Fui uma boa menina?

Fui uma boa menina? Carolina Munhóz




Resenhas - Fui uma boa menina?


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Gabyh 12/05/2019

"Esse dia nunca deixará de existir. As casas nunca deixarão de ser decoradas. Quem conseguiria fazer o mundo parar de comemorar uma das datas mais festivas do calendário? Eu nunca terei esse poder, Nunca recebi atenção, imagina então ter o poder de fazer esse dia ser esquecido por todos. Ou pelo menos por uma pessoa. Ah, como eu queria que ele esquecesse."

O livro é pequeno o que faz com que seja uma leitura bem rápida, desde o início já vemos que se trata das anotações de uma garota - a filha da família Claus - em seu diário - que ela chama de Rosebud.

A história começa com o relato de uma garota em seu diário, onde vemos seus problemas familiares, como a menina sente falta da mãe e alimenta um grande rancor por seu pai - que de acordo com ela sempre foi ausente - assim como da grande movimentação de pessoas em sua casa, principalmente na data festiva no final do ano. No decorrer das páginas conseguimos perceber quem é essa família, o que nos faz entender um pouco essa ausência do pai da garota, mas ao mesmo tempo nos mostra uma menina que não se esforça para entender seus pais e ver somente as coisas da forma como ela deseja.

"Consigo ouvir o meu riso sarcástico. O segundo em uma só manhã. Não soltei o terceiro, pois sabia que a bondade de minha mãe tinha limite e o tempo dela também. Naquele horário ela deveria estar finalizando as preparações para a celebração, mas não estava. Não! Ela escolheu aquele dia para procurar algo em meu armário."

É fácil perceber que a protagonista é uma personagem que não gosta da data comemorativa e muito menos do clima festivo que acomete a maioria das pessoas no final do ano, mas em nenhum momento é abordado de forma profunda o motivo de tal ódio pela data. Só a história do pai não ser tão presente como a garota gostaria não deu certo, ficou a desejar.

Percebemos que a todo momento a menina relata que se sentiu deixada de lado e negligenciada por seu pai a maior parte de sua vida, principalmente no dia do natal já que o mesmo sempre estava muito ocupado organizando as coisas e presenteando as crianças que foram boas no decorrer do ano, a questão é que sua menina nunca havia sido boa o suficiente, ela simplesmente não gostava daquele feriado, principalmente após o último ano quando sua mãe faleceu.

Não entenda errado, é claro que entendo que a menina sente falta da mãe e que gostaria que as coisas fossem diferentes, mas pelos relatos dela, em nenhum momento do livro vemos que ela tentou ver a história pelo outro lado, nunca tentou entender o empenho de seus pais para aquela data, ela só sentia que não era o suficiente já que em algum momento de sua vida ficou sabendo que seu pai queria ter tido um filho para passar seus ensinamentos para ele.

"É que na verdade estou nervosa. Não sei se no próximo segundo ele baterá na porta ou não. Qual seria a minha reação se o fizesse? Será que devo abrir? Eu já deveria ter passado dessa fase e é claro que não devo abrir. Por causa dele não a tenho mais. Isso é o mais correto a fazer, não?"

De uma forma geral é uma história bonitinha, poderia ter sido melhor abordada ou até mesmo mais estruturada, é um tema que permite se melhor desenvolvida, mas a autora consegue demonstrar que não importa quem você seja, os problemas familiares podem existir em qualquer lugar, mesmo onde menos se espera. Mas o final foi muito arrematado, como se a autora tivesse se cansado de escrever a história mas precisava finalizar ela logo, o que deixou aquela sensação de que está faltando algo.

"Houve então um momento de descontração. Afinal estava conversando com minha mãe. E se existia algum tipo de doçura naquela família vinha dela. Com certeza! Brincando, culpou a genética paterna pelo meu temperamento dramático. Ela sorriu e disse que me amava."
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Jenifer @engenheira.literaria 08/01/2019

Fofinho
Um conto de natal extremamente fofo!!! E os personagens são tão inusitados que não vou citar nomes, para não dar spoiler!!
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De início somos apresentados ao diário de uma adolescente, e aos dramas que ela da sua vida, membro de uma das famílias ícones do natal ela sofre com a ausência de seus pais, e logo nas primeiras páginas ela nos conta sobre o falecimento da sua mãe.
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A partir de então ela corta relações com o pai, muda de cidade e de vida, até o momento que numa noite de Natal, ela recebe a visita do pai, para acertarem as diferenças.
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IsiLeal 19/09/2018

Sem graça
Escrita dos relatos de uma menina sobre sua família no Natal. Nada muito interessante.
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Emily santos 23/08/2018

Eu até que li, mais foi como uma amostra dai meio que não entendi ou me confundi mais... Por ele. Ser muito pequeno!

E tbm queria que saber onde eu posso baixar esse livro, pois não encontro pra baixar em PDF
SSandes 17/04/2019minha estante
No site do lelivro deve ter...mas é só um conto, com 24 páginas mesmo, caso vc estaja achando que é só uma amostra.


Emily santos 18/04/2019minha estante
Aahhh,obgd ??




letih 25/12/2017

Não gostei
Apesar das poucas páginas, achei arrastado. Li porque sempre quis ler algo da autora, mas não recomendo esse. A história até tem potencial, mas o que é apresentado não convence - achei forçado e excessivamente melodramático.
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Ju Lopes 05/12/2017

Um conto de natal...
Através das páginas de um diário, esta pequena narrativa nos mostra a dificuldade de uma adolescente em lhe dar com a própria família quando o trabalho deles é alegrar o natal de outras crianças, além da sua complexa relação com o próprio pai.
Através desse pequeno conto de natal, Carolina Munhóz, nos mostra uma breve perspectiva de uma figura natalina que poucos recordam. Papai Noel também tem histórias que precisam ser contadas através dos olhos de um outro expectador...
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Cecy 21/10/2017

Fui uma menina rasa, rs
Bem, o que dizer desse conto? Achei a capa dele linda, estava de grátis na Amazon, e puxa, a capa dele é realmente linda... Adquirido pura e simplesmente por que a capa é bonita, hahahah. Aí guardei no Kindle, e alguns meses depois fui ler. E, como posso dizer... é bonitinho, sabe, mas, a protagonista me irritou um bocado, além de ter achado ela um tanto rasa por assim dizer. Tá, começando do começo:

Temos aqui uma narradora escrevendo em seu diário o qual ela nomeou de Rosebud, por que "querido diário" não rola e ela está escrevendo o quanto ela odeia a data que o mundo está celebrando no momento. Na verdade, ela se mostra bastante antissocial, dizendo o quanto sempre odiou a comoção e como dormir é mais legal, e logo fica na cara que a data odiosa é nada menos que o Natal (minha época favorita do ano, detalhe, rs!). Aos poucos vamos conhecendo um pouco mais a moça, ela revela que está sofrendo com o luto e diz que faz uma ano que ela está longe "dele". O luto na verdade ela sofre por ter perdido sua mãe, e, não sabendo lidar com a situação, fugiu de sua nevada e gelada cidade e veio para o Brasil em busca de calor físico e humano. Mas onde que entra o fato de ela ser rasa? Bom, nossa protagonista sem nome (êêêêê... mais uma, rs!) fica horas escrevendo sobre o fato de se arrepender por a mãe estar morta e ela nunca ter conseguido se desculpar por ter sido rude com a mesma. Tudo o que ela queria, era um Natal em família, como a maior parte das pessoas no mundo fazem, ela não conseguia entender o motivo de sua família ser diferente. E aí, sua mãe morreu. E ela se culpou, mas, também, culpou seu pai. Muito.

A pessoa ausente é o pai, logo nas primeiras páginas já conseguimos desvendar isso, não é um spoiler, e em meio ao caos da data festiva, ele consegue encontrar a filha após um ano de procura, e eles podem finalmente ter AQUELA conversa. Parei!

Sabe, quando meu pai morreu, não sei o motivo, mas, eu me culpei. Me afastei dos meus amigos, mas, não de minha mãe, e creio que se tivesse sido ao contrário, também me achegaria mais ao meu pai. Como pode uma pessoa não conseguir perdoar o pai por algo que ele nem fez? Ao mesmo tempo que a menina se culpava, ela culpava o pai, e durante esse ano de distância, a culpa, o remorso e o ódio estavam corroendo a moçoila ao ponto de ela se tornar socialmente insuportável e ter como companhia um diário, pois, sequer conseguia conversar com as pessoas ao redor. Imagino que a pessoa tem que estar em uma fossa muito grande para chegar ao ponto de não querer saber de mais nada...

Mas, apesar de a menina ser rasa, a trama traz uma grande e inesperada surpresa no final, revelando para nós uma situação completamente diferente daquilo que imaginamos, e eu achei super legal ler uma história com esses personagens que nunca havia cogitado a possibilidade de alguém ter escrito sobre eles. Noss! O texto é curto, tem apenas 19 páginas, a gente tem raiva da protagonista mimada, não entendemos os motivos do afastamento dela, mas, o reencontro narrado já no término do conto nos traz reflexões verdadeiras. Não sei se foi a intenção da autora deixar essa mina mimada insuportável, mas, eu só pensava isso o tempo todo, como ela é insuportável, hahahahah.



site: http://mundoliterariodacecy.blogspot.com.br/2017/10/cinco-dias-cinco-contos-fui-uma-boa.html
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Jenninha 31/07/2017

Fui uma boa menina ?
O conto começa com uma garota desabafando em seu diário, no qual, ela apelidou de "Roseud".
"Sim! Resolvi apelidar você. Porque 'querido diário' é meio brega e eu já estava cansada. Acredito que até os diários mereçam um nome."

Logo após, deparamos com a culparia e conflitos dela em relação a data festiva e a perda de alguém especial (Ainda não é revelado qual data ela se refere e qual pessoa).
"Se a gente conseguisse mudar o passado, não é, Roseud? Talvez eu só estivesse reclamando da data e não do fato de tê-la perdido."

Na página a seguir, a garota chora ao se lembrar da suposta ausência do pai.
"Peço desculpas pelas lágrimas. Estou sempre borrando suas páginas e sei que você não gosta disso, mas é que não tenho mais controle."

Chegando ao final do seu diário, ela desabafa falando de pessoas que fazem reuniões em suas casas para comemorar a tal data festiva.
"Para que ajudar ou paparicar uma pessoa estranha que nem pensaria em me agradecer depois?"

Comentário:

A história começa pela garota escrevendo em seu diário, bastante triste e deprimida.

No começo terá aquele suspense mas logo em seguida, é revelado de qual data comemorativa a garota se referia e qual pessoa ela perdeu. Terá reconciliação, perdão e felicidades no final.

O conto é simples e fácil de ler lido. A autora, Carolina Munhóz, não deu nomes aos seus personagens.

site: https://sinopsedoslivrosjenni.blogspot.com.br/2017/06/fui-uma-boa-menina-resenha.html#more
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Roberta Galdino 02/03/2017

O diário de uma malcriada!!!
Então galera, ultimamente estou numa vibe, de ler contos, isso porque tenho pensado seriamente em estudar análise literária (aprofundar meus parcos conhecimentos). Coincidiu nesses dias de uma amivra, por quem tenho muito carinho e que sempre sugere ótimas dicas literárias, postasse uma resenha sobre um livro “O inverno das fadas”, e tendo me interessado por ele, fui pesquisar sobre a autora e vi que ela escreveu esse conto.
A princípio pensei que fosse um conto natalino, desses comoventes com uma lição implícita, e mesmo fora de época e com muitos livros na pilha para serem lidos, resolvi disponibilizar uns 20 minutinhos para lê-lo, já que é bem curtinho.
A capa é bem simples, mas muito bonita, eu particularmente acho a neve linda, e esse efeito da neve nos cabelos da mocinha da foto, só contribuiu para que eu de fato achasse ser um livro comovente.
Contudo, o conto me surpreendeu negativamente, sabe os 20 minutinhos? Infelizmente foram perdidos... Hunf!!! Eu não gosto de ser tão severa quando critico algo que não tenha gostado em uma leitura, ainda fico procurando algo positivo, pra ver se consigo me apegar a esses detalhes e não condenar a obra, mas não teve jeito.
Os personagens são fantasiosos demais (até pra mim que amo fantasia), a protagonista é rasa, egoísta, irritante, mimada e pretenciosa... Além de ser do contra.
A escrita inicia em primeira pessoa, mas não se sustenta, de uma maneira rustica muda-se para terceira pessoa.
O enredo é completamente sem noção, não tem pé ou cabeça, nunca ninguém jamais iria imaginar uma história como essa sendo a de um dos personagens mais famoso no mundo inteirinho. Os motivos sobre a “tragédia”, pela qual passa a personagem protagonista são ridículos, ela meio que difama a personagem pela qual ela sente raiva (sei lá se é raiva, despeito ou falta de educação mesmo)... risos!!! Por fim, as birrinhas ridículas da garota são resolvidas de maneira bem corrida, e cria-se um final feliz tão fantástico (negativamente), do qual nunca vi na minha vida. Ou seja.... gente, deu ruim!!!
Que fique claro que a minha critica não é em relação à autora, ainda vou ler o livro “O inverno das fadas”, para poder ter melhor opinião, pois como já vi muitos coments sobre ele, pode ser que ela tenha sido apenas infeliz nesse conto, ou que quisesse alcançar um ângulo do qual me passou despercebido, vai ver seria este um conto para os que não gostam de natal, peru e papai Noel... risos!!! Se bem que nada disso tem foco no conto... Na verdade, deveria ser esse um conto sobre uma garota mesquinha e sem educação, a pobre menina rica carente de atenção e que com isso consegue ferir mortalmente, quem o tempo todo só queria-lhe muito bem. Não gosti... Nota 02... e nem vou dizer que recomendo... mas seria bom, assim corroboram ou argumentem essa critica tão ruim. 
Milena 31/03/2017minha estante
Não gostei de inverno das fadas... Achei fútil, se me permite usar a palavra... Na minha opinião o primeiro livro da autora ("A Fada") foi o melhor que li dela... Gostei de terem aproveitado alguns personagens de A Fada em O Inverno das Fadas... Mas só rsrs
Já comseguiu ler O Inverno das Fadas?


Milena 31/03/2017minha estante
Conseguiu*


Roberta Galdino 14/04/2017minha estante
Oi Milena, não miga nem li... mas está na lista, quem sabe um dia... risos


Milena 18/04/2017minha estante
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Milena 18/04/2017minha estante
Boa leitura XD




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Silvio 31/03/2016

Conto Dramático
Um conto dramático, mas que não deixa de ser fantástico. Para ser ler no final do ano e refletir nas nossas ações e como isto atinge o próximo. Bem formalizado e bem curioso até o último parágrafo. Vale a pena ler.
Giiii 12/03/2017minha estante
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Susy 26/03/2016

Fui uma boa menina? Não mesmo!
Olhando o site da Amazon me deparei com esse ebook gratuito e resolvi baixar para conhecer a escrita da autora, e agora não sei o que pensar sobre ela. Gosto de ler contos para conhecer o autor, antes de tentar ler um livro, mas esse foi decepcionante.

Durante metade do conto, a menina escreve em seu diário, que tem um nome estrangeiro (Gostaria muito se autores nacionais não estrangeirassem tanto seus livros!). Mas ela não apenas escreve, ela reclama. Muito. Ao longo de sua lamúria começamos a entender qual é o problema.
Rapidamente podemos "desvendar o mistério" do conto e isso é desanimador, porque quando tal mistério é revelado no final, não há surpresa alguma (alguns autores conseguem mantê-la, Munhóz não).
O desfecho do conto foi fraco, resumido demais, como se fosse (perdoe a expressão) vomitado!

O conto como um todo não é envolvente (só terminei por ser um conto!), a narração é superficial e crua.

Definitivamente, eu não gostei! =/

Obs.: Alguém pode me dizer se as obras da autora são sempre assim, ou se foi um problema particular?
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SakuraUchiha 23/02/2016

Final interessante
Uma boa leitura mas um pouco depressivo. Aborda o natal e a filha da família claus, filha amargurada que perde a mãe não aceita o trabalho do pai.
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Wemerson 20/02/2016

Bom
O conflito da menina com tudo o que a cerca é bem elaborado deixando sempre um mistério no ar e alimentando a conta gotas a curiosidade do leitor.
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