Filha da Ilusão

Filha da Ilusão T. J. Brown




Resenhas - Filha da Ilusão


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Sofia.Cerceau 13/01/2021

Podia ser melhor
A história do livro é muito bem contada, ela sendo supostamente filha de Houdini, Anna é a personagem principal e a mais desenvolvida.

Onde eu estava esperando mais era a ação e o romance que ficaram todos nas últimas 40 páginas do livro e não teve um desenvolvimento que achei preciso, queria mais detalhes e explicações, respostas para as perguntas, que vou esperar nas continuações, ainda não publicadas no Brasil.

Não sei se indicaria para todos pq eu esperava mais do livro, mas é uma boa para uma leitura rápida e divertida.
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Serena 09/11/2020

Ondas de inspiração
Creio eu que os seres humanos sempre foram e sempre serão cativados pelas décadas que passaram. Com base nisso, posso afirmar que a princípio meu maior interesse por Filha da Ilusão foi a sua ambientação na NY da década de 1920. Claro, a promessa de romance com uma grande pitada de sobrenatural também foram cruciais.

A história em si não é a mais original possível, uma garota de passado duvidoso com uma família incomum tenta ser normal e não consegue por ser diferente das outras pessoas. O romance também deixa a desejar em muitos aspectos, colocando a protagonista em um triângulo amoroso desnecessário e sem desenvolvimento. Os personagens são a definição do clichê: Garota estranha tentando ser normal, cara charmoso e gente fina, cara estranho e misterioso que se conecta a personagem principal, mãe desnaturada, melhor amiga doida e um senhorzinho muito bem humorado mas que parece ranzinza.

O desenvolvimento da história é bem meia boca e o final me deixou levemente sonolenta. Não me apaguei a nenhum personagem, também não torci para que o casal ficasse junto mas o que fez esse livro ganhar 3,5 foram as ondas de inspiração que ele me proporcionou. Nunca escrevi tanto quanto quando eu estava lendo ele, a atmosfera da história entrou em algum canto sombrio de minha mente e me fez escrever tudo o que antes eu não conseguia desenvolver.
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Kaah 11/10/2020

Eu me choquei muito no final, foi algo que eu não esperava, e foi surpreendentemente maravilhoso. Eu não sou muito fã de romances, e o começo já é bem clichê, então n tinha muita espectativa, mas aos poucos fui me cativando pelo livro e já quero ler o segundo.
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Carine 21/08/2020

Me surpreendeu!
Não estava muito animada com o livro, mas a história é ótima, me deixou no suspense, sem dar pistas do que iria acontecer. E claro, tem final feliz!
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Nathália 14/07/2020

Boa distração
Confesso que esperava mais do livro, não tinha muita ideia do que se trava antes de iniciar a leitura, mas espera um desenvolvimento melhor. Do meio para o fim meu ritmo de leitura diminuiu, e as questões da personagem principal ficaram meio perdidas na minha percepção. Ainda assim, foi uma boa distração.
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Karol 07/06/2020

A filha da Ilusão
É o misto perfeito de romance e magia!!!
Estou completamente apaixonada por Anna e Cole , pela história, os personagens, tudo. Esse livro é viciante. Só é triste que não tenham terminado de publicar a série aqui no Brasil. :(

Obs: odiei Owen Winchester desde o princípio.
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Tata 29/04/2020

Sobre ilusionistas, Nova Iorque e sociedades secretas.
A história se passa em Nova Iorque em 1920, e conta a história de Anna, filha de uma médium (uma farsante) e de (supostamente) Houdini.

Anna é uma garota que só quer ser normal. Ter uma vida estável e respeitável, bem diferente da que vive. Ela, diferente da mãe, é uma médium legítima. Podendo sentir os sentimentos das pessoas se tocada por elas e tem visões sobre o futuro. Esse último "dom" a fez prever grandes tragédias, até que Anna começa a ter visões sobre ela e sua mãe em perigo. Ela, na minha opinião, é uma pessoa que se dedica demais aos outros e acaba esquecendo de si, talvez por ter vivido demais em função da mãe.

O romance aqui é importante demais na minha opinião, e sinceramente, nem um pouco cativante. Shippei Anna com todos os personagens menos com o Cole, o problema para mim não foi necessariamente ele, e que tudo é rápido demais, e é um tanto patético o quanto isso tenta ser escondido sem ter nenhum sucesso.

Os outros personagens são bons, não tão bem explorados quanto podiam, mas bastante carismáticos. Cynthia, Jaques e a mãe de Anna (Marguerite) são os que eu gosto mais. Principalmente a mãe de Anna, que mesmo sendo um tanto cruel, é humana. E ela não termina se tornando uma pessoa perfeita, mas um pouco melhor do que era antes.

O enredo e a escrita são ótimos, a escrita bastante culta e você consegue imaginar uma garota de 1920 pensando daquele jeito.

Já eu não gostei tanto do romance, que acabou deixando maçante. Os plosts não são surpreendentes quando a intenção é claramente surpreender. E por algum motivo, eu simplesmente não consegui mas ler e tive que me esforçar até ficar bom de novo.

No geral foi uma leitura mediana, talvez a atmosfera seja mais interessante que a história em si, não me arrependo de ter lido nem de não ter desistido. Mas nem de longe chega a ser ótimo.
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Lae | @vivoliteral 24/02/2020

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Até com o final, eu não acreditei no afeto da mãe dela.
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Andresa 26/04/2018

Anos 20, mágica e espíritos
“Filha da Ilusão” foi um livro que me fisgou inicialmente por dois motivos. O primeiro deles é por se passar nos anos 20, uma época que acho visualmente muito graciosa em todo o seu contexto histórico e musical, e amo! O segundo, por se tratar de um ambiente cheio de magia e um toque circense, temáticas que geralmente me atraem.
O livro, na minha opinião, é muito bem escrito, e senti muitas vezes como se estivesse vendo um filme. Os personagens são muito bem construídos, tem personalidades palpáveis e os cenários são super bem descritos, o que nos faz mergulhar de cabeça na história. O enredo, no entanto, demora um pouquinho para acontecer.
Aqui, temos a jovem Anna tentando levar uma vida “normal”. Depois de tantos anos vivendo praticamente como uma nômade com sua mãe, transitando em circos e lugares nada agradáveis, elas finalmente conseguem mudar o seu estilo de vida ao arranjarem um agente, o francês Jacques, o qual Anna aparentemente não gosta sem nenhum motivo aparente. Essa ideia de finalmente ter um lar e viver como as outras garotas de sua idade é o que fascina Anna. Mas como poderia ela ser assim tendo todos os dons que tem?
Anna tem uma relação meio conturbada com a mãe, que eu não consegui classificar. Por vezes, senti com se a mãe tivesse inveja dela, de sua juventude e talento, situação essa agravada ainda mais quando Anna se mostra cada vez mais especial. Esse foi um dos pontos fracos da minha leitura, haja vista que, nas visões aterrorizantes do futuro, a mãe da menina corre perigo. Mas, como não temos uma base de amor e cuidado maternal, acabei sentindo que faltou uma relação melhor entre elas duas, de forma que a gente pudesse de fato “se importar” com o futuro da personagem.
Além disso, temos um pequeno triângulo amoroso entre Anna e dois jovens rapazes que disputam sua atenção, sendo Cole aquele que faz o coração dela bater mais forte. No entanto, não senti química nenhuma entre o casal. Algumas atitudes de Cole são super estranhas, e o rapaz vive saindo e entrado de cena sem dar maiores explicações. Isso não gerou em mim uma empatia com o personagem, nem consegui visualizar o sentimento crescendo entre eles em meio a tantas atitudes suspeitas.
O livro nos ganha por ser muito visual em sua descrição. As sessões espíritas, os espetáculos, os bailes e as vestimentas da época são muito bem desenhadas em nossa mente e isso me ganhou – deu até um friozinho na espinha em alguns momentos!
Pesquisando, descobri que a série aparentemente tem apenas mais livro e um spin-off, ambos ainda não lançados no Brasil. O spin-off, conto de 64 páginas com acontecimentos entre os livros 1 e 2, traz uma história extra de Anna e sua amiga Cynthia, uma socialite destrambelhada que aparece já no primeiro livro.
De forma geral, gostei muito da leitura, mas esperava um pouco mais de ação e química entre os personagens. Ainda assim, quero muito saber a continuação e como Anna vai lidar com seus poderes paranormais, sua relação com a mãe e seu relacionamento com Cole.

site: https://umdiamelivroblog.wordpress.com/2018/04/18/livro-filha-da-ilusao-de-teri-brown/
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Queria Estar Lendo 11/03/2018

Resenha: Filha da Ilusão
Lançado pela Editora Valentina, Filha da Ilusão, de Terri Brown, é um livro que aborda romance, mistério e mágica de forma viciante e além das expectativas.

Anna foi criada desde muito pequena no mundo da mágica, do ilusionismo e da agitação que vem junto. Dita por sua mãe como filha do famoso Houdini, a garota carregou esse fardo toda a vida sem saber ao certo se deveria acreditar nas palavras da mãe. Além de perceber ter mais do que talento prático para a vida de mágica ilusionista, é feeling, é algo mais e sem poder contar para alguém, guarda esse segredo.

É correndo atrás da oportunidade de se tornarem mágicas respeitadas e reconhecidas que Anna e sua mãe vão para Nova York, onde começam a realizar uma série de shows cheios de truques e adivinhações que surpreendem o público. É aqui também que ela conhece Cole, um rapaz misterioso que parece se comunicar com ela através de sensações, como se a conhecesse a vida inteira e pudesse ler sua mente. A partir daí, o feeling de Anna se torna mais forte e ela percebe que suas habilidades podem estar muito além de uma intuição forte.

"Não importa que pensem que minha mãe tem todos aqueles poderes especiais, não quero ser a garota que fala com os mortos ou tem visões do futuro. Não quero ser uma médium."

A narrativa da Anna é fluída e com pontos fortes, quando comecei a ler, foi muito fácil engatar a leitura de uma vez. Ela é uma personagem inteligente e calculista, ela sempre procura saber no que está se metendo, não confia em qualquer um e é extremamente responsável por si e bem, também sua mãe. Digamos que a mãe não é a imagem perfeita da maternidade, e Anna cuida dela, da casa e das próprias palavras, pois sabe que se irritar sua mãe, ela lhe dará o troco de alguma forma, e ela não pode correr o risco de que isso aconteça durante suas apresentações – como algumas vezes antes.

Para Anna, é como se a mãe sentisse ciúme da filha, e não quisesse lhe dar o devido valor por seu talento, como se com medo de ser superada. O que é verdade, e isso nos coloca no lugar da Anna, pois ela não tem mais ninguém no mundo e também, não tem liberdade nem dentro de casa.

"Meu coração palpita na aterrorizada expectativa do que está por vir. As visões nunca são imagens bonitas com final feliz. Quando estou dormindo, posso interpretar esses episódios como pesadelos, mesmo sabendo que não são. Quando estou acordada, sou submetida à excruciante experiência na integra."

Os fatos históricos sobre os anos 20 dos Estados Unidos, época em que a história se passa, são muito bem colocados e não foi difícil imaginar uma Nova York antiga, propícia para alavancar o sucesso de uma jovem ilusionista. Mas também há muitas questões do comportamento de uma “dama respeitável”, como Anna muitas vezes fala que agora ela tem a chance de ser, morar em uma boa casa e ter uma vida normal, algo que, querendo ou não, faz parte de um enredo dessa época.

Os personagens, além de Anna, não possuem uma profundidade enorme, mas também não são rasos a ponto de tornar a história desinteressante. Pude ver a personalidade de cada um através de falas e gestos, mesmo que não se soubesse muito sobre suas percepções.

"Fico pensando naquela expressão ao me dirigir para o quarto. Será que ela ficou mesmo decepcionada por eu não querer lhe confidenciar meus pensamentos e sonhos? Será que acabei de perder uma oportunidade de me aproximar de minha mãe? Ou terá sido mais uma enganação? É impossível saber."

A primeira vez que vi a capa, me interessei imediatamente, ainda mais com o título que traz toda essa aura de mistério que puxa pro romance, justamente parte do que é mostrado no livro. O volume é curtinho, com 284 páginas que passam rápido e me deixaram ansiosa pelo restante da série Herdeiros da Magia. As páginas são amareladas, e a fonte é ótima para facilitar a leitura, assim como pequenos detalhes visuais nas páginas que agradam todo leitor.

Mesmo que a capa me interessasse, a sinopse não me trouxe grande curiosidade para com a história, mas resolvi dar uma chance mesmo assim e (ainda bem!), não me arrependi. É um ótimo livro para quem quer uma história rápida e envolvente, com mistério e emoção. Além disso, as partes técnicas e fatos sobre o mundo dos mágicos são muito interessantes. Antes desse livro, não tinha lido nada igual, então achei a história original e bem construída.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/03/resenha-filha-da-ilusao.html
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Ana Luiza 09/02/2018

Uma viagem a Nova York dos anos 20
A SÉRIE E A HISTÓRIA
Filha da Ilusão é o primeiro livro da duologia Herdeiros da Magia escrita por Teri Brown (que também publica como T.J. Brown). Também faz parte da série um conto que se passa entre os dois volumes. O segundo livro, infelizmente, não foi publicado por aqui. Filha da Ilusão se passa nos anos de 1920 e conta a história de Anna Van Housen, filha ilegítima de Houdini, e uma ilusionista tão boa e talentosa como o pai. Contudo, a jovem, além de truques de cartas, é capaz de conversar com os mortos e prever o futuro. Anna é uma médium de verdade, mas gostaria de livrar de seus dons. Está cansada de ser invadida pelos sentimentos alheios e o sonhar com grandes tragédias. Contudo, as coisas começam a mudar quando ela e a mãe se estabelecem em Nova Iorque. Mesmo com a tensão constante entre ela e a mãe, que coloca a carreira sempre em primeiro lugar e vê a filha como uma ameaça a seu sucesso, Anna sabe que está vivendo o melhor momento de sua vida.

Criada na estrada, se dividindo entre fazer shows com a mãe e a tirá-la da cadeia, Anna estranha os tempos de paz que está vivendo. O espetáculo dela e sua mãe vai bem e, pela primeira vez, elas parecem ter um empresário que não está tentando enganá-las e dinheiro para viver confortavelmente, em um apartamento bem mobiliado em uma parte boa da cidade. A vida em Nova Iorque faz Anna imaginar se, talvez, não é possível ter uma vida normal. Mas, mesmo que largasse o ilusionismo, que ama tanto quanto ama a própria mãe, Anna sabe que não poderá se livrar de seus dons. E eles parecem estar aumentando nos últimos tempos. Anna começa a ter visões com a própria vida, flashes aterrorizantes da sua mãe a beira da morte e até mesmo sonhos em que ela mesma está embaixo d'água, sem conseguir respirar.

“Uma visão incomum, Harry Houdini na cidade, e um jovem desconhecido se mudando para o apartamento de baixo. E ainda não é nem meio-dia. Talvez levar uma vida pacata e respeitável seja um desafio maior do que imaginei.” pág. 16

E isso faz com que Anna seja mais cautelosa no dia a dia, evitando se aproximar de estranhos, como seu novo vizinho Cole. Inglês e enigmático, Cole é o cavalheiro perfeito, educado e irresistível, mas também portador de muitos segredos. Ele é uma das poucas pessoas cujos sentimentos a garota não consegue captar e Anna sabe que deveria se manter longe dele. Mas, nem ela nem o garoto conseguem resistir, parece que há uma ligação sobrenatural pulsando entre eles. E Anna acaba encarando riscos dentro da própria casa também. A mãe insiste em continuar fazendo sessões espíritas privadas que, para ela, são apenas truques para enganar clientes, mas que são muito reais para Anna. A sensação de perigo cresce dentro da garota, mas será que são os vivos ou os mortos que mais representam uma ameaça? Quando descobre boatos de uma sociedade que investiga, cientificamente, poderes como os dela, Anna vê uma ponta de esperança de se livrar dos seus poderes. Mas será que ela pode confiar em alguém ao seu redor para descobrir mais sobre seus dons?

CONCLUSÕES FINAIS
Apesar do muito potencial e das minhas altas expectativas para Filha da Ilusão, o livro deixou a desejar. A leitura é rápida, com uma boa narração e ambientação perfeita. A obra nos leva a uma viagem fascinante pela Nova Iorque dos anos de 1920, que mistura o surgimento de uma sociedade mecanizada e moderna, assim como glamourosa e romântica, obcecada por ilusionismo, magia e espiritismo. Contudo, o cenário incrível e bem trabalhado não conseguiu compensar a trama com conflitos fracos de resoluções óbvias, e um romance forçado. Com um triângulo amoroso entre uma mocinha sem autoestima e dois caras pretensiosos e autoritários, foi difícil curtir muito a leitura. Me irritei com a protagonista dependente e louca por atenção, assim como seus pares cheios de segundas intenções. Filha da Ilusão não é um livro ruim, mas também não chegou a ser bom, pelo menos para mim. Faltou carisma nos personagens e uma trama com conflitos mais bem elaborados. Eu não fiquei com vontade de ler a continuação, ainda mais porque esse primeiro volume tem um final relativamente fechado, mas daria mais uma chance a outras obras da autora.

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: http://www.mademoisellelovesbooks.com/2018/02/resenha-filha-da-ilusao-teri-brown.html
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Larissa Benevides (Clã) 26/09/2017

Resenha: Filha da ilusão
“Sentir as emoções dos outros é tanto uma benção quanto uma maldição. Se eu soubesse como desativar esse dom completamente, eu não hesitaria, mas não sei, e Deus sabe que não tenho ninguém a quem perguntar como se faz isso”.
Filha da Ilusão vai contar a história de Anna, uma ilusionista filha de uma médium charlatã e de um famoso Ilusionista. Além disso a jovem garota possui poderes paranormais, algumas visões e também é sensitiva, ou seja, capaz de sentir as emoções que as pessoas próximas estão sentindo.
Anna é uma adolescente que viveu em meio as apresentações de sua mãe, a conhecida Madame Marguerite Estella Van Housen, uma médium que garante o sustento da casa com os shows apresentados e as sessões reservadas, onde explora as angústias das pessoas, dizendo poder falar com mortos, para extorquir um pouco de dinheiro extra.
Seu pai, segundo sua mãe, é o famoso ilusionista Harry Houdini, que apresenta truques de ilusionismo e é um mestre do escapismo, apresentações que Anna adora realizar.
Anna sempre foi uma apaixonada pelo ilusionismo, mas nunca aprovou as sessões que sua mãe realizava. Mesmo assim, como uma boa filha, sempre auxiliou nas artimanhas de sua mãe.
“Mas será que tenho o direito de continuar a fazer uma coisa que sei ser errada por lucro? As palavras de Harry Houdini reverberam em minha memória: ‘ Não é difícil convencer pessoas que sofreram uma perda recente da possibilidade de se comunicar com seus entes amados. Para mim, os pobres crentes sofredores, na ansiosa busca de alívio para a dor que se segue à morte de um ente querido, são sacrificados pelos carniceiros que ganham dinheiro à sua custa’”.
Sua mãe é uma pessoa pouco carinhosa e que coloca a carreira sempre na frente. Não mede palavras e sempre acaba machucando sua filha. Mas isso não diminui o instinto protetor de Anna, que sempre busca a segurança de sua mãe e controla as contas desde pequena.
O livro começa com a protagonista contando como é bom finalmente ter uma casa, vizinhos e uma vida meio normal. Porém com a mudança, os poderes paranormais de Anna aumentam e tornam-se recorrentes visões em que ela e sua mãe correm perigo.
“Meu coração palpita na aterrorizada expectativa do que está por vir. As visões nunca são imagens bonitas com final feliz. Quando estou dormindo, posso interpretar esses episódios como pesadelos, mesmo sabendo que não são. Quando estou acordada, sou submetida à excruciante experiência na íntegra”.
Assim o livro narra a busca de Anna por respostas: Como controlar seus poderes? Quem é seu pai? O que significa essa visão? O que ela quer fazer da vida dela? E como uma jovem garota interessante não poderia faltar o romance, esse livro também traz a indecisão de Anna quanto aos sentimentos pelo Cole e Owen.
Posso dizer que o Cole me chama mais atenção, com seu sotaque britânico, é um moço alto e moreno, muito reservado e educado. Completamente o oposto de Owen, que é um americano loiro, galanteador e adora atenção.
Outro personagem que merece um destaque é o Sr. Darby, o vizinho da casa do andar de baixo. Esse personagem é um amor, no começo todo resmungão e ranzinza, mas consegue demonstrar seu carinho pela menina da sua própria maneira, além de ajudá-la em momentos essenciais.
Não posso deixar de comentar como a capa deste livro é maravilhosa. Fiquei completamente apaixonada! E a diagramação está linda! Com a escrita simples a leitura flui tranquilamente.
Apesar de ser o primeiro livro de uma série, este livro possui o final fechado. Sem aquele desespero para ler o próximo por conta de pontas soltas no livro. O que me agrada bastante.

site: http://www.cladoslivros.com.br/2015/08/resenha-filha-da-ilusao-livro-1-da.html
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Thuanne Hannah 14/08/2017

Confesso que a primeira coisa que me fez querer ler este livro foi essa capa maravilhosa! Ela transmite um misto de ilusão e mistério bem chamativo, que descreve muito bem o que vamos encontrar na obra. Após ler a sinopse, não tive duvida em solicitar o livro e não pude ficar mais surpresa, a história é bem lúdica e cativante, os personagens são incríveis e só posso dizer que adorei a obra!

Anna Van Housen é uma ilusionista promissora, com apenas 16 anos, a jovem é assistente em um show onde sua mãe, Marguerite, é a atração principal. Além dos shows, Marguerite conduz sessões espíritas, mas tudo não passa de uma farsa, a mulher não é vidente coisa nenhuma, ao contrário de sua filha, que tem visões, consegue prever o futuro e se comunicar com mortos, mas esconde isso de sua mãe a todo custo.

"Meu coração palpita na aterrorizada expectativa do que está por vir. As visões nunca são imagens bonitas com final feliz. Quando estou dormindo, posso interpretar esses episódios como pesadelos, mesmo sabendo que não são. Quando estou acordada, sou submetida à excruciante experiência na íntegra."

Elas se mudaram e pretendem se fixar nesta nova cidade, com a ajuda de Jacques, uma espécie de empresário do show, elas ganham cada dia mais público e assim, conseguem sobreviver. Porém, Anna não quer viver engando as pessoas, ela quer fazer suas apresentações sem ter que realizar as sessões espíritas fajutas.

"Estou acostumada a ser julgada por minha vida pouco convencional, e tento não permitir que isso me aborreça muito."

Anna percebe que seus poderes estão mais fortes desde quando Cole, um jovem rapaz, se muda para o apartamento abaixo do seu. Ele apresenta para Anna uma sociedade secreta onde muitas pessoas tem habilidades parecidas com as suas, porém, muita gente quer se aproveitar de seus dons.

Cole é um rapaz misterioso e protetor, que esconde muitas coisas de Anna, sendo assim, ela não consegue confiar nele por completo. Logo depois, aparece outro rapaz na história. Seu nome é Owen, ele é sobrinho de Jacques e mostrou bastante interessado em Anna. Ele é todo engraçado e Anna se sente bem com ele. Então, o livro conta com esse triângulo amoroso, mas garanto que a história vai muito além disso.

Como dito anteriormente, muitos querem se aproveitar dos dons de Anna, no decorrer do livro percebemos a maldade e inveja em muitas pessoas. Algumas querem arruinar os shows e sessões de Marguerite e outras que sabem dos dons de Anna, querem arrumar uma forma de se beneficiar disso.

Outro fato bem presente no livro é a relação entre mãe é filha que é um tanto conturbada, cumprindo bem aquela expressão "amor e ódio". Em diversos momentos, as duas parecem estar uma contra a outra, principalmente Marguerite, que mulher insuportável! Mesmo sem saber dos poderes de sua filha, ela sente muita inveja de Anna. A mulher não gosta que sua filha fazia algo surpreendente em seus shows, quer a glória somente para si.

"Sinto lágrimas brotando, mas trato de secá-las, furiosa. Por que estou tão surpresa? Tive medo disso a vida inteira. É o meu pior medo se concretizando. Não. Respiro fundo. Meu pior medo era que minha mãe me abandonasse no quarto de algum hotel barato. Pelo menos, ela não fez isso."

Já a garota só queria ter uma vida mais normal, com uma família normal, mas parece que a cada dia isso fica mais impossível. Anna é o oposto da mãe, a garota faz de tudo por ela, se mete em muitas enrascadas a fim de protegê-la. Ela é uma personagem forte e destemida, cheia de sonhos e quer viver de seus shows (de seus próprios shows). Ela ainda não sabe como lidar com seus dons e sente que não pode compartilhá-los com sua mãe, principalmente por causa dessa relação de rivalidade que as duas possuem.

A história se passa no ano de 1920 e com as descrições, é possível mergulhar um pouco nesse mundo tão diferente do que vemos atualmente. A escrita da autora é bem simples e fluida, o mistério do final foi bem interessante e Anna escolheu o mesmo mocinho que eu escolheria! Porém, achei que o livro ficou muito corrido no final, a autora deveria ter investido numa carga maior de emoção para fechar a obra com chave de ouro. Mas ainda assim, vale muito a pena ler, principalmente para quem gosta de mágica!

No próximo livro, ainda acompanharemos a Anna em sua busca pelo seu próprio espaço como ilusionista.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2017/03/filha-da-ilusao-herdeiros-da-magia-01.html
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Leticia | @bardaliteraria 16/07/2017

O grande ‘’bum’’ do livro é a reviravolta
Sabe o ciclo vicioso de ser iludir, criar expectativas e acabar se decepcionando? Pois é, aconteceu nesse livro também, mas não foi tão ruim assim, foi uma decepção mas pode ser que você por ter uma visão diferente goste mais do que eu.
Anna Van Housen é uma ilusionista talentosíssima, comumente conhecida pela mãe que é uma médium, mas realmente famosa pelo boato de ser filha do incrível e formidável Houdini. Anna sempre foi uma criança talentosa e passou boa parte da sua vida viajando com sua mãe Madame Marguerite, uma médium muito famosa, mas de personalidade complicada. Mas como nem tudo é o que parece, a mediunidade de Marguerite não passa de fura farsa, porém a filha, Anna realmente tem um dom, ela pode sentir as emoções das pessoas ao toca-las.

Filha da Ilusão tinha tudo praser um livro que me cativaria, tudo mesmo, mas infelizmente pecou nos excessoserrados. Anna é uma personagem fascinante com um dom incrível, uma personalidade forte e muita autoconfiança, mas sua relação com a mãe a torna um pouco passional com certas coisas. Marguerite é aquela típica personagem que aparece apenas pra cenas quase importantes e que teve seu potencial mal aproveitado nesse primeiro volume. Cole – o famoso par romântico, foi um personagem que demorou a fazer o leitor (no caso eu) ter ‘’aquele sentimento’’, ‘’aquela empatia’’, na realidade achei ele um pouco carrancudo demais e sem graça demais, mas pelo menos não deixou Anna apagada, porém não achei que a construção da relação deles foi forte, na verdade o dom de Anna forçou essa "relação".
O livro infelizmente não me cativou muito por descrever demais, ou no caso, enrolar demais em coisas bem simples e outras quase desnecessárias a história. Acho que certas cenas demoradas poderiam ter dado lugar a vinculações de laços bem melhores. E um aprofundamento de personagens que poderiam dar mais verdade a história de um modo geral.
O grande ‘’bum’’ do livro é a reviravolta, que foi o motivo da minha nota,achei a sacada da autora muito boa e realmente me surpreendi com o finalcriado, com os personagens envolvidos e com o fechamento desse mistério criadona história. O enredo em si é muito bom, a premissa ainda mais, toda essa ambientação na Nova York dos anos 20 é de encantar qualquer leitor, mas os pequenos excessos como citei anteriormente tiraram um pouco a essência do livro, o que de certa forma deixou a leitura um pouco cansativa, lenta e bem desanimadora. E o que recuperou um pouco desses desânimos foi toda a reviravolta e finalização. Então digo a você que se tem curiosidade em ler o livro, Leia! Talvez todas essas questões que afetaram a minha leitura podem não afetar a sua.

site: http://bardaliteraria.blogspot.com.br/2017/03/filha-da-ilusao-de-teri-brown.html
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BookTherapy 02/07/2017

Será magia de verdade ou apenas uma ilusão? Vem com a gente descobrir. ;)
Anna Van Housen é filha de Marguerite Van Housen, uma médium que está bem mais para charlatã. Já Anna, realmente tem esse dom, além de ser uma talentosíssima ilusionista.
Sua mãe passou a vida inteira lhe dizendo que ela é filha ilegítima do famoso Harry Houdini. Será verdade ou só uma forma de ganhar dinheiro? É sempre difícil dizer se algo que Marguerite fala é verdade porque ela é mestre em esconder suas emoções e fingir ser quem não é, afinal de contas, ela engana as pessoas como meio de vida.
"Olho para o programa que apanhei em São Francisco. Os olhos de Harry Houdini me encaram, ferozes. Será que herdei essa maldição de você?, sussurro para o mágico e escapista mais famoso do mundo.
Porque eu não a quero. Nenhuma de suas manifestações. Nem as visões do futuro, nem sentir as emoções dos outros, e menos ainda o dom de falar com os mortos. Tudo que sempre quis foi ser uma moça normal, com uma vida normal. Falar com os mortos ou ver o futuro não pode, sob nenhum aspecto, ser considerado como algo normal."
Por esse e diversos outros motivos, a relação entre as duas é conturbada em 90% do livro. Marguerite é seca e não admite que Anna possa ter mais talento e brilhar mais do que ela, por isso, nos raros momentos em que ela foi amorosa com a filha, até fiquei pensando: "qual a pegadinha?", mas até os brutos podem amar, certo?
Da parte da Anna, apesar de ser forte e decidida, ela fica dividida entre o amor que sente pela mãe sem reciprocidade, e a vontade de ter uma vida normal e conquistar seu espaço que seu talento lhe permite, mas que sua mãe suprime, relegando-a a ser apenas sua assistente.
Esse não é o o tema principal do livro, mas é uma tensão que permeia toda a história, marcando muitas cenas. Além de sabermos que já passaram muitas situações complicadas (prisões, fugas) que garotinha nenhuma deveria ter que passar.
"Dou de ombros, pensando que é um pouco tarde para recatadas conversas de mãe para filha. Quem obriga a filha a extorquir dinheiro das pessoas como forma de sustento perde o direito de lhe dar lições de vida."
Recém-chegadas em NY e ao contrário do que houve em outras cidades, elas agora têm um (confiável?) empresário, Jaques, e ficarão em um apartamento, e não em hotel. Isso dá a Anna novos ares, quase criando uma atmosfera de "vida normal", claro, se ela não tivesse a mãe que tem (#divatoda), que relega à filha as preocupações e afazeres do dia a dia. No andar de baixo mora um senhor (adoravelmente) ranzinza facilmente comprado com doces, onde também mora Cole, que ganha o nosso coração, embora, assim como quase todos no livro, também tenha seus segredos e nos faça desconfiar em certos momentos.
No momento em que nossos dedos se encontram, um choque de estática percorre nossos corpos, tão forte que sinto um tranco no coração. Paralisados, sentimos o choque ir morrendo em pulsos elétricos, uma espuma que viaja entre nossas mãos e pontilha minha pele como bolhinhas efervescentes. Arranco a mão da dele.
O outro interesse de Anna é Owen, sobrinho de Jaques, americano simpático e galanteador. Com os dois, ela vai conhecendo as nuances do amor (de leve) e aprendendo em quem pode ou não confiar.
"Cole. Tudo começou a mudar depois que conheci Cole.
Como posso me sentir tão atraída por alguém em quem nem sei se confio?"
Tudo começa a mudar quando os poderes de Anna começam a aflorar a olhos vistos, como as visões do futuro que tem (ela viu o acidente do Titanic, gente :o !) e o fato de sentir as emoções alheias, o que desperta o interesse de sociedades secretas e inimigos. A partir daí, temos toda a emoção do livro (permeada pelo que já destaquei, afinal, seus poderes ofuscam Marguerite) com lutas, ameaças e momentos que não dá pra largar o livro.
Destaco também a imersão que a autora nos proporciona na Nova York dos anos 20. Ela descreve os ambientes, as pessoas, as roupas, de modo que somos transportados para essa época e é bom demais!
Descobri só agora que é uma série com mais um livro e um .5, mas acho tranquilo ler só esse porque o final é amarradinho. Os próximos são de novas aventuras dela, agora usando seus dons.
"Quer Houdini seja meu pai ou não, quer minha mãe me ame ou não, ainda vou ser eu mesma. Uma garota que ama o ilusionismo. Uma garota com estranhos dons. Nunca uma garota normal. Mas talvez, apenas talvez, não haja nada de errado nisso."
Se você gosta do tema, se joga!

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