Emperor Of Thorns

Emperor Of Thorns Mark Lawrence




Resenhas - Emperor of Thorns


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kk 06/03/2016

Bom, mas o pior dos três
A trilogia dos espinhos teve uma história interessante aonde descobrimos q o mundo atual é apenas um reflexo destruido e podre do antigo mundo dos construtores.
Achei a jornada de jorg maravilhosa, mas o autor não se aprofundou como deveria nesse universo maravilhoso q criou, deixando assim muuuuuitas questões sem resposta, e um mundo mal explorado.
Como eu disse a jornada foi boa mas o final deixou muito a desejar.
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André Ivo 25/12/2015

Vai deixar Saudade!
Após 03 livros, acompanhando a história de Jorg Ancrath e seus irmãos, só poderia dizer que o sentimento que vai ficar após este terceiro livro é SAUDADE e aquele gosto de quero mais.
Durante essa trilogia vimos Jorg amadurecer, e ficar mais responsável, porém, nunca deixando de resolver os problemas a sua maneira. Os personagens são excelentes e o final pode ser difícil de digerir, porém, eu gostei da forma "inesperada" como Mark encerrou essa trilogia.

Com certeza vai ser muito difícil encontrarmos um personagem tão cativante quanto Honório Jorg Ancrath, esse sim é um personagem que merece ser revisitado de tempos em tempos.
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May 01/10/2015

Emperor of Thorns é o último livro da Trilogia dos Espinhos e, como o próprio nome do livro sugere, mostra Jorg a caminho de ser coroado imperador do Império Destruído. O livro começa um pouco depois dos eventos de King of Thorns (que eu não resenhei). Jorg está indo para o Congresso para tentar usar de sua influência e votos para realizar sua vontade de virar imperador.

Eu dei 2 estrelas para os dois livros anteriores e para esse não foi diferente. A maioria dos meus problemas apareceu mais uma vez nesse terceiro livro e algumas outras coisas novas também me incomodaram.

site: https://sobresonhoselivros.wordpress.com/2015/10/01/resenha-emperor-of-thorns/
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Becky 01/12/2015

"No final, não há magia, só vontade."
Francamente, últimos livros de trilogias são extremamente decepcionantes, mas, assim como Jorg, parece-me que o autor gosta de ser do contra. Mark nos faz rir, com os comentários e situações menos propensas à isto; nos faz pensar em o quão nos achamos inteligentes e sábios, em relação aos antepassados, por nossa ciência; joga em nossa cara a brutalidade; nos obriga a acostumar com o sangue e até ansiar por ele; nos faz sentir tudo de uma forma tão real, que estranho não estar lá; tantos trechos tão interessantes que me fizeram acabar com pelo menos metade da tinta do marca texto.
O maravilhoso, o mais incrível e espetacular, é ver como o protagonista cresceu e amadureceu, mas continua o mesmo em sua essência, continua o nosso Jorg.
Um enigma importante(o mais importante, eu diria), eu acabei por desvendar cedo demais, o final, bem, é possível dizer que o penúltimo capítulo eu previ e o último me deu um tapa.
Provavelmente poderia falar melhor desse livro com um tempo maior do que 5 minutos após a leitura, com a cabeça mais fresca e o coração menos despedaçado, mas infelizmente nunca possuirei eloquência suficiente para fazer valer esse livro, então que prevaleçam meus sentimentos. Afinal, quando um livro me desperta tantos e chega a prejudicar um pouco meu julgamento, ele com toda a certeza foi muito mais do que eu imaginava.
Adeus, Jorg de Ancrath, você me deixou com uma terrível ressaca, seu maldito.
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fabiodardes 04/09/2015

Para sempre um eco!
Quem chegou até o terceiro e último livro da Trilogia dos Espinhos sabe que não foi nada fácil. Entre sentimentos de ódio e amor, aprendemos a compreender a perturbada mente de Jorg de Ancrath.
Em Emperor of Thorns nós finalmente conhecemos o Rei Jorg por inteiro. Entre viagens no passado e desafios do presente, percebemos que o Império Destruido só será salvo do temido Rei Morto caso Jorg consiga realizar o seu sonho de ser Imperador e nós, leitores, torcemos para isso aconteça (mesmo que signifique morte e tripas para todos os lados).
É também no último livro que conhecemos mais sobre o maravilhoso mundo pós-apocalíptico recheado de magia, tecnologia e mais dos cruéis e peculiares costumes medievais que Mark Lawrence criou, preparando o terreno para a Trilogia da Rainha Vermelha.
Mesmo depois da última página, o que resta é um eco.
Vida longa à Jorg!
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Ingrid.Oliveira 21/09/2018

Livro de gente grande, sim, senhor
Eu ainda fico sem palavras quando lembro dessa trilogia.

Simplesmente maravilhosa!

O Mark construiu um personagem perfeito. A evolução do protagonista do primeiro para o último livro é impecável. Redenção, crescimento e muito, mas muuuuuito sangue!

Existe uma série de questões bastante profundas para se discutir, mas prefiro que o leitor experimente por si próprio. Afinal, quando eu comecei essa trilogia, não era nada além de um tiro no escuro e ela sambou na cara das expectativas.
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Gabi.Prates 27/05/2018

Muito bom, uma das primeiras ou se não a primeira trilogia q eu leio q não contem romance quase nada de romance
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Patricia 17/10/2015

Estou nesse momento, escrevendo essa resenha, com uma baita ressaca literária. Sim, a Trilogia dos Espinhos chegou ao fim. Não, não sei como irei viver agora. Então não vou dar muitos detalhes nessa resenha. Já vou pedindo desculpas adiantadas para quem estava esperando uma resenha gigantesca. Esse livro sem dúvidas merece páginas e mais páginas sobre a minha opinião, mas prefiro me abster de escrevê-las para que vocês possam aproveitar cada segundo do livro, como eu aproveitei.

Emperor of Thorns se inicia com uma grande novidade (que não irei revelar! Muahahaha). Jorg está a caminho do Congresso para mais uma votação para escolher o novo Imperador. Obviamente, o normal seria imaginar que mais uma vez isso não dará em nada. Mas não é isso que Jorg parece pensar. Ele tem certeza que será escolhido como Imperador dessa vez. A situação também não está muito boa no reino, O Rei Morto está cada vez mais poderoso e ao que parece é só uma questão de tempo até que os mortos se espalhem por toda a terra com o seu reinado de morte e terror. Por sinal, os mortos não são o único terror que o Rei Morto está trazendo. Então a própria jornada de Jorg até a capital do Império poderá se provar extremamente perigosa, com ou sem guarda para protegê-lo.

E mais uma vez, a narração de Jorg é dividida entre eventos presentes e eventos de 5 anos atrás. Os eventos do passado dão continuidade ao que já foi mostrado no último livro. Jorg continua conhecendo mais do Império, se metendo em ainda mais confusão (na sessão da tarde) em situações mais do que suicidas. E essas narrações do passado fecham lacunas que foram deixadas em King of Thorns.
Esse livro nos mostra que muitos planos estão em ação, não são apenas o Rei Morto e os tais bruxos mexendo as cordas por trás dos panos. E agora, além de se preocupar com profecias e diversas visões do futuro, Jorg precisará decifrar o mistério por trás do passado dos construtores.

Uma outra novidade desse livro é a narração da Chella, a necromante. É interessante ver esse outro lado, assim com foi com a Katherine. E nesse caso, é ainda melhor por nos deixarmos ter deslumbres dos planos do Rei Morto.
O livro se encaminha para o encerramento de forma espetacular. Te prendendo a cada palavra, a cada virada de página. E o frio na barriga que você sente no início do livro vai lentamente se transformando em um ataque cardíaco conforme o fim se aproxima.
Não acho que alguém vá reclamar do final desse livro, mas garanto que você estará com um vazio no peito e um aperto no coração quando terminar de ler o endereço do site da DarkSide (não entendeu? Leia que você irá entender).
O que mais me conquistou nessa trilogia, além do sangue, foi a jornada do Jorg. Desde o garoto que viu sua mãe e irmão serem assassinados enquanto estava preso nos espinhos, até o homem que se encaminha para o Congresso com a certeza que será o Imperador, tendo a sombra do Rei Morto atrás de si. Se tornando algo que nem mesmo ele poderia imaginar.

Então o que eu posso te garantir é, Mark Lawrence não irá te decepcionar. Sem dúvidas, essa trilogia valeu cada centavo e cada segundo. Uma estória que conquistou um lugar mais do que merecido na minha lista de favoritos e que me fará comprar todo e qualquer livro que o autor venha a lançar.

Quanto a mim? Bem, eu vou continuar por aqui, encarando o vazio, afundada em minha ressaca…

site: http://ciadoleitor.blogspot.com.br
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Fabio Ferreira 11/12/2016

Confuso
A história é boa, a ideia excelente, mas me perdi diversas vezes. Principalmente com os pensamentos de Jorg. As vezes não sabia se era presente, passado ou futuro. Eu achei muito confuso e não curti como queria.
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Thais 09/01/2016

Nada fica no caminho de Jorg Ancrath
Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores.

Jorg não está satisfeito. Ainda lhe negam o título de Imperador e a ameça do Rei Morto cresce a cada dia, com um mar de ressurgidos adentrando o continente, a Centena para talvez reconstruir o Império e coroar um novo líder se aproxima, e o Sol dos Construtores é um enigma que está cada vez mais presente – e ameaçador.

Em Emperor of Thorns, o último livro da Trilogia dos Espinhos, os ânimos estão acirrados e a história é dividida em três partes: a história atual de Jorg, a atual de Chella (aquela necromante) e o passado de Jorg, que abrange tanto o período em que ele conheceu os irmãos de estrada quanto o período antes do livro King of Thorns, que responde muitas questões – como onde ele encontrou uma arma. O mais importante, entretanto, é onde ela estava e com quem. Sim, já sabemos com quem pelo livro anterior, mas não deixa de ser surpreendente a maneira como descobrimos.

Confira a resenha completa no site Experimento42

site: http://www.experimento42.com.br/emperor-of-thorns-resenha/
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Elton Moraes 04/04/2016

O fim de uma saga
Muito tempo após ter concluído "King of Thorns", senti a leitura meio travada e até um pouco maçante no começo, mas aos poucos tudo engatilhou e consegui seguir sem maiores problemas. Como os livros anteriores, "Emperor of Thorns" é narrado em primeira pessoa por Jorg Ancrath (que parece ter encontrado certo equilíbrio em suas ações dúbias) e se passa em duas linhas temporais, no presente e há cinco anos. A única diferença, é que neste volume também temos o ponto de vista da (ex-) necromante Chella. Indo e vindo entre o presente e o passado, a história vai se moldando para se encaixar somente nos últimos capítulos, em que acontece o grand finale, que, apesar de ser de certo modo previsível, me surpreendeu com algumas de suas revelações. Por fim, a trilogia é bem fechada por este volume, mostrando o fim da saga de Jorg por aquilo que mais desejava, encerrando uma das melhores histórias que já tive o prazer de ler.
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Joao.Felipe 10/02/2017

Ousado mas cansativo em alguns momentos.
Nesse livro tive a sensação de esperar demais para as coisas acontecerem, acho que autor desperdiça a historia principal dando foco demais a historia de "5 anos atrás" embora ela seja importante para a resolução do livro.

O final é ousado e inesperado, mas o livro se arrasta mt em mts momentos, sua narrativa é cansativa, ela sofre mts altos e baixos durante o história, Jorg é um personagem memorável e diferente dos tradicionais, por ele o livro e saga valem a pena.
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Silas 23/01/2017

A Jornada do Anti-Heroi
Jorg Ancrath, personagem principal dá trilogia dos espinhos, que muitos gostam e outros tantos não gostam. Terminei de ler a saga agora, e creio que todas as atrocidades cometidas pelo personagem foram necessárias para a evolução e a redenção dele. E o que mais gostei na obra, foi a jornada do herói distorcida que nos foi apresentada, ao contrário das histórias normais que mostram um personagem sofrido que encontra várias adversidades (não se enganem, Jorg sofreu muito), e com a ajuda dos seus fiéis amigos conseguem ter a vitória no final sem deixar estragos pelo caminho. Com Jorg isso foi muito diferente, por onde ele passava ele deixava medo; a lealdade que os irmãos dele tinham, só durava até ele virar as costas, na menor vacilada era uma apunhalada garantida; seu próprio pai foi o que mais torturou ele de forma psicológica. Esse último livro foi muito bom pelo fato de mostrar o personagem tentando ser melhor, e eu creio que ele conseguiu isso, conseguiu terminar tudo com a consciência limpa.
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Diogo 19/12/2016

O autor acertou
Em finalmente terminar com aquilo que não foi capaz de conduzir. Dei 4 estrelas para o primeiro, 3 para o segundo e 2 nesse. Fico feliz em saber que não terei de dar uma para um próximo.
É triste ver uma bela construção de mundo e um personagem que parecia promissor ir se arrastando em meio a situações cujos problemas são solucionados de forma forçadíssima e precisar ler toneladas de flashbacks cansativos para compreender o que acontece no fim do livro.
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