Um Conto do Destino

Um Conto do Destino Mark Helprin




Resenhas - Um Conto do Destino


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Fernanda 07/03/2014

Resenha: Um Conto do Destino
Resenha: “Um conto do destino” possui uma história perceptiva, dramática e repleta de passagens emocionantes, com muitas reviravoltas, fluidez e sentimentos intensos. O autor conseguiu captar o dom real de cada personagem, de modo detalhado e entusiasmante – mesmo porque, diante de tantas páginas não há como não notar as cenas diversificadas. E... não tem como essa resenha ficar pequena =)

O leitor consegue captar a magia de cada local, desde o ambiente retratado até algo vibrante em destaque. Peter Lake é um ladrão, sendo que por trás ainda é um mecânico – por sinal, ótimo no que faz. Ele se mostrou inconsequente logo de início, assim como encrencado em todos os aspectos possíveis. Ele também é o mais dinâmico e apesar de tudo que já fez na vida, consegue valorizar a pureza das emoções. O que o conduz? O amor.


LEIA A RESENHA COMPLETA NO BLOG SEGREDOS EM LIVROS:

site: http://www.segredosemlivros.com/2014/03/resenha-um-conto-do-destino-mark.html
Maria.Oliveira 10/09/2019minha estante
eu gostei do livro porque ele fala sobre um mecanico que invade uma manção que ele acha que e abandonada mas a filha do dono o surpriende asim comesa o romance emtre o ladrAO E A MO?A QUE TE POUCOS DIAS DE VIDA RRF




Aline 03/03/2014

Um conto de muito amor
Um Conto do Destino foi um livro que eu esperei com muita ansiedade. Estava louca para conhecer a história do ladrão órfão Peter Lake. E apesar da leitura ter sido muito demorada, eu me encantei e achei que valeu muito a pena as 720 páginas desse livro.

Não tem como comentar muito essa história sem dar spoilers, então bem resumido pra não estragar a leitura de ninguém. Peter Lake é um ladrão profissional perseguido por seu ex chefe por causa de uma traição. Em um de seus roubos ele resolve entrar na casa do pai de Beverly - uma moça linda mas com pouco tempo de vida por causa da tuberculose - e eles acabam se apaixonando. A partir daí uma história de amor linda se desenrola, mas desastres acontecem e Peter Lake vem parar no futuro. Acho melhor eu parar por aqui.

O livro é lindo, a leitura é mágica e a história cheia de reviravoltas, esse último talvez um dos motivos para que a leitura se arraste muito. Sinceramente eu esperava mais empolgação durante a leitura desse livro, por muitas vezes eu o achei um pouco chato, digamos assim, mas a base da história é o amor, e pra mim é impossível largar uma história com um contexto tão poderoso. Quando acabou - e eu me emocionei bastante - só podia pensar, " Nossa valeu muito a pena!!".
Thayná 05/03/2014minha estante
Amei sua resenha, a história parece muito bonita e estou extremamente ansiosa para ler.


Aline 05/03/2014minha estante
Thayná, o livro é cheio de surpresas, você vai amar!!
:*


Cecília 04/04/2014minha estante
Você sabe me dizer, se tem algo de espirita no livro? Por que uma das frases do livro me chamou atenção:

?...Você é do tipo que ama o impossível.
- No momento, sim.
- E por quê ?...
- Para trazer os mortos de volta à vida...?
Desde já agradeço


Aline 18/04/2014minha estante
Oi Cecília!
Desculpe a demora a responder, mas não...o enredo do livro é mais voltado para a fantasia, não nos remete ao espiritismo.




Kari 14/04/2014

A leitura requer um pouco de paciência...
Se o autor focasse menos nas várias faces da cidade e fosse mais direto com a história em si, a leitura seria menos cansativa.
Até metade do livro (vou chamar de primeira fase) a história estava muito boa, seguindo um bom ritmo, mas à partir da segunda fase, que se passa perto da virada do milênio, a história começa a ficar um pouco confusa e cansativa, tive de pular alguns trechos para seguir na história. Dei três estrelas para livro por causa, principalmente, da primeira parte da história, porque da segunda parte não gostei muito.

site: http://orquideadepapel.blogspot.com.br/
Ise 16/04/2014minha estante
concordo com tudo que disse...
até a primeira parte do livro estava ótimo, mas depois ficou realmente muito cansativo... O autor expôs muitos detalhes desnecessários sobre a cidade. Eu adorei a primeira parte do livro, mas depois desandou e eu também pulei várias partes para poder terminar.


Karina Vidal 03/05/2014minha estante
Eu estou sofrendo horrores prá ler.. se já achei a primeira metade cansativa, imagina de agora em diante!!! Não vejo a hora de terminar, mas prá me livrar!!!!!!!


Fernanda 20/07/2014minha estante
Nossa..estou "empurrando com a barriga"...e olha q nao cheguei na segunda fase ainda. Rsrs espero q venha valer a pena...mas por enquanto estou junto com a karina...nao vejo a hora de terminar...p me livrar dele! Kkkkkk


Dani- @literatusoculto 28/07/2014minha estante
Nossa, é bom saber que nao sou a unica que está enrolando pra ler esse livro,poxa, algumas partes sao bem legais, mas o livro é bem cansativo. Não vejo a hora de terminar!!


Clau 28/10/2014minha estante
Nossa já parei para ler outro livro três vezes, tinha tudo para ser um livro incrível.


Aline Berute 13/01/2015minha estante
Chorei. Mas foi de raiva. Minha vontade na hora que terminei, foi dar na cara do autor. Uma pena. Parecia ser uma história tão boa.


thaísa espínola 07/04/2015minha estante
Estou super desestimulada para ler, então vim aqui ver o que estavam falando e caramba, como vocês disseram,achei que eu era a única a empurrar a leitura com a barriga. Apesar de que eu estava esperando por algo positivo que me instigasse a ler. Já estou na segunda fase e é realmente bem cansativa, estou enrolando muito pra terminar e está longe, mas não consigo largar um livro sem terminar :/


Diana.Justino 20/01/2017minha estante
tentei le-lo por 3x. Mas não adianta não consigo seguir. Achei um pouco confuso também!!!




Marianne 22/12/2014

"Um conto do destino" (Mark Helprin)
Fazia um tempão que eu não lia um livro enorme como Um conto do Destino, mas o tamanho do livro não me intimidou (717 páginas) e eu me joguei no que o autor Mark Helprin tinha pra oferecer.
Mas vamos por partes. Pela sinopse eu podia concluir que o livro era um romance com muitas reviravoltas, viagem no tempo, um amor que UAU supera tudo, inclusive a morte.
Em Um conto do destino conhecemos Peter Lake. Seus pais, num ato de desespero, o abandonaram ainda um bebê num barquinho no meio do oceano pra salvá-lo de uma epidemia de tuberculose. Peter Lake bebê foi encontrado pelos Catadores de Ostras, homens de uma comunidade com várias particularidades um tanto quanto estranhas, e por eles foi criado até a adolescência quando teve que abandonar a comunidade por não ser um nativo como todos os outros catadores.

" A cidade era como uma imensa guerra —batalhas rugindo por toda parte, e homens desesperados nas ruas, em legiões rastejantes. Já ouvira os Catadores falarem sobre guerras, mas eles nunca disseram que elas podiam ser enfrentadas, forçadas a baixar as cabeças e forçadas a correr sem sair do lugar. Em vários milhares de quilômetros de ruas havia muitos exércitos cataclísmicos, interagindo sem qualquer ordem —dez mil prostitutas apenas na Broadway; meio milhão de crianças abandonadas. Meio milhão de aleijados e cegos; multidões com milhares de criminosos ativos, perpetuamente envolvidos em combates com a mesma quantidade de policiais; e o vasto número de cidadãos de bem, que, em suas vidas normais, eram tão ferozes e agressivos quanto cães selvagens de qualquer outra cidade."

Peter Lake vai pra Nova York com uma mão na frente e outra atrás, sem nenhuma ideia de como é a vida na grande cidade. Mas o moço se cria em Manhattan e acaba se tornando um dos ladrões mais formidáveis da cidade e entra pra gangue dos Rabos Curtos, um grupo enooorme de saqueadores de Nova York.Mas ao descobrir que o líder dos Rabos Curtos, Pearly Soames, planejava atacar a aldeia dos Catadores de Ostras Peter Lake alerta os aldeões estragando os planos os Rabos Curtos e se tornando inimigo da gangue e sendo perseguido por Pearly Soames até o fim.
Numa de suas fugas Peter Lake encontra o cavalo branco Athanasor que se torna um personagem quase tão relevante quanto Peter Lake para a história.
E num dia à toa na vida que Peter Lake resolve assaltar a casa de Isaac Penn, milionário dono do jornal The Sun, um dos mais respeitados da cidade. Peter Lake espera até que a casa esteja vazia e vai direto pro cofre da família e enquanto está lá “trabalhando” ouve uma música tocada no piano e percebe que não está sozinho na residência dos Penn. E é ai que Peter Lake se depara com a belíssima, frágil e pelada Beverly Penn, filha mais velha de Isaac Penn. E ai eles se olham e se apaixonam perdidamente em um parágrafo do livro. Beverly é uma moça bem excêntrica que tem tuberculose e pouco tempo de vida. Ela aproveita esses últimos momentos com Peter Lake criando a história de amor mais xôxa que eu já li.

"Um ato benevolente é como um gafanhoto: ele fica adormecido até ser chamado. Ninguém disse que você teria de viver para ver a repercussão de tudo o que faz, ou que você teria garantias, ou que não seria obrigada a vagar pelo escuro,ou que tudo seria provado para você e cuidadosamente comprovado como se fosse algum aspecto da ciência. Nada acontece desse jeito; pelo menos, nada que valha a pena."

Meu resumo do desenrolar do amor dos dois te convenceu? Pois é, eu também não me convenci mas é mais ou menos assim que esse amor tão forte, que viaja no tempo e tudo mais, é apresentado.
Se você já assistiu até o fim o seriado Lost, que foi sucesso na TV paga lá por 2006, e se você (assim como eu) achou o final de Lost um cocô eu venho por meio desta resenha lhes informar que Um conto do destino é o Lost dos livros. História longa, mil personagens cheio de segredos e particularidades, mistério atrás de mistério, milhares de situações que simplesmente não-tem-o-menor-sentido e no final (sério, no final eu já estava pensando “Não é possível esse cara esgotou o limite de falta de senso nesse livro ”) eu estava esperando ler algo do tipo “Então Peter Lake acordou e foi tudo apenas um sonho”. Mas o final conseguiu ser pior do que o seria se tudo “fosse apenas um sonho”.
A narrativa do autor usa e abusa de metáforas e cansa até o mais incansável dos leitores, ele não economiza na descrição de simplesmente TUDO. Tudo é motivo pra uns quatro parágrafos de descrição. E vejam bem, “tudo” é bastante coisa, se o autor desse uma economizada nas descrições e uma aliviada na narrativa agente teria economizado ai umas boas páginas e talvez eu fosse mais boazinha na resenha do livro. Raras vezes consegui ler um capítulo inteiro do livro. E não me entendam mal achando que sou preguiçosa e não gosto de livros grandes ou narrativas complexas, eu adoro. Mas eu preciso que as coisas que façam sentido, que sejam coesas, que abra a minha mente pra novos conceitos e universos ou que me faça entender o mundo e a vida por um novo prisma. Imaginem que o autor para no meio de uma narrativa pra descrever, sei lá, uma caneta alada, e perde parágrafos e mais parágrafos dando uma importância pra caneta alada que no fim não vai ter importância nenhuma. E ninguém nunca mais fala da caneta (inventei a história da caneta pra ilustrar o absurdo que é a mente do autor).
O livro rendeu um filme em 2014 que eu com certeza vou assistir. Quero muito saber como alguém pegou essa história e transformou num filme coerente que o espectador assiste e fala “Nossa, que filme!”.
Pra não dizer que eu só metralhei o pobre livro, Mark Helprin tem uma linha de raciocínio muito interessante e nos mostra isso através de seus personagens. Deixei várias partes anotadas porque eram simplesmente geniais, mas era um parágrafo ou outro no meio de capítulos e capítulos de situações absurdas. Nenhum personagem em particular me cativou, eram muitos em uma abordagem meio rasa da personalidade de cada um. Situações acontecendo atropeladas o que deixa o leitor meio perdido no que está acontecendo. Enfim, loucura total.
Se você não desanimou com a minha resenha e vai fundo na leitura de Um conto do destino deixa seu comentário aqui no blog sobre o que achou (ou está achando) do livro. Se você leu e concorda comigo ou está me achando uma louca “Imagina Marianne o livro é sensacional!” conta aqui pra gente também.
Um beijo pra todos, até a próxima resenha :)

site: http://www.dear-book.net/2014/12/resenha-um-conto-do-destino-mark-helprin.html
felipe 01/06/2015minha estante
Estou lendo o livro, e já nas primeiras 57 páginas que li, é como se eu estivesse lendo um livros de trás para frente. Estou tentando continuar, mas não acho um motivo ou algo que me faça crer que eu não vá me arrepender no meio do livro, e também não achei um usuário aqui do skoob que tenha feito uma crítica boa à este livro.




Rose 12/05/2014

Nossa estória começa quando um casal de imigrantes é impedido de desembarcar em Nova Yorque, pois estão doentes. Desesperados com o filho que os acompanha, eles acabam colocando a criança em uma pequena embarcação que é avistada pelos Caçadores de Ostras. A criança acaba recebendo o nome de Peter Lake.
Peter cresce e se torna um ótimo mecânico e ladrão. Ele acaba sendo incriminado por um crime que não cometeu, e passa a viver fugindo. Para sobreviver, entra em uma gangue, a dos Rabos Curtos. Mas Peter não é tão cruel assim, e seu estômago não suporta o que os Rabos Curtos fazem, com isso, ele acaba traindo a gangue. Resultado: sua cabeça está a prêmio.
Em uma das várias escapadas da morte, ele acaba sendo salvo por um lindo cavalo branco voador. Isso mesmo! Aliás, Peter e o cavalo tornam-se grandes e inseparáveis amigos. Graças ao cavalo, os Rabos Curtos não consegue, por a mão em Peter, apesar das várias tentativas.

"O cavalo saltou por cima da poça congelada rumo a Peter Lake, e baixou seu pescoço largo e branco. Peter Lake se recompôs e, colocando os braços ao redor do que parecia um enorme cisne, saltou para o lombo do cavalo." (pág 17)

Quando Peter e o cavalo se preparam para assaltar a casa de uma abastada família, Peter acaba tendo seu coração roubado por Beverly, a rica garota que mora na casa e que está à beira da morte por conta de um tuberculose.

“A força de uma corrente é igual à força do seu elo mais fraco.” (Pág. 82)

Os dois se apaixonam e passam a viver cada momento como se fosse o último. Lógico que o amor entre eles é questionado pela família dela, e Peter, mesmo assumindo ser um ladrão, comprova que só tem interesse no amor de Beverly, e que o tempo que tiverem juntos fará de tudo por ela.
Mantenham a mente aberta, pois o livro dá uma virada e um salto de 100 anos. Isso mesmo, um século se passa e Peter é encontrado sem memória e sem saber o que lhe aconteceu. Encontros e desencontros que o destino cria fazem parte deste livro. Acho que não posso falar muito mais do que isso se tirar a surpresa da leitura, principalmente para quem ainda não viu o filme.
Eu achei o enredo bem lento, muitas vezes chato, o que dificultou e muito minha leitura. Várias vezes voltava ao início da folha para entender melhor o que acabara de ler. É um enredo que mistura fantasia, fé e amor. Não foi mal escrito, mas eu e o livro não nos entendemos muito bem, e por isso, minha dificuldade com a leitura. Mas para quem estiver interessado em uma leitura cheia de aventura, amor, fábulas e magia, será um prato bem cheio.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br
Michelle 18/05/2014minha estante
Com um tema bem profundo, não imaginava que o livro seguiria dessa forma desde que soube do seu lançamento. Primeiramente, Peter me surpreendeu pelo seu passado e suas atitudes no futuro. E os quotes também me despertaram grande interesse pelo livro!


Michelli Prado 05/06/2014minha estante
Adorei saber mais um pouco sobre este livro, desde seu lançamento fiquei bastante interessada em realizar a leitura dele, mas depois de ler tua resenha, creio que também teria um pouco de dificuldade na leitura, e para realizar a leitura dele terei que ter um momento certo, mas ainda assim pretendo ler.


Beth 15/07/2014minha estante
Este romance foi uma das leituras que mais amei. Linda a história. Superou minhas expectativas. Beijos.


Clarice.Castanhola 21/06/2015minha estante
Não conhecia esse livro, é a primeira resenha que vejo dele.mais acho que não toparia uma leitura dele pelo menos por enquanto não .. ;D




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Teca Machado 30/09/2014

O livro Gremlin: Um Conto do Destino, de Mark Helprin
Vocês se lembram dos Gremlins? Aqueles bichinhos que se reproduziam numa velocidade absurda se alguém os molhasse? Então, eu me senti assim lendo o livro Um Conto do Destino, de Mark Helprin. Quanto mais eu lia, mais páginas aquela criatura tinha. São 720 páginas infinitas de puro blá blá blá que quase me fizeram perder a fé na leitura (Para vocês verem como a coisa foi séria!). Descobri que ele são quatro livros que a editora Novo Conceito juntou em uma só edição, por isso nem sempre parece ter coesão.

Quando vi o trailer do filme baseado na obra, que passou nos cinemas em fevereiro, achei a coisa mais linda e fiquei morrendo de vontade de ler antes de assistir. Achei o livro em promoção por menos de R$ 10 (Agora entendo porque...). Quando postei uma foto dele falando que ia começar a leitura, a minha amiga Bia disse que o filme era ruim. Mesmo assim, ainda botava esperanças nele, um pouco menos, mas botava. Aí na primeira página há um recado do editor do livro falando que Mark Helprin é um mago das letras, que inventa palavras e escreve com neologismos e simbolismos. Minha animação morreu um pouco mais. Quando li o prólogo, pensei Bom, vão ser 720 páginas muito muito longas.... E eu estava certa. Já queria desistir na página 50, mas como parar um livro na metade vai contra os meus princípios, continuei. Sempre dou ao autor o benefício da dúvida até a última página.

Para início de conversa, não entendi grande parte da história. Quase nada tem sentido e o autor não nos explica o que significam aquelas loucuras, como morrer e desmorrer ser normal, uma névoa que cerca Nova York e mata as pessoas ou as leva para o futuro, um cavalo do tamanho de um urso e que voa, pontes de arco-íris, bandejas de ouro com uma frase sobre uma cidade justa ou a porcaria de um lago no meio do nada que ninguém conhece ou sabe da sua existência, mas onde moram pessoas e tem um mistério (Dou um prêmio para quem me explicar o significa da metáfora do Lago da Coheeries). Ainda se fosse um enredo realmente fantasioso, do estilo das Crônicas de Nárnia e do O Senhor dos Aneis, tudo bem. Nesse caso a gente gosta dessas criações extremamente imaginativas, mas Um Conto do Destino não é esse tipo de livro. É real, vamos dizer assim.

Não sei se não sou filosófica o bastante ou não tenho a sensibilidade que Um Conto do Destino precisa, mas não gostei de jeito nenhum. E o pior é que depois que terminei o livro comecei a ler algumas resenhas sobre ele por aí e só vi gente falando bem, que é incrível, que é mágico, que é arrebatador. NÃO É NADA DISSO! Até me senti mal, porque pensei que que fui burra e não entendi. Mas olhando bem tais blogs que comentaram o livro, vi que todos eles têm parceria com a editora que o publicou no Brasil, então eles não podem falar mal. Eu, com toda liberdade de expressão que essa internet linda me proporciona, posso (E vocês sabem que eu falo bem de quase tudo. É muito difícil eu criticar obras. Sou super boazinha).

Vou tentar dar uma sinopse para vocês (O que não é fácil, acreditem): Na virada de 1899 para 1900, Peter Lake, um ladrão que vive na cidade de Nova York, vai roubar uma residência que pensa estar vazia. Quando arromba, descobre lá dentro a filha do dono, a linda e doente Bervely Penn. Eles se apaixonam à primeira vista e vivem um romance, mesmo que ela esteja definhando dia a dia. Essa é a parte que tem sentido, nas primeiras 100 páginas do livro. Depois a coisa desanda e as maluquices começam a acontecer e os diálogos passam a ser profundos e desnecessários. Até que Peter Lake vai parar na Nova York de 1999 (Sem nem envelhecer), perto da virada do milênio, sem se lembrar de quem era.

Mark Helprin é tão detalhista, mas tão detalhista, que nos presenteia com a descrição até da unha do dedão do pé do amigo do vizinho da avó de Peter Lake. Ok, exagero, ainda mais porque Peter Lake é órfão, mas vocês entenderam mais ou menos o que eu quis dizer.

Realmente sofri para terminar o que eu chamo de um dos livros mais chatos do universo. Passei três semanas para conseguir chegar na última página (O que é muito tempo para mim). Mesmo assim quero ver o filme, porque pelo trailer parece ser um pouco diferente.

Não recomendo. A não ser se você esteja com insônia. Nesse caso, ao ler três páginas de blá blá blá sobre a procura da cidade incrivelmente justa, você dorme rapidinho.

Teca Machado

site: http://www.casosacasoselivros.com/2014/03/o-livro-gremlin-um-conto-do-destino-de.html
Janaina 16/12/2014minha estante
eu tbm ,comprei pensando que era uma coisa,e ma verdade ainda não em tendi patavinas ,desde livro ...


Marianne 22/12/2014minha estante
Nossa, sua resenha foi a primeira que li que bateu com a realidade do livro. Li em mil blogs pessoas falando bem (eu tb recebi o livro de editora e escrevo pra blog, mas mesmo assim metralhei) e fiquei um tempo achando que eu não tinha entendido também. Ufa, não fui a única rs.


Aline Berute 13/01/2015minha estante
Poupe seu trabalho. Li o livro e fui ver o filme. Ainda estou na dúvida de qual eu odeio mais.


Kakau 11/03/2017minha estante
Tem meses que to arrastando essa leitura. E pelo que vi, só vai piorar. Mas fico feliz de ver que não sou a única que não gostou do livro. O problema não sou eu. É ele! rsrs


Kakau 11/03/2017minha estante
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Arca Literária 03/05/2014

Um Conto do Destino
Engrenagens da Vida.........

O barulho do interruptor pressionado. Em uma sequência cadenciada, várias lâmpadas irradiam luz e uma sala é revelada: as contrações começaram, o visitante esperado se aproxima;

A máquina fria é ligada, e aos poucos, a repetição de seus movimentos ganha velocidade, no ritmo frenético de uma música ensurdecedora: O grito de uma nova vida rasgando o véu do mundo;

Incansavelmente, uma roda dando lugar à outra, com passos marcados: o tempo silencioso dando curso a sua passagem;

Com formas a se completar, as peças se ajustam perfeitamente ao mecanismo complexo: o destino escreveu- sua alma encontra a dela e as duas se preenchem;

Não podendo parar, as pernas do motor se alimentam de combustível: a luta é travada e só o amor poderá atrasar a partida da alma;

Se o tempo não toca a alma que se faz de eterna, poderá o amor que a prende enganar a morte e seguir ao seu lado como imortal?

A máquina ficou obsoleta e foi substituída: o velho dá espaço ao novo, como os instrumentos de uma orquestra que vão se revezando.

Qual o sentido dessa estrada? Um show improvisado? Um concerto ensaiado?

Resenha:

Muitos de vocês devem ter visto o trailer da adaptação desse livro para o cinema, ou talvez, tenham até visto o filme. Eu ainda não vi. Mas posso lhes assegurar: o filme traz como foco o romance. O que é um engano, pois o livro não é sobre o amor entre dois personagens.

Esse autor é um gênio!!!!!!!

Esse é um daqueles livros que deveria ser discutido em todas as salas de aula. Publicado originalmente em 1983, não sei como ainda não se tornou um clássico da literatura, pois ele de fato o é!!!!!!!

Leitores, vocês precisam ler com a mente e o coração abertos. Procurem pelas respostas durante a leitura, questionem as maravilhas que o autor irá colocar diante de seus olhos, o livro é permeado de sobrenatural, mas não se enganem, é o sobrenatural mais real que já tive a oportunidade de conhecer.

Ele fez uso de uma cortina de nuvens, de um lugar intocável, de coisas impossíveis de acontecer, de pessoas que talvez não existam, para incomodar você, para você se questionar sobre o sentido da vida, sobre os milagres. Serão realmente milagres, ou uma compensação do passado? Ele brinca com o tempo: passado, presente e futuro se fundem em uma só existência para provar sua teoria da verdadeira Justiça, da Era de Ouro!!!!!!!

Será que o tempo é real? Será que existe o eterno que é atemporal? O amor seria um exemplo desse eterno? Poderia um amor proteger seu amado ou mantê-lo vivo com um propósito maior?

Esse autor é um visionário, um religioso, um teólogo, um físico, um metafísico, um artista, um arquiteto, um artesão, um filósofo!!!!!

Sobre o que é o livro?

A tela nunca pintada, a música nunca tocada, a ponte não construída, a criança que nunca nasceu, o livro que nunca foi escrito, a palavra não dita, o adeus que você nunca deu, a prédio que nunca saiu da planta.

Porque digo isso?

Posso estar enganada, mas acredito que o autor se baseou na teoria política de Platão no que se refere ao conceito de Justiça: o autor, como Platão, chama nossa atenção para o fato de que há algo lá fora (no livro esse “lá fora” é a Muralha das Nuvens), um mundo ideal, que no livro ele chama de “A Era de Ouro”.

E da mesma forma que Platão, ele vai além e diz que é privilégio de poucos a percepção de sua existência. E aqueles que são tocados com essa verdade, a verdade que está lá fora, fora do alcance dos nossos olhos e mãos, apenas disponíveis para nossos espíritos e para aquelas mentes que se desprenderem do falso real que nos comanda, finalmente entenderão:

Que a tela que nunca foi pintada, que a música que nunca foi tocada, que a ponte que nunca foi construída, que a criança que nunca nasceu, que o livro que nunca foi escrito, que a palavra que nunca foi dita, que o adeus que você nunca deu e que o prédio que nunca saiu da planta, são a resposta para o que é a vida, para o porquê de uma peça se encaixar perfeitamente em uma máquina e não funcionar em outra.

E somente essas pessoas, seriam capazes de reconstruir a cidade e prepará-la para a ERA DE OURO que virá com o novo milênio. Eis que surge no livro o personagem Praeger de Pinto, com a responsabilidade de governar essa nova era.

E Hardesty Marrata e Virginia Gamely, os pilares das virtudes necessárias para a construção dessa nova era.

Durante todo o livro, o autor brinca com os conceitos de destino e de amor e aborda a influência do tempo sobre eles:

Ficará a cargo do leitor acreditar que a explicação para tudo foi o amor, pois não existe tempo quando falamos de amor, que sua força atravessa os séculos; ou a explicação para tudo foi o destino, pois algumas coisas precisam simplesmente acontecer para se manter o equilíbrio do universo, e para isso, o passado invade o presente, para que o futuro seja garantido.

Mas na minha humilde opinião, o autor foi além e colocou os três conceitos coexistindo harmonicamente, dentro da ideia central: a verdadeira Era da Justiça, a ERA DE OURO.

A contribuição religiosa para essa teoria, que se firma na ideia de equilíbrio, está presente em três personagens enigmáticos: Jackson Mead, Reverendo Mootfowl e Cecil Mature.

Jackson Mead é o arquiteto de Deus, na minha equivocada interpretação, digo isso, pois o sentido dele no livro é muito maior do que eu, assim confesso que não consegui entender toda a sua complexidade. Ele vem construindo ao longo dos séculos as suas “pontes”, até chegar o dia em que irá presentear o homem com aquela “ponte”, que libertará o homem através do conhecimento daquilo que buscamos como “verdade”, aquela que revelará à humanidade a ERA DE OURO. E nesse dia glorioso, o homem vislumbrará a face de DEUS!!!!!!!!!

Reverendo Mootfowl representa exatamente um visionário, aquele que está a frente do seu tempo, que é incompreendido. E como Deus se cerca dos bons, Jackson Mead o recruta, de forma sobrenatural, característica encontrada em todo o livro.

Cecil Mature, com certeza o personagem mais carismático do livro, aquele que me arrancou lágrimas, aquele que fez meu coração ficar apertado com tamanha pureza, inocência, lealdade, amizade. Seu amor era tão grande, que a ele foi dado aquele momento que ele perdeu, que ele não teve a chance de viver no passado.

O personagem Pearly Soames é a outra ponta para manter o mundo em equilíbrio. Ele é necessário. Não o vi como uma pessoa em si, e sim como a personalização do que em todos os séculos precisamos ter para a balança não pender para nenhum lado, e sim, se sustentar no meio.

E o meio seria realmente o justo? Você não gostaria que o justo fosse ela pender para o lado do bem? Quem disse que o justo é o bem e o mal serem iguais? Mas se o mal não existisse, como saberíamos o que é o bem? O que é o certo? Talvez aí resida o motivo para a balança ficar no meio.

Mas a balança ficar no meio não seria um ideal, uma utopia? Pois infelizmente às vezes ela pende mais para o lado do mal.

Mas tem mais, muito mais!!!!

Com uma linguagem marcada por metáforas, a mensagem do livro só é alcançada com a interpretação do subtexto dessa rica obra de arte!!!!!!!!

Por isso, eu tive que pesquisar, pois durante toda a leitura, eu me perguntava o que ele quis dizer com a terceira canção: o cavalo branco? Qual foi a função dele na história? E eu achei!!!!!!!!! Olha como o autor foi longe:

O autor usou de um artifício chamado “Deus ex-machina”, ao introduzir na história em momentos estratégicos, o lendário cavalo branco chamado Athansor:

“Expressão latina Deus ex-machina cuja tradução é origem grega “apó mechanés theós” , e em português significa “Deus surgido da máquina” ou “Deus de dentro da máquina”. Um instrumento dramático utilizado na tragédia clássica e que permite que algo superior como uma divindade ou ser sobrenatural apareça no meio de uma história, desça no palco para dar um novo sentido na narrativa apresentada.

O “Deus ex-machina” tem sua origem no teatro grego, quando uma história não tinha uma solução natural perante o andamento dos fatos, o artifício do “Deus ex-machina” era utilizado de forma inesperada e artificial para resolver o andamento da história. Muitas peças gregas eram finalizadas com uma intromissão de uma luz, de um relâmpago, de uma voz superior ou de um personagem que se travestia de sobrenatural pendurado numa corda ou guindaste.” ( http://www.infoescola.com/teatro/deus-ex-machina/ )

Meu personagem preferido foi Henry Penn.

Henry Penn, o que falar sobre ele? Foi outro que me arrancou lágrimas. Passou o livro todo como se restasse alguma missão para ele cumprir. Eu aguardava junto com ele o momento, a hora, o segundo em que ele seria convocado para representar seu papel na engrenagem da vida.

E no instante em que ela bateu a sua porta, a emoção tomou conta da cena: foi como se um louco recuperasse a lucidez, um cego a visão, um mudo a fala e um surdo a audição. Realmente, uma das cenas mais fortes do livro.

Não sei se ele ganhou um papel no filme, mas se eu fosse um ator, escolheria ser Henry Penn!!!!!!!

Eu estou com a sensação de que não alcancei nem um terço do que o autor quis passar com essa obra de arte que é o seu livro. Estou me sentindo limitada intelectualmente.

Como gostaria de estar em uma sala de aula agora, para que um professor dissecasse todo o conhecimento desse livro!!!! Não, como eu gostaria de estar em frente ao próprio autor, para que ele fizesse meus olhos se voltarem para o mundo que ele tem para me mostrar.

Tem um filme do Tom Cruise com a Penélope Cruz (infelizmente não lembro o nome) que começa e termina assim:

“Abra os olhos”!!!!!!!!!!

Amigos, eu digo o mesmo para vocês: Abram os olhos!!!!!

Atipicamente, pois vocês sabem que eu não tenho o costume de colocar trechos dos livros nas minhas resenhas, vou colocar dois que conseguem traduzir um pouco do que o autor está falando, sem revelar nada da história:

“Quatro portões da cidade: são mais difíceis de encontrar do que seus predecessores sólidos, pois são testes, mecanismos, aparelhos e implementações da justiça: o portão leste era o da aceitação de responsabilidade; o portão sul, o do desejo de explorar; o portão oeste, o da devoção à beleza e o portão norte, o do amor incondicional. Mas ninguém acreditava, dizia-se que uma cidade com portões como esses não poderia existir, pois seria maravilhosa demais”.

“Por aquilo que pode ser imaginado mais belo do que a visão de uma cidade perfeitamente justa regozijando-se apenas na justiça”.

A cidade e as máquinas são personagens vivos!!!!!!! Através dos olhos do autor, veremos o brilho, as cores, o aroma, os sons, o progresso, o aço sendo erguido e depois renascendo na promessa da verdadeira Justiça!!!!!

Com mais uma metáfora, o autor encerra a história: as máquinas cumpriram seu papel apesar de toda adversidade: A Esperança não desistiu de nós!!!!

Estaremos vivos para ver a Era de Ouro? Seremos merecedores? Eu gostaria muito de estar entre os escolhidos!!!!!!!

Resumindo esse livro em três palavras:

Uma História Extraordinária!!!!!!!!

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Resenha por cila-leitora voraz, blog Cantinho para Leitura


site: http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/
Rossana 24/06/2019minha estante
Tentando ir adiante com este livro encontrei nessa resenha uma lufada de vento para o lugar sufocante em que estava. Já li livros difíceis, mas nunca romances. Não perco tempo com eles. Romances, para mim, não podem está na categoria dos "difíceis". O Nome da Rosa e Grande Sertão: Veredas estão entre minhas unicas exceções. Até agora. Vou tentar e reiniciar. Talvez até me anime à voltar à outros abandonados pelo sufocamento que me causam, Baudolino e O caminho de Swan. Só por que resolvi buscar a beleza oculta nas coisas, conforme a morte nos disse.




Luciano Luíz 07/09/2014

UM CONTO DO DESTINO, de MARK HELPRIN é um daqueles livros esquecidos no tempo editorial e só é relembrado quando uma conversão cinematográfica aparece...
Mas dizem que é um dos clássicos norte-americanos da década de 1980... bom, de certa forma é sim...

Eu encontrei o livro ao acaso, em uma manhã de sábado. Sabe, em uma das minhas religiosas visitas a livraria. Eu tava olhando um ou outro romance, e a capa desse tinha (aliás, ainda tem) uma frase que chamou a minha atenção: Essa não é uma história real. Esse é um amor real. Ou era mais ou menos isso.
Pois bem, o catatau de 720 páginas tinha um preço relativamente charmoso e eu não resisti.

Quando cheguei ao trabalho ao meio-dia, aproveitei e dei uma breve conferida. Gostei das primeiras páginas, onde um cavalo branco desliza pelas ruas de Nova Iorque. A tarde em casa dei continuidade a leitura e me apaixonei. Peter Lake é o herói. Mas em verdade, é também um ladrão que mais tarde se torna mecânico e adquire a habilidade para reparar qualquer tipo de máquina.

O que achei interessante, foi o fato de descobrir que é um livro de fantasia. Sim, pois o cavalo voa, Peter Lake tem poderes (lá pelo final do livro) e claro, viagens no tempo.
O volume é dividido em quatro partes. E a primeira é espetacular, com personagens cativantes, as gangues que assolam a cidade (que aliás é o ponto forte do livro e talvez o mais importante personagem da trama, a cidade), e uma moça que literalmente se apaixona por Peter Lake quando este invade a casa e tenta arrombar o cofre... Em resumo, a parte um é inteligente, divertida e realmente um banho de criatividade. Você lê as pouco mais de 200 páginas em alta velocidade e se pergunta como serão as outras 500...

Mas... a parte dois perde muita qualidade. Novos personagens que tentam enriquecer o enredo para as partes 3 e 4. Mas que de alguma forma, perdem totalmente aquela inventividade suprema da parte um. Na segunda, apesar da narrativa ter decaído demais, ainda é um pouco fácil de seguir, mas com leitura lenta.
As partes 3 e 4 prefiro nem comentar. Pois é uma verdadeira merda literária... decepção completa. Nada mais se salva... nem os poderes de Peter Lake e a guerra civil que se instaura na cidade...

Se o restante do livro fosse como a parte um, seria espetacular. E olha que eu esperava que mantivesse isso... Pois fazia tempo que eu não lia algo de fantasia que me prendesse tanto... Mas ele se torna maçante e uma grande perda de tempo.
Só que a parte um é fodona de fato e vale cada página.
Eu dou nota 10 para as primeiras duas centenas de páginas.
E nota 5 para a parte 2.
Na parte 3, dou 3...
E na 4, é zero mesmo...
Que tristeza isso...


site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804
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Meire Povinski 28/02/2014

Bem e o Mal e um conto de fadas junto.
Assisti o filme recentemente e ontem dia 27/02/2014, comprei o livro.
Como sempre nos livros existe mais detalhes, então vou ler.

No filme conta a História de uma ladrão que tenta roubar uma casa, mas acaba se apaixonando pela moça que esta na casa no momento do roubo.

A história é muito bonita no filme, mas cabe a cada um gostar ou não da forma como termina. Vamos ver como será a forma dos pombinhos no livro.

Bom gente, não vou contar muita coisa, pois qualquer detalhe estraga a leitura. Se resume ao amor que temos por alguém, a forma como o destino nos leva a encontrá-la, a luta contra o bem e o mal e como uma pessoa pode mudar completamente a forma de ser quando encontra o amor.

É isso aí.
Celi 28/02/2014minha estante
Ansiosa para ler! Esperando meu livro chegar. É muito linda a história! Espero não me decepcionar com o final.




Ana Carol 08/11/2016

Realmente me sinto muito mal de abandonar um livro, mas não estava aguentando mais forçar a leitura.
Achei muito cansativa, não conseguia ler uma página por dia.
Não sei se não estava no momento pra isso ou... Enfim.
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Lea 28/04/2015

Uma longa história (são 720 páginas!) com muitos acontecimentos estranhos e, muitas vezes, absurdos. Lembrou-me um pouco a série O Guia do Mochileiro das Galáxias porque, em meio às maluquices narradas, percebemos uma certa ironia e crítica à sociedade.

O autor começa narrando a confusa e agitada história de Peter Lake e seu romance com Beverly. Lá pelas tantas, começa a contar a história de outros personagens que, aparentemente, não tem relação nenhuma com os primeiros. Depois, o leitor percebe que haverá uma relação entre todos os personagens e entre os acontecimentos narrados. Detalhe: acho que o autor gosta muito de cavalos e de gelo, pois estes estão muito presentes no livro e são descritos em detalhes. Não gostei muito do final, achei meio confuso.

O livro é bem cansativo por ser muito extenso. Não sei se havia necessidade de contar a história em tantas páginas... São muitas descrições e divagações (algumas até muito interessantes). É um livro para ser lido com tempo e aos poucos, para que você possa refletir sobre o que leu e tentar compreender. O autor nos passa algumas mensagens muito profundas.

Resenha publicada no blog Meus Livros e Sonhos:

site: www.meuslivrosesonhos.blogspot.com.br
Rose.Sapovalov 06/02/2018minha estante
Achei a capa muito bonita, o título atraente e acabei comprando o livro. Imaginei que Hillary iria resuscitar mas isso só ocorreu com a menina Abby. Fiquei decepcionada e a leitura foi muito cansativa e confusa. Comecei a gostar quando consegui entrar no clima do livro: uma mistura de realidade com fantasia ou ficção. Achei Hillary mimada ,um tanto grosseira e maluquinha ao se entregar para um estranho. O autor foi ousado ao apresentar uma personagem diferente do estereótipo feminino. Amei porque abri minha mente para o diferente.O mais maravilhoso foi imaginar os locais remotos e inóspitos como o lago das Coheeries e seus habitantes.Sensacional a senhora Gameli.Gosto de livros difíceis, intrigantes e que me fazem pensar.




Fabrina 29/12/2015

Decepcionante!
Pela primeira vez não consegui terminar um livro, e isso me deixa muito triste. Mas acredito que esse tipo de leitura não seja para mim. Um Conto do Destino é muito confuso (indo e voltando nas passagens), e detalhista ao extremo, e em minha opinião, muitas vezes desnecessário. Li quase 300 páginas e não achei sentido na história e nem motivo que me fizesse querer ler as demais páginas, fiquei decepcionada.
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Karina Vidal 05/07/2014

Pior livro que já li na minha vida!
Uma história sem pé nem cabeça,é impossível inclusive de catalogá-la e afirmar se é um romance, uma aventura!! Detestei!
erica.farao 30/12/2014minha estante
Estou detestando, será que consegue ficar pior do que já tá? affs




Roberta Liboni 20/06/2014

Decepcionante
Pela propaganda feita esperava muito deste livro, mas decepcionei, super confuso, muito ruim
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