Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo

Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo Benjamin Alire Sáenz




Resenhas - Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo


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Fabi 17/02/2018

LEVEI MENOS DE 48 HORAS PARA LER
''Não se pode tocar aquilo de que são feitas as estrelas.''

Eu particularmente não tenho o costume de ler livros LGBT. Mas sabe quando um livro tem uma capa e um título que te interessam? Então, foi esse meu caso com este livro. =)
Aristóteles tem 15 anos e se sente solitário e infeliz. Uma hora ele ama seus pais, outra hora os odeia. O típico adolescente que só reclama.
Sem nenhum amigo ele prefere manter a fama de agressivo a conversar com alguém.
Isso muda quando ele conhece Dante Quintana. O rapaz o ensina nadar e desde então os dois se tornam amigos.
Dante é tudo o que Ari não é. Calmo, que se dá bem com todo mundo e ainda adora ler poesia. Ari vive pensando no irmão que está preso e que é assunto vetado com seus pais.
Mesmo os dois sendo diferentes juntos conseguem dialogar por horas e dar risadas espontaneamente. Cada um como todo adolescente, tem suas dúvidas.
Dante começa a se sentir atraído por meninos. Ele conversa sobre isso com Ari, que se mantém constrangido e com raiva pelos novos pensamentos do amigo.
O livro é constituído essencialmente por diálogos. Entre Ari e sua mãe e principalmente entre ele e Dante. Diálogos esses que são divertidos e nos fazem ler rapidamente o livro.
Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo além de tratar sobre novas descobertas, também tem como foco família e amizade.
Ari que passou tanto tempo tentando descobrir os segredos do Universo, irá perceber que as respostas estão bem mais perto do que ele imagina.
Para os fãs de John Green, este é uma boa escolha de livro. ;)

''Fiquei pensando que poemas são como pessoas. Algumas pessoas você entende de primeira. Outras você simplesmente não entende… e nunca entenderá.''

''As palavras ficam diferentes quando passam a morar dentro de você.''

''Imaginei como era — como era segurar a mão de alguém. Aposto que às vezes é possível desvendar todos os mistérios do Universo na mão de uma pessoa.''
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rosanyvieira 24/01/2018

Não posso iniciar a resenha sem dizer que sim, eu me decepcionei com a leitura. (Mass, quando iniciamos um livro com grandes expectativas, é danado para acontecer isso, né?)

Para começar, achei o personagem de Aristóteles muito (MUITO) reclamão. Tudo o irrita e tudo é motivo para ele culpar a sua falta de amigos (que ele mesmo afirma várias vezes que não se esforça para ter). Bem, pode até ser isso que todos adolescentes são: rebeldes sem causa, mas não gostei nem um pouco da construção do personagem. Já Dante é o oposto. Bastante agradável, gentil e apesar de também ser um jovem com seus momentos de revolta típica juvenil, ele tem uma consciência mais apurada, é mais simpático consigo mesmo e com os outros sem a necessidade de estar procurando o tempo todo culpar alguém ou ele mesmo ao que acontece. Gostei muito dele!
O enredo não funcionou muito bem para mim: a história não me pareceu seguir um fluxo, não atingiu seu clímax, os acontecimentos não são lineares (eu muitas vezes me peguei tentando entender qual a ligação de um fato ao outro)

Dei três estrelas ao livro por achar muito boa a temática trazida por ele, pela explanação sobre intolerância na vida dos LGBTTs (que ainda é um fato recorrente, infelizmente) e por sua sensibilidade àqueles que de certa forma, ainda carregam as dúvidas sobre sua sexualidade. Sobre isso, é inegável o quanto o livro é maravilhoso. Enfim, acredito que o livro não me agradou mais porque, como eu já disse, depositei uma grande expectativa por ele. No mais, é uma leitura leve, fácil, rápida, mas que não se engane: traz assuntos bastantes sérios e necessários!
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Amanda 21/01/2018

Leiam!
O que começa como uma aula de natação aos poucos se transforma numa amizade especial, do tipo que muda a vida das pessoas e dura para sempre. E é através dessa amizade que Ari e Dante vão descobrir mais sobre si mesmos - e sobre o tipo de pessoa que querem ser.
Incrível, super rapidinho, com capítulos curtos, emocionante.
Favoritado que dá um quentinho no coração.
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Christiano 20/01/2018

Na medida
Este livro foi um presente (literalmente). Uma leitura tão fluida e confortável que talvez tenha sido a mais rápido que eu já fiz. (Também pela diagramação. Parabéns, Seguinte!)

A história realmente não vai muito longe, é extremamente calma e tinha tudo pra ser um livro até entediante se escrita por alguém que não soubesse o dose certa de delicadeza e de noção de fisgar o leitor com tanta sutileza. Benjamin conseguiu com uma premissa tão simples e clichê criar personagens inteligentes, que tinham questões próprias, se apropriaram dessas questões e foram com elas até a última página.

Incrível o equilíbrio entre a leveza e a acidez que a leitura transmite ao abordar temas como preconceito, homofobia, questões familiares, até transfobia e, especialmente, autoaceitação e aceitação às particularidades do próximo. Descoberta, o título cai como uma luva.

O toque filosófico da história foi na medida ideal pra não se tornar um livro pedante. Até senti que houve uma necessidade de por grandes frases de efeito num curto intervalo entre as páginas, no entanto, a grande maioria funcionou muito bem quando lidas pelos olhos dos personagens.

A narrativa passa um tom melancólico que contribuiu muito para a empatia necessária ao fazer essa leitura. Pouco post-it pra marcar tanta coisa que eu gostei nesse livro.
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DiLaurentis 12/01/2018

Poesia que escorre de cada palava!
Faz um bom tempo que ouço falarem bem desse livro, mesmo assim escolhi ficar sem saber muito da história, apenas que era um romance bastante fofo com dois adolescentes.
Todas as pessoas que me falaram bem do livro não mentiram. A história é extremamente delicada e fluída, fazendo com que você decore o livro todo sem perceber.
É importante citar que existe uma espécie de poesia melancólica escorrendo através das palavras, conforme Ari se descobre e questiona o universo, os segredos da vida e suas ações tudo é muito lindo e poético.
Chorei três vezes lendo o livro, não tanto por tristeza na história, mas sim pela sua beleza e delicadeza. Definitivamente um livro que vale a pena ser lido (e guardado no coração com carinho).

site: https://www.instagram.com/_rantin_/
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Matt 05/01/2018

Livro maravilhoso!!
"Como pude um dia sentir vergonha de amar Dante Quintana?"
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deh 03/01/2018

O livro que faz a gente pensar sobre a vida.
Primeiro livro de 2018. Acho que esse veio a calhar, principalmente pelo fato de que Ari passa pela fase dos 17 e eu me identifiquei MUITO. Os dois principais são incríveis, e seus país também. Tipo de livro que aquece o coração, e você se apega imensamente por cada personagem. Obrigada pela história, Ari e Dan.
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Anne - @literatura.estrangeira 02/01/2018

Logo no começo da história conhecemos Aristóteles, um menino acanhado e frustrado, que tem uma família comum até certo ponto, mas que não discute e conversa sobre os problemas que a ronda, como o porque do irmão mais velho de Ari estar na cadeia e o que aconteceu na guerra para que seu pai voltasse tão sombrio e calado.

"O problema da minha vida era que ela tinha sido ideia de outra pessoa."

Ari conhece Dante, um garoto sensível e extrovertido, que gosta de ler e conversar, e apesar de ser o oposto de Ari, vai mudar tudo que ele conhecia como certo e uma amizade impensável começa a se desenvolver.

"Fiquei pensando que poemas são como pessoas. Algumas você entende de primeira. Outras você simplesmente não entende... E nunca entenderá."

O livro inteiro é narrado por Aristóteles de uma forma que chega beirar ao lírico e é repleto de divagações, principalmente sobre seus problemas familiares. Não tenho problema com esse tipo de narrativa, pelo contrário, mas o primeiro contato de Ari com Dante trouxe diálogos um pouco desconexos e longe da realidade. Fato que acabou prolongando a leitura e quase me fez questionar o amor que as pessoas tinham por essa história

Vamos acompanhando a amizade dos dois durante um período de dois anos e me pareceu que quando os personagens amadureceram, esse diálogo que tanto foi problema pra mim, amadureceu junto e a leitura enfim deslanchou e fluiu. A partir daí finalizar a leitura foi como em um piscar de olhos.

"Naquela tarde, aprendi duas palavras novas. ‘Inescrutável’… e ‘amigo’. As palavras ficam diferentes quando passam a morar dentro de você."

Apesar de ser um livro com a temática LGBT, saber disso me fez acreditar num envolvimento amoroso logo no início, mas a história é mais focada em seus problemas como adolescente e quanto pessoa, nos seus medos e desejos, que no romance em si. O romance acontece sim, mas de forma sutil e gradual, em segundo plano, sem tirar o foco principal do livro que é discutir os variados problemas que temos que enfrentar ao longo da vida que nos fazem crescer e o enfrentamento da época sombria que é a adolescência.

É impossível divagar muito sobre a história e os sentimentos durante a leitura porque ele é mais poético do que é possível traduzir em palavras. Mas é uma história que vale a pena, que tem foco no público jovem, mas que pode ser lido e apreciado por leitores de todas as idades.

"E me pareceu que seu rosto era o mapa do mundo. Um mundo sem qualquer escuridão."

site: http://www.literaturaestrangeira.com.br/2017/12/resenha-aristoteles-e-dante-descobrem.html
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Thaislan 30/12/2017

Com certeza é um livro que vale uma releitura. Não tenho certeza se o entendi direito. Ora me parecia um grande livro, ora uma farsa. Há algo nele que, a princípio, parece diferenciá-lo se comparado a outros do gênero, mas, assim como Tony e Susan, a respeito dele não consigo ter certeza de nada.
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pevê 29/12/2017

@umamorderesenha
"Passara todo aquele tempo tentando descobrir os segredos do Universo, os segredos do corpo, do coração. Todas essas respostas estavam tão próximas e, contudo, sempre as combati sem saber."

Esse livro foi o melhor presente que 2017 poderia ter me concedido antes de partir. Aristóteles e Dante invadiram meu coração e se tornaram meus personagens mais queridos, honestamente esse livro se tornou meu favorito, sem dúvidas alcançou o topo da minha lista de preferências e conquistou o primeiro lugar. A leitura é aprazível, lá pelo meio se torna monótona (nada que vá causar tédio), entretanto, do meio para o final é impossível desgrudar os olhos das páginas. Durante a narrativa existem momentos de fofura, mas, de muita aflição também. Eu recomendarei para todas as pessoas que conheço.

Aristóteles é uma pessoa introspectiva e apática com as pessoas, com a família e a vida. Não vê necessidade de possuir amigos e prefere inúmeras vezes enfrentar o tédio sozinho. Seu relacionamento familiar é marcado pelo silêncio e segredos que a família guarda de seu irmão mais velho que foi preso, lembranças e indagações tiram suas noites de sono em busca de respostas sobre os motivos que levaram à prisão de seu irmão. Durante um de seus dias de tédio na piscina, um jovem totalmente oposto a sua personalidade, chamado Dante, se dispõe a ensina-lo a nadar. Dante é sempre disposto, gosta de falar, tem sentimentos de sobra que às vezes transborda pelos olhos. Sua família é invejável, possui um pai professor super carinhoso/atencioso e uma mãe psicóloga protetora que sabe seus limites para uma relação saudável com o filho. Os dois vivem inúmeras aventuras, cada um com sua personalidade e modo de encarar as situações, descobrem lugares e compartilham experiências. Bebidas. Drogas. Sexo. Violência. O que eles não sabem, ou talvez um lado dessa relação não tenha se atentado, é que amizade não é o suficiente para descrever o que sentem um pelo outro.
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Gabs 25/12/2017

Perfeito
Estou simplesmente apaixonada. Terminei de ler e um sorriso de orelha a orelha apareceu no meu rosto. Tenho nem palavras pra descrever esse hino de livro.
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AB 23/12/2017

Fiquei pensando que poemas são como pessoas. Algumas você entende de primeira. Outras você simplesmente não entende... e nunca entenderá.

Eu tinha que começar a resenha com essa frase do livro. Porque o livro é exatamente isso, ele te faz pensar, ele aflora sentimentos, ele te faz sorrir sozinho e concordar veementemente com muita coisa ali escrita.

Ao começar a leitura não imaginei que traria tantos sentimentos e tantos "Ual" como ela trouxe, o começo é tranquilo, fácil de ler, porém não tão empolgante, mas conforme as páginas vão passando você cria uma conexão com Ari e Dante, você passa a compreende-los e ir construindo a história com eles.

Como vocês viram na sinopse, a história gira em torno de Ari e Dante. Ari é um garoto que não da muita moral pra si mesmo, ele guarda tudo pra si, não é muito bom em se abrir e revelar seus sentimentos e com isso ele é inseguro e acha que não é muita coisa no mundo, ainda mais com o fato de seu irmão mais velho estar na cadeia e sua família não falar do irmão e não ter explicado nada sobre o ocorrido para ele.

Na minha opinião Ari é grande exatamente por se achar pequeno, ele é bom simplesmente por ser bom sem tentar ser, ele só é. Ele tenta ser durão, mas é sensível a sua maneira, como todos nós somos. Sério, cada parte desse livro é uma reflexão.

E Dante? Ah Dante, ele é transparente, ele é doce e não tem vergonha disso, ele não tem vergonha de ser quem ele é, ele foca no que se deve focar na vida e não em opiniões ou coisas sem sentidos que muitas vezes nós damos mais importância. Ele confia em si mesmo, ele sabe quem quer ser.

E a minha opinião sobre Dante é que o jeito de ver a vida dele, o modo de agir, de ser, é como todos nós sonhamos ser, tentamos ser. Simplesmente isso. Leia o livro e você vai entender melhor o que eu digo, nem preciso dizer que vale muito a pena.
Sorrisos são assim. Vêm e vão.

Ari e Dante são dois personagens que nos ensinam muito, cada um a sua maneira, você entende o modo de ver o universo dos dois e nenhum modo é errado ou ruim, são formas diferentes que se completam.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/03/resenha-aristoteles-e-dante-descobrem-o.html
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steph (@devaneiosdepapel) 15/12/2017

Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo
Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo é quase uma entidade no meio da literatura YA. É um livro muito aclamado e adorado não só pelo público como também pela crítica. Ou seja, começar a ler sem expectativa nenhuma é uma tarefa quase impossível. E confessar que não achei essa história “tudo isso” é algo ainda mais complicado.

Primeiro de tudo: eu entendo o apelo de Ari e Dante. É fácil perceber o motivo de tanta gente se emocionar e se identificar com esta história, que fala de amizade, adolescência e descoberta da sexualidade de uma maneira simples e metafórica. Mas comigo infelizmente não funcionou, e eu nem sei como explicar isso direito, já que não tive nenhum problema específico com a obra. Foi mais um caso de escrita, personagens e história “meh”.

Meu problema com a escrita foi que ela me emocionou pouco. Benjamin Alire Sáenz não escreve de maneira rebuscada, mas usa de algumas metáforas e muitas frases de efeito em seus parágrafos. Achei estranho porque estas reflexões que o autor apresenta vem da maneira mais inesperada, soando como algo fora do contexto. Parece que a intenção é só falar algo bonito e te deixar pensando no significado, com um enorme ponto de interrogação na cabeça.

Agora, sobre os personagens… Aristóteles, que menino chato. Tá bom que ele tem 15 anos e não faz ideia do seu papel na sociedade/vida, mas precisa reclamar tanto? Reclama da escola, reclama das pessoas, reclama dos pais… nada tá bom pra esse menino. Falta empatia e gratidão da parte dele, que tem uma família super amorosa (apesar dos problemas) e compreensiva, além de poucos e bons amigos. Me irritei muito com ele.

Já com Dante, o sentimento foi oposto. Ele é bad boy sem ser um babaca, o que é muito raro nos livros YA/NA. Um amorzinho com os pais e bem menos reclamão que Ari. Dante tem uns momentos meio filosóficos à la John Green, mas acabei relevando. Dele eu gostei.

Finalmente, o enredo. Gente, que enredo?? A história não vai a lugar nenhum, são apenas passagens de tempo perdidas nos capítulos. Soa quase como um diário em que o narrador passa dias ou meses sem escrever, contando apenas o que aconteceu de importante. É um livro sem clímax, sem um grande momento, uma epifania, nada. Me senti meio desnorteada, sem saber o que esperar, e não de uma maneira positiva.

Infelizmente Ari e Dante não funcionou pra mim, mas eu tenho certeza que irá funcionar pra muita gente. É um livro sensível, que trata assuntos complexos de maneira simples. Recomendo principalmente para adolescentes que ainda tem dúvidas a respeito de sua sexualidade.

site: http://www.devaneiosdepapel.com.br/2017/11/resenha-aristoteles-e-dante-descobrem.html
Gisele 17/12/2017minha estante
Eu estava me sentindo um ET por pensar o mesmo que você hahahahaha


Juliana Augusta 31/12/2017minha estante
Tive exatamente a mesma experiência que você!! Tava até me achando meio fora com as resenhas que li aqui, todas dando 5 estrelas.. aí achei a sua!!! \o/


steph (@devaneiosdepapel) 02/01/2018minha estante
Que bom que não estamos sozinhas, Juliana! Eu não gosto quando isso acontece, a gente se sente super deslocada.


steph (@devaneiosdepapel) 02/01/2018minha estante
Gisele, eu também!! Haha mas vemos aqui que tem gente que não curtiu também :)




Literacafé 09/12/2017

Segredos dos universo
Chorei, sofri e me apaixonei por esses meninos que mostraram que o amor é chave para os segredos do universo.
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