O Jogo de Ripper

O Jogo de Ripper Isabel Allende




Resenhas - O Jogo de Ripper


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Katherina.Romijn 04/08/2020

Só o final prestou
A história na sinopse me chamou muita atenção e por isso comprei, porém com o decorrer da minha leitura percebi que não era exatamente aquilo. O livro tinha tudo para ser bom só que infelizmente não foi. Tinha muitos detalhes totalmente desnecessários e que se fossem retiradas, o livro seria bem menor. Não tive nenhuma emoção lendo e só li o livro para acabar logo. A melhor parte foi o final, realmente me surpreendeu. Fiquei chocada com a revelação e o motivo. Na minha opinião, eu não compraria e nem leria de novo.
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Dany 03/05/2020

Indefinido
Primeira decepção o livro estava no português de Portugal.
Segunda, muita enrolação, só depois de 250 páginas é que o livro tem alguma ação.
O final é razoável só porque não é um clichê.
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A menina que comia livros 15/02/2020

Excelente leitura
Muito diferente da Isabel Allende de A Casa dos Espíritos, mas um excelente triller policial.
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lleiram 24/11/2018

Quando o livro tinha TUDO pra ser bom, mas não é. Allende simplesmente não conseguiu escrever um romance policial, fui tudo menos policial, como pode isso??? Ela deveria mais era ter aceito a ajuda do marido mesmo, ao invés de continuar a história sozinha. Fiquei decepcionadíssima!
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Marina 21/08/2018

3 estrelas e meia (arredondando pra 4)
Este livro não é exatamente o que eu esperava. Quando vi que se tratava de um romance policial, eu meio que imaginei um thriller investigativo, com muito suspense. Mas não é bem isso. Ele demora bastante pra pegar no tranco da investigação (só depois da metade, e é um livro grande). Até lá, a autora cria várias subtramas de cada personagem, e a história principal não anda muito. Por esse motivo, eu entendo que muitas pessoas não tenham gostado tanto dele, mas isso não foi uma coisa que me atrapalhou porque eu gosto bastante do jeito que a Allende escreve, são textos bem agradáveis e fluidos de ler e ela desenvolve bem os dramas das personagens. O enredo conta com várias figuras carismáticas e interessantes, e pra mim, um dos pontos altos do livro é a relação da Amanda com o avô.
O que estragou um pouco pra mim foi o fim do livro. A explicação que envolve o assassino foi muito forçada e delirante, totalmente incabível. Tudo bem, tem várias coisas absurdas (como um grupo de crianças investigando pistas que o FBI não pensou), mas acho que o final passou um pouco dos limites.
Outra coisa que achei que a editora pisou feio na bola: tem um spoiler absurdo na parte de trás do livro, onde geralmente tem um pouco da sinopse, eles colocaram um trecho do livro de algo que só vai mostrar na última parte da história (lá no quarto final do livro)! Que burrice da editora! -_-
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Caty 05/01/2018

Um romance policial cativante
A história de assassinato fica mais intensa e cativante nas últimas 100 páginas do livro.
Mas longe de ser um defeito, a parte mais descrita dos personagens e de suas personalidades, faz com que o leitor se sinta mais do que uma testemunha da história, um de seus personagens. Isabel Allende mais uma vez, mostra que sabe escrever como poucos.
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Adriana 05/06/2017

Sem compromisso
Um livro leve, gostoso de ler, com personagens cativantes.
Nada do que estamos acostumados da autora, mas sua escrita é sempre tão cativante.
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23/09/2016

Autora envereda por outro gênero literário
Pelo que eu li na internet, Isabel Allende – uma das minhas autoras favoritas – começou a escrever este livro em parceria com o seu esposo, William Gordon. Mas o plano não deu certo e ela continuou sozinha.
Ripper é um jogo de RPG, que reúne alguns adolescentes de diferentes países, pela internet, que tem como objetivo desvendar alguns crimes. A mestra do jogo é Amanda, que é filha do inspetor Bob Martím e de Indiana, e mora na cidade de San Francisco. Uma série de assassinatos começa a acontecer nesta cidade e os participantes passam a achar que os crimes têm ligações entre si. E o quê era um simples jogo, começa a ficar mais sério e pessoas próximas a Amanda podem correr risco de vida.
Este romance é muito diferente de todos os outros que já havia lido da autora, que me conquistou com histórias e personagens marcantes, densos e apaixonantes. E com o seu realismo fantástico, que nos proporciona uma leitura tão encantadora e viciante. Este livro – que aborda assuntos tão atuais: skype, jogos virtuais, e outros – é um suspense policial. Uma série de crimes acontece e o leitor começa a fazer conjecturas sobre quem é o assassino.
Destaque para a construção dos personagens da narrativa, como o avô de Amanda, Blake Jackson, que repassa para a neta as informações obtidas nas investigações conduzidas pelo seu ex-sogro, inspetor Bob Martím e posteriormente, acaba se tornando um dos jogadores; o ex navy seal, Ryan Miller e seu cão, Átila; a mãe de Amanda, Indiana, dentre outros. Porém, acho que o enredo peca um pouco. Não consegui me envolver tanto com o suspense da narrativa, como alguns outros thrillers do gênero.
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Kamila 21/12/2015

O Jogo de Ripper conta a história de Amanda Martin, uma jovem que gosta de investigar crimes em jogos de RPG com um grupo de amigos virtuais via Skype. Ela vive em São Francisco com sua mãe, Indiana Jackson,que trabalha em uma Clínica Holística – aquelas que têm acumpuntura, Reiki, aromaterapia, entre outros métodos alternativos para cura de doenças, e seu avô Blake Jackson, um farmacêutico. Enquanto que o pai de Amanda é Bob Martin, inspetor-chefe do Departamento de Homícidios de São Francisco.

Até então, Amanda e seus quatro amigos – um de Nova Jersey, um de Reno e dois de fora dos EUA, uma menina de Montreal e outro jovem da Nova Zelândia – se reuniam via Skype para desvendar crimes de mentirinha. Até que uma onda de homícidios anunciados por uma astróloga na TV desvia a atenção dos jovens.

Todos os homícidios tinham coisas em comum: sempre cometidos em noites de lua cheia e com requintes de crueldade inimagináveis. Enquanto isso, Indiana vivia com pouco dinheiro, mas tinha muitos amigos e clientes, como o garçon Danny D'Angelo, do restaurante “Café Rossini” e Matheus Pereira, pintor brasileiro e zelador do prédio onde funcionava a Clínica Holística.

Pois bem, o que achei da história? Apenas espetacular!!! Li em menos de 48 horas! Ele te prende do início ao fim, desde as crueldades cometidas com as vítmas até mesmo com a próxima loucura que Amanda vai descobrir. Lembrando que, a história só é possível porque Amanda têm informações exclusivas a respeito das investigações porque, claro, seu pai é apenas o chefe do setor. Essa história me lembrou um pouco das histórias da Agatha Christie – guardadas as devidas proporções – por ser uma história com bastante mistério e com um assassino a descobrir. Claro que há muitos livros assim, mas lembrei da Agatha porque suas histórias têm um assassino de mente brilhante, acima de qualquer suspeita, idêntico ao que li nessa obra.

resenha completa em:

site: http://resenhaeoutrascoisas.blogspot.com.br/2015/01/resenha-o-jogo-de-ripper.html
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Nath.Brito 11/11/2015

O suspense e história ficam em segundo plano em meio à explanação intensa sobre as vidas dos personagens e seus conflitos pessoais que, na maioria das vezes, nada tem a ver com o desenvolvimento da história. É mais um romance mal relacionado do que uma história de mistério sobre um serial killer.Decepcionante.
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Psychobooks 07/02/2015

Esse é o primeiro romance policial de Isabel Allende, autora de A Casa dos Espíritos, e eu esperava acompanhar uma frenética investigação criminal. Não foi bem isso que encontrei.

Enredo
Amanda Martín tem 17 anos e é filha de um policial de São Francisco. Ela é a mestra do jogo Ripper, um RPG que se propõe a desvendar crimes. Quando uma série de crimes começa a acontecer em sua cidade, ela e os demais jogadores percebem que pode se tratar de um serial killer e passam a investigar tais crimes em busca de pistas e respostas.

Desenvolvimento do enredo e Narrativa
É aqui que o livro peca: o desenrolar dos acontecimentos é muuuuuuito lento. Por se tratar possivelmente de um serial killer, imaginei que acompanharíamos passo a passo a investigação e a cada página teríamos uma reviravolta, mas estava enganada. Os crimes acontecem de forma espaçada e a investigação parece não avançar muito. Acompanhamos sim um pouco da investigação, mas o ponto forte do livro é o desenvolvimento dos personagens: ficamos sabendo da história da vida inteira de todos, até dos coadjuvantes menos importantes.
A investigação criminal deslancha quando alguém próximo a Amanda é sequestrado pelo assassino, que é o clímax do livro (e acontece mais tarde do que eu esperava). Daí até o final sim me senti em um romance policial.

A narrativa é feita em terceira pessoa, acompanhando o ponto de vista de vários personagens.

Personagens
Como eu disse, são eles o ponto forte do livro. Todos, sem exceção, são incrivelmente bem construídos e desenvolvidos, e admiro muito a autora por isso. Os principais são Amanda Martín; Bob Martín, seu pai; Indiana, sua mãe; Blake Jackson, seu avô e pai de Indiana; Ryan Miller, amigo de Indiana; Alan Keller, namorado de Indiana. Ao longo da narrativa ainda conhecemos muitos outros, e por causa do desenvolvimento que a autora deu a eles, nenhum passa desapercebido.

O único aspecto que me incomodou é que Amanda e seus companheiros de RPG (exceto seu avô, que também participa) são adolescentes que passam a investigar crimes que realmente aconteceram e ajudam a polícia a solucioná-los. Por mais inteligentes que eles sejam, isso não me convenceu muito - e convenceu muito menos o fato de Amanda ter acesso às informações confidenciais da polícia através do pai.

Conclusão
Para mim, foi um livro ok. Eu gosto de livros com forte desenvolvimento de personagens, mas quando se trata de um romance policial, espero que esse aspecto também seja muito bem trabalhado. Achei o final, principalmente o epílogo, bem decepcionante.

site: http://www.psychobooks.com.br/2014/10/resenha-o-jogo-de-ripper.html
Lorena Alhadeff 07/02/2015minha estante
Ótima resenha, sem uma opinião inicial eu avançaria neste livro com muitas expectativas, afinal, gosto muito da Allende!




Rosana 12/01/2015

Fascinante
Fiquei maravilhada com o enredo que a autora criou nunca imaginei Isabel Allende escrevendo po genero policial, no começo fiquei meio que perdida mas foi só no inicio pois a leitura flui de maneira espetacular, muito bom, adorei...
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Blog MDL 11/01/2015

Amanda é uma garota de dezesseis anos com uma inteligência acima da média e uma tendência a não conseguir se enturmar com as pessoas da sua idade. Filha do inspetor Bob Martín, desde cedo ela aprendeu a conviver com crimes, apesar dos seus pais terem se separado quando ela ainda era criança. Por estudar em um colégio interno, ela pouco convivia com a sua família, mas isso não a impedia de ter laços profundos com os seus parentes, já que encontrando no seu avô, Blake Jackson, o seu melhor amigo, ela divide com ele todos os segredos que envolve o jogo do Ripper – um RPG do qual ela é mestra. No começo, ela e os participantes que ela comandava não analisavam crimes reais, mas quando uma astróloga e amiga da família fala no seu programa de TV que em São Francisco terá um banho de sangue, e logo após isso crimes assustadores começam a ocorrer, ela e seus amigos decidem fazer uma investigação a sua maneira. Ela só não imaginava que as coisas fossem sair do controle o suficiente para que alguém que ela ama se tornasse uma das vítimas do perigoso assassino.

Uma das coisas que sempre gostei nos romances policiais mais complexos, é a capacidade que determinados autores tem de incluir em meio as cenas trágicas, um toque de humanidade através do aprofundamento dos seus personagens principais. Esse é um dos pontos que considero mais importantes se o livro for o primeiro de uma série e muito atencioso por parte do autor se for um livro único. No entanto, Isabel Allende se perdeu em meio a apresentação dos seus personagens, ainda mais quando ela fez questão de escrever a história de vida de praticamente todos os personagens que rodeiam a protagonista da história. Ela perdeu tanto tempo com isso que quando alcancei mais da metade do livro eu não sabia quase nada sobre os crimes e sabia muito sobre personagens que eu sequer tinha curiosidade de conhecer.

Esse foi um dos maiores erros que encontrei em "O Jogo do Ripper". A autora se preocupou demais em humanizar os seus personagens ao invés de buscar mostrar os aspectos dos crimes, as cenas de cada um deles, a investigação e outras coisas que são tão necessárias para envolver um leitor do gênero policial. O pouco que ela explora sobre esse aspecto nas primeiras duzentas páginas fica restrito aos relatos dos jogadores do RPG Ripper. E é aí onde está concentrado um dos aspectos mais estranhos do livro, já que deixando quase que exclusivamente a cargo dos adolescentes que participam o jogo a missão de resolver os assassinatos ocorridos na cidade de São Francisco, a polícia em si parece não servir para nada mais que fornecer detalhes dos crimes aos jogadores através do inspetor Bob Martín, que é o pai de Amanda e ex-sogro de Blake Jackson.

Esse vazamento de informações foi algo tão absurdo que eu continuei a leitura embasbacada em como os pais de Amanda criticavam o fato dela gostar de coisas mórbidas sendo que um deles continuava alimentando isso através do fornecimento de detalhes dos casos em que estava trabalhando. É certo que o Martín fornecia certas informações apenas ao Blake, mas ele sabia que o avô da menina também jogava Ripper e querendo ou não, tudo ia parar nas mãos de Amanda. Essas contradições me incomodaram bastante, ainda mais quando penso que mesmo com todo o acesso privilegiado que a garota tinha, ela não era o verdadeiro cérebro por trás das descobertas, mas sim os demais participantes do jogo. O papel dela parecia ser apenas conseguir as informações para o grupo e não participar ativamente das pesquisas e consequentemente das descobertas. Entretanto, mesmo assim era ela quem colhia todos os louros pela luz que os participantes lançavam aos casos e que ela contava ao seu pai. Achei injusto.

Particularmente eu achei a Amanda uma personagem muito chatinha. Ela não despertou nenhum pouco da minha simpatia e as passagens com ela só eram bacanas por causa dos jogadores do Ripper. No entanto, o que a autora economizou em boas características para essa personagem, ela foi generosa com o Ryan Miller. De longe, ele foi o personagem que mais gostei da história, com um estilo bem durão de ser, o ex navy seal e seu leal cachorro de guerra, Átila, me conquistaram do início ao fim. Toda vez que ele aparecia em cena, eu me concentrava mais ainda na leitura porque sabia que coisa boa viria. Ele não me decepcionou em nenhum momento e foi o responsável pelo meu misto de amor e ódio pela mãe de Amanda, a Indiana. De verdade, nunca vi alguém tão no mundo da lua quanto ela. Se ela não tivesse a tendência de escolher os caras errados, teria adorado o jeitinho louco dela de quem acredita em medicina alternativa e rega uma pé de maconha que ganhou de presente.

E é diante de tantos aspectos dispares que se eu pudesse definir esse livro em uma palavra eu diria, contraditório. A verdade é que Isabel Allende tem uma escrita muito gostosa de acompanhar e muita sensibilidade, porém, apesar da ideia de "O Jogo de Ripper" ser boa, esse foco nas emoções que parecem ser uma característica da autora, acabou atrapalhando e muito a construção do livro como um todo. Ao final, senti que ela estava perdida em um gênero que definitivamente não é para ela. Faltou explicações a respeito de personagens que desapareceram subitamente da trama e não foram mais mencionados e faltou uma maior abordagem acerca do vilão que apesar de ser muito interessante, só passa a fazer parte da narrativa de maneira mais notória nas páginas finais do livro. Sinceramente, não é um livro ruim, mas é preciso ter muita boa vontade para classificá-lo como policial.

site: http://www.mundodoslivros.com/2015/01/resenha-o-jogo-de-ripper-por-isabel.html
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Ed 07/11/2014

Resumindo bastante: quem está acostumado a ler romances policiais pode se entediar um pouco com esse livro. No início ele me pareceu interesante, mas com o tempo perdeu a força. Ficou terrivelmente chato no final. Quase abandonei a leitura. No todo, não achei "O Jogo de Ripper" um livro ruim e sim um livro bastante fraco. Conheço livros muito melhores desse gênero e por isso não indicaria esse livro.
Mais detalhes dos pontos que curti e não curti, seguem no meu histórico de leitura.
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