O Alçapão

O Alçapão Lisa McMann




Resenhas - O Alçapão


5 encontrados | exibindo 1 a 5


Natan 11/02/2019

Obrigado por tudo Lisa MacMann!
O melhor até aqui. Simplesmente perfeito o jeito em que abordam as questões sociais da época e em como os acontecimentos se desenvolvem até o final. A série segue a mesma dinâmica na escrita. Parte da história dos E.U.A por um livro de adolescente de forma magnífica (em certas partes fui pesquisar mais e mais sobre tudo que estava acontecendo e de fato foram fatos concretos)
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Nat 28/09/2016

Em mais uma viagem no tempo, Riq, Dak e Sera vão parar nos EUA de 1850, época em que a briga entre o norte e o sul do país em torno da escravidão estava no ápice. Uma nova lei, chamada Lei dos cães de caça, decreta que os escravos podem ser capturados em qualquer estado e vendidos no sul, escravagista, sem nenhum julgamento. Para piorar a situação, Riq é capturado para ser vendido como escravo. Enquanto Dak e Sera fazem de tudo para libertar o amigo ao mesmo tempo em que tentam evitar os agentes da SQ, o jovem Riq descobre pistas de seus antepassados e, mesmo receando, mexe para que a história de sua família tome um rumo diferente.

Como todos os livros da série, essas reviravoltas com o tempo fazem a história ser muito envolvente. Gostei bastante deste, porque as mudanças que Riq faz alteram diretamente sua família, nas outras vezes as alterações não significavam nada pessoal ao trio principal de protagonistas. Então foi interessante imaginar as conseqüências desta vez. Recomendado.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2016/09/o-alcapao-lisa-mcmann-rc-2016.html
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Carolina DC 14/07/2014

"O Alçapão" é o terceiro livro da série Infinity Ring e é o que tem a história mais pessoal até o momento. Alguns leitores devem estar se perguntando: Mas o resgate dos pais do Dak não é pessoal? Sim, é muito pessoal, mas até o momento é mais como uma missão a ser completada.

Após a saída do trio de Washington em 1814, onde eles corrigiram uma Fratura na Casa Branca, Sera, Dak e Riq vão para Cambridge, Maryland no ano de 1850, onde devem tentar ajudar os Abolicionistas.

O leitor acaba sendo apresentado à infância de Riq, que foi criado por sua avó, uma mulher muito inteligente que mostrou a ele a história de seus ancestrais. Ao chegar em Cambridge Riq é capturado e se depara com Kessiah e seus filhos James e Araminta. Juntos, os quatros serão leiloados na praça local.

Riq terá que tomar uma decisão pessoal importante, que pode alterar drasticamente a história de sua família e até mesmo a sua existência. As explicações pelas Reminiscências de Riq e sua tentativa de ocultar dos demais viajantes, seus medos e anseios são discutidos em "O Alçapão".

Enquanto Riq é capturado, Sera e Dak precisam resolver o enigma, corrigir a Fratura e salvar o amigo. Sem dúvida o terceiro livro da série é o que mais emocionou até o momento.

Os elementos interativos da série permanecem: tantos os enigmas quanto as imagens e fica claro que conforme eles avançam na missão, mais difícil ela está se tornando!

"Riq ficou boquiaberto e depois cerrou os dentes, furioso. Ele engoliu em seco, sentindo a raiva incendiá-lo por dentro e lançar brasas fumegantes em sua garganta à medida que uma onda de desesperança tomava conta de seu corpo. Ele fechou os olhos e bateu a cabeça contra a lateral da carroça, sentindo a nuca ser atingida pelas gotas de chuva que caíam como pequenas pedras. Uma lágrima quente escorreu pelo seu rosto antes que ele pudesse contê-la". (p. 53)

site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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Caio 23/02/2014

Resenha publicada por mim no blog Infinity Ring Brasil
Dak, Sera e Riq já passaram por muita coisa tentando salvar o mundo. Depois que Sera conseguiu concluir o projeto de um dispositivo que permite a quem o possuir viajar pelo tempo, e os três começaram a auxiliar uma organização secreta e milenar a consertar Grandes Fraturas na história, a vida deles transformou-se numa corrida louca e mortal contra o tempo.

Neste terceiro volume, os três estão de volta aos Estados Unidos, seu país de origem, mas em uma época bem diferente. O ano é 1850, e a sociedade norte-americana está em polvorosa por conta da situação escravocrata. Com a recente aprovação de novas leis, foi permitida a captura de negros alforriados, e sua consequente volta à situação de escravos. Por conta disso, iniciou-se uma verdadeira caçada aos negros libertos, movida pela possibilidade do lucro. E qualquer um que tente ajudar um negro também estará em sérios apuros.

No meio desse caos iminente, estão Dak, Sera e Riq, tentando decifrar as instruções do SQ e achar um Guardião da História para auxiliá-los. Mas a situação torna-se extremamente perigosa, e eles acabam descobrindo da pior maneira que não podem confiar em ninguém. Além disso, Riq enfrenta sérios problemas: por conta de seu tom de pele, acaba sendo confundido com um escravo, e agora corre terrível perigo. Além disso, ele descobre que essa Fratura tem tudo a ver com ele e seus antepassados, o que o leva a uma decisão que poderá custar sua vida.

A palavra que define esse terceiro volume é emocionante. A dura realidade da época acaba proporcionando momentos de deixar qualquer leitor indignado com a injustiça rotineira do período. Além disso, somos introduzidos a um lado da personalidade de Riq nunca antes visto, um lado sensível, preocupado, e nada egocêntrico. Afinal, estamos falando de sua família, não? Eu, que nunca fui muito fã do personagem, acabei me apegando mais a ele ao entrar em contato com esta faceta de sua personalidade. Percebemos o quanto ele está arriscando nisso tudo, o quanto esta odisseia também é difícil para ele, e o quão longe ele está disposto a ir para ajudar os outros.

Apesar de Riq brilhar nesse livro, e roubar totalmente a cena, pudemos ver mais de Dak e Sera juntos também (devido a circunstância que prefiro não mencionar). O personagem de Dak, particularmente, evoluiu muito neste volume, aprendendo a controlar um pouco a língua e as piadas sem graça.

O que nos leva ao ponto que me decepcionou um pouco no livro: o humor. As piadinhas não me agradaram nem um pouco e alguns momentos, cortando totalmente o clima de certas cenas. Apesar disso, em outros momentos as tiradas foram bem posicionadas e me fizeram rir. Mas, no geral, não gostei do humor no livro.

Apesar de não ser tão eletrizante quanto "Dividir e Conquistar", a carga emocional presente em "O Alçapão", e a forma incrível como a autora soube trabalhar as informações históricas o transformam em um livro que só acrescenta novas camadas aos personagens e à série em si. Este volume, como todos os outros, não te permitirá largá-lo enquanto você não chegar ao fim, e te deixará ansioso pelas próximas aventuras desses três jovens viajantes do tempo.

Com a sensação de que não fiz nem um pouco jus ao livro com esta resenha, encerro dizendo que a leitura é mais do que recomendada, e que o duro será esperar até maio pelo quarto volume. Enquanto isso, acompanhe as novidades da série aqui no blog e na nossa página no Facebook. Até a próxima!

facebook.com/InfinityRingBrasil

site: infinityringbrasil.blogspot.com
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Dhiego Morais | @liemderry_ 11/07/2016

O ALÇAPÃO
Após lutarem com guerreiros vikings (não se lembra disso? Visite nossa resenha de Infinity Ring #2 – Dividir e Conquistar, então!) e quase morrerem no meio de pedras gigantescas voando, flechas e berserkergangs, o trio se encontra dessa vez em 1850, Cambridge, Maryland, EUA.

Mais uma vez, o leitor pode se perder no começo devido ao salto temporal que Riq, Dak e Sera realizam para corrigir as Fraturas. Como a série é multimídia (você pode, depois de ler o livro, visitar a página da editora Seguinte e aproveitar os jogos), as Fraturas entre o final do livro anterior e as primeiras páginas do novo volume não são citadas. Só quem jogou os jogos e descobriu as pistas no site da Seguinte é que compreende o que se passou entre um livro e outro. Mas nada disso é um fator que o impedirá de ler os próximos livros. Muito pelo contrário! Se você jogou ou não jogou, não fará diferença para o entendimento de Infinity Ring (entretanto, não custa conferir!).



Devo dizer que O Alçapão é o melhor dos três livros, até o momento. Com uma escrita dinâmica e descontraída, leve e agradável, Lisa McMann deve agradar a gregos e troianos. O que eu mais valorizei nesse terceiro livro foi realmente o modo como McMann soube levar a história, sem perder a essência das personagens, todavia, atribuindo uma carga emocional gloriosa em Sera, Dak e principalmente Riq. Além de que... ESSE É COM CERTEZA O MAIS ENGRAÇADO DA SÉRIE! Eu me diverti do começo ao fim, rindo das barbaridades e do senso fora do comum de Dak.

“— Cadê o Square? — Sera perguntou. Ela sabia que eles estavam em algum lugar de Maryland no ano de 1850, mas para descobrir por quê, precisava consultar o tablet que haviam recebido dos Guardiões da História. — Se você fizer a mesma gracinha de novo e disser que guardou dentro da calça, Dak, vou ficar muito brava. Estou avisando.”).

A história se passa em 1850 (após o trio de Guardiões resolverem a Fratura na Casa Branca, em Washington de 1814), em um “Estados Unidos da América” (nem tão unido assim, nessa época) anterior à Guerra da Secessão. Cabe aos Guardiões impedir que a Fratura ocorra, enquanto devem conviver em um país assolado pelo período escravagista em sua pior fase: a de caça aos fugitivos.

Entretanto, além do fator ‘diversão e gargalhadas’ que O Alçapão carrega, o que provavelmente reforça-o como o melhor volume da série é o fator ‘emocional’. Por quê? Bem, pensemos o seguinte: você aporta em um país onde manter escravos é a coisa mais normal da vida, mas, claro, existem dissidentes que corroboram para a fuga desses escravos; e, como bônus, você é... Negro! Sim, pense na sensação de cair de paraquedas (ou melhor, ser catapultado pelo Anel do Infinito) em um país assim e, talvez, você descubra como Riq se sentiu. Antes, Riq era para mim apenas um guardião qualquer, meio sem sal. Contudo, Lisa MacMann conseguiu atribuir uma carga extremamente benéfica de emoções que o transfiguraram (sim, mais ou menos como se faz em Hogwarts) magicamente.

LEIA A RESENHA COMPLETA EM:

site: http://www.intocados.com/index.php/literatura/resenhas/477-resenha-o-alcapao-infinity-ring-3-lisa-mcmann
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