Graffiti Moon

Graffiti Moon Cath Crowley




Resenhas - Graffiti Moon


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Annie Bitencourt 05/11/2020

Abandonei
Li mais ou menos do dia 04/04/2017 até 09/08/2017, em torno de 121 páginas

Abandonei pois a temática pra mim era muito teen, romance bobinho demais e personagens chatos
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Ana Luiza 24/10/2020

Uma noite pode mudar sua vida
📚 A HISTÓRIA⠀

Lucy só tem um desejo para sua última noite de ensino médio. Ela quer encontrar Sombra, o misterioso graffiteiro cujas obras colorem e encantam muros por toda a cidade.⠀

Lucy tem certeza que Sombra é como ela, sensível, apaixonando por arte e romântico. Na cabeça da garota, eles são o casal perfeito e ela está determinada a encontrá-lo.⠀

Mas tudo que Ed não quer é que saibam que ele é o Sombra. Até porque ele tem maiores preocupações atualmente. Desempregado, com o aluguel perto de vencer e ainda de luto por seu amigo e mentor, Ed está prestes a cometer um crime.⠀

Ele pode ser um artista atormentado, mas não do jeito romântico que Lucy espera. E Ed sabe que ela vai se decepcionar com Sombra como se decepciou com ele no passado.⠀

Os caminhos de Lucy e Ed se cruzam na noite que é o começo do resto da vida dela e o fim das esperanças dele. Com seu mundo prestes a ruir, Ed aceita ajudar Lucy a encontrar o Sombra. Será que ela vai perceber que ele já está na frente dela? E Ed será capaz de confiar em Lucy novamente?⠀

📚 VALE A PENA?⠀

"Graffiti Moon" é um romance arrebatador. Mais que uma história de amor adolescente, encontramos aqui um drama sobre primeiros amores e decepções, futuros incertos e medos que angustiam algumas pessoas tão jovens. ⠀

Além disso, é um livro banhando em arte e que nos intriga com detalhes sobre graffite e arte em vidro. Realista, a narrativa também é engraçada e rápida de ler.⠀

Os personagens são fofos, cheios de personalidade e humanos, com quais nos identificamos com facilidade. Eu amei "Graffiti Moon" da primeira a última página, me emocionando bastante a cada capítulo. ⠀

É uma leitura excelente, que já estou com vontade de repetir e que recomendo bastante.

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: https://www.mademoisellelovesbooks.com/2020/10/resenha-graffiti-moon-cath-crowley.html
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Mari 13/09/2020

Meio que gostei
Depois de ficar presa em fantasias, decidi voltar as minhas leituras habituais. Sempre li muito YA. É um campo seguro para mim, já que fica difícil eu não curtir a leitura. E "Graffiti Moon" foi, como outros livros do gênero, rápido e fácil.
Toda a angustia jovem e realidade pulsante foi cenário. Porém, houveram algumas muitas falhas. Meio que sair correndo quando alguém lhe confronta? É tipo infantil. Mas, eu gostei de como a arte foi retratada neste livro. E como tudo terminou; não perfeito, mas com esperanças como pássaros amarelos.
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Vladia 18/09/2019

Graffiti Moon (Cath Crowley) 🌟🌟🌟🌟
Comecei a ler pensando em algo bemm diferente, mas me enganei total!!! Um cute cute menos adocicado!!! Hehehe Austrália. Lucy quer encontrar o Sombra, um grafiteiro que a encanta pelas obras nos muros. Em uma festa, Ed ( q ela quase quebra o nariz após um murro) promete q a levará p conhecer o Sombra e sai mostrando seus grafites. O problema é que Ed é o Sombra, mas naum tem coragem de dizer e está metido em alguns problemas c ums amigos. Será q no final da noite tudo vai se resolver?! #grafittimoon #cathcrowley #editoravalentina
.
. "Pintei um fantasma preso numa garrafa. Dei um passo para trás, para olhar o fantasma, e percebi que o triste não era que ele estava ficando sem ar. O triste era ele ter ar suficiente para a vida toda naquele espaço tão pequeno. O que você estava pensando, fantasma? Se deixando aprisionar desse jeito?"
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Aicha Cruz 11/04/2019

Um livro leve, contando a vida de jovens sonhadores, apaixonados pela arte e que buscam um futuro através dela, derrubando os obstáculos que a vida lhes impõe para poder alcançar-los.
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guigagirl 13/10/2018

Melhor do que eu esperava
Sou uma leitora bem fácil, gosto de livro estilo Harry Potter, jogos Vorazes, etc. quando recebi esse livro na caixa Skoob tive zero vontade de ler, não parecia ser realmente o meu estilo.
Mas minha surpresa aconteceu ao gostar da história!
O que mais gostei for ser um livro completamente diferente do que eu sempre leio, mas cativante. Romance adolescente bobo, mas as descrições das obras de arte são fascinantes! Ele entrou num mundo que eu desconheço, o dos artistas, e me fez entender um pouco mais o que acontece com eles e como eles pensam.
Leitura fácil, 3 dias e acabei.
Mas se leria de novo? Acho que não, infelizmente não.... uma vez já basta.
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Ingrid.Oliveira 25/09/2018

Não esperava NADA desse livro. E quando começou, passei a esperar menos ainda. Mas que surpresa boa!!! É esse tipo de leitura que não me deixa parar de assinar meus clubes. Eu senti uma tranquilidade muito legal lendo Graffiti Moon. Criei vozes e entonações para os personagens de um jeito que não acontecia há muito tempo. Leitura super maravilhosa! Valeu, Skoob, por ter colocado esse livro na caixa Visões. Deu um equilíbrio muito bom ao O Fundo é Apenas o Começo (pesadíssimo!)
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danigobbo 22/09/2018

Um livro que parece não ter propósito nenhum. Começa revelando o maior mistério da história, continua com uma sequência de cenas que não são cativantes e com diálogos problemáticos (vários machistas, alguns sem propósito e outros que me deixaram confusa com a sensação de que faltou alguma fala pra fazer sentido).
O único aspecto positivo pra mim foi a descrição das famílias dos personagens, porque foram bem reais e interessantes. Queria saber mais sobre os pais da Lucy do que sobre ela.
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Isadora 11/07/2018

Graffiti Moon - Resenha #2

Quando somos apresentados a Lucy, durante sua busca por Sombra e Poeta, me pareceu que tinha encontrado o livro divertido e leve como precisava... Até chegar na metade.

A escrita não cativa muito: torna-se pouco eficiente narrando algumas partes e empobrece os pontos de vistas (até então muito agradáveis) quando acompanho uma mesma cena pelo ponto de vista de Lucy e depois do Ed e vice-versa. Uma ressalva da narração é a ambientação, ocorre na Austrália em Melbourne, me deixando instigada.

Outro ponto da história, bem explorado por sinal, foi o Graffiti (como o próprio título faz desejar) visto com Ed e a confecção de vidro desenvolvida com Lucy, sem dúvida, uma das partes altas do livro, é muito lindo o significado que a arte tem para eles e como cria um laço entre estes. Contudo, não temos capítulos inteiros narrados pelos outros personagens e a forma como a autora os apresenta no decorrer da obra torna-os esmaecidos, fazendo-os terem características monossilábicas, o que torna a trama no geral pouco aproveitada. Não convém comentar sobre os poemas do Leo, nunca os superarei.

Uma característica que vale a pena ser citada é a relação que os adolescentes têm com os seus pais, conseguindo ser bem mais próxima e humana que muitas obras juvenis que já li/assisti; fazendo, inclusive, com que eu me identificasse, a ponto de querer que o livro fosse mais focado nisso do que propriamente no romance.

Obviamente, a escritora teria de criar situações que chegassem a um clímax e aqui reside o problema, pois as circunstâncias criadas beiram ao ridículo e em alguns momentos frustram bastante. Como exemplo, posso citar quando o vilão é apresentado: Malcolm Pombo; apesar de ter uma justificativa para as suas ações, não as torna coerentes, inclusive, o modo como as põe em prática não faz jus ao seu objetivo.

Toda a história se passa em uma noite, o que poderia ter funcionado muito bem se tivesse continuado fiel a premissa da sinopse explorando justamente os pontos positivos, contudo são adicionadas confusões durante todo a obra que acabam por se acumular e solucionam-se todas de uma só vez ao final, o que quebrou completamente minhas expectativas.

Tem alguns momentos em que tive a impressão que o enredo se auto sabotava (afinal, é escrito por uma mulher) quando se tratava de representar com um viés menos machista as personagens femininas... Mas, ultimamente, tenho sido bem chata com isso, então fica no ar.
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Soliguetti 10/07/2018

Às vezes se pode julgar um livro pela capa
Dizem que nunca se deve julgar um livro pela capa. Às vezes, uma capa linda pode trazer uma história completamente mal escrita (como "Veneno", de Sarah Pinborough), ou uma capa extremamente mal-feita pode trazer uma agradável surpresa ao despretencioso leitor (como "Brilhantes", de Marcus Sakey). Há casos, porém, em que por trás de uma capa tosca esteja um enredo igualmente fraco. Graffiti Moon, de Cath Crowley, se encontra nessa última classificação.

O livro conta a história de Lucy, que se apaixona perdidamente por Sombra, um artista grafiteiro de rua que ela nunca viu. A história gira toda em volta de uma noite em que Lucy sai em busca de Sombra, ao lado de um garoto que teve seu nariz quebrado no último encontro com Lucy.

A saga de Lucy é chata. Não há maneira mais direta para descrever os eventos de Graffiti Moon. Basicamente, Lucy sai andando por toda a cidade em busca de grafites pintados por Sombra, tentando encontrá-lo em algum desses lugares. Os tramas adolescentes são insossos e os personagens não cativam. O lado bom é que nada parece (tão) forçado. Afinal, não há muito o que se forçar num enredo sem qualquer tipo de grande expectativa - desde o início é revelado ao leitor quem é o Sombra.

Apesar de Graffiti Moon não ser exatamente ruim, também passa muito longe de ser bom. Um livro tão dispensável que não deixará lembranças no leitor, tão fraco quanto sua capa. Afinal, os velhos ditados não estão sempre certos.
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Isa 08/07/2018

Grafiiti Moon - Cath Crowley
"Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado." Romance clichê, mas bom para ler quando procuramos uma leitura rápida e casual. A história possui um contexto que envolve adolescente que querem comemorar o término do ensino médio com aventura, festa e quem sabe, um novo romance, daqueles que possam durar a vida inteira. Lucy é apaixonada pelo Sombra, um grafiteiro, mas acima de tudo, artista. Ed, após abandonar os estudos, tenta encontrar a si mesmo nos desenhos que pinta nos muros, mas, acaba por encontrar a paixão onde menos espera. Os dois se conhecem há algum tempo da escola, já até tiveram um trágico primeiro encontro, mas, nessa noite, o amor pela arte, pela pintura e pela poesia, levam ao inesperado despertar da paixão entre os protagonistas.
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Dreeh Leal | @dreehleal 28/03/2018

Esperava amar, mas nem consegui terminar
Lucy é uma amante a arte. Ela faz esculturas de vidro, mas seu amor platônico é por um grafiteiro que ela nem ao menos conhece a identidade. A arte de Sombra está espalhada pelas ruas da cidade, e ela sempre se encantou com a profundidade que ele expõe naqueles desenhos. Quando o ensino médio finalmente termina, ela sabe que deve comemorar de uma maneira inesquecível e encontrar o grafiteiro é seu principal objetivo, porém ela acaba a noite presa ao Ed.

Lucy inicia a noite comemorando com suas amigas, que tem planos melhores que o dela para aquela noite. Quando as visões de Jazz, indicam que o alvo de sua procura está no trio de garotos que acabaram de encontrar, ela se vê frustrada e presa a companhia de Ed. Os dois e conhecem a algum tempo e dois anos antes tiveram o primeiro encontro mais estranho da vida, que terminou com Lucy quebrando o nariz de Ed.

Mas inesperadamente os rapazes acabam salvando sua noite quando dizem saber onde Sombra e Poeta, seu fiel escudeiro, se escondem. A caçada se inicia, mas Lucy acabará descobrindo muito mais nessa noite do que a identidade dos artistas.

Gaffiti Moon é um livro que me atraia a algum tempo. Foi apresentada melhor a ele na retrospectiva da Editora Valentia uns três anos atrás e desde então só estava esperando uma boa oportunidade para ler. Não procurei nenhum resenha durante esse período, mas tinha altas expectativas com a história. Ele chegou pouco antes do casamento e mesmo enrolada, iniciei a leitura, mas não consegui engrenar. Depois que passou a correria peguei para lê-lo mais uma vez e novamente não avancei muito. Preciso dizer o quão frustrante é não conseguir finalizar uma leitura de pouco pais de duzentas páginas.

Se vocês me perguntarem o porque não me prendo a história, eu não saberia responder. Cath Crowley não criou uma história complexa ou cheia de mistérios. Com a narração feita de forma alternada entre Lucy e Ed, logo sabemos quem é o sombra e a história se concentra mais na aventura da noite e no desenrolar de pequenas tramas paralelas. A vida de Ed, por exemplo, está longe de ser tranquila.

Ed trocou os estudos pelo trabalho para ajudar a mãe com as despesas de casa, mas desde a morte do seu chefe, a quem ele também considerava um pai, ele passou a fazer pequenos furtos. Ele nunca foi pego por nenhum de seus delitos, mas se colocar em prática seu plano com Leo, estará prestes a se enrolar seriamente com a polícia. Leo é o cara dos poemas nada ortodoxos que acompanham a arte de sombra e preenchem algumas páginas desse livro. Um cara que faz tudo pelo amor, até se arriscar com a polícia.

Há alguns outro personagens, mas a verdade é que não foi cativada por nenhum deles. Exceto por Ed. Eu queria muito conhecer mais sobre sua história, a forma como ele iria solucionar os seus problemas. Inclusive aquela noite que se iniciou com uma buscaria por ele mesmo, mas que precisaria terminar com o confronto de seus sentimentos.

A história possui capítulos curtos e, como eu disse, possui pouco mais de duzentas páginas. A diagramação é confortável, com algumas gotas de tinta espalhadas ao longo das páginas. Nossa capa é uma das versões mais bonitas que encontrei. É mais conceitual, tem traços de grafite e combinam demais com a história.

Graffiti Moon fala sobre sentimentos, laços e arte. Não consigo definir o que me impediu de avançar de forma satisfatória nessa leitura, mas não desencorajo sua leitura. Leiam e se encantem por mim!

site: http://www.maisquelivros.com/2017/12/resenha-graffiti-moon-cath-crowley.html
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Compre pela capa 07/01/2018

AMOR A ARTE EM "GRAFFITI MOON", DE CATH CROWLEY
Graffiti Moon não é apenas um livro. É uma imensidão de sentimentos que transbordam em palavras e viram sentimento em quem está lendo. É uma história de amor não só entre duas pessoas, mas entre essas duas pessoas e a arte.

ENREDO

O livro se divide entre o ponto de vista de Lucy e Ed. A história começa com Lucy correndo de bicicleta pra encontrar o Sombra, grafiteiro que ilumina os muros de uma cidade apagada na Austrália, e por quem Lucy está apaixonada. Ela está apaixonada por alguém que nunca viu mas que a toca profundamente por meio de sua arte. Lucy também é artista, ela trabalha com fabricação de peças de arte em vidro.

"Eu amo aquele cavalo, o quanto ele é real. Amo as belas linhas das patas e da cabeça. Mas não é por isso que, em algumas noites, eu não consigo parar de olhar para o desenho. Não sei dizer ao certo o motivo. Só o que posso dizer é que tem algo a ver com a maneira como deveria ser o amor... A gente devia amar como um cavalo desabando." - Lucy

Não conseguindo encontrá-lo, ela parte com suas amigas Jazz e Daisy numa noite comemorativa, junto com Leo, Ed e Dylan - namorado de Daisy. Dylan diz que conhece o Sombra e convence todos a procurarem por ele e é claro que Lucy aceita, mesmo que Ed esteja junto.

Lucy e Ed já se conheciam antes, desde o primeiro ano. Eles estavam na mesma turma de Artes quando a Professora J. os juntou num trabalho sobre Jeffrey Smart, artista e pintor australiano.

Os dois tentaram se relacionar mas o primeiro encontro foi desastroso, acabando com Lucy quebrando o nariz de Ed. É por isso que eles se odeiam.

Um tempo depois, Ed abandona o ensino médio por não conseguir acreditar em si mesmo. Ele têm dislexia e não consegue ler, mas não têm coragem de contar para ninguém a não ser para seu melhor amigo Leo e Bert. Ele está completamente abalado porque perdeu sua única figura paterna, Bert - seu chefe na loja de tintas com quem dividia o gosto pela arte - e terminou com a namorada Beth.

Na noite em que se passa a história, Lucy e Ed acabam passando um tempo sozinhos e então partem em busca das pinturas repletas de tristeza, solidão e fuga do Sombra, e o resultado será surpreendente. A verdade é que Lucy é uma sonhadora e Ed está completamente quebrado e machucado. Ele está prestes a desabar e tudo o que lhe resta é a arte.

OPINIÃO

O diferencial do livro é que a autora cita inúmeros artistas para vermos junto com os personagens suas obras de arte, tornando a leitura uma experiência sensorial. É incrível. Foi por isso que decidi colocar aqui as imagens para vocês sentirem o que eu senti lendo ao livro, e o que Ed e Lucy sentiram também.

"É disso que gosto na arte, o que você vê as vezes diz mais sobre quem você é do que sobre o que está na parede." - Lucy

"Disse que mostrava como, às vezes, uma pessoa tem que criar suas próprias janelas." - Ed

Esta história não é apenas sobre amor, é também sobre como idealizamos uma pessoa que gostamos, e, no final nos surpreendemos completamente, assim como aconteceu com Lucy. É sobre o amor a arte e tudo que ela pode nos proporcionar. É realmente uma leitura magnífica e única.

site: comprepelacapa.wixsite.com/home
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Nath @biscoito.esperto 25/08/2017

Jovens descobrindo sobre a vida através da arte
Graffiti Moon é uma espécie de história gênero coming-of-age - aquele tipo de história na qual as personagens deixam de ser adolescentes e se tornam adultas, através de ritos de passagem. Alguns exemplos deste gênero são os famosos O Apanhador no Campo de Centeio, Jane Eyre e até o mais contemporâneo Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo.

A diferença é que Graffiti Moon não se passa durante um período da vida das personagens longo - de fato, o livro começa durante uma tarde e termina no amanhecer do dia seguinte. Apesar de abarcar apenas o time lapse de uma madrugada, o livro mergulha profundamente nos pensamentos das personagens e nas escolhas que os trouxeram para aquela noite, naquele momento.

O livro começa com Lucy, uma garota que acaba de completar o ensino médio e cujo sonho é ser uma artista de vidro. Ela quer muito conhecer dois grafiteiros que tem pintado os muros de sua cidade: Sombra (o desenhista) e Poeta (o escritor), uma vez que ambos a inspiraram a correr atrás de seu sonho artístico. Lucy tem uma paixonite por Sombra que não é segredo para ninguém, apesar de que ela não o conhece e não sabe nada sobre ele - sequer sabe se é um homem, qual sua idade e se é uma boa pessoa.

Alternativamente, Ed tem uma opinião bastante baixa de si mesmo: se vê como um perdido desempregado e sem estudo, e a única maneira que encontra de ajudar a mãe a pagar o aluguel e impedir que o amigo seja pego por gangstêrs é assaltando uma escola e revendendo a carga clandestinamente. Sua vida se complicou depois que seu chefe em uma loja de tintas faleceu e ele perdeu o emprego, e nem pintar muros pela cidade com o amigo tem lhe trazido a mesma alegria de antes. Pois é.

Ed e seu amigo, Leo, irão roubar a escola em que estudaram durante a madrugada - mas, antes, decidem sair para uma festa e lá se encontram com Lucy e sua amiga, Jazz, e assim suas vidas podem tomar rumos diferentes quando Lucy pede ajuda de Ed para caçar o Sombra - sem saber que ele é o próprio.

O livro se passar durante um curto período de tempo com certeza foi o maior diferencial da autora, algo que me fez gostar muito da leitura: ao mesmo tempo em que a história era ágil e as personagens se comunicavam e faziam coisas insessantemente, haviam pausas nos acontecimentos do presente para conhecermos o passado e as motivações das personagens. Num livro com menos de 250 páginas nós vivemos uma aventura de uma noite ao mesmo tempo em que conhecemos a fundo os sonhos e aspirações artísticas de ambos Ed (grafiteiro) e Lucy (artista de vidro) e conhecemos seus relacionamentos com suas respectivas famílias, com seus trabalhos e com amigos.

O livro é mais focado no desenvolvimento das personagens do que no avanço da trama, o que foi extremamente acertado. Se nós apenas seguíssemos os acontecimentos da história sem o conhecimento profundo da vida de Ed e Lucy o livro não faria sentido. Não entenderíamos suas motivações e ações: seria a história de um grafiteiro que vai roubar uma escola enquanto uma menina apaixonada por outro cara o segue para todos os lugares. Apesar da frase anterior ser verdadeira, ela descreve o livro muito precariamente.

Eu gostei da leitura por muitos motivos: a narrativa é ágil e cativante, as personagens são muito bem desenvolvidas e a estrutura do romance é intrincada, mas sinceramente o que mais me fez gostar do livro é o fato de ele ser uma história interessante sobre jovens descobrindo a vida através da arte. Simples assim.

site: www.nathlambert.blogspot.com
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Geissiane Lustosa 05/08/2017

Apaixonante!
Amor, Poesia e Arte ditam essa história do início ao fim.

Ao sair de casa aquela noite, Lucy não queria nada além de passar um tempo com suas melhores amigas e conhecer o Sombra, o cara que derramava sobre os muros da cidade a sua arte, suas cores, sua vida. Lucy era apaixonada pelo que via dele nos muros e, consequentemente, apaixonada por alguém que nunca vira. Ao menos era isso que ela achava...

Confira a resenha completa no Blog

site: https://deixaqueeucontosite.wordpress.com/2017/08/05/resenha-grafitti-moon-cath-crowley/
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