A Garota Que Você Deixou Para Trás

A Garota Que Você Deixou Para Trás Jojo Moyes




Resenhas - A Garota Que Você Deixou Para Trás


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Stella 12/02/2017

Daqueles livros pra perder o sono
A autora me ganhou em "como eu era antes de você". Quem não leu, leia.
Em "a garota que você deixou pra trás", nos é apresentado algo totalmente novo, são duas estórias com mulheres protagonistas. A primeira, se passa durante a sofrida primeira guerra, numa cidade francesa ocupada por alemães. A segunda, em anos recentes. Quando a primeira termina, mil dúvidas surgem, além da inquietação e você sofre. Quando a segunda se desenrola e começa a cruzar com a primeira, você fica tão inquieto pra saber o desenrolar que devora o livro. É envolvente, é surpreendente.
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Gladys 10/02/2017

Excelente!
Já li outros livros da autora e este foi o que mais me agradou.
A parte da guerra é de doer na alma...
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Cláudia 08/02/2017

A Garota Que Você Deixou Para Trás
Bom, o que dizer de um livro que ficou mais de um ano na minha estante olhando para mim e eu ignorando total... rsrsrs.
Tava cheia de receios, apesar de só ouvir coisas boas sobre ele. Resolvi lê-lo depois de MUITA insistência da Carol.
Devo confessar que foi uma tamanha surpresa.
"A Garota Que Você Deixou Para Trás", de Jojo Moyes, Editora Intrínseca, é uma história de uma poesia impressionante, uma história de amor, paixão, ressentimentos, perdas, determinação e um pouco de suspense.
O livro conta duas histórias em épocas diferentes que no final se encontram.
Obrigada a cozinhar para soldados alemães que ocupam St. Péronne, na França, durante a Primeira Grande Guerra, Sophie Lefèvre mantém exposto no restaurante da família o quadro pintado por seu marido, o artista Édouard Lafèvre. O comandante responsável pela ocupação da cidade fica completamente envolvido pela imagem de Sophie na tela, e parece também se sentir atraído por ela. Quando chega a notícia de que Édouard foi enviado para um campo de prisioneiros, Sophie propõe uma troca arriscada na tentativa de garantir a liberdade de seu grande amor.
Quase cem anos depois, o retrato de Sophie tem agora lugar de destaque no quarto de Liv Halston, uma jovem viúva que mora numa casa com paredes de vidro. Presente de David, seu falecido marido, um arquiteto renomado, o quadro A Garota Que Você Deixou Para Trás tornou-se símbolo de todas as boas lembranças de seu breve casamento. Quando Liv decide sair do luto e se abrir para a vida, os herdeiros de Édouard Lefère aparecem para reivindicar a posse da obra, alegando que o quadro fora roubado pelos alemães.
A história toda é envolta de muita poesia e delicadeza. Não tinha lido nada da autora antes, mas me conquistou de tal forma que, com certeza, já virei fã, Tinha muitas dúvidas, pois como não sou muito fã de romances, o livro tem que ser "O LIVRO", e não somente "MAIS UM" livro. E esse com, certeza, é A HISTÓRIA. Já estou pronta para o próximo livro de Jojo Moyes, Como Eu Era Antes de Você.
Se tiverem a oportunidade, essa é uma excelente sugestão. "A Garota Que Você Deixou Para Trás" é uma história comovente que merece ser "vivida" junto com suas protagonistas.
Leitura pra lá de recomendada.

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2015/06/resenha-garota-que-voce-deixou-para-tras.html
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Juliana 05/02/2017

História do passado e do presente que se encontram
A história é dividida em duas partes. Uma se passa em St. Péronne, durante a Primeira Guerra Mundial e a outra em Londres, nos anos 2000.

Édouard Lefèvre, um artista e marido de Sophie Lefèvre, é convocado para a guerra e ela fica responsável pela administração do hotel Le Coq Rouge, junto com sua irmã. O hotel era suntuoso, mas na ocasião os alemães, que ocuparam a França, recolhiam tudo que havia de valioso, tornando o lugar bem decadente.

Havia uma peça de grande valor sentimental para Sophie, um retrato seu pintado por Édouard, intitulado A Garota Que Você Deixou Para Trás, que chamou a atenção de um comandante alemão que frequentava o bar do hotel.

Ele desenvolveu um interesse pelo quadro e por Sophie, enquanto Sophie só queria Édouard de volta. Esse contato entre o Kommandant e Sophie gera tensão na vida da família Lefèvre, visto que quem era suspeito de colaborar com os alemães era hostilizado pelos cidadãos locais.

Esse quadro é o que faz a ligação da história com os tempos atuais. Liv Halston, um jovem viúva, possui o quadro, que ganhou de presente de casamento, em sua casa moderna feita praticamente de vidro pelo marido arquiteto.

A trajetória do quadro e seu impacto na vida das duas mulheres serve como enredo para o desenrolar do livro. Tentar descobrir a verdadeira história dos personagens, que durante muitos anos ficou desconhecida, o percurso do quadro desde quando estava no hotel na França até chegar à Casa de Vidro na Inglaterra, tudo isso vai acontecendo enquanto a autora mescla o presente com o passado.

Apesar de fictício, o livro é tão bem narrado que parece mesmo um registro real do período da Guerra. É uma história cheia de reviravoltas, do tipo que você não consegue parar de ler até descobrir cada detalhe do que aconteceu.

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Luciane 26/01/2017

A cada livro Jojo Moyes surpreende mais. São histórias únicas, sem repetição, com temas diferentes, mas que envolvem sentimentos, amor e superação.

A garota que você deixou para traz mescla passado – primeira guerra mundial – e presente. Tudo gira em torno do quadro de Sophie. É uma história de grandes perdas, recomeços e a luta para seguir em frente, independentemente da situação que se apresenta.

“Aquela garota, a garota com quem Éduouard se casara, me olhava com uma expressão que já não reconhecia. Ele vira isso em mim muito antes de todo mundo: aquele sorriso expressava conhecimento, satisfação dada e recebida. Orgulho. Quando seus amigos parisienses descobriram o inexplicável amor dele por mim – uma vendedora de loja -, ele se limitara a sorrir, porque já via essa expressão em mim.
Eu nunca soube se ele entendia que ela só existia por causa dele.”

“Eu mal o ouvi. Aproximei mais seu rosto do meu. O mundo evaporava à nossa volta. Senti nas palmas da mão a aspereza de sua barba, o calor do seu hálito na pele. Seus olhos estudavam os meus, com muita seriedade. Juro que até aquela hora era como se ele tivesse me vendo pela primeira vez.”

“[...] Não preciso de fotografia para evocá-la, Sophie: basta eu fechar os olhos para recordar seu rosto, sua voz, seu cheiro, e você não tem ideia de quanto me conforta.
Saiba, minha querida, que marco cada dia, não do mesmo modo que meus companheiros, grato por ter sido mais um a ter sobrevivido, mas agradecendo a Deus pelo fato de cada um significar que seguramente devo estar vinte e quatro horas mais perto de voltar para você.”

“Mas ele não fez nada. Cantarolava, me abraçava de leve e rodava sem parar em volta da mesa da cozinha. E só por uns minutos fechei os olhos, e era uma garota, viva, livre da fome e do frio, dançando na véspera de Natal, com a cabeça meio atordoada pro causa de um bom conhaque, aspirando um aroma de especiarias e comida deliciosa. Eu vivia como Édouard vivia, deliciando-se com cada pequeno prazer, permitindo-me ver beleza naquilo tudo. Fazia dois anos que um homem não me abraçava. Fechei os olhos, relaxei e me entreguei às sensações do momento, deixando o meu par me conduzir pela cozinha [...]”

“Acorda pensando nele, em seu jeito de se inclinar para a frente quando ouve, como se determinado a não perder uma palavra do que ela diz, no seu cabelo prematuramente grisalho nas têmporas, em seus olhos azuis, azuis. Ela já esqueceu como é acordar pensando numa pessoa, querer estar fisicamente junto dela. Sentir-se meio tonta ao se lembrar do cheiro da pele dela.”

“ – Então, você tem um encontro!
[...]
- Ele só... Não quero dar muita importância a isso, pai.
- Mas é maravilhoso! Você é uma moça linda! É a lei natural. Você devia estar saindo, agitando essas plumas, desfilando essa gostosura!
- Eu não tenho plumas, pai. – Ela toma um gole de chá – E não estou cem por cento convencida da gostosura.”

“Dessa vez, não anda em silêncio. Algo se soltou entre eles, talvez por causa do que ele disse ou da sensação de alívio que de repente ela sentiu. Quase tudo que ele fala a faz rir. Vão desviando dos turistas, se metem ofegantes num táxi, e quando, ao se sentar no banco traseiro, ele estica o braço para acomodá-la, ela corresponde, aspirando seu perfume limpo e másculo, e fica meio tonta com aquela sorte inesperada.
[...]
Liv está profundamente consciente da presença dele no espaço fechado, do aroma penetrante de sua loção pós-barba, da impressão do braço dele em volta dos seus ombros. Olha para baixo e de repente deseja que não tivesse trocado de roupa e escolhido aquela saia careta com o sapato baixo. Ela queria estar com os sapatos de borboleta.”

“Ele encosta o nariz no dela. A parte superior de seus lábios se tocam. Ela sente o peso dele contra o seu corpo. Acha que talvez suas pernas tenham começado a tremer.
- Sim, está bem. Quero dizer, não estou apavorada. Mas de um jeito bom. Eu... acho que...
Ela sente nos lábios as palavras dele, as pontas dos dedos dele lhe descendo pelo pescoço, e não consegue falar.”

“Ele a está abraçando. Ela ouve a própria respiração.
- Liv?
Um tremor residual é liberado.
- Você está bem?
- Desculpe. Estou. Faz... muito tempo.”

“Liv fica olhando incrédula para o espaço que ele ocupou, suas falsas palavras de incentivo ecoando pela casa silenciosa. O vazio se insinua no espaço que Paul McCafferty de alguma maneira abriu dentro dela.”

“Nunca conheci a verdadeira felicidade até encontrar você.”

“ – Sabe de uma coisa? Acho que isso não tem nada a ver com o quadro. Acho que tem a ver com sua incapacidade de seguir em frente. Abrir mão do quadro significa deixar David no passado. E você não consegue fazer isso.
- Já segui em frente! Você sabe que segui! Que diabo acha que foi esta noite?
Ele olha pra ela.
- Quer saber? Não sei. Não sei mesmo.
Quando ela se desvia dele para passar, ele não tenta impedi-la.”

“Ela pega o celular ao lado da cama. Fica olhando para a pequena tela à meia luz.
Não há novas mensagens.
A solidão bate nela com uma força quase física. As paredes ao seu redor parecem imaterais, não oferecem proteção contra o mundo hostil para além delas.”

“- Sabe, vou lhe contar uam coisa sobre ter sido casada cinco vezes. Ou ter tido cinco maridos e continuar amiga dos ex que ainda vivem. – Ela faz uma contagem nos dedos nodosos – São três.
Ele espera.
- Isso ensina tudinho sobre o amor.
Paul começa a sorrir, mas ela ainda não terminou. A força com que segura seu braço é surpreendente.
- O que isso ensina à gente, Sr. McCafferty, é que na vida há coisas mais importantes do que vencer.”

“Às vezes a vida é uma série de obstáculos, uma questão de colocar um pé na frente do outro. Às vezes, de repente ela se dá conta, é simplesmente uma questão de fé cega.”

““Não me importo com o trabalho”, dissera ele baixinho, envolvendo a mão dela. “Só sei que quando não estou com você, fico chato e irritado com tudo.”
- Não – diz ela e vê que está sorrindo. – Ele se limitou a perceber que estava do lado errado.”

“Achei que o mundo tivesse realmente acabado. Achei que nunca mais poderia acontecer nada de bom. Pensei que qualquer coisa poderia acontecer se eu não estivesse vigilante. Eu não comia. Não saía. Não queria ver ninguém. Mas sobrevivi, Paul. Para minha surpresa, consegui superar. E a vida... bem, aos poucos vou conseguindo viver de novo.
Ela chega mais perto dele.
- Então isso... o quadro, a casa... Percebi quando ouvi o que aconteceu com Sophie. São só coisas materiais. Eles poderiam levar tudo, francamente. Tudo o que importa são as pessoas. – Ela olha para as mãos dele, e sua voz fica embargada. – Só o que importa mesmo é quem a gente ama.”

Recomendo muito!!
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yasmin.attie 25/01/2017

Envolvente
É uma história envolvente que mostra a dor da separação de um amor verdadeiro que faz de tudo pra poder encontra-lo, a ponto de se deixar ser humilhada pela sociedade.
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Ju Porto 25/01/2017

Sensível...
Cono pode uma escritora tão atual,escrever sobre este tema de uma forma tão sensível , tão profunda.
Não chorei , mas me emocionei muito.
Sophie, forte, lutadora , amiga, e toda bondade em amor .
Na época da 1 guerra mundial, onde a tristeza ja e algo palpável, ter esperanças no amor , e ele te fazer valer cada instante de sofrimento.
Por que quem ama tudo suporta
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Beatriz 09/01/2017

Entre a Primeira Guerra Mundial e os dias atuais
Narrado em dois cenários distintos, França durante a Primeira Guerra Mundial e Londres atual, este livro lida bem com o propósito de surpreender.
Cansativo no começo e um tanto perdido da trama até o meio, estas "falhas" são perdoadas com o desenvolvimento da história.
Jojo funde a vida de Liv aos acontecimentos vividos por Sophie de forma inacreditável. Por um momento você é levada a acreditar em destino.
Tudo isso se junta à uma história de amor e superação, como já era de se esperar de Moyes. Paul encanta não só a Liv, mas a quem lê este livro.
Portanto, se você pegar este livro e sentir a vontade de abandona-lo no meio da história, é melhor repensar. Os personagens vão te surpreender e, após a leitura, você pode (assim como eu) ser levado a acreditar que o amor é mais forte que tudo. O que ainda vale a pena nesse mundo.
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Jamille Santos 01/01/2017

A Garota que você deixou para trás
Confesso que o tema guerra mundial é um dos que não está na lista dos meus preferidos. Li poucos livros sobre o tema e sempre acabo derramando várias lágrimas e pensando nas pessoas que realmente passaram pelos campos de concentração e as que ficaram em suas cidades passando fome e vendo seus familiares e vizinhos sendo espancados e humilhados pelos soldados alemães.
Mas Jojo me cativou e eu virei sua fã depois de ler “Como eu era antes de você”. Comprei um livro sem conhecer a autora e me apaixonei pela sua escrita. Então decidi ler todos os seus livros e o escolhido da vez foi “A Garota que você deixou para trás”.
O livro inicia com o relato de Sophie Lefèvre vive em sua pequena cidade, na França, com sua irmã (Hélène), irmão (Aurélien) e os sobrinhos. Junto com a irmã, cuida do Le Coq Rouge, o antigo hotel da família, mas que agora mal consegue servir um café.
A cidade está devastada e os moradores além de ter as rações reduzidas a cada dia tem que enfrentar os saques realizados pelos alemães em suas casas. Mas para Sophie o maior sofrimento é está longe de seu marido Édouard Lefèvre e quando ela descobre que ele foi enviado para um campo de concentração ela decide fazer de tudo para salvá-lo.
Intercalando as histórias de Sophie Lefèvre e a jovem viúva Liv Halston que vive em Londres no ano de 2006 Jojo faz com que o leitor conheça a força de duas mulheres separadas pelo tempo.
Liv ainda não superou a perda do marido e se encontra cheia de dividas. Sophie e Liv estão ligadas pelo fato de Liv ser a dona do quadro que Édouard pintou de Sophie.
Ao ir a um bar gay no dia do aniversário de morte de David Liv acaba conhecendo Paul. Paul é um advogado e por um acaso do destino está em busca do quadro “A garota que você deixou para trás” que pertence a Liv.
Para Liv o quadro é o seu bem mais precioso e esse fato não se dar somente por ele ter sido um presente dado por David enquanto estavam em Lua de mel. Mas Édouard Lefèvre se tornou um grande nome no cenário artístico e seus descendentes decidem entrar na justiça alegando que o quadro foi roubado pelos alemães.
O livro faz com que você viaje de forma intensa pela histórias dessas duas mulheres que em situações adversas e sem apoio busquem alcançar seus objetivos em nome de um amor. O suspense que Jojo mantém é formidável e ao descobri o que ocorreu com os personagens me deixou em estado de êxtase.



site: https://www.facebook.com/groups/533995613447834/
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Dani 31/12/2016

A garota que você deixou para trás
Simplesmente incrível. História empolgante que me prendeu do início ao fim. Li quase todo num único dia.
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Tatah Siqueira 29/12/2016

Incrível
Esse livro, te prende do começo ao final. Liga dois períodos diferentes, um a guerra entre Alemanha e França a partir de 1910 e um tempo mais atual já nos anos 2000.

Quando parecia tudo perdida, a história tem uma reviravolta fantástica.

Recomendo.
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Renata Rodrigues 24/12/2016

Lindo, lindo!
Meu livro favorito da Jojo! A história é lindíssima, o paralelo do passado com o presente é muito bem desenhado e amarrado. Os personagens são fascinantes! Jojo fez um excelente trabalho de pesquisa histórica, e os detalhes nos fazem entrar no livro de tal forma que vc enxerga as cenas. Maravilhoso!
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Polly 22/12/2016

A garota que você deixou para trás
A garota que você deixou para trás é aquele tipo de livro, onde se cria uma expectativa muito grande ao longo da leitura. A cada página você vai levantando mais perguntas e se entusiasmando conforme as respostas vão surgindo. A autora Jojo Moyes é muito feliz em revelar o que acontece com cada personagem e mesmo tendo uma cronologia que muda a todo o momento, é fácil acompanhar a história.

A narrativa gira em torno de uma obra de arte intitulada “A garota que você deixou para trás”. De forma envolvente ela é dividida em duas partes, a primeira que acontece na França durante a Primeira Guerra Mundial e segunda quase um século depois em Londres.

“Pensei na garota que Édouard deixara para trás havia dois anos. Pensei no toque das mãos dele na minha cintura, seus lábios macios no meu pescoço. E fechei os olhos.”
Sophie

O livro começa narrando o amor de Édouard Lefèvre e sua esposa Sophie, quando se vê obrigado a ir para guerra lutar pelo seu país ele deixa com sua esposa um quadro, onde ele a pintou da forma como a enxergava. Foi através daquela pintura que o amor dos dois permaneceu vivo em tempos de guerra e foi também por aquela pintura que ela chamou a atenção de um comandante alemão, o que tornou sua vida em um inferno na terra.

“Saiba, minha querida, que marco cada dia, não do mesmo modo que meus companheiros, grato por ter sido mais um dia sobrevivido, mas agradecendo a Deus pelo fato de cada um significar que seguramente devo estar vinte e quatro horas mais perto de voltar para você.”
Édouard

Quase um século depois o quadro de Sophie vai parar aos cuidados de Liv, uma jovem viúva, que sofre pela perda do amado. Depois de tudo que já tinha perdido Liv se recusa a perder o quadro também, e assim começa uma batalha judicial onde ela passa a conhecer a história de Sophie e começa a se identificar com a garota da pintura. Em meio sua batalha Liv conhece Paul, o responsável por tentar lhe tirar o quadro, em meio ao impasse surge um amor capaz de curar as feridas de seu coração.

“O que isso ensina a gente, Sr. Mc Cafferty, é que na vida há coisas muito mais importantes que vencer.”
Liv

Confesso que quando comecei a leitura não imaginava que o romance fosse assumir proporções tão significativas, uma narrativa envolvente e criativa, um amor tão forte que viveu por séculos dentro daquela imagem. Amei toda história, não é o típico romance clichê, mas sim uma história de um amor que envolve sofrimento e sacrifício pra dá certo. Se você gosta de romance e uma pitada de drama, esse livro pode ser uma excelente pedida.


site: https://viveramfelizesparasempreblog.wordpress.com/2016/11/26/resenha-do-leitor-a-garota-que-voce-deixou-para-tras/
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Gigi.Simoes 15/12/2016

A Garota Que Você Deixou Para Trás
Fui atraída pela capa e acabei me surpreendendo muito ! A história se passa em dois tempos diferentes (anos 2000 e primeira Guerra Mundial) e a autora desenvolve uma trama de forma inteligente que interliga a vida de Sophie Lefèvre, cujo amado marido foi mandado para guerra e levado como prisioneiro, e Liv Halston, uma viúva que ama muito o seu falecido marido e não consegui seguir em frente. Jojo Moyes conduz a história com maestria fugindo do clichê ( apesar de, em alguns momentos, a história demorar um pouquinho para "desembolar" ). Esse é um livro que vale a pena ser lido.
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Rose 14/12/2016

A garota q vc deixou para trás..
Simplesmente lindo!!
Demorei um pouquinho pra ler, começou bom, depois foi ficando morno até eu não conseguir parar de ler..
Amei!!
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