Emperor Of Thorns

Emperor Of Thorns Mark Lawrence




Resenhas - Emperor of Thorns


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Gregg 21/02/2017

Incomparável
Quando iniciei a leitura de Prince Of Thorns, havia apenas comprado um livro bonito, o qual a capa me chamou atenção. Durante os dias de leitura do livro, eu sempre comentava com meus amigos, mesmo que não conheciam a trilogia, o quanto Jorg era fantástico. E assim continuou por King, chegando até o Emperor of Thorns. O que tenho a dizer sobre este livro é o que tenho a dizer de toda a trilogia. Eu não sei se Mark já tinha toda a história planejada ou se criava a medida que sentia sua obra se tornar real dentro de si mesmo, porém, em cada um dos livros, desde o princípio, o universo da trilogia dos espinhos se expande de maneira imprevisível, harmoniosa, coesa, curiosa, encantadora. Cada terra, cada lenda, cada personagem e suas motivações foram magnificamente descritas. Ao ler essa trilogia, você descobrirá que estava vivendo em um outro mundo, não somente com a imaginação - como muitos livros bons nos fazem viver - mas com o seu físico. Você vai se sentir preocupado, emocionado, irritado e ambicioso a um nível que, eu aposto, nunca sentira com nenhum outro livro. O que acho que quero dizer é, mesmo não existindo possibilidade de comparação devido a tantas obras maravilhosas já escritas, que A trilogia dos espinhos é umas das obras mais impecáveis existentes e deveria ser modelo para qualquer autor que deseja alcançar estabilidade na escrita.
Falando um pouco dessa edição do terceiro livro, a primeira, percebe-se facilmente vários erros de digitação, especialmente do meio em diante. Porém, nada que atrapalhará a leitura ou o entendimento sobre os fatos.
Sobre o final, li em outras resenhas que o final não foi o esperado. Eu nem consigo entender como isso é possível. NADA em Emperor of Thorns é esperado. Cada morte, cada atitude de Jorg Ancrath, cada circunstância, desde o primeiro livro, sempre é surpreendente. Não há como esperar nada, em momento algum. Contudo, o final foi mais do que generoso para com os fãs e leitores. Jorg tinha seus próprios objetivos, e ele jamais ouvira a outras opiniões e nem a si mesmo. O final desse livro supri a sede de qualquer um pelos fatos ocorridos de maneira tão repentina.
O mal, o império, as pessoas, os irmãos (incluindo os leitores), a natureza, o presente, o passado, o futuro, a magia, o amor. Tudo é encantadoramente real nessa trilogia. A melhor trilogia que já li em minha vida.
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Rose 18/03/2017

Cheguei ao final desta trilogia com grandes expectativas, afinal não é todo dia que você se pega torcendo por um personagem sanguinário como Jorg. Aliás, não é todo dia que um personagem sanguinário é o mocinho da história...
O livro começou de forma lenta, e foi um pouco difícil entrar no clima, ainda mais porque já tinha um certo tempo que eu havia lido o livro 2. Talvez o fato deste volume não ter tantas lutas, tenha contribuído para o ritmo mais lento.
Fato é que agora Jorg quer ser Imperador, e para isso, acompanhamos sua caminhada de três formas: pela história de Chella (a necromante) e de como ela vê sua vida e o próprio Jorg. Entre o Jorg no presente e Jorg há cinco anos atrás, quando ele estava na corte do avô materno.
É justamente esta alternância entre o passado e o presente de Jorg, que Lawrence vai aos poucos encaixando as peças, e o leitor entendendo a história. É verdade que isso pode causar confusão em muitos leitores, ainda mais leitores que talvez não estejam acostumados com isso. Para mim não houve problema, pelo contrário, era ótimo ir entendendo as coisas, ligando os pontos.
Jorg está agora com 20 anos, e decide ir à Vyene participar da Centena, um congresso que acontece a cada quatro anos e que decide quem será o Imperador. Como ele tem direito a um voto e de levar um conselheiro, por conta das terras herdadas após a vitória sobre Egan, é claro que ele não ia desperdiçar isso.
Durante a viagem até Vyene, algumas coisas acontecem, como por exemplo o tal do Rei Morto também desejar ser o Imperador. Ah, não tema, a identidade do Rei Morto será esclarecida, e devo dizer, eu não desconfiava de quem era.
Enquanto segue para a Centena, Jorg precisa manter-se vivo, o que é bem complicado, visto a quantidade de inimigos que ele tem. Mas sua preocupação também está em manter as pessoas que ama a salvo. Sim amigos, Jorg sabe amar. Ele tenta provar que as profecias são falsas, e mesmo não tendo total noção, ele está procurando sua própria redenção.
Daquele menino indefeso que foi deixado nos espinhos para morrer, até a caminhada para ser o Imperador (será que ele consegue?), temos todo o amadurecimento de um personagem totalmente contraditório.

"Conheço um homem que está tentando, respondi. E se eu não tivesse aprendido, então sim, eu salvaria todas elas. Sem meias medidas. Algumas coisas não podem ser cortadas ao meio. Não se pode amar alguém pela metade. Não se pode trair ou mentir assim."

Jorg foi um personagem que me surpreendeu desde o primeiro volume. Fiquei passada com a frieza e maldade dele. Ele não exitava em matar, mas de alguma forma, que não sei explicar, o autor conseguiu que eu simpatizasse com Jorg. No segundo livro minha admiração por ele aumentou, até por conta do lado mais humano dele apresentado pelo autor. Não que ele tenha virado um anjo, longe disso... Mas há de se destacar a força de vontade de Jorg.

"A vida pode arrancar o que é vital a um homem, surrupiar um pedaço de cada vez, deixando-o de mãos vazias e a míngua ao longo dos anos. Todo homem tem seus espinhos, não os que saem dele, mas os que estão dentro dele, profundos como os ossos."

O final foi algo que eu confesso, não esperava. Me pegou totalmente desprevenida. Uma série onde o personagem principal é um assassino frio, disposto a tudo para chegar onde deseja, mas que ao longo de sua caminhada, percebe que afinal, nem tudo ele deseja sacrificar.
Quem tiver oportunidade não deve deixar de conhecer Jorg, e não se espante se você também começar a torcer por ele.
Sobre a parte gráfica, não tenho muito a dizer além de uma pequena palavra: Darkside!

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br
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Rodolfo 23/01/2017

"O mundo está dividido e o tempo se esgotou, deixando-nos presos aos dias finais. Estes são os dias que nos esperaram por todas as nossas vidas. Estes são os meus dias. Vou estar diante da Centena e eles vão ouvir. Vou tomar o trono, não importa quem está contra mim, se vivo ou morto. E se eu devo ser o último imperador, farei disso um final e tanto."

A aclamada Trilogia dos Espinhos chega ao seu grande final, depois de termos acompanhado a dolorosa e surpreendente infância e adolescência de Jorg Ancrath em Prince of Thorns e King of Thorns, com todo o brilhantismo, charme, violência e crueldade deste egomaníaco romântico. Conforme cresce, seu caráter parece encontrar algum equilíbrio em suas tendências sociopatas. Em Emperor of Thorns, a história de Jorg chega ao fim de forma brilhante e imprevisível, ao mesmo tempo cruel e poética, uma das trilogias mais importantes da nova geração.

"Mark Lawrence é a melhor coisa que aconteceu à fantasia nos últimos anos."
- Peter V. Brett - autor do Ciclo das Trevas
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Gabii 14/01/2015

O derradeiro final – sempre quis escrever isso – da saga de Jorg Ancrath é cheio de sangue, mortes, política, e redenção.

É difícil descrever o sentimento de ler o ultimo livro de uma saga, é uma sensação de felicidade e tristeza: felicidade por que, se tem um momento em que as coisas dão certo, é esse; e tristeza por que nós aprendemos a entender e compreender aquele personagem – ou aqueles – que acompanhamos durante tanto tempo, andamos sobre seus caminhos, vimos como e o quanto eles se transformaram, conhecemos ele, e o final significa que você vai ficar um bom tempo sem ter contato com ele, é como deixar de ver um amigo. E esse é o final.

Jorg mais uma vez mostra por que chegou tão longe, mesmo contra todas as expectativas – e acredite, neste livro fica bem claro que Jorg sempre foi o azarão –, e novamente a narrativa de seu “diário” se alterna entre “flashs” do passado e momentos do presente, fora que desta vez acompanhamos mais de perto a estória de uma personagem em especial. Esse livro se passa praticamente todo na estrada, Jorg esta indo a Vyene, para se prostrar diante da Centena e “conquistar” o trono de imperador, e durante seu caminho ele passara por poucas e boas para proteger as pessoas que ele ama – sim, neste livro Jorg com toda certeza ama muito, incondicionalmente e com todas as suas forças pelo menos uma pessoa. Sem dar mais detalhes da estória, se faz necessário dizer que novamente, vocês leitores vão constatar a perspicácia e inteligência de Jorg, a sua habilidade de tornar inimigos em aliados – ou homens mortos – e situações desfavoráveis em trunfos mais uma vez se fazem presentes, e até o fim desse livro vemos uma série de reviravoltas e “coisas” totalmente inesperadas.

Eu confesso que demorei um pouco para concluir esse volume, a cada choque eu parava por algumas horas, e ainda eu não aguentei e fui “fuçar” o fim do livro pra saber o final, e por isso eu hesitei um pouco em continuar – é gente, eu trapaceei, mas não aguentava mais!


Sobre o final: SURPREENDENTE e consideravelmente satisfatório, eu só não esperava algumas partes da “solução” final – olha Mark Lawrence conseguindo me surpreender – e eu confesso que bem la no fundo eu fiquei contente com a conclusão da estória. Acredito que todos vão ficar!

site: http://embuscadelivrosperdidos.blogspot.com/2015/01/emperor-of-thorns-mark-lawrence.html
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MPFFMH 28/04/2016

Fim
O final da trilogia foi uma verdadeira facada no coração.

Comecei EOT não gostando muito e, isso mudou conforme lia. Quanto mais lia e chegava ao fim, menos queria que acabasse. Não se acha livro igual a este.
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Bela Lima 25/04/2016

"Há caminhos difíceis e há os caminhos mais difíceis."
Em Emperor of Thorns, ultimo livro de uma trilogia que comecei a ler sem nenhuma expectativa, temos o que esperávamos desde que conhecemos o Príncipe Honório Jorg Ancrath: a votação que ira definir quem governara o Império Destruído. Quem irá ser o Imperador?

"Há caminhos difíceis e há os caminhos mais difíceis."

Seguindo o estilo dos livros anteriores, vamos do presente ao passado intitulado Cinco anos atrás, e nesse também temos uma narração bônus, sendo essa agora sobre a perspectiva de Chella, ao invés da tia Katherine, e denominada A Historia de Chella. (Prefiro Chella à titia...)

O passado (fugindo dos sempre quatro anos atrás) nos mostrou o que aconteceu quando Jorg estava nas terras do seu avô materno, a Costa Equina; como ele conseguiu a arma que tirou a vida de Egan; e como foi a primeira votação da Centena que ele participou tendo apenas 16 anos e Renar sobre o seu domínio.

No presente, Jorg, em seu aniversario de 20 anos, vai à Vyene, a maior cidade de todos os reinos, para a Centena, conferência que acontece a cada quatro anos para decidir o Imperador. Depois que venceu Orion/Egan, todas as terras que ele tinha passaram a pertencer a Jorg, por cada uma em seu domínio, ele tem direito a um voto e o poder de levar um conselheiro.

No meio da viagem, algumas coisas acontecem, porque nada com Jorg é do jeito mais fácil. O Rei Morto começa a andar sobre a terra, destruindo tudo e todos ao seu redor, querendo também ser o Imperador. (Você pode até não acreditar, mas eu já sabia quem era o Rei Morto desde o segundo livro sem spoiler. Ninguém me disse nada e eu adivinhei. Eu juro!) Percebi muitas insinuações a quem era o Rei Morto que só fizeram minha certeza de está certa aumentar.

"Há verdades que você sabe, mas não diz. Nem para si mesmo, no escuro, onde estamos todos sós. Há lembranças que você vê, mas não vê. Coisas separadas, que se tornaram abstratas e desprovidas de significado. Algumas portas, quando abertas, não podem ser fechadas de novo."

Achei esse o livro que me fez menos desejar virar a pagina, poucas coisas acontecem durante a viagem, algumas explicações a respeito da magia/ciência, dos Construtores, do que ouve no Dia dos Mil Sois foram dadas, contudo não houve muitas lutas. Teve sangue derramado? Teve, mas não o tanto que eu esperava já que estamos falando de Jorg. Apenas na reta final, já na Centena, é que senti uma emoção, o desejo de virar o capitulo, de saber mais, querer mais.

"Ouvir dizer que os Construtores pegaram o que era real, antes de incendiarem o mundo, e mudaram. Tudo. Eu, você, o mundo, o que é real. Eles fizeram o mundo ouvir um pouco mais o que está nas cabeças das pessoas. Eles tornaram os pensamentos e os medos importantes, fizeram com que eles pudessem mudar o que está a nossa volta."

Jorg foi de Príncipe de Ancrath a Rei de Renar, de criança sociopata a adulto sociopata, acompanhamos sua luta por vingança e sede de poder desde... Que foi jogado nos espinhos ou mantido lá? Apesar de está mais maduro, com 20 anos, a personalidade de Jorg não mudou muito, ele diminuiu as matanças sem motivos e por prazer, tomou consciências por suas ações, mas continua não se importando... (Por que eu o amo mesmo?)

"Um homem que não pode fazer sacrifícios já perdeu antes de começar. Houve um tempo que eu podia despender a vida daqueles a minha volta sem me preocupar. Agora, às vezes, eu me importo. Às vezes dói. Mas isso não significa que eu não possa e não vá sacrificar absolutamente tudo, em vez de permitir que isso me domine, em vez de fazer com que seja um modo de perder."

Outra coisa que não gostei foi que a historia foi muito focada em Jorg, não descobrir nada vital sobre nenhum outro personagem, apesar de também ser contada por Chella. Chella saiu uma personagem melhor do que Katherine. E não teve tantas partes da Miana quanto desejei. Ela é a personagem que mais gosto, depois de Jorg é claro. Ela é forte, tem opinião, não deixa seu marido enganar-la ou ser dobrada ao seu capricho.

"Nunca é uma boa ideia provocar uma mulher perto de dar a luz e raramente era uma boa ideia provocar Miana em qualquer circunstância, a menos que queira uma resposta pior do que a que você já deu."

As profecias que deram, os números mágicos também, foi o que me fizeram ficar pensando, até no final teve algumas coisas que fiquei sem saber quem era, o que era. No segundo livro, o matemágico diz a Jorg que três pessoas o amarão e, nesse livro, ele diz que duas mulheres possuirão seu coração. Quem são elas? Não entendi muito bem. (Se alguém quiser me dizer, estou à disposição...)

Eu sabia o que iria acontecer (recebi muitos spoiler), mas tenho que bater palmas pelo autor ter me surpreendido. Não esperei por esse final. E tenho que concordar com a opinião do autor, ele foi corajoso, Mark pode se arrepender (e ter perdido uma fortuna) e ter nos feito odiá-lo um pouquinho, entretanto não podemos reclamar do final e da razão do autor quanto a isso. Ele está certo. Espero que Jorg venha a aparecer em outros livros, Mark pode não querer lançar um quarto livro e tornar Trilogia dos Espinhos em Saga dos Espinhos, mas quem sabe um complemento? Por favor...

"Para tudo há o tempo certo. Tempo de nascer. Tempo de morrer."

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2016/04/resenha-emperor-of-thorns-trilogia-dos.html
Jaíne @literariafarofa 14/05/2016minha estante
Me senti exatamente assim quando terminei. Gostei da história, gostei da ideia central, não achei o final ruim e principalmente, gostei muito do Jorg. Mas realmente senti falta de mais, senti falta de conhecer os outros personagens, senti falta de algumas explicações a respeito do Império em si. Espero que em Prince of Fools tenha algo pra suprir essa necessidade de informação que restou.
Ótima resenha, parabéns!




kk 06/03/2016

Bom, mas o pior dos três
A trilogia dos espinhos teve uma história interessante aonde descobrimos q o mundo atual é apenas um reflexo destruido e podre do antigo mundo dos construtores.
Achei a jornada de jorg maravilhosa, mas o autor não se aprofundou como deveria nesse universo maravilhoso q criou, deixando assim muuuuuitas questões sem resposta, e um mundo mal explorado.
Como eu disse a jornada foi boa mas o final deixou muito a desejar.
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Whebson 26/03/2018

Um ótimo final para a saga de Jorg de Ancrath!
Aqui á leitura é adulta, recheada de crueldade e violência, nada de romance meloso, a trologia tem um final surpreendente que faz todo o sentido. E digo ainda, o final é chocante, diferente e brutal hahahaha Mark Lawrence é genial!
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André Ivo 25/12/2015

Vai deixar Saudade!
Após 03 livros, acompanhando a história de Jorg Ancrath e seus irmãos, só poderia dizer que o sentimento que vai ficar após este terceiro livro é SAUDADE e aquele gosto de quero mais.
Durante essa trilogia vimos Jorg amadurecer, e ficar mais responsável, porém, nunca deixando de resolver os problemas a sua maneira. Os personagens são excelentes e o final pode ser difícil de digerir, porém, eu gostei da forma "inesperada" como Mark encerrou essa trilogia.

Com certeza vai ser muito difícil encontrarmos um personagem tão cativante quanto Honório Jorg Ancrath, esse sim é um personagem que merece ser revisitado de tempos em tempos.
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Maria.Clara 08/09/2020

Maravilhoso
O livro é muito bom, porém não gostei muito do final, achei um pouco desnecessário.
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May 01/10/2015

Emperor of Thorns é o último livro da Trilogia dos Espinhos e, como o próprio nome do livro sugere, mostra Jorg a caminho de ser coroado imperador do Império Destruído. O livro começa um pouco depois dos eventos de King of Thorns (que eu não resenhei). Jorg está indo para o Congresso para tentar usar de sua influência e votos para realizar sua vontade de virar imperador.

Eu dei 2 estrelas para os dois livros anteriores e para esse não foi diferente. A maioria dos meus problemas apareceu mais uma vez nesse terceiro livro e algumas outras coisas novas também me incomodaram.

site: https://sobresonhoselivros.wordpress.com/2015/10/01/resenha-emperor-of-thorns/
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Wonderland of Books 03/08/2018

Um final....
Perfeito.
Amei essa trilogia.
Não tenho o que reclamar.
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Jessy 14/04/2020

Jorg
Gente, Jorg de Ancrath é o típico personagem canalha (sim, ele é tooodo errado) que eu amei ler a história e torcer por ele. Eu particularmente amei o final, embora tenha muitas divergências. A trilogia terminou muito bem e com uma narrativa muito melhor que dos 2 primeiros. Mais personagens, mais lutas, misticismo e tramoias do Jorg.
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