A Espada de Shannara

A Espada de Shannara Terry Brooks




Resenhas - A Espada de Shannara


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Pedro.Morais 30/09/2019

Uma briga de gente grande.
Após o final conturbado contra um demônio que ameaçou o bem dos quatro reinos do mundo e o sacrifício da nossa protagonista, agora iremos nos deparar diante de uma grande ameaça que colocará Will sob uma redoma de sacrifícios e perdão. Será que o lorde feiticeiro poderá erguer seu império de magia negra nas terras mágicas?
Com um desfecho de partir o coração e com gosto de quero mais, iremos descobrir o verdadeiro valor de um Shannara.
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Coruja 25/06/2018

O motivo principal para esse livro ter aparecido na minha estante foi: ele estava naquela famosa lista dos 100 principais livros de ficção científica e fantasia da NPR - e, como todo leitor do blog já deve saber, um dos meus objetivos de vida é ler todos os livros dessa bendita lista. Consegui ele já há algum tempo, através das trocas do Skoob e em janeiro finalmente comecei a lê-lo. E a minha primeira impressão da história foi ‘já vi isso em algum lugar, não?’.

A Espada de Shannara é o primeiro volume de uma trilogia, embora a história apresentada nele tenha final e, pelo que pesquisei, os dois outros volumes trazem como protagonistas descendentes dos personagens que aparecem aqui. Shea Ohmsford, um meio-elfo, descobre sua herança como descendente e herdeiro legítimo do mítico rei elfo Jerle Shannara. A história se passa no futuro após um holocausto nuclear que dizimou boa parte do planeta e a humanidade passou por mutações que fizeram aparecer outras raças além do homo sapiens: trolls, anões e gnomos. Para além disso, a guerra rearranjou a geografia e fez a tecnologia se perder; a magia, contudo, foi redescoberta.

O problema de A Espada de Shannara não é só as semelhanças múltiplas com os livros de Tolkien - inspiração reconhecida pelo autor -, que, em alguns momentos chega a cópia escarrada mesmo de personagens e cenas de O Senhor dos Anéis. Há pouco do encanto, da poesia e da criação de um novo mundo que marcam tão fortemente a obra tolkeniana. Brooks é truncado e repetitivo. Ao que me parece, sua fama se deve mais à época em que foi lançado: 1977, pouco tempo depois de Tolkien ser publicado nos Estados Unidos. Brooks foi um dos primeiros escritores a preencher um nicho que nasceu após o advento da Terra-média. O público estava faminto por mais livros de fantasia naquele estilo, e consumiria… bem, consumiria qualquer coisa. E, para que ele continue sendo citado hoje como um dos principais livros de fantasia escritos, acho que entra mais o fator nostalgia que a qualidade da obra em si.

Queria muito ter gostado desse livro. Mas realmente não deu...

site: http://owlsroof.blogspot.com/2018/06/o-resumo-da-opera-alguns-varios-titulos.html
Elfame 31/03/2019minha estante
Nossa já. Em sei mais se vale apena ler, eu conheci esse livro por causa da série na Netflix que são baseadas nessa tricologia. Gostei muito da série e decidi ter o hábito da leitura então comprei um Kindle e sai comprando livros, e comecei a ler esse livro .


Elfame 31/03/2019minha estante
Nossa já nem sei se vale mais a pena.ler esse livro.


Thay.Avila 01/08/2020minha estante
Confesso que concordo contigo em vários aspectos, porém o próprio Brooks admitiu que esse livro (primeiro livro a ser escrito da saga Crônicas de Shannara, mas não o primeiro na linha cronológica) é bem "fraco" em relação aos outros. Tanto que o segundo livro "Pedras Elficas de Shannara" precisou passar 3 vezes pelo revisor e demorou 4 anos para ser escrito e reescrito. Acredito que é fundamental ler ele, pra inclusive entender o crescimento e como o Terry Brooks melhorou a escrita dos próximos.




Tiago Nery 10/02/2018

Fortemente inspirado em LOTR
Acabei de terminar de ler esse livro, e o que posso dizer é: Se você não se importa de ler um livro bem escrito mas, quase uma fanfic de Senhor dos Anéis, você irá gostar bastante! Dá pra traçar facilmente um paralelo entre principais personagens, lugares e até mesmo na jornada de Frodo e Sam com a de Shea e Flick. Lá pro meio do livro a história começa seguir seu rumo e ter sua própria identidade.
Bastante descritivo com lugares e sentimentos dos personagens, quem gosta de George R.R. Martin e Tolkien não verá nisso um problema.
Sinceramente eu gostei do livro. Poderia muito bem virar filme e tudo mais. Se tivesse um pouco mais de identidade própria poderia quem sabe sair da sombra da obra prima do Tolkien mas, infelizmente falhou nisso.
Marininha 09/08/2018minha estante
Tem uma série baseada no segundo livro, mas já adianto que do pouco que li do segundo livro, a história eh meio diferente pra variar rs


Débora 20/01/2019minha estante
Tem um série, disponível na Netflix! As crônicas de Shannara. Achei a produção belíssima. E o ator que faz o Gimli no SdA ironicamente é o rei elfo dessa série. Hahaha




AmadosLivros 20/06/2017

O mundo é repleto de lendas sobre locais e armas mágicas. Sobre herdeiros por direito ou por sangue. Sempre o bem vencendo o mal. A Espada de Shannara segue essa receita já consagrada de sucesso para nos apresentar a um novo mundo, em um futuro onde depois de várias guerras o mundo voltou para uma época medieval; entretanto, mesmo sem tecnologia, esse mundo possui magia. E algumas outras raças além dos humanos. Sim, meus caros, estou falando de elfos, anões, trolls e todos aqueles tipos de seres que já conhecemos de outras aventuras.
Shea Ohmsford vive no pacífico Vale Sombrio com sua família adotiva. Ele é meio elfo, mas isso não muda o sentimento fraternal que possui por Flick, seu primo, mas irmão de coração. A vida era boa e tranquila, mas tudo isso muda com a chegada de um andarilho famosos, Allanon. O forasteiro despeja sobre o jovem Shea uma história incrível sobre guerras entre raças, druidas, Brona que torna-se o Lorde Feiticeiro, uma espada mágica (única arma capaz de deter o Lorde Feiticeiro) e uma herança de sangue inesperada. Shea é o último descendente vivo do rei Shannara, e somente o jovem pode usar a Espada.
Já da para sacar que a vida do pobre Shea que antes era pacata e tranquila, transformasse em uma longa jornada: uma fuga do Vale Sombrio, antes que os Portadores da Caveira (fiéis vassalos de Brona) o encontrem e o matem, ao mesmo tempo que vão em busca da lendária Espada de Shannara.
O começo do livro é muuuuuito arrastado. Despeja no leitor muita informação sobre todo o passado e a história. Até a página 200 a leitura foi bastante lenta e devo dizer que até um pouco penosa. Da metade do livro para frente a história pega um ritmo mais divertido e leitura finalmente começa a fluir, mas, não sei se todos que leram perceberam, o livro lembra e muito O Senhor do Anéis.
Não digo que são idênticos, mas os personagens lembram muito os personagens da obra consagrada de Tolkien: Allanon é como Gandalf, Shea é como Frodo, Flick é como Sam, Balinor é como Aragorn e Boromir, Hendel é como Gimli, Brona é quase uma mistura entre Saruman e Sauron, Durin e Dayel são como Legolas. Além dos personagens, outros fatos e locais são similares, como o conselho que ocorre em Culhaven que é muito parecido com o que ocorre em Valfenda, o Salão dos Reis, que lembra demais Moria, o Conselho dos Druidas que parece uma "imitação" do Conselho Branco.
O livro não é ruim, mas é aquela leitura que você tem que insistir nela no começo, para só passar a desfrutá-la de fato a partir da metade. Entendo que por ser a abertura de uma trilogia o autor sentiu necessidade em embasar bem o seu mundo, mas ele poderia ter diluído melhor os fatos ao longo da história para entreter mais o leitor e evitar o desinteresse logo nas primeiras páginas.
Se pretendo continuar lendo a trilogia? Sim, pretendo. Quero saber como tudo vai acabar, e observar se nos próximos dois livros Terry Brooks usou mais alguma referência de O Senhor dos Anéis. É uma leitura bacana, mas acredito que muitos não conseguiram chegar ao final da leitura desde primeiro volume.

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2016/02/livro-espada-de-shannara-trilogia.html
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Paulo 11/06/2017

Humildade. Uma simples palavra que significa muito. Nem sempre nós conseguimos compreendê-la de fato. Humildade implica austeridade, sinceridade e a compreensão de que todos nós temos limites que nem sempre somos capazes de superar. É com essa pequena palavra que eu começo minha resenha de A Espada de Shannara. Algumas vezes culpamos o autor ou o tradutor por um livro pelo qual não fomos capazes de compreender. Este foi o caso aqui. Eu não gostei de A Espada de Shannara. Porém eu compreendi que Terry Brooks escreveu em uma outra época (o livro foi publicado pela primeira vez em 1977) e ele foi o pioneiro no gênero de fantasia.

O protagonista da história é Shea Ohmsford, um jovem que vive no Vale Sombrio ao lado de seu amigo Flick. Certo dia, Flick encontra um estranho vestido de capuz o qual Flick leva até sua vila. Este estranho revela ser Allanon, um druida conhecedor da história do mundo. Ele veio até o Vale Sombrio em busca de Shea. Segundo ele, Shea tem um destino a cumprir: ele é o único ser no mundo capaz de brandir a poderosa espada de Shannara. Essa espada é a única arma no mundo capaz de ferir Brona, o lorde Feiticeiro que planeja destruir os quatro reinos, dominando o mundo, levando-o à beira da escuridão. Shea não acredita a princípio, mas quando ele vê perseguido pelos Portadores da Caveira, ele sai atrás de Allanon, que havia desaparecido dias antes. Shea, Flick e seu aliado Menion Leah, príncipe de Leah precisam correr até Callahorn onde de lá eles partirão em busca da espada de Shannara, guardada na Fortaleza dos Druidas. Mas, os aventureiros descobrirão que Allanon é um homem de meias verdades e aquilo que ele não diz pode representar um perigo mortal.

Pois bem, aqui temos um autor que ajudou a difundir o gênero de fantasia em uma época em que muito pouco era produzido. Minha maior dificuldade com essa obra foi a escrita. Brooks tem um estilo de escrita muito diferente daquela que estamos acostumados. A maneira como ele conduz a história é mais devagar e descritivo. Sua narrativa é em uma terceira pessoa, mas em um estilo onde podemos saber o que todos no cenário estão pensando, falando e sentindo. Não tem um ponto de vista fixo, o autor escolhe quem ele se refere. Mesmo os capítulos sendo curtos, os parágrafos são muito longos e descritivos, tornando a leitura extremamente cansativa. A escrita do Brooks remete aos clássicos de Tolkien e Edgar Rice Burroughs. A forma como Burroughs escreve A Princesa de Marte lembra muito o estilo de escrita do Brooks. A minha recomendação àqueles que pretendem se embrenhar no universo de Brooks é não subestimar a leitura do livro. Ele não é um livro simples, apesar do enredo ser bem jovial e aventuresco. A trama é linear e não existem plot twists que estamos tão acostumados nos dias de hoje. A Espada de Shannara vai fornecer aos leitores tudo aquilo que eles esperam de um livro do gênero.

A ambientação é muito interessante. Brooks mistura o estilo tradicional de fantasia com alguns elementos de ficção científica. Neste primeiro volume não dá para perceber esta presença de maneira muito forte. O autor deixa para trabalhar estes elementos mais posteriormente. Senti que Brooks quis explicar demais a ambientação e isso acabou prejudicando a dinâmica da história. Muitos capítulos acabam servindo apenas para explicar algum aspecto da história do mundo. Allanon é usado para dar estas longas palestras. Entretanto, tudo o que conhecemos dos universos de fantasia e até de RPGs de mesa estão presentes neste livro: gnomos, elfos, druidas, feiticeiros, trolls. O fato de Brooks ter esgotado todas as suas explicações neste primeiro livro pode ser um sinal de que em outros livros ele não terá a necessidade para tal.

Um elemento que me incomodou muito foi a ausência quase total de mulheres em qualquer papel no enredo. Salvo a prometida de Palance, roubada por Menion, não existem mulheres. Nenhuma... Isso remeteu aos pulps da década de 1920 quando as histórias eram centradas no homem branco defendendo a verdade, a justiça e o American way. Shea tem muito desses herois antigos e as mulheres acabam se tornando secundárias ou desprovidas de importância. O próprio Brooks reconheceu o problema e procurou amenizar isto em títulos posteriores da série. Não pensem que o Brooks é um machista; nada disto, ele apenas repetiu a postura seguida por outros autores.

Os personagens são bem trabalhados apesar de o foco da história ficar mais em Shea e Allanon. Existem alguns desenvolvimentos feitos neste livro, mas A Espada de Shannara demonstra o quanto Terry Brooks era muito verde na época em que escreveu o livro. Este é mais um fator atenuante: este foi o livro de apresentação do autor que foi selecionado pelo próprio Lester del Rey que ficou encantado com a maneira como ele movia os personagens de um ponto a outro. Lester adorou também a ambientação. É impossível não comparar A Espada de Shannara com Senhor dos Aneis de J.R.R. Tolkien. As duas obras são parecidas e Brooks admitiu ter se inspirado no mestre da fantasia. Ambos cobrem uma jornada em que um artefato poderoso é o diferencial em uma guerra entre o bem e o mal. Porém, enquanto Senhor dos Aneis vai adotando uma postura sombria ao longo da trilogia, Brooks mantém o espírito de aventura tão típico de sua obra. A construção de mundo também é muito bem feita por ambos os autores, mas Brooks não se preocupa em criar toda uma língua específica que caracterize uma raça. Vamos nos lembrar de que Tolkien era um emérito professor de literatura e línguas antigas.

A Espada de Shannara é um delicioso mergulho a um modelo de escrita que já não se vê nos dias de hoje. Eu tive dificuldades em lidar com essa escrita, mas isto não age em detrimento da obra. A ambientação é fenomenal e deixa muito a ser trabalhado em outros volumes da série. Brooks é um autor fenomenal e devemos toda esta febre de fantasia a ele que foi pioneiro na escrita de obras do gênero.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Isadora 27/04/2017

27/04/2017

Não consegui engatar na leitura. Irei abandonar por enquanto, talvez eu retorne mais tarde.
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Ruh Dias (Perplexidade e Silêncio) 17/04/2017

Já Li


Terry Brooks começou sua carreira de escritor enquanto estudava Direito na Wahington and Lee University. Ele conta que, em um determinado período da sua vida, quis largar tanto a faculdade quanto a carreira como advogado, mas seus pais e amigos da época o aconselharam a fazer as duas coisas ao mesmo tempo (ser advogado e ser escritor), até que uma das profissões "vingasse". Por muitos anos, Terry Brooks escrevia seus livros após o expediente de trabalho ou entre aulas da faculdade e isso me inspirou, afinal, minha vida de escritora é exatamente assim.


A Trilogia Shannara começou a ser escrita em 1977, quando o primeiro volume, "A Espada de Shannara", foi publicado. Terry Brooks abertamente se inspirou em "O Senhor dos Anéis" para escrever sua primeira trilogia de fantasia e as referências à obra de J. R. R. Tolkien são visíveis por toda a obra.

O cenário da trilogia se passa após um holocausto que dizimou a Terra como a conhecemos, devido à radiações químicas e nucleares do que Terry chamou de A Grande Guerra. Depois deste evento, o planeta voltou para uma era pré-industrial, muito parecida com a Idade Média. Assim, o planeta foi dividido em quatro partes e cada uma destas partes abrigou um povo específico depois da Grande Guerra, de acordo com os hábitos e vida e biologia de cada um. Assim, temos predominantemente quatro habitantes do mundo: elfos, anões e gnomos, trolls e os humanos.

O protagonista deste livro é Shea Ohmsford. Ele, mestiço de humanos com elfos, vive tranquilamente em uma aldeia com seu irmão completamente humano, Flick, e o pai deles. Um dia, um estranho misterioso chamado Allanon intercepta Flick na estrada da aldeia e exige que seja levado a Shea. Lá, os dois irmãos descobrem que Shea é o último descendente da família élfica Shannara e, por isso, tem o dever de proteger a Espada de Shannara.

A dinâmica entre Shea e Flick é inegavelmente parecida com a existente entre Frodo e Sam. Assim como Frodo, Shea aceita sua missão sem muito planejamento e age conforme os eventos lhe são apresentados. Assim como Sam, Flick é uma personagem coadjuvante, por vezes, mais atuante e mais relevante do que o próprio protagonista, permitindo e facilitando que este último alcance seus objetivos na trama.

A primeira parte do livro, para mim, foi cansativa. Allanon é um historiador e, quando encontra Flick e Shea, resolve contar a eles todos os eventos da Grande Guerra, para contextualizá-los da importância de Shea resgatar a Espada de Shannara na cidade élfica de Paranor. Contada em forma de diálogo, a história de eras de duração tornou-se monótona. Além disso, Allanon não responde perguntas e é grosseiro o tempo todo, o que também acaba tornando-o cansativo a princípio.

Passada esta parte, a narrativa torna-se ainda mais parecida com "O Senhor dos Anéis" pois os dois irmãos saem em sua missão de encontrar a Espada e rumam para a distante Paranor. Para isso, eles contam com a ajuda do amigo de Shea, o príncipe Menion. Menion e Flick não se gostam e isto provoca ora momentos divertidos da leitura, ora momentos repetitivos. Menion, no entanto, é uma personagem carismática, divertido e sarcástico, um ótimo contraponto à teimosia e desconfiança de Flick.

A Espada de Shannará servirá para combater Warlock, um mago poderoso que quer destruir a todos os povos (as semelhanças com Saruman também são diversas). Warlock se vale de seres alados noturnos assustadores para atrasar Shea (também muito similares aos Nazgûl). Como proteção, Shea e Flick tem as instruções esparsas e misteriosas de Allanon e as Pedras Élficas, que serão mais exploradas no segundo volume da Trilogia.

Ao longo da narrativa, os dois irmão acabam se separando de Menion, que adquire uma trama própria correndo em paralelo à trama do protagonista. Ambas as estórias focam na necessidade deles de fazerem aliados e recrutarem um Exército para combater Warlock e seus maléficos trolls. Assim, Shea e Menion correm atrás do apoio de elfos, anões e gnomos, bem como se outros humanos.

Para mim, a leitura foi agradável, porém, não extraordinária. As semelhanças com a obra de Tolkien foram tantas que, em um dado momento, senti como se estivesse lendo um spin-off de "O Senhor dos Anéis" e não uma obra, teoricamente, original. Os elementos épicos em si me agradaram - a busca pela Espada, a estória perdida dos elfos, a Grande Guerra, etc. - mas os acontecimentos da trama não, pois os achei óbvios e esperados. A leitura vale pelas personalidades de Shea, Flick e Menion, que foram personagens bem escritas e interessantes, ainda que sem um grande aprofundamento de suas características.

Terry Brooks, posteriormente, escreveu os eventos cronologicamente anteriores aos eventos de "A Espada de Shannara", em três livros publicados a partir de 2006: "A Gênesis de Shannara", "Lendas de Shannara" e "O Primeiro Rei de Shannara". Existem, também, contos sobre o mesmo tema que são pequenas estórias paralelas aos livros e uma série de TV baseada no segundo livro, "As Pedras Élficas de Shannara". Ou seja, para quem gostar deste universo de Terry Brooks, conteúdo não faltará.

site: http://perplexidadesilencio.blogspot.com.br/2017/04/ja-li-40-trilogia-shannara-vol-1-espada.html
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Gui Campos 07/02/2017

Enrolado!
Comparações com Tolkien à parte, gostei muito da história mas o autor parece querer deixar tudo chato e tedioso. Muita enrolação, muita repetição, didatismo demais e nenhum mistério. Poderia ter 200 páginas a menos. Espero que o próximo seja melhor.
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LT 28/11/2016

Vamos falar sobre esse livro que... Bem, vamos lá!

Logo no início nos deparamos com dois personagens fortes, Shea e Flick. Tudo ia bem até que um ser chega para encontrar Shea, seu nome é Allanon.

Allanon apareceu com a ideia de salvar Shea, já que ele descobre que é metade elfo e tem que ir atrás da Espada de Shannara. Algo acontece e Allanon abandona os dois para ire sozinho, mas deixa um amigo para ajudá-los, Balanor. Mas... quando ele chega, é um pouco tarde demais, pois quem queria pegar Shea já chegou e eles vão ter que sair do Vale sombrio para se salvarem.


“Você é o filho da Casa de Shannara; somente um filho mestiço, no entanto, e bem distante da linha direta de ascendência que pode ser traçada através dos últimos quinhentos anos. Eu o conheci quando criança, Shea, antes de você se trazido para o lar dos Ohmsford como filho. Seu pai era um elfo. Um homem muito bom. Sua mãe era de raça humana. Ambos morreram quando você era muito novo, e então foi entregue a Curzad Ohmsford para ser criado como sendo parte da família. Mas você é descendente de Jerle Shannara, apesar de ser um descendente distante e não ter o sangue puro dos elfos.”

Para chegar ao seu destino eles vão pedir ajuda a Menion, que é de um reino vizinho, Flick não confia nele mais é a melhor saída. Quando voltam a ver Allanon, ele os coloca junto a um anão, dois elfos e um príncipe humano, para que ajudem Shea a chegar a Paranon, seu destino. Por um tempo é só caminhada e o livro é um pouco previsível, a partir dai, tudo começa a ir, em uma certa "camera lenta". Junto a eles, aparece uma mulher, mais nada mais que uma, apenas ela. Será que ela vai ajudá-los? Quem ela é, de fato? Será que eles vão chegar e destruir o Lorde feiticeiro?

A história é um pouco cansativa, mais você vai descobrindo outro mundo, não sou muito ligada nesse tipo de leitura, mais consegui ler até o fim. A escrita, as vezes é morosa, bastante descritiva, folhas amareladas, boa revisão. Pra quem gosta do gênero, tenho certeza que vai adorar. É uma história de fantasia medieval cheia de mistérios e com todos os elementos essências para o gênero, mas como disse, para mim foi um desafio lê-lo por não estar acostumada a este estilo literário.

Quer saber como se deu o desfecho? Se quem apareceu queria realmente proteger ou prejudicar Shea? Descubra lendo...

Resenhista: Analuiza Amorim.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Melissa Meira 29/10/2016

Cansativo do início ao fim / A Espada de Shannara - Terry Brooks
Ler a Espada de Shannara foi um desafio. Quando decidi ler o livro tinha uma ideia completamente diferente da história. Acabei me deparando com uma narrativa extremamente cansativa, detalhista e sem foco na continuidade dos acontecimentos. De inicío resolvi forçar a leitura, pensando que em algum momento a história iria engrenar. Engano meu. Fui perdendo o interesse a cada parágrafo repetitivo e logo me vi pulando alguns capítulos.

A verdade é que a Espada de Shannara não tem um enredo novo, é clichê de uma forma negativa, a história se parece com um monte de outros livros já redigidos por aí. Além de tudo, os personagens estão sempre "andando em círculos" no que se diz respeito aos problemas que lhes acontece.

De qualquer forma ainda vou tentar ler a continuação dessa trilogia, até porque eu já comprei mesmo ...
Fernando Lafaiete 29/10/2016minha estante
Que pena que você não gostou Melissa. Eu adoro esse livro. Mas é aquela coisa, experiência de leitura é algo muito pessoal mesmo!


Melissa Meira 30/10/2016minha estante
Acredite, eu queria ter gostando! kk. Fiquei bem decepcionada, esperava que fosse uma história fantástica, mas a forma que foi escrito não me conquistou.




Felipe.Macedo 02/09/2016

Sobre o livro em si
Sobre este livro, eu achei ele muito bom com uma ótima história em si, mas ele relembra muito o livro do Senhor dos Anéis, mesmo que foi inspirado nele. Nisso então acabou causando uns momentos do livro que relembra muitas cenas o que deixou a desejar. Um ponto importante também é que há muito descrição do cenário e pouco diálogos entre os personagens e também a passagem da história acontece num momento rápido. Mas é um livro recomendável para quem gosta do gênero e que não tem nada a perder.
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Fernando Lafaiete 18/07/2016

Para fãs de Senhor dos anéis?

A espada de Shannara é o tipo de livro de fantasia que eu adoro, com personagens fortes, um vilão incrível e cenas de batalhas sensacionais! Porém... vejo muita gente dizendo que quem ama “Senhor dos anéis” irá amar este livro, mas discordo em partes, pois se você é um fã ortodoxo da obra de Tolkien, você provavelmente irá odiar este livro. O que não é o meu caso!

“A espada de Shannara” irá contar a estória de Shea Ohmsford, um meio-elfo que descobre ser o último da linhagem Shannara e consequentemente o único capaz de portar a famigerada Espada de Shannara, a única arma capaz de derrotar o Lorde Feiticeiro que está renascendo e que deseja (óbvio) destruir o mundo. Com seu irmão e um grupo de amigos, eles partem em uma jornada para recuperar esta arma lendária.

O problema deste livro e que com certeza irá incomodar muitos leitores, é o fato de Terry Brooks, ter “copiado” de forma descarada muitos elementos de Senhor dos anéis. Pois a caracterização dos personagens lembra e muito os personagens de Tolkien. Shea é o Frodo, Flick é o Sam e Allanon é com certeza o Gandalf de Brooks (entre vários outros personagens semelhantes). Várias situações também são bem parecidas com a obra do criador da terra média. Normalmente essas coisas me incomodam como me incomodaram quando eu li “O desafio de ferro”, que pra mim é uma cópia muito mal feita de Harry Potter. Mas então por que eu amei este livro?

Em primeiro lugar, não sou tão fã assim dos livros do Senhor dos anéis. Mas calma! Muita calma nessa hora (rsrsr). Amo os filmes e o mundo criado por Tolkien, mas acho os livros extremamente cansativos. Na minha humilde opinião, Tolkien perde muito tempo com descrições e situações totalmente desnecessárias. Ele descreve coisas que ao longo da leitura, você acaba percebendo que não possuem relevância nenhuma para o desenvolvimento da estória. E isso graças a Deus não acontece com a obra de Brooks. Em segundo lugar, gosto e muito da sinceridade do Terry Brooks. Em nenhum momento ele nega que se inspirou ou que até que “copiou” alguns elementos do maior clássico da fantasia. Muito pelo contrário, ele era um grande fã de Tolkien e assume tais inspirações. Claro que tudo tem um limite, mas eu me apaguei tanto ao livro de uma maneira geral, que tais cópias não me incomodaram. Pela sinceridade e pelo caráter do escritor, acabei vendo este livro como uma grande homenagem à obra do mestre J. R. R. Tolkien.

Mesmo com as minhas ressalvas acima, eu super indico este livro... Mas vá com calma e com a mente aberta. Sei que experiência de leitura é algo muito particular e pessoal, mas espero de verdade que quando vocês forem ler este livro, vocês tenham uma experiência tão maravilhosa quanto a minha.
Bruna Araujo 02/04/2017minha estante
Fernando que bom encontrá-lo por aqui, porque sempre gosto de suas opiniões. Vi muitas pessoas falando que o livro é arrastado, cansativo e chato e desanimei, mas sua comparação com o Senhor dos Anéis e a resenha me deu um Up.


Bruna Araujo 02/04/2017minha estante
Fernando, muito bom te ver por aqui, porque gosto muito das suas resenhas. Vi muitas pessoas falando que o livro é cansativo e arrastado e isso me desanimou pq eu não gosto de narrativas prolixas e geralmente acabo abandonando a leitura se for assim, mas olha que sua resenha me deu um Up, ainda mais se inpirado em Senhor dos Anéis (não me refiro às obras e sim aos filmes, pq nunca li Tolkien), vou pensar em adquirir o livro =)


Bruna Araujo 02/04/2017minha estante
*inspirado


Fernando Lafaiete 02/04/2017minha estante
Muito obrigado Bruna. Eu amei este livro, mas confesso que ele de fato não é pra todo mundo. Eu não o achei nada arrastado, muito pelo contrário, eu o achei fascinante!


Bruna Araujo 03/04/2017minha estante
Em que sentido diz que ele não é pra todo mundo?! O que pode desagradar algumas pessoas?!


Fernando Lafaiete 03/04/2017minha estante
Então Bruna... Se você já tiver uma bagagem boa de livros de fantasia, poderá acontecer duas coisas: A primeira; é você amar esta estória e tudo que a envolve. A segunda é você achar uma porcaria;uma cópia mal executada do senhor dos anéis. Qualquer livro que se assemalha com as obras do Tolkien ou da J. K. Rowling costumam causar uma certa "revolta" nos fãs ou causam no mínimo uma estranheza. O grande problema, é que se você ler o senhor dos anéis, você perceberá que o Tolkien é extremamente descritivo, em um ponto que chega a ser exagerado e desnecessário. E lendo "A espada de Shanara" você perceberá que o Terry Brooks tem uma narrativa descritiva, mas que não passa do ponto. Isso se dá, porque você terá a escrita do Tolkien como referência. Sem esta referência, você poderá achar a narrativa do Brooks enfadonha. Não sei se eu me fiz entender! (Rsrs). Sendo assim... eu reforço: Este livro não é para fãs ortoxos de Senhor dos anéis. E para leitores inicantes de livros de fantasia ele talvez não seja um bom começo. Pois ele tem uma narrativa mais descritiva que poderá ser vista como prolixa.


Bruna Araujo 03/04/2017minha estante
Humm entendi agora... É, eu comecei a ler fantasia há pouco tempo, não tenho grande bagagem e nunca li Tolkien, só vi os filmes do Senhor dos Anéis e amei. Meu medo ao começar um autor novo é justamente prolixidade, não dá pra mim. Entretanto, ainda acho que há uma boa chance de gostar sim, vou pensar mesmo em começar. O terceiro livro já saiu?


Fernando Lafaiete 05/04/2017minha estante
Infelizmente o terceiro livro ainda não foi publicado aqui no Brasil! :(




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Barcelos 16/02/2016

Terry books: Irmão caçula de Tolkien!
Simplesmente sensacional!
Este livro tem uma pegada muito forte em tudo que vocês já viram em fantasia ÉPICA. Gosta de senhor dos anéis ou do gênero? Gosta de magia? Guerras? Jogo político? RPG?
Se você se enquadra em algum desses gêneros acima você vai amar o mundo que Terry Brooks o ambientou!

Sinopse: Há muito tempo as Grandes Guerras do Passado arruinaram o mundo. Vivendo no pacífico Vale Sombrio, o meio-elfo Shea Ohmsford pouco sabe sobre esses conflitos. Mas o Lorde Feiticeiro, que todos julgavam morto, planeja regressar e destruir o mundo para sempre. A única arma capaz de deter esse poder da escuridão é a Espada de Shannara, que pode ser usada somente por um herdeiro legítimo de Shannara. Shea é o último dessa linhagem e é sobre ele que repousam as esperanças de todas as raças. Por isso, quando um aterrorizante Portador da Caveira a serviço do mal voa até o Vale Sombrio, Shea sabe que começará a maior aventura da sua vida.

Gostei de muitos pontos no livro e 1 deles que mesmo sendo medieval ele se passa milhares de anos após ao que chamam de " as grandes guerras. Dito por eles o mundo quando surgiu já existiam as criaturas mágicas, porém por causa do homem e com seus anos de descrença eles desapareceram, depois que homem destruiu a si mesmo com guerras, passaram milhares de anos e vieram a tona as criaturas mágicas e novamente os humano. A tecnologia desapareceu, porém a magia esta novamente presente.
Esse fator acima pode fazer algumas coisas legais, como uma cidade perdida que a tempos atraz era da civilização humana, ou uma tecnologia perdida que agora acaba de ser descoberta (no caso da série do autor que se passa no mesmo mundo. A viagem- Terry Brooks).
Esse entrosamento único junto com todo o misticismo, história fantástica, magia absoluta não poderia deixar o livro melhor!
Além disso este mundo onde o autor ( Terry Brooks) criou Te instiga a descobrir mais e mais sobre esta terra de lendas, demônios, monstros, elfos,anões,trolls e etc...
Interessante também a idéia de uma ordem druida a muito tempo perdida que carrega quase todo o saber do mundo num castelo chamado Paranor. Até porquê eles são os únicos portadores e usuários da magia "branca.
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