Um Conto do Destino

Um Conto do Destino Mark Helprin




Resenhas - Um Conto do Destino


38 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3


Kelly 08/01/2020

Um conto do destino
Eu vi o filme desse livro e fiquei apaixonada. Então decidi comprar o livro. Foi a primeira vez que vi um filme ser melhor que o livro que deu origem a ele. É muita enrolação o livro. E o filme fez adaptações que tornaram a história mais atraente.
comentários(0)comente



wellrock10mil 21/06/2019

Um sonho
Eu me pergunto como as pessoas não se conectam com esse livro 🤷🏽‍♂️ é simplesmente maravilhoso. Ok está certo. Tem umas partes mais lentas, tudo bem admito que tem, porém não dá pra largar esse livro, temos não só o romance de Beverly e Peter, como temos os acontecimentos com personagens que vimos no meio da história, fazendo aquela curiosidade aumentar ainda mais a cada capitulo como se fosse uma série. Eu adorei, favorito da vida e com certeza irei reler.
comentários(0)comente



Thais 18/01/2019

Resenha
Levei um ano para concluir a leitura desse livro !!! Claro que durante esse período ei li uns dez livros juntos. Sinceramente, senti muita dificuldade em ligar as pontas soltas desse conto.
Tudo começou com o filme, achei lindo e melancólico. Precisava ler o livro para ter a profundidade dos personagens. Mas são tantas idas e vindas, tantos detalhes desnecessários, que fazem o livro ser maçante. A leitura não fluiu como eu esperava, sempre gostei de romances com fantasia, fenômenos envolvendo O Tempo. Mas aqui, não rolou uma química!
Houve alguns momentos de reflexão muito tocantes, em como se mantes firme em convicções e seguir a intuição, mas só. Talvez a historia seja filosófica demais, e eu, uma mente imatura demais para perceber a beleza contida nas 719 paginas. Ou tenha sido um livro escrito para uma geração vindoura.
Tem gente que diz não insistir em um livro ruim é perda de tempo, que a há tantos livros bons por ai, porquê continuar? Bom, isso vem de cada um, eu tomei isso como um projeto para não deixar tanta coisa inacabada para trás.
Bom, o que importa é que cumpri a minha meta! Mas com certeza não voltaria a ler nada do autor, risos. Esse foi um belo exemplo de que para tudo há uma exceção: O filme é melhor que o livro!


site: https://leituradaalmabsb.blogspot.com/2019/01/um-conto-do-destino-sinopse-e-possivel.html
comentários(0)comente



Nat 19/10/2018

Eu cheguei nesse livro graças ao filme (que é muito bonito, aliás, nunca pensei que veria Colin Firth sendo tão encantador). Comprei por causa do filme, quis ler por causa do filme, mas ficou guardado um tempão na minha estante porque eu estava a) esperando algum desafio literário, e b) com muita preguiça de ler. Sim, preguiça, porque o filme é simples, então ficava imaginando como um filme curto e com uma história simples poderia ter se baseado em um livro tijolão. Claro que uma adaptação muda e encurta as coisas, mas mesmo assim. E aí ele foi ficando, ficando... Até agora quando eu não tinha mais nada em vista e queria dar uma geral na estante. Peguei, li, gostei e dei graças a Deus do filme ter mudado muita coisa.
A história é linda, o romance entre Beverly e Peter Lake é muito bonito, me fez chorar absurdamente, mas o que me prendeu tanto no filme quanto no livro foi o cavalo branco (é por causa dele que eu dou graças a Deus do filme ter suavizado a história, eu já estava inconformada lendo). O motivo do livro ser um tijolão é porque em uma só história o autor resolveu usar todos os temas que você conseguir imaginar: a luta do bem contra o mal, milagres, amor, a briga eterna entre anjos e demônios, enfim, muita coisa que para entender a essência da história e conseguir acompanhar até o fim precisa-se de uma boa dose de paciência. Eu só fui até o final por causa do filme, a adaptação ajudou a dar as caras para os personagens que eu já gostava (como a Beverly). Gostei e indico para ser lido com calma e com bastante tempo disponível.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com/2018/10/um-conto-do-destino-mark-helprin-bl-2018.html
comentários(0)comente



Dri F. @viajecomlivros 13/05/2018

Esse livro estava na minha estante a muitos anos. Mas infelizmente não foi uma leitura que me surpreendeu.

A narrativa é cansativa, a leitura não flui com facilidade. O autor narra com detalhes o inverno, por exemplo, e como o livro todo se passa nessa época chega um momento que enjoa-se do assunto hehe.

Os capítulos mudam as histórias totalmente com novos personagens e você lê muitas páginas sem ter a menor ideia de quando isso vai se ligar com o que você já leu. Ou se vai ter essa ligação.

Até assisti o filme para ver se o livro é o filme tinham a ver mas achei a história dos dois bem diferentes. Os personagens e a ideia central se mantém mas o filme vai para um lado de fantasia e luta de bem ou mal que nem chega a ficar claro no livro. E a maioria das histórias paralelas nem são citadas no filme.

“Estavam ali, cada um deles sozinho - como acontecerá com todas as pessoas, algum dia - envolvidos em sua conversa com as estrelas, extraindo um amor efêmero das luzes frias e distantes.”

Instagram: @viajecomlivros
comentários(0)comente



Ana Carol 08/11/2016

Realmente me sinto muito mal de abandonar um livro, mas não estava aguentando mais forçar a leitura.
Achei muito cansativa, não conseguia ler uma página por dia.
Não sei se não estava no momento pra isso ou... Enfim.
comentários(0)comente



Valéria 17/01/2016

Esperava mais
Amo leitura, mas este livro foi uma leitura difícil. A mesma não nos envolve e passamos as páginas sem conseguir saber ao certo onde as coisas se encaixam. Demorei mais de um ano para finalizar a leitura, pois sempre encontrava outras mais envolventes. Contudo concluir virou uma meta... É a meta foi cumprida.
comentários(0)comente



Fabrina 29/12/2015

Decepcionante!
Pela primeira vez não consegui terminar um livro, e isso me deixa muito triste. Mas acredito que esse tipo de leitura não seja para mim. Um Conto do Destino é muito confuso (indo e voltando nas passagens), e detalhista ao extremo, e em minha opinião, muitas vezes desnecessário. Li quase 300 páginas e não achei sentido na história e nem motivo que me fizesse querer ler as demais páginas, fiquei decepcionada.
comentários(0)comente



luly 15/06/2015

Nossa, decepção total. Ainda bem, ainda bem que comprei a 10 reais! Se tivesse gasto mais ficaria morrendo de raiva! rs Que história chata, confusa e desnecessariamente longa. Põe desnecessário nisso. De romance só tem uma ponta, porque o resto, nem deu pra compreender direito. Sei lá, deve ser a primeira vez que me arrependo de comprar um livro.

P.S. aí fui ver o filme com certa esperança... e toma! Conseguiu ser pior. Que venha uma feira de livros pra eu passar isso adiante...
Maria 26/09/2015minha estante
concordo, plenamente, com vc, rs que livro chato,




rosanyvieira 10/06/2015

No mínimo, mirabolante
Não gosto de dizer que um livro é ruim ou que eu não gostei de nenhuma forma. Sempre procuro achar algum ponto positivo nele, mas infelizmente isso não foi possível em Um Conto do Destino. No início até que existe alguma noção. Mas no decorrer do livro a história vai ficando tão sem noção, incompreensiva com a entrada de vários personagens com várias histórias mirabolantes e que simplesmente ainda não se encaixaram para mim. Demorei 3 meses para concluir a leitura do livro por pura teimosia e persistência. E ainda estou sem compreender mais da metade do livro.
comentários(0)comente



Lea 28/04/2015

Uma longa história (são 720 páginas!) com muitos acontecimentos estranhos e, muitas vezes, absurdos. Lembrou-me um pouco a série O Guia do Mochileiro das Galáxias porque, em meio às maluquices narradas, percebemos uma certa ironia e crítica à sociedade.

O autor começa narrando a confusa e agitada história de Peter Lake e seu romance com Beverly. Lá pelas tantas, começa a contar a história de outros personagens que, aparentemente, não tem relação nenhuma com os primeiros. Depois, o leitor percebe que haverá uma relação entre todos os personagens e entre os acontecimentos narrados. Detalhe: acho que o autor gosta muito de cavalos e de gelo, pois estes estão muito presentes no livro e são descritos em detalhes. Não gostei muito do final, achei meio confuso.

O livro é bem cansativo por ser muito extenso. Não sei se havia necessidade de contar a história em tantas páginas... São muitas descrições e divagações (algumas até muito interessantes). É um livro para ser lido com tempo e aos poucos, para que você possa refletir sobre o que leu e tentar compreender. O autor nos passa algumas mensagens muito profundas.

Resenha publicada no blog Meus Livros e Sonhos:

site: www.meuslivrosesonhos.blogspot.com.br
Rose.Sapovalov 06/02/2018minha estante
Achei a capa muito bonita, o título atraente e acabei comprando o livro. Imaginei que Hillary iria resuscitar mas isso só ocorreu com a menina Abby. Fiquei decepcionada e a leitura foi muito cansativa e confusa. Comecei a gostar quando consegui entrar no clima do livro: uma mistura de realidade com fantasia ou ficção. Achei Hillary mimada ,um tanto grosseira e maluquinha ao se entregar para um estranho. O autor foi ousado ao apresentar uma personagem diferente do estereótipo feminino. Amei porque abri minha mente para o diferente.O mais maravilhoso foi imaginar os locais remotos e inóspitos como o lago das Coheeries e seus habitantes.Sensacional a senhora Gameli.Gosto de livros difíceis, intrigantes e que me fazem pensar.




spoiler visualizar
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Marianne 22/12/2014

"Um conto do destino" (Mark Helprin)
Fazia um tempão que eu não lia um livro enorme como Um conto do Destino, mas o tamanho do livro não me intimidou (717 páginas) e eu me joguei no que o autor Mark Helprin tinha pra oferecer.
Mas vamos por partes. Pela sinopse eu podia concluir que o livro era um romance com muitas reviravoltas, viagem no tempo, um amor que UAU supera tudo, inclusive a morte.
Em Um conto do destino conhecemos Peter Lake. Seus pais, num ato de desespero, o abandonaram ainda um bebê num barquinho no meio do oceano pra salvá-lo de uma epidemia de tuberculose. Peter Lake bebê foi encontrado pelos Catadores de Ostras, homens de uma comunidade com várias particularidades um tanto quanto estranhas, e por eles foi criado até a adolescência quando teve que abandonar a comunidade por não ser um nativo como todos os outros catadores.

" A cidade era como uma imensa guerra —batalhas rugindo por toda parte, e homens desesperados nas ruas, em legiões rastejantes. Já ouvira os Catadores falarem sobre guerras, mas eles nunca disseram que elas podiam ser enfrentadas, forçadas a baixar as cabeças e forçadas a correr sem sair do lugar. Em vários milhares de quilômetros de ruas havia muitos exércitos cataclísmicos, interagindo sem qualquer ordem —dez mil prostitutas apenas na Broadway; meio milhão de crianças abandonadas. Meio milhão de aleijados e cegos; multidões com milhares de criminosos ativos, perpetuamente envolvidos em combates com a mesma quantidade de policiais; e o vasto número de cidadãos de bem, que, em suas vidas normais, eram tão ferozes e agressivos quanto cães selvagens de qualquer outra cidade."

Peter Lake vai pra Nova York com uma mão na frente e outra atrás, sem nenhuma ideia de como é a vida na grande cidade. Mas o moço se cria em Manhattan e acaba se tornando um dos ladrões mais formidáveis da cidade e entra pra gangue dos Rabos Curtos, um grupo enooorme de saqueadores de Nova York.Mas ao descobrir que o líder dos Rabos Curtos, Pearly Soames, planejava atacar a aldeia dos Catadores de Ostras Peter Lake alerta os aldeões estragando os planos os Rabos Curtos e se tornando inimigo da gangue e sendo perseguido por Pearly Soames até o fim.
Numa de suas fugas Peter Lake encontra o cavalo branco Athanasor que se torna um personagem quase tão relevante quanto Peter Lake para a história.
E num dia à toa na vida que Peter Lake resolve assaltar a casa de Isaac Penn, milionário dono do jornal The Sun, um dos mais respeitados da cidade. Peter Lake espera até que a casa esteja vazia e vai direto pro cofre da família e enquanto está lá “trabalhando” ouve uma música tocada no piano e percebe que não está sozinho na residência dos Penn. E é ai que Peter Lake se depara com a belíssima, frágil e pelada Beverly Penn, filha mais velha de Isaac Penn. E ai eles se olham e se apaixonam perdidamente em um parágrafo do livro. Beverly é uma moça bem excêntrica que tem tuberculose e pouco tempo de vida. Ela aproveita esses últimos momentos com Peter Lake criando a história de amor mais xôxa que eu já li.

"Um ato benevolente é como um gafanhoto: ele fica adormecido até ser chamado. Ninguém disse que você teria de viver para ver a repercussão de tudo o que faz, ou que você teria garantias, ou que não seria obrigada a vagar pelo escuro,ou que tudo seria provado para você e cuidadosamente comprovado como se fosse algum aspecto da ciência. Nada acontece desse jeito; pelo menos, nada que valha a pena."

Meu resumo do desenrolar do amor dos dois te convenceu? Pois é, eu também não me convenci mas é mais ou menos assim que esse amor tão forte, que viaja no tempo e tudo mais, é apresentado.
Se você já assistiu até o fim o seriado Lost, que foi sucesso na TV paga lá por 2006, e se você (assim como eu) achou o final de Lost um cocô eu venho por meio desta resenha lhes informar que Um conto do destino é o Lost dos livros. História longa, mil personagens cheio de segredos e particularidades, mistério atrás de mistério, milhares de situações que simplesmente não-tem-o-menor-sentido e no final (sério, no final eu já estava pensando “Não é possível esse cara esgotou o limite de falta de senso nesse livro ”) eu estava esperando ler algo do tipo “Então Peter Lake acordou e foi tudo apenas um sonho”. Mas o final conseguiu ser pior do que o seria se tudo “fosse apenas um sonho”.
A narrativa do autor usa e abusa de metáforas e cansa até o mais incansável dos leitores, ele não economiza na descrição de simplesmente TUDO. Tudo é motivo pra uns quatro parágrafos de descrição. E vejam bem, “tudo” é bastante coisa, se o autor desse uma economizada nas descrições e uma aliviada na narrativa agente teria economizado ai umas boas páginas e talvez eu fosse mais boazinha na resenha do livro. Raras vezes consegui ler um capítulo inteiro do livro. E não me entendam mal achando que sou preguiçosa e não gosto de livros grandes ou narrativas complexas, eu adoro. Mas eu preciso que as coisas que façam sentido, que sejam coesas, que abra a minha mente pra novos conceitos e universos ou que me faça entender o mundo e a vida por um novo prisma. Imaginem que o autor para no meio de uma narrativa pra descrever, sei lá, uma caneta alada, e perde parágrafos e mais parágrafos dando uma importância pra caneta alada que no fim não vai ter importância nenhuma. E ninguém nunca mais fala da caneta (inventei a história da caneta pra ilustrar o absurdo que é a mente do autor).
O livro rendeu um filme em 2014 que eu com certeza vou assistir. Quero muito saber como alguém pegou essa história e transformou num filme coerente que o espectador assiste e fala “Nossa, que filme!”.
Pra não dizer que eu só metralhei o pobre livro, Mark Helprin tem uma linha de raciocínio muito interessante e nos mostra isso através de seus personagens. Deixei várias partes anotadas porque eram simplesmente geniais, mas era um parágrafo ou outro no meio de capítulos e capítulos de situações absurdas. Nenhum personagem em particular me cativou, eram muitos em uma abordagem meio rasa da personalidade de cada um. Situações acontecendo atropeladas o que deixa o leitor meio perdido no que está acontecendo. Enfim, loucura total.
Se você não desanimou com a minha resenha e vai fundo na leitura de Um conto do destino deixa seu comentário aqui no blog sobre o que achou (ou está achando) do livro. Se você leu e concorda comigo ou está me achando uma louca “Imagina Marianne o livro é sensacional!” conta aqui pra gente também.
Um beijo pra todos, até a próxima resenha :)

site: http://www.dear-book.net/2014/12/resenha-um-conto-do-destino-mark-helprin.html
felipe 01/06/2015minha estante
Estou lendo o livro, e já nas primeiras 57 páginas que li, é como se eu estivesse lendo um livros de trás para frente. Estou tentando continuar, mas não acho um motivo ou algo que me faça crer que eu não vá me arrepender no meio do livro, e também não achei um usuário aqui do skoob que tenha feito uma crítica boa à este livro.




Ricardo 23/10/2014

Surreal!
É uma biblia com 720 paginas. O romance da capa termina logo no começo, lá pela pagina 200 +-. Meio sem pé nem cabeça e o final não gostei.Legal só o começo do livro. O filme é totalmente diferente.
comentários(0)comente



38 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3