Emperor Of Thorns

Emperor Of Thorns Mark Lawrence




Resenhas - Emperor of Thorns


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Thais 09/01/2016

Nada fica no caminho de Jorg Ancrath
Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores.

Jorg não está satisfeito. Ainda lhe negam o título de Imperador e a ameça do Rei Morto cresce a cada dia, com um mar de ressurgidos adentrando o continente, a Centena para talvez reconstruir o Império e coroar um novo líder se aproxima, e o Sol dos Construtores é um enigma que está cada vez mais presente – e ameaçador.

Em Emperor of Thorns, o último livro da Trilogia dos Espinhos, os ânimos estão acirrados e a história é dividida em três partes: a história atual de Jorg, a atual de Chella (aquela necromante) e o passado de Jorg, que abrange tanto o período em que ele conheceu os irmãos de estrada quanto o período antes do livro King of Thorns, que responde muitas questões – como onde ele encontrou uma arma. O mais importante, entretanto, é onde ela estava e com quem. Sim, já sabemos com quem pelo livro anterior, mas não deixa de ser surpreendente a maneira como descobrimos.

Confira a resenha completa no site Experimento42

site: http://www.experimento42.com.br/emperor-of-thorns-resenha/
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Duuda Mendes 14/01/2016

A Despedida de um Imperador
[...] Emperor of Thorns começa 5 anos depois dos acontecimentos de King of Thorns, Jorg agora é Rei de 7 reinos e esta se preparando para ir a conferencia da Centena para votação do novo Imperador. O livro já começa com uma surpresa - acho que ninguém (ou a maioria) esperava, e esse spoiler eu vou me conter - fiquei quase em estado de choque, eu pensei: Serio mesmo? Jorg não tem nem uma capacidade para isso haha, mas enfim, passado meu choque, continuei com a leitura fui percebendo que agora ficou mais fácil de visualizar os acontecimentos dos Construtores, o que eles eram e o que eles fizeram.

O livro, como todos os outros tem muitos flash back, dos acontecimentos que ocorreram até o presente da estoria, o que sempre da uma angustia pois nunca sabemos que o Jorg vai fazer, porque ele nunca tem planos - bem, tem planos, mais nunca quase os diz - as coisas acontecem de uma forma que posso dizer bizarra as vezes, e os flash back é para explicar o porque e como Jorg esse a ideia ou como ele descobriu tal coisa. Esse método sempre me deixava frustada, com raiva e depois com uma sensação de euforia, Mark Lawrence consegue fazer cada pagina uma montanha russa. [...]

Continue lendo em Sonhos do Inverno, te espero lá ;)

site: http://sonhosdo-inverno.blogspot.com.br/2015/12/livro-emperor-of-thorns-trilogia-dos.html
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Eclipsenamadrugada 21/02/2016

Um breve Imperador
Este foi mais interessante que o segundo, aqui houve decisões mais ousadas, o Rei foi inteligente, e a historia toda foi bem legal, valeu muito ter lido essa trilogia.
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Gustavo 06/03/2016

Emperor of Thorns é o último livro da trilogia dos Espinhos, o autor nos traz um pequeno capítulo, fazendo uma recapitalização dos fatos mais importantes até o momento, e ele faz isso porque considera o tempo de lançamento desse livro um pouco demorado em relação ao segundo.
A história continua sendo narrada pelo rei Jorg Ancrath, e nesse terceiro exemplar, temos também capítulos narrados por Chella, uma necromante, que Jorg derrotou no primeiro livro, mas que está de volta para atormentá - lo. No final do segundo livro, Jorg toma posse de um anel, feito pelos enigmáticos Construtores. Através desse anel ele tem contato com um fantasma : Fexler. Ele foi um Construtor, e revela a Jorg que outros fantasmas de seus antigos companheiros residem em máquinas construídas por eles. Fexler sacia muitas das indagações de Jorg em relação aos famosos Construtores, e qual o objetivo deles; que mesmo depois de mortos, continuam a influenciar os acontecimentos do Império. Outro detalhe importante é que assim como os dois livros anteriores, nesse também temos capítulos que narram a jornada do nosso anti - herói, no passado e no presente. No passado Jorg continua sua viagem pelo Império, formando alianças, conhecendo aqueles monarcas que serão candidatos a Imperador na próxima eleição da Centena. No presente ele recebe a famosa guarda Gilden, um grupo de soldados que é enviado especialmente a todos os reinos do Império, para escoltar todas as comitivas de cada rei que se dirigirá a eleição em Vyene, maior cidade de todos os reinos. Para ler a resenha completa, acesse:

site: http://www.blogleituravirtual.com/2015/09/resenha-emperor-of-thorns-mark-lawrence.html
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Elton Moraes 04/04/2016

O fim de uma saga
Muito tempo após ter concluído "King of Thorns", senti a leitura meio travada e até um pouco maçante no começo, mas aos poucos tudo engatilhou e consegui seguir sem maiores problemas. Como os livros anteriores, "Emperor of Thorns" é narrado em primeira pessoa por Jorg Ancrath (que parece ter encontrado certo equilíbrio em suas ações dúbias) e se passa em duas linhas temporais, no presente e há cinco anos. A única diferença, é que neste volume também temos o ponto de vista da (ex-) necromante Chella. Indo e vindo entre o presente e o passado, a história vai se moldando para se encaixar somente nos últimos capítulos, em que acontece o grand finale, que, apesar de ser de certo modo previsível, me surpreendeu com algumas de suas revelações. Por fim, a trilogia é bem fechada por este volume, mostrando o fim da saga de Jorg por aquilo que mais desejava, encerrando uma das melhores histórias que já tive o prazer de ler.
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Fabio Ferreira 11/12/2016

Confuso
A história é boa, a ideia excelente, mas me perdi diversas vezes. Principalmente com os pensamentos de Jorg. As vezes não sabia se era presente, passado ou futuro. Eu achei muito confuso e não curti como queria.
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Diogo 19/12/2016

O autor acertou
Em finalmente terminar com aquilo que não foi capaz de conduzir. Dei 4 estrelas para o primeiro, 3 para o segundo e 2 nesse. Fico feliz em saber que não terei de dar uma para um próximo.
É triste ver uma bela construção de mundo e um personagem que parecia promissor ir se arrastando em meio a situações cujos problemas são solucionados de forma forçadíssima e precisar ler toneladas de flashbacks cansativos para compreender o que acontece no fim do livro.
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Silas 23/01/2017

A Jornada do Anti-Heroi
Jorg Ancrath, personagem principal dá trilogia dos espinhos, que muitos gostam e outros tantos não gostam. Terminei de ler a saga agora, e creio que todas as atrocidades cometidas pelo personagem foram necessárias para a evolução e a redenção dele. E o que mais gostei na obra, foi a jornada do herói distorcida que nos foi apresentada, ao contrário das histórias normais que mostram um personagem sofrido que encontra várias adversidades (não se enganem, Jorg sofreu muito), e com a ajuda dos seus fiéis amigos conseguem ter a vitória no final sem deixar estragos pelo caminho. Com Jorg isso foi muito diferente, por onde ele passava ele deixava medo; a lealdade que os irmãos dele tinham, só durava até ele virar as costas, na menor vacilada era uma apunhalada garantida; seu próprio pai foi o que mais torturou ele de forma psicológica. Esse último livro foi muito bom pelo fato de mostrar o personagem tentando ser melhor, e eu creio que ele conseguiu isso, conseguiu terminar tudo com a consciência limpa.
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Joao.Felipe 10/02/2017

Ousado mas cansativo em alguns momentos.
Nesse livro tive a sensação de esperar demais para as coisas acontecerem, acho que autor desperdiça a historia principal dando foco demais a historia de "5 anos atrás" embora ela seja importante para a resolução do livro.

O final é ousado e inesperado, mas o livro se arrasta mt em mts momentos, sua narrativa é cansativa, ela sofre mts altos e baixos durante o história, Jorg é um personagem memorável e diferente dos tradicionais, por ele o livro e saga valem a pena.
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Paulo 11/06/2017

O volume final da Trilogia dos Espinhos conta uma história de redenção. O autor procura mostrar neste volume como o mundo funciona em tons de cinza. E até mesmo um ser humano desprezível como Jorg pode ter lapsos de amor, ternura e honra.

A história avança alguns anos depois do confronto de Jorg com Egan. Jorg agora é soberano de vários reinos que eram vassalos do falecido príncipe de Arrow. O personagem segue para Vyenne se reunir com outros lordes da Centena e tentar eleger um novo imperador. Estranhamente Jorg parece confiante de que tudo sairá conforme os seus planos. Mas, uma estranha sombra se coloca entre Jorg e o trono em Vyene: as tropas do Rei Morto.

Como em outros volumes da trilogia, Lawrence trabalha com duas temporalidades: o presente e o passado. No passado, Jorg sai das tórridas costas de Cantalona e se dirige para a árida região da Liba encarar o califa que ameaça as terras de seu avô. Lá ele vai encontrar mais relatos sobre os Construtores e enfrentar terríveis inimigos.

A mecânica dos flashbacks não funciona tão bem aqui (ou pelo menos de uma maneira satisfatória). Achei as passagens confusas demais principalmente quando Lawrence decide mudar também o Ponto de Vista. Além de passado e presente, o livro alterna entre Jorg e Chella. Isso acaba por confundir a cabeça do leitor que vê uma sequência sendo quebrada abruptamente. Se em King of Thorns esse mecanismo não prejudicou a narrativa, aqui isto é o extremo oposto.

O enredo é interessante aqui. Existe uma iminência na jornada de Jorg em direção à Vyenne. Pela primeira vez nós conseguimos entender a importância das sandices de Jorg. A necessidade de construir alianças, analisar os oponentes e entender quando e como uma ação deve ser feita. Aquele traço de infalibilidade não está tão presente aqui porque as ações do personagem são justificadas a partir de anos de planejamento (apesar de eu ter achado uma desculpa fajuta para alguns elementos de enredo, mas, okay).

Apesar de ter contado muita coisa sobre a história dos Construtores, Lawrence deixa muitas pontas soltas. Como eu imaginei, é um mundo que ele pretende revisitar outras vezes e, por isso, não há pressa em mostrar todas as suas cartas. Por que Fexler se rebelou? É só por que ele deseja uma terceira via? E a questão da magia? Eu tenho uma teoria insana: o mundo de Jorg poderia ser uma realidade virtual a la Matrix e os Construtores seriam os responsáveis pela manutenção do jogo. Os habitantes do mundo seriam homens de baixa categoria colocados neste mundo para servirem de espetáculo. Ideia completamente insana, não acham?

Alguns personagens são aprofundados como Chella e Makin, por exemplo. Vemos que controlar a morte é como uma droga para Chella. As energias negativas fazem com que os seus sentidos se abram mais. Quando Jorg a derrotou nos Pântanos de Ken, ele a deixou fraca e à mercê do Rei Morto. A respeito de Makin conhecemos um pouco mais sobre ele e como ele foi parar nos calabouços do Castelo Alto. Makin é considerado quase como um amigo de Jorg. Ou o mais próximo que essa palavra significa para o protagonista.

Outros personagens recebem mais espaço como Miana e o padre Gomst. Realmente Miana é a esposa ideal para Jorg. Lawrence a construiu de maneira muito complementar a ele. Mas, é possível compreender o relativo distanciamento do protagonista em relação à sua esposa. Não é que ele seja perdidamente apaixonado por Katherine. É que ele não sabe como amar; tudo o que ele entende é fúria e violência. Mas ao mesmo tempo Jorg desenvolve uma afetividade em relação a ela, revelando um lado que nem mesmo ele conhecia.

Como nos volumes anteriores, o final não é completamente satisfatório. Achei melhor do que no volume 1 e 2, mas ainda assim o autor tem dificuldades em apresentar e encerrar o clímax da história. A batalha final em Vyenne é emocionante e nós queremos ver logo o que vai acontecer a seguir. Mas, a queda do ritmo para o encerramento da história é brusco demais. Nesse volume esse súbito rompimento de ritmo é maior porque o ciclo de Jorg se encerra nesta história.

A Trilogia dos Espinhos é uma história diferente. O autor nos apresentou um personagens com características estranhas àquele modelo de herói virtuoso. De certa forma, Jorg percorre a jornada do herói. Não a realiza rigorosamente segundo os elementos clássicos da fantasia. A trama tem suas falhas, mas é bem conduzida e apresenta alguns plots interessantes. Recomendo o livro, mas com reservas.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Fabio Pedreira 13/06/2017

Emperor of Thorns
De príncipe a assassino, rei, e agora em busca de ser um imperador e prestes a ser papai, pois é, a prova de que todo Pokémon evolui.

Quando deixamos o rei Jorg ao fim de King of Thorns, ele tinha acabado de derrotar as forças do príncipe Orrin (pretendente a imperador e possível salvador do império) e se tornado rei de sete nações antes governada pelo príncipe derrotado. Já em Emperror of Thorns suas pretensões são maiores, claro, e ser rei apenas não basta, sendo o título de imperador o cargo mais cobiçado por Jorg desde sempre.

E com isso nós iniciamos a trama. Novamente com um salto temporal, Jorg agora conta com 20 anos e está prestes a ser pai. Sua esposa Miana (agora com 15 anos) está prestes a dar à luz e isso tudo às portas do congresso que reúne todos os reis e aspirantes ao trono do império para a grande votação a fim de decidir se haverá um novo imperador.

Mas, além disso, uma nova ameaça que andava pairando de longe desde os outros volumes parece despertar de vez, que é a grande presença do Rei Morto, que busca também governar não só o império como o mundo todo. Com isso tudo você forma a trama central desse final de trilogia. É uma trama interessante? É. O livro continua bom? Continua. Porém, devo fazer algumas ressalvas.

Para começar, assim como os dois volumes anteriores, o livro fica se alternando entre passado e futuro – o que em si não é ruim, mas, assim como no segundo volume, ele parece se focar a maior parte do seu tempo nesses acontecimentos antigos para juntar no final, e, quando vem para o presente, tudo acontece com uma velocidade surpreendente com cortes para não enrolar a trama, mas isso acaba às vezes dando a sensação de que o que realmente importava não foi desenvolvido direito.

E sim, elas poderiam ser melhores, até porque quando você vai juntar as coisas do fim do livro com aquele passado, percebe-se que algumas partes poderiam ter sido dispensáveis e trabalhada de uma forma melhor. Em compensação, ao contrário do segundo livro, aqui não há flashbacks no meio dos capítulos do presente e dessa vez não dá para confundir presente com passado, o que é um ponto positivo.

Outro fato legal que achei em relação ao segundo livro e que aqui teve continuidade foi o de poder ver partes da história por um ponto de vista diferente, onde antes era o ponto de vista de Katherine aqui passa a ter capítulos totalmente dedicados a Chella, uma necromante a qual Jorg tem alguns embates durante a trilogia. Aqui nesse livro ela tem um papel muito significativo para a trama.

Os personagens por sinal continuam todos muito bem caracterizados e bem construídos, com um Jorg mais louco do que nunca a fim de fazer de tudo para evitar que algum mal aconteça a seu filho ou à sua esposa. E também passando por cima de tudo e de todos para conquistar seus objetivos, apesar de que dessa vez achei algumas das atitudes dele meio que sem sentido (mais para o fim do livro).
E por falar em livro, eu sou todo elogios pelos livros da DarkSide, adoro as capas, o cuidado que eles têm, o trabalho interno e tudo mais. Isso me fez deixar passar um erro de ortografia ou outro nos dois primeiros livros, afinal, era algo raro de encontrar, mas aqui nesse terceiro, vou te contar, era quase um a cada 5 páginas, a coisa estava feia, alguém se descuidou legal nesse quesito.

Em relação ao final do livro e da trilogia devo dizer que não foi o que eu esperava (não digo bom ou ruim, mas no sentido mesmo de que eu achei que ia ser de um jeito e foi de outro). Foi um final que eu chamaria de 50%, porque metade dos leitores podem gostar, assim como podem odiar. Então eu prefiro não opinar em relação ao que achei, para que vocês fiquem na curiosidade e tirem suas próprias conclusões.

Enfim, é isso, no geral a trilogia é muito boa, tem uma história muito legal, com personagens marcantes e que gostaria muito de ver sendo adaptada por uma HBO da vida para a televisão. Mas, infelizmente, achei o terceiro livro o mais fraquinho dos três, não sei se por expectativas demais ou outra coisa, mas ele não é ruim, e com certeza vale muito a leitura.

Obs: A trilogia de Jorg acabou, mas sairá uma nova trilogia que se passará no mesmo universo, que é a trilogia da Rainha Vermelha (inclusive o primeiro livro já foi lançado há algum tempo e pretendo resenhar no futuro para vocês).

site: http://www.revelandosentimentos.com.br/2017/06/resenha-emperor-of-thorns.html?showComment=1497360460804#c1691042651933706429
Rafa Ferrante 13/06/2017minha estante
Cada vez mais ansioso para ler, pena que tenho somente Rainha Vermelha, vou esperar comprar Prince para começar a leitura.


Fabio Pedreira 13/06/2017minha estante
Comecei a ler o da rainha vermelha, to no comecinho ainda mas me parece que se passa ao mesmo tempo dos eventos da trilogia dos espinhos.E até agora parece que da pra ler independente.


Rafa Ferrante 13/06/2017minha estante
Hum, qualquer coisa me fala se tem spoilers, assim posso ler tranquilo.


Fabio Pedreira 14/06/2017minha estante
Viu. Até agora não.


Glauberolive 12/07/2017minha estante
Paixão por essa trilogia, comprei prince por acaso e agora já com saudade de Emperor, e olha que nem terminei ainda. Muito bom :)


Fabio Pedreira 13/07/2017minha estante
É muito boa mesmo. Comecei a da Rainha Vermelha e espero que continue .




Gabi.Prates 27/05/2018

Muito bom, uma das primeiras ou se não a primeira trilogia q eu leio q não contem romance quase nada de romance
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spoiler visualizar
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