Cowabunga!

Cowabunga! Ana Paula Seixlack




Resenhas - Cowabunga!


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"Ana Paula" 06/03/2014

Encantador!
Em Cowabunga! Vamos conhecer Zimbo. Um homem que já passou da idade, mas ainda se idolatra por ser um surfista. Zimbo vive com sua companheira Letícia, uma jovem mulher que gosta mesmo é de baladas e de sair com gente de sua idade. Não sei o que um viu no outro, o relacionamento entre eles é difícil. Zimbo, muito mais velho que Letícia, não desiste de encontrar a onda perfeita depois de seu acidente, e Letícia o acha um louco por ainda agir como um jovem surfista.

Zimbo é o tipo de cara marrento, que se acha. Não come qualquer coisa, ele tem que manter seu corpo intacto. Adora quando as mulheres lhe dá atenção, apesar de manter um relacionamento sério com Letícia, ele não perde uma boa ficada por nada! Irritante, sarcástico, engraçado.... É difícil falar de um personagem quando você gosta muito dele. Só lendo mesmo para saber!

Depois que sofreu o acidente que o invalidou para o surfe, Zimbo passa seus dias sentado nas praias, olhando mar e se amaldiçoando por ainda viver sem poder fazer o que mais gosta: Surfar.
Entre pensamentos desconexos, Zimbo não consegue mais distinguir o que é real e o que é fantasia, sua coragem, antes tão valorizada, hoje não serve para mais nada. Ele quer surfar, mas o medo de entrar na água é maior.

"A verdade é que gostaria de estar lá com eles. Imaginava como seria prazeroso ser da Turma. Intimamente, queria ter a mesma idade e coragem para se arriscar. Sabia que não poderia voltar no tempo, mesmo assim desejava ter a mesma força e habilidade para pegar ondas. Ainda queria ser o melhor."

Sabe quando você começa a ler um livro e logo se vê atraído pelo personagem, independente se ele é legal, ou chato, ou até mesmo o pior personagem que já existiu? rsrsrsrrsrs Pois é, Zimbo me conquistou com seu sarcasmo e sua vida diária. Dei muitas risadas com esse personagem peculiar, que faz você querer descobrir mais sobre ele, saber o que o atormenta, dar carinho, atenção.... As vezes cheguei a ficar com raiva de Zimbo, um homem velho tentando parecer mais jovem??? Mas, depois que você o conhece, é difícil tentar odiá-lo!

A autora soube como manter o foco da trama sem cansar o leitor, todos os personagens foram bem construídos e cada um tem o seu papel no livro. Com uma narrativa em terceira pessoa, a autora vai levando você pelo passado e pelo presente de Zimbo. Seus delírios, seus pensamentos, suas vontades.
Devo acrescentar que o livro só não ganhou 5 estrelas porque não é meu gênero preferido, mas com certeza entrou para os meus favoritos.

Terminada a leitura, fiquei imaginando se a autora é surfista.... todos os termos e gírias utilizadas pelos surfistas você encontra neste livro. Não sou nenhuma expert no assunto, mas já li uma coisa ou outra sobre o esporte. Sem contar as passagens que nos levam de volta ao tempo, 1960 e 1970, uma verdadeira viagem! Ana Paula Seixlack, tem uma escrita simples e direta, tão gostosa de ler que quando você percebe já esta no final do livro! Adoro quando a história, juntamente com a escrita nos faz esquecer de tudo e ficar concentrados no livro. Mais uma autora nacional de sucesso, tenho certeza!

A editora também caprichou muito na edição, sem erros aparentes, folhas amarelas, com uma diagramação simples e uma capa linda demais, que descreve bem o que o livro aborda. Os capítulos são separados por títulos, o que as vezes pode conter algum tipo de spoiler, mas não nesse caso, você só consegue ficar mais curioso! rsrsrsrsrrs

Com um final encantador (que me tirou algumas lágrimas), Cowabunga! tem tudo para ser um livro perfeito, seja vc surfista ou não, vai se encantar com essa obra e desejar mais! Venha se aventurar no mundo de Zimbo, e descobrir se ele consegue ou não pegar sua última onda! Super recomendo!

"Zimbo era um galo velho quando jovem. Nunca fugiu de um desafio. Pegou tanta onda, que era quase impossível conceber a ideia de que nunca mais faria isso outra vez. Tantas manhãs e tardes ensolaradas, viagens em busca das melhores dropadas, garotas... Tudo era, agora, uma vaga lembrança. Às vezes, nem parecia que aquilo havia sido real."


site: www.livrosdeelite.blogspot.com
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Lelê 21/02/2014

Resenha:
Um livro refrescante para este calor insuportável!!


"Ele batizara sua prancha com o grito de guerra
que os surfistas americanos dos anos sessenta
costumavam bradar antes de uma manobra
radical ou de levarem um caldo da onda."
Pag. 26



Eu estava pronta para ler outro livro, mas peguei este só pra saber do que se tratava. Li o primeiro capítulo, gostei. Li o segundo e ri muito, e então li até terminar.


"Quando queria ele se comportava feito um
autista, porém estava muito velho para
desenvolver a síndrome e jovem demais
para estar ficando gagá."
Pag. 14


Ricardo Avelar era mais conhecido como Zimbo.
Quando era jovem ele e seu irmão Roberto pediram seus presentes de Natal para seus pais: Uma prancha de surfe e um violão, assim ficaria mais fácil para arrumar umas gatinhas.

Enfim, Zimbo logo desistiu do violão e sua prancha passou a ser sua companheira.

Isso aconteceu nos anos sessenta. Zimbo ganhou status no mundo dos surfistas. Competiu, venceu vários torneios, foi matéria dos jornais da época, ficou famoso.


"Cowabunga era seu lápis, a parafina era
seu apontador, e as ondas, sua resma de
papéis. Poderia reescrever sua história
quantas vezes desejasse. Até mesmo
pular etapas e registrar direto no
original. Sem ensaios ou rascunhos."
Pag. 77


A história começa exatamente nos dias de hoje, quarenta anos depois de Zimbo sofrer um trágico acidente e ser obrigado a parar de surfar.

Conhecemos o Zimbo hoje, e ele é um homem muito engraçado, muitas vezes alienado, mas no fundo eu sentia que ele guardava uma mágoa muito grande. Sabe aquela frase: "Tem que rir pra não chorar", é assim que eu enxerguei a personalidade dele.

No decorrer das páginas ele nos leva para sua infância, adolescência, as coisas que ele fez na escola, seu primeiro amor, sua primeira noite com uma mulher... Tudo em forma de lembranças, e isso foi ótimo para entender quem é o Zimbo agora; um personagem de si mesmo.

Sua mulher, Letícia me deu raiva. Com a metade da idade dele e a mentalidade de uma criança, ela é muito estranha, e as vezes até má. Porém os dois juntos me fizeram rir com suas discussões.

Como é um livro curto, fica difícil falar muito, mas posso garantir que tive momentos ótimos ao lado de Zimbo, e adorei suas desventuras.

Apesar de ser sobre a vida e os problemas do personagem, a narrativa é leve e flui muito bem. A autora soube levar com suavidade do início ao fim. Aliás o final foi ótimo!!

É narrado em terceira pessoa, o ponto de vista principal é de Zimbo.

Não encontrei erros na revisão, a editora está de parabéns quanto a isso! A capa é bem colorida e bonita, o desenho e as falhas propositais da impressão remetem ao antigo, que é onde começa a vida de Zimbo.

Outra coisa, as referências que a autora faz das músicas e costumes dos anos cinquenta e sessenta deram um toque todo especial. Amei isso! A ambientação foi incrível. A primeira televisão, os programas da época, os cantores se apresentando... tudo perfeito!

Se você deseja um livro rápido e gostoso de ler, recomendo a leitura deste. Você irá se divertir e ter momentos bem agradáveis.

Já estou com saudade!!

site: http://topensandoemler.blogspot.com.br/
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SAMUEL 04/03/2014

Glória e decadência na jornada de um homem rumo ao fim
Zimbo é a típica representação do anti-herói. Um passado glorioso; um presente decadente; um futuro inexistente. Sua personalidade é dúbia, obscura. Ao mesmo tempo em que se mostra arrogante e cínico, demonstra, sem querer, uma fragilidade infantil, e um medo quase irracional. Ana Paula Seixlack criou um personagem extremamente complexo e bem construído. Tão bem construído que Cowabunga passaria fácil como uma biografia de uma pessoa real, e eu ainda tenho uma desconfiança que a autora se inspirou em alguém existente para criar um personagem tão verossímil. Zimbo é detestável e carismático, os dois ao mesmo tempo, e é impossível não se envolver com sua história.

O livro se passa no tempo presente, quando Zimbo já é um senhor em “idade avançada”, contudo, Ana mescla lembranças, desde a infância do protagonista até a glória como surfista profissional, a incertezas do presente de Zimbo.

A vida de Zimbo não tem sentido. Ele mantém um relacionamento que há muito chegou ao fim. Mantém uma pose de jovem surfista galanteador na qual já não se encaixa mais.



A escrita de Ana Paula e leve, inteligente, e sem deslizes. Descreve os acontecimentos de forma bem humorada, sem pender para o pastelão em momento algum. A história de Zimbo é um drama, triste, mas é contada de uma forma que consegue arrancar risadas em meio às desventuras na vida do ex-surfista.

Contudo, apesar de todas as qualidades já descritas, o que mais me impressionou na obra foi o trabalho de pesquisa implícito em suas páginas. A autora nasceu no ano de 1986, mesmo ano que eu nasci, ainda assim descreve com maestria detalhes corriqueiros passados décadas antes de seu nascimento. Além disso, fala do universo do surf com muita propriedade, reproduzindo gírias e termos técnicos do esporte que deixam a narrativa absolutamente verossímil, independente da época em que se passe cada parte do livro.

Cowabunga é um livro bem escrito. Uma história bem contada. Uma biografia instigante e uma diversão garantida.

Ana Paula Seixlack tem um grande futuro como escritora, e conseguiu me conquistar com uma obra que passa longe do tipo de leitura pela qual tenho predileção.

site: http://meumundinhoficticio.blogspot.com.br/2014/03/resenha-cowabunga-desventuras-de-um-ex.html
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Nalia85 16/02/2014

Uma delicia de ler!!!
Pensa em um livro gostoso de ler!Cowabunga! Desventuras de um ex-surfista é viciante.

Os capítulos voam, você se apega aos personagens de uma forma que sente a falta deles quando o livro acaba. Destaque dou para o vizinho Julius, para o endiabrado João (é de chorar de rir) e para o medroso Vô.

Com esse livro, cocê vivencia épocas que não viveu de verdade, surfa com ele, ama com ele, ri com ele (e dele :P), entra em loucuras com ele, sofre com ele e até chora com ele.

De quebra, ainda faz muitas referências às praias catarinenses, bem como remete a divertidas situações que ocorreram na infância e juventude do personagem. Nostalgia gostosa.

Recomendadíssimo a qualquer pessoa, independente de curtir ou não surf.

site: www.anapaulaseixlack.com.br
Nalia85 15/02/2014minha estante
gente, corrigindo...
o site oficial da autora do livro é:

www.anapaulaseixlack.com.br




Rapha 20/04/2015

Resenha - Cowabunga! Desventuras de um Ex-Surfista
Cowabunga o grito de guerra dos surfistas também é o nome da prancha inestimável de Ricardo Avelar, ou Zimbo como ele mesmo prefere que o chamem. Zimbo vai a praia todos os dias com o desejo de se aventurar nas águas salgadas há quarenta anos, desde de que um terrível acidente encerrou sua carreira, deixando com menos da metade de seu pé direito.
Amargurado, ele segue essa mesma rotina todos os dias, e quando chega em casa tem de lidar com sua jovem namorada, que tem idade para ser sua filha, ou até mesmo neta, Letícia, que não troca sua vida agitada por nada... nem mesmo por Zimbo.
Tudo que lhe resta é relembrar suas aventuras vividas nos anos em que ele era o melhor e ganhava todos os campeonatos, enquanto ele se mete nas mais loucas brigas.
No começo temos problemas para conseguir simpatizar com nosso protagonista (tudo bem até hoje ainda não simpatizei muito), porém isso nos cativa como uma história realista, onde encontramos um protagonista que não é todo perfeito, sabe com apenas um defeitinho, temos um protagonista sistemático, cheio de defeitos que não tenta agradar a ninguém.
Em boa parte dessa história temos flashback's que nos levam direto para a onda de 1960 e 1970, onde mergulhamos de cabeça na cultura dos surfistas da época, e não só deles, mas por exemplo das músicas. Ouve um momento em que Zimbo em uma de suas discussões com Letícia ele faz referência à uma música da década de 1960, "Do You Wanna Dance", e nesse momento eu corri para a minha mãe e mostrei para ela, pois essa é uma música que ouvíamos juntos.
Cheio de vida e reflexões, Cowabunga! não é apenas um livro que nos diverte, em alguns momentos dessa fascinante aventura sentimos como se já tivesse acontecido conosco, e que deveríamos ter sido mais relevantes, por isso não é apenas um livro qualquer é um livro cheio de lições que temos de levar para vida toda.

site: http://www.noseaestante.blogspot.com.br/
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Ju Cirqueira | @jucirqueira 19/03/2014

Lembranças de um passado glorioso misturadas a uma realidade amarga e um futuro incerto permeiam "Cowabunga!"
O livro é completamente focado em contar a história de vida de Ricardo Avelar, um grande ex-surfista apelidado de Zimbo, através de suas próprias lembranças de infância e juventude, recordações dos seus “anos dourados”, reflexões sobre seu passado, devaneios e divagações.

Nosso protagonista foi um grande campeão de surf em sua juventude, ganhou vários campeonatos, fez viagens ao exterior, ganhou troféus… além de ser muito bonito e conquistar toda a atenção das mulheres! Digamos que ele tinha a vida de seus sonhos e não escondia seu orgulho de ninguém, até que um acidente no mar o deixou com um dos pés completamente machucado o impossibilitando de surfar, para sempre. Como podem imaginar, esse acidente transformou sua vida, que até o momento girava em torno do surf.

O que temos aqui é um personagem muito complexo. Através de seus pensamentos e atitudes ao decorrer do livro percebemos o quanto ele é inseguro – constantemente tentando se vangloriar de tudo para manter sua “pose” -, amargurado por não ser mais o “campeão” do surf que um dia foi nem muito menos o galã da mulherada. Mas uma coisa é certa, ele continua agindo como o garotão irresponsável e esnobe que sempre foi. Desconfio que Zimbo além de inconformado e depressivo seja também bipolar. Zimbo não consegue despertar nem mesmo pena no leitor, de tão egoísta, orgulhoso e insensível que se torna.

Zimbo mora com Letícia, sua namorada com praticamente metade da sua idade (apenas outro troféu). Mesmo “coroa” Zimbo mantém sua vaidade com as mulheres, escolhe as mais bonitas e mais jovens para exibir sua masculinidade e provar que ainda está com tudo. O pior é que ele consegue – não sei como – conquistar mulheres jovens e bonitas como Letícia, que diga-se de passagem, o que tem de beleza tem de burrice. Mesmo com os maus-tratos, traições e grosserias de Zimbo, “Tícia” continua submissa, fazendo cama, mesa e banho. Sinceramente…

O “ápice” do livro se dá quando Zimbo, desiludido de tudo, deita-se sozinho (cadê Tícia pra acudir?) na areia da praia por quase 3 dias sem comer e bebendo apenas água do mar. Entre seus devaneios sobre passado e presente, confunde um menininho que brincava na água com um pirata e o ataca. O pai do menino bate em sua cabeça e Zimbo, desidratado, desmaia e vai parar no hospital. Nesse ponto temos impressão de que a história de Zimbo está para mudar. E aí só lendo pra saber!

Eu confesso que não esperava por uma história desse nível. A primeira noite em que li “Cowabunga!” sonhei que estava surfando, hahaha. Foi muito difícil simpatizar com o protagonista e acredito que ainda não o fiz até agora. Zimbo é um homem de meia-idade egocêntrico, desiludido e amargurado. Se ele fosse algum conhecido meu, eu indicaria terapia. Acredito que todas essas sensações e sentimentos negativos que tive com relação à Zimbo foram previstos pela autora – e arrisco dizer, até intencionais - ao nos trazer um personagem tão controverso.

Entretanto todos os aspectos do surf abordados instigaram minha curiosidade e me envolvi nas viagens e aventuras do passado de Zimbo (especialmente sua infância). Dei umas boas risadas com alguns fatos do seu passado e tive alguns momentos de compreensão com Zimbo.

“Cowabunga!” é um grito de guerra dos surfistas e foi o nome que Zimbo deu à sua inseparável prancha. O título “Desventuras de um ex-surfista” foi muito sugestivo e apropriado. “Cowabunga!” é um livro que foge dos padrões e clichês. É mais do que uma história sobre surf, recomendo este livro para quem gosta de ler histórias que adentram o psicológico dos personagens e deixam muita margem pra reflexão.

site: http://nuvemliteraria.com/2014/03/resenha-cowabunga-desventuras-de-um-ex-surfista-ana-paula-seixlack/#more-1596
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Ana 20/03/2014

Sensacional. Um livro do jeito que eu gosto!!!

Amei esse livro. Me surpreendeu muito e recomendo a todos!

O personagem Zimbo, apesar de mal humorado e perder muito tempo da vida se afundando em sua depressão, conseguiu me fazer rir muito com seu cinismo e personalidade ímpar.


Adorei as referências que a autora faz das músicas e costumes dos anos cinquenta e sessenta deram um toque todo especial. Amei isso! A ambientação foi incrível. A primeira televisão, os programas da época, os cantores se apresentando... tudo perfeito!”

Se você deseja um livro rápido e gostoso de ler, recomendo a leitura deste. Você irá se divertir e ter momentos bem agradáveis.
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Crazy Yara 20/03/2014

Fora do comum. Nada clichê.
Caraca veio, eu li o livro e gostei pra caramba! Não é meloso, é direto ao ponto, é gostoso e muito divertido.

A primeira vista parece que é um livro sobre surfista, só que não. É sobre um ex-surfista (dã! Jura? :P) Então, não perde tempo com explicações desnecessarias acerca do surf. É para qualquer um, até eu que odeio praia (sim, isso existe :P)

O livro é sobre as divertidas desventuras do Zimbo. É leve e com linguagem super acessivel.

Ele é irônico e sarcastico, mas de um jeito que nos faz rir e se apegar muito.

Ele relembra de muitos momentos divertidos e nostálgicos que nos remetem aos anos 60 e 70. Narra a infância dele, como era aqueles tempos, o desejo de formar banda com o irmão,o primeiro amor dele, as loucuras e fantasias, os medos e inseguros. Voce adentra nas emoções desse homem que é tão humano e "real" quanto eu e voce.

Recomendo que experimente ler o livro... é um livro leve, refrescante e perfeito para ler até nos momentos mais estressantes do seu dia-a-dia.

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Aluisio Brecher 20/03/2014

Fora de série
Um livro diferente de tudo o que voce já leu.

Acha que é sobre surf? Errou!
Acha que é sobre gatos sarados com suas prachas de surf? errou de novo!
Talvez literatura de romance para menininhas? Nahhh...
Sobre um campeão de surf? mais ou menos
Ex-campeão? Aêee...

è um livro sobre o quase. Alguem que foi "quase bem sucedido". Alguém que é imperfeito assim como eu e você. É leve, divertido e cheio de referencias dos anos 60; Mas também imerge na complexidade das emoções.

O zimbo é uma cara velho e ranzinza, mas que tem a alma de um jovem (não dizem que só o corpo envelhece? É isso!). Se recusa a acreditar que perdeu a jovialidade e o sucesso. SOnha em voltar a ter uma vida badalada, mas tem medo de tudo.

Recomendo muito esse livro. Te tira da zona de conforto e te lança nas profundezas dos mares das angustias humanas de forma bem humorada .
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Lilian 20/03/2014

Linda história
Gostei muito de ler Cowabunga!

Achei uma história sensacional, envolvente, viciante.

Cheia de momentos dramáticos, tiradas engraçadas, lembranças nostálgicas.

A autora soube retratar com precisão o mundo nos anos sessenta e me senti na pele do personagem principal, Zimbo.

Amei tudo, da capa ao final do livro (*surpreendente. Não esperava nunca que isso fosse acontecer com ele)
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Jorge K. 21/03/2014

Recomendo!
Esse livro me rendeu boas risadas.
Me divertiu bastante. Cheio de lances dos anos sessenta.
O Zimbo é bizarro, muito diferente de qq personagem q ja li, mas adorei o cara!
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Jonas 28/03/2014

Impressionante
Rapaz, que livro é esse? Uma história divertidissima, viciante, que eu não consegui dormir até parar de ler. Não vou contar pra não dar spoiler, mas vocês vão se surpreender com a historia inteira e, o final..meu deus... chocante!
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Marcelo 01/09/2014

Resenha: Cowabunga!
O personagem principal é aquele tipo de pessoa que você ama ou odeia e eu tive o prazer de amá-lo. Ele não tem nada do que os outros personagens costumam ter e acho que isso foi um aspecto fundamental para eu ter gostado tanto dessa história.

O Zimbo, na verdade se chama Ricardo Avelar e tinha uma carreira promissora como surfista, mas por força do destino acaba sofrendo um acidente em sua juventude que o deixa impossibilitado de surfar. Ele acaba por se tornar uma pessoa triste, amargurada, ranzinza e ainda assim, se acha o último biscoito do pacote.

Passados quarenta anos após o acidente, Zimbo continua a ir a praia com a sua prancha (que carinhosamente chama de Cowabunga ou Cowabunguinha) e passa o dia na areia da praia na esperança de surfar a onda perfeita, contudo, o mesmo não tem coragem de sequer entrar na água.

A idade de Zimbo é um mistério no começo e confesso que fiquei muito curioso para saber a real idade do nosso protagonista que não foi revelada logo de cara. Por mais que ele já tenha mais de 60 anos, ainda aparenta ter seus quarenta e pouco com seu rosto e corpo ainda conservados, o que o ajuda com a mulherada, pouco se importando Zimbo com o "compromisso" que tem com sua companheira Letícia.

Em determinados pontos da história, encontramos flashbacks de Zimbo lembrando de sua infância, adolescência e juventude e estes acontecimentos são necessários para que compreendamos como o personagem foi desenvolvendo sua personalidade e se tornando o que ele é hoje.

Você passa o livro inteiro se perguntando qual será o destino de Zimbo e essa curiosidade é o que faz a leitura ser inteiramente prazerosa. Muitas das vezes você se questiona se ele vai tomar jeito, se ele vai amadurecer e se ele vai deixar o passado para trás e essas perguntas são respondidas somente no último capítulo. Sentiu a pressão?!

O livro Cowabunga! me trouxe uma experiência fantástica porque eu nunca tinha lido nada com referências aos anos 1960 e 1970. Confesso, que tinha até um pé atras com livros assim, mas fiquei encantado com a forma que autora trouxe essas referências para o contexto.

Outro tema bem predominante no livro é o surf. A história é repleta de nomes de manobras, gírias e hábitos desse esporte, fazendo com que você acabe se achando um verdadeiro surfista.

A publicação da obra foi feita pela editora Saraiva com o selo da Benvirá e a capa não podia ser melhor, pois além de linda, tem tudo haver com o tema trazido. Não gostei muito da diagramação, achei que a fonte utilizada é muito pequena. Não que isto tenha atrapalhado a leitura, mas com certeza, seria mais prazeroso ler um livro com a fonte maior.

O final de Zimbo é surpreendente e eu não cheguei nem perto de adivinhar e tenho certeza que também vai surpreender vocês em todos os aspectos.

Antes que eu me esqueça, Cowabunga, além de ser o apelido das pranchas de Zimbo, também é uma gíria de surfistas, que traduz-se como um grito de empolgação, uma espécie de "Uhul".

Para quem gosta de uma leitura recheada de novidades e pretende sair da mesmice de sempre, Cowabunga! é o livro que eu mais recomendo para vocês. Se prepare para se surpreender.


site: http://www.enquantoestavalendo.com/2014/08/resenha-cowabunga-desventuras-de-um-ex.html#.VAUmscVdWuI
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Elenara 20/03/2014

Incrivel !
Acabei de ler Cowabunga e foi uma surpresa maravilhosa.

É um livro que foge de clichês, entrete e faz refletir.

A autora me impressiona pela capacidade de encarnar um personagem tão complexo e peculiar como o Zimbo. Ele me comoveu muito.

Repleto de momentos engraçados, lembranças dos anos sessenta (que amei!)e praias catarinenses (adoro).

O final foi muito imprevisivel. Confesso que não esperava nada daquilo, mas foi bem emocionante. Adorei!

Queria muito que fizessem mais livros com esse personagem. Estou sentindo falta do Zimbo já :(
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Aline T.K.M. - @aline_tkm 21/03/2014

Boa surpresa
O aspecto “pré-adolescente” se restringe somente ao título e, quem sabe, à capa. O conteúdo e algumas reflexões proporcionadas pela história tendem a agradar mais aos adultos mesmo.

RESENHA EM VÍDEO AQUI: http://youtu.be/xGhEMM34qHs



site: http://livrolab.blogspot.com
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