força de Ana , ela não se faz de coitadinha, ela vai atrás do que quer – se bem que a auto estima dela só anda meio baixa em matéria de Sam, que ela demora para aceitar esse amor, vontade de entrar na história e dizer “ se joga, filha!” – e isso é muito bacana, porque dá gás a personagem e nos encanta .
A luta de Ana para provar que não é o que dizem que ela é, o amor de Sam e o romance que só cresce nesse volume e as surpresas que Jodi nos mostra fazem do livro uma leitura deliciosa, e mais uma vez termino um exemplar querendo a continuação para saber como será o desfecho. Adorei o livro.


site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2015/06/resenha-almanegra-edvalentina.html
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Bia 24/05/2020


Segundo livro da Trilogia INGARNATE. Li o primeiro inicio de 2015, e demorei um bom tempo para consegui comprar o segundo, e depois que comprei levei mais tempo ainda para lê-lo.


Ana esta de volta, ainda morando em Heart e tendo Sam (Dossam) como seu guardião e namorado. Ana continua seguindo as condições que o Conselho lhe impôs para que continue vivendo em Heart.
Mas sua vida não está indo bem em Heart. Ana está em posse da pesquisa de seu pai, Menehem, lhe deixou antes de morrer, em suas anotações encontram-se todas as informações que ele anotou de como Escureceu o Templo de Janan. Algo estranho está acontecendo: as Sílfides começam a se comportar de uma maneira diferente em relação à Ana. E, além disso, ela precisa suportar o ódio da maioria dos moradores de Heart, muitos odeiam a ALMANOVA (Ana) e depois do Escurecimento do Templo mais ALMANOVAS irão nascer no lugar das almas reencarnadas que morreram naquela noite.
Por conta disso, muitos estão com medo de serem substituídos no futuro, e desconta suas raivas, desgostos, ódio, em Ana fazendo a vida dela um inferno que infelizmente começa a afetar a vida de Sam também.
Agora Ana terá que ser forte e descobrir o que Janan está planejando, descobrir a verdade sobre de onde vem e a verdade sobre o início da vida das almas que são reencarnadas por Janan, e, além disso, terá que proteger não só a si mesma como também as ALMANOVAS que estão por vir das pessoas que querem vê-las mortas.


Não tenho palavras para descrever o quanto amei o segundo livro dessa trilogia. Que livro magnífico foi esse?!
Lembro de não ter gostado muito do primeiro livro, achei-o interessante: com o início chato, mas já pro final a história começa a ficar bem bacana. Esse segundo livro tem mais mistério, algumas dúvidas são respondidas, mas também acabamos tendo mais perguntas que espero sejam todas respondidas no último livro que será lançado em Março (eu já comprei na pré-venda).

Ana continua a mesma curiosa de sempre, mas ela parou de duvidar de todos a sua volta como sempre duvidava no primeiro livro (era compreensível porque ela duvidava, desconfiava, de todos, mas isso não deixa de ser um pouco chato). Nesse livro ela está aprendendo a amar, Li (sua mãe) sempre colocou na cabeça de Ana que uma ALMANOVA (ou como muitos se referem a Ana: uma sem-alma) não é capaz de amar. Nesse segundo livro ela está um pouco mais confiante.

Sam continua o mesmo: um cara um pouco sério (não sério o bastante para deixá-lo como um personagem chato), maduro (claro ele tem cinco mil anos) e atencioso. Sempre ao lado de Ana, sempre a ajudando e em momento nenhum do livro ele deixa de estar do lado dela (exceto em alguns momentos, claro), mas não fique achando que Ana e Sam são um casal meloso, porque não são.

Amei conhecer um novo personagem que é muito importante nesse segundo livro apesar de não parecer: Cris. Ele é um cara misterioso e fofo. Ele tem uma importância especial nessa história especialmente no final do livro. Ele é apaixonado por Rosas e cultivos, esse é o seu robby. Uma coisa que eu achei interessante, mas pode ser coincidência ou não, são as pétalas de flor ao redor dos olhos da personagem na capa (como se fosse uma máscara) e os desenhos das rosas em cada capítulo. Isso me fez pensar no primeiro livro, existe um motivo para a personagem está de mascara em forma de asas de borboleta e os capítulos também terem os desenhos de borboletas. Quem ler o livro vai entender assim como entenderá o motivo das rosas nesse segundo livro. Talvez seja só coincidência, ou a autora quis fazer uma ligação: A Borboleta = Ana, A Rosa= Cris. E antes que surgem perguntas: não, não tem um triangulo amoroso nesse livro. Mas existe algo em relação ao passado de Cris que pode causar ou não alguns problemas no relacionamento de Ana e Sam.


site: http://biiabrito.blogspot.com/
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Vai Lendo 08/05/2018

Uma continuação para a eternidade
Viver para sempre e ter a chance de recomeçar ou viver intensamente uma única vez? Em "Almanegra", segundo volume da trilogia "Incarnate", publicado pela editora Valentina, Jodi Meadows aprofunda os questionamentos sobre as almas e as reencarnações, bem como traz novos conflitos e reflexões que dão um ritmo intenso e sensível à continuação da saga de Ana, a almanova.

Neste segundo livro, Ana segue tentando viver à sua própria maneira, aprendendo e absorvendo tudo o que pode de um mundo já conhecido por todos há cinco mil anos, mas que, para ela, é totalmente desconhecido e inédito. Como se não bastasse ser a única almanova, ela ainda precisa lidar com as consequências do Escurecimento do Templo, provocado por seu pai. Agora, ela também recebe a culpa pela perda definitiva de vários cidadãos de Hart e pelas almanovas que irão nascer em seu lugar. E ainda entender o comportamento incomum das sílfides, que parecem agir de maneira diferente perto dela. Desejando apenas poder viver e amar como qualquer cidadão de Hart, Ana terá que lutar por si, pelas almanovas e pelo seu amor, se é que ela pode amar.

"Almanegra" me impressionou. Positivamente. Sempre falo isso em minhas resenhas de continuações, mas eu acho muito complicado avaliar um segundo livro de uma série e/ou trilogia, uma vez que, para mim, um segundo volume é basicamente uma transição, uma preparação para o clímax, para o volume final. Então, quando um segundo livro consegue não apenas manter o ritmo do primeiro e, às vezes, ser ainda melhor, eu me empolgo. Muito. Como me empolguei com "Almanegra".

Jodi desenvolveu mais as questões referentes às almanovas, portanto, tivemos maiores esclarecimentos sobre as origens de Ana e o significado de sua existência. Ao mesmo tempo, com as almanegras, a autora também aumentou o debate sobre segregação, preconceito, igualdade e os conflitos sociais, tocando em questões muito importantes e profundas. Sendo fantasia, "Almanegra" conseguiu trazer seriedade a essas reflexões, sem, contudo, perder a magia e/ou a leveza, nos momentos oportunos. O livro aborda bastante essa dificuldade de a sociedade conviver com o que ela considera diferente para os seus padrões, bem como a acomodação, que, muitas vezes, entra em conflito com a própria ética.

Ana, por sua vez, segue com sua personalidade forte e cativante. E melhorada neste segundo livro. Mais forte, mais destemida e determinada a sobreviver e a proteger os seus. É emocionante vê-la se descobrir, desabrochar e, mais do que isso, superar seus medos, sua insegurança e lutar. Sam, como sempre, é encantador. E o romance dos dois é de arrancar suspiros. Achei muito interessante alguns questionamentos levantados pela autora no quesito relações pessoais, através dos dois e de suas diferenças. E tudo com naturalidade. Menção honrosa para alguns novos personagens apresentados na história (oi, Cris) e para os coadjuvantes que desempenharam papéis fundamentais para garantir esse ritmo frenético e surpreendente da obra.

"Almanegra" fala sobre julgamentos, empatia, solidariedade, tirania, compaixão, extremismo e esperança. Fala de amor. Um amor que transcende a morte. Eterno. Imortal. É romance. É fantasia. É forte. É delicado. E, depois disso, mal posso esperar para saber como essa história termina.

site: http://www.vailendo.com.br/2018/05/04/almanegra-trilogia-incarnate-volume-2-de-jodi-meadows-resenha/
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Lanny 30/12/2018

E vamos mais fundo...
Esse livro mostrou uma camada a mais que não imaginei. A leitura leve do primeiro continua, mas tem um toque a mais de coisas estranhas e às vezes difíceis de compreender com uma análise da psique humana e seu medo da morte.
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Lucas 07/06/2016

Inferior ao 1, mas ainda sim, é bom.
Acabei o Almanova naquela expectativa imensa pro Almanegra. Tomei um banho de água fria. O Almanegra começa muito lento e a autora dá uma enrolada bonita em muito do livro. As coisas boas que valem a pena ressaltar é o preconceito com as novas almasnovas que nasceram após o escurecimento do templo no livro anterior.

Tipo, as pessoas tentando matar bebês????
É bem forte.

Sem contar com um mistério que vem de onde você nem esperava.

O final é que o negócio fica bom. Um plot twist que pega a história e vira ela de cabeça pra baixo. E vc fica??????
Não estou ansioso pro Infinita. Vou ler? sim. Mas, vou com mais cautela, sem esperar nada. Quero ver a autora me surpreender na conclusão da trilogia.
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ELB 31/01/2017

Every Little Book
Depois de uma premissa tão maravilhosa, não conseguir não devorar o segundo livro da trilogia Incarnate!
Almanegra parte exatamente do ponto de onde Almanova havia terminado: O escurecimento do templo. Por conta desse acontecimento, as pessoas estão ainda mais cruéis com a Ana, já que o escurecimento do templo foi causado pelo seu pai, e teve como conseqüência a perda de almas antigas que nunca mais poderiam reencarnar. Muitos habitantes acreditam que Ana esteja envolvida nisso e as coisas vão ficando cada vez piores para a Almanova. Apesar de tudo, Ana não irá desistir de encontrar suas próprias respostas, e de fato, muitas perguntas são respondidas nesse livro sobre o mundo criado pela Jodi.

"Janan não queria que eles soubessem.Que fizessem perguntas.Ele guardava um tremendo segredo naquele templo naqueles livros, e, de alguma forma, isso estava ligado às sílfides. Eu só precisava descobrir que segredo era esse - e usá-lo contra Janan."

É dada ao povo de Heart, a autorização para terem filhos a fim de recuperar as almas que se perderam, porém, ao contrário do que se esperava, mais almanovas começam a nascer, causando ainda mais revolta em todos.

A Jodi consegue trazer temas como preconceito, injustiça, intolerância e todos os lados mais sombrios da alma humana. Isso é um dos pontos altos da história.

"- (..) O mundo precisa de você, Ana. Você nos desafia, faz com que as pessoas pensem e abram os olhos para encarar as verdades que passam tempo demais ignorando. De vez em quando, me dou conta do quão perto estivemos de nunca tê-la conosco, e isso me apavora. Nossa imortalidade tem um preço."

Ana e Sam, apesar da forte conexão entre eles, passam a ter que lidar com alguns conflitos. O relacionamento deles ficou em segundo plano nessa seqüência, e isso me deixou um pouquinho decepcionada. A autora abordou um tema extremamente interessante e inovador, e minhas expectativas e meu encantamento sempre estiveram voltados para a relação da Ana com Sam, o amadurecimento dos dois, a luta da Ana para ser aceita pelas outras almas de Heart, seu aprendizado, e claro, as aulas de música! Eu queria mais detalhes das vidas passadas dos meus personagens favoritos em vez de todo esse mistério cansativo em torno do templo e de Janan. Esse é o único ponto que continua não me agradando nos livros. Embora isso não deixe de forma alguma a trilogia Incarnate menos incrível. Infinitas coisas compensam a existência chata de Janan (hahaha). E os poucos momentos da Ana e do Sam em Almanegra são extremamente fofos e marcantes, apesar de tudo.

"— Eu iria a qualquer lugar com você. — Ele tocou meu rosto. — Não importa a distância, o lugar nem porquê. Quero fica com você, custe o que custar."

Ana vai descobrir que tem amigos, que tem um lar; e que contradizendo tudo o que lhe foi ensinado até agora, ela tem tanto o direito de amar quanto o de se deixar ser amada. E finalmente, ela irá descobrir a verdade sobre Janan e sobre as Sílfides, e essa verdade será avassaladora para ela.

"(...) O corpo dele relaxou e a voz aqueceu, como se ele já soubesse. Quando sorri e ergui o rosto, Sam me beijou com tanta doçura que meu corpo inteiro estremeceu de desejo e adoração. Que outra pessoa no mundo conseguiria me fazer tão completa?
Ninguém. Somente Sam. Sempre fora ele".

A autora continua com sua narrativa poética, fluída e maravilhosa. A Trama traz mais ação, outros arcos e novos personagens são inseridos na história. A música também continua presente, e ainda é uma das partes mais tocantes do livro. A Jodi realmente criou um mundo totalmente novo e encantador.

"O que acontecia após a morte? Para onde você ia? E o que fazia? O que mais assustava todo mundo era a possibilidade de você simplesmente acabar".

E o que falar da edição da Valentina holograficamente linda e impecável?
Todos os elogios do mundo!

site: http://www.everylittlebook.com.br/2016/04/resenhaalmanegra-jodi-meadows.html
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